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quarta-feira, 23 de março de 2016

"Dilma faz pose de vítima junto a outros governos"


À revelia dos diplomatas, que não concordariam em participar da armação, o Palácio do Planalto articula com governos da América do Sul, igualmente populistas, a "denúncia" de que "um golpe" estaria em curso, e não uma grande operação da Justiça Federal que investiga, processa e prende políticos corruptos que atuam à sombra do governo desde 2004, no primeiro governo Lula. Foi tudo combinado. A senha foi da própria presidente Dilma, ao declarar que "há um golpe em curso".
Dizer o que?
A "vitimização" foi definida diante da dificuldade de explicar no exterior a maior manifestação da História, dia 13, exigindo o impeachment.
Pagando a dívida
O uruguaio Luis Almagro concordou em difundir a lorota de "golpe" para agradar Dilma, que apoiou sua eleição à Secretaria-Geral da OEA.
Entrando na onda
O Planalto pediu que governantes populistas e até a ingênua chanceler argentina ameaçassem com repreensão na Unasul e no Mercosul.
Chapa quente
Governistas e petistas chamam de "golpe" a atuação da Justiça, que, lastreada em documentos, confissões e delações, prende-os um a um.
Já se sabe que não dá
O Planalto fez as contas e percebeu que já não tem votos suficientes para impedir o impeachment de Dilma na Câmara. Por isso ela foi aconselhada a partir para o "tudo ou nada", radicalizando seu discurso inclusive contra integrantes do Poder Judiciário.
Fiz, mas não fui eu
Nem a chocante lista apontada pelo Tribunal de Contas da União, como as "pedaladas fiscais" caracterizando crimes de responsabilidade fiscal, fez cair a ficha em Dilma. Ela insiste que nada fez de mais.
Querem atuar fogo
A ordem no governo é atacar para intimidar a Justiça, ameaçar a Polícia Federal para tentar imobilizá-la e, até, desqualificar o Ministério Público. Apesar das advertências ponderadas no PT sobre o risco de estimular iniciativas violentas contra representantes desses setores.
Fonte: Cláudio Humberto

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