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sábado, 29 de fevereiro de 2020

Dois filmes de Randolph Scott


No recém adquirido Cinema Faroeste Vol. 9, caixa com 3 DVDs que reúne seis clássicos estrelados por Randolph Scott, um dos maiores astros do gênero, a visão neste sábado, 29, de "Os Conquistadores" (Western Union), de Fritz Lang, 1941, e "Um Homem de Coragem" (Westbound), de Budd Boetticher, 1959.
Em "Os Conquistadores", no início da construção da linha telegráfica Western Union, Randolph Scott faz um bandido regenerado contratado pelo dono da empresa. Virginia Gilmore, Robert Young, Dean Jagger e John Carradine estão no elenco.
Em "Um Homem de Coragem", Randolph Scott é um veterano da guerra civil que luta para proteger a Overland, linha de diligências e manter o fluxo de remessas de ouro para ajudar o norte a vencer o conflito. Com Virginia Mayo e Karen Steele  (Foto 3), que terminam o filme como viúvas e ambas interesse romântico do mocinho. Andrew Duggan e Michael Pate são os vilões,

"Dois Irmãos": McLanche Feliz apresenta nova campanha

McLanche Feliz ganha um toque especial com os personagens da nova aventura da Disney Pixar

Desde quinta-feira, 27, a magia invadiu os restaurantes do McDonald's em todo o Brasil com a nova aventura da Disney Pixar, “Dois Irmãos: Uma jornada fantástica”, estrelando a campanha de McLanche Feliz. O filme apresenta a aventura de dois irmãos que tem 24 horas para terem o pai “inteiro” depois de fazerem uma magia não muito bem sucedida.
São dez novos brinquedos que vão levar as criaturas míticas do cinema para as famílias, por meio de movimentos divertidos e segredos fantásticos. São elfos, unicórnios e o dragão de estimação, Blazey, além de objetos que fazem parte da nova produção Disney Pixar.
Conheça as surpresas:
Gêma Fênix Cajado - Varinha mágica com LED na ponta. Acenda com o botão que está na base e gire a rodinha para mudar a cor da luz entre branco, azul e laranja.
Brazinha - O dragão de estimação. Aperte o botão das costas para baixo para ver como ele mexe o rabo e as asas.
Guinevere & Barley Lightfoot - Abra a porta da van para ver o Barley no assento. Deslize o carro sobre uma superfície lisa e você vai ver como ele avança simulando ter um pneu furado.
Colt Bronco - Colt é o padrasto de Ian e Barley. Aperte a cabeça dele para trocar entre o oficial Colt Bronco e o papai Colt.
Wilden Lightfoot - É o papai da família Lightfoot. Aperte as pernas para ver como seu corpo se mexe de maneira divertida.
Unicórnio - Puxe a tampa da lata de lixo para ver o tubo que está dentro. Agite o brinquedo para mover os resíduos e tentar encontrar os ícones ocultos.
Ian Lightfoot - Protagonista da aventura, vem com um bastão que revela feitiços e desenhos quando introduzido no meio de duas folhas.
Dewdrop - Deslize o assento da moto para trás para que apareça a imagem oculta do lado.
Laurel Lightfoot & Mantícora - Coloque o carro sobre uma superfície plana. Deslize o para trás e solte o para ver como ele sai lançado para a frente, enquanto Mom e Manticore se movem dentro.
Ponto do Corvo - Faça uma pergunta ao corvo e aperte o botão que está na base para revelar a resposta.
Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

Musical que inaugurou o Cine Madrid há 62 anos

1. José Ferrer e Doe Avedon em "Bem no Meu Coração"
2. Tamara Toumanova no musical
3. Poster original
Fotos: IMDb

Neste último dia do segundo mês do ano, lembrar que que no início de fevereiro de 1958, há 62 anos, como conta Adilson Simas no seu "Túnel do Tempo", "exibindo o filme “Bem no Meu Coração”, da companhia Metro, é inaugurado o Cine Madrid, com tela panorâmica e 375 cadeiras confortáveis, o cinema é instalado na rua Castro Alves 1.641".
Lembrar mais que com dez anos de idade, assisti ao filme que inaugurou o Cine Madri, empreendimento de M. Muniz. "Bem no Meu Coração" (Deep in My Heart), de Stanley Donen, 1954, também tem o título (como no DVD da minha coleção) de "Para Sempre no Meu Coração". Foi o 37º filme que vi em cinema, como está em caderno de anotações de filmes vistos.
O musical trata sobre o prolífico compositor húngaro Sigmund Romberg (Jose Ferrer), com mais de duas mil canções e 80 operetas, das quais grande parte migrou para o cinema. Na trama, enquanto na Broadway se vivia a era do ragtime, Romberg preferia tocar lindas valsas de sua terra natal no Cafe Vienna. A dona do charmoso lugar, Anna Mueller (Helen Traubel) tenta convencê-lo a aderir ao novo estilo musical. Enquanto isso, ele precisa conquistar o coração de uma mulher relutante, Dorothy Donnelly (Merle Oberon).
O filme reúne ainda no elenco: Walter Pidgeon (Shubert), Paul Henreid (Florenz Ziegfeld), Tamara Toumanova, Doe Avedon, Joan Weldon, Russ Tamblyn, e em participações especiais: Rosemary Clooney, Gene Kelly, Fred Kelly, Jane Powell, Cyd Charisse, Ann Miller, Vic Damone, Howard Keel, Tony Martin.
Continuo perguntando: alguém tem imagens do Cine Madri para que se possa lembrar mais desse simpático e querido cinema dos anos 50 a 70?

Há 61 anos: A bem da ordem pública

Assistindo a uma sessão cinematográfica o homem não pôde pôr o braço nos ombros da mulher (mesmo que esta seja sua, esposa)
Em Araçatuba, um cidadão impetrou uma ordem de habeas-corpus singular. Pois, segundo afirmou, estava ameaçado com sua liberdade física por ato da autoridade policial daquela cidade, que proibira a permanência, nos cinemas locais, durante a projeção, de casais enlaçados. Acrescentou o impetrante que com isso ficara ele impedido de assistir às sessões de cinema como era seu costume. Isto é com o braço nos ombros de sua própria esposa, ou, até mesmo, no espaldar da cadeira.
O juiz da comarca julgou prejudicado o pedido que o impetrante e paciente lhe dirigira, não só à vista das informações prestadas pela autoridade policial, como por considerar o decidido em outro processo. Dessa decisão recorreu o impetrante para o Tribunal da Alçada. Declarando, inicialmente, que o juiz incorrera num defeito de técnica ao negar a ordem, quando deveria ter considerado prejudicado o pedido, o Tribunal, no seu acórdão, relatado pelo juiz Oliveira Noronha, tomando conhecimento do recurso, apreciou o caso em todos os seus aspectos, para concluir que falecia razão ao impetrante. Não era isenta de críticas - observou o relator - a assertiva de que constitui cerceamento à liberdade física proibir que um cidadão fique à vontade, como lhe convenha, em locais frequentados pelo público, desde que isso não constitua um ilícito penal. Mas o frequentador de casas de diversões é obrigado a observar os regulamentos de tais estabelecimentos, estando, por outro lado, sujeito à fiscalização policial. Assim. não era possível que. para ficar à vontade, pudesse o espectador fumar, despojar-se de seus sapatos, de seu paletó, de sua gravata. sentar-se de maneira inconveniente etc. etc. E não se poderia negar também à polícia o direito de fiscalizar, impor ordem e respeito em lugares frequentados pelo público, coibindo abusos e fazendo respeitar os regulamentos das próprias empresas particulares que exploram casas de diversões. O acórdão acentuou ainda que não era de se cogitar se certas atitudes são morais. amorais ou imorais: são apenas proibidas a bem da ordem pública, no interesse de todos, para evitar abusos, inconveniências. atritos e reclamações. Aliás, os proprietários das casas de diversões da cidade não se haviam insurgido contra a determinação da autoridade policial: aceitaram-na e, assim, adotando-a, parecia evidente que aquele que assistisse às sessões estava também obrigado a observá-la. E a medida, abrangendo todos os espectadores, tinha por finalidade evitar inconvenientes e abusos como assinalara a autoridade policial em suas informações ao juiz. A rigor disse finalmente o acórdão - seria o caso de não se ter tomado conhecimento do pedido em primeira instância. Porque a suposta coação de que se dizia ameaçado o paciente, não afetava diretamente o seu direito de locomoção. E nem teria cabimento conceder-se habeas-corpus para alguém deixar de observar regulamentos de empresas particulares, impondo ao público certas condições para a permanência no recinto de exibições.
Fonte: "Cine-Repórter", edição de 3 de janeiro de 1959

Filme de 1956: "Sob o Céu da Bahia"



Realizado em 1956, o filme “Sob o Céu da Bahia”, de Ernesto Remani, com Maria Morena, Sérgio Hingst, Pedro Nemi, Terry Viana, Carlos Torres e Enoch Torres. Tem narração de Murilo Néri.
Na trama, com locações em Buraquinho, quando pertencia a Salvador, hoje, Lauro de Freitas, então uma fazenda, um jovem jangadeiro resolva abandonar a aldeia por conta da filha do fazendeiro que domina a região. O amor submisso da filha de um pescador, cobiçada pelo dono de uma barraca de peixes procura salvar o jangadeiro da vida corrupta da cidade grande. Entretanto, para resolver os problemas de sua aldeia, a jovem decide entregar-se ao furor do dono da barraca.
Participou do Festival de Cannes daquele ano, sendo nominado para a Palma de Ouro. O filme foi agraciado com o Grande Prêmio da Comissão Superior Técnica nesse Festival. Além disso, em 1959, ganhou como Melhor Composição - de Francisco Mignone - no Prêmio Saci e no Prêmio Governador do Estado de São Paulo.
As músicas "Canção dos Jangadeiros", de João de Barros; "Canto da Pescaria", de Antonio Moraes; e "Ave Maria do Morro", de Herivelto Martins, estão na trilha.
Fotos: Cinemateca Brasileira

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Sobre o CinemaScope



O primeiro filme visto em Feira de Santana na então revolucionária tecnologia foi "Trapézio" (Trapeze), de Carol Reed, 1956, com Burt Lancaster, Tony Curtis e Gina Lollobrigida. O Cine Íris foi reformado para instalar a tela grande em sua sala. Corria o ano de 1958. 
Foi há 54 anos, em 1953, que a 20th Century Fox, lançou o processo CinemaScope (lente anamórfica) com "O Manto Sagrado" (The Robe), de Henry Koster, com Richard Burton, Jean Simmons e Victor Mature. O cinema era retangular e espetacular.
Nos anos 1950, a televisão começava a ocupar deu lugar nos Estados Unidos. Assim, o cinema foi sacrificado. Naquele tempo, o cinema era quase quadrado, com a proporção de 1 metro por 1,33 da tevê. O enquadramento de rosto fica perfeito, ou de um personagem do torso para cima.
Então, nesse mesmo período, os estúdios de Hollywood precisavam transformar cinema em espetáculo para trazer de volta o público às salas. Em 1952, veio o Cinerama, que resolvia o problema da tela larga mas era tecnicamente caro e complicado. No ano seguinte, houve a corrida pelo CinemaScope.
Henry Chrétien, ótico francês, tinha nas mãos uma lente que fazia tela larga em câmera comum das que todos já tinham. Os executivos da Fox chegaram em seu escritório antes dos da Warner e, de lá, saíram com um contrato de licença da patente mais suas lentes que foram direto para testes nos estúdios onde já se rodava o "Manto Sagrado". Era a lente anamórfica, que distorcia a imagem no filme de 1 por 1,33. Na hora de projetar o filme, uma lente com o efeito contrário alargava e o 1,33 dobrava em comprimento: 2,66 para cada 1 de altura.
Por uma série de questões técnicas, os filmes anamórficos hoje são menos compridos, 1 por 2,35. Continua um formato. Com o surgimento do videocassete, institucionalizou-se a política já adotada pelas redes de televisão de cortar os filmes widescreen pelos lados para que encaixasse no quadrado da telinha. Se no filme comum já se perde, num filme anamórfico joga-se fora, principalmente nos filmes mais antigos, metade da tela.
Quando é bem feito este corte, a cada quadro seleciona-se que trecho há de aparecer. Em muitos casos, corta-se sempre o quadro do meio e pronto - assim, às vezes, aparecem só os narizes de dois atores que conversam. Em alguns casos, como no clássico "A Leste do Éden", de Elia Kazan, incluiu-se minutos a mais no filme para que algumas cenas onde havia ação nos dois cantos da tela aparecessem duas vezes. Primeiro um lado, depois o outro.
No tempo do DVD a cultura vai mudando. Não é regra, principalmente no Brasil. Nos EUA, em que o mercado é maior, é comum que alguns filmes sejam lançados em duas versões - uma com as faixas pretas em cima e embaixo que preservam tudo que o fotógrafo viu, outra cortada. No Brasil é meio caótico, não há critério. Às vezes, um filme de ação comum para o público geral pode ser lançado em widescreen.
Mas envelheceu bem o CinemaScope e, na sala escura, continua a proporcionar grandes espetáculos. Pena que salas grandes, daquelas onde a tela envolve o público, já não existam mais.

Quem lembra de nordestern



Thomas Milian e Mário Gusmão duelam na Lagoa do Abaeté

Em 1973, o lançamento no Brasil - foi exibido em Feira de Santana, no Cine Íris - do filme "Rebelião de Brutos" (O Cangaceiro), de Giovanni Fago, com Tomas Milian. Um filme sobre o cangaço hispano-italiano filmado no Brasil, principalmente em Salvador - a Lagoa de Abaeté é um dos cenários. Nos Estados Unidos, Alemanha e Dinamarca foi titulado "Viva Cangaceiro".
No elenco brasileiro, o ator baiano Mario Gusmão (1928-1996), José Carlos Farias, Bernadete Dinorah de Carvalho e M. de Moura. Em ponta, a cantora Baby Consuelo como uma ajudante de um velho eremita.
Na trilha sonora, de Riz Ortolani, as músicas "Mulher Rendeira" e "Vou Caminhando".

Era uma vez em Feira de Santana: Nos tempos da locomotiva

Locomotiva da Norte Americana Baldwin Locomotive Works, notação white 4-6-0, ano 1911, matrícula n.º 209, encomendada pela Compagnie des Chemins de Fer Fédéraux de l'Est Brésilien (1911-1935), Companhia antecessora da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro S/A (1938-1958). Tal locomotiva chegou a operar no ramal de Feira de Santana, existindo uma foto desta locomotiva no livro do fotógrafo Antonio F. Magalhães "História nas Lentes". Atualmente a locomotiva encontra-se na Estação da Calçada em Salvador. 
Imagem: Charles de Freitas.
Fonte: Facebook - Roosevelt A. dos O. Reis 

Cinco anos sem Tuna Espinheira: Uma vida dedicada ao cinema


Nesta sexta-feira, 28, cinco anos da morte do cineasta Tuna Espinheira.
José Antonio D'Andrea Espinheira (1943–2015), ou, simplesmente, Tuna Espinheira, dedicou mais de 40 anos de trabalho ao cinema, sobretudo à realização de documentários. 
Segundo dos sete filhos do advogado Ruy Alberto de Assis Espinheira, e de Iracema D'Andrea Espinheira, de ascendência italiana, Tuna passou a infância e o início da adolescência na cidade de Poções, no Centro-Sul da Bahia. Trabalhou em mais de 30 filmes, eventualmente como ator (no caso de "Um Sonho de Vampiros", de Iberê Cavalcanti, 1969; "Cristais de Sangue", em 1975; e "Um Brasileiro Chamado Rosa Flor", em 1976), mas quase sempre como roteirista, editor (animação "Boi Aruá", de Chico Liberato) e diretor. 
Seu trabalho foi reconhecido com várias premiações, como em "O Bruxo Bel Borba" e "O Imaginário de Juraci Dórea no Sertão: Veredas". Em 2004, lançou o primeiro longa-metragem "Cascalho" (Tuna e Dimas Oliveira, no lançamento em Feira de Santana), filme de época (anos 1930), inspirado na obra de Herberto Sales e totalmente filmado em Andaraí, na Chapada Diamantina - selecionado para a mostra do 37º Festival de Cinema de Brasília -, sendo premiado como Melhor Filme no Festival de Cinema e Vídeo de Macapá. 
Em 2013, lançou seu último filme, sobre a obra de Juracy Dórea, artista plástico de Feira de Santana. Tuna morreu aos 71 anos e deixou um filme inacabado, sobre o poeta baiano Eurico Alves Boaventura, e um documentário sobre o educador Anísio Teixeira. 
Irmão do sociólogo Gey Espinheira e do escritor Ruy Espinheira Filho, Tuna foi casado com a produtora Yara Maria Brandão Espinheira, sua companheira por mais de 40 anos, com quem teve uma filha, a atriz Maria Rosa Espinheira.
Como documentarista, realizou curtas-metragens, como "Major Cosme de Farias: O Último Deus da Mitologia Baiana", "Dr. Sobral Pinto", "Samba Não Se Aprende na Escola", "Comunidade do Maciel", "O Fazendeiro do Ar", "A Ilha da Resistência", "Leonel Mattos a 24 Quadros Por Segundo", entre outros, incluindo "Luiz Gonzaga: O Rei do Baião", filme rodado e finalizado, entre 1968/69, com roteiro e direção dele. Em 1998, Tuna realizou o documentário "Viva o 2 de Julho", duração de 14 minutos, formato em 35mm, um filme com enfoque histórico antropológico sobre a Independência da Bahia. Com sua mulher Yara Maria Espinheira como assistente de direção e Othon Bastos como narrador.
Também realizou, "O Cisne Também Morre", média-metragem de ficção. Além de "Um Sonho de Vampiros", de Iberê Cavalcanti, 1969, apareceu em "Cascalho", seu primeiro longa-metragem - foi lançado em Feira de Santana, no Orient Cinemas Boulevard, em 2008. Totalmente filmado em Andaraí, na Chapada Diamantina, o filme conta a saga dos garimpeiros na região na primeira metade do século passado (anos 30), e suas disputas com os coronéis.
Tuna tinha mais ligações com Feira de Santana: era amigo de Olney São Paulo (foi assistente de direção de "Cachoeira, Documento da História") e de Irving São Paulo (que atuou em "Cascalho").

Qual o momento certo para anúncio de candidatura?

Nas três últimas eleições municipais em Feira de Santana, os candidatos vencedores tiveram suas candidaturas oficialmente lançadas bem depois do Carnaval.
Em 2008, Tarcísio Pìmenta foi lançado em 11 de abril. Em 2012, no dia 25 de maio, o lançamento de José Ronaldo. Em 2016, o lançamento da candidatura à reeleição de José Ronaldo ocorreu no dia 14 de junho.
Para as eleições de 4 de outubro, qual será o momento certo para o anúncio de candidatura?

Aniversário de Raidira

Nesta sexta-feira, 28, aniversário da bancária Raidira Paz (Foto), bacharela em Administração, personal stylist, leitora e admiradora do Blog Demais. Também irmã em Cristo. Parabéns!

Morre atriz alemã Sonja Ziemann

Faleceu no dia 17 passado, a atriz alemã Sonja Ziemann (Foto: IMDb), uma estrela de aparência inocente em filmes pós-Segunda Guerra Mundial.
Em 1984, recebeu o German Film Awards por suas contínuas contribuições individuais ao filme alemão ao longo dos anos.

Filmografia
1953 Hollandmädel
1952 Made in Heaven

1952
A Ladra de Bagdad
1945
Freunde
1944
Hundstage
Fonte: IMDb