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sábado, 30 de maio de 2026

Eduardo Bolsonaro e a violência na Bahia


O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou o governador Jerônimo Rodrigues (PT) após o secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia, Felipe Freitas, questionar a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Eduardo afirmou que a Bahia enfrenta uma grave crise de segurança por conta das sucessivas gestões petistas no estado. "A Bahia só está do jeito que está porque tem um governador como Jerônimo", declarou. O ex-parlamentar também relembrou a redução dos índices de homicídios durante o governo Jair Bolsonaro e acusou o PT de tentar minimizar o avanço da violência e das facções criminosas na Bahia.

Fonte: "Raio Laser" - https://www.trbn.com.br/ 

Selecinha em nono lugar em favoritismo ao título da Copa

A selecinha está em nono lugar em favoritismo ao título da Copa do Mundo 2026. Um estudo da Escola Aplicada de Matemática (EMAp), da Fundação Getúlio Vargas, divulgado na sexta-feira, 29 de maio, é quem aponta o óbvio.

O estudo analisou os resultados de 2.997 jogos entre 187 seleções da Fifa nos últimos quatro anos. A partir disso, foi criado um modelo que simulou os resultados da Copa e apontou as chances de cada seleção em cada fase do torneio.

Nem é preciso estudo científico para constatar que a selecinha vai ser hexa, completando seis Copas sem ganhar o título.

A Espanha, com 15,57% de chances de título, é a principal favorita ao título. Argentina (13,62%) e Inglaterra (9,24%) completam o pódio de favoritos.

Com 4,68%, a selecinha não é nem a maior favorita no Grupo C. O Marrocos, rival do Brasil na primeira fase, aparece com 4,9% de chances, na sétima colocação.

Julieta Carteado: Presença em dois cinquentenários


Por Everaldo Góes

Neste 2026, a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e a Academia Feirense de Letras (ADL) celebram 50 anos de história. Poucas pessoas simbolizam tão bem esses dois marcos quanto Julieta Carteado Monteiro Lopes.

Nascida em Ilhéus, em 12 de setembro de 1927, Julieta Carteado construiu uma trajetória marcada pela dedicação à educação, à cultura e à valorização do conhecimento. Formada em Biblioteconomia pela então Universidade da Bahia, tornou-se a primeira bibliotecária concursada da Uefs e a primeira diretora da Biblioteca Central, participando da implantação de um dos setores mais importantes da jovem universidade.

Nos primeiros anos da instituição, a biblioteca funcionava em salas do Módulo Prático, no Módulo 2 do campus. Hoje, instalada em prédio próprio ao lado da Reitoria, leva o nome de Julieta Carteado, homenagem prestada à profissional que dirigiu o órgão durante 12 anos e ajudou a consolidar a vida acadêmica e cultural da Universidade.

Além da atuação na Uefs, Julieta participou dos movimentos que resultaram na criação da Academia Feirense de Letras. Integrante do grupo fundador, assinou a ata que legalizou a Instituição e, após o falecimento, tornou-se patrona da Cadeira 24 da AFL.

Escritora, poeta, artista plástica e intelectual negra, Julieta também integrou os conselhos superiores da Uefs, promoveu atividades culturais e incentivou a aproximação entre livros, arte e comunidade. A marca deixada por ela ultrapassou os limites da biblioteca e alcançou a vida cultural de Feira de Santana.

Julieta Carteado faleceu em 23 de novembro de 1994, aos 67 anos, quando seguia de Salvador para mais um dia de trabalho na Uefs. Mais de três décadas depois, o legado dela permanece vivo.

Nos 50 anos da Uefs e da AFL, recordar Julieta Carteado é celebrar uma mulher que tem história continua presente em dois dos mais importantes patrimônios educacionais e culturais de Feira de Santana.

Everaldo Góes é jornalista e editor do https://feirahoje.com.br/


sexta-feira, 29 de maio de 2026

O centro de Feira já viveu até altas horas

Por Everaldo Góes

O centro da cidade já foi muito mais do que um espaço comercial.

Era bairro, moradia, convivência, vida noturna.

As ruas J. J. Seabra, Barão do Cotegipe, Castro Alves, Barão do Rio Branco e as antigas ruas do Pilão e da Kalilândia eram ocupadas majoritariamente por residências. A própria Avenida Getúlio Vargas, a partir da região onde hoje existe a Praça de Alimentação, também era repleta de casas.

Havia crianças nas calçadas, vizinhos conversando nas portas e pessoas circulando até tarde da noite.

Eu mesmo morei no centro, na Rua dos Contabilistas, oficialmente Professor João Alves da Costa.

O Hotel Caroá tinha a famosa Boate Terraço do Caroá. Em frente, o acarajé de Tonhão reunia gente no final da tarde. Do outro lado da rua funcionava o Sucão.

Na J. J. Seabra existiu o Batidão. Jornalistas e intelectuais frequentavam o Niko's Bar. O Ferro de Engomar reunia pessoas de diferentes classes sociais. Na Castro Alves funcionaram o Noite & Dia, o Night Day e antes deles o Esquina.

O centro também respirava cultura e educação.

A Galeria Raimundo de Oliveira promovia exposições de arte na Avenida Sampaio. Os cinemas Timbira e Íris tinham sessões lotadas até perto das 23 horas.

No início da noite era comum o desfile de estudantes para aulas nos colégios Municipal, Estadual, Gastão Guimarães, São Francisco e Super Star. Depois, quem não morava no centro seguia para pontos de ônibus. Ou ia para casa a pé, batendo papo.

Havia ainda o intenso movimento do Feira Tênis Clube, atual sede da Secretaria Municipal de Educação, com piscinas, quadras, campeonatos, salão de festas, boate, restaurante e bar funcionando também à noite.

As ruas permaneciam cheias.

Circulação humana.

Sensação de pertencimento.

Com os anos, residências deram lugar a lojas e imóveis fechados após o expediente. O centro deixou de ser moradia. E, quando as pessoas deixam de morar em um lugar, a noite vai embora junto.

Hoje, nessas ruas, o silêncio chega cedo demais.


Everaldo Goes é editor do Feira Hoje -
https://feirahoje.com.br/

Fidelidade na política

Caro patriota, peço que você leia com atenção este relato, contarei algo que vi de perto nos bastidores do poder.
Na política, fidelidade é algo raro. Principalmente nos momentos difíceis. Quando alguém perde o poder, ainda mais de uma maneira fraudada, passa a ser perseguido injustamente e se torna alvo de uma tempestade política e midiática. E é muito comum que seus antigos aliados desapareçam.
Durante o governo Donald Trump, a aproximação com a família Bolsonaro foi construída principalmente pelo esforço de Eduardo Bolsonaro. Foi através dessa relação que Trump passou a conhecer melhor Jair Bolsonaro e a admirá-lo como um líder patriota e alinhado aos valores conservadores.
Mas então veio a avalanche. Trump perdeu a eleição de 2020 em um processo altamente manipulado. A perseguição contra ele aumentou de forma brutal, com investigações forjadas, ataques falsos e ameaças reais de prisão.
Em um momento destes, qual seria a prática normal nos meios políticos? Se afastar de Trump e sua família, tratando como se estes fossem vermes contaminados. Soterrar sua história e seus valores, os tratando como leprosos.
Mas uma figura fez exatamente o inverso: Eduardo Bolsonaro.
Levando consigo os valores ensinados por Jair Bolsonaro, Eduardo permaneceu fiel a Donald Trump justamente em seu pior momento. Quando o ex-presidente americano havia perdido o poder, enfrentava acusações pesadas e era tratado como um “pária” pelo establishment, Eduardo foi até os Estados Unidos prestar solidariedade pessoalmente.
Na prática, naquele momento, muitos acreditavam que a trajetória política de Trump havia acabado. Não existia ganho político óbvio em manter aquela proximidade. Mas Eduardo escolheu a lealdade. Escolheu honrar a amizade. Escolheu mostrar que ainda existiam pessoas dispostas a permanecer ao lado de um líder injustiçado quando quase todos haviam se afastado.
As imagens que ilustram este post mostram justamente isso: Eduardo visitando Trump em 2021, em meio ao maior caos político vivido pelo americano. E também a mensagem enviada posteriormente por Trump, reconhecendo a amizade e a fidelidade demonstradas naquele momento tão difícil.
Grandes homens sabem reconhecer outros grandes homens. E mesmo sem buscar nada em troca, hoje o Brasil colhe os frutos dessa postura. O acesso que Eduardo e Flávio Bolsonaro possuem à Casa Branca, mesmo durante o momento duro enfrentado pelo bolsonarismo, com Jair Bolsonaro e centenas de patriotas presos injustamente, é reflexo direto dessa relação construída com lealdade verdadeira.
Se hoje Trump recebe os Bolsonaros de braços abertos e demonstra respeito por Flávio como uma importante liderança para o futuro, muito disso passa pelo caráter de Eduardo Bolsonaro. Porque quando Trump parecia derrotado e abandonado pelo mundo político, Eduardo permaneceu ao lado dele.
E se o jogo virou nos Estados Unidos, vai virar aqui também. Os sinais já começam a aparecer e o futuro reserva grandes mudanças para o Brasil.

Homenagem celebra trajetória de servidores nos 50 anos da Uefs




A celebração pelo cinquentenário da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) ganhou um significado ainda mais simbólico nesta sexta-feira, dia 29 de maio: reconhecer quem ajuda a construir a história da instituição no dia a dia. Servidores ativos com mais de 35 anos de dedicação à universidade foram homenageados em uma cerimônia marcada por memória, gratidão e reconhecimento.
"Recebo esta homenagem com muita gratidão e emoção. Já são 36 anos de dedicação à Uefs, uma instituição que tenho orgulho de fazer parte e que celebra seus 50 anos de história, formação e compromisso com a sociedade. Agradeço a cada colega servidor, estudante e gestor com quem compartilhei essa caminhada. Fazer parte da trajetória da Uefs é uma honra que levarei sempre comigo”, declarou Carlos Alberto Santos, servidor técnico lotado na Assessoria de Comunicação (Ascom).
Muitos docentes também fizeram parte do grupo de servidores que receberam homenagem. Dentre eles, a professora Erenilde Marques, do Departamento de Saúde, que atua na instituição desde 1991. "Eu fiquei muito emocionada por ter sido incluída nesta homenagem, é difícil não dizer que passa um filme na minha cabeça ao lembrar de toda a minha trajetória aqui. Ingressei como estudante, me tornei docente e há tantos anos atuo no ensino, na pesquisa e na extensão. Dedico esta homenagem a todos os servidores e estudantes que fazem da Uefs uma instituição não somente de excelência acadêmica, mas também acolhedora, democrática e humanizada", disse.
Durante seu pronunciamento na cerimônia, a reitora da Uefs, professora Amali Mussi, agradeceu a todos que fazem parte da trajetória da Instituição. "A história da Uefs nunca foi construída por indivíduos isoladamente. Ela é resultado de encontros, de relações, de trabalho coletivo e do compromisso de muitas mãos que, ao longo de cinco décadas, ajudaram a transformar esta instituição em patrimônio do povo baiano".
A trajetória e contribuição dos servidores aposentados foi destacada pela pró-reitora de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas da Uefs, Marília Rosa, como fundamentais para quem atua hoje na Universidade. "Essa homenagem não se dissocia da trajetória construída por tantos servidores que dedicaram suas vidas à Instituição ao longo dessas cinco décadas. Ao contrário: os que hoje atuam na universidade são herdeiros de uma história construída coletivamente também pelos aposentados, cujo trabalho permanece vivo na memória, na cultura institucional e nas conquistas da nossa universidade. Compreendo que celebrar os servidores ativos é também celebrar a continuidade de um projeto institucional que atravessa gerações".
A cerimônia de homenagens foi palco para o anúncio oficial da criação do prêmio "Eduardo Moura de reconhecimento técnico Uefs: gestão, cidadania, práticas sociais e sustentabilidade". A memória do servidor homenageado se fez presente através do irmão dele, também servidor e vice-reitor da Uefs no período de 2007 a 2011, professor Washington Moura, que recebeu a notícia com muita emoção. "A história de Eduardo honra essa universidade. Ele sempre lutou pela valorização dos servidores e alcançou muitas vitórias. Acho que ainda há muito pra conquistar, mas Eduardo foi um marco nessa universidade. Dedicado, competente e um espelho para os demais servidores técnicos administrativos. Me emocionei demais!".
Participaram da mesa solene do evento a vice-reitora da Uefs, professora Rita Brêda, a diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau do Estado da Bahia (Sintest), Daiana Alcântara, e o representante da Associação das e dos Docentes da Uefs (Adufs), professor Anderson Costa.

Confira mais fotos: 
Fotos: Bernardo Bezerra
Assessoria de Comunicação Social da Uefs

Lula diz que PCC e CV são terroristas, mas que são 'nossos criminosos'

 

Lula disse que está "triste" com decisão do Departamento de Estado dos Estados Unidos de classificar PCC e CV como organizações terroristas estrangeiras.

Chegou a falar em "nossos criminosos", como se fossem de estimação.

Voltou a sugerir que há risco de intervenção e dizer que isso é culpa dos irmãos Bolsonaro, como aconteceu no tarifaço, chamando-os de traidores da pátria.

Referiu-se ao secretário de Estado dos EUA como "um tal Marco Rubio".

Disse também que os brasileiros não aceitam ser tratados como "moleques" ou como uma "republiqueta".

Mas admitiu que o PCC e o CV são terroristas: "Eles incomodam as famílias, eles incomodam o bairro, eles incomodam as cidades, eles roubam tudo a que o povo tem direito, e o direito de o povo viver livremente. Então, eles são terroristas, e nós vamos combatê-los aqui dentro".

Enquanto Lula discursava no palanque eleitoral, sua equipe de governo se reunia em Brasília para soltar um comunicado sobre a decisão dos EUA.

Participaram do encontro os ministros da Casa Civil, Miriam Belchior; da Fazenda, Dario Durigan; das Relações Exteriores, Mauro Vieira; da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Sidônio Palmeira; e da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias.

A nota Secom basicamente dizia que a soberania brasileira é "inegociável" e também criticou veladamente os Bolsonaro: "A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros".

Sergio Moro, que julgou e conhece bem Lula, criticou o comunicado.

Segundo ele, a nota confirma que o Executivo ficará "do lado do CV e do PCC e contra a população brasileira".

"Isso a pretexto de preservar o Brasil de uma fantasiosa intervenção externa. Não é à toa que o crime organizado prosperou nos vinte anos de governos do PT. Não é à toa que o estado mais violento do país, a Bahia, seja também governado pelo PT. Essa aliança do governo com o mundo do crime tem que acabar", complementou o senador e pré-candidato ao governo do Paraná.

Ao portal Metrópoles, Eduardo Bolsonaro, que confirma que o PCC e o CV foram pautas da reunião com Trump, Rubio e Vence, diz que "há mais por vir".

Ao lado de Paulo Figueiredo, que participou dos encontros, ele também já articula uma retomada da aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes.

Fonte: https://vespeiro.com/

Página 2, jornal "NoiteDia"


 

Abalou Brasília: saiba por que Flávio Bolsonaro virou o jogo após ida aos EUA


Por Gustavo Reis.

Durante muito tempo, acreditou-se que a sucessão presidencial de 2026 seria conduzida dentro de um roteiro previsível: enfraquecer gradualmente o bolsonarismo, fragmentar a direita e abrir espaço para uma candidatura moderada, aceita pelo establishment político, financeiro e midiático. Os acontecimentos das últimas semanas, porém, embaralharam esse cenário.

A tentativa de desgastar Flávio Bolsonaro produziu um efeito inesperado. O que parecia ser mais uma ofensiva capaz de enfraquecer o núcleo bolsonarista acabou se transformando em uma demonstração pública de força política e articulação internacional.

A visita de Flávio Bolsonaro à Casa Branca teve impacto muito maior do que o simples simbolismo diplomático. O encontro com Donald Trump, seguido de reuniões com nomes centrais da política externa norte-americana, como Christopher Landau, J. D. Vance e Marco Rubio, alterou significativamente a percepção política em torno de sua pré-candidatura.

Em política, percepção é poder. E a imagem transmitida foi a de que Flávio Bolsonaro não apenas sobreviveu à tentativa de desgaste recente, como saiu politicamente fortalecido dela.

O movimento provocou reações imediatas dentro da própria direita brasileira. Setores que apostavam em alternativas ao bolsonarismo passaram a recalcular posições, enquanto lideranças que haviam adotado um discurso mais agressivo contra Flávio começaram a moderar o tom.

Mas talvez o gesto mais relevante tenha vindo na área da segurança pública. A decisão dos Estados Unidos de classificar o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas dialoga diretamente com uma pauta que há anos mobiliza o eleitor brasileiro: o avanço do crime organizado e a sensação de perda de controle do Estado sobre partes do território nacional.

Independentemente das leituras ideológicas sobre os fatos, uma conclusão parece inevitável: Flávio Bolsonaro deixou de ser visto apenas como herdeiro político de Jair Bolsonaro e passou a ocupar espaço próprio dentro do tabuleiro político nacional e internacional.

E isso muda muita coisa para 2026.

Fonte: Bruno Zambelli 2022 - Facebook

A única grande empresa de Cuba beneficia militares e agrava crise alimentar

Em lugar de implantar o socialismo, como ainda acreditam os ingênuos, regime cubano criou um sistema obscuro voltado para sugar recursos.


Por Vilma Gryzinski:

Ironia das ironias: Cuba tem uma grande empresa voltada para o lucro, como no modelo capitalista, mas só para os chefões das Forças Armadas. O nome genérico, Grupo de Administração Empresarial S. A., ou Gaesa, obscurece o alcance e o controle exercidos sobre as atividades desse verdadeiro conglomerado, uma holding das sombras, com poder sobre todas as atividades que geram divisas, inclusive turismo, comércio exterior e as infames missões médicas no exterior.
É uma espécie de crime perfeito, pela total falta de transparência de suas atividades, responsáveis por bens no valor de 17,9 bilhões de dólares - pelos padrões cubanos, um bocado de dinheiro.
Segundo o Food Monitor Program, um observatório para acompanhar, no exterior, questões referentes à segurança alimentar em Cuba, a Gaesa contribui para a situação desesperadora dos cubanos em matéria de comida ao orientar para a exportação todos os recursos naturais com capacidade de gerar divisas. Também exerce o monopólio sobre a importação e a distribuição de alimentos. Ou seja, controla todo o ciclo alimentar.
Isso num país onde a produção de alimentos é um fracasso monumental. Cuba importa 80% da comida que consome, Nos últimos cinco anos, a produção agrícola caiu nada menos que 67%, segundo o Food Monitor Programa.
O balanço ainda não reflete a totalidade do desastre, agravado ao extremo pelo bloqueio americano à importação de combustíveis. A situação é tão extrema que não se pode dizer que Cuba tenha apagões, as quedas temporárias de fornecimento de energia. A exceção agora é ter luz.
ESTADO DE NECESSIDADE
O Gaesa foi criado nos anos noventa como forma de produzir recursos para as Forças Armadas Revolucionárias e se expandiu constantemente desde então, engolindo todas as atividades que geram dólares e já foi definido como um Estado paralelo, dominado, segundo especialistas, por um grupo de apenas 15 pessoas. É presidido por uma mulher, a general Ania Guillermina Lastres. Raúl Castro e sua grei são as figuras mais poderosas.
Terá uma voz importante na negociação de qualquer acordo com os Estados Unidos. O que exatamente querem os americanos não está claro. Uma pequena abertura, sem mudança estrutural no regime, como aconteceu na Venezuela? Uma reviravolta completa? É evidente que a pressão está aumentando.
Não existe em Cuba um Nicolás Maduro cuja captura induziria à colaboração de outras figuras do regime. É quase inconcebível que Raúl Castro fosse abduzido da mesma forma que o venezuelano - ele tem 94 anos e poucas perspectivas de durar muito mais. Capturar um ancião não pegaria bem em termos de imagem para os americanos.
O aumento das pressões sobre Cuba faz parte de um plano geral do governo Trump para a América Latina que inclui diminuir a presença da China, desarticular regime ditatoriais de esquerda e controlar as grandes organizações criminais, as mais poderosas do mundo. Até agora, a captura de Maduro foi a exceção; os americanos não mandaram mísseis para portos ou centros de processamento de drogas dos cartéis mexicanos, o principal objetivo do projeto de enquadrar como terroristas as gangues do narcotráfico. O mesmo debate que acontece no Brasil já foi feito no México, onde a situação continua praticamente a mesma: o cartéis mandam, os políticos fingem que os combatem e os americanos aumentam os prêmios pela captura dos chefões.
Cuba não tem o flagelo do narcotráfico, uma das poucas coisas boas do socialismo tropical. E tem a vantagem de estar próxima da grande quantidade de exilados nos Estados Unidos, cheios de projetos e de dólares para tirar o país da miséria em que o estelionato socialista a mergulhou. Só precisa combinar com os capitalistas do Gaesa.
O estado de extrema necessidade da maioria dos cubanos pode não deixar muita margem para negociação.

Domingo na Uefs: Programação aberta ao público marca celebração de 50 anos


Cinco décadas de história cabem em um campus inteiro e, nesta comemoração, o pórtico estará mais aberto do que nunca. Entre música, cultura, ciência, arte e atividades recreativas, a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) festeja seu aniversário de 50 anos com uma convocação coletiva: ocupar o campus, viver seus espaços e celebrar o encontro entre instituição e comunidade.

Das 8 até 17 horas diversas atividades vão acontecer na Universidade, totalmente gratuitas. A programação começa às 8 horas com a abertura do campus. Na sequência, o público poderá aproveitar o Aulão de Forró com o grupo Zero74, o projeto Jazz no Jardim com o Bahia Instrumental e o show do grupo Unidos Pelo Samba, com início às 14 horas. Vacinação, massagem e atividades infantis são alguns dos serviços que estarão disponíveis para o público. 

Oito linhas de ônibus coletivos estarão circulando para a Uefs durante o domingo. Os detalhes dos roteiros podem ser acessados através dos aplicativos SIU Mobile e Cittamobi.

CRONOGRAMA GERAL POR HORÁRIO

8 horas - Abertura do campus 

8 horas - Concentração da Corrida de Orientação (Alameda dos Oitis)

8 horas às 9h30 - Tai Chi Qigong com Profa. Alidê

8h20 - Aquecimento para a Corrida com professor Rick (palco da Alameda dos Oitis)

9 horas – Largada da Corrida de Orientação (lateral do RU provisório)

9 horas - Aula de Forró com Grupo Zero74 (Hangar)

9 horas - Janderson do Acordeon (Hangar)

9 horas - Atividades Brincantes com Cia. Cuca de Teatro (Teatro da Uefs)

9h30 às 11h30 - Massagem oferecida pelo TNC

10 horas às 16h30 – Visita guiada à Biblioteca Central

10h30 - Contação de história (Hall da Biblioteca)

10h30 - Espetáculo "Maria Minhoca" - Cia. Cuca de Teatro (Teatro da Uefs)

11 horas - Jazz no Jardim com Grupo Bahia Instrumental (Alameda dos Oitis)

11 horas - Previsão de término da Corrida de Orientação

14 horas – Show Unidos pelo Samba (Hangar da Uefs)

15h30 - Contação de história (segunda sessão - Hall da Biblioteca)

17 horas - Encerramento

Enviado pela Assessoria de Comunicação Social da Uefs

Academia Feirense de Letras promove nova edição do Concurso de Contos, Crônicas e Poesias


A Academia Feirense de Letras (AFL) realizará uma nova edição do Concurso de Contos, Crônicas e Poesias voltado a estudantes do Ensino Médio. A decisão foi aprovada pela direção da Instituição durante reunião realizada na terça-feira, 26 de maio, impulsionada pela repercussão positiva do concurso de 2025 e pelo êxito do lançamento da coletânea "Metamorfose do Agora: Vozes Que Estreiam", ocorrido recentemente no Teatro Angela Oliveira, do Centro de Cultura Maestro Miro.
A iniciativa busca fortalecer o diálogo entre a Academia e a comunidade estudantil, estimulando a leitura, a escrita e o surgimento de novos talentos literários. A primeira edição revelou jovens autores de diferentes instituições de ensino e resultou na publicação de uma obra que passou a integrar as comemorações dos 50 anos da AFL.
Interesse crescente
Durante a reunião, também foi aprovada a recondução da confreira Aretuza Pereira dos Santos para coordenar a equipe organizadora da edição 2026. A diretoria destacou o trabalho desenvolvido na edição anterior e atribuiu parte do sucesso do projeto ao empenho da coordenadora e dos demais colaboradores envolvidos no concurso e na publicação da coletânea.

Segundo a Academia, o novo concurso dará continuidade ao trabalho de incentivo à produção literária entre jovens estudantes, ampliando oportunidades para que novas vozes sejam descobertas. O regulamento da edição 2026 será divulgado em breve no site oficial da Instituição.

Fonte: Academia Feirense de Letras 

quinta-feira, 28 de maio de 2026

EUA classificam PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas


O Departamento de Estado dos Estados Unidos
 anunciou nesta quinta-feira, 28 de maio, que vai classificar as facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas

No comunicado, o governo Trump afirma que as facções serão designadas como "Specially Designated Global Terrorists" ("Terroristas Globais Especialmente Designados" ou SDGTs) e como "Foreign Terrorist Organizations", ou FTOs ("Organizações Terroristas Estrangeiras").

O anúncio foi feito  um dia depois do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República se reunir com o secretário de Estado americano, Marco Rúbio, que se mostra favorável à classificação das facções brasileiras como organizações terroristas.

Flávio Bolsonaro também conversou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a questão, no encontro que tiveram na terça-feira, 26. 

Em rede social, ele agradeceu: "O povo brasileiro de bem agradece a atenção e o compromisso do @SecRubio e do @realDonaldTrump. Essa luta é de todos nós. Vamos dar um basta nesses grupos! O Brasil merece ter paz! O Brasil tem futuro!"

Biografia no site da Academia Feirense de Letras


Dimas Boaventura de Oliveira, que ocupa a cadeira 16 na Academia Feirense de Letras. cujo Patrono é Áureo de Oliveira Filho, 77 anos, é jornalista. Natural do distrito de Angico, Mairi. Mora em Feira de Santana desde o início dos anos 1950. Estudou nas Escolas Anexas, Ginásio Municipal, Colégio Estadual, curso (incompleto) de Letras na Faculdade Estadual de Educação. Voltou a estudar entre 2006 e 2010, formando-se em Comunicação Social pela Unef. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) foi com o vídeo "Onde os Pássaros Se Escondem (A relação estética entre os elementos plásticos, linhas e cores dsa obra de Gil Mário Menezes)", junto com Ludimila de Oliveira. Tem se dedicado a ser memorialista.

Sempre foi interessado em cinema. Desde 1967, há 59 anos, escreve sobre a sétima arte em jornais e revistas, em contínua atuação promovendo a sétima arte.  Foi presidente do Clube de Cinema de Feira de Santana, no início dos anos 1970. No mesmo período, liderou surgimento de um movimento de cinema Super 8 na cidade. Dimas Oliveira realizou "O Vampiro Ralipiu", "Corpo a Corpo" e "Palhaços", atuou em "Tapera", e editou "Anjanil" e "Wa Okum", de Juraci Dórea, "O Rumbeira", de Antonio Miranda, "A Divina Maravilhosa e o Vampiro Celestial" e "Coisas do Destino", de Zé Maria e Ideval Alves. Nos anos 1980, foi assistente de direção de José Umberto Dias nos filmes "Ser Tão" e "Cantos Flutuantes". No Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães existiu o Cine Clube Dimas Oliveira. 

Além de cinema escreve sobre teatro, artes plásticas, política, turismo e variedades. Atuou no "Feira Hoje", "Folha do Norte", "Diário da Feira" e "Folha do Estado" como editor. Também na "Gazeta Feirense", "Panorama", "Tribuna da Bahia", "Municípios em Foco". Atualmente, na "Folha do Estado" e no "NoiteDia" escreve sobre cinema e cultura. Entre 1994 e 1999 editou o jornal evangélico "Feira de Jesus". Prestou serviços de assessoria de comunicação ao Feira Tênis Clube (FTC), Clube de Campo Cajueiro, Centro Industrial do Subaé (CIS), Serviço Social da Indústria (Sesi), Serviço Social do Comércio (Sesc), Câmara Municipal e Centro das Indústrias de Feira de Santana (Cifs). 

Participou do movimento teatral de Feira de Santana. Corria o ano de 1967, mesmo período em que ele começou a escrever sobre cinema para o jornal "Situação". Atuou em peças e até dirigiu encenações, além de escrever textos de apresentação - ou não - em programas de várias peças. 

Mais recentemente, depois de cerca de 50 anos afastado do teatro, Dimas Oliveira voltou aos palcos em 2022. Ele se integrou ao Movimento de Artes Aprisco (Maap) e fez teatro cristão. 

Primeiro, fez uma adaptação da passagem do Evangelho de João que trata da Santa Ceia com "Um Grão de Trigo", peça teatral em dois atos, levada ao palco da Aprisco Church, na noite do Domingo de Páscoa, 17 de abril de 2022. 

Depois, atuou como narrador da peça "O Peregrino: O Destino Final", adaptado do clássico da literatura cristã, "O Peregrino", de John Bunyan, escrito há mais de 130 anos, em 1890, que foi encenada uma semana antes do Natal, na Aprisco Church, em 18 de dezembro de 2022. 

No ano de 2023, ele adaptou a parábola d’O Filho Pródigo, contida no livro de Lucas 15: 11 a 32, e montou a peça "O Pai Que Espera", também na Aprisco Church.

Seu trabalho foi divulgado na 57ª edição da "Divulga Escritor", Revista Literária da Lusofonia, composta com autores de diferentes nacionalidades, editada em Portugal por Shirley Cavalcante. Outras edições da revista trataram sobre ele e suas obras. Desde 2013, a Revista Literária da Lusofonia leva ao leitor o melhor da literatura lusófona.

De 1º de janeiro de 2001 a 3 de dezembro de 2010, foi diretor de Publicidade da Secretaria de Comunicação Social, cargo que ocupou de 4 de janeiro de 2017 a 31 de dezembro de 2020. Em 2006 foi distinguido com a Ordem Municipal do Mérito no grau de Oficial na área de Comunicação.

Em 2014, lançou o livro "cinema demais (ou era uma vez dezenas de filmes comentados e a situação do cinema em feira de santana)"; em 2018, foi organizador do livro "O Processo de Cassação da Rádio Cultura", e em maio de 2021, "A Arte do Silêncio em Feira de Santana" (e-book).

Em  10 de outubro de 2025, a Fundação Senhor dos Passos nomeou o espaço no Casarão Fróes da Motta onde ocorre a programação do Projeto Cinema no Casarão de Sala Dimas Oliveira.

Dimas Oliveira é casado desde 1976 com Doralice Rabelo de Oliveira, com quem tem três filhos: Thaís Rabelo, Thomas Oliveira e Tamara Oliveira e sete netos - Marina, Augusto, Eliot, Maria Clara, Jônatas, Rafael e Pedro.

Link: https://academiafeirensedeletras.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dimas_Boaventura_de_Oliveira.pdf

Fonte: https://academiafeirensedeletras

Dia do Hambúrguer é no Boulevard