Dimas Boaventura de Oliveira, que ocupa a cadeira 16 na Academia Feirense de Letras. cujo Patrono é Áureo de Oliveira Filho, 77 anos, é jornalista. Natural do distrito de Angico, Mairi. Mora em Feira de Santana desde o início dos anos 1950. Estudou nas Escolas Anexas, Ginásio Municipal, Colégio Estadual, curso (incompleto) de Letras na Faculdade Estadual de Educação. Voltou a estudar entre 2006 e 2010, formando-se em Comunicação Social pela Unef. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) foi com o vídeo "Onde os Pássaros Se Escondem (A relação estética entre os elementos plásticos, linhas e cores dsa obra de Gil Mário Menezes)", junto com Ludimila de Oliveira. Tem se dedicado a ser memorialista.Sempre foi interessado em cinema. Desde 1967, há 59 anos, escreve sobre a sétima arte em jornais e revistas, em contínua atuação promovendo a sétima arte. Foi presidente do Clube de Cinema de Feira de Santana, no início dos anos 1970. No mesmo período, liderou surgimento de um movimento de cinema Super 8 na cidade. Dimas Oliveira realizou "O Vampiro Ralipiu", "Corpo a Corpo" e "Palhaços", atuou em "Tapera", e editou "Anjanil" e "Wa Okum", de Juraci Dórea, "O Rumbeira", de Antonio Miranda, "A Divina Maravilhosa e o Vampiro Celestial" e "Coisas do Destino", de Zé Maria e Ideval Alves. Nos anos 1980, foi assistente de direção de José Umberto Dias nos filmes "Ser Tão" e "Cantos Flutuantes". No Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães existiu o Cine Clube Dimas Oliveira.
Além de cinema escreve sobre teatro, artes plásticas, política, turismo e variedades. Atuou no "Feira Hoje", "Folha do Norte", "Diário da Feira" e "Folha do Estado" como editor. Também na "Gazeta Feirense", "Panorama", "Tribuna da Bahia", "Municípios em Foco". Atualmente, na "Folha do Estado" e no "NoiteDia" escreve sobre cinema e cultura. Entre 1994 e 1999 editou o jornal evangélico "Feira de Jesus". Prestou serviços de assessoria de comunicação ao Feira Tênis Clube (FTC), Clube de Campo Cajueiro, Centro Industrial do Subaé (CIS), Serviço Social da Indústria (Sesi), Serviço Social do Comércio (Sesc), Câmara Municipal e Centro das Indústrias de Feira de Santana (Cifs).
Participou do movimento teatral de Feira de Santana. Corria o ano de 1967, mesmo período em que ele começou a escrever sobre cinema para o jornal "Situação". Atuou em peças e até dirigiu encenações, além de escrever textos de apresentação - ou não - em programas de várias peças.
Mais recentemente, depois de cerca de 50 anos afastado do teatro, Dimas Oliveira voltou aos palcos em 2022. Ele se integrou ao Movimento de Artes Aprisco (Maap) e fez teatro cristão.
Primeiro, fez uma adaptação da passagem do Evangelho de João que trata da Santa Ceia com "Um Grão de Trigo", peça teatral em dois atos, levada ao palco da Aprisco Church, na noite do Domingo de Páscoa, 17 de abril de 2022.
Depois, atuou como narrador da peça "O Peregrino: O Destino Final", adaptado do clássico da literatura cristã, "O Peregrino", de John Bunyan, escrito há mais de 130 anos, em 1890, que foi encenada uma semana antes do Natal, na Aprisco Church, em 18 de dezembro de 2022.
No ano de 2023, ele adaptou a parábola d’O Filho Pródigo, contida no livro de Lucas 15: 11 a 32, e montou a peça "O Pai Que Espera", também na Aprisco Church.
Seu trabalho foi divulgado na 57ª edição da "Divulga Escritor", Revista Literária da Lusofonia, composta com autores de diferentes nacionalidades, editada em Portugal por Shirley Cavalcante. Outras edições da revista trataram sobre ele e suas obras. Desde 2013, a Revista Literária da Lusofonia leva ao leitor o melhor da literatura lusófona.
De 1º de janeiro de 2001 a 3 de dezembro de 2010, foi diretor de Publicidade da Secretaria de Comunicação Social, cargo que ocupou de 4 de janeiro de 2017 a 31 de dezembro de 2020. Em 2006 foi distinguido com a Ordem Municipal do Mérito no grau de Oficial na área de Comunicação.
Em 2014, lançou o livro "cinema demais (ou era uma vez dezenas de filmes comentados e a situação do cinema em feira de santana)"; em 2018, foi organizador do livro "O Processo de Cassação da Rádio Cultura", e em maio de 2021, "A Arte do Silêncio em Feira de Santana" (e-book).
Em 10 de outubro de 2025, a Fundação Senhor dos Passos nomeou o espaço no Casarão Fróes da Motta onde ocorre a programação do Projeto Cinema no Casarão de Sala Dimas Oliveira.
Dimas Oliveira é casado desde 1976 com Doralice Rabelo de Oliveira, com quem tem três filhos: Thaís Rabelo, Thomas Oliveira e Tamara Oliveira e sete netos - Marina, Augusto, Eliot, Maria Clara, Jônatas, Rafael e Pedro.
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