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domingo, 3 de maio de 2026

A universidade que precisava vir ao interior

Nos 100 anos de Geraldo Leite, primeiro reitor da Uefs, o professor Adalberto Nunes resgata texto de 1960 em que o homenageado, já médico em Feira, defendia a interiorização da universidade



Por Adalberto Nunes

Esta semana, ao assistir às justas e emocionantes homenagens prestadas ao doutor Geraldo Leite por ocasião de seu centenário, fui tomado por uma inquietação antiga, dessas que não nos abandonam com o tempo. Voltei aos meus arquivos pessoais - todos digitalizados, é verdade, mas ainda impregnados de memória - e encontrei um texto que me fez compreender melhor a dimensão daquele homem.

Era 6 de agosto de 1960. Na capa do centenário Folha do Norte, lá estava um artigo assinado por Geraldo Leite. Não o reitor que a história consagraria anos depois, mas o médico já inquieto com os destinos da educação no interior. O tema era claro e, ainda hoje, atual a interiorização da universidade.

O que me chamou atenção, mais do que o conteúdo em si, foi a antecedência da visão. Já em 1957, quando atuava em Feira de Santana, Geraldo Leite defendia a necessidade de romper com o eixo exclusivo da capital. Em diálogo com o então reitor da Universidade da Bahia, o professor Edgard Santos, propunha algo ousado para a época, ou seja, levar a universidade ao Recôncavo e, mais além, ao sertão.

Recordo-me bem do trecho em que ele menciona a criação de bolsas, jornadas científicas e a organização de ex-alunos no interior. Meus colegas, médicos, professores e profissionais liberais, enxergavam ali não apenas um plano acadêmico, mas um projeto de transformação social. Era a tentativa de fazer com que o conhecimento deixasse o asfalto e encontrasse o pó das estradas.

Não se tratava de retórica. O próprio Edgard Santos, homem de rara sensibilidade institucional, acolheu a proposta com entusiasmo. Houve reuniões, desenhos iniciais, expectativas.

Visão antecipada

Hoje, olhando em retrospecto, é impossível não reconhecer que aquela ideia germinal encontrou, anos depois, terreno fértil. Em 1976, com a criação da Universidade Estadual de Feira de Santana, Geraldo Leite não apenas retomou aquele projeto, mas o concretizou. Tornou-se o primeiro reitor de uma instituição que, de certo modo, materializava aquele sonho antigo.

Há, nisso tudo, uma lição silenciosa. As grandes obras não nascem prontas. Elas atravessam décadas, resistem ao esquecimento e, por vezes, dependem da persistência de um mesmo espírito. Geraldo Leite foi esse espírito.

Ao celebrar seus 100 anos, não estamos apenas reverenciando um homem. Estamos reconhecendo a permanência de uma ideia, a de que a universidade deve estar onde o povo está. E que o interior não é periferia do saber, mas seu território legítimo.

Fonte: https://feirahoje.com.br/

Feminismo à moda Trump


Ao enfrentar os aiatolás e os ativistas trans, o presidente norte-americano já conseguiu fazer mais pelas mulheres do que os antecessores e os oponentes woke. 

Por Joanna Williams para a Oeste:

Donald Trump é feminista? As primeiras suspeitas surgiram quando, em sua posse em janeiro do ano passado, o novo presidente declarou: "A partir de hoje, será política oficial do governo dos Estados Unidos que existem apenas dois gêneros: masculino e feminino". Menos de um mês depois, Trump assinou uma nova ordem executiva: "Mantendo Homens Fora dos Esportes Femininos". Ao reverter uma década dessa insanidade transgênera, Trump fez mais para defender os direitos das mulheres do que Hillary Clinton, Kamala Harris e todas as cosplayers de The Handmaid’s Tale (O Conto da Aia, no Brasil), com seus gorros cor-de-rosa de gatinho na Women's March 2017, somadas.
Manifestantes usando chapéus rosa na Marcha das Mulheres em Denver, CO, EUA (21/01/2017) 

Esta semana, Trump esteve novamente ocupado expondo o falso feminismo da turma ativista. Enquanto sua antiga rival, Kamala Harris, estava vendendo livros em sua "turnê da liberdade", Trump usou sua plataforma Truth Social para pressionar o regime iraniano a libertar oito mulheres, incluindo duas adolescentes, ainda hoje detidas como prisioneiras políticas. "Eu ficaria bastante grato pela libertação dessas mulheres", escreveu ele aos líderes iranianos. Enquanto um acordo entre EUA e Irã não avançava, conceder liberdade às prisioneiras, disse Trump, "seria um ótimo começo para nossas negociações".
Acredita-se que as mulheres cuja situação Trump destacou tenham participado dos protestos contra o regime em janeiro, nos quais dezenas de milhares de iranianos teriam sido mortos. Um apagão na internet, desde o final de fevereiro, dificulta a obtenção de informações precisas. Em resposta à postagem de Trump, os líderes iranianos afirmaram que algumas das mulheres já haviam sido libertadas, enquanto outras, se consideradas culpadas, enfrentariam prisão em vez de execução.Imagem postada por Donald Trump na Truth Social (21/04/2026) | Foto: Reprodução/Truth Social/@realDonaldTrump

No entanto, a Human Rights Activist News Agency confirmou que pelo menos uma das mulheres, Bita Hemmati, foi condenada à morte com seu marido, Mohammadreza Majidi-Asl, e dois vizinhos. Os quatro foram considerados, por meio de confissão, culpados de se envolver em "propaganda contra o regime" e acusados de gritar slogans e lançar artefatos incendiários de telhados. Ativistas manifestaram preocupação com a possibilidade de que essas confissões tenham sido obtidas sob coerção. Independentemente do que o regime iraniano alegue, longe dos holofotes da atenção mundial, ele ainda trata seus próprios cidadãos com uma brutalidade assassina.
Ao revelar a situação dessas prisioneiras e apelar diretamente aos líderes do Irã, Trump parece ter garantido que elas recebessem a clemência do regime. Ontem, Trump anunciou:
"Ótimas notícias! Acabei de ser informado de que as oito mulheres manifestantes que seriam executadas esta noite no Irã não serão mais mortas. Quatro serão libertadas imediatamente e quatro serão condenadas a um mês de prisão. Agradeço muito ao Irã e a seus líderes por atender meu pedido, como presidente dos Estados Unidos, e cancelar a execução."
Mohammadreza Majidi Asl e Bita Hemmati 

Provavelmente nunca saberemos até que ponto a intervenção de Trump influenciou o regime iraniano, ou se algumas das mulheres teriam sido poupadas de fato. Parece que Bita Hemmati, seu marido e vizinhos ainda não estão na segurança de suas casas - e, presos, ainda estão em risco. Resta saber se a promessa de libertação será cumprida. Mas se a atenção de Trump tiver preservado a vida dessas oito mulheres, então, deve-se comemorar. Ele teria alcançado um feito que nem a comunidade global de direitos humanos, nem as feministas interseccionais e trans-inclusivas americanas conseguiram realizar.
Entre o silêncio da mídia e alegações de fake news, uma coisa parece certa. Trump está fazendo muito mais para manter os holofotes sobre a situação dos manifestantes iranianos do que quase todos os demais líderes mundiais. Enquanto ativistas contrários à guerra tomam as ruas de Londres e Nova York para protestar contra a América e hastear a bandeira do regime iraniano, é Trump quem exige a libertação dos prisioneiros políticos do país.
Manifestantes se reúnem em uma manifestação anti-guerra contra a guerra no Irã e Gaza em Whitehall, Londres, Reino Unido (21/03/2026) 

Estudantes na Grã-Bretanha lamentaram a morte do aiatolá Khamenei em decorrência dos ataques aéreos americanos e israelenses em fevereiro. Ou seja, compadeceram-se do líder que reprimiu brutalmente o movimento "Mulher, Vida, Liberdade" que se levantou após a morte de Mahsa Amini nas mãos da chamada polícia da moralidade em 2022, resultando no massacre de 600 manifestantes e na prisão de mais de 20 mil. Esses estudantes choraram pelo homem que chefiou o gigantesco massacre de manifestantes contra o regime em janeiro, pouco antes de sua morte. No entanto, houve poucos protestos nas universidades em apoio às mulheres iranianas. O elogio à intervenção mais recente de Trump é notável apenas por sua ausência.
Seja defendendo o direito das mulheres a espaços exclusivos nos Estados Unidos ou pedindo a libertação de prisioneiras no Irã, Trump expõe repetidamente a podridão moral no coração do establishment democrata e dos ativistas woke ao redor do mundo. Esta semana, em ambos os lados do Atlântico, as chamadas feministas se mostraram mais que inúteis quando se trata de defender os direitos das mulheres. A encenação contínua de autenticidade de Kamala Harris mostra que ela não aprendeu nada com a derrota eleitoral. Enquanto isso, no Reino Unido, fomos brindados com a apresentadora de podcast e nepobaby Grace Campbell ridicularizando as mulheres "feias" que querem espaços segregados por sexo.
Se é isso que "interseccional" significa, estou fechada com o presidente dos Estados Unidos.
Joanna Williams é colunista da Spiked e autora de How Woke Won. Ela é pesquisadora visitante do Mathias Corvinus Collegium (MCC), de Budapeste.

sábado, 2 de maio de 2026

TRE-BA realiza mais de dois mil atendimentos nas duas primeiras horas do plantão

Plantão integra a ampliação de atendimentos com foco no fechamento do cadastro eleitoral  


O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) realizou 2.173 atendimentos em todo o estado até as 10 horas deste sábado, 2 de maio. A Central de Atendimento ao Público (CAP) e os cartórios eleitorais, tanto da capital quanto do interior registraram movimento intenso desde o início do plantão, evidenciando a alta procura pelos serviços eleitorais.
Encerrado ao meio-dia, o atendimento integra o calendário de ações do TRE-BA em função da proximidade do fechamento do cadastro eleitoral, previsto para o dia 6 de maio. Após essa data, o cadastro será temporariamente suspenso para viabilizar a organização do pleito, conforme estabelece a Lei das Eleições.
Somados, os dois primeiros plantões realizados pelo Tribunal já contabilizam 14.400 atendimentos em toda a Bahia. No dia 25 de abril, foram atendidas 5.484 pessoas, enquanto no feriado do Dia do Trabalhador (1º de maio) o número chegou a 8.916 eleitores e eleitoras.
O TRE-BA informa que o atendimento regular será retomado na próxima segunda-feira (4/5). Na capital, os cartórios eleitorais e as Centrais de Atendimento ao Público funcionarão das 8h às 18h. Já no interior do estado, o funcionamento ocorrerá das 8 às 15 horas.

Enviado pela Assessora de Comunicação Social - Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA)

Convite da Academia Baiana de Educação


 

Visão do drama "Estrada Sem Lei"


Visão do drama "Estrada Sem Lei" (The Highwaymen), de John Lee Hancock, 2019. Baseado em "história real não contada", o filme conta a história dos lendários policiais que derrubaram Bonnie e Clyde. 

Os bandidos Bonnie Parker (Emily Brobst) e Clyde Barrow (Edward Bossert) chegam às manchetes como heróis. Os homens da lei Frank Hamer (Kevin Costner) e Maney Gault (Woody Harrelson), ex-Texas Rangers, saem da aposentadoria para fazer história. Uma história americana. É considerado um neo western, um faroeste contemporâneo. Também, um neo noir. "Homens da Estrada Alta" é a tradução do título original.

No início dos anos 1930, durante a Grande Depressão, quando a força total do FBI e a mais recente tecnologia forense não são suficientes para capturar os criminosos mais notórios do país, dois homens precisam confiar em seus instintos e habilidades tradicionais para realizar o trabalho.

"Estrada Sem Lei" retrata um dilema moral, pois havia muita controvérsia sobre a ação policial. As circunstâncias da emboscada e do tiroteio de Bonnie e Clyde, como a questão sobre se a dupla deveria ter alguma chance de se render antes de serem alvejados e se a vida dela poderia ter sido poupada. Mas, a polícia não estava preocupada com o que o público pensava - a dupla como astros de cinema, como celebridades cultuadas - apenas em fazer o trabalho, com rajadas de balas.

Interessante no filme é que o foco principal está mais na caçada aos bandidos pelos homens da lei do que neles. Até o clímax, Bonnie e Clyde são vistos de longe ou, quando mais próximos, sem muita definição.

Uma curiosidade: na cena de abertura do filme, dentro do carro, Bonnie folheia as páginas da revista de cinema "Motion Picture", onde aparece em uma das páginas o retrato da estrela dos anos 1930, Glenda Farrell.

No início dos créditos finais, uma série de fotos reais de Bonnie e Clyde e de cenas retratadas.

A derrota de um sistema de poder

Depois de indicar seu advogado pessoal e um correligionário político, Lula tentou emplacar alguém cuja carreira foi essencialmente produzida pela fidelidade ao partido e a seus governos. 

Por Fernando Schüler para o Estadão:



"Foi a vitória da baixa política", leio em um artigo, sobre a rejeição de Messias, para o STF. Achei curioso. Quem sabe a "alta política" teria sido repetir a crônica de 130 anos de "carimbos", por parte do Senado, às indicações para o Supremo, vindas do executivo. Em outra notícia, leio que um grupo de "juristas" cogitava recorrer ao Supremo por "desvio de finalidade". Achei graça, naquilo, mas me pareceu plausível.
Desvio de finalidade já justificou impedir Lula de assumir um ministério, no governo Dilma. E um ex-presidente conceder um indulto para um deputado condenado por "delito de opinião". Isso e um bocado de esquisitices. Em um País que se especializou em relativizar direitos e reescrever a lei, a partir do próprio judiciário, não me surpreenderia com mais esta bizarrice.
A rejeição da indicação de Messias traz uma novidade em nossa história republicana: o Legislativo pode decidir com autonomia, na contramão do Executivo. Pode resistir ao peso da liberação de emendas e das posições no governo. Não há grande virtude, nisso. Há apenas instituições cumprindo o seu papel. Exercendo poder, funcionando dentro da regra.
Como disse o próprio Messias, em sua fala sóbria e ponderada, depois do resultado, há dias de vitória e há dias de derrota. Talvez tenhamos esquecido disso, nos últimos 130 anos de mando do governo sobre o parlamento. E é positivo para nossa república que todos saibam que as coisas possam seguir um rumo diferente.
A rejeição de Messias sugere um outro aspecto: é a derrota de um perfil de indicações, para o Supremo. De um político experiente escutei a frase síntese: o Supremo não é assessoria da presidência.
Depois de indicar seu advogado pessoal e um correligionário político, Lula tentou emplacar alguém cuja carreira foi essencialmente produzida pela fidelidade ao partido e a seus governos. Nenhum problema com isso. Pode ser uma ótima carreira. Mas inadequada a uma Suprema Corte, cuja virtude essencial é precisamente a independência e a imparcialidade, não o alinhamento político. É a fidelidade à lei e à Constituição, e não a uma fé, a um governo ou ideologia.
Por fim, há o tema existencial brasileiro. Na última semana, a PGR arquivou uma ação por homofobia contra um ministro do Supremo. E o fez porque considerou a fala (reconhecida como homofóbica pelo próprio ministro), como sem maior relevância. E porque ele havia se desculpado, depois. Curioso, isso. Significa que, a partir de agora, se alguém fizer uma fala homofóbica ou racista, e no dia seguinte pedir desculpas, estará tudo bem? Ou vale só neste caso? Ou não somos exatamente iguais, perante a lei? Ou quem sabe a lei, criada pelo próprio Supremo, é só de brincadeirinha, aplicada segundo a "interpretação" do momento?
O que temos aí é uma minúscula cereja do bolo. O fato é que o estado de direito foi quebrado, no Brasil, exatamente porque fomos cedendo, ao longo do tempo, a uma estranha hierarquia: a interpretação à frente do texto. A norma aplicada segundo a cor, a posição, o "lado", o contexto.
É o mesmo caso com a imunidade parlamentar. O que faz um deputado processado, por denunciar um caso de abuso de poder da tribuna da Câmara? O que faz um pastor, sem foro convertido em réu no Supremo, por chamar um punhado de autoridades de "covardes". E o que faz uma Advocacia Geral da União mandando uma carta a uma jornalista para que apague um tuite com uma crítica a um projeto de lei em discussão, no Congresso?
Se observarmos com algum cuidado, é este o mesmíssimo significado da aprovação final da "dosimetria", no Congresso. Ou alguém acha que há amparo legal para condenar aquele senhor de 70 anos, do interior de Santa Catarina, a 14 anos de prisão, por um PIX de 500 reais? Ou acha bacana atirar pela janela o princípio da instância devida, julgando pessoas sem Foro no Supremo, sem direito a recurso, à revelia de tudo que reza nosso estado de direito?
O fato é que a tudo isso fomos assistindo um tanto quanto "bestializados", nos anos recentes. E agora houve uma reação. Uma derrota não do governo, mas de um sistema de poder. De um modo de lidar com os direitos e garantias individuais, no Brasil.
A melhor resposta que o Supremo pode dar a esta reação é encerrar os "inquéritos" e retomar a normalidade institucional, no País. Retomar a vigência da regra do jogo, que todos decidimos, e da qual jamais deveríamos ter nos afastado, neste triste Brasil dos últimos anos.

Com campeão de Feira de Santana: Circuito Baiano de Skateboard Street 2026 anuncia vencedores da 2ª etapa

Competição foi realizada na cidade de Camaçari e premiou diversos atletas da Bahia e Sergipe

 





A 2ª etapa do Circuito Baiano de Skateboard aconteceu na cidade de Camaçari e premiou atletas da Bahia e Sergipe, que competiram na categoria street, que é olímpica e estará nos jogos de Los Angeles em 2028. Reunindo cerca de 100 competidores, teve disputas em sete categorias, sendo quatro masculinas e três femininas.
Homologado pela Confederação Brasileira de Skateboarding (CBSk), o Circuito Baiano de Skateboard Street também garante vagas para o Campeonato Brasileiro da modalidade, que será disputado em dezembro, em local a ser anunciado. Entre as atletas, venceram Yayla Aksoy e Evelyn Keith (Iniciante), que são de Salvador, e Camilly Victoria (Amador), que veio de Nossa Senhora do Socorro, em Sergipe. Importante ressaltar que são as mesmas competidoras que ganharam a etapa de Salvador.
Já nas categorias masculinas os campeões foram Bernardo Nonato (Mirim), de Salvador; Antony Ferreira (Iniciante), de Ilhéus; e Jailson Santana (Master), de Feira de Santana. Assim como nas categorias femininas, eles também venceram a etapa de Salvador. Na categoria amador, o título ficou com Dayvson Parente, que é de Camaçari.
"Vimos uma competição de alto nível e a confirmação de favoritismos. Afinal, seis categorias contaram com os mesmos vencedores da etapa anterior. Da nossa parte, é seguir trabalhando, pensando no segundo semestre, com o objetivo de promover um calendário robusto e que democratize nosso esporte para todas as cidades", destaca o diretor-presidente da Federação de Skateboard do Estado da Bahia (Feseb), Ernesto Belote.
Na etapa de Camaçari, o Circuito Baiano entregou prêmios para os oito primeiros colocados das sete categorias. Além de troféus e medalhas, os atletas serão premiados com shapes de skate, rodas, lixas, truck e outros materiais. "É um orgulho muito grande para o nosso time poder dizer que estamos cada vez mais melhorando em estrutura e apoio. Tivemos um upgrade bem legal, se compararmos com a etapa de Salvador. E para nós é um recado muito claro que estamos no caminho certo", reforça Belote..
O Circuito Baiano de Skateboard Street 2026 é realizado e homologado pela Feseb. Para esta etapa, contou com apoio da Prefeitura de Camaçari, Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude (Sejuv), além do Novo Mix Supermercados, que forneceu alimentação e hidratação aos atletas, além do Café da Vovó, que forneceu o café da manhã dos skatistas.
Feminino
Mirim: Yayla Aksoy (Salvador);

Iniciante: Evelyn Keith (Salvador);

Amador: Camilly Victoria (Nossa Senhora do Socorro – Sergipe).

Masculino

Mirim: Bernardo Nonato (Salvador);

Iniciante: Antony Ferreira (Ilhéus);

Amador: Dayvson Parente (Camaçari);

Master: Jailson Santana (Feira de Santana). 

Crédito das imagens: Chaos PA.
Enviado por Bruno Ganem

sexta-feira, 1 de maio de 2026

The Washington Post: "Trump está a 14 dias de uma vitória completa no Irã"


O jornalista Marc A. Thiessen escreve na edição de hoje do jornal The Washington Post, que no caso de Donald Trump retomar com força militar inaudita os ataques, o Irã estará a apenas duas semanas de capitular por completo, entregando aos americanos uma vitória definitiva:
- Se Trump decidir retomar as operações de combate e terminar o trabalho, estará somente a 14 dias de uma vitória definitiva.
O jornalista escreve que o atual cessar fogo permitiu ganhos estratégicos para os americanos.:
- O Comando Central conta, hoje, com o dobro de poder de ataque e o cenário da supremacia militar acumulada, confirma este aviso de Trump: "Chega de bancar o menino bonzinho".
Os pontos inegociáveis são a liberação de Ormuz e a renúncia à bomba nuclear, mas o regime iraniano, segundo Thiessen, não está pronto para a paz.
CLIQUE AQUI para ler resumo feito pela publicação Infoboae. O texto está em espanhol. A ilustração também é do Infobae.
CLIQUE AQUI para ler o artigo no The Washington Post, mas só para assinante

Fonte: https://polibiobraga.blogspot.com/

Pesquisa indica vantagem de ACM Neto na disputa

A pesquisa foi feita pelo Instituto Veritá entre 23 e 27 de abril de 2026

Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Veritá indica que o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), possui uma considerável liderança na corrida pelo governo da Bahia.

Conforme a pesquisa de intenções de voto apresentada na quinta-feira, 30, ACM Neto registra 55,9% dos votos válidos, enquanto o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) obtém 42,3%. O candidato Ronaldo Mansur alcança 1,1%. 

Levando em conta o total de votos, que inclui brancos, nulos e indecisos, a pesquisa revela que ACM Neto obtém 47,9%, Jerônimo Rodrigues 36,2%, Ronaldo Mansur 1,0%, enquanto os votos em branco ou nulos somam 14,3%, e os demais ou que não souberam responder representam menos de 1%.

A diferença entre os dois candidatos mais relevantes, passa de 13 pontos percentuais nas intenções de voto válidas, indicando uma situação benéfica para o ex-prefeito.

A pesquisa foi feita pelo Instituto Veritá entre 23 e 27 de abril de 2026, abrangendo 2.020 pessoas na Bahia. A margem de erro calculada é de 2,5 pontos percentuais. Registro no TRE: BA-07637/2026.

Fonte:https://midiabahia.com.br/

Acervo de Deolindo Checcucci na Escola de Teatro


A direção da Escola de Teatro recebeu o acervo pertencente ao professor e ex-diretor Deolindo Checcucci, falecido em 2025. Trata-se de um conjunto expressivo, que reúne fotos, DVDs, cartazes, textos dramáticos, troféus, livros e documentos relevantes, incluindo registros da própria história da Escola, a qual ele dedicou tantos anos de sua vida. O diretor Cláudio Cajaíba agradece a Sérgio Checcucci, irmão de Deolindo, que guardava o acervo, e a Rose Monteiro, que o acompanhou por duas décadas e também cuidava desse material. "Um legado significativo no marco dos 70 anos da Escola", disse Cajaíba.

Fonte: https://www.instagram.com/p/DXxTWnkEZGs/?igsh=aTl0dmxieDhvdnJ2

Academia Feirense de Letras concede título de Membro Honorário a Adnil Falcão e Raimundo Gama

Honraria aprovada em Assembleia Geral reconhece trajetórias marcadas pela contribuição à educação, à cultura e à memória de Feira de Santana



A Academia Feirense de Letras aprovou, em Assembleia Geral realizada na terça-feira, 28 de abril, a concessão do título de Membro Honorário a dois de seus integrantes, Adnil Dias Falcão e Raimundo Gonçalves Gama. A distinção reconhece trajetórias profundamente ligadas ao desenvolvimento intelectual, educacional e cultural de Feira de Santana.

Com a decisão, os dois passam a integrar um seleto grupo de personalidades já homenageadas pela Instituição, entre elas Geraldo Leite, Antônio Brasileiro Borges, Dom Itamar Vian, Eduardo Kruschewsky, Franklin Machado, Josué da Silva Mello e Juraci Dórea Falcão. O título é considerado uma das mais relevantes honrarias concedidas pela Academia.

Trajetórias

Natural de Feira de Santana, Adnil Dias Falcão construiu uma carreira marcada pela atuação na educação e na gestão acadêmica. Professora formada pelo Instituto de Educação Gastão Guimarães, participou ativamente dos movimentos que resultaram na criação da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), onde exerceu funções estratégicas ao longo de mais de uma década. Sua atuação inclui a organização administrativa da Instituição, participação em processos de avaliação e produção de relatórios que acompanharam o crescimento da Universidade. Ingressou na Academia Feirense de Letras em 2015, ocupando a Cadeira 6, que tem como patrono Fernando São Paulo.

Já Raimundo Gonçalves Gama, nascido em Cícero Dantas e radicado em Feira desde a infância, reúne uma trajetória multifacetada como professor, escritor e empreendedor cultural. Licenciado em Filosofia pela Universidade Federal da Bahia, foi docente da Universidade Estadual de Feira de Santana e fundador de diversas iniciativas institucionais e culturais, entre elas o jornal Feira Hoje. Autor de obras que dialogam com a história e o pensamento, também exerceu funções administrativas na Academia, contribuindo diretamente para sua organização e funcionamento. Ocupa a cadeira 31, que tem como patrono Gilberto Freire.

Reconhecimento

A concessão do título de Membro Honorário reafirma o papel da Academia Feirense de Letras na valorização de nomes que ajudaram a construir a identidade intelectual da cidade. Ao reconhecer Adnil Falcão e Raimundo Gama, a Instituição destaca não apenas suas produções e funções exercidas, mas, sobretudo, o compromisso de ambos com a formação, a memória e a cultura local.

A honraria também reforça o vínculo entre diferentes gerações de pensadores e agentes culturais de Feira de Santana, consolidando a Academia como espaço de preservação e projeção da história das letras no município.

Acesse a Biblioteca Digital Outran Borges no site da Academia Feirense de Letras 

Siga @academiafeirensedeletras

Uefs comemora 50 anos com congresso que começa segunda-feira


Meio século de história não cabe apenas na lembrança, exige novas perspectivas. Em um congresso que celebra seus 50 anos, a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) vai reunir vozes da comunidade acadêmica e também do público externo para um exercício coletivo de futuro. Discutir os próximos capítulos da Instituição é o objetivo principal do evento, que começa na próxima segunda-feira, 4.
"Celebrar os 50 anos da Uefs é, antes de tudo, reconhecer a força de uma universidade construída por muitas mãos e muitos sonhos ao longo do tempo. Mas este não é apenas um momento de olhar para o que já realizamos, mas sim, uma convocação para pensarmos juntos o futuro que queremos construir. Este congresso nasce com esse propósito: reunir a nossa comunidade acadêmica e a sociedade para refletir, de forma coletiva, sobre os desafios do presente e as possibilidades que se abrem para os próximos anos", explicou a reitora da Uefs, professora Amali Mussi. 
Já a vice-reitora da Instituição e presidente da comissão organizadora do evento, professora Rita Brêda destacou que o intuito da programação é prospectar. "Nada melhor do que termos a comunidade interna e a comunidade externa pensando sobre a universidade que temos e a universidade que queremos. Vamos debater coletivamente o que a gente ainda pode ampliar para trazer mais contribuições para o desenvolvimento social, educacional, político e territorial da região", disse.
A Conferência de Abertura do Congresso acontece na segunda-feira, às 19 horas, no Teatro da Uefs, com debate do tema "Educação e Cidadania Global". Esta atividade será aberta com apresentação musical da artista Lua Maria. Depois da abertura oficial do evento, a banda Levante fará show na Alameda dos Oitis, com início previsto para as 21 horas. Durante a tarde serão realizadas atividades alusivas à memória da Uefs, nos auditórios dos módulos 1, 2, 4, 6 e 7.
Três eixos temáticos vão nortear as atividades previstas para o Congresso: "Educação de qualidade e inclusiva frente a todas as formas de opressão", "Autonomia universitária e governança no século XXI", e "A Universidade Pública no mundo contemporâneo: desafios e perspectivas".
A programação do Congresso se estende até o dia 7 de maio,  com sessões de pôsteres, grupos de trabalho, mesas redondas e apresentações culturais.
Enviado pela Assessoria de Comunicação Social da Uefs

Novos membros da Academia Feirense de Letras


Pelo WhatsApp, o  presidente da Academia Feirense de Letras (AFL), João Batista Cerqueira, comunicando aos confrades e confreiras a seguinte mensagem:. 

"Com alegria e gratidão, tenho a honra de renovar boas-vindas aos novos membros da Academia Feirense de Letras, que também passam a fazer parte desse Grupo Institucional de WhatsApp. Portanto, sejam muito bem-vindos: Aleilton Fonseca, Carlos Henrique, Celeste Andrade, Dimas Oliveira, Frei Liomar Pereira, José Assis, Jucélia Silva (Celiah Zaiin), Karine Damasceno, Laila Beirão, Lícia Soares, Muleka Ditoka, Mwewa Lumbwe, Palmira Heine, Ricardo Carvalho, Ruy Cerqueira, Wesley Correia e Weslley Almeida.

Ademais, também nossas boas-vindas ao ilustre Prof. Geraldo Leite, Acadêmico Honorário da AFL, que aos 100 anos, lúcido e ativo, também passa a integrar esse Grupo Institucional. 

Vossas presenças, ilustres acadêmicos e acadêmicas, é motivo de júbilo para todos nós. 

Abraços, ótima  sexta-feira, e um excelente mês de maio para nossas famílias."

Visitem o site: https://academiafeirensedeletras.com.br/

Pelo Dia do Trabalho


 

Visão do western "O Parceiro do Diabo"


Visão do western "O Parceiro do Diabo" (Shoot Out), de Henry Hathaway, 1971. "Tiroteio", a tradução literal do título original. O título dado no Brasil não tem nada a ver. É inadequado. Trata-se do último western do diretor, o mesmo de "A Conquista do Oeste", "Os Filhos de Katie Elder", "Pôquer de Sangue" e "Nevada Smith". Tenta repetir a fórmula de "Bravura Indômita", com um mocinho, bandidos e uma garota.

Na trama, Clay Lomax (Gregory Peck), um assaltante de banco, sai da prisão após cumprir uma sentença de oito anos. Ele está procurando por Sam Foley (James Gregory), o homem que o traiu e o baleou pelas costas. Sabendo disso, Foley contrata três homens - Bobby Jay Jones (Robert F. Lyons), Skeeter (John Davis Chandler) e Pepe (Pepe Serna) - para rastrear os passos de Clay. As coisas ficam complicadas quando Lomax, esperando receber algum dinheiro de sua ex-amante, recebe apenas a notícia de sua morte, bem como a aparição de uma menina de seis anos (Dawn Lyn), que se presume ser sua filha.

No elenco, nomes conhecidos de coadjuvantes, como Arthur Hunnicut, Jeff Corey, Paul Fix e Willis Bouchey. 

Postagens com mais visualizações em abril

Entre as dezenas de postagens feitas pelo Blog Demais no quarto mês do ano de 2026, as 15 postagens que obtiveram mais visualizações foram:

Agente secreto idiota

Primeiro peplum visto

Relíquia

Mata sem fim

Boulevard Shopping infalível

Botafogo volta a vencer

A vida como exemplo I

Festival de Filmes

Filme sobre Bolsonaro tem data de estreia e pôster

Agente secreto de verdade

Sobre "Como Nasce uma Cidade"

Festa em Boa Vista do Tupim

"O Agente Secreto" entre os filmes mais "enganadores"

"Sobrevivendo no Pantanal" no 54º Festival de Cinema de Gramado

"Vinicius é horrível. Ele me irrita demais"

quinta-feira, 30 de abril de 2026

Pré-venda para lançamento de "Star Wars: O Mandaloriano e Grogu"


Assista ao trailer: https://youtu.be/Pq8SPFjcp1E?si=ibDPNk29xsFr8oZU

A Orient Cinemas abriu nesta quinta-feira, 30, a pré-venda no Orient CinePlace Boulevard do filme de ficção científica "Star Wars: O Mandaloriano e Grogu" (Star Wars: The Mandalorian and Grogu), de Jon Favreau, 2026, que tem lançamento na semana de quinta-feira, 21 de maio, a quarta-feira 27, com sessões às 13 horas, 15h40, 18h25 e 21h10. O filme tem duas horas e12 minutos de duração e não é recomendável para menores de 14 anos.

Na trama, o caçador de recompensas solitário, o Mandaloriano Din Djarin (Pedro Pascal) e seu aprendiz Grogu, o Baby Yoda, embarcam em uma empolgante aventura de Guerra nas Estrelas. 

NOTA DE ESCLARECIMENTO

TRE-BA reforça que não procede a informação sobre venda de fichas para atendimento nos postos Justiça Eleitoral no estado

    O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) esclarece que foi registrada, no município de Feira de Santana, denúncia por parte de um eleitor acerca da suposta venda de lugar na fila de atendimento no Cartório Eleitoral. Diante da situação, a equipe da 157ª Zona Eleitoral acionou a 64ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), que compareceu ao local para averiguação dos fatos e não foi constatada qualquer irregularidade. 

Assim, o TRE-BA reforça que não procede a informação sobre venda de fichas para atendimento nos postos Justiça Eleitoral no estado, sejam eles cartórios eleitorais, Central de Atendimento ao Público (CAP) ou pontos descentralizados, como o Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC). 

O atendimento ao público nos Cartórios e CAP, em Feira de Santana, ocorre das 8h às 14h, de segunda a sexta-feira, em regime de demanda espontânea, ou seja, por ordem de chegada. Nos dias 01 e 02 de maio, das 8 às 12 horas, os Cartórios Eleitorais e Centrais de Atendimento ao Público funcionarão em regime de plantão. Já, de 04 a 06 de maio, o atendimento será das 8 às 15 horas. 

Para essa reta final de fechamento do cadastro, as unidades da Justiça Eleitoral na cidade continuarão contando com o suporte de  três agentes de segurança, além do apoio constante de policiais militares.

30 de abril de 2026
Tribunal Regional Eleitoral da Bahia

Drama sobre manipulação da mídia


Visão do drama "Rede de Intrigas" (Network), de Sidney Lumet, 1976. Foi vencedor de quatro Oscars - Melhor Ator (Peter Finch - morreu antes da indicação. Ele venceu, tornando-o o primeiro artista a receber um prêmio póstumo no Oscar), Melhor Atriz (Faye Dunaway), Melhor Atriz Coadjuvante (Beatrice Straight -  ela fica na tela apenas por cinco minutos e dois segundos. A atuação dela foi a mais breve de todos os tempos a ganhar um Oscar) e Melhor Roteiro (Paddy Chayefsky). Teve outras seis indicações ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood - Melhor Filme, Melhor Diretor (Sidney Lumet), Melhor Ator (William Holden), Melhor Ator Coadjuvante (Ned Beatty), Melhor Fotografia e Melhor Edição.
Incluído na lista dos 100 melhores filmes americanos do American Film Institute de 1998. Em 2007, o American Film Institute classificou-o como o número 64 de Melhor Filme de Todos os Tempos.
No ano em que o filme foi lançado, não havia televisão a cabo, nem Internet, nem telefone celular. Cinquenta anos depois, um filme atual sobre manipulação da mídia. Um drama psicológico com humor negro.
Na década de 1970, a violência terrorista faz parte da programação de notícias noturnas das redes e a estrutura corporativa da Rede de Televisão UBS está mudando, explorando os delírios e as revelações de um homem perturbado. Enquanto isso, Howard Beale (Peter Finch), o velho apresentador de notícias do canal, perdeu sua outrora forte participação na audiência e, portanto, a rede o demite. Beale reage de uma forma inesperada, revelando ao público o que se passa nos bastidores. Em seguida, vemos como isso afeta a sorte de Beale, de seus colegas de trabalho Max Schumacher (William Holden) e Diana Christensen (Faye Dunaway) e da rede.

McDonald's e Panini celebram a tradição mais esperada da Copa: completar o álbum oficial do mundial

Desde 27 de abril, comprando o combo Figurinha no McDonald's, o cliente adquire um pacote de figurinhas Panini - o álbum oficial da Copa do Mundo - com conteúdo especial


A Copa do Mundo FIFA 2026™ será a maior edição de todos os tempos. Serão 48 seleções, 104 jogos e mais de um mês de muito futebol, com a América Latina no centro das atenções. Entre os oito classificados da região, três vivem momentos únicos: a Argentina defende o ttítulo, o México é sede e o Brasil vai em busca da sua épica sexta estrela. 

Não é por acaso: este é o continente onde o futebol não é apenas assistido, é vivido intensamente. E se o assunto é paixão, completar o álbum é uma missão para toda a família. Cada pacotinho aberto reserva momentos de conexão: uma tradição que se repete a cada Copa e que, este ano, o McDonald's e a Panini se uniram para tornar ainda mais especial. 

O McDonald's, patrocinador oficial da Copa do Mundo, e a Panini - responsável pelo álbum oficial desde 1970 - anunciaram uma parceria para distribuir mais de 15 milhões de pacotinhos de figurinhas especiais em restaurantes de 12 países da região. Essa é a primeira vez que o álbum mais amado do Mundial chega em peso ao McDonald's para alegria dos fãs. 

Como funciona 

É simples: basta comprar o Combo Figurinha composto por uma McOferta com McFritas Grande, ou McFritas Brasil ou McFritas Cheddar e Bacon, e um pacotinho de figurinhas Panini com uma figurinha com borda especial. Os clientes do programa de fidelidade Meu Méqui também podem trocar seus pontos por pacotinhos durante o período da promoção, basta acessar o app da marca para conferir como participar. 

"Nosso compromisso com as famílias vai muito além do cardápio. Essa parceria com a Panini faz parte disso: somar à nossa experiência de qualidade iniciativas que tragam diversão e união para toda a família. No ano da Copa, vivido com tanta paixão, a busca por completar o álbum não poderia ficar de fora", afirma David Grinberg, VP de Comunicações da Arcos Dorados

Em cada pacote, os clientes vão encontrar: 

  • 4 figurinhas oficiais de jogadores da Copa do Mundo FIFA 2026™.
  • 1 figurinha com borda especial, disponível apenas no McDonald's.
  • 1 código QR com experiências digitais e benefícios especiais.

Nesta Copa, o McDonald’s convida seus clientes para completar a paixão pelo mundial compartilhando momentos deliciosos e vivendo a emoção de cada jogo, e de cada pacotinho que se abre.


Enviado por ComunicAtiva Associados

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