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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Orient CinePlace Boulevard promove Semana do Cinema


Nesta semana cinematográfica que se inicia quinta-feira, 5, até a quarta-feira, 11, a Orient Cinemas anuncia, através da responsável pelo Marketing & Programação Jaqueline Leão, a Semana do Cinema, com ingressos nos valores de R$ 10,00 para sessões que iniciem até ás 16h59 e no valor R$ 12,00 para sessões que iniciem a partir das 17 horas.

Roteiro do Orient CinePlace Boulevard

 Por Dimas Oliveira 

LANÇAMENTOS NACIONAIS

STRAY KIDS: THE DOMINATE EXPERIENCE (Stray Kids: The DominATE Experience) de Paul Dugdale e Farah Khalid, 2025. Documentário musical. O filme-concerto sobre o grupo coreano registra as apresentações com ingressos esgotados do grupo de K-pop Stray Kids no SoFi Stadium, em Los Angeles, combinando imagens dos shows da turnê mundial dominATE com material de bastidores. O filme destaca o grupo como headliner do Rock in Rio 2026, trazendo a energia dos shows e momentos exclusivos para os fãs. Duração: 144 minutos. Classificação: Livre. Horários: 18h05, nesta quinta-feira, 5, e na sexta-feira, 6; 15h30, de sábado, 7, a quarta-feira, 11. Os valores dos ingressos para este filme são: Inteira - R$ 60,00 e Meia-entrada - R$ 30,00.

O SOM DA MORTE
 (Whistle) de Corin Hardy, 2025. Com Dafne Keen, Sophie Nelisse e Nick Frost. Terror.  
Um grupo de estudantes disfuncionais se depara com um Apito da Morte Asteca amaldiçoado. Logo eles descobrem que usar o objeto causa um som aterrorizante que prevê suas futuras mortes. Duração: 100 minutos. Não recomendado para menores de 18 anos. Horários: 14 horas e 16h05, nesta quinta-feira, 5, e na sexta-feira, 6; 13h30 e 20h45, de sábado, 7, a quarta-feira, 11.
CONTINUAÇÕES

O PRIMATA (Primate), de Johannes Roberts, 2025. Com Johnny Sequoyah e Jessica Alexander. Terror.. A universitária Lucy vai passar férias em casa com a família e aproveita a ausência do pai para organizar uma festa na piscina. No evento, seu chimpanzé de estimação surge irreconhecível e agressivo, contaminado com raiva, forçando o grupo a buscar algum jeito de escapar da fúria do animal. Segunda semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 18 anos. Duração: 89 minutosHorários: 13h10; mais 21 horas, nesta quinta-feira, 5, e na sexta-feira, 6; 18h25, de sábado, 7, a quarta-feira, 11. 

SOCORRO! (Send Help). de Sam Raimi, 2026. Com Rachel McAdams e Dylan O'Brien. Terror.  Uma funcionária e seu chefe insuportável dicam presos em uma ilha deserta. Eles são os únicos sobreviventes de um acidente aéreo. Entre conflitos do passado e a luta pela sobrevivência, eles precisam decidir se cooperam um com o outro ou competem para escapar. Segunda semana. Duração: 113 minutos. Não recomendado para menores de 18 anos. Horário: 18h20.


A EMPREGADA (Housemaid), de Paul Feig, 2025. Com Sydney Sweeney, Amanda Seyfried e Brandon Sklenar. Suspense. Millie é uma mulher passando por dificuldades que se sente aliviada com a chance de um novo começo como empregada doméstica de Nina e Andrew, um casal rico. Logo, ela descobre que os segredos da família são muito mais perigosos do que os seus. Terceira semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 16 anos. Duração: 131 minutos. Horários: 15h30, 18h05 e 20h40. 

O AGENTE SECRETOde Kleber Mendonça Filho, 2025. Com Wagner Moura e Maria Fernanda Cândido. Drama. Em 1977, um especialista em tecnologia foge de um passado misterioso e retorna à sua cidade natal, Recife, em busca de paz. Duração: 161 minutos. Não recomendado para menores de 16 anos. Horários: 15h10 e 20h30.

BOB ESPONJA: EM BUSCA DA CALÇA QUADRADA (The SpongeBob Movie: Search For Square Pants), de Derek Drimon, 2025. AnimaçãoNa esperança de provar sua bravura ao Seu Sirigueijo, Bob Esponja segue um misterioso e aventureiro pirata fantasma conhecido como Holandês Voador em uma aventura marítima. Sétima semana. Cópia dublada. Classificação: LivreDuração: 96 minutos. Horário: 13h30. 
AVATAR: FOGO E CINZAS (Avatar: Fire and Ash), de James Cameron, 2025. Com Sam Worthington, Zoe Saldana, Oona Chaplin. Ação e fantasia. Depois de uma perda devastadora, a família de Jake e Neytiri enfrenta uma tribo Na'vi hostil, os Ash, liderada pela implacável Varang. Oitava semana. Cópia dublada. Duração de 195 minutos. Não recomendado para menores de 14 anos. Horário: 20 horas. 

ZOOTOPIA 2 (Zootopia 2), de Jared Bush e Byron Howard, 2025. AnimaçãoAgora parceiros inseparáveis, a coelha Judy Hopps e a raposa Nick Wilde enfrentam o desafio mais perigoso de suas carreiras. Décima primeira semana. Cópia dublada. Classificação: LivreDuração: 108 minutos. Horários: 13 horas, 15h20 e 17h40. 

Programação - sujeita a alteração - até quarta-feira, 11 de fevereiro.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Academia Feirense de Letras avança nos preparativos da coletânea "Metamorfose do Agora"

Publicação reúne textos de estudantes do Ensino Médio vencedores de concurso literário


A Academia Feirense de Letras (AFL) segue nos preparativos para a publicação da coletânea "Metamorfose do Agora - Vozes Que Estreiam". Na segunda-feira, 3, foi  realizado encontro para tratar de ajustes e alinhar as próximas etapas da edição da obra.

Participaram a coordenadora do Concurso de Crônicas, Contos e Poesia, Aretuza Santos, a confreira Alexandra Patrocínio, responsável pela organização da "boneca" da coletânea, e Adnil Falcão, que fará a revisão final dos textos. O presidente da AFL, João Batista de Cerqueira, destacou a importância da reunião e agradeceu a dedicação das participantes envolvidas no processo.

Jovens autores e incentivo à literatura

A coletânea reunirá textos de estudantes do Ensino Médio de estabelecimentos de ensino de Feira de Santana, vencedores do Concurso de Crônicas, Contos e Poesia, edição 2025, promovido pela Academia. A proposta é dar visibilidade a novos talentos e estimular a produção literária entre jovens, fortalecendo o vínculo entre educação, cultura e escrita criativa.

O projeto segue em fase de consolidação editorial e representa mais um passo no compromisso da Instituição com a valorização das letras em Feira de Santana. A AFL convida o público a acompanhar suas ações e publicações por meio do site oficial

Siga @academiafeirensedeletras

Enviado por Everaldo Goes, da Assessoria de Comunicação

"A Família da Fé": Comédia cristã inédita no cinema ganha pôster e trailer oficial


Assista ao trailer:

https://drive.google.com/drive/folders/1MmK5QCO6iqiSRiLOUGFpbl5tMwRNx38V

O cinema brasileiro acaba de ganhar um título que aposta em um território ainda pouco explorado nas telonas: a comédia cristã. O filme "A Família da Fé" acaba de lançar seu pôster e trailer oficiais, antecipando ao público uma produção que une humor, fé e valores familiares, sem estereótipos ou ironias ofensivas.

Com estreia marcada para 12 de março de 2026, "A Família da Fé" apresenta uma proposta diferenciada: fazer rir ao mesmo tempo em que promove respeito, diálogo e empatia entre pessoas com visões de mundo distintas. A produção mostra que é possível abordar a fé cristã de forma leve, contemporânea e acessível, dialogando tanto com o público cristão quanto com espectadores que se identificam com boas histórias familiares.

O trailer oficial revela o tom do filme: situações cotidianas, conflitos geracionais e encontros inesperados entre uma família cristã e pessoas que não compartilham da mesma fé - tudo conduzido com humor inteligente, sensível e respeitoso. Em vez de confrontos agressivos, a narrativa aposta na convivência, no afeto e na transformação que nasce do relacionamento humano.

Já o pôster oficial reforça visualmente essa proposta, destacando o espírito familiar e acolhedor do longa, convidando o público para uma experiência divertida, mas também significativa.

Dirigido por Julio Román e estrelado por Pablo Alarson, Gian Franco Apóstolo, Paloma Jiménez e Juan Pablo Monterrubio, o filme se posiciona como uma alternativa dentro do cinema comercial: uma comédia que valoriza a fé sem ridicularizá-la, e que acredita no poder do riso como ponte entre diferenças.

Sinopse oficial

Uma divertida comédia sobre os conflitos e as confusões de uma família cristã ao interagir com pessoas que não creem nem enxergam a vida da mesma forma. Uma história leve e envolvente, com uma mensagem de redenção, unidade e amor incondicional.

Sobre o filme

"A Família da Fé" nasce com o propósito de ampliar o diálogo entre fé, cultura e entretenimento, mostrando que o cinema cristão também pode ocupar o espaço da comédia - com qualidade narrativa, sensibilidade e respeito. Estreia nos cinemas: 12 de março de 2026.

Ficha técnica:

Título em Português: "A Família da Fé"

Título Original: "Nosotros, Los De La Fe"

Empresas Produtoras: CanZión Films, Yelmo Film & Media

Tempo de Duração: 118 minutos

Ano de Produção: 2023

Direção: Julio Román

Roteiro: Arturo Allen, Julio Román

Produtores: Arturo Allen, Leobardo Cisneros

Elenco: Gian Franco Apostolo, Violeta Isfel, Luz Edith Rojas, Mayte Fierro, Juanpi Monterrubio, Paloma Jiménez, Andrés Zúñiga, Verónica Macías, Rafael Pineda, Sergio Rogalto, Omar Isfer, Natasha Cubría, Diego Casba, Solange Ríos.

Gênero: Comédia

País de Origem: México 

Enviado por 360 Way Up


Mais quentinho, mais suculento e mais saboroso: McDonald’s evolui preparo dos sanduíches clássicos

Na cozinha mais famosa do mundo, ingredientes ganham novo preparo e reforçam o compromisso da marca com a experiência do cliente



Os sanduíches clássicos do Méqui estão ainda mais Méqui. A marca, que conquistou o paladar dos brasileiros, anuncia a evolução no preparo de seus sanduíches clássicos, tudo para deixar a experiência do cliente ainda mais quentinha, suculenta e saborosa.
Presentes na história da marca e na memória afetiva de gerações de consumidores, os clássicos Big Mac, Quarterão com queijo, Cheeseburger e Hamburger passaram por ajustes cuidadosamente desenvolvidos para valorizar ainda mais o sabor e a qualidade que o público já conhece e confia. O movimento traduz o equilíbrio entre memória afetiva e inovação, mantendo a combinação de sucesso dos ingredientes em novos preparos. 
Nada muda quando o assunto é qualidade e cuidado. "Investir para evoluir faz parte do nosso jeito de trabalhar. Cada novo preparo nasce da escuta ativa dos nossos clientes e de desejos que a marca identificou globalmente, e que agora temos o orgulho de implementar no Brasil, com investimento e a colaboração de uma equipe multidisciplinar, guiada pelo objetivo de aprimorar a experiência dos nossos consumidores. Mantendo nosso compromisso com a origem e a alta qualidade dos nossos ingredientes, nossas equipes de cozinha foram treinadas para prepará-los de um jeito novo, que ressalta o sabor dos ingredientes e eleva a experiência com os nossos sanduíches clássicos", comenta Rogério Barreira, presidente do McDonald's no Brasil. 

As evoluções estão concentradas nos detalhes. 
Confira cada um deles: 

Acesse aqui para mais imagens para as redes sociais. 


Informações para Imprensa 

McDonald’s 

imprensa.mcd@inpresspni.com.br 


Enviado por ComunicAtiva Associados

  

Por que o progressismo odeia evangélicos

Parte da postura do Eduardo Bueno deve-se a esnobismo, a preconceito de classe mesmo; como os acadêmicos são em sua maioria progressistas, o progressismo acaba sendo percebido e tratado como a ideologia da elite intelectual. Quem não aderiu ao progressismo é parte de uma massa de ignorantes. 

Por Gustavo Maultasch para a Gazeta do Povo:

Nesses dias tive o desprazer de assistir a um vídeo do Eduardo Bueno, vulgo Peninha, em que ele maldizia evangélicos. Naquele seu estilo de afetação histriônica - para fazer as vezes de gênio louco descolado -, ele disse que evangélicos não deveriam votar, e que quando votam acabam elegendo "uma escumalha perigosa e violenta". Ou seja: evangélicos são fascistas, odiosos, e deveriam ser rebaixados em seus direitos civis.
Tendo convivido muito tempo em ambientes dominados pela esquerda, já presenciei esse tipo de comentário diversas vezes. O evangélico – sua visão de mundo, sua opção eleitoral e sua forma de viver a vida – é visto pelo progressista como um obstáculo para a construção de uma sociedade "do Bem", "inclusiva", e que esteja "no rumo certo da história".
O progressista não enxerga a sociedade como um conjunto de indivíduos, cada qual com as suas aspirações, ansiedades e desígnios. Ele até sabe que essas particularidades individuais existem, mas elas são irrelevantes diante das injunções do amanhã radiante a ser construído. Para o progressismo, a sociedade é apenas um projeto escatológico de construção do futuro progressista, que por sua vez nada mais é que o futuro em que as pautas progressistas - legalização do aborto, das drogas, desencarceramento, intervencionismo econômico etc. - estejam plenamente vigentes.
Se o país estiver caminhando em direção a essas pautas, o progressista pensará que as coisas estão indo bem, que a sociedade está "progredindo", que o país está-se desenvolvendo. A partir dessa escatologia, o progressista divide o mundo entre o Bem e o Mal; entre as pessoas que enxergam a luz (os "iluministas") e os ignorantes que adoram as trevas. Aliás, se o sujeito for evangélico mas adotar a escatologia e as pautas progressistas, aí não há problema algum.
Parte da postura do Eduardo Bueno deve-se a esnobismo, a preconceito de classe mesmo; como os acadêmicos são em sua maioria progressistas, o progressismo acaba sendo percebido e tratado como a ideologia da elite intelectual. Quem não aderiu ao progressismo é parte de uma massa de ignorantes que precisa ser educada e salva pela vanguarda esquerdista.
À escatologia e ao esnobismo junta-se a tecnocracia, a vontade de governar os outros contra a sua própria vontade. Se nós conhecemos o rumo certo da história e, ainda por cima, somos mais intelectualmente preparados, por que o povo não sai logo do caminho e nos deixa governar em paz? Por que insistem em participar, em ter voz, em votar? A decisão sobre os rumos do país não pode ficar na mão de ignorantes.
É por essa tripla insistência - em não aceitar a escatologia progressista, em manter-se fiel independentemente do valor simbólico que a esquerda Projac atribui à sua religião, e em fazer-se presente na política - que o evangélico incomoda tanto o progressista. Ele sabe que enquanto existirem brasileiros com essa insistência, a sua revolução será impossível, ao menos dentro das regras democráticas (e é por isso que os progressistas têm trabalhado tanto para transferir o poder das instâncias eleitas para as não-eleitas, como o Judiciário, organismos internacionais etc.).

Nívia Maria Vasconcellos prepara circulação de projeto literário em três cidades da Bahia

 



A escritora feirense Nívia Maria Vasconcellos iniciou os ensaios do projeto OCORPOÉUMAFOTONOESCURO: Poesia e Performance, que realizará circulação literária nos municípios de Tanquinho (27 de fevereiro), Nordestina (12 de março) e Quijingue (13 de março). A ação foi contemplada pelo Edital Circulações Literárias da Bahia 2025 – Ano II, promovido pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb).

A circulação teve início no ambiente virtual, com a disponibilização gratuita de e-book e audiobook do livro Cãibra de Nó, além de depoimentos sobre o processo criativo, por meio do perfil da autora no Instagram (@niviamvasconcellos).

Os ensaios marcam uma etapa fundamental da criação da performance literomusical, dirigida por Geovane Mascarenhas. O trabalho transforma a poesia em experiência sensorial ao articular voz, imagem, movimento e sonoridade ao vivo. A obra é inspirada nos livros OCORPOÉUMAFOTONOESCURO e Cãibra de Nó, nos quais a autora investiga corpo, memória, densidade emocional e experimentações da palavra.

Em cena, Nívia Maria Vasconcellos atua ao lado da musicista Dayane Sampaio, criando uma atmosfera imersiva em que texto e música dialogam e provocam múltiplas percepções no público. O início dos ensaios reforça o rigor artístico e a pesquisa estética que atravessam todo o projeto.

A programação contempla diferentes públicos e espaços culturais. Além da performance principal, o projeto promove roda de conversa com a poeta Mariana Paim e minissarau, aproximando o público dos processos criativos da autora; oficina de declamação voltada para estudantes da rede pública, incentivando práticas de leitura e expressão artística; e distribuição gratuita de livros, fortalecendo o acesso democrático à literatura.

Com esta circulação, Nívia Maria Vasconcellos reafirma sua atuação na cena literária contemporânea e evidencia a poesia como espaço de encontro, experimentação e diálogo entre diferentes linguagens artísticas.

Equipe
Direção: Geovane Mascarenhas @geomasc
Performance: Nívia Maria Vasconcellos e Dayane Sampaio
Mediação: Mariana Paim
Assessoria de Imprensa: Cid Fiuza
Fotografia: Ana Reis
Design: Sérgio Magno
Libras: Jamile Costa e Noelma Ramos
Ilustrações Cãibra de Nó: Ana Noronha
Ilustrações OCORPOÉUMAFOTONOESCURO: Gabriel Ferreira

Serviço
O quê: Circulação do projeto OCORPOÉUMAFOTONOESCURO: Poesia e Performance
Quando: Fevereiro e março de 2026
Onde: Virtual e presencial nos municípios de Tanquinho, Nordestina e Quijingue
Instagram da autora: https://www.instagram.com/niviamvasconcellos/

Com informações de Cid Fiuza – Assessoria de Imprensa

Condomínio exclusivo e de alto padrão é entregue em Alagoinhas




O Quinta das Lagoas Alagoinhas, que funciona no formato condomínio-clube, reúne privacidade, contato com a natureza, lazer completo e estrutura que garante comodidade para toda família.

Alagoinhas ganhou de presente um novo empreendimento exclusivo e de alto padrão. Foi entregue o Quinta das Lagoas Alagoinhas, um condomínio no formato clube de alto padrão que redefine o conceito de morar bem na cidade ao unir natureza, privacidade, segurança e lazer em um único espaço planejado para o futuro das famílias.

Na última quinta, 29 de janeiro, o prefeito de Alagoinhas, Gustavo Carmo, marcou presença no evento e reforçou a importância da chegada do empreendimento para o município. "Trata-se de um condomínio com lazer de alto padrão, além de infraestrutura moderna, feita sob medida para as famílias contemporâneas. Com certeza a chegada do Quinta das Lagoas é um marco para o desenvolvimento imobiliário da região", diz.

Mais do que um empreendimento residencial, o Quinta das Lagoas Alagoinhas nasce pensado para integrar qualidade de vida, convivência e bem-estar em uma das regiões mais estratégicas do município. Localizado a apenas cinco minutos do centro da cidade, o condomínio está próximo de hospital, fábricas, Universidade Estadual da Bahia (Uneb), e o Parque de Exposições, reforçando o papel do empreendimento na nova dinâmica urbana de Alagoinhas.

"O Quinta das Lagoas representa um novo patamar para Alagoinhas. É um projeto que entrega qualidade de vida, valoriza a cidade e cria um espaço onde as famílias podem construir suas histórias com tranquilidade, conforto e segurança", destaca Simone Cristóvão, da Santander Holding Imobiliária.

Com lotes a partir de 360 m², o projeto foi concebido para quem deseja construir sua própria casa, com liberdade, conforto e conexão com a natureza. A proposta é oferecer não apenas moradia, mas um estilo de vida, em um ambiente que combina paisagismo, áreas verdes e estrutura completa de lazer, funcionando como um clube exclusivo para seus moradores.

Com a entrega concluída, o Quinta das Lagoas Alagoinhas passa a integrar o cenário urbano da cidade como símbolo de modernidade e planejamento.

Mais informações estão disponíveis no site www.quintadaslagoassantander.com.br

Crédito da imagem: Marketing/Quinta das Lagoas Alagoinha
Enviado por Bruno Ganem

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

A fossa moral e o ódio aos cristãos

Este artigo é do Observatório Brasil Soberano

Mais um espetáculo grotesco protagonizado recentemente por Eduardo Bueno, o "Peninha", como sempre, destilando um ódio visceral. Dessa vez contra os cristãos evangélicos. O episódio não pode ser atribuído a um fato isolado ou um simples "surto" de um personagem histriônico. É o transbordamento de uma fossa moral que há muito tempo infiltra o debate público brasileiro: a ideia de que a fé é uma patologia e o fiel, um cidadão de segunda classe. Ao sugerir que evangélicos não deveriam votar e que deveriam ficar "pastando" nos templos, o sujeito está expondo o DNA autoritário de uma elite que se autoproclama "iluminada", mas que entra em convulsão ao notar que não consegue mais controlar o pensamento das massas através de seus manuais ideológicos. A contradição é gritante. Essa mesma patota que preenche formulários sobre "diversidade", "tolerância" e "Estado Laico" é a primeira a clamar pela cassação de direitos civis básicos quando o grupo em questão não reza pela sua cartilha progressista. Para eles, o Estado Laico não é a neutralidade religiosa do governo, mas a expulsão sumária de qualquer valor moral cristão da esfera pública. O que realmente apavora figuras como Peninha não é o templo, o pastor ou a liturgia. O que os assusta é a autonomia moral. O cristão que defende a família, que exige segurança pública e que não aceita ser massa de manobra de engenharia social é o maior obstáculo para quem deseja um povo dependente de migalhas estatais e de validação intelectual acadêmica. Não é de hoje que o "historiador" coleciona episódios lamentáveis. O ataque aos cristãos é apenas o ataque mais recente de uma profusão de intolerância. Em diversas ocasiões, o tom debochado de Bueno descambou para o preconceito regional, tratando o nordeste e com um desdém que beira o colonialismo intelectual. Para ele, parece que a inteligência do país termina onde começa o seu próprio círculo social. Peninha revelou seu lado mais sombrio ao comemorar o assassinato de Charlie Kirk. Provavelmente sua "democracia" é um clube fechado onde só entram convidados que pensam exatamente como ele. Quem discorda não merece apenas o debate, merece a aniquilação pública. Contudo, a valentia de Peninha no caso Kirk mostrou-nos um limite bem definido: o saldo bancário. O histérico só ensaiou um pedido de desculpas quando sentiu o peso do cancelamento de seus contratos e a debandada de patrocinadores. É a "ética do bolso". Para essa elite, o ódio é livre, desde que não atrapalhe os negócios. A retratação não veio do coração ou da razão, mas do medo de perder o conforto. Agora, com o ataque aos evangélicos, o histérico mostra que a elite "esquerda caviar" odeia o povo que toma porrada da vida e se mantém de pé porque acredita em algo maior que o governo. Eles odeiam a esperança que não nasce de uma promessa de palanque, mas de uma promessa bíblica. O Brasil real não cabe nos "livros de colorir" de intelectuais de auditório. Ele está nas comunidades, nas igrejas de periferia e nas famílias que acordam cedo para trabalhar enquanto o "profeta do esgoto" grita com a câmera. Atacar a fé do brasileiro é, em última análise, um atestado de falência moral. É a tentativa desesperada de quem perdeu completamente o argumento e agora res ta a tentativa de interditar o eleitor. A democracia que Peninha diz defender é feita, justamente, por aqueles que ele tenta calar.

A comunidade judaica e o "shalom" eleitoreiro de Lula

Bastaram as eleições de 2026 aparecerem no radar para Lula mostrar interesse em "reconstruir pontes" com a comunidade judaica do Brasil, abaladas desde os atentados terroristas cometidos pelo Hamas em 7 outubro de 2023 e a reação israelense que se seguiu na Faixa de Gaza. 

Por José Fucs para a Gazeta do Povo:

Nada como uma campanha eleitoral para produzir guinadas radicais nas narrativas e nas posições do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Bastaram as eleições de 2026 aparecerem no radar para Lula mostrar interesse em "reconstruir pontes" com a comunidade judaica do Brasil, abaladas desde os atentados terroristas cometidos pelo Hamas em 7 outubro de 2023 e a reação israelense que se seguiu na Faixa de Gaza.
De repente, depois de passar mais de dois anos hostilizando Israel e o sionismo, muitas vezes de forma indistinguível do antissemitismo da pior espécie, Lula escalou a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, para levantar a bandeira branca. Como se nada tivesse acontecido nesse período, ele lhe deu a missão de visitar instituições da comunidade judaica em São Paulo, na véspera do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, celebrado em 27 de janeiro, para "quebrar o gelo" e buscar uma reaproximação que parecia improvável até pouco tempo atrás.
Pelo jeito, Lula aposta na memória curta de integrantes da comunidade e na afinidade ideológica existente entre seu governo, o PT e os judeus "progressistas" do país – a mesma turma que criou o grupo "Judeus pela Democracia" para apoiá-lo em 2022 – para tentar iludir os incautos e conquistar votos preciosos no pleito deste ano, que promete ser acirrado.
Embora a comunidade judaica seja relativamente pequena no Brasil, com cerca de 120 mil pessoas, sua influência no debate público e na formação de opinião, em especial junto à classe média de grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro, é considerável, e acaba contribuindo para moldar a percepção da sociedade nos grandes temas nacionais, inclusive nas eleições.
Além disso, como mostram as pesquisas, a posição anti-Israel de Lula na guerra em Gaza foi um dos principais fatores da queda de sua popularidade junto aos evangélicos, que representam cerca de 30% da população e podem fazer a diferença no resultado das eleições. Como se sabe, tudo ou quase tudo que Lula faz é influenciado por seus marqueteiros e por seu interesse eleitoral – e hoje, no caso da comunidade judaica, não é diferente.
Desta vez, porém, diante de todas as demonstrações de hostilidade a Israel e aos judeus que ele deu, com o endosso entusiasmado de seu assessor especial Celso Amorim, do PT, de suas lideranças e de seus satélites, parece improvável que algum judeu no país, independentemente de seus pendores ideológicos, aceite seu "shalom" eleitoreiro e releve suas falas e suas ações para apoiá-lo nas urnas. Tirando meia dúzia de judeus não-judeus existentes por aí – que abraçam sem constrangimento as ideias mais odiosas contra Israel e o povo judeu – é difícil imaginar que isso possa acontecer no momento.
Bloco monolítico
É certo que a comunidade judaica está longe de ser um bloco monolítico – e isso não é um privilégio do Brasil. Na Polônia pré-guerra, que abrigava uma das maiores comunidades judaicas do mundo, e mesmo no Gueto de Varsóvia durante a ocupação nazista, por exemplo, havia dezenas de partidos e organizações políticas diferentes. E, recentemente, em Nova York, que reúne o maior número de judeus fora de Israel, muitos integrantes da comunidade surpreendentemente apoiaram o islamista Zohran Mamdani – cujas posições anti-Israel, antissionistas e antijudaicas não são segredo para ninguém – na eleição para prefeito da cidade.
Mesmo durante a guerra em Gaza, quando a demonstração de unidade do povo judeu contra a barbárie se mostrava mais necessária, ocorreram várias manifestações promovidas pela esquerda israelense contra o primeiro-ministro Benjamim Netanyahu. Apesar de embaladas pela bandeira nobre do resgate dos reféns mantidos pelo Hamas, elas enfraqueciam a posição de Israel na luta contra o grupo e seus aliados e patrocinadores, que aproveitavam esses momentos de questionamentos internos para ampliar os ataques a Israel, como eles mesmos afirmaram, segundo o noticiário.
É certo também que, institucionalmente, é bom que a comunidade judaica mantenha um canal aberto com o presidente da República, seja ele quem for e pense ele o que pensar sobre Israel e os judeus. Quando um líder político como Lula busca uma aproximação, ninguém vai se negar a ouvi-lo, ainda que ele tenha se mostrado como seu maior algoz até ontem ou anteontem.
Agora, mesmo levando isso em conta, se alguém da comunidade ainda sair por aí fazendo o L nas eleições, depois de tudo que Lula e seus aliados à esquerda fizeram, é coisa que nem psicólogo nem psiquiatra será capaz de resolver. Talvez, nem o próprio Marquês de Sade conseguisse explicar.
A lista de barbaridades cometidas por Lula desde os atentados do Hamas contra Israel é longa e enumerá-las todas aqui iria além dos objetivos desta coluna. Mas, para que não pairem dúvidas para quem não acompanhou o caso de perto ou foi acometido de súbita amnésia, convém rememorar pelo menos algumas delas e o efeito perverso que tiveram ao turbinar as hostilidades com os judeus brasileiros.
Desde o princípio, Lula e sua tropa de choque se colocaram abertamente ao lado do Hamas e contra Israel. Enquanto condenavam de forma tímida as atrocidades cometidas pelo grupo ou passavam pano para elas, apressaram-se em classificar a reação israelense como "genocídio". Banalizaram o uso do termo ao comparar a reação de Israel aos atentados do Hamas, como se os causadores de uma guerra tenham tido a prerrogativa de decidir sobre a reação de suas alvos em qualquer outro conflito armado da história.
Suas falas sobre o tema reproduziam sem contestação as narrativas do Hamas e os dados pouco confiáveis divulgados pelo Ministério da Saúde de Gaza (controlado pelo grupo) sobre o número de mortos no território. Ignoravam totalmente o uso de escolas e hospitais como refúgio pelos terroristas e de civis como escudos humanos.
Em fevereiro de 2024, durante a cúpula da União Africana realizada na Etiópia, Lula superou seu próprio retrospecto, ao comparar o Holocausto – termo que designa o extermínio sistemático de 6 milhões de judeus pelos nazistas – às ações militares de Israel em Gaza. "O que está acontecendo na Faixa de Gaza com o povo palestino não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus", disse Lula, gerando repúdio imediato do governo israelense e de entidades judaicas ao redor do mundo, inclusive no Brasil.
A afirmação – considerada como "excessiva" ou "falsa" pela maioria dos brasileiros, de acordo com as pesquisas – acabou gerando uma crise diplomática que culminou com a classificação de Lula como persona non grata em Israel até que ele se retratasse – o que nunca ocorreu. Gerou também a uma reprimenda pública ao embaixador do Brasil, em encontro realizado no Museu do Holocausto, em Jerusalém.
O episódio, que o governo brasileiro considerou uma "humilhação”, levou o país a retirar o diplomata do posto e a não receber as credenciais do novo embaixador israelense em Brasília. Com isso, Israel decidiu cancelar a indicação e anunciar que não enviará novo ocupante para o cargo, o que junto com a iniciativa do Brasil, acabou por rebaixar o nível das relações diplomáticas entre os dois países para o pior nível da história.
As falas de Lula provocaram também uma ruptura profunda com entidades de representação da comunidade judaica, como a Conib (Confederação Israelita do Brasil), que o acusou de alimentar o antissemitismo e estimular o ódio aos judeus do país, ao comparar a reação de Israel com o Holocausto. Após as declarações de Lula, conforme a Conib, houve um aumento exponencial de ataques, pichações e discursos de ódio contra judeus brasileiros, o que qualquer um que acompanhe as redes sociais, ainda que à distância, pode constatar a olho nu até hoje.
Diante das críticas da entidade às suas falas odiosas, Lula dobrou a aposta em seu discurso antijudaico e anti-Israel: "É preciso parar com esse vitimismo. O que está acontecendo na Faixa de Gaza é um genocídio. E agora vem dizer que isso é antissemitismo?", disparou o presidente, de cara lavada.
Notas protocolares
Numa das maiores operações de repatriação promovidas pelo país, Lula foi recepcionar pessoalmente na Base Aérea de Brasília centenas de brasileiros que estavam em Gaza e foram trazidos de volta num avião da FAB (Força Aérea Brasileira), a maioria dos quais formada por palestino-brasileiros. Ao mesmo tempo, ele demorou meses para receber os familiares de judeus brasileiros sequestrados pelo Hamas.
Quando as mortes de três judeus brasileiros nos atentados foram confirmadas, o governo emitiu apenas uma nota lacônica, que sequer mencionava que eles tinham sido "assassinados" pelos grupo. E, quando o corpo do refém brasileiro Michel Nisenbaum foi recuperado tempos depois, a reação do governo voltou a ser tímida, cumprindo apenas uma formalidade.
Nos fóruns internacionais, Lula colocou a diplomacia brasileira para atuar a serviço de sua visão ideológica contra Israel e pró-Hamas. A iniciativa mais emblemática foi o apoio formal do Brasil à denúncia apresentada pela África do Sul contra Israel na Corte Internacional de Justiça, em Haia. O objetivo da iniciativa foi o de classificar as ações israelenses em Gaza como um "genocídio", em contraposição à definição adotada pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA, na sigla em inglês), que era reconhecida pelo Brasil até julho de 2025, quando o país anunciou de forma repentina seu desligamento da organização.
O Brasil de Lula ainda criticou duramente a ONU por sua "impotência" para resolver o conflito em Gaza e sugeriu que o Conselho de Segurança da instituição "não tem autoridade moral", por não ter aprovado medidas contra a ofensiva israelense no território. O Brasil também atuou ativamente na ONU em defesa de um "cessar-fogo incondicional" da parte de Israel, que representaria uma garantia de sobrevivência do Hamas, e pelo reconhecimento dos diretos de a Palestina receber o tratamento de Estado-membro no órgão, apesar de a medida depender de aprovação do Conselho de Segurança para ser efetivada.
Enquanto países desenvolvidos suspenderam suas doações à Agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA, na sigla em inglês), que comprovadamente teve suas instalações usadas pelo Hamas e vários de seus integrantes envolvidos nos atentados a Israel, o Brasil não só manteve o seu apoio à entidade como ampliou seus aportes.
Lula ainda tentou levar o G-20 (grupo que reúne as 19 maiores economias mundiais mais a União Europeia e a União Africana) e o Brics (bloco orginalmente formado por Brasil, Rússia, Índia e China e hoje com 11 membros plenos) a aprovar condenações severas a Israel, mas não conseguiu a unanimidade necessária para incluir a questão nos comunicados conjuntos. Além da Índia, dois países árabes islâmicos que são membros do Brics, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, atuaram para torpedear as intenções de Lula.
"Dupla lealdade"
Como se isso tudo não bastasse, a deputada e então presidente do PT, Gleisi Hoffmann, hoje ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula, ainda saiu em defesa do jornalista Breno Altman, condenado num processo criminal movido pelo Ministério Público, a partir de uma representação feita pela Conib, por ter chamado os judeus de "ratos" e "porcos" – termos usados pela propaganda nazista encabeçada por Joseph Goebbels para se referir aos integrantes da comunidade judaica.
Na época, Gleisi chegou a acusar a Conib, principal instituição de representação dos judeus no país, de "agir como braço político do governo de extrema direita de Israel". Disse também que a entidade "não representa a comunidade judaica brasileira, mas o governo de Israel". Em resposta à afirmação de Gleisi, a Conib declarou que ela recorreu ao expediente antissemita clássico da "dupla lealdade", segundo o qual os judeus não seriam leais aos países em que nasceram ou vivem, mas sim a uma agenda judaica global ou ao Estado de Israel.
De quebra, a primeira-dama, Janja da Silva, ainda exerceu uma militância simbólica em defesa dos palestinos e do Hamas que selou a imagem anti-Israel e antijudaica do governo Lula, ao usar um casaco com o tradicional bordado palestino tatreez na Assembleia-Geral da ONU, em setembro de 2025, e o keffiyeh em eventos do PT, sem jamais emitir uma única palavra em solidariedade às mulheres israelenses sequestradas pelo Hamas, que foram vítimas de estupros e mutilações cometidos por terroristas do grupo.
Nada, porém, é mais simbólico do apoio dado pelo governo Lula ao Eixo do Mal, do qual o Hamas é um representante ativo, do que a foto do vice-presidente Geraldo Alckmin, enviado especial à posse do novo presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, em julho de 2024, ao lado dos líderes terroristas do grupo e do Hezbollah. Ismail Haniyeh, inclusive, chefe do escritório político do Hamas, foi eliminado por Israel horas depois, numa explosão na casa em que estava hospedado, em Teerã.
Estas são apenas algumas das evidências da postura anti-Israel e antijudaica adotada por Lula, por Janja, pelo PT e por e seus aliados desde os atentados terroristas do Hamas e o início da guerra em Gaza. Há mais, muito mais, mas isso é o suficiente para mostrar que as chances de Lula conseguir iludir mais uma vez integrantes da comunidade judaica brasileira, obtendo seu apoio nas eleições em 2026, são quase nulas no momento. Só mesmo um sujeito oportunista e dissimulado como Lula pode imaginar que seja possível deixar tudo isso para trás nas urnas. Pior do que isso só mesmo um judeu brasileiro fazendo o L de novo.