Opção de transferência bancária para a Pessoa Física: Dimas Boaventura de Oliveira, Banco do Brasil, agência 4622-1, conta corrente 50.848-9

Clique na imagem

*

*
Clique na logo para ouvir


Telefones: (71) 3634-6194/ 6197/ 6060 - (71) 99965-4537 * E-mails: cpl@construtorapereiralima.com.br - construtoraplima@terra.com.br * Site: https://construtorapereiralima.com.br/

Segunda Semana- Orient CinePlace Boulevard

Segunda Semana- Orient CinePlace Boulevard
15h45 - 18h20 - 21 (Dublado)

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Trump lança Grupo da Paz. Vaticano Prefere a ONU

 

Hoje ocorreu a primeira reunião do grupo de países que pode iniciar substituição da ONU.  É o "Board of Peace", iniciativa internacional lançada por Trump em janeiro de 2026.

O Board inicialmente procura resolver a questão da Faixa de Gaza, por isso entre os membros fundadores há muitos da região do Oriente Médio e muçulmanos.

Na primeira reunião,  participaram por volta de 50 países,  o que já é muito. 

27 são os membros fundadores formalmente aderentes. Dois são da América do Sul, Argentina e Paraguai.  Veja a lista dos 27:

  - Albânia

  - Argentina

  - Armênia

  - Azerbaijão

  - Bahrein

  - Bulgária

  - Camboja

  - Egito

  - El Salvador

  - Hungria

  - Indonésia

  - Israel

  - Jordânia

  - Cazaquistão

  - Kosovo

  - Kuwait

  - Mongólia

  - Marrocos

  - Paquistão

  - Paraguai

  - Qatar

  - Arábia Saudita

  - Turquia

  - Emirados Árabes Unidos

  - Uzbequistão

  - Vietnã

Se havia apenas dois países europeus ocidentais entre os aderentes, a própria União Europeia participou da reunião entre os observadores, além da Itália e da Alemanha. Vejam os países observadores:

  - Áustria

  - Croácia

  - Chipre

  - República Tcheca

  - União Europeia (representada pela comissária Dubravka Šuica)

  - Finlândia

  - Alemanha

  - Grécia

  - Índia (algumas fontes dizem que está revisando, mas enviou observador)

  - Itália

  - Japão

  - México

  - Países Baixos

  - Noruega

  - Coreia do Sul

  - Reino Unido

  - Suíça

  - Romênia (presidente Nicușor Dan compareceu pessoalmente)

  - Tailândia, e outros.

O presidente do grupo é  Trump.

Os membros do Executive Board / Gaza Executive Board: Incluem Marco Rubio (Secretário de Estado dos EUA), Jared Kushner (genro de Trump), Steve Witkoff (enviado especial), Tony Blair (ex-primeiro-ministro britânico), Nickolay Mladenov (High Representative for Gaza), e outros como representantes de Turquia, Qatar, Emirados, etc.

O Vaticano declarou, por meio do cardeal Parolin, que prefere que a ONU lidere paz em Gaza, mesmo depois que a ONU reconheceu que membros da organização dela eram terroristas em Gaza.

O Vaticano dizer que não deseja aderir por enquanto é aceitável. Mesmo porque o Vaticano,  ou melhor, a Santa Sé, nunca aderiu nem mesmo à ONU,  apenas aderiu como observador em 1964, quase 20 depois que a ONU foi criada. Até hoje a Santa Sé não tem poder de voto na ONU pois não aderiu.

Agora dizer que prefere a ONU para resolver a Faixa de Gaza não é aceitável.  O histórico da ONU na região é horrível. 

Leão XIV manter a diplomacia da Santa Sé nas mãos de Parolin, o homem de Francisco do acordo secreto com a China, é péssimo sinal do seu pontificado.

Rezemos pela paz em Gaza. 

https://thyselfolord.blogspot.com/

Projeto "Feira Lê Sua História"

Promoção da democratização do acesso ao conhecimento histórico local


Nesta sexta-feira, 20 de fevereiro, às 19 horas, no Casarão Fróes da Motta, evento aberto e gratuito para toda a comunidade, com a Fundação Senhor dos Passos lançando o projeto "Feira Lê Sua História", que constitui uma iniciativa de relevante valor cultural, educativo e social para Feira de Santana. Ao disponibilizar, por meio de expositores distribuídos em diversos pontos estratégicos da cidade - inclusive bancas de jornais -, obras publicadas pela própria Fundação e pelo Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie E. Poppino, o projeto promove a democratização do acesso ao conhecimento histórico local.
A justificativa da proposta fundamenta-se na necessidade de ampliar o contato da população com produções bibliográficas que abordam, de forma exclusiva e especializada, temas relacionados à história, à memória e à identidade feirense. Muitas dessas obras, embora de grande relevância acadêmica e cultural, nem sempre alcançam o público em geral devido à circulação restrita ou à limitada divulgação. Ao levá-las para espaços de convivência cotidiana, o projeto rompe barreiras físicas e simbólicas que tradicionalmente afastam parte da comunidade do acesso ao livro e à pesquisa histórica.
Além disso, a iniciativa fortalece o sentimento de pertencimento e identidade coletiva. Conhecer a trajetória da cidade - seus personagens, seus marcos históricos, suas transformações urbanas, sociais, políticas e culturais - contribui para a valorização do patrimônio material e imaterial, incentivando sua preservação. Para estudantes e professores, o projeto representa ainda uma importante ferramenta pedagógica, oferecendo fontes confiáveis e contextualizadas para o ensino da história local, enriquecendo o currículo escolar e estimulando a pesquisa.
Outro aspecto relevante é o estímulo à formação de leitores e ao hábito da leitura. Ao tornar os livros mais visíveis e acessíveis, o projeto cria oportunidades para que novos públicos se interessem pela produção historiográfica sobre o município, fortalecendo o mercado editorial local e incentivando novos autores e pesquisadores a produzirem obras sobre a cidade.
Portanto, o projeto "Feira Lê Sua História" justifica-se como uma ação estratégica de promoção cultural, educação patrimonial e difusão do conhecimento, contribuindo para que a história de Feira de Santana seja conhecida, valorizada e preservada por sua própria comunidade. Trata-se de um investimento na memória coletiva e na construção de uma cidadania mais consciente de suas raízes e de seu papel na continuidade dessa história.
Enviado por Angelo Pinto

Roteiro do Orient CinePlace Boulevard

Por Dimas Oliveira e Milena Batista 

PRÉ-ESTREIA

PÂNICO 7
(Scream 7), de Kevin Williamson, 2026. Com Neve Campbell, Courteney Fox e Isabel May. Terror.  U
m novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott reconstruiu sua vida. Com isso, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha,Tatum, é o próximo alvo do serial killer. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 16 anos. Horários: 18h10 e 20h35, na quarta-feira, 25 de fevereiro.

CONTINUAÇÕES

O MORRO DOS VENTOS UIVANTES (Wuthering Heihghts) de Emerald Fennell, 2026. Com Margot Robbie,Jacob Elordi, Hong Chaw e Alison Oliver. Drama romântico. A paixão proibida de Catherine e Heathcliff, a princípio romântica, torna-se inebriante em um conto épico de luxúria, amor e loucura. Uma história de amor apaixonada e tumultuada que tem como pano de fundo os pântanos de Yorkshire, explorando um relacionamento intenso e destrutivo. Segunda semana. Cópia dublada. Duração: 136 minutos. Não recomendado para menores de 16 anos. Horários: 15h45, 18h20 e 21 horas.

STRAY KIDS: THE DOMINATE EXPERIENCE (Stray Kids: The DominATE Experience) de Paul Dugdale e Farah Khalid, 2025. Documentário musical. O filme-concerto sobre o grupo coreano registra as apresentações com ingressos esgotados do grupo de K-pop Stray Kids no SoFi Stadium, em Los Angeles, combinando imagens dos shows da turnê mundial dominATE com material de bastidores. O filme destaca a energia dos shows e momentos exclusivos para os fãs. Terceira semana. Duração: 144 minutos. Classificação: Livre. Horário: 13 horas.

O SOM DA MORTE
 (Whistle) de Corin Hardy, 2025. Com Dafne Keen, Sophie Nelisse e Nick Frost. Terror.  
Um grupo de estudantes disfuncionais se depara com um Apito da Morte Asteca amaldiçoado. Logo eles descobrem que usar o objeto causa um som aterrorizante que prevê suas futuras mortes. Terceira semana. Duração: 100 minutos. Não recomendado para menores de 18 anos. Horário: 13h05.

O PRIMATA (Primate), de Johannes Roberts, 2025. Com Johnny Sequoyah e Jessica Alexander. Terror.. A universitária Lucy vai passar férias em casa com a família e aproveita a ausência do pai para organizar uma festa na piscina. No evento, seu chimpanzé de estimação surge irreconhecível e agressivo, contaminado com raiva, forçando o grupo a buscar algum jeito de escapar da fúria do animal. Quarta semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 18 anos. Duração: 89 minutosHorário: 15h10. 

A EMPREGADA (Housemaid), de Paul Feig, 2025. Com Sydney Sweeney, Amanda Seyfried e Brandon Sklenar. Suspense. Millie é uma mulher passando por dificuldades que se sente aliviada com a chance de um novo começo como empregada doméstica de Nina e Andrew, um casal rico. Logo, ela descobre que os segredos da família são muito mais perigosos do que os seus. Quinta semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 16 anos. Duração: 131 minutos. Horários: 15h30, 18h05 e 20h40. 

O AGENTE SECRETOde Kleber Mendonça Filho, 2025. Com Wagner Moura e Maria Fernanda Cândido. Drama. Em 1977, um especialista em tecnologia foge de um passado misterioso e retorna à sua cidade natal, Recife, em busca de paz. Duração: 161 minutos. Não recomendado para menores de 16 anos. Horários: 17h05 e 20h15. 

BOB ESPONJA: EM BUSCA DA CALÇA QUADRADA (The SpongeBob Movie: Search For Square Pants), de Derek Drimon, 2025. AnimaçãoNa esperança de provar sua bravura ao Seu Sirigueijo, Bob Esponja segue um misterioso e aventureiro pirata fantasma conhecido como Holandês Voador em uma aventura marítima. Nona semana. Cópia dublada. Classificação: LivreDuração: 96 minutos. Horário: 13h30. 
AVATAR: FOGO E CINZAS (Avatar: Fire and Ash), de James Cameron, 2025. Com Sam Worthington, Zoe Saldana, Oona Chaplin. Ação e fantasia. Depois de uma perda devastadora, a família de Jake e Neytiri enfrenta uma tribo Na'vi hostil, os Ash, liderada pela implacável Varang. Dércima semana. Cópia dublada. Duração de 195 minutos. Não recomendado para menores de 14 anos. Horário: 20 horas. 

ZOOTOPIA 2 (Zootopia 2), de Jared Bush e Byron Howard, 2025. AnimaçãoAgora parceiros inseparáveis, a coelha Judy Hopps e a raposa Nick Wilde enfrentam o desafio mais perigoso de suas carreiras. Décima terceira semana. Cópia dublada. Classificação: LivreDuração: 108 minutos. Horários: 13 horas, 15h20 e 17h40. 

Programação - sujeita a alteração - até quarta-feira, 25 de fevereiro.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

"Davi - Nasce um Rei" supera 500 mil espectadores e consolida avanço do cinema cristão no Brasil

Longa alcança meio milhão de pessoas nos cinemas e reforça força da mobilização de igrejas e grupos organizados

No Orient CinePlace Boulevard foi exibido de 22 a 28 de janeiro


filme "Davi - Nasce um Rei" acaba de atingir a marca de 500 mil espectadores nos cinemas brasileiros, consolidando-se como um dos maiores sucessos recentes do cinema cristão no Brasil.
O resultado expressivo confirma não apenas a força da produção, mas também o crescimento consistente de um segmento que vem conquistando espaço em um dos mercados mais competitivos do entretenimento. Em meio a grandes estúdios internacionais, campanhas de alto investimento e estreias simultâneas de blockbusters, o desempenho do longa demonstra que há público, relevância e sustentabilidade para histórias de fé nas telonas.
Grande parte desse resultado é fruto da mobilização de igrejas, lideranças e grupos organizados em diversas cidades do país. Sessões fechadas, caravanas e ações comunitárias impulsionaram a ocupação das salas e fortaleceram o chamado "boca a boca", fator determinante para a permanência do filme em cartaz.
"O que estamos vendo é mais do que uma bilheteria positiva. Estamos assistindo à consolidação de um movimento. Quando a igreja entende que ocupar o cinema também é ocupar cultura, o impacto ultrapassa números", afirma um dos líderes que organizou sessões coletivas em sua cidade.
Para a equipe da 360 WayUp, responsável pela distribuição do longa, o marco representa um divisor de águas para o setor. "O mercado de cinema é extremamente competitivo. Alcançar 500 mil pessoas mostra ao exibidor e ao mercado que o público cristão responde quando é respeitado e representado. Isso abre portas para novos projetos e amplia o espaço do cinema cristão no Brasil."
Além da mobilização institucional, o filme também gerou forte engajamento espontâneo nas redes sociais, com registros de grupos, testemunhos e indicações familiares.
"Assistir ao filme em grupo foi uma experiência transformadora. Não foi apenas entretenimento; foi um momento de reflexão e conversa dentro da nossa comunidade", relata uma líder que levou mais de 200 pessoas ao cinema em um único fim de semana.
O desempenho de "Davi - Nasce um Rei" reforça uma tendência crescente: o público busca narrativas que dialoguem com valores, identidade e propósito. E o cinema cristão, cada vez mais profissionalizado e estruturado, responde a essa demanda com produções competitivas e de alcance nacional.
Com meio milhão de espectadores alcançados, o filme segue em cartaz em diversas cidades brasileiras, mantendo a mobilização ativa e consolidando um novo capítulo para o cinema de fé no país.

"José Ronaldo estará com a gente", diz ACM Neto


ACM Neto em entrevista raiz com Dimas Oliveira, na Fazenda São João da Fortaleza


"José Ronaldo é meu amigo. Estamos sempre conversando. Sem dúvidas, ele estará com a gente na campanha". A declaração, simples e direta, dada ao Blog Demais, foi do pré-candidato a governador ACM Neto, respondendo à questão sobre o seu relacionamento político com o prefeito de Feira de Santana.
A entrevista do jornalista Dimas Oliveira com o líder do União Brasil se deu depois de almoço na Fazenda São João da Fortaleza, do empresário e pecuarista João Lima Pereira Filho, em Boa Vista do Tupim.
A partir desta postagem, uma série de sete notas sobre os eventos políticos e sociais ocorridos na cidade da Chapada Diamantina.

Pré-estreia de "Pânico 7" no Orient CinePlace Boulevard


Na quarta-feira, 25 de fevereiro, pré-estreia de "Pânico 7" (Scream 7), de Kevin Williamson, 2026, no Orient CinePlace Boulevard, com cópia dublada e sessões às 18h10 e 20h35.

Sétimo filme da franquia iniciada em 1996, com sequências em 1997, 2000, 2011, 2022 e 2023. Todos com Neve Campbell como Sidney Prescott. Os quatro primeiros dirigidos por Wes Craven.

Desta feita, um novo Ghostface surge na pacata cidade onde ela reconstruiu sua vida. Com isso, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha,Tatum (Isabel May) é o próximo alvo do serial killer. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Coluna de Oydema Ferreira, Folha do Estado


 

A soberba esquerdista do boleiro Raí

Como Raí, muitos esquerdistas julgam deter o monopólio da virtude e estar acima do bem e do mal, ao mesmo tempo em que enxergam seus adversários políticos como uma horda de bárbaros insensíveis às 'boas causas' e aos dramas da humanidade. 
José Fucs para a Gazeta do Povo:

O boleiro Raí pode ter sido um craque no futebol. Como são-paulino, serei eternamente grato a ele pelos títulos que ajudou o grande Tricolor Paulista a conquistar, em especial seu primeiro mundial, em 1992, num jogo realizado em Tóquio contra o Barcelona, no qual marcou os gols que deram a vitória ao São Paulo por 2 a 1. Mas, fora dos gramados, ele pisa na bola.
A última do Raí foi agora no carnaval, quando se preparava para desfilar no carro alegórico da escola Acadêmicos do Tatuapé, em São Paulo, na madrugada de sábado, cujo enredo "homenageava" o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), o campeão de invasões de terras públicas e privadas, apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo PT e por seus aliados.
Numa entrevista que deu pouco antes de entrar no sambódromo paulistano, Raí reafirmou seu apoio ao movimento e expressou sua admiração pela mobilização "organizada e consciente" do grupo e por sua atuação “por um país mais justo”. Perguntado sobre o que explicaria o baixo número de jogadores de futebol de esquerda, ele enfiou o pé na lama para valer: "É falta de informação, conscientização do contexto geral, histórico, do que é o Brasil hoje, nas cidades e no campo", sapecou o ex-atleta.
Embora sua afirmação possa parecer à primeira vista um comentário inconsequente de um "justiceiro social", ela revela muito sobre a soberba predominante entre os esquerdistas, que se colocam no Olimpo intelectual e moral e acham que quem não reza pela cartilha da esquerda é um bando de desinformados, sem acesso ao reino dos céus. Como Raí, muitos esquerdistas julgam deter o monopólio da virtude e estar acima do bem e do mal, ao mesmo tempo em que enxergam seus adversários políticos como uma horda de bárbaros insensíveis às "boas causas" e aos dramas da humanidade.
Os pendores ideológicos de Raí parecem ter raízes familiares. Seu irmão mais velho, o "Doutor" Sócrates, que brilhou no Corinthians e na Seleção Brasileira e faleceu em 2011, também foi um esquerdista de marca maior e um petista de carteirinha. Em seu tempo, ele levou o engajamento político aos gramados e transformou o dito "Timão" num núcleo de militância que agitou o mundo do futebol, ao criar a chamada "Democracia Corinthiana" com alguns de seus companheiros. Mas, por respeito à sua memória, vamos deixar o “doutor” de lado e voltar à afirmação de Raí e do que ela nos diz sobre a mentalidade dos esquerdistas.
Receituário embolorado
Para a turma da gauche, só um ignorante que não foi supostamente iluminado pelo receituário embolorado de Karl Marx e de outros teóricos do socialismo e do comunismo pode se identificar com as ideias da direita. Ou então os "donos do capital", que se apropriam da "mais valia" produzida pelos trabalhadores e os submetem a todos os tipos de privações.
Parece inimaginável para esquerdistas como Raí que alguém se identifique com outras escolas de pensamento e acredite de forma consciente ou intuitiva que o capitalismo leva à prosperidade geral; que a livre iniciativa promove a geração de riqueza e a redução da miséria; que a redução de impostos movimenta a economia, ao reforçar o caixa das empresas e o bolso dos cidadãos; e que boa parte dos brasileiros queira hoje trabalhar por conta própria sem ter o Estado no seu cangote, em vez de buscar um emprego público ou com carteira assinada.
Parece inimaginável também para esse pessoal que alguém não veja a criminalidade como um "problema social", que defenda a polícia e as vítimas da bandidagem, em vez de "passar pano" para os criminosos, e que acredite na força da meritocracia para promover o progresso dos indivíduos e da sociedade, com igualdade de oportunidades para todos e sem privilégios para qualquer grupo social.
Segundo eles, quem não acredita nas bandeiras igualitárias do socialismo, no Estado onipresente, na luta de classes e na tese marxista de que as relações econômicas condicionam todas as demais é um "alienado", sem consciência de classe. É "puxa-saco de patrão", "vendido", "capitão do mato", "preto de alma branca" e tudo o mais que sirva para tirar a legitimidade de quem tem uma visão ideológica diferente da esquerda. Pregam a democracia, mas fazem o que podem para desqualificar e calar seus opositores.
Como mostra a fala de Raí, a esquerda acredita falar em nome do povão e se considera como "legítima" representante dos trabalhadores, mas despreza suas escolhas se não estiverem de acordo com suas crenças políticas. Se pudesse, Raí provavelmente encaminharia os "infiéis" - aí incluídos seus ex-colegas de futebol - para ser doutrinados nas "escolas ideológicas" que o MST mantém pelo Brasil afora, com forte influência das ideias marxistas e socialistas, e superar os traços "burgueses" que eventualmente façam parte de sua formação.

Cinema no Casarão nesta sexta-feira



Serão iniciadas nesta sexta-feira, 20 de fevereiro, a
s atividades deste ano do Núcleo de Preservação da Memória Rollie E. Poppino, da Fundação Senhor dos Passos com duas programações no Casarão Fróes da Motta, como informa o professor e memorialista Carlos Brito.

O lançamento do vídeo documentário do projeto "Grandes Pintores Feirenses" é a primeira programação. O álbum e revista lançados em novembro de 2007 em homenagem a sete artistas, 18 anos depois ganham uma releitura através de um videodocumentário.

Como no lançamento anterior, um compromisso entre duas instituições: a Fundação Senhor dos Passos e a Fundação Carlo Barbosa, que preservam valores culturais de Feira de Santana. Os artistas contemplados são Carlo Barbosa, César Romero, Leonice Barbosa, Marcus Moraes e Pedro Roberto, in memoriam, mais Gil Mário e Juraci Dórea.

A abertura deste ano do projeto Cinema no Casarão é a segunda programação, com apresentações dos documentários "Princesa do Sertão", da Indio Filme do Brasil, 1963, com palestra de Carlos Brito; e "100 Anos: Casarão Fróes da Motta", que trata sobre a história desse patrimônio histórico, com direção de Rey Bacelar, sendo roteirista o jornalista Edson Borges, que vão palestrar sobre a obra, lançada em 10 de dezembro do ano passado, lotando o espaço de eventos do Casarão Fróes da Motta, mesmo local da próxima programação. 

Em "Princesa do Sertão", a Feira de Santana no início dos anos 60, mostrando aspectos da economia, com principais lojas do comércio, a expostação de fumo, a primeira frota de ônibus, a industrialização de cal, a Oficina Pernambucana. Também o então prefeito Francisco Pinto inaugurando obras e recebendo o senador Juscelino Kubitschek.

Em "100 Anos: Casarão Fróes da Motta", como disse Rey Bacelar, o filme busca reconstruir a trajetória do imóvel que "serviu de palco a decisões políticas importantes e até de abrigo para armas escondidas em sua cisterna durante períodos de instabilidade. O casarão, com sua imponência arquitetônica, representa não apenas a história de uma família tradicional, mas também a própria formação política e urbana da cidade."

O documentário apresenta o testemunho de várias pessoas, à exemplo da bisneta de Agostinho Fróes da Mota Maria Marta Fróes da Motta, advogado Celso Pereira, artista plástico e publicitário Vivaldo Lima - que trabalhou na última restauração do Casarão -, historiador Sidney Araújo, além de Carlos Brito, membro da Fundação Senhor dos Passos, um dos responsáveis pelo incentivo para adquição e restauração da Villa Fróes da Motta, que ele denomina como "a joia da coroa da Princesa do Sertão". 

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Morre ator Robert Duvall


O ator americano Robert Duvall morreu aos 95 anos, no domingo, 15. A informação foi divulgada nesta segunda-feira,16. 
Ele foi indicado ao Oscar por sete vezes e venceu um prêmio de Melhor Ator por "A Força do Carinho" (1983). Foi indicado a Melhor Ator por "O Grande Santini: O Dom da Fúria" (1981) e "O Apóstolo" (1998), e a Melhor Ator Coadjuvante por "O Poderoso Chefão" (1973), "Apocalypse Now" (1980), "A Qualquer Preço" (1999), e "O Juiz" (2015).
Filmografia: "O Sol É Para Todos" (1962), "Pavilhão 7" (1963), "Caçada Humana" (1966), "No Assombroso Mundo da Lua" (1967), "Bullitt" (1968), "Bravura Indômita" (1969), "M*A*S*H" (1970), "Mato em Nome da Lei" (1971), "Sem Lei e Sem Esperança" e "Joe Kidd", em 1972, "A Conversação" e "O Poderoso Chefão - Parte II", 1974, "Rede de Intrigas" e "A Águia Pousou", em 1976, "Um Homem Fora de Série" (1984), "Colors: As Cores da Violência" (1988), "Dias de Trovão" (1990), "Um Dia de Fúria", "Gerônimo: Uma Lenda Americana" e "Recordações", em 1993, "O Jornal" (1984),  "A Letra Escarlate" (1995), "Fenômeno" (1996), "Impacto Profundo" (1998), "Um Ato de Coragem" (2002), "Os Donos da Noite" (2207), "As Viúvas" (2018), e "O Pálido Olho Azul" )2022), entre outros.


Mais uma adaptação cinematográfica de "O Morro dos Ventos Uivantes"


A primeira adaptação cinematográfica do livro da escritora britânica Emily Bronte (1818-1848), sobre amantes infelizes que destroem a si mesmos e a todos ao seu redor, foi em 1920 com "O Morro dos Ventos Uivantes", de A. V.  Bramble, com 
Colette Bretell e Milton Rosmer. 

Em 1939, "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de William Wyler, com Merle Oberon e Laurence Olivier (Foto 3), mais David Niven, Flora Robson, Geraldine Firzgerald e Leo G. Carroll. Teve oito indicações ao Oscar - Filme, Diretor, Ator, Atriz Coadjuvante, Roteiro, Direção de Arte, Música e Fotografia, que levou a única estatueta.

Em 1954, Luis Bunuel realizou "Escravos do Rancor" (Abismos de Pasión), uma recontagem parcial de "O Morro dos Ventos Uivantes" no México do século XIX. Com a atriz brasileira (do Rio de Janeiro, radicada no México) Irasema Dilián e Jorge Mistral (Foto 2).

Em 1970, "O Solar dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Robert Fuest, com Anna Calder-Marshall e Timothyy Dalton.

Em 1992, "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Peter Kosminsky, com Juliette Binoche e Ralph Fiennes.

Em 2011, "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Andrea Arnold, com Kaya Scodelario e James Howson. Produção do Reino Unido e Bélgica.

O livro rendeu ainda três filmes para a televisão, em 1948, 1962, 1998 e 2003, duas séries para a TV em 1967 e 1978, e uma minissérie em 2009. 

Agora, em 2026, com lançamento nacional nesta quinta-feira, 12, "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Emerald Fennell, com Margot Robbie e Jacob Elordi. No Orient CinePlace Boulevard, com cópia dublada, e sessões às 15h45, 18h20 e 21 horas.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Fã-clube dos aiatolás é uma vergonha para Londres

Enquanto os iranianos lutam pela liberdade, londrinos aplaudem os assassinos teocratas.

Brendan O'Neill, da Spiked, para a revista Oeste:

Se você quer saber o que significa traição, basta olhar para a marcha reacionária que tomou as ruas de Londres há duas semanas. Para ver o verdadeiro significado de traição, de hipocrisia, de uma apunhalada nas costas um povo já oprimido, testemunhe aqueles londrinos idiotas cantando louvores à República Islâmica no exato momento em que o grande povo do Irã luta para derrubar esse regime perverso. "Liberdade!", gritam os jovens iranianos. "De jeito nenhum", respondem as aberrações da capital britânica, com o cérebro corroído pelo islamismo.
Tomar as ruas para exaltar os teocratas impiedosos de Teerã já seria ruim em qualquer momento. Fazê-lo quando milhares de pessoas foram massacradas por esses teocratas pelo "crime" de ansiar por liberdade é imperdoável. Mas foi isso que aconteceu. Bem no seio da livre e moderna Londres. Milhares se reuniram numa marcha para vomitar sua baboseira reacionária sobre o "abjeto Estado Judeu" e sua crença descabida de que os aiatolás do Irã são uma força do bem. O movimento disfarçado de "protesto" foi, na verdade, uma dança em massa sobre as covas daqueles que foram trucidados pelos mulás.
A marcha foi convocada pela Coalizão Palestina, um grupo de burgueses imbecis que confunde odiar Israel com ter personalidade. Dos patetas de keffiyeh da Campanha de Solidariedade à Palestina aos hippies decadentes da Campanha pelo Desarmamento Nuclear, todos invadiram as ruas para lamentar os milhares de inocentes mortos pelos tiranos do Irã. Só que não - eles foram choramingar contra Israel. Enfim, o que mais podem fazer?

Apoiadores assistem a dezenas de milhares de manifestantes pró-Palestina que marcham da Russell Square até Downing Street, em Londres, Reino Unido, em 31 de janeiro de 2026, para a 34ª Marcha Nacional pela Palestina 

Fato é que, sequer cogitando oferecer solidariedade aos iranianos, falsos progressistas ainda zombaram dessas pobres almas aplaudindo seus assassinos. Alguns carregavam cartazes com o rosto do aiatolá Khamenei. Outros agitavam a bandeira da República Islâmica. E, claro, havia o habitual "antissionismo" demente que se apossou tanto das classes médias liberais quanto dos radicais islâmicos como uma erva daninha. Os privilegiados birrentos da Geração Z pediam para "chutar os sionistas para fora, fora, fora", chegando a encenar chutes para mostrar o tipo de violência que adorariam infligir aos "judeus malignos e invasores da Terra Santa". "Globalize a intifada", eles cantavam, para escancarar sua gana por violência.
Foi uma orgia de intolerância do tipo a que tristemente nos acostumamos desde 7 de outubro de 2023. Mas ainda pior. Para todos os efeitos, foi uma manifestação pró-assassinato, uma marcha em defesa da violência religiosa medieval, uma profusão de desculpas para a chacina apocalíptica de milhares de civis. Não quero ouvir um pio sequer das classes apreciadoras de brunch tentando se justificar: "Estávamos lá apenas para mostrar nosso apoio a Gaza", porque no minuto em que viram a bandeira da República Islâmica, o rosto do aiatolá e multidões elogiando aqueles açougueiros em Teerã deveriam ter se retirado. O fato de não terem feito isso, de terem se misturado de bom grado com apologistas da tirania islâmica, diz muito. Sugere que seu ódio descontrolado por Israel sufocou todas as suas faculdades morais.
Não contentes em derramar elogios aos islamistas assassinos do Irã, alguns também exaltaram seus representantes antissemitas. Houve pedidos para descondenar não apenas a Ação Palestina, mas também o Hezbollah e o Hamas. Os capangas do Hezbollah foram mobilizados para reprimir brutalmente o povo iraniano que anseia por liberdade. Imagine que você é uma mulher iraniana de 21 anos cujo rosto foi desfigurado por algum bárbaro misógino do Líbano. E então você vê pessoas em Londres que não estão do seu lado, mas sim do lado dele. Pedindo não para você ser libertada da tirania religiosa, mas para ele ser descondenado pelo governo britânico. O sentimento de traição seria avassalador.

Ameneh Bahrami, que ficou cega dos dois olhos em 2004 quando Majid Mohavedi jogou ácido em seu rosto depois que ela rejeitou suas propostas de casamento 

Precisamos encarar a gravidade do que aconteceu em Londres no sábado. Multidões se alinharam com o fanatismo islâmico. Abraçaram os assassinos de mulheres. Alinharam-se publicamente, com orgulho, às classes venais de aiatolás que ficam felizes em devastar milhares de vidas em nome da preservação de seu poder corânico. Foram raros os momentos em que a decadência moral das classes militantes esteve tão explícita - um regime religioso psicopata massacra milhares e essas pessoas dizem "Mas e Israel?!" ou, pior, "Ótimo".
A marcha de sábado foi um funeral da decência moral. Ninguém em sã consciência, com uma postura moral sólida, pode estar minimamente confuso sobre de que lado ficar no caso do Irã. Trata-se de uma teocracia que pune selvagemente as mulheres por viverem livres, que prende impiedosamente dissidentes e apóstatas, que matou sem pudor milhares que ousaram desejar liberdade. Se você olha para isso e pensa, "É complicado", então você abandonou completamente o reino da razão. Você fez as pazes com a barbárie.
Alguns dizem que os "gazólatras" das classes ativistas estão sendo hipócritas. Essas pessoas choram pelos mortos de Gaza, mas ignoram os mortos do Irã. Eu discordo. Há uma coerência moral aqui. Pois, tanto em sua fúria anti-Israel quanto em sua indiferença à carnificina no Irã, essas pessoas estão se aliando ao carnaval sangrento que é o fanatismo islâmico. Sua apologia do 7 de outubro e seu silêncio vergonhoso acerca dos massacres iranianos brotam da mesma fonte sombria e distorcida - uma simpatia estranha pelo islamismo, a crença de que esse fanatismo religioso representa algum tipo de resistência ao Ocidente, a Israel, ao capitalismo, à modernidade. Sua ira pela guerra em Gaza e sua frieza em relação ao massacre no Irã são provas sinistras da podridão moral do identitarismo.
Por quanto tempo mais entregaremos nossas ruas aos odiadores de Israel e ao fã-clube dos aiatolás? Às classes médias que aplaudem a intifada e aos islamistas que adoram os mulás? Àqueles que pensam que o revide da nação judaica contra seus invasores é "genocídio", mas o assassinato em massa de manifestantes por teocratas armados não é motivo para celeuma? Solidariedade em massa com os iranianos é do que precisamos agora. Só quero ver a bandeira da República Islâmica nas ruas de Londres se, no minuto seguinte, alguém atear fogo nela.
Brendan O’Neill é repórter-chefe de política da Spiked e apresentador do podcast The Brendan O’Neill Show, também da Spiked. Seu novo livro, After the Pogrom: 7 October, Israel and the Crisis of Civilisation, foi lançado em 2024.