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domingo, 6 de setembro de 2026

Quem lembra de Marinoel Martins?


Pois é. Quem lembra de Marinoel Martins? 

"Saudades, eu participei de "O Grito da Terra" como ator, ao lado de Lucy Carvalho. Fizemos um par romântico, ela como Loli e eu como Jorge", comentou ele na postagem "O Grito da Terra" disponibilizado no Itaú Cultural , feita no Blog Demais e no Facebook, no sábado, 5 de setembro. Solicitei dele para comentar sobre o filme que particiou há 62 anos. Como resposta, enviou foto dele com Maria Augusta São Paulo em cena do filme (Foto 2). Então, estava com 23 anos.

Antes, ele atuou em "O Caipora", de Oscar Santana, em 1962-1964. Lembro que Marinoel Martins também apareceu em telenovelas publicadas em revistas.

"Nasci na simplicidade da roça e ainda muito criança ajudando meu avô; ele me ensinou agradecer a Deus", está contido no seu perfil no Facebook - https://www.facebook.com/marinoel.martins

Aposentado, criador de conteúdo digital como Cowboy Modão 8.0 (Foto 3), completa 84 anos neste mês de setembro, mora em Rio de Contas.

  • Festival de Lençóis dá sequência à programação com plantio de mudas, reforço da cultura popular e consagração de grandes shows

    Segundo dia do evento reuniu ações de preservação ambiental, artesanato, manifestações da cultura quilombola, roda de conversa sobre o Jarê e shows

     

    Fotos: Uilami Dejan 
    Fotos: Claudiane Souza 

    O segundo dia do Festival de Lençóis deu sequência à programação com uma agenda marcada pela diversidade cultural e por uma atividade voltada à preservação ambiental. Logo no início da manhã, no sábado, 5 de setembro, a organização do evento promoveu o plantio de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, como jenipapo, pau-pombo, tamboriú e jacarandá-da-Bahia, reunindo cerca de 30 pessoas, entre turistas, guias, crianças e público interessado na iniciativa.

    Ao todo, foram plantadas 50 mudas, em uma ação realizada em parceria com o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), na área do Parque da Muritiba, na região da Trilha da Cachoeirinha. Já na parte da tarde, a Feira de Artesanato da Bahia teve sequência reunindo artistas plásticos e artesãos locais. O espaço movimentou a cidade com a comercialização de peças, objetos e acessórios produzidos por quem vive e trabalha na região. Moradora de Lençóis há 25 anos, Edite Bispo, que produz peças com palha, destacou a importância de participar do festival. "Eu sempre participo e adoro essa oportunidade. É muito bom estar aqui, mostrando e comercializando nosso trabalho, conhecendo pessoas e encontrando quem vem ao evento interessado na nossa arte", afirmou.

    A programação cultural teve sequência com a apresentação do Grupo de Teatro Infantil Meteoritos e logo depois com a Marujada Quilombola do Remanso e a Marujada Barcas em Rios. Com música, tradição, ancestralidade e memória, as manifestações levaram ao público expressões importantes da cultura popular e quilombola da região. "É muito gratificante participar. Trouxemos 12 integrantes para fazer a apresentação, cantando as canções da Marujada. Uma tradição que existe desde 1914", destacou Mestre Lício, da Marujada Barcas em Rios.

    Outro momento de destaque da tarde foi a roda de conversa "Jarê Encantado, Ancestralidade e Patrimônio Cultural". A ação contou com mediação da jornalista Cleidiana Ramos e abordou o Jarê como uma manifestação própria da Chapada Diamantina, além de aspectos de seu processo histórico e de outras religiões de matriz africana no Brasil.

    Fechando a programação do Mercado Cultural, a performance Auto do Boi Diamante levou ao palco uma manifestação ligada ao universo do boi-bumbá e à cultura popular. Para Zé Livera, cuidador e integrante do Boi Diamante, a apresentação teve como propósito fortalecer e compartilhar essa tradição."Nosso objetivo é levar a cultura do boi-bumbá, que tem uma relação muito forte com Lençóis e com a cultura popular. Foi muito bonito ver a receptividade do público, que demonstrou interesse e interagiu com com a gente”, afirmou.

    Já à noite, foi a vez do Palco Lençóis receber uma programação musical que começou às 19h30, com André Fonseca & Jamile Santos. Às 21 horas subiu ao palco Rachel Reis. Fechando, às 23 horas, foi a vez de Michel Teló comandar a festa com hits e clássicos do sertanejo, encerrando a segunda noite do festival.

    André Fonseca e Jamile Santos apresentaram no festival um novo show, pensado a partir da atual fase da dupla como artistas independentes. "A ideia foi mostrar que somos uma potência, que podemos fazer acontecer e ocupar esses espaços", destacou André. Jamile completou ressaltando que confluir é a palavra central da nova proposta. "A gente acredita muito nessa filosofia de confluir. É o elemento do sol, da terra, tudo misturado, tudo se encontrando e formando uma coisa só", afirmou.

    Rachel Reis destacou o fato de ser o seu primeiro show em Lençóis. "Estava até apreensiva, se as pessoas iam me ver, se iam me assistir. Não só juntou uma galerinha, como até o final da praça tinha gente. Uma energia incrível, o calor e a recepção não poderiam ter sido melhores".

    Já Michel Teló também destacou o fato de ser a sua estreia no festival e que era o primeiro sertanejo da história a participar. Destacou que quer voltar para Lençóis e Chapada Diamantina, desta vez para passear. "Só agradecer o carinho do público. É um evento conhecido por ser eclético, por ser uma grande mistura. Por isso no show quis trazer um pouco de todos os ritmos. Muito feliz em estar aqui".

    Programação do último dia do Festival de Lençóis

    Mercado cultural

    14 às 22 horas - Feira do Artesanato da Bahia;

    15 horas - Capoeira Corda Bamba;

    17 horas - Palestra "A importância de desacelerar a vida e conviver com a natureza", com Alexandre Coimbra e mediação de James Martins.

    Coreto

    18 horas - Trio de forró com Élisson Moura & convidados

    Palco Lençóis

    19h30 - Phylarmônica Lyra Popular de Lençóis;

    21 horas - Larissa Luz;

    23 horas - Cidade Negra.

    Enviado por Bruno Ganem

    sábado, 5 de setembro de 2026

    Revisão de "Crepúsculo de uma Raça"



    Revisão do clássico western "Crepúsculo de uma Raça" (Cheyenne Autunm), de John Ford, 1964. Um épico histórico que trata sobre um êxodo indígena. Último western dirigido por Ford. Foi indicado ao Oscar de Melhor Fotografia e indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante para Gilbert Roland. Com pouco mais de duas e meia horas de duração, o filme tem "Overture" e "Intermission".

    Em 1878, quando a agência governamental falha em entregar até mesmo os escassos suprimentos devidos por tratado à orgulhosa tribo Cheyenne em sua árida reserva desértica, os índios famintos sofreram mais abusos do que valem a pena e também os quebram embarcando em uma jornada de 1.500 milhas de volta às suas terras de caça ancestrais. O capitão de Cavalaria dos Estados Unidos Thomas Archer (Richard Widmark)  tem a missão de conter os índios. Mas, passa a respeitá-los pela nobre coragem deles e decide ajudá-los.

    Conta com um grande elenco: Carroll Baker, Dolores Del Rio, Gilbert Roland, Ricardo Montalban, Sal Mineo, Karl Malden, James Stewart, Arthur Kennedy, Edward G. Robinson, Patrick Wayne, John Carradine, Elizabeth Allen, Mike Mazurki, George O'Brien, Victor Jory, Ben Johnson, Sean McClory, Ken Curtis, Carmen D'Antonio, Walter Baldwin, Willys Bouchey, Harry Carey Jr., Judson Pratt, Chuck Robertson, Chuck Hayward, John Qualen, Mae Marsh, Walter Reed, Bill Williams, Bing Russell e Carleton Young.

    Em uma entrevista de 1966 com o então crítico de cinema Peter Bogdanovich, John Ford explicou por que ele queria fazer o filme: "Eu queria fazer isso há muito tempo. Eu matei mais índios do que Custer, Beecher e Chivington juntos... Sejamos sinceros, nós os tratamos muito mal - é uma mancha em nosso escudo; nós enganamos e roubamos, matamos, assassinamos, massacramos e tudo mais, mas eles matam um homem branco e, Deus, saem as tropas."

    Feira ontem

     

    Há 56 anos, em 5 de setembro de 1970, um dia de sábado, circulou o primeiro número do jornal "Feira Hoje".

    Festival de Lençóis estreia 27ª edição com música, cultura, artesanato e reflexão sobre sustentabilidade

    Primeiro dia do evento reuniu artistas, manifestações da cultura popular, produtores locais e debates sobre meio ambiente e patrimônio histórico da Chapada Diamantina




    A 27ª edição do Festival de Lençóis começou na sexta-feira, 4 de setembro, reunindo música, cultura popular, religiosidade, artesanato e debates sobre sustentabilidade. A abertura do evento, um dos principais da Bahia, movimentou diferentes espaços da cidade, com programação no Mercado Cultural e no Palco Lençóis, em uma noite que celebrou as tradições da região e promoveu encontros entre moradores, turistas, artistas e produtores culturais.

    O dia começou com a Feira do Artesanato da Bahia, que ocupou o Mercado Cultural com a comercialização de objetos, acessórios, peças artísticas e outros produtos confeccionados por produtores locais. Ao longo do dia, o espaço recebeu turistas e moradores de Lençóis, movimentando a economia criativa e valorizando o trabalho de artesãos que encontram no festival uma oportunidade de apresentar e comercializar seus produtos.

    Entre os expositores estava Edileuza Menezes, que veio de Wagner, município a cerca de 67 quilômetros de Lençóis, para comercializar suas bonecas de pano. Para ela, participar do festival já faz parte da tradição. "Evento maravilhoso, atrai turistas, sempre marco presença todos os anos e a cada ano está melhor", afirmou.

    O Mercado Cultural também recebeu o painel "Meio Ambiente, Cultura e Patrimônio, Desafios da Sustentabilidade", com participação do mestre em ciências ambientais Delmar Araújo e do superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) na Bahia, Hermano Queiroz, com mediação do jornalista James Martins. O encontro promoveu um bate-papo sobre a história de Lençóis, a importância dos bens culturais da cidade e a função social do patrimônio público histórico, aproximando o público de uma discussão sobre preservação, memória e sustentabilidade.

    A noite de estreia foi tomada pela música no Palco Lençóis. A programação começou às 19 horas com a Família Grãos de Luz e Griô, seguida pela apresentação de Hélio Bahia, que interpretou grandes clássicos da música brasileira. Na sequência, o público acompanhou o cortejo Abrindo os Caminhos, com Samba de Roda das Baianas de Lençóis, Percuhitts e Reisado da Viola. Encerrando a noite, o Banjo Novo subiu ao palco para sua apresentação.

    Representando a Família Grãos de Luz e Griô, o professor Márcio Caires destacou a proposta apresentada pelo grupo durante a abertura. "Trouxemos temas que levaram à reflexão, com uma abordagem de temas profundos para a região. Esse foi o nosso diferencial no palco", afirmou.

    Para Hélio Bahia, participar do Festival de Lençóis representa uma oportunidade especial. "O Festival de Lençóis é um dos maiores do Nordeste e, para mim, foi uma alegria participar. É muito especial estar em um evento que já recebeu grandes artistas no palco. Nada melhor do que estar aqui", celebrou o artista.

    Estreando no festival, Samora Lopes, um dos idealizadores do Banjo Novo, também comemorou o convite. "É uma alegria muito grande estar presente e estrear no Festival de Lençóis. É um marco importante para o grupo, ainda mais sendo um projeto tão novo. É a nossa primeira vez na Chapada Diamantina, abrindo caminhos para um novo público e mostrando o nosso trabalho para essas pessoas", destacou.

    Quem também marcou presença na abertura foi Rodrigo Santos Carneiro, ouvidor da Bahiagás, que ressaltou a relação da instituição com o evento. "É uma grande satisfação estar mais uma vez no Festival de Lençóis. É uma parceria de várias edições, que é muito mais que um patrocínio, e sim uma forma de valorizar a cultura, fortalecer o turismo e contribuir para o desenvolvimento da Bahia", afirmou.

    Além do patrocínio da Bahiagás, o evento conta com o apoio do Banco do Nordeste (BNB) e da Prefeitura Municipal de Lençóis.

    Programação deste sábado, 5 de setembro

    Mercado Cultural

    14 às 22 horas, Feira do Artesanato da Bahia

    15 horas, Grupo de Teatro Infantil Meteoritos, "Casa Luz da Manhã"

    16 horas, Performance Auto do Boi Diamante

    16h30, Marujada Quilombola do Remanso e Marujada Barcas em Rios

    17 horas, Palestra "Jarê Encantado, Ancestralidade e Patrimônio Cultural", com Pedro Rangel, Sandoval do Jarê, Dona Maninha (Quilombo do Remanso) e Hermano Queiroz (Iphan), com participação de Ângela Guimarães (Sepromi) e mediação da jornalista Cleidiana Ramos

    Coreto

    18 horas, Trio de Forró com Élisson Moura e convidados

    Palco Lençóis

    19h30, André Fonseca & Jamile Santos

    21 horas, Rachel Reis

    23 horas, Michel Teló

    Crédito das imagens: Claudiane Souza.

    Enviado por Bruno Ganem

    "O Grito da Terra" disponibilizado no Itaú Cultural


    O filme "O Grito da Terra", de Olney São Paulo, 1964, está na IC Play do Itaú Cultural, como parte da mostra retrospectiva Ocupação Helena Ignez, em cartaz até 18 de outubro. A nova cópia, agora disponibilizada ao público, surge de um trabalho de digitalização da Cinemaeteca Brasileira com apoio do Itaú Cultural.

    O Blog Demais está tomando conhecimento com a dica do cineasta José Umberto, que pelo WhattsApp enviou mensagem: "vc viu que o Itaú tá disponibilizando 'O grito da terra'?" Imediatamente, criei conta na IC Itaú e posso ver filmes, sem pagar nada, aproveitando a diversidade do audiovisual brasileiro.

    "A travessia de Helena Ignez pelo cinema brasileiro conta quase sete décadas de trabalho como atriz e diretora de filmes. Das raízes baianas do Cinema Novo a mais nova produção audiovisual independente, passando pela experiência radical da Belair, produtora criada por ela, Rogério Sganzerla e Julio Bressane em 1970, seu percurso cruza toda a história do cinema brasileiro moderno."

    "Por que ver

    Filmado no distrito de Bonfim de Feira, em 1964, ano do golpe militar, a obra é um prenúncio das preocupações sociais que alcançam o cinema brasileiro da época, nos quais a política e a arte de filmar se confundem intensamente. Uma crônica rural lírica e regionalista, composta de belos planos e muita poesia, baseada no romance homônimo de Ciro Carvalho Leite."

    Para assistir, crie conta na IC Play


    'Consórcio' de Lula com ministros do STF tenta isolar Mendonça, e isso é bom para ele

    Quanto mais o sistema estrebucha, mais a opinião pública o vê como juiz que não se dobra aos poderosos

    Ministro André Mendonça (STF) - (Foto: Luiz Silveira/STF).

    Por Cláudio Humberto

    André Mendonça logo se firmou como um dos mais admirados ministros do Supremo, por sua coragem, decência, rigor técnico e serenidade nas relatorias das fraudes bilionárias contra aposentados do INSS e clientes do Banco Master, atingindo poderosos em cheio, incluindo colegas. A turma que compartilha o poder no Brasil - Lula (PT), lulistas do STF e o presidente do Senado - tentam a isolar Mendonça, mas isso o fortalece: quanto mais o sistema estrebucha, mais a opinião pública o vê como juiz que não se dobra aos poderosos e inspira temor em cada um deles.

    Inspirando confiança

    A firmeza com que enfrenta o dilema de investigar o poder ou preservar o poder é o que o tornou, para os brasileiros, figura de confiança.

    Reconhecimento

    Agora, aonde chega, em eventos jurídicos ou nos cultos semanais de sua igreja em São Paulo, o tímido ministro André se vê ovacionado.

    Tudo a seu tempo

    Até mesmo antipetistas compreendem seu cuidado no caso envolvendo tráfico de influência e corrupção Lulinha, filho de Lula (PT).

    Dilema do STF

    Dividido entre relatoria e retaliação, o STF tem outro dilema: preservar ou hostilizar quem é sua esperança de reconquistar respeito e confiança.

    Fonte: https://diariodopoder.com.br/

    Caravana do Bebê chega ao Boulevard Shopping

     Produtos a partir de R$3,99 e enxovais completos a partir de R$100,00

    Feira de Santana recebe a quinta edição do evento, que acontece de 7 a 13 de setembro e reúne fabricantes e expositores especializados em artigos para bebês, gestantes e crianças



    As famílias de Feira de Santana e região terão uma oportunidade especial para adquirir produtos infantis com preços diferenciados entre os dias 7 e 13 de setembro. A Caravana do Bebê, considerada uma das principais feiras itinerantes do segmento materno-infantil do país, realiza sua quinta edição na cidade e estreia no Boulevard Shopping, na área Boulevard Experience, ao lado do Sam's Club. 

    O evento reúne expositores especializados e fabricantes de diversas regiões, oferecendo tudo o que é necessário para a montagem completa do enxoval, desde chupetas e acessórios até móveis e itens para a decoração do quarto do bebê. A feira contempla ainda produtos para gestantes, recém-nascidos e crianças em diferentes faixas etárias. 

    Um dos diferenciais da Caravana do Bebê é a presença predominante de fabricantes entre os expositores, fator que possibilita preços mais atrativos ao consumidor. Os visitantes encontrarão produtos a partir de R$ 3,99 e opções de enxoval completo a partir de R$ 100,00 além de condições facilitadas de pagamento em até 10 vezes sem juros.

    Além de atender famílias que estão se preparando para a chegada de um bebê ou renovando o enxoval das crianças, a feira também atrai comerciantes da região, que aproveitam a oportunidade para adquirir produtos diretamente dos fabricantes e revender em seus estabelecimentos.

    A expectativa da organização é receber milhares de visitantes ao longo dos sete dias de evento, fortalecendo o comércio local e ampliando o acesso a produtos infantis com preços competitivos.

    Serviço

    Caravana do Bebê

    Data: 7 a 13 de setembro de 2026

    Local: Boulevard Shopping de Feira de Santana

    Endereço: Boulevard Experience, ao lado do Sam's Club

    Horário: Durante o funcionamento do shopping

    Entrada: Gratuita 


    Enviado pela ComunicAtiva Associados

    Revisão de "À Sombra de um Gigante"


    Mais uma revisão do drama de guerra "À Sombra de um Gigante" (Cast a Giant Shadow), de Melville Shavelson,1966. Foi visto no Cine Santanópolis, em 1969. Um grande filme sobre a independência de Israel.
    Trata-se de um relato ficcional das experiências do histórico oficial militar judeu-americano, o coronel David "Mickey" Marcus, que nomeado general, comandou unidades das incipientes Forças de Defesa de Israel (FDI) durante a Guerra Árabe-Israelense de 1948. Ele se torna o primeiro general israelense desde Josué dos tempos bíblicos.
    Em 1947, após a decisão da ONU de dividir a Palestina britânica em estados judeus e árabes separados, um ex-oficial do Exército dos Estados Unidos, David Marcus (Kirk Douglas) é recrutado pelos judeus para ajudá-los a formar um exército. Os árabes se opõem à criação do estado de Israel. 
    São muitas citações bíblicas, com referências à Bíblia, Deus, cruz, Davi, Jericó, Jerusalém, Josué, Masada, Moisés, Nabucodonossor, Noé, Salomão, Tito. Salmos, como o 23 ("O Senhor é meu pastor..."), "dura cerviz", mandamentos. Também, referência ao Holocausto.
    No elenco, Angie Dickinson, Senta Berger, Yul Brynner, John Wayne, Frank Sinatra, James Donald, Stathis Giallelis, Topol, Ruth White, Gordon Jackson, Michael Hordern, Alan Cuthbertson, Jeremy Kemp, Rina Ganor e Gary Merril. Estreia no cinema de Michael Douglas, como um motorista.
    Na trilha musical, "Hava Nagilla", tradicional música folclórica hebraica, escrita por Abraham Zevi Idelsohn, em 1918.

    sexta-feira, 4 de setembro de 2026

    Raymundo Luiz Lopes e o legado da 'Sitientibus'


    Um registro publicado pelo jornal 'Feira Hoje' em 25 de fevereiro de 1995 revela parte da importante contribuição do professor, escritor e poeta Raymundo Luiz Lopes para a história intelectual da Universidade Estadual de Feira de Santana.
    A reportagem anunciava o lançamento da 11ª edição da 'Sitientibus', revista idealizada por Raymundo e publicada pela Uefs desde 1982. Já naquela época, o periódico era apresentado como uma das melhores publicações universitárias do gênero, reunindo trabalhos de diversas áreas do conhecimento.
    Sob a editoria de Raymundo Luiz Lopes, a 'Sitientibus' abriu espaço para professores, estudantes e pesquisadores divulgarem resultados de anos de investigação. O objetivo, conforme explicou à reportagem, era inserir novos conceitos e trabalhos na comunidade científica e oferecer oportunidades para que profissionais apresentassem os frutos das pesquisas desenvolvidas.
    Os exemplares eram enviados, em regime de intercâmbio, a universidades de todo o Brasil. A 11ª edição também havia chegado ao meio acadêmico argentino. Esse intercâmbio permitia receber outras publicações e ampliar o acervo da Biblioteca Central da Uefs, beneficiando estudantes e pesquisadores.
    O nome 'Sitientibus', expressão latina dirigida "àqueles que têm sede de saber", traduzia com precisão a missão assumida pela revista. Ao longo de cerca de três décadas e 45 edições impressas, a publicação ajudou a difundir a produção acadêmica da Uefs e a levar o nome da Universidade para além das fronteiras de Feira de Santana.
    Professor aposentado da Uefs, Raymundo Luiz Lopes construiu também uma trajetória reconhecida na literatura, com participação na revista 'Hera', em antologias e em outras publicações. É autor do livro de poemas 'Velas de Arribação'.
    Na Academia Feirense de Letras, ocupa a Cadeira 35, que tem Juventino Pitombo como patrono. Ao recuperar este registro de 1995, a Academia homenageia o educador, escritor e editor que transformou a sede de conhecimento em um duradouro legado para a Universidade e para Feira de Santana.

    Fonte: Academia Feirense de Letras 

    Acesse a Biblioteca Digital Outran Borges no site da Academia Feirense de Letras 

    Siga @academiafeirensedeletras

    "A Sombra da Outra": A psicologia vai ao cinema nacional



    Por Carlos Modesto

    Quando Hollywood fez o filme "As Três Máscaras de Eva" em 1957, com a atriz Joanne Woodward, que ganhou o Oscar com esta película, causou furor no mundo inteiro. O tema de tripla personalidade foi levada à tela de uma forma formidável, agradando a plateia cinematográfica como a de médicos especialistas no tratamento da mente humana. Só que muita gente não sabe que oito anos antes (1949), o cinema brasileiro já havia abordado um tema parecido, só que foi de dupla personalidade em um filme da Atlântida Cinematográfica.

    Em "As Três Máscaras de Eva" o roteiro conta a história real de uma dona de casa, Eva White (Joanne Woodward) uma esposa e mãe recatada, calma e depressiva que sofre de fortes dores de cabeça e apagões frequentes. Preocupado com o comportamento estranho e por vezes violento da esposa, seu marido a leva para se consultar com um médico psiquiatra. Durante o tratamento sob hipnose, o Dr. Luther descobre que Eva sofre de Transtorno Dissociativo de identidade (múltipla personalidade). Logo surge Eva Black, uma mulher impulsiva, festeira e sedutora, totalmente oposta a figura de Eva White, seguida mais tarde pelo surgimento de uma terceira personalidade, Jane. O psiquiatra embarca em uma longa jornada terapêutica para decifrar as memórias perdidas da paciente, entender a origem do trauma e tentar integrá-las em uma única cura.

    E no roteiro do filme nacional, "A Sombra da Outra" realizado em 1949 e lançado em 1950, foi escrito pelo diretor cinematográfico Watson Macedo - tio da artista do filme Eliana Macedo - e Alinor Azevedo, baseado na radionovela "A Outra", de Amaral Gurgel, e no romance literário "Elsa e Helena", de Gastão Cruls. O elenco principal do filme contava com as presenças de Anselmo Duarte, Mário Lago, Ruth de Souza, além da atriz principal já citada acima, Eliana Macedo. A película conseguiu ganhar importantes premiações da crítica nacional da época, como: o Melhor Filme Brasileiro de 1950 pela Associação de Cronistas Cinematográficos, além do Prêmio de Melhor ator para Anselmo Duarte e Melhor Direção para Watson Macedo. O romance de Gastão Cruls foi transformado num drama psicológico policial envolvendo um caso de dupla personalidade.

    Atualmente, a película "A Sombra da Outra" é considerada praticamente perdida, restando dela apenas poucos registros da época e negativos danificados. Foi o filme preferido do diretor das chanchadas da Atlântida, Watson Macedo, que para dirigí-lo foi preciso realizar alguns filmes da produtora gratuitamente.

    Hoje essa película seria muito interessante revê-la, pois trata-sede um tema bastante interessante sobre a natureza da mente humana, num tempo em que, quase nada se conhecia sobre o cérebro humano.

    Ficha Técnica do filme:

    Elenco: Eliana Macedo, Anselmo Duarte, Ruth de Souza, Mário Lago, Cecy Medina, Fregolente, Carlos Cotrim, Lícia Magna, Antônio Nobre, Mário Azevedo, Navarro de Andrade, Sérgio de Oliveira.

    Direção musical: Lírio Panicalli; Direção de fotografia: Edgar Brasil; Operador de câmara: Pedro Torre; Direção de som: Aloisio Viana e Jesus Narvaez; Montagem: Serafim Moura e Wilson Monteiro; Roteiristas: Alinor Azevedo, Gastão Cruls e Amaral Gurgel; Direção: Watson Macedo.

    Imagens: Banco de Conteúdos Culturais da Cinemateca Brasileira

    Carlos Modesto é cinéfilo

    TRE-BA suspende expediente na segunda-feira em razão do feriado da Independência

    Eleitores podem acessar serviços da Justiça Eleitoral por meio do Autoatendimento Eleitoral 



    Na próxima segunda-feira, 7 de setembro, o expediente será suspenso nas unidades do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), incluindo cartórios eleitorais, secretarias e a Central de Atendimento ao Público. A medida ocorre em razão do feriado nacional da Independência do Brasil, previsto na Lei Federal nº 10.607/2002 e no calendário de feriados e pontos facultativos do TRE-BA para 2026, estabelecido pela Portaria nº 396, de 16 de junho de 2025.

    O atendimento presencial será retomado normalmente na terça-feira, 8. Durante o feriado, eleitores que precisarem acessar serviços da Justiça Eleitoral poderão utilizar o Autoatendimento Eleitoral, disponível on-line. A plataforma oferece diversos serviços, como emissão de certidões, consulta à situação eleitoral e verificação do local de votação.

    Unidades do SAC

    Os postos da Justiça Eleitoral instalados nas unidades do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) seguem cronograma próprio de funcionamento, definido pela Secretaria da Administração do Estado da Bahia (Saeb). Informações sobre locais e horários de atendimento estão disponíveis no portal do TRE-BA, na seção “Serviços, horários e locais”.

    Enviado pela Coordenadoria de Comunicação Social do TRE-BA

    Nota de Falecimento