Por Tatiane Melchior Stefanello Hodson
Depois de lavar incansavelmente a roupa suja familiar em frente aos holofotes midiáticos, Michelle cansou de ser apenas a "lavadeira". Afinal, faltam poucos meses para a eleição, e a coceira por um cargo importante, que possa colocá-la em extrema evidência novamente, é muito mais importante do que tirar o PT do poder.
Atrapalhar a candidatura de Flávio com um vídeo ridículo não foi suficiente. Michelle quer alçar vôos e votos mais altos. Decidiu que é a mulher mais poderosa do Brasil e fundou a sua própria Liga da Justiça: as "Imparáveis".
Escolheu a Mulher- Maravilha como o personagem que representa o seu movimento feminista de direita (como se feminismo de direita existisse). Michelle está equivocada em suas atitudes e desejos. Seus fãs inflaram seu ego a tal ponto que ela não resistiu ao canto da sereia. Acreditou na adulação dos fãs, que a colocaram num pedestal, sem entender que muitos deles só almejam a desunião do movimento conservador no país.
Não a culpo por sonhar, mas há uma grande diferença entre querer ajudar o Brasil, e saber o seu lugar como coadjuvante política.
Em vez de atrapalhar a candidatura de Flávio, ela deveria ter respeitado a decisão do marido e trabalhado com afinco e humildade pela eleição do enteado.
Será que Michelle não percebe que, ao antagonizar o seu "galego", ela está ajudando o inimigo?
Depois das ações atrapalhadas da ex-primeira dama, Jair se viu obrigado a enviar uma carta pública esclarecendo a quem ele apoia. Em seguida, o PT já pediu judicialmente a volta do ex-presidente ao presídio, por ter violado instruções do STF.
Será que Michelle não se importa com as consequências de seus atos? Jair está em prisão domiciliar, centenas de presos políticos na cadeia, o PT destruindo o país, e tudo o que ela pensa é em ser a protagonista- a "Imparável"?
Michelle caiu vertinosamente. Passou de uma ex-primeira dama admirada, elegante e bem maquiada, a mais uma traidora do Bolsonarismo.
No imaginário popular, se juntou a figuras patéticas como Joice Hasselman.
O Brasil não precisa de "Imparáveis", Michelle. Precisamos de homens e mulheres íntegros, honestos, fiéis aos princípios conservadores e às suas famílias. Pessoas sem ego inflado nem discursos hipócritas, e que estejam prontas a todo sacrifício pessoal para ajudar o país a sair das mãos do partido das trevas.
Fonte: https://www.caoquefuma.com/






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