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Pré-venda no Orient Cinemas Boulevard

Pré-venda no Orient Cinemas Boulevard
29/07 a 05-08: 13 - 16 - 19 (Dublado) - 20h40 (Legendado)

sábado, 25 de julho de 2026

Flávio se emociona ao lembrar do pai durante convenção: ‘O legado está vivo’

'Por trás desse grande pai, há um patriota como eu nunca vi igual', afirmou o candidato ao Planalto

Veja o vídeo abaixo:

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se emocionou neste sábado, 25 de julho, durante a convenção nacional do Partido Liberal (PL), ao homenagear o ex-presidente Jair Bolsonaro. O evento, realizado em São Paulo, oficializou a candidatura de Flávio à Presidência da República nas eleições deste ano.

Flávio exibiu um vídeo em homenagem ao pai e destacou a trajetória do ex-presidente diante de apoiadores e lideranças da legenda.

"Saibam que, por trás desse ser humano, desse grande pai, tem alguém com um coração gigante, um patriota como eu nunca vi igual na minha vida, alguém que só quer o bem do nosso Brasil", afirmou o senador.

Após a convenção, Flávio compartilhou o momento nas redes sociais e reforçou a homenagem ao ex-presidente.

"Quem também está com saudades de Jair Bolsonaro? Podem ter certeza, o legado está vivo! Vamos honrar o Brasil!", escreveu na legenda da publicação.

Como mostrou o "Diário do Poder", a convenção também foi marcada pela exibição de um vídeo produzido com Inteligência Artificial (IA) que reproduziu a imagem e a voz de Jair Bolsonaro.

A gravação informava, logo no início, tratar-se de uma simulação e transmitia uma mensagem de apoio do ex-presidente à candidatura do filho.

Na mensagem reproduzida por IA, Bolsonaro afirma que "nenhuma prisão vai calar o sentimento de esperança" e apresenta Flávio como seu sucessor político.

"Peço que vocês recebam de braços abertos a pessoa que escolhi para me substituir, sangue do meu sangue, o Flávio. Vem com fé. O Brasil tem futuro. E o futuro é Flávio Bolsonaro presidente", diz o vídeo exibido durante a convenção.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/

A canalhice da "imprensa" não tem limite

Por Leandro Ruschel

Em 19 de julho, no ato dos 47 anos da revolução sandinista, Daniel Ortega, companheiro de Foro de São Paulo, anunciou que "não haverá mais eleições" na Nicarágua, para que a oposição não chegue ao poder. Sem poder deixar de condenar o autogolpe, a Folha fez o que a militância de redação sabe fazer: saiu à procura de um "equivalente" do outro lado. E escalou Nayib Bukele. 

O texto vergonhoso "esquece" que Bukele foi reeleito em 2024 com quase 85% dos votos, depois de ter praticamente ACABADO com o crime no país que, em 2015, era o mais violento do planeta, com 103 homicídios por 100 mil habitantes. El Salvador fechou 2025 com 82 homicídios. Oitenta e dois, no país inteiro, no ano inteiro.

É razoável questionar medidas do governo Bukele quanto ao devido processo legal, e a reeleição indefinida aprovada em 2025 merece crítica. Também é certo que nenhum país com aquela violência encerraria o ciclo do crime sem romper com a lógica dos "direitos dos manos", em que o criminoso acumula direitos infinitos e a vítima tem apenas o direito de perecer diante dele, exatamente como ocorre no Brasil.

Só que em El Salvador há eleição marcada para 2027 e há oposição no parlamento. Ortega acaba de anunciar que eleição não haverá mais nenhuma.

Mas a principal falha do editorial nem é a falsa equivalência entre um governo eleito que combate o crime e um regime comunista sem eleições, que reprime o opositor, não o bandido.

O maior problema da peça é não mencionar o Brasil.

A Folha também ignora as centenas de presos, condenados e exilados políticos produzidos pelo estado de exceção brasileiro. Não se trata de dizer que todo mundo que estava em Brasília no 8 de Janeiro era inocente, nem que vandalismo não deva ser punido. Trata-se de olhar para o que foi feito com os réus.

Eles foram julgados diretamente pelo Supremo, sem foro especial e em velocidade recorde para os padrões da corte, e assim perderam a revisão integral da condenação por instância superior. O tribunal que se declarou vítima dos fatos investigou, acusou na prática e julgou. Moraes, apresentado como alvo pessoal da suposta trama, foi o relator dos processos. As condutas foram tratadas em bloco. Somem-se as preventivas prolongadas, a censura de redes sociais, cujo número exato ninguém conhece até hoje, e os 552 acordos condicionados à confissão de culpa.

Quando alguém é perseguido pela sua posição política, julgado por quem se apresenta como vítima, sem juiz natural, sem duplo grau de jurisdição, sem individualização de conduta e sob severas limitações ao exercício pleno da defesa, o nome disso é prisão política. Há ainda os brasileiros que não podem voltar ao país sem risco de prisão por mera manifestação de opinião. Jair Bolsonaro é o exemplo mais evidente: o líder da oposição condenado por magistrados que o tratavam publicamente como ameaça à democracia e que figuravam como vítimas do próprio enredo levado a julgamento.

E não é leitura minha. Sempre que a palavra final coube a uma autoridade fora do Brasil, a conclusão foi a mesma. Os Estados Unidos não entregaram Allan dos Santos, porque o que a justiça brasileira definiu como crime é tratado ali como discurso protegido, e a Interpol se recusou a incluí-lo na lista vermelha por falta de indícios. A Audiência Nacional espanhola negou em definitivo a extradição de Oswaldo Eustáquio, apontando conexão e motivação política. A Argentina concedeu refúgio a um condenado do 8 de Janeiro por fundado temor de perseguição política. E a Corte de Cassação da Itália, ao recusar a entrega de Carla Zambelli, escreveu o óbvio sobre Moraes, ofendido e julgador no mesmo processo: "a coincidência entre a figura da vítima e a do juiz" compromete a imparcialidade que se exige de um Estado de Direito.

Quatro jurisdições diferentes, a mesma leitura. Só a Folha não conseguiu enxergar.

O regime autoritário brasileiro foi inaugurado pelo Ato Institucional de 2019, o "Inquérito das Fake News", aberto por portaria do Judiciário, sem provocação do Ministério Público, para criminalizar a crítica a ministros do Supremo, e usado com fúria na reação à descondenação do establishment pego com a mão na botija na Lava Jato.

À época, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou o arquivamento do inquérito e pediu que a portaria fosse declarada ilegal e inconstitucional, apontando investigação conduzida por "verdadeiro tribunal de exceção". Moraes recusou o arquivamento, contrariando a jurisprudência da própria corte, segundo a qual o pedido do procurador-geral é de atendimento irrecusável, e tocou o inquérito assim mesmo. Está tocando até hoje.

No Brasil, a sua liberdade de expressão depende da sua inclinação política. Esquerdista confessa a difamação em livro, vira "mestre" das redes sociais e ensina, em evento do PT, que "vale tudo para salvar a democracia". Lula chama o adversário de "genocida" e, num palanque em Catalão, em junho, lembrou que traidor da pátria costumava ser enforcado, com os filhos de Bolsonaro em mente. Já quem pendura na própria janela uma faixa com a palavra "ladrão", sem citar nome nenhum, recebe a visita da Polícia Federal, como em Presidente Prudente.

A Folha não pode denunciar a ditadura nicaraguense sozinha. Precisa do par, do “equivalente” de direita, porque condenar o autoritarismo pelo critério, e não pelo lado, chegaria ao Brasil. E aí estaria exposta a hipocrisia do próprio “jornal”, que passou anos justificando o estado de exceção brasileiro em nome da “defesa da democracia”.

Autocracia, para a “imprensa profissional”, é sempre um fenômeno distante. E medido com réguas diferentes conforme o governo seja de esquerda ou de direita.

A Folha denuncia a Nicarágua e fabrica um equivalente em El Salvador para não confessar o seu próprio papel na destruição do Brasil.

Fonte https://www.caoquefuma.com/

Feira de Santana Beauty deve movimentar o setor da beleza e impulsionar negócios na região

Evento reunirá mais de 100 marcas e milhares de profissionais entre os dias 2 e 4 de agosto.

 



A cidade de Feira de Santana receberá, entre os dias 2 e 4 de agosto, a quarta edição da Feira de Santana Beauty, evento que se consolida como um dos principais encontros de negócios da indústria da beleza na Bahia.

 

Realizada no Ária Hall, das 14 às 20 horas, a feira reunirá fabricantes, distribuidores, importadores e empresas especializadas em cosméticos, equipamentos e acessórios para atender profissionais de diversos segmentos da beleza.

 

A expectativa da organização é receber aproximadamente cinco mil profissionais, além de 30 caravanas provenientes de cidades do interior da Bahia, fortalecendo o turismo de negócios e movimentando hotéis, restaurantes, transporte e o comércio local.


Durante os três dias, os visitantes encontrarão mais de 100 marcas expositoras, lançamentos do mercado, oportunidades comerciais e produtos com descontos que podem chegar a 80%.

 

O mercado brasileiro da beleza continua entre os mais relevantes do mundo. Dados da Abihpec indicam que o setor representa uma das atividades econômicas mais dinâmicas do país, com forte geração de empregos, empreendedorismo e inovação. Estudos também apontam crescimento contínuo do segmento nos próximos anos.  


Além da feira de negócios, os visitantes poderão participar gratuitamente de workshops técnicos realizados ao longo da programação.


Para visitar a feira é necessário realizar o credenciamento antecipado pelo site belezaemfeira.com.br e entregar 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a instituições sociais de Feira de Santana.


Enviado por Orisa Gomes - Jornalismo Notre Comunicação

 

Revisão da comédia "1941: Uma Guerra Muito Louca"


Revisão da comédia pastelão "1941: Uma Guerra Muito Louca" (1941), de Steven Spielberg, 1979, um filme de grande elenco e orçamento. "A paranóia encontra o pandemônio", a frase de efeito publicitário no lançamento. Foi indicado a três prêmios Oscar: Fotografia, Som e Efeitos Especiais. Foi exibido no Cine Timbira, no início dos anos 80.

Satiriza a guerra, com hilariedade, humor negro, non sense e muita insanidade e até insinuações sexuais.

Faz referências ao filme "Aconteceu Naquela Noite" (1934), ao musical clássico "O Mágico de Oz" (1939), à comédia "Deu a Louca no Mundo" (1963), à "O Poderoso Chefão" (1972), bem como a dois filmes do diretor, "Encurralado" (1971) e "Tubarão" (1975) e principalmente à animação "Dumbo", de Walt Disney, sendo exibida em grande sala e assistida por um general emotivo (Robert Stack). Referências ainda à Hollywood, cujo símbolo - Hollywoodland - é destruído, e com personagem nominado Hollis Wood (Slim Pickens). John Wayne também é citado.

7 de dezembro de 1941. Em um ataque de surpresa o braço naval aéreo da frota imperial japonesa bombardeou a base naval de Pearl Harbor, nos Estados Unidos, e colocou o país na Segunda Guerra Mundial. Os americanos ficaram abalados, chocados e ultrajados com este ataque traiçoeiro. Na costa oeste a população entrou em paranóia. O pânico se espalhou e todos se convenceram de que a Califórnia era o próximo alvo. O general do estado-maior Joseph W. Stilwell (Robert Stack), comandante do 3º Batalhão do Exército, recebeu ordens de defender o sul da Califórnia. Unidades da marinha e do exército se mobilizaram para o local. Baterias de defesa anti-aérea foram colocadas de prontidão. Operações de defesa civil entraram em ação. Pela primeira vez desde a Guerra Civil cidadãos americanos se preparavam para defender sua pátria contra um inimigo, que poderia atacar em qualquer lugar e a qualquer hora, com uma força desconhecida. Em 13 de dezembro de 1941, na costa da Califórnia, um submarino japonês quer atacar algo que desencorage a população. O alvo escolhido é Hollywood, o que gera uma enorme confusão.

No grande elenco: John Belushi, Dan Aykroyd, Treat Williams, Ned Beatty, Nancy Allen, Tim Matheson, Lorraine Gary, Christopher Lee, Toshiro Mifune, Warren Oates, Robert Stack, Murray Hamilton, John Candy, Bobby DiCicco, Dianne Kay, Frank McRae, Slim Pickens, Wendie Jo Sperber, Patti LuPone, Lionel Stander, Dub Taylor, Susan Backline, Mickey Rourke, James Caan e John Landis.

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Pré-venda de "Homem-Aranha: Um Novo Dia" no Orient Cinemas Boulevard

Semana de lançamento de 29 de julho a 5 de agosto



A Orient Cinemas informando a pré-venda no Orient Cinemas Boulevard do filme de ação e aventura "Homem-Aranha: Um Novo Dia" (Spider-Man: Brand New Day), de Destin Daniel Cretton, 2026, que tem semana de lançamento entre quarta-feira, 29 de julho até quarta-feira, 5 de agosto, com sessões às  13, 16 e 19 horas, com cópia dublada, e às 20h40, com cópia legendada. O filme tem 145 minutos de duração e não é recomendado para menores de 12 anos.

Na trama, quatro anos se passaram desde os eventos de 'No Way Home', e Peter Parker (Tom Holland) agora é um adulto que vive totalmente sozinho, tendo se apagado voluntariamente da vida e das memórias daqueles que ama. Combatendo o crime em uma Nova York que não sabe mais seu nome, ele se dedica inteiramente a proteger sua cidade - um Homem-Aranha em tempo integral - mas à medida que as exigências sobre ele se intensificam, a pressão desencadeia uma evolução física surpreendente que ameaça sua existência, mesmo quando um novo padrão estranho de crimes dá origem a uma das ameaças mais poderosas que ele já enfrentou.

Tributo a Olney São Paulo em Riachão do Jacuipe

Um encontro com a história, a memória e a cultura jacuipense


A Prefeitura de Riachão do Jacuípe, por meio do Departamento de Cultura, convidando para a celebração do Dia do Documentário, na sexta-feira, 9 de agosto, às 14h30, na
Câmara Municipal de Riachão do Jacuípe. Trata-se de uma homenagem especial aos 90 anos de nascimento do cineasta jacuipense Olney São Paulo, um dos maiores nomes do cinema brasileiro e motivo de orgulho para nossa terra

O evento, que será aberto por Olney São Paulo Júnior, contará com a exibição dos filmes: "Sinais de Cinza a Peleja de Olney Contra o Dragão da Maldade", "Manhã Cinzenta" e "Grito da Terra", além de um bate-papo enriquecedor com convidados especiais: Yves São Paulo, Henrique Dantas e Sol Moraes.

"Será um momento de reflexão, valorização da nossa identidade cultural e reconhecimento da trajetória de um artista que marcou a história do cinema nacional, levando o nome de Riachão do Jacuípe para além das fronteiras."

"Participe deste merecido tributo e ajude a manter viva a memória e o legado de Olney São Paulo", é o convite.

Enviado por Olney São Paulo Júnior

Clayton Nascimento, Daniel Arcades e Sulivã Bispo participam de debate sobre o legado do Teatro Experimental do Negro

Entre os dias 30 de julho e 3 de agosto, a oitava edição do Melanina Acentuada Festiva lpromove cinco Ateliês de Ideias gratuitos com artistas, pesquisadores e dramaturgos que debatem memória, processos criativos e os 80 anos do Teatro Experimental do Negro. 


Artistas, dramaturgos, pesquisadores e intelectuais de diferentes estados brasileiros se reúnem em Salvador para compartilhar processos criativos, pesquisas e experiências ligadas à cena negra contemporânea. Parte central da programação formativa da 8ª edição do Melanina Acentuada Festival, os Ateliês de Ideias acontecem entre 30 de julho e 3 de agosto, com encontros gratuitos que aproximam o público de diferentes perspectivas sobre dramaturgia, memória e criação artística. 
Ao longo de cinco encontros, a programação promove debates sobre dramaturgia, memória, pesquisa, criação artística e os legados do Teatro Experimental do Negro (TEN), que celebra 80 anos e inspira a temática desta edição. Programação aguardada do festival, os Ateliês funcionam como espaços de intercâmbio entre diferentes gerações de artistas, pesquisadores e estudantes, incentivando a construção coletiva de conhecimento e ampliando o acesso a experiências que atravessam a cena teatral brasileira.
As atividades formativas começam no dia 30 de julho, às 14 horas, no Goethe-Institut Salvador, com o Ateliê de Ideias 01, que reúne Clayton Nascimento, Daniel Arcades e Sulivã Bispo, sob mediação de Guilherme Diniz, para discutir o tema "Rastros do Teatro Experimental do Negro na Cena Contemporânea". A mesa discute como o legado do Teatro Experimental do Negro (TEN) permanece vivo nas práticas teatrais contemporâneas, dramaturgias negras, na presença cênica e nas disputas por representação.
Dando sequência às atividades, no dia 1º de agosto, às 15 horas, acontece o Ateliê de Ideias 02, reunindo Elisa Larkin e Jessé Oliveira, com mediação de Guilherme Diniz, no debate "Censura, Guerra, Ressonâncias e o Teatro Experimental do Negro", diretamente do Goethe-Institut. O encontro promove uma abordagem do TEN em sua dimensão histórica, política e estética, refletindo sobre censura, enfrentamentos institucionais, memória e reverberações na cena negra atual.
No dia 2 de agosto, o público poderá acompanhar mais um momento de reflexão com o Ateliê de Ideias 03, às 15 horas, reunindo Guilherme Diniz, Lincoln Oliveira e Paulo Guidelly, sob mediação de Eugênio Lima, no encontro "Histórias, Críticas e Outros Dramas no Teatro Experimental do Negro", ainda no Goethe-Institut
O encerramento da programação gratuita acontece no dia 3 de agosto, às 14 horas, no Teatro Martim Gonçalves, com os Ateliês de Ideias 04 - "Pedagogias, Poéticas e Estéticas Negrorreferenciadas: Diálogos Com o Teatro Experimental do Negro", reunindo Camila Bonifácio, Mabel Freitas e mediação de Angela Daltro para discutir práticas pedagógicas, processos criativos e estéticas negras referenciadas pelo legado do TEN, pensando a formação, a pesquisa e a criação como campos de invenção cênica negra.
Após a primeira atividade, acontece às 16h30 o Ateliê de Ideias 05 - "Mulheres Negras no Teatro Experimental do Negro: Contribuições e Agências", reunindo Carol Carvalho, Liz Novais e mediação de Fernanda Silva. O encontro destaca a atuação, a criação e o protagonismo de mulheres negras no Teatro Experimental do Negro, refletindo sobre as permanências e agências femininas afrodiaspóricas na história do teatro nacional.
Todas as atividades formativas do Melanina Acentuada Festival são gratuitas e abertas ao público. Os espetáculos da programação artística possuem ingressos com valores de R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia), disponíveis pela plataforma Sympla. Como parte das ações de democratização do acesso à cultura, o festival reserva 5% da capacidade dos espaços para acessibilidade e destina 10% dos ingressos gratuitamente para estudantes da rede estadual de ensino, ampliando as oportunidades de participação do público em toda a programação.

PROGRAMAÇÃO OFICIAL - MELANINA ACENTUADA FESTIVAL - ANO 08

Confira nas redes sociais: @melaninaacentuada

(A programação pode sofrer alterações)


Enviado por Nicholas Costa - Criativos

NeuroInter reúne cerca de 700 participantes e marca novo capítulo da neurologia no interior da Bahia





A abertura do I NeuroInter - Encontro de Imersão em Neurologia e Neurocirurgia do Interior da Bahia, realizada na noite de quinta-feira, 23 de julho, no Centro de Convenções de Feira de Santana, marcou o início de um dos maiores eventos científicos já realizados fora da capital voltados à neurologia e à neurocirurgia. Idealizado pela Sociedade Baiana de Neurologia (SNB), o encontro segue até este sábado, 25, reunindo cerca de 700 participantes entre médicos, residentes, estudantes e demais profissionais da saúde.
 
Criado com o propósito de descentralizar o acesso à educação médica continuada e fortalecer a assistência neurológica no interior da Bahia, o NeuroInter superou todas as expectativas. Inicialmente planejado para receber cerca de 150 participantes em um único auditório, o evento precisou ampliar sua estrutura diante da grande procura, consolidando-se como um marco para a especialidade no estado. 
Na abertura oficial, o presidente da Sociedade Baiana de Neurologia, Bruno Bacellar, deu as boas-vindas aos congressistas e destacou o significado da iniciativa para o fortalecimento da neurologia baiana.
A solenidade contou com a presença do presidente da Sociedade de Neurocirurgia da Bahia e da Comissão Organizadora do evento Márcio Brandão, da secretária da Saúde da Bahia Roberta Santana, da diretora-geral do Hospital Geral Clériston Andrade Cristiane França, e do coordenador do curso de Medicina da UnexMED Feira de Santana Rinaldo Antunes Barros, representando as instituições de ensino.
Para a secretária Roberta Santana, promover discussões sobre neurologia, neurocirurgia e doenças de alta complexidade no interior fortalece a assistência, aproxima o conhecimento dos profissionais e contribui para a fixação de especialistas em diferentes regiões da Bahia. "A descentralização da alta complexidade é fundamental em um estado com a dimensão territorial da Bahia. Trazer um evento dessa magnitude para Feira de Santana aproxima o conhecimento, fortalece os serviços especializados e reduz distâncias para a população", afirmou.
Após a cerimônia de abertura, a programação científica foi iniciada com palestras da neurologista e presidente do congresso Renata Nunes, do professor titular de Neurologia da Ufba Jamary de Oliveira, e dos médicos Pedro Antônio Pereira e Paulo Barbosa (subsecretário de Saúde, responsável pela criação do Programa Estadual Pulsar), que abordaram avanços no tratamento do AVC e do infarto agudo do miocárdio por meio do Pulsar.
A programação segue por mais dois dias, com palestras e debates sobre temas atuais da neurologia e da neurocirurgia, incluindo epilepsias, neuromodulação, esclerose múltipla, demências, doença de Alzheimer, cefaleias, neurointensivismo, neuropediatria, doenças neuromusculares e avanços terapêuticos em diversas áreas das neurociências.

Fotos: Rudeggry

Enviado por Orisa Gomes - Jornalismo Notre Comunicação

Lançamento de "O Sonho de Malu", de Cláudia Gomes


Neste sábado, 25 de julho, entre 9 e 12 horas, no Casarão Olhos d'Água, a escritora Cláudia Gomes lança o livro "O Sonho de Malu". Trata-se de uma obra repleta de magia, sonhos e ensinamentos que tocam o coração. 
Algo especial no lançamento: "cada leitor poderá colorir a história do seu próprio jeito, dando vida às páginas com as cores da sua imaginação. Não é maravilhoso? Será uma oportunidade única para celebrar a infância, a leitura e a criatividade em um ambiente acolhedor e cheio de encantamento".
Quem é

Nascida em Natal-RN, naturalizada em Salvador e radicada em Feira de Santana, Cláudia Gomes é escritora e poeta, palestrante e ativista cultural. Doutora em Educação (Unoeste), mestra em Letras, graduada em Letras Vernáculas (Uefs). É especialista em Língua Portuguesa: Gramática pela Uefs e Gestão Escolar pela Ufba. É professora da rede municipal de Feira de Santana e do Estado da Bahia. Ocupa a Cadeira 7 da Academia Feirense de Letras, cuja patrona é a poetisa Edith Mendes da Gama. 

Anatomia de um choque: o dia em que Elon Musk devolveu o rótulo à mídia

Musk encurralou a editora da The Economist com uma pergunta que ela não respondeu

Por Rogerio Pires 

Foram 85 minutos de conversa. Os primeiros trinta pareciam uma entrevista de tecnologia. Os últimos cinquenta viraram outra coisa: um duelo sobre quem tem o direito de definir as palavras que usamos para descrever o mundo.

De um lado, Zanny Minton Beddoes, editora-chefe da The Economist, símbolo maior do establishment da mídia europeia. Do outro, Elon Musk, recebendo a jornalista na Giga Texas para sua primeira grande entrevista desde o IPO bilionário da SpaceX. O material foi ao ar nesta quinta-feira no programa Insider, da própria revista.

E o que era para ser uma sabatina virou um raio-x do abismo entre a imprensa tradicional e o homem mais poderoso do mundo.

O começo cordial

A entrevista abre em terreno seguro. Musk fala de inteligência artificial com a convicção de sempre: a IA vai superar a inteligência humana somada em cerca de cinco anos, e em pouco tempo não haverá quase nada que ela não faça melhor do que nós.

Depois vem o DOGE, o departamento de eficiência governamental, e o discurso do corte de desperdícios. Aqui, Musk faz até uma admissão rara, quase uma autocrítica calculada: "me envolvi um pouco demais na política, me empolguei".

Até esse ponto, o tom é pragmático. Musk se apresenta como engenheiro, um solucionador de problemas estruturais. Não como ideólogo.

A virada

Aí Beddoes dispara a acusação que muda tudo: "Você apoia não só a direita populista, mas a extrema direita. Na verdade, partidos muito marginais em alguns países".

A resposta de Musk é o momento da entrevista. Ele não se defende. Ele rejeita a premissa inteira.

"Não, eu apoio as pessoas normais. O que você chama de extrema direita, falsamente."

E emenda o desafio que já roda o mundo em cortes de vídeo: fronteiras seguras, cidades seguras, gastos sensatos. "Qual desses três é extrema direita?"

Repare no movimento. Musk não discute se merece o rótulo. Ele invalida o léxico. Diz, na prática, que o dicionário da mídia está quebrado.

A batalha contra a sala de edição

O trecho mais revelador talvez nem seja o embate em si, mas o que vem depois. Musk admoesta a entrevistadora e a mídia pela "caracterização absurda da extrema direita", chama tudo de falso e enganoso, e então pede: "Por favor, mantenham essa parte. Não cortem essa parte".

"Nós manteremos tudo", responde Beddoes.

Musk sabia que não estava travando uma batalha apenas contra a jornalista à sua frente. Estava disputando com a sala de edição. Com o veto silencioso que decide o que o público vê e o que fica no chão da ilha de edição.

Dois dicionários, um abismo

A entrevista escancara um colapso no significado das palavras. O que Beddoes chama de extrema direita, Musk chama de pessoas normais. O que ela descreve como partidos marginais, ele descreve como defesa de gastos sensatos e segurança. Onde ela vê retórica de caos civilizacional, ele vê pré-requisitos básicos para uma sociedade funcionar.

Musk vai além e aciona o argumento da janela de Overton: seus princípios não se moveram, quem se deslocou foi o centro político. Discursos de Barack Obama e Hillary Clinton sobre imigração e segurança de fronteira, tratados como senso comum nos anos 2010, seriam hoje classificados como radicais se saíssem da boca dele ou de Trump.

Quando questionada a acusação sobe de tom e vira insinuação de racismo e islamofobia, Musk troca a ideologia por dados pessoais: a parceira meio indiana, os quatro filhos com ela, um deles batizado com o nome de um famoso físico indiano, executivos seniores de todas as raças em suas empresas. "Sou contra o estupro, o assassinato e a imposição de regras contrárias ao que aceitamos no Ocidente."

O que está por trás de tudo

Junte as peças e a visão de mundo aparece inteira. Para Musk, há três crises convergindo: a chegada da IA em cinco anos, a falência fiscal do Estado e a erosão dos valores ocidentais. Um gargalo civilizacional. Na cabeça dele, fronteiras seguras, cidades seguras e gastos sensatos não são bandeiras políticas. São patches de segurança para impedir que o sistema operacional do Ocidente trave antes da transição para a era da inteligência artificial.

No fim, a cena diz mais sobre Zanny Minton Beddoes do que sobre Elon Musk. A editora chegou com o veredicto pronto, esperando um réu, e encontrou alguém que se recusou a reconhecer o tribunal. É o retrato acabado de um establishment que trocou a apuração pelo carimbo: não pergunta mais o que as pessoas pensam, decreta o que elas são. Quando fronteiras seguras, cidades seguras e gastos sensatos viram "extremismo", quem se radicalizou não foi o entrevistado, foi a redação. Musk avisou, olhando nos olhos da editora: odeiam vocês muito mais do que vocês imaginam. A The Economist manteve a cena no ar não por coragem editorial, mas porque entendeu, tarde demais, que o monopólio da tesoura acabou. Uma imprensa que só se sustenta enquanto controla a edição já confessou que não sobrevive ao debate aberto. E o público, esse que Beddoes insiste em rotular em vez de escutar, já percebeu e compreendeu isso.

Título, Imagem e Texto: Rogerio Pires


Fonte: https://www.caoquefuma.com/

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Roteiro do Orient Cinemas Boulevard

 Por Dimas Oliveira e Milena Batista

CONTINUAÇÕES


A ODISSEIA
(The Odyssey), de Christopher Nolan, 2026. Com Matt Damon, Anne Hathaway, Eobert Pattinson, Charlize Theron, Lupita Nyong'o e Zendaya. Aventura.
Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu enfrenta uma perigosa viagem de volta a Ítaca, onde sua esposa Penelope  o aguarda, encontrando criaturas miticas e deuses, como o Ciclope Polifemo, as Sereias e Calypso ao longo do caminho. Segunda semana. Cópia dublada. Duração: 172 minutos. Não recomendado para menores de 14 anos. Horários: 13h30, 16h30, 17h05 e 20h30, com cópia dublada; e 20 horas, com cópia legendada.


A MORTE DO DEMÔNIO: EM CHAMAS
(Evil Dead Burn), de Sébastirn Vanicek, 2026. Com Souheila Yacoub, Hunter Doohane Luciane Buchanan. Terror. Após perder o marido, uma mulher busca consolo com os sogros.  À medida que, um a um, eles são transformados, ela descobre que os votos matrimoniais feitos em vida permanecem válidos mesmo a pós a morte. Em terceira semana. Cópia dublada. Duração: 117 minutos. Não recomendado para menores de 18 anos. Horários: 14 e 21 horas.

MINIONS & MONSTROS (Minions & Monsters), de Pierre Coffin e Patrick Delage, 2026. Animação. Na Hollywood dos anos 1920, enquanto os Minions procuram criaturas assustadoras para seu filme de monstros, fazem parceria com uma criatura verde e precisam salvar o planeta depois de libertar monstros. Quarta semana. Cópia dublada. Duração: 90 minutos. Não recomendado para menores de 6 anos.  Horários. 13, 15, 17 e 19 horas.
Programação - sujeita a alteração - até  terça-feira, 28 de julho. 

Botafogo termina turno em nono


O Botafogo acaba de empatar em 0 a 0 com o Vitória, em casa. E termina o primeiro turno do Campeonato Brasileiro da Série A em nono lugar, com sete vitórias, cinco empates e sete derrotas, 26 pontos ganhos, mais 33 gols pró e 32 gols contra, com saldo de um gol.

Braig Brothers selecionados


No Instagram dos Braig Brothers: "É com muita orgulho e alegria que compartilhamos essa notícia: fomos selecionados para a 1ª Residência para Jovens Cineastas no Festival de Cinema de Gramado!

Estar entre os 60 jovens nomes que estão construindo o futuro do audiovisual brasileiro no Conexões Gramado Film Market é um marco gigante para a trajetória dos Braig Brothers. Gramado, nos vemos em breve!

"Agradecemos demais a todos que acompanham e torcem pela nossa caminhada. O cinema independente vive!"

Os Braig Brothers, formada pelos talentosos irmãos baianos-alemães Aiky e Tales Braig, de Canavieiras, estiveram entre os premiados no Cine Farol, organizado pelo escritor e cineasta Aderaldo Miranda, em cerimônia realizada no Museu de Arte da Bahia (MAB), no dia  6 de junho, em Salvador. 

Aeroporto de Salvador lança nova versão da assistente virtual Ana com IA generativa

Ferramenta compreende perguntas em linguagem natural e orienta passageiros sobre documentos, bagagem, voos, embarque e serviços do terminal



Esclarecer dúvidas antes, durante ou até depois da viagem ficou mais simples para quem passa pelo Salvador Bahia Airport, integrante da rede VINCI Airports. A Ana, assistente virtual do aeroporto, ganhou uma nova versão com Inteligência Artificial (IA) generativa e agora compreende perguntas feitas em linguagem natural, 

A principal novidade está na forma como a assistente interage com os passageiros. Antes baseada em uma árvore de decisões, a Ana agora interpreta a intenção das perguntas, permitindo uma conversa mais natural. O passageiro pode escrever suas dúvidas da maneira que preferir e receber orientações sobre documentos para embarque, regras de bagagem, status de voos, portões de embarque, localização de lojas e restaurantes, serviços disponíveis no terminal, canais de atendimento das companhias aéreas, ouvidoria e outras informações relacionadas à viagem.

A assistente utiliza a base oficial de informações do Salvador Bahia Airport e, também, consulta dados operacionais, como o status dos voos, para oferecer respostas atualizadas ao longo da jornada do passageiro. Disponível 24 horas por dia, a ferramenta pode ser acessada pelo site do aeroporto, pelas redes sociais e por meio dos QR Codes distribuídos em diferentes pontos do terminal.

Desenvolvida pela Strelo, empresa baiana especializada em soluções digitais para aeroportos, a nova versão da Ana integra a estratégia do Salvador Bahia Airport de utilizar tecnologia para aprimorar continuamente a experiência dos passageiros, em linha com as iniciativas de transformação digital da rede VINCI Airports.

"Viajar já envolve muitas decisões e dúvidas. Queremos que a Ana seja a primeira opção do passageiro quando surgir uma dúvida sobre a viagem. Seja antes de sair de casa ou já no aeroporto, ela está preparada para orientar de forma rápida, simples e em uma conversa natural", afirma Daniela Franco, Gerente de Comunicação do Salvador Bahia Airport.

Para Shankar Cabus, CEO da Strelo, a evolução da Ana acompanha uma mudança na forma como as pessoas interagem com a tecnologia. “As pessoas não querem mais navegar por menus para encontrar uma informação. Elas querem fazer uma pergunta do jeito delas e receber uma resposta clara. É isso que a IA generativa permite: uma conversa mais natural, intuitiva e útil para quem está viajando. O verdadeiro diferencial, porém, está na capacidade de aprender com cada interação. Cada conversa gera insights sobre as necessidades dos passageiros e contribui para aprimorar continuamente a assistente e a experiência oferecida pelo aeroporto."

A evolução da assistente também abre caminho para novas funcionalidades e integrações que ampliarão, gradualmente, a experiência digital dos passageiros no aeroporto de Salvador, através da disponibilização do mapa do aeroporto ou a notificação do status do voo através do WhatsApp, por exemplo.

Enviado por ComunicAtiva Associados

quarta-feira, 22 de julho de 2026

"Não vi Flávio Bolsonaro levantando essa bandeira", diz João Roma sobre tarifaço


O presidente do PL na Bahia, João Roma, presente na oficialização da chapa de ACM Neto (União) no centro de convenções de Salvador nesta quarta-feira, 22 de julho, foi questionado pela imprensa a respeito da relação do candidato à presidência da república Flávio Bolsonaro (PL) com as últimas medidas do tarifaço dos Estados Unidos sobre o Brasil. 
Homologado candidato ao Senado pela Bahia na convenção, Roma foi pontual ao defender Flávio das alegações. Segundo ele, o senador não apenas não apoiou as medidas, como trabalhou para evitar que o aumento do tarifaço acontecesse.
"Eu não vi Flávio Bolsonaro levantando essa bandeira, pelo contrário, eu vi ele buscando que não ocorresse o tarifaço", declarou.
João Roma aproveitou a oportunidade para direcionar críticas à oposição, afirmando que o governo dirigido pelo PT tem dado um "péssimo exemplo" ao se aliar com o que chamou de "contramão do mundo civilizado".
De acordo com o presidente do PL baiano, essa postura tem imposto ao Brasil graves dificuldades no comércio internacional.

Fonte: bahianoticias.com.br

Viagem envolvente pelo túnel do tempo.

Comentário sobre o livro "Com Motta, a Bahia Era uma Festa", de Carlos Modesto




Lançado em 2025, o livro "Com Motta, a Bahia Era uma Festa", do escritor e memorialista Carlos Modesto, também cineasta e fotógrafo, é mesmo um mergulho no passado de Salvador, como disse o advogado e cineasta Cícero Bathomarco no prefácio. Um livro com conteúdo memorial e nostálgico. Uma viagem interessante e envolvente pelo túnel do tempo.

A publicação biográfica é um tributo ao português Thomas Antenor Borges da Motta, o Motta do título, que influenciou o cenário cultural da capital baiana. O autor resgata a memória cultural dos anos 1910 a 1960 e narra sobre um homem que construiu uma carreira ligada ao setor de entretenimento e que participou do surgimente de experiências culturais.

Como cineasta, não podia faltar o foco de Carlos Modesto sobre os cinemas que existiam na época, como o Ideal e o Olympia, criados pelo empresário retratado, que se juntaram ao Guarany, Politeama, São João, entre outras salas de então.

A idealização do Cassino Savoy, a transformação do Cassino Tabaris em uma das mais famosas casas de espetáculo do Nordeste e a participação societária no cassino do Palace Hotel, bem como os aspectos da boêmia também estão abordados no livro.   

"Com Motta, a Bahia Era uma Festa" é dividido em três partes: "A Cidade de Salvador no Início do Século XX - Seus Cinemas e Teatros", "A Presença de Motta na Bahia", e "Vivendo na Companhia de Eros, Dionísio e Manto".

No posfácio/epílogo, Carlos Modesto sentencia sobre Motta, com letras maúsculas: "FEZ DE TUDO PARA QUE A BAHIA FOSSE UMA FESTA".

Quem é

Carlos Modesto é sergipano de Estância, radicado em Salvador. É reconhecido por sua contribuição à cultura sergipana e baiana. Ele se destaca por sua trajetória de décadas dedicada à preservação da memória cultural, à educação e ao resgate da história do cinema no Nordeste.
É autor de diversas obras, entre elas "Sombras da Saudade", "A História dos Cinemas da Cidade de Estância", "Contos da Escuridão", "Judas na Praça", "Um Dublê de Médico no Mundo do Cinema", e "Oscar Santana: 60 Anos Fazendo Fita".
Modesto é acadêmico efetivo da Academia de Letras e Artes do Salvador (Alas), ocupando a Cadeira nº 34, cujo patrono é Adonias Aguiar Filho.

PS: No Cine Farol, cerimonia de premiação do cinema independente no estado, com a entrega do prêmio Resistência da Sétima Arte - Cinema É Resistir, no dia 6 de junho, no auditório do Museu de Arte da Bahia (MAB), na Vitória, em Salvador, o encontro de Dimas Oliveira com o cineasta e escritor e Carlos Modesto (Foto 2), quando este autografou dois dos seus últimos livros: "Oscar Santana: 60 Anos Fazendo Fita" (2023) e "Com Motta, a Bahia Era uma Festa" (2025), que acabei de ler.