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Quarta-feira, 29 - 20h30 - 21 (Dublado)

Lançamento Nacional

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quinta-feira, 23 de abril de 2026

Roteiro do Orient CinePlace Boulevard

Cinema na Cidade 

Por Dimas Oliveira e Milena Batista

Roteiro do Orient CinePlace Boulevard 

LANÇAMENTO NACIONAL
MICHAEL (Michael), de Antoine Fuqua, 2026. Com Jaafar Jackson, Colman Domingo, Nia Long e Juliano Valdi. Drama biográfico musical. Narra a história do "Rei do Pop" Michael Jackson. Desde sua infância como estrela do Jackson Five, passando por momentos de abuso por parte de seu pai Joe Jackson. Ao seu sucesso "Thriller" e à compra de Neverland Valley, até sua morte trágica e inesperada em 25 de junho de 2009. Cópia dublada. Duração: 128 minutos. Não recomendado para menores de 14 anos. Horários: 13 horas, 15h10, 15h40, 16h20, 17h50, 18h20, 19 horas, 20h30 e 21 horas.
PRÉ-ESTREIA
O DIABO VESTE PRADA 2
 (The Devil Wears Prada 2), de David Frankel, 2026. Com Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt, Stanley Tucci, Lady Gaga e Kenneth Branagh. Comédia. Quando Miranda Priestly se aproxima da aposentadoria, ela se reúne com Andy Sachs para enfrentar sua ex-assistente que se tornou rival: Emily Charlton. Cópia dublada. Dração: 120 minutos. Não recomendado para menores de 10 anos. Horários: 20h30 e 21 horas, na quarta-feira, 29 de abril.
CONTINUAÇÕES

MALDIÇÃO DA MÚMIA
 (Lee Cronin's the Mummy), de Lee Cronin, 2026. Com Jack Reynor e Laia Costa
. Terror. A filha de um jornalista desaparece no deserto sem deixar rastros. Oito anos depois, sua família dilacerada fica chocada quando ela retorna para casa, mas o que deveria ser um reencontro feliz se transforma em um pesadelo vivo. Segunda semana.Cópia dublada. Duração: 133 minutos. Não recomendado para menores de 18 anos. Horários: 13h30 e 20h30.
RIO DE SANGUE
de Gustavo Bonafé, 2026. Com Giovanna Antonelli, Alice Wagmann e Ravel Andrade. Drama
Após comandar uma operação fracassada, uma policial jurada de morte se afasta de São Paulo em busca de segurança e da retomada dos laços com a filha, que atua numa ong como médica e é raptada no interior do Pará por garimpeiros ilegais. Segunda semana. Duração: 105 minutos. Não recomendado para menores de 16 anos. Horários: 16h20 e 19 horas.
SUPER MARIO GALAXY
 (The Super Mario Galaxy Movie) de Aaron Horvath e Michael Jelenic, 2026
. Animação. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario e seus amigos se encontram em uma missão intergaláctica para deter um novo vilão ameaçador. Quarta semana. Cópia dublada. Duração: 99 minutos. Classificação: Livre. Horários: 14 horas,  16h10 e 18h20.

CARA DE UM, FOCINHO DE OUTRO
 (Push), de Daniel Chong, 2026. Animação
Para impedir que um bosque que abriga os animais seja destruído, a jovem Mabel transfere a própria mente para um castor robótico realista. Infiltrada no mundo selvagem, a jovem defensora da natureza une forças aos bichos em uma aventura animal. Oitava semana. Cópia dublada. Classificação: LivreDuração: 105 minutosHorário: 13 horas. 

Programação - sujeita a alteração - até terça-feira, 28 de abril.

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Nenhum homem é uma ilha (mas umas ilhas são mais iguais que outras)

A ditadura cubana está por um fio. Uma boa notícia para os ilhéus, mas nem tanto para os ativistas que olham para Cuba como se ela não passasse de um charuto. 

Por Paulo Nogueira para o Observador:

Em 1978, o compositor e cantor brasileiro Chico Buarque de Holanda foi a Havana pela primeira vez. Na volta, detido no aeroporto do Rio de Janeiro, foi interrogado pela Polícia Federal sobre a viagem durante dez horas. 50 anos mais tarde, muita coisa mudou no mundo, mas não Chico Buarque, que este mês peregrinou de novo à ilha da rumba e do daiquiri.

O Brasil já não vive sob uma ditadura militar de direita, mas sob um governo de esquerda que nutre pela ditadura cubana de partido único (que já dura 67 anos) uma paixão enternecida. A Música Popular Brasileira (MPB), outrora uma das mais requintadas do planeta, vai de mal a pior, usurpada pelos excrementícios "sertanejos" (pastiche do pior "country") e funks (volta e meia misóginos e ligados a facções criminosas). O nome mais proeminente da MPB hoje é Annita, que está para Elis Regina, Gal Costa ou Maria Bethânia como Paulo Coelho está para Machado de Assis.

O próprio Chico, autor de 537 canções registadas, várias de um lirismo esplêndido, agora é sobretudo ficcionista: sete romances (que não são a minha praia), e prêmio Camões em 2019. Apesar disso, fiel a Fidel, nunca deu um pio sobre os seus pares escritores que Havana oprimiu, como Herberto Padilla (forçado a uma degradante "confissão pública"), José Lezama Lima, Reinaldo Arenas (suicidou-se no exílio aos 47 anos) e Guillermo Cabrera Infante, como tantos outros "apagados" da história literária cubana no melhor estilo estalinista.

Como Fidel rugia nos seus paquidérmicos discursos (o mais longo dos quais, em 24 de fevereiro de 1998, durou 7 horas e 15 minutos): "Dentro da Revolução, tudo; contra a Revolução, nada!" É uma boa definição de totalitarismo. Artistas e ideólogos estrangeiros, deferentes e performáticos, reverenciavam o Presidente, o Primeiro-Ministro e o Ministro da Reforma Agrária (ou seja: Fidel). É que Cuba não é um país de verdade, mas um palco e um cenário - e os turistas da Revolução não são testemunhas, mas voyeurs. Há dias, Chico Buarque exumou as bocas do costume contra o imperialismo ianque, a desfilar pelo Malecón num descapotável cor de flamingo.

O Muro de Berlim caiu de podre, mas Cuba continua a ser a Disneylândia da esquerda. Quem precisa de liberdade (incluindo a de expressão), democracia ou prosperidade, quando tem o mefistofélico "embargo" como bode expiatório? Em 1960, Sartre foi a Havana beijar a mão de Che Guevara, que descreveu como "o ser humano mais completo da nossa época". Bem, essa apoteose humana dava ordens para fuzilamentos sumários ("paredón") na prisão de La Cabaña, e criou o primeiro campo de concentração cubano, o de Guanahacabibes, cuja divisa era "O trabalho faz homens", que lembra a frase sádica na entrada de Auschwitz.

Guevara morreu na Bolívia há 59 anos – logo, não pode ser responsabilizado por todas 7.335 mortes atribuídas ao regime castrista desde 1959 até hoje (nem pelos atuais 2000 presos políticos). E o Che só deu o pontapé de saída dos campos de trabalhos forçados – servidão que já ditou três condenações na ONU, quatro no Parlamento Europeu e miríades da Human Rights Watch.

Em 1967, o bilionário editor italiano Giangiacomo Feltrinelli voou para La Paz com uma mala de dinheiro para resgatar o Che (e, de brinde, Regis Debray). Falhou, mas continuou a financiar radicais no mundo inteiro, até ir ele próprio pelos ares quando punha uma bomba em Milão, em 1972, para sabotar a rede de eletricidade – os "apagões" de que os cubanos agora sofrem.

Dois anos depois, Roland Barthes, Julia Kristeva e Philippe Sollers, finíssimos intelectuais parisienses, foram à China apaparicar Mao, em plena Revolução Cultural, que ceifava milhares de professores, autores e artistas. Já durante o Maio de 1968, em Paris, filósofos e meninos maus das boas famílias tinham celebrado "a imaginação ao poder", e se marimbado para o outro lado da Cortina de Ferro, onde os tanques do Pacto de Varsóvia espezinhavam a Primavera de Praga. Nos anos 1970, Noam Chomsky defendeu Pol Pot, que em 4 anos conseguiu exterminar um quarto da população do Camboja. Em 1979, em Teerão, Michel Foucault cobriu o aiatolá Khomeini de piropos e gabou a "espiritualidade política" do teocrata, que dez anos depois condenaria à morte Salman Rushdie por ter escrito… um romance.

Hoje quem está a salivar pela ilha do Caribe é Trump, que ronronou no Salão Oval: "Acredito que terei a honra de libertar Cuba." (Isso foi antes da embrulhada no Irão.) O Secretário de Estado americano, Marco Rubio, é filho de cubanos. Havana fica a mão de semear de Miami: 150 kms (uma horita de voo), distância que Diana Nyad (Annette Bening no bom biopic da Netflix) percorreu a nado em 2013, aos 64 anos, em 53 horas.

Com o fim da URRS, que era uma espécie de multibanco de Fidel, o PIB de Cuba mirrou pela metade na década de 1990. Fidel não se fez de esquisito: legalizou o dólar e uns laivos de iniciativa privada, e tolerou incentivos ao turismo, que desprezava. Não bastou. Em 1994 manifestantes refilaram no Malecón. Naquela noite El Comandante anunciou na TV que qualquer um que quisesse deixar Cuba já ia tarde. Foi um deus nos acuda. Em 3 semanas, 40 mil cubanos precipitaram-se ao mar como tartaruguinhas recém-nascidas, rumo à Flórida. Famílias inteiras empilhadas em jangadas coladas com cuspo. Centenas afogaram-se ou foram devorados por tubarões.

A crise em Cuba só deu um niquinho de sossego com a eleição de Hugo Chávez na Venezuela, em 1998. Chávez fornecia petróleo, Cuba retribuía com médicos, professores, instrutores desportivos e agentes de segurança. Após a morte de Chávez em 2013, Maduro (que jura ter visto o mentor depois de morto, na forma de um pássaro que visitou-o e assobiou, talvez "El Condor Passa") continuou a enviar petróleo para Cuba. Porém, cada vez menos (desde 2025 o principal fornecedor cubano é o México), devido a pane da economia venezuelana – hoje, 9 milhões de venezuelanos vivem fora do país.

O roto já não pode socorrer o nu. Com Maduro a ver o sol aos quadradinhos, a sua sucessora, Delcy Rodríguez, fechou a torneira para Cuba. E a Rússia limita-se a recrutar soldados cubanos: há milhares deles a combater a Ucrânia, atraídos por US$ 3.000 mensais. Enfim, para variar Cuba está com uma mão à frente e outra atrás, numa crise talvez terminal.

O apagão de outubro de 2024, que deixou o país inteiro no escuro por dias a fio, foi só o início de uma série de encrencas energéticas, facilitadas pela infraestrutura da idade da pedra. Há quase um ano e meio os cubanos habituaram-se a ter eletricidade só algumas horas por dia. As companhias aéreas restringiram ou suspenderam os voos para a ilha, pois os aviões não conseguem reabastecer. Os turistas sumiram do mapa.

Na semana passada, os EUA permitiram que um petroleiro russo desembarcasse 730 mil barris de petróleo em Cuba, que produz só 40% do óleo necessário para sua rede elétrica. Emissários norte-americanos em Havana propuseram levar à ilha a Internet via satélite Starlink, de Elon Musk, e viabilizar a conexão à borla.

Entre 2021 e 2024, Cuba perdeu bem mais de 15% de sua população (1 em cada 5 cubanos pirou-se para os Estados Unidos, Espanha ou México). Uma sangria agravada por uma das menores taxas de natalidade da América Latina (cerca de 1,3 filhos por mulher) e uma população que envelhece a galope: 23% dos cubanos têm mais de 60 anos. Pelo menos, à gerontocracia cubana não faltam hierarcas.

O sistema de saúde pena com a escassez de medicamentos, insumos básicos e pessoal. Hospitais não têm antibióticos, analgésicos e equipamentos cirúrgicos, e milhares de médicos emigraram. A anedota de humor negro local é de que os doutores aconselham aos doentes: "Morra que passa!"

Havana está às moscas, por causa do lixo acumulado nas ruas e porque não consegue manter o transporte público a circular. O governo decretou o trabalho remoto, e as universidades operam virtualmente (quando há luz). Nas poucas bombas de gasolina em funcionamento, os carros vegetam em filas de até 26 horas.

Quem manda em Cuba hoje? Díaz-Canel é o Presidente desde 2018, o primeiro em 6 décadas que não é da família Castro. Quando "candidatou-se", a campanha semeou cartazes com fotos dele e dos irmãos Castro – e o slogan "Continuidade". Foi escolhido a dedo por Raúl Castro, que aos 94 anos continua a mandar, apesar de oficialmente reformado. E há Castros novinhos em folha, quem sabe para uma dinastia tipo Kim na Coreia do Norte. Óscar Pérez-Oliva Fraga, sobrinho-neto de Fidel e Raul, anunciou outro dia uma ruptura mirabolante: pela primeira vez desde 1959 os exilados cubanos foram autorizados a ter empresas e a investir em Cuba (a lógica dadaísta do Comunismo…).

Trump tem falado com Raúl Guillermo Castro, neto do matusalémico Raúl, "influencer" no Instagram e notório pela ostentação de riqueza. Quando Diaz-Canel divulgou as conversas com Trump, Raúlito pavoneou-se na TV estatal, repimpado com o mais alto escalão do regime.

O único filho de Raúl, Alejandro Castro, também mete o nariz – em 2014, liderou a delegação cubana nas negociações secretas com Obama, que resultaram num fugaz degelo. Em março de 2016, Obama foi o primeiro presidente dos EUA a visitar Cuba desde Calvin Coolidge, em 1928.

Longe de aproveitar aquela abertura para reformas políticas imprescindíveis, Havana usou o alívio das sanções e a normalização diplomática para endurecer ainda mais o regime, empurrando com a barriga qualquer mudança estrutural. Aliás, o principal efeito prático do embargo americano foi dar um álibi à ditadura comunista. Inúmeros estudos independentes atestam que as sanções foram responsável por uma parcela insignificante (menos de 1/10) da perda dos rendimentos cubanos desde a Revolução. E nunca houve embargo europeu – até o fim da vida (1965), Churchill continuou a fumar os seus charutos Romeo Y Julieta. Ainda hoje a Europa é o maior mercado de exportação de Cuba (seguida da China). Com o rançoso estatismo burocrático depois de 1959, o PIB per capita cubano, antes da Revolução 80% maior que a média da América Latina (Cuba tinha a quarta maior economia da região), caiu para abaixo da média regional.

Nos anos 1950, havia mais cubanos de férias nos EUA que americanos de férias em Cuba. A classe média cubana era uma consumidora tão importante que as lojas da Califórnia, de NY e da Flórida anunciavam promoções nos jornais de Havana. Os cubanos tinham mais aparelhos de TV, telefones e jornais per capita que qualquer outra nação da América Latina. E eram mais escolarizados, com 1.700 escolas privadas e 22 mil públicas. O país dedicava 23% de seu orçamento à educação – de matar de inveja muitos escandinavos contemporâneos.

Com a Revolução, em vez de elevar os pobres, os Castros empurraram os ricos e a classe média para baixo. E com o fim da URRS, foi o prego no caixão. A produção de açúcar, que sustentava a economia, caiu de 8 milhões de toneladas em 1989 para 200 mil toneladas em 2025. Em 1958, os cubanos consumiam em média 2700 calorias por dia, um dos valores mais altos das Américas. Em 2023, o consumo foi de menos de 1900 calorias.

Enquanto Lula chegava a Portugal, Brasil, México e Espanha divulgaram uma nota conjunta (e protocolar) de "apoio à soberania de Havana". Não é de hoje que os governos brasileiros do PT têm sido mais do que uma mãe para Cuba. Em 2014, a presidente Dilma Rousseff inaugurou o porto cubano de Mariel. O banco estatal brasileiro BNDES pagou 70% das obras, executada pela Odebrecht, a principal empresa no escândalo do Petrolão. O prazo do "empréstimo" era de 25 anos, o mais longo da história do BNDS. Parece piada, mas o governo petista aceitou como garantia as receitas de Cuba com a venda de charutos. Só que aquela cifra é controlada sigilosamente pela ditadura cubana, e as autoridades brasileiras jamais fizeram a menor ideia dela – e até agora não viram nem um tostãozinho para o Santo António.

O que não impediu que o BNDS torrasse mais uma pipa de massa com os Castros: a modernização do Aeroporto Internacional José Martí, em Havana, e de aeroportos regionais em Santa Clara, Holguín, Cayo Coco e Cayo Largo. E a construção de uma fábrica de soros e equipamentos de hemodiálise. De novo, as construtoras brasileiras receberam à pronto do BNDES, que engoliu o barrete dos caloteiros (quem paga a fava é o contribuinte brasuca).

Em 2013, Dilma lançou o programa "Mais Médicos", para levar médicos cubanos a regiões brasileiras carentes. O Brasil pagava à Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que transferia os valores a Cuba. O regime abotoava-se com o pilim, e os doutores recebiam uma esmolinha. Inúmeros médicos desertaram e processaram a OPAS nos EUA, acusando-a de envolvimento em trabalho escravo.

Em 2012, foi aprovada no Congresso brasileiro a Lei de Acesso à Informação. Mas o Governo pôs sob sigilo os documentos dos financiamentos a Cuba e a Angola. A desculpinha era técnica: proteger "informações estratégicas". Contratos principescos pagos com dinheiro público foram blindados por até 15 anos.

Lula, em 2023, jurou de pés juntos que "Cuba é boa pagadora". A ditadura é mais sincera: em reunião com o Ministério da Economia brasileiro, representantes de Havana avisaram que estão sem cheta. Em 2023, a dívida vencida era de US$ 671,7 milhões. Com as parcelas a vencer, o total chega hoje US$ 1,1 mil milhões.

Há aquela expressão idiot savant (idiota sábio), que descrevia (foi cancelada por capacitismo) alguém com dificuldades de aprendizagem, mas genial nalguma área, como matemática ou música. Desconfio que há também os sábios idiotas, inteligentes e cultos mas que em política não dão uma para a caixa. Uma clássica sábia-idiota foi a ensaísta americana Susan Sontag, que vociferou : "A raça branca é o cancro da humanidade!" Em 2001, ainda os corpos esfacelados e calcinados de 2753 vítimas de 90 nacionalidades nas Torres Gémeas não tinham sequer arrefecido, Sontag assinava um artigo na "New Yorker": "Onde está o reconhecimento de que isso não foi uma agressão cobarde à civilização e à liberdade, mas contra uma superpotência global?" Traduzindo: que nenhum inocente fique impune.

Numa recente manif em Havana, com 60 VIP globais – como o ex-líder trabalhista britânico Jeremy Corbin e a banda irlandesa Kneecap, cujo nome é uma das formas mais cruéis de tortura do IRA – , os convidados hospedaram-se no suntuoso hotel Royalton, que tem geradores e cuja diária é de 400 euros (10 vezes o ordenado médio do país, 7 mil pesos cubanos ou 247 euros).

A ditadura militar brasileira, que acabou em 1985, cunhou o patriótico lema "Brasil: Ame-o ou Deixe-o!" Ao que os gaiatos replicaram: "O último a sair que apague a luz". Sob a ditadura cubana, a luz já quase não acende, com o obscurantismo dos pseudo-iluministas. Entretanto, em Paris, Chico Buarque é o feliz proprietário de uma casa na mais aristocrática e exclusiva área da Cidade Luz: a ilha de Saint Louis. É que há ilhas e ilhas.

Fonte: https://otambosi.blogspot.com/

"A Virada - Ignição da Alma" - Novo filme dos irmãos Kendrick estreia em setembro no Brasil

Produção inspirada no clássico "A Virada", lançado há mais de 20 anos, será ambientada no Rio de Janeiro e reforça o avanço do cinema cristão no Brasil.


cinema cristão ganha um novo capítulo no Brasil com o anúncio de "A Virada - Ignição da Alma", remake do primeiro filme dos irmãos Alex Kendrick e Stephen Kendrick (Foto: Divulgação). A produção, realizada pela AFFIRM Films em parceria os Kendrick Brothers e associação com a 360 WayUp, tem estreia prevista para 24 de setembro de 2026, nos cinemas do Brasil e da América Latina. Nos EUA, a estreia será em 16 de outubro de 2026.

Ambientado no Rio de Janeiro, o longa apresenta uma narrativa profundamente conectada com valores cristãos, abordando temas como arrependimento, restauração e o poder da integridade nas relações familiares e profissionais.

A história acompanha Noah Silva, um vendedor de carros usados conhecido por sua habilidade de negociação - e por fazer "o que for preciso" para fechar um negócio. No entanto, suas escolhas começam a gerar consequências dentro de casa e no trabalho, levando-o a um confronto pessoal que o conduz a uma jornada de transformação espiritual.

A versão antiga do filme já é bastante conhecida pelas igrejas brasileiras, sendo usada, inclusive, como ferramenta de ensino e edificação ao reforçar a ideia da transformação possível na vida de um homem quando este escolhe o caminho certo a seguir. 

Mais do que um remake, o projeto nasce como resposta a uma demanda crescente por conteúdos cristãos produzidos no próprio Brasil. Após o sucesso de "A Forja", que alcançou grande repercussão ao levar mais de 3 milhões de pessoas aos cinemas no país, os irmãos Kendrick identificaram no público brasileiro um desejo genuíno por histórias que refletem sua cultura e realidade, sem abrir mão da mensagem de fé.

Esse movimento resultou em uma iniciativa inédita: um treinamento intensivo de cinema realizado no Rio de Janeiro, reunindo criativos de diversas regiões do país. A ação culminou na formação de uma equipe majoritariamente brasileira, fortalecendo o cenário audiovisual cristão nacional.

O filme conta com nomes conhecidos do público brasileiro no elenco, como Mario Bregieira, Pérola Faria, Gui Tavares, Felipe Folgosi, Adriano Canindé e Elizeu Rodrigues, e participação especial de Alex Kendrick.

A produção também se destaca com a distribuidora no Brasil, Heaven Content,  reforçando a ponte entre o cinema cristão internacional e o crescimento do setor no Brasil.

Com lançamento previsto nos Estados Unidos para outubro de 2026, o longa será disponibilizado em português, com versões dubladas e legendadas para o mercado internacional.

Mais do que entretenimento, "A Virada - Ignição da Alma" chega como uma mensagem relevante para os dias atuais, convidando o público a refletir sobre escolhas, caráter e o impacto da fé no cotidiano.

Sobre a Kendrick Brothers Productions

A Kendrick Brothers Productions é a empresa dos irmãos Alex, Stephen e Shannon Kendrick, que existe para honrar a Deus e compartilhar a verdade e o amor de Jesus Cristo por meio de filmes, livros e materiais didáticos. Combinando histórias envolventes com integridade doutrinária, os irmãos Kendrick buscam encorajar e inspirar o público com recursos que impactam positivamente suas vidas e fortalecem sua fé, suas famílias e seus relacionamentos pessoais.

Sobre a Heaven Content 

A Heaven Content é a principal força do cinema cristão no Brasil, trazendo histórias inspiradoras que promovem fé, esperança e superação. Com parcerias estratégicas com a 360 WayUp, a Heaven combina excelência em produção, distribuição eficiente e campanhas autênticas, impactando milhões de espectadores. Sua missão é conectar o público a narrativas transformadoras, consolidando-se como referência no entretenimento cristão no Brasil e na América Latina.

Sobre a 360 WayUp

A 360 WayUp nasceu com o objetivo de impulsionar o mercado cinematográfico cristão no país. A empresa atua no processo de viabilizar, produzir, distribuir e comunicar produtos que alcancem pessoas através de mensagens de fé e esperança. Para isso, utiliza-se de estratégias eficientes numa atuação em nível nacional. Fundada por Ygor Siqueira, a empresa tem como diferencial a expertise de se comunicar amplamente com o seu público-alvo: os cristãos. Com uma equipe experiente, a 360 WayUp é a única do mercado e tem revolucionado o segmento. Entre os lançamentos: "Você Acredita?", "Quarto de Guerra", "Ressurreição", "Milagres do Paraíso", "Deus Não Está Morto 2", "Ben-Hur", "Para Sempre", "Papa Francisco", "A Cabana", "A Estrela de Belém", "Extraordinário", "Mais Que Vencedores", "Paulo, Apóstolo de Cristo" e "Som da Liberdade", dentre outros, totalizando quase 30 milhões de espectadores levados ao cinema.

Sobre a AFFIRM Films

Fundada em 2007, a AFFIRM Films é uma produtora e distribuidora líder em entretenimento cristão e inspirador, tendo gerado mais de 720 milhões de dólares em bilheteria global com filmes como "Soul Surfer", "Quarto de Guerra", "Ressurreição", "A Estrela de Belém", "O Céu É de Verdade", "Milagres do Paraíso", "Mais Que Vencedores", "Corajosos", "Paulo, Apóstolo de Cristo" e "Um Lindo Dia na Vizinhança" (com a TriStar Pictures), "Big George Foreman" (com a Columbia Pictures) e o musical natalino "Journey To Bethlehem" (2023). Entre os lançamentos mais recentes estão "A Forja" (2024), dos irmãos Kendrick, e "Soul On Fire" (2025), baseado no best-seller de John O'Leary. A AFFIRM produz, adquire e promove conteúdos edificantes para públicos em todo o mundo, atuando nas áreas de cinema, televisão e produções originais. A AFFIRM Films faz parte da Sony Pictures Entertainment, integrante do grupo Sony Group Corporation, sediado em Tóquio. Acompanhe novidades em www.affirmfilmsupdates.com  e siga @AFFIRMFilms nas redes sociais.


Mais uma revisão da comédia romântica "Charada"

 Não se faz mesmo cinema como antigamente



Nesta quarta-feira, 22, outra revisão da comédia romântica "Charada" (Charade), de Stanley Donen, 1964. Foi visto no Cine Santanópolis, no final dos anos 60. Foi indicado ao Oscar de Melhor Música (Henry Mancini e Johnny Mercer). Foi indicado ao Globo de Ouro nas categorias Melhor Ator (Cary Grant) e Melhor Atriz (Audrey Hepburn).
Na trama, que se passa principalmente em Paris,  homem é jogado de um trem e, quando a polícia localiza sua esposa, Regina Lampert (Audrey Hepburn), descobre-se que ela não sabia nada sobre ele - nem mesmo seu nome verdadeiro. Ela é perseguida por vários homens - Peter Joshua (Cary Grant), Hamilton Bartholomew (Walter Matthau), Tex Pentholow (James Coburn), Herman Scobie (George Kennedy) e Leopoild Gideon (Ned Glass) que insistem que ela possui uma enorme quantia de dinheiro que eles acreditam ser deles. Se ela não entregar a fortuna, ela será morta. Em quem ela podia confiar?
Devido ao mistério, e ao suspense, à presença de Cary Grant no elenco, à estrutura do roteiro e às  reviravoltas frequentes na trama, muitos acreditavam que este foi um filme de Alfred Hitchcock, que não esteve envolvido na realização do filme. A confusão levou-os a chamar "Charada" de "o melhor filme de Hitchcock que Hitchcock nunca fez".
Na cena durante o jogo de dança numa boate, o marido de Audrey Hepburn, Mel Ferrer, aparece brevemente ao fundo, fumando um cigarro.
Foi incluído na lista de 2000 do American Film Institute dos 500 filmes indicados para os 100 Filmes Americanos Mais Engraçados. Também foi incluído na lista de 2001 do American Film Institute de 400 filmes indicados para os 100 Filmes Americanos Mais Emocionantes. Incluído na lista de 2002 do American Film Institute de 400 filmes indicados para os 100 Melhores Filmes das 100 Maiores Histórias de Amor da América. Em 2022, foi selecionado para preservação no National Film Registry pela Biblioteca do Congresso como sendo "culturalmente, historicamente ou esteticamente significativo".

Fechamento do cadastro: TRE-BA realizará plantões de atendimento nos dias 25 de abril, 1º e 2 de maio

Serviço será oferecido das 8 às 12 horas; eleitores têm até o dia 6 de maio para emitir a primeira via do título, regularizar pendências, dentre outros procedimentos eleitorais 


Com a
proximidade do fechamento do Cadastro Eleitoral para as Eleições 2026, no dia 6 de maio, os cartórios eleitorais da capital e do interior, bem como a Central de Atendimento ao Público (CAP) do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), funcionarão em regime de plantão. O atendimento extraordinário ocorrerá nos dias 25 de abril, sábado; 1º de maio (sexta-feira - feriado) e 2 de maio (sábado), das 8 às 12 horas. A medida foi estabelecida pela Portaria nº 406, de 7 de abril de 2026, publicada no Diário da Justiça Eletrônico (DJE), e visa disponibilizar os serviços desta Justiça para cadastramento de novos(as) eleitores(as) e para aqueles(as) que ainda precisam regularizar pendências. 

Além dos plantões, em Salvador, no período de 4 a 6 de maio (segunda-feira a quarta-feira), os cartórios eleitorais e a CAP funcionarão das 8h à 18 horas. Nos municípios do interior do estado, os trabalhos estarão disponíveis das 8 às 15 horas. O atendimento será por demanda espontânea, ou seja, por ordem de chegada. Já os Postos de Atendimento Descentralizados (PADs) e as unidades do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), seguirão seus horários habituais de funcionamento. 

Serviços

Tanto os plantões quanto a ampliação do atendimento nos dias que antecedem o fechamento do cadastro visam possibilitar que o público solicite a primeira via do título, regularize a situação eleitoral, colete a biometria, realize a transferência de domicílio eleitoral, altere o local de votação e/ou revise os dados cadastrais.

Documentos

Para ser atendido, é necessário apresentar documento oficial com foto e comprovante de residência emitido há, no máximo, três meses. No caso do alistamento eleitoral (primeira via do título), a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do modelo antigo não será aceita de forma isolada, sendo obrigatória a apresentação de documentação complementar. Para homens que completam 19 anos no ano do alistamento, também é exigido o certificado de quitação militar.

Prazo

Após 6 de maio, o cadastro será fechado em razão dos preparativos para o pleito deste ano. O fechamento segue a aplicação do artigo 91 da Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições) e do Calendário Eleitoral 2026, estabelecido pela Resolução TSE n° 23.760, e ocorre 150 dias antes do primeiro turno das Eleições Gerais, marcadas para 4 de outubro.

Serviço

O quê: Plantão de atendimento ao eleitor na Bahia

Quando: 25/4 (sábado); 1º/5 (sexta-feira - feriado) e 2/5 (sábado)

Horário: Das 8 às 12 horas

Onde: Sede do TRE-BA 


 

terça-feira, 21 de abril de 2026

Coluna de Cinema no "Feira Hoje"


 Enviada por Everaldo Góes

Invencibilidade do Botafogo


O Botafogo está com sete jogos de invencibilidade - cinco vitórias e dois empates. Em três competições diferentes. São quatro jogos no Campeonato Brasileiro da Série A - 3 a 2 no Mirassol, 2 a 1 no Vasco da Gama, 2 a 2 com o Coritiba, e 4 a 1 na Chapecoense. Dois jogos pela Copa Sul-Americana - 1 a 1 Caracas, e 3 a 2 Racing. E um jogo pela Copa do Brasil - 1 a 0 na Chapecoense. O Alvinegro marcou 16 gols e sofreu nove.

Botafogo inicia Copa do Brasil com vitória


O Botafogo acaba de ganhar mais um jogo. Agora, na sua estreia na quinta fase da Copa do Brasil. Na tarde-noite desta terça-feira, 21, aplicou  1 a 0  na Chapecoense, em casa. Completa sete jogos de invencibilidade.

Geraldo Leite chega aos 100 anos como referência da ciência e da educação em Feira

Primeiro reitor da Uefs celebra centenário em ano simbólico dos 50 anos da Universidade


                                                                                Geraldo Leite


João Batista de Cerqueira, presidente da Academia Feirense de Letras, e Geraldo Leite

Nesta quinta-feira, 23 de abril de 2026, Feira de Santana celebra os 100 anos de vida de Geraldo Leite, médico, professor e um dos maiores nomes da história da educação e da ciência no interior da Bahia. A data marca não apenas um aniversário, mas o reconhecimento de uma trajetória que ajudou a moldar instituições fundamentais para o desenvolvimento da cidade.

As homenagens já têm programação definida. No dia 29, quarta-feira, será realizado um almoço por adesão, às 12 horas, no Restaurante Los Pampas. A iniciativa reúne a Academia Feirense de Letras, a Academia de Educação de Feira de Santana, a Academia de Letras e Artes de Feira de Santana e o Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana, instituições das quais Geraldo Leite faz parte, evidenciando a amplitude de sua atuação intelectual e institucional.

Formação e início

Natural de Aracaju, Sergipe, onde nasceu em 1926, Geraldo Leite teve formação sólida desde cedo, passando por tradicionais instituições de ensino até ingressar na Faculdade de Medicina da Bahia, onde se formou em 1950. Ainda estudante, já demonstrava liderança acadêmica, fundando o Grêmio Científico Oswaldo Cruz e sendo premiado por seus trabalhos científicos.

Em 1951, fixou residência em Feira de Santana, onde iniciou uma atuação decisiva nas áreas da saúde e da educação. Além de exercer a medicina e lecionar, participou de iniciativas pioneiras, como a criação do primeiro banco de sangue da cidade. Sua presença marcou uma fase de transformação estrutural do município, em um período de expansão urbana e institucional.

Legado na Uefs

Um dos principais responsáveis pela implantação da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Geraldo Leite exerceu papel central na criação da Instituição, tendo sido seu primeiro reitor após a instalação oficial, em 1976. Sua atuação foi decisiva para consolidar a Universidade como referência regional em ensino superior, pesquisa e extensão, contribuindo diretamente para o desenvolvimento social e econômico de Feira e de toda a região.

Ao longo de sua trajetória, acumulou funções acadêmicas, científicas e administrativas, além de integrar diversas instituições culturais e científicas no Brasil e no exterior. Autor de dezenas de trabalhos e reconhecido por sua contribuição à educação e à medicina, teve seu nome eternizado inclusive na ciência. Membro Honorário da Academia Feirense de Letras, Geraldo Leite chega ao centenário como símbolo de uma vida dedicada ao conhecimento e à construção de um legado que atravessa gerações.

Fonte: Academia Feirense de Letras 


Mais uma revisão do western "À Borda da Morte"


Mais uma revisão do western "À Borda da Morte" (The Proud Ones), de Robert D. Webb, 1956 - que foi exibido em Feira de Santana no Cine Íris, no início dos anos 1960. É c
onsiderado como um faroeste urbano de rara força, tem bela fotografia de Lucien Ballard. Listado postumamente como um dos 100 filmes favoritos de Akira Kurosawa.
Na ação, Cass Silver (Robert Ryan), é o xerife de uma pequena cidade do Kansas, com crises recorrentes de cegueira e com interesse romântico pela mocinha, Sally (Virginia Mayo). 
Ele enfrenta problemas com a chegada de vaqueiros e de antigo desafeto, o dono do saloon Barrett (Robert Middleton), um corrupto chamado de "honesto", que com o aumento nos negócios quer se livrar do homem da lei. Para complicar, Thad Anderson (Jeffrey Hunter), filho de um pistoleiro morto no passado por Cass, aparece na cidade. Percebendo a verdade sobre o enfrentamento de seu pai com o xerife, acaba ajudando a restaurar a lei e a ordem.
O título original traduzido literalmente é "Os Orgulhosos". E o filme trata justamente sobre homens muito orgulhosos em dar um passo para trás. E deixa a questão: quanto um homem faz para manter sua honra e orgulho? Questão que cada um tem que enfrentar na vida. Ou não.
No elenco coadjuvante, os nomes de Walter Brennan, Arthur O'Connell, Rodolfo Acosta, Ken Curtis, Edward Plat, George Mathews, Whit Bissell e Fay Roope.
Cinco anos depois, Robert Ryan e Jeffrey Hunter estiveram juntos em "Rei dos Reis" King of Kings), de Nicholas Ray. Um fazendo João Batista, outro fazendo Jesus Cristo.

Pintores formados em Feira de Santana encerram curso com ação solidária na AAPC



Como parte do encerramento da formação promovida pela Universidade Futura Tintas em parceria com a Matiz Cores e Tintas, 25 pintores recém-capacitados em Feira de Santana participaram, no sábado, 18, de uma ação solidária na Associação de Apoio à Pessoa com Câncer (AAPC), contribuindo com a revitalização de diversos espaços da instituição.
A atividade marcou o retorno do projeto à cidade após 10 anos e propôs, além da formação técnica, uma vivência prática de responsabilidade social. Durante a ação, os profissionais realizarm a pintura de diferentes ambientes da AAPC, definidos em conjunto com a equipe da instituição, de acordo com as necessidades prioritárias do espaço. Foram utilizadas tintas da linha premium da Futura Tintas.
A escolha da AAPC como instituição beneficiada carrega um significado especial para os organizadores. A decisão foi motivada por experiências pessoais compartilhadas durante uma visita ao local, reforçando a conexão com a causa e a importância do trabalho realizado pela entidade no apoio a pacientes oncológicos.
A formação dos pintores aconteceu entre os dias 6 e 18 de abril, com aulas noturnas realizadas após o expediente dos participantes. Ao longo do curso, os pintores tiveram acesso a conteúdos como aplicação de texturas, pintura mecanizada, segurança no trabalho e gestão financeira; aspectos fundamentais para o fortalecimento da atuação profissional.
Na avaliação do pintor Israel de Cabral, a experiência foi maravilhosa. "Uma experiência única, em que pudemos transmitir uma energia positiva em um ambiente onde pessoas são acolhidas, bem tratadas e, com certeza, vai ficar marcado pra gente", frisou.
Um dos destaques desta edição foi o engajamento dos participantes: a turma registrou 100% de presença, sem faltas ou atrasos durante todo o período, evidenciando o comprometimento com a qualificação. Para a Matiz, a parceria com a Universidade Futura Tintas reforça o compromisso com o desenvolvimento dos profissionaise com iniciativas que gerem impacto positivo na comunidade. Ao todo, são sete edições em diferentes cidades "Temos um compromisso muito forte com o desenvolvimento dos pintores parceiros e com ações que gerem impacto positivo. Ficamos muito felizes em construir essa história junto com a Futura Tintas e em poder, através dessa ação, transformar um espaço tão importante", afirma Carlos Alberto Cita, diretor-presidente da Matiz.
A ação também simboliza o reconhecimento ao trabalho realizado pela AAPC em Feira de Santana, especialmente no acolhimento e suporte a pacientes em tratamento contra o câncer e seus familiares. "A AAPC é mantida pela sociedade de Feira de Santana, não utiliza verbas públicas. Nós temos, hoje, 62 leitos, são mais de 4.500 pessoas com câncer cadastradas na instituição, de 209 municípios do interior da Bahia. Ações como essa são muito importantes para nós. Por isso queremos agradecer a todos os envolvidos nesta ação. Pintar um prédio como esse envolve muitos recursos e estou maravilhado com o resultado", afirma Roque Mota, presidente da AAPC.
No mesmo dia em que participou da ação na AAPC, a turma de 25 pintores foi formada em uma noite de festa, após 15 dias de aprendizado.
Enviado por Orisa Gomes 


segunda-feira, 20 de abril de 2026

Morte de Sun Sun


 

Pré-venda para pré-estreia de "O Diabo Veste Prada 2"


Assista ao trailer: 

https://www.youtube.com/watch?v=iUhgIp_yWvA

A Orient Cinemas abriu nesta segunda-feira, 20 de abril, a pré-venda no Orient CinePlace Boulevard da comédia "O Diabo Veste Prada 2" (The Devil Wears Prada 2), de David Frankel, 2026, que tem pré-estreia na quarta-feira, 29 de abril, às 20h30 e 21 horas.
Sequência de "O Diabo Veste Prada", de 2006, do mesmo diretor e com mesmo elenco principal. Na trama, quando Miranda Priestly (Meryl Streep) se aproxima da aposentadoria, ela se reúne com Andy Sachs (Anne Hathaway) para enfrentar sua ex-assistente que se tornou rival: Emily Charlton (Emily Blunt). O filme tem duas horas de duração e não é recomendável para menores de 10 anos