Opção de transferência bancária para a Pessoa Física: Dimas Boaventura de Oliveira, Banco do Brasil, agência 4622-1, conta corrente 50.848-9

Clique na imagem



Telefones: (71) 3634-6194/ 6197/ 6060 - (71) 99965-4537 * E-mails: cpl@construtorapereiralima.com.br - construtoraplima@terra.com.br * Site: https://construtorapereiralima.com.br/

Vem aí!

Vem aí!

domingo, 11 de outubro de 2026

Vantagem de Flávio em três estados do Sudeste supera a de Lula na Bahia

São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia concentram 47% do eleitorado

A duas semanas do segundo turno, Lula (PT) tem pela frente o desafio de reduzir a diferença de votos registrada nos maiores colégios eleitorais do país. Em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro (PL) abriu uma vantagem conjunta de 5,2 milhões de votos no primeiro turno, diferença que superou os 3,2 milhões conquistados pelo petista na Bahia, mesmo com a expressiva votação do presidente no estado nordestino.

O levantamento, feito a partir dos resultados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostra que Flávio terminou a votação de 4 de outubro com um saldo favorável de 2.056.859 votos no conjunto dos quatro maiores colégios eleitorais brasileiros. Juntos, os estados reúnem 74,6 milhões de eleitores aptos a votar, o equivalente a 47,03% do eleitorado nacional.

São Paulo teve o maior peso nessa diferença. No estado, que concentra 21,48% dos eleitores brasileiros, Flávio recebeu 51,93% dos votos válidos, enquanto Lula ficou com 38,20%. A vantagem do candidato do PL chegou a 3,4 milhões de votos, a maior diferença absoluta entre os quatro estados analisados.

No Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral do país, Flávio alcançou 53,01%, contra 39,41% de Lula. A diferença foi de 1,27 milhão de votos.

Minas Gerais também deu vantagem ao candidato do PL, embora com uma distância menor. Flávio recebeu 48,24% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 43,33%. O resultado representou uma diferença de 588,6 mil votos no segundo maior colégio eleitoral brasileiro.

A Bahia foi o único dos quatro estados onde Lula venceu. O presidente recebeu 66,17% dos votos, contra 28,53% de Flávio, abrindo uma vantagem de 3,22 milhões de votos. Apesar disso, a diferença não foi suficiente para compensar o resultado registrado nos três estados do Sudeste.

O peso desses colégios eleitorais ajuda a dimensionar a disputa que será retomada em 25 de outubro. São Paulo e Minas Gerais, sozinhos, concentram 31,80% dos eleitores aptos a votar no país. Quando somados ao Rio de Janeiro e à Bahia, representam praticamente metade do eleitorado brasileiro.

Com apenas dois candidatos na disputa, os votos destinados aos demais concorrentes e a participação de quem não compareceu às urnas podem modificar o cenário.

Ainda assim, os números mostram o tamanho das diferenças regionais registradas na primeira votação. Mesmo com mais de 66% dos votos válidos na Bahia, Lula terminou atrás de Flávio no conjunto dos quatro maiores colégios eleitorais do país.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/

A Veja explica como a quadrilha tentou esconder tramóia de Lula com Vorcar

 




sábado, 10 de outubro de 2026

Visão do western "Defensores da Fronteira"


Visão do western "Defensores da Fronteira" (Fort Bowie), de Howard W. Koch, 1958. Um dos poucos filmes com Ben Johnson, grande coadjuvante, como protagonista. Um filme B, mas de qualidade, com bom roteiro. Até os filmes de baixo orçamento tinham qualidade.

O comandante do Fort Bowie, coronel Garrett (Kent Taylor), suspeitando que sua esposa Alison (Jan Harrison) está tendo um caso com o capitão Thompson (Ben Johnson), o envia em uma missão perigosa para tentar persuadir o líder apache Victorio (Larry Chance) a parar seus ataques contra os soldados. A mestiça Chanzana (Maureen Hingert, também chamada Jana Davi, Miss Ceilão 1955, hoje Sri Lanka) é outro interesse romântico do capitão. 

Morre radialista Jair Cesarinho


Faleceu na madrugada deste sábado, 10, o radialista Jair Cesarinho. Ele atuou na Rádio Cultura, Rádio Fundação, Rádio Sociedade e Princesa FM, em coberturas esportivas e políticas, principalmente. Também atuou no jornal "Feira Hoje". Dirigiu a Regional do Sinjorba e integrou a Associação Bahiana de Imprensa (ABI). Quando Pelé esteve em Feira de Santana, em 1975, ele entrevistou o jogador - o Santos enfrentou o Fluminense de Feira.

Mais uma revisão de "Os Doze Condenados"


Mais uma revisão de "Os Doze Condenados" (The Dirty Dozen), de Robert Aldrich, 1967. Trata-se de um filme de guerra que aparece sempre em listas de melhores do gênero. Foi incluído na lista de 2001 do American Film Institute dos 100 Filmes Americanos Mais Emocionantes. 

Teve quatro indicações ao Oscar - Melhor Ator Coadjuvante para John Cassavetes, Melhor Som, Melhor Edição e Melhor Efeitos Sonoros, categoria na qual foi premiado. No elenco. três vencedores do Oscar: Lee Marvin, Ernest Borgnine e George Kennedy; e quatro indicados: John Cassavetes, Robert Ryan, Telly Savalas e Richard Jaeckel. 

Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, o major John Reisman (Lee Marvin), que tem um histórico de fazer as coisas acontecerem, tem a missão de treinar 12 soldados prisioneiros (Charles Bronson, Jim Brown, John Cassavetes, Telly Savalas, Donald Sutherland, Trini Lopez, Clint Walker, Tom Busby, Ben Carruthers, Stuart Cooper, Colin Maitland e Al Mancini), que estão sentenciados à morte ou com sentenças de no mínimo 20 anos. O objetivo do treinamento é uma missão secreta e quase suicida atrás das linhas inimigas, para destruir uma casa de repouso de generais nazistas e provocar a maior destruição possível às vésperas do Dia D. Os sobreviventes serão perdoados e reintegrados. 

"Treine-os! Anime-os! Arme-os!... E então solte-os contra os nazistas", dizia a frase de efeito no lançamento do filme, que teve a maior bilheteria em 1967.

Do grande elenco, vários atores foram militares e serviram na Segunda Guerra Mundial: Marvin e Robert Ryan, fuzileiros navais; Bronson, Savalas e Kennedy, exército; Ernest Borgnine, marinha; e Walker, fuzileiro mercante.

Curiosidades

Os créditos iniciais somente aparecem aos 10 minutos de filme. Detalhe que foi considerado inovador. Há algum tempo os filmes têm sequência pré-créditos ou apenas no final.

Numa cena do filme, os doze mais o major estão numa mesa e sentados do mesmo lado, o que remete à pintura de Leonardo Da Vinci, "A Última Ceia".

Quando o major está recepcionando as prostitutas para o alojamento dos doze, Maggot (Savalas), que está na torre de guarda, repreende-o dizendo: "Chega o Dia do Julgamento! E o Dia do Julgamento está chegando! Esses homens sofretão a condenção eterna por sua causa, major!" Religioso, ele alerta para o Apocalipse, que descreve o Juizo Final e suas consequências.

"Os Doze Condenados" serviu de inspiração para "O Expresso Blindado da S. S. Nazista" (Quel Maledetto Treno Blindasto), de Enzo G. Castellari, 1978.

"Bastardos Inglórios" (The Inglorious Bastards), de Quentin Tarantino, bebe na mesma fonte.

Mais recentemente, James Gunn também se inspirou neste filme para fazer para a DC, "O Esquadrão Suicida" (The Suicide Squad), 2021.

PT desqualifica denúncia grave de corrupção para não explicar recusa de investigar Lula

A reação atabalhoada do PT, Polícia Federal e Procuradoria-Geral da República, tentando desqualificar a reportagem da Veja sobre acordo de corrupção de R$1 bilhão em propina de Daniel Vorcaro para pessoas próximas do presidente, parece uma jogada para não terem de explicar a recusa de investigar os fatos graves em gravações e documentos.⁠ A revista não atribui os áudios a depoimentos na PF ou PGR, como fizeram parecer: esclarece que foram obtidas com fontes próximas Vorcaro, cujo advogado Daniel Bilinski confirmou: a voz é mesmo do ex-banqueiro.

Miopia seletiva

PF e PGR não investigaram denúncia de R$30 milhões em dinheiro vivo para o Instituto Lula, entregues a João Vaccari Neto, compadre de Lula.

Provas ignoradas

A PGR alegou "falta de provas", apesar da profusão de mensagens, registros de retiradas, identificação de quem recebeu, rotas de entrega.

Perícia, nem pensar

Temos órgãos de investigação que nem sequer sugerem a possibilidade de periciar os áudios e abrir procedimento investigativa. Tá feia a coisa.

Ojeriza a investigação

Ainda mais revelador é Vorcaro relatar em áudio que “Ubiratan”, braço direito do PGR Paulo Gonet, barrou qualquer delação envolvendo Lula.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Começou a fase das fake news: Flavio vai acabar com o Pix que Jair criou. Não foi Lula!


O período de desespero petista parece ter começado, e a desinformação volta ao centro da disputa eleitoral. A historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz, identificada com o PT, publicou um vídeo no Instagram na quinta-feira, 8, afirmando que o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, acabaria com o Pix por determinação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. "Não sei vocês, mas eu vou usar o Pix o máximo que eu puder agora", declarou. 

Em nota a campanha do senador rebateu a acusação e afirmou que o candidato defende a gratuidade do sistema, classificando-o como um patrimônio dos brasileiros. Segundo a equipe, Flávio é contrário à criação de impostos ou taxas sobre as operações e pretende manter o Pix livre, gratuito, rápido e acessível, já que foi no governo de Jair Bolsonaro a implementação do Pix.

Em uma eleição marcada pela polarização, declarações alarmistas como essa e dezenas de outras como de Janja de que Flavio irá acabar com programas sociais indica que o tom de desespero tomou definitivamente conta do partido.

Fonte: https://polibiobraga.blogspot.com/

Escandalo Master: Vorcaro financiou filme sobre Lula em troca de negócios no governo, e fez acerto de propina de R$ 1 bilhão

Mensagens e diálogos revelam o caso, mas a PGR recusou acordo de delação para o ex-banqueiro contar detalhes do acordo de corrupção

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, preso sob acusação de protagonizar uma das maiores fraudes bancárias da História, afirma em áudios e documentos obtidos pela revista Veja ter liberado milhões de reais para um documentário sobre Lula (PT) em troca de um acerto para fazer negócios com fundos de pensão de servidores federais. O objetivo era pagar propinas de R$ 1 bilhão para a meta de negócios de R$ 9 bilhões com os fundos de pensão.

Os detalhes constam de um anexo levado à Procuradoria-Geral da República em junho, na segunda proposta de delação que foi descartada. A PGR recusou a proposta que envolvia o próprio Lula alegando "falta de provas", já que os pagamentos teriam sido feitos em espécie. A defesa de Vorcaro informou então que as provas eram concretas: mensagens de WhatsApp, registros de quem retirou o dinheiro e informações sobre locais e rotas das entregas.

Segundo o relato de Vorcaro, a aproximação com o PT foi articulada por seu então sócio e CEO do Master, Augusto Lima, com intermediação do então líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). Em encontro com o ex-tesoureiro do partido, João Vaccari Neto, compadre e homem de confiança de Lula, o ex-banqueiro teve de combinar pagamento de cerca de R$ 30 milhões em dinheiro vivo ao Instituto Lula, dirigido por Paulo Okamotto, para "cobrir despesas" de documentário sobre Lula produzido no exterior - o filme Lula, de Oliver Stone, que reúne depoimentos de aliados do presidente, como o advogado Walfrido Warde. Haveria ainda outro valor, não detalhado, pago diretamente à instituição.

A reportagem, de Robson Bonin, é destaque de capa na revista Veja sob o título "Primeiras confissões".

Segundo os relatos atribuídos ao banqueiro, os pagamentos fariam parte de uma articulação para facilitar o acesso do Banco Master a investimentos de fundos de pensão federais, como Previ, Petros e Postalis.

Entre os nomes mencionados estão o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o ministro Alexandre Padilha, o ex-secretário-executivo da Presidência Olavo Noleto e Paulo Okamotto, ligado ao Instituto Lula.

Além desse adiantamento, o amigo e compadre de Lula, João Vaccari, exigiu uma taxa de 10% sobre tudo o que o banco captasse junto a fundos de previdência de servidores da Caixa (Funcef), do Banco do Brasil (Previ), da Petrobras (Petros) e dos Correios (Postalis). Se a operação se concretizasse, o esquema embolsaria R$ 1 bilhão e Vorcaro, R$ 9 bilhões. Em áudio, o banqueiro descreve o acerto e contrasta o pagamento com o patrocínio ao filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro: o recurso para o documentário de Lula foi feito "por fora", enquanto o outro seria um patrocínio regular.

Vorcaro também aponta a participação do então ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, do então secretário-executivo Olavo Noleto e de operadores ligados a eles. Ele diz ter formado, no fim de 2023 e início de 2024, uma equipe no Master para captar recursos nos fundos de pensão federais e, a partir daí, ter recebido propostas de "mordidas". Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular do banqueiro indicam contatos com o entorno de Padilha; Vorcaro afirma ainda ter ido ao Planalto e participado de jantares com o ministro.

Em abril de 2024, Lula participou da inauguração de um Biomm, laboratório de produção de insulina em Nova Lima (MG) cujo controle foi adquirido por Daniel Vorcaro junto a Walfrido ds Mares Guia, ex-ministro e amigo pessoal de Lula. Dessa inauguração participaram ministros como o próprio Padilha. O ex-banqueiro não estava prsente porque no mesmo dia, 24 de abril, ele se encontrava em Londres em evento com a participação de autoridades brasileiras, as quais seriam recebidas por ele no George Club, à noite, para uma degustação de uísque Macallan e charutos que custou a Vorcaro o equivalente a R$ 3,4 milhões. entre as autoridades presentes estavam ministros do STF como Alexandre de Moraes, o PGR Paulo Gonet e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

Desde a eclosão do escândalo do Banco Master, Lula tem usado o caso para atacar adversários ligados ao banqueiro, entre eles o senador Flávio Bolsonaro.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/

Boulevard Shopping recebe Torresmofest com quatro dias de gastronomia e tributos ao rock

Edição "Lendas do Rock" acontece de 15 a 18 de outubro, com entrada gratuita, mais de 20 expositores gastronômicos e shows de tributo a bandas nacionais e internacionais



O Boulevard Shopping Feira de Santana recebe, de 15 a 18 de outubro, o Torresmofest - Edição Especial "Lendas do Rock". Realizado no estacionamento E1 do empreendimento, das 12 às 22 horas, o festival terá entrada gratuita e reunirá mais de 20 expositores gastronômicos, chopes artesanais e mais de 10 apresentações musicais com tributos a artistas e bandas do rock nacional e internacional. O público paga apenas o que consumir e a programação tem classificação livre.

Entre os destaques da programação musical estão os tributos a Coldplay, Raimundos, Charlie Brown Jr., Engenheiros do Hawaii, Barão Vermelho, Guns N' Roses, Pitty, Raul Seixas e Legião Urbana, além de apresentações de artistas locais. A programação começa na quinta-feira, 15, com Guymeo, às 18 horas, seguido pelo especial Coldplay, às 20h30. Na sexta-feira, 16, os destaques são Raimundos e Charlie Brown Jr.; no sábado, 17, Engenheiros do Hawaii, Barão Vermelho e Guns N' Roses; e, no domingo, 18, Pitty, Raul Seixas e Legião Urbana.

Na parte gastronômica, o festival terá como destaque preparos à base de carne suína, como torresmo de rolo, torresmo pururuca e pirulito de torresmo. O cardápio também inclui costela fogo de chão, baião de dois, feijão tropeiro, arroz carreteiro, hambúrgueres artesanais,lanches de costela, doces e sobremesas, além de opções de chope 

Para Fernanda Studart, gerente de marketing do Boulevard Shopping, a realização do festival amplia a programação de experiências do empreendimento. "A proposta é oferecer ao público uma programação que reúna gastronomia, música e lazer em um mesmo espaço. Nesta edição, o tema Lendas do Rock traz uma programação musical diversificada e cria mais uma opção para aproveitar o shopping com amigos e família", afirma.

Serviço


Torresmofest - Edição Especial Lendas do Rock 

Data: 15 a 18 de outubro 

Horário: das 12 às 22 horas 

Local: Estacionamento do Boulevard Shopping 

Entrada: Gratuita. O público paga apenas o que consumir. 

Classificação: livre


Confira abaixo programação completa: 


• Quinta-feira (15/10)

          • 18h00 - Guymeo (Voz e Violão)

          • 20h30 - Especial Coldplay (Banda Nós Somos o Coldplay)


• Sexta-feira (16/10)

          • 12h30 - Artur Duarte (voz e violão)

          • 18h00 - Especial Raimundos (Banda Mr. Jack)

          • 20h30 - Especial Charlie Brown Jr. (Chaparral Charlie Brown)


• Sábado (17/10)

          • 12h30 – Especial Engenheiros do Hawaii (Outras Frequências)

          • 15h00 – Banda Nova (@novabandaa)

          • 17h00 – Especial Barão Vermelho (Banda Noite Vermelha)

          • 20h30 – Especial Guns N' Roses (Like a Suicide)


• Domingo (18/10)

          • 12h30 – Tributo Pitty (Desconcerto)

          • 15h00 – Especial Bruno Mars (Funky)

          • 17h00 – Especial Raul Seixas (Rafa Luz & o Trio das Sete)

          • 20h30 – Tributo Legião Urbana (Renato Coelho)


Enviado por ComunicAtiva Associados


quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Flavio Bolsonaro tem apoio em Feira de Santana com adesivaço


O  vereador Ismael Bastos informando do "Super Adesivaço em apoio ao 22" pela vitória de Flávio Bolsonaro no segundo turno. Será neste sábado, 10, com início às 14h22, na Avenida Getúlio Vargas com Avenida João Durval Carneiro, Viaduto José Joaquim Lopes de Brito.

Visão de "O Assassino Anda Solto"



Visão do filme noir "O Assassino Anda Solto" (The Killer Loose), de Budd Boetticher, 1956. Trata-se de um drama criminal psicológico com suspense. Um filme B de qualidade, com intriga e tensão até o clímax. O slogan no lançamento dizia: "
A história de um policial que usou sua esposa como isca para um assassino!"

Na trama, em Santa Monica, California, um banco é assaltado. Na investigação, uma escuta telefônica policial identifica o caixa Leon Poole (Wendell Corey) como infiltrado na quadrilha. Ao capturá-lo, o detetive Sam Wagner (Joseph Cotten) acidentalmente mata a jovem esposa de Poole, Doris (Martha Crawdord) e, em seu julgamento, Poole jura vingança contra Wagner, que é casado com Lila (Rhonda Fleming). Cerca de três anos depois, até então um prisioneiro modelo, o desequilibrado Poole aproveita abruptamente a chance de matar um guarda (Stanley Adams) e escapar. Durante a caçada que se segue, fica claro que Poole está obcecado em buscar um único fim; mas não é exatamente o fim que todos supõem.

Ainda no elenco: Alan Hale Jr., Michael Pate, John Larch, Virginia Christine, Dee J. Thompson, John Beradino, Don Beddoe, Gail Bonney, Richard H. Cutting, Lawrence Dobkin, William Hudson, Carol Kelly, John Dennis, entre outros.

Mario Frias, de "Dark Horse", reeleito deputado federal por São Paulo

 


As eleições de domingo passado, 4 de outubro, levaram às urnas nomes conhecidos nacionalmente. Entre os candidatos com trajetória pública, quem garantiu um novo mandato foi o ator carioca Mario Frias (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados), reeleito deputado federal pelo PL com 91.403 votos, por São Paulo. 
Mario Frias é conhecido por trabalhos na televisão - "Meu Bem Querer", "As Filhas da Mãe", "O Quinto dos Infernos", "Sob Nova Direção", "Senhora do Destino", "Malhação", entre outros. Ele ocupou o cargo de secretário especial da Cultura no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, entre 2020 e 2022.
Além disso, é roteirista e produtor-executivo de "Dark Horse", filme biográfico que conta a história de Jair Bolsonaro até a vitória nas eleições para presidente em 2018. Também atua no esperado filme, como Dr. Álvaro.
Lançamento adiado
A distribuidora responsável por "Dark Horse", decidiu adiar o lançamento da produção para depois das eleições de 2026. O diretor-geral da Europa Filmes, Wilson Feitosa, afirmou que ainda não há uma nova data definida. Segundo ele, a produtora está em fase de definição da estratégia para o lançamento. O filme tinha previsão de lançamento para setembro.

Visão do western noir "Escravo do Ouro"



Visão do western noir "Escravo do Ouro" (The Broken Star), de Lesley Selander, 1958. O diretor é conhecido como o que mais westerns realizou - um total de 106 filmes do gênero. Um filme menor, classe B, mas interessante de ver. Tiros, brigas de bar, cantora de saloon, romance. "
Em nome da lei, ele assassinou e saqueou!", dizia o slogan no lançamento.

Um delegado corrupto, Frank Smeet (Howard Duff), ganancioso e cruel, decide agir por conta própria, usando o distintivo - "A Estrela Partida" do título original - para cometer crimes. Ele é investigado com a morte de um mexicano, Carlos Alvarado (Felipe Turich), pelo colega e amigo Bill Gentry (Bill Williams). Com obstinação, este analisa o álibi e descobre que o parceiro é mesmo o assassino. E mais, roubou oito mil dólares em ouro que estava escondido na casa do mexicano. Ele deve deter o amigo e ficar com a mocinha, a cantora de saloon Conchita (Lita Baron).

Marcus Majella participa de pré-estreia de “Um Tio Quase Perfeito 3” no UCI Orient Shopping da Bahia


O UCI Orient Shopping da Bahia recebeu, na noite de quarta-feira, 7 de outubro, a pré-estreia de "Um Tio Quase Perfeito 3", com a presença do ator Marcus Majella (Foto: Divulgação), protagonista da franquia. O encontro reuniu convidados para conferir em primeira mão o terceiro filme, que chega aos cinemas de todo o país nesta quinta-feira, 8.

Durante a passagem por Salvador, Majella celebrou a relação com o público da cidade. "Obrigado por terem vindo, estou muito feliz. Gosto muito de fazer minhas estreias em Salvador. Espero que vocês gostem do filme, se emocionem e se divirtam com a gente. Estamos concluindo essa comédia maravilhosa com muito amor", afirmou o ator.

Dirigido por Pedro Antonio, "Um Tio Quase Perfeito 3" traz de volta Marcus Majella como Tio Tony, agora diante de uma nova missão: cuidar de uma bebê deixada inesperadamente na porta de sua casa. O filme é uma produção da Arpoador Audiovisual, em coprodução com a H2O Produções e a Sony Pictures International Productions, com distribuição da H2O Films e codistribuição da Sony Pictures.

Enviado por Ana Paula Marques, executiva de Atendimento da Texto & Cia


Roteiro do Orient Cinemas Boulevard

Por Dimas Oliveira e Milena Batista

LANÇAMENTOS NACIONAIS

OUTRA MÃE (Other Mommy), de Rob Savage, 2026. Com Jessica Chastain, Arabella Olivia Clark e Jay Duplass. Uma menina de oito anos, filha de um casal que enfrenta problemas conjugais, encara uma entidade sinistra que sai do seu armário e torna-se cada vez mais ameaçadora para a família. Cópia dublada. Duração: 93 minutos. Não recomendado para menores de 16 anos. Horários: 15h10 e 21 horas.

UM TIO QUASE PERFEITO 3, de Pedro Antonio, 2026. Com Marcus Majella, Leticia Isnard e Ana Lucia Torre. Infantil. Tony sente falta dos sobrinhos, que estão cada vez mais independentes e fazendo planos para as férias que não o envolvem. Ele segue como professor de teatro na escola, mas uma nova criança chega para bagunçar a rotina: a bebê Alice, que é deixada na porta de sua casa. Cópia dublada. Duração: 95 minutos. Não recomendado para menores de 6 anos. Horários: 13h10, 17h10, 19h10 e 21h10.

AS AVENTURAS DE TADEO E A LÂMPADA MÁGICA (Tad and the Magic Lamp), de Enrique Gato, 2026. Animação. Tadeo, sua namorada Sara e seus amigos Múmia, Jeff e Belzoni embarcam em uma aventura depois que ele acidentalmente desencadeia um feitiço antigo. Cópia dublada. Duração: 92 minutos. Não recomendado para menores de 10 anos. Horários: 13, 15, 17 e 19 horas.

CONTINUAÇÕES

A GALINHA PINTADINHA: O FILME, de Juliano Prado e Marcos Luporini, 2026. Animação. À espera de seu primeiro filho ao lado do Galo Carijó, a Galinha Pintadinha vê seus planos mudarem quando um erro improvável provoca uma separação de mães e filhotes. Determinada a reencontrar o Pintinho Amarelinho, ela embarca em uma jornada desafiadora por territórios misteriosos. Segunda semana. Duração: 83 minutos. Classificação: Livre. Horário: 14 horas.

MINHA MELHOR AMIGA, de Susana Garcia, 2026. Com Ingrid Guimarães, Monica Martelli e Thaila Ayala. Comédia. Enfrentando a menopausa e a ansiedade do ninho vazio, as amigas Julia e Clara se encontram em um aeroporto quando suas filhas pegam o mesmo voo para o exterior e decidem viajar juntas para visitá-las. Sexta semana. Duração: 122 minutos. Não recomendado para menores de 12 anos.  Horários: 15h50, 18h20 e 20h50.

Programação - sujeita a alteração - até quarta-feira, 14 de outubro.  

PneumoFeira reúne especialistas para dois dias de atualização em saúde respiratória



A Sociedade Feirense de Pneumologia realiza, nos dias 6 e 7 de novembro, o PneumoFeira, encontro que reúne tradição, atualização científica e inovação em saúde respiratória em Feira de Santana. A programação será realizada no Charmant Hotel & Business e contará com o I Simpósio de Radiologia Torácica, na sexta-feira, 6, e a XXI Jornada Feirense de Pneumologia, no sábado, 7, reunindo especialistas de diferentes áreas para discutir temas atuais e relevantes para a prática médica. As inscrições podem ser realizadas pela plataforma Sympla. 

A programação começa às 16 horas do primeiro dia, com o Simpósio de Radiologia Torácica, que terá como foco a contribuição dos exames de imagem para o diagnóstico e a condução de diferentes condições pulmonares. Entre os temas estão nódulo pulmonar, PET-CT em oncologia torácica, pneumotoxicidade e emergências torácicas, em apresentações conduzidas pelos médicos Rubia Campos, Fabiano Torres e Marcus Vinicius. 

No sábado, a XXI Jornada Feirense de Pneumologia amplia a discussão para diferentes áreas da pneumologia. A programação inclui mesas-redondas sobre pneumopediatria, asma grave, fibrose pulmonar, câncer de pulmão, DPOC e cirurgia torácica, além de simpósios satélites. 

Entre os assuntos que serão debatidos estão as doenças respiratórias imunopreveníveis na infância, o cenário da asma no Brasil segundo o Relatório Global da Asma 2026, o uso de imunobiológicos na asma grave, novas abordagens para a fibrose pulmonar, rastreamento e tratamento do câncer de pulmão e as estratégias terapêuticas para DPOC. A programação também contempla uma mesa dedicada à cirurgia torácica, com discussões sobre o atendimento à hemoptise com risco de vida, incluindo a abordagem inicial, o papel da broncoscopia, da radiologia intervencionista e da cirurgia no controle da condição. 

Para o presidente da Sociedade Feirense de Pneumologia, José Neto, o PneumoFeira representa uma oportunidade de aproximar conhecimento científico, troca de experiências e prática clínica. "É um evento de atualização, troca de experiências e discussão sobre os avanços que estão transformando a assistência em saúde respiratória. Reunir especialistas em Feira de Santana também fortalece a nossa cidade como um espaço de produção e compartilhamento de conhecimento na área médica", frisa. 

Além de participar da organização do evento, José Neto integra a programação científica da jornada como moderador da mesa sobre DPOC e também como palestrante, com o tema "Tratamento da DPOC com dupla broncodilatação no SUS".

Enviado por Orisa Gomes, de Jornalismo Notre Comunicação


PF arquiva suspeita vexatória sobre 'interferência' dos EUA nas eleições

Investigação foi anunciada pelo diretor da PF no dia da eleição de 1º turno

A Polícia Federal arquivou a apuração preliminar sobre uma suposta interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. A decisão, tomada pela Diretoria de Inteligência da corporação, ocorreu por falta de elementos mínimos que justificassem a abertura de um inquérito formal.

O procedimento havia sido anunciado no domingo, 4 de outubro, dia do primeiro turno, pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. Ele informou que a corporação havia recebido uma representação da Advocacia-Geral da União (AGU) e a encaminhado para análise, mas esclareceu que ainda não havia portaria de inquérito - apenas um exame prévio, rotina em casos do tipo.

A representação da AGU, segundo fontes palacianas ordenada por Lula (PT), de motivação meramente eleitoreira, foi protocolada na quinta-feira, 1º, junto à PF e ao Ministério Público Federal. O pretexto foi uma reportagem do jornal britânico The Guardian, de 30 de setembro, sob o título que descreve o redirecionamento de recursos de direitos humanos do governo Trump para supostamente promover "uma agenda de extrema-direita no exterior".

Segundo a matéria, o Departamento de Estado dos EUA teria destinado cerca de US$ 1 milhão do Fundo de Direitos Humanos e Democracia a um programa chamado "Combate ao Lawfare e à Censura no Brasil", voltado a organizações que contestam a atuação do Supremo Tribunal Federal. A AGU argumentou que, se confirmado o repasse, o fato poderia configurar ingerência externa em assuntos internos, em violação aos princípios de soberania, e pediu a identificação de responsáveis e destinatários dos recursos no país para eventual responsabilização penal.

Após a análise preliminar, a PF concluiu que não havia indícios suficientes para caracterizar crime ou justificar a continuidade da apuração. A AGU foi informada do arquivamento. O inquérito policial, portanto, não chegou a ser instaurado.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Revista britânica publica estudo com pesquisadora da Uefs sobre Spix e Martius


A revista científica britânica "Journal of Biological Education" publicou estudo com participação da professora Geilsa Costa Santos Baptista, do Departamento de Educação da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). A publicação ocorreu em 23 de setembro.

O artigo foi escrito por Geilsa Baptista e Maria Laura Souza Silva, pesquisadora vinculada ao Instituto Federal da Bahia (Ifba), em Vitória da Conquista. A revista pertence à Royal Society of Biology, do Reino Unido, e é publicada pela Taylor & Francis.

Intitulado "Visões científicas no tempo dos naturalistas Spix e Martius no século XIX e possibilidades para contextualizar o ensino de Biologia", em tradução livre, o estudo analisa o livro "Através da Bahia".

A obra reúne relatos da viagem realizada pelos naturalistas alemães Johann Baptist von Spix e Carl Friedrich Philipp von Martius pelo território baiano, entre 1817 e 1820. As pesquisadoras examinaram como os viajantes compreendiam a ciência e a prática científica naquele período.

O estudo defende que os relatos podem ser utilizados no ensino de Biologia, desde que apresentados dentro do contexto histórico. Aspectos controversos relacionados à ciência iluminista também devem ser discutidos criticamente em sala de aula.

Segundo as autoras, esse material pode estimular o pensamento crítico, ampliar a compreensão histórica da ciência e favorecer o interesse, a participação e o diálogo entre os estudantes.

A pesquisa está relacionada ao livro "A flora e a fauna da Bahia do século XIX nas descrições de Spix & Martius - Um recurso didático para o ensino de Biologia", publicado em 2025 pela Editora da Uefs e também assinado pelas duas pesquisadoras.

Artigo: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/00219266.2026.2731933

Fonte: Feira Hoje

Visão de "A Lei da Montanha"


Visão do filme noir "A Lei da Montanha" (Thunder Road), de Arthur Ripley, 1958, em seu último trabalho. A tradução do original é "Estrada do Trovão". Um clássico do gênero, com drama policial e suspense.

Protagonista do filme, Robert Mitchum também foi o co-produtor, co-roteirista e autor da música tema "The Ballad of Thunder Toad". Seus filhos James e Christopher atuam, o primeiro como irmão e ambos estreando no cinema. Também estreias de Shirley Knight, a cantora Keely Smith, Peter Breck, Mitchell Ryan e Jerry Hardin.

Na trama, Luke Doolin (Robert Mitchum), veterano da Guerra da Coréia, volta para as montanhas e assume o alambique clandestino de seu pai, Vernon Doolin (Trevor Bardette). Ele tem que lutar contra o gângster Carl Koogan (Jacques Aubuchon), que está tentando assumir o controle do negócio e contra o policial Troy Barrett (Gene Barry), que está tentando colocá-lo na prisão.

Cai o véu do regime

Prepare-se para tomar contato com as entranhas repugnantes do inquérito que mostrou ao Brasil como opera uma ditadura de toga.

Por Eugênio Esber para a Oeste:


Ao amanhecer do dia 23 de agosto de 2022, os empresários Luciano Hang, Afrânio Barreira Filho, José Isaac Peres, Ivan Wrobel, André Tissot, Marco Aurélio Raymundo, Meyer Nigri e José Koury tiveram suas vidas reviradas pelo aparato de repressão de Alexandre de Moraes. Sob as ordens do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), agentes da Polícia Federal (PF) cumpriram mandados de busca e apreensão nas residências e escritórios de pessoas que, na intimidade de um grupo de WhatsApp intitulado "Empresários & Política", manifestavam sua repulsa à eventual volta de Lula ao poder. Koury, o mais indignado com o possível triunfo eleitoral de um homem condenado em três instâncias judiciais por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, sentiu-se à vontade para dizer, no chat, que até preferiria um golpe à volta do petista, que foi livrado da cadeia por uma escandalosa interpretação do STF, que viria a ser conhecida como a "regra do CEP".
Empresário Luciano Hang | Foto: Reprodução/Redes Sociais

O braço autoritário de Alexandre pesou sobre a "preferência" de Koury e sobre quem mais, no grupo de WhatsApp, expressou alguma afinidade de pensamento, mesmo que por meio de um simples emoji. Quando algumas vozes influentes na imprensa perguntaram se aquela batida policial contra oito empresários, em cinco Estados, teria se sustentado em mera reportagem de um site que vazou mensagens privadas de um bate-papo de WhatsApp, o gabinete de Moraes negou, alegando que os mandados de busca e apreensão contra os empresários se apoiavam em um conjunto de diligências. Acreditou, como sempre, quem quis acreditar. Ao fim e ao cabo, as investigações deram em nada. Mas o estrago foi feito - e não apenas na vida do grupo de empresários alvejados pela visita da PF às seis da manhã, mas no último resquício de credibilidade do Judiciário brasileiro. Moraes acabaria denunciado por seu mais importante assessor, o perito Eduardo Tagliaferro, como um farsante.
O empresário José Koury, dono do Barra World Shopping, no Rio de Janeiro (RJ) | Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal

Em sessão no Senado, Tagliaferro confirmou que, sim, Moraes havia determinado uma espalhafatosa operação policial sem qualquer outro indício além de um texto de internet que vazava meras elucubrações em um chat privado. Contou ainda que, para encobrir essa verdade incômoda, o ministro orientou seu gabinete a incluir novos elementos posteriormente, juntando-os ao processo "com data retroativa". Em síntese, fraude processual, e com provas em poder de quem cumpriu a ordem de executá-la - o próprio Tagliaferro, hoje na Itália.
Este caso é apenas um recorte de centenas de truculências cometidas por Alexandre de Moraes como relator do Inquérito 4.781, aberto de forma ilegal pelo STF em março de 2019 e conduzido com mão de ferro e absoluto sigilo contra brasileiros que ousaram questionar temas-tabus, como a espantosa evolução patrimonial de ministros da Suprema Corte ligados por laços de família a escritórios jurídicos que defendem causas milionárias. Ou a total falta de transparência do sistema eletrônico de votação e apuração, único no mundo (ao lado do Butão) a não permitir que o eleitor confira seu voto em um comprovante impresso.
Sobre o 4.781, pode-se dizer que o volume e a gravidade das aberrações jurídicas praticadas longe dos olhos do público e até mesmo dos advogados das vítimas constituem o véu do regime que ora caminha para seu momento mais decisivo - o veredito popular a partir de 4 de outubro. É quando dezenas de milhões de brasileiros votarão para eleger o presidente da República e para renovar dois terços do Senado, a casa que pode cassar ministros do STF que atentam contra a lei e a Constituição.
É claro que o resultado da eleição tem enorme peso para a abertura de porões e sótãos do regime STF-PT, que Moraes guarneceu tão diligentemente. Provavelmente nem ele próprio tenha condições de saber os detalhes de tanto entulho autoritário que acumulou ao longo de anos em que recebeu salvo-conduto de setores da academia, da grande imprensa e de entidades subservientes, como a OAB, para intimidar e perseguir quem bem quisesse no campo conservador e até na estreita faixa da esquerda não-cooptada, caso do Partido da Causa Operária (PCO).
Na hipótese, porém, de que as urnas frustrem as expectativas de depuração institucional, ainda assim há uma boa notícia.
A empáfia e a desmedida autoconfiança de Moraes o levaram a dar um passo em falso. Sem resposta para as suspeitas de ter incorrido em uma penca de crimes - corrupção passiva, advocacia administrativa e obstrução da justiça - no processo relativo à quebra do Banco Master, partiu para cima do relator, ministro André Mendonça. Decidiu enquadrar o colega no famigerado 4.781, vulgo "Inquérito das Fake News". Diante da colossal confusão que se criou, o ministro Edson Fachin, num gesto de autopreservação da Corte, avocou para a presidência da casa a relatoria do 4.781. E Mendonça, então, fez o óbvio: como "investigado", pediu acesso à íntegra do inquérito.
Ministro Alexandre de Moraes, do STF | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Fachin não terá como negar a Mendonça, que é um igual, aquilo que tantos e tantos investigados de Moraes pediram sem a menor chance de sucesso - acesso aos autos do "Inquérito do Fim do Mundo", apelido dado pelo ministro aposentado do STF Marco Aurélio Mello, que votou contra a sua instauração.
A depender do nível de contato que tiver com o cipoal de investigações que Moraes empreendeu no âmbito do inquérito-mãe, o 4.781, e seu conexo, o Inquérito 4.874 ("Milícias Digitais"), Mendonça poderá puxar o véu do regime e colocar a lanterna do bom Direito para iluminar o escuro alçapão jurídico-político construído pela mente aloprada de Moraes. É provável que Mendonça não fique impassível ao se deparar com certas absurdidades, que resultaram em prisões, batidas policiais, apreensão de passaportes, recolhimento de celulares e computadores, derrubada de perfis, congelamento de bens e contas bancárias, desmonetização de canais de internet, fechamento de veículos de informação e outras medidas. Mais provável ainda é que, sensibilizado, ou horrorizado, Mendonça exerça uma saudável pressão para que a presidência do STF abra o sigilo de tudo.
É preciso que o tribunal vomite toda monstruosidade que aceitou engolir nestes quase oito anos em que o sadismo de um ministro atuou livremente, pisoteando garantias constitucionais e o direito de defesa de suas vítimas - um extenso rol que inclui pessoas de perfis tão diversos quanto Mário Sabino, Elon Musk, Jair Bolsonaro, Rui Costa Pimenta, Daniel Silveira, Roberto Jefferson, Allan dos Santos, Paulo Figueiredo, Bernardo Küster, Bia Kicis, Luiz Philippe de Orleans e Bragança, Rodrigo Constantino, Carla Zambelli, Adriano "Didi" Castro, Marcos Cintra e Oswaldo Eustáquio, entre outros, muitos outros. Além, é claro, dos oito empresários mencionados no início do texto.
André Mendonça fará um bem enorme à restauração da democracia no Brasil se exigir de Fachin que retire de Moraes a relatoria de inquéritos filhotes do 4.781 (Fake News), principalmente o das Milícias Digitais (4.874). E que levante o sigilo de tudo, para que os brasileiros tenham acesso aos arquivos secretos de Moraes - um estuário de ilegalidades que se ligam à atuação dele na presidência do Tribunal Superior Eleitoral em 2022 e, também, às investigações inquisitoriais contra os manifestantes dos atos de 8 de janeiro.
O ministro do STF André Mendonça | Foto: Victor Piemonte/STF

Naquela pesca de tarrafa, Moraes mirou gente conhecida, como os influenciadores Bárbara Destefani e Kim Paim, mas também arrastou centenas de pessoas que caíram nas malhas do aparelho de arapongagem do TSE, que atendia pelo nome de Assessoria de Enfrentamento à Desinformação. Como revelou o então chefe da tal "assessoria", Eduardo Tagliaferro, as pessoas detidas em Brasília nos atos de 8 de janeiro de 2023 eram liberadas ou mantidas presas com base em postagens no Facebook e outras redes sociais em anos anteriores. O depoimento prestado por Tagliaferro aos senadores brasileiros é um abjeto retrato da polícia política de Moraes em ação.
Não farei aqui analogia com a abertura dos arquivos do DOPS, porque não se trata de fazer a exumação de um regime político ditatorial com luta armada. Mas é inevitável esperar que a ditadura de toga preste contas de seus atos a centenas de famílias que falsas excelências vêm desgraçando desde 2019. Por ação. E por omissão.

Fonte: https://otambosi.blogspot.com/