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sábado, 18 de abril de 2026

Botafogo ganha mais uma


O Botafogo acaba de ganhar mais um jogo - o quinto - no Campeonato Brasileiro da Série A. Na noite deste sábado, 18, aplicou 4 a 1 no Chapecoense, fora de casa. O Alvinegro tem um jogo a menos na competição. Fulminante, com 20 minutos de jogo, estava ganhando de 3 a 0. Completa seis jogos de invencibilidade e tem o ataque mais positivo com 22 gols marcados.


Mais um 007 revisto

Agente James Bond no Japão

Revisão de "Com 007 Só Se Vive Duas Vezes" (You Only Live Twice), de 
Lewis Gilbert), 1967. Trata-se do quinto filme da franquia com o icônico agente secreto James Bond, criado pelo escritor Ian Flemming. Em Feira de Santana, foi visto no Cine Santanópolis, em meados de 1969.

Na trama, enquanto a relação entre os Estados Unidos da América e a União Soviética está à beira do colapso, com uma série de misteriosos sequestros de naves espaciais colocando lenha na fogueira, o Serviço Secreto de Sua Majestade entra em ação. Como resultado, o agente James Bond (Sean Connery) se encontra em Tóquio para investigar o potencial envolvimento japonês e esclarecer os enigmáticos eventos espaciais. No entanto, os tentáculos da organização Spectre se espalharam pela Terra do Sol Nascente. O mundo está preparado para um confronto violento entre as superpotências? O espião britânico do MI6  sobreviverá a um encontro com o perigo e seu antigo inimigo, o número um da Spectre, Ernst Stavro Blofeld (Donald Pleasense)? 

Curiosidades

Como sempre, a presença de belas mulheres na trama: as japonesas Mie Hama, Akiko Wakabayashi, as chinesas Tsai Chin e Francesa Tu, a birmanesa Jeanne Roland, além da alemã Karin Dor como a vilã Helga Brandt, bem como a canadense Lois Maxwell interpretando mais uma vez a personagem Miss Moneypenny, secretária de M (Bernard Lee), chefe do Serviço de Inteligência Britânico, que sempre está flertando com o agente.

Além do "James Bond Theme", composto por Monty Norman e executado por John Barry e Orquestra desde o primeiro filme, este tem trilha sonora com a música "You Only Live Twice", de John Barry e Leslie Bricusse, interpretada por Nancy Sinatra, que foi a primeira cantora não britânica a executar uma música tema para um filme de James Bond.

O rosto de Ernst Stavro Blofeld é exibido pela primeira vez em um filme da franquia.

O título do filme vem de um poema incluído no romance de Ian Flemming. Diz: “Você vive apenas duas vezes. Uma vez quando você nasce. E uma vez quando você olha a morte nos olhos." No romance, o poema foi escrito por James Bond para seu amigo Tiger Tanaka. 

As traduções literais de alguns dos títulos em língua estrangeira deste filme incluem: "Não Se Vive Mais de Duas Vezes" (França), "Só Vive Duas Vezes" (América Latina), "007 Morre Duas Vezes" (Japão), "Uma Só Vive Duas Vezes" (Alemanha), "James Bond no Japão" (Noruega e Grécia), "Você Vive Apenas Duas Vezes (Finlândia), "Com 007 Você Vive Apenas Duas Vezes" (Portugal).

Arquivos comunitários, território e disputas pela memória pautam encontro com representantes do Zumví, Museu da Maré e instituições

Programação reúne mesa temática e fórum aberto para discutir memória, preservação, acesso e articulação regional de acervos comunitários




O debate sobre memória, território e direito à narrativa ganha centralidade no próximo dia 24 de abril, com a realização do encontro "Arquivos Comunitários, Território e Disputas Pela Memória". O evento reúne pesquisadores, gestores, articuladores da memória e representantes de experiências fundamentais no campo dos acervos comunitários. Mais do que discutir preservação documental, a programação propõe uma reflexão sobre o papel político desses arquivos na afirmação identitária, na resistência ao apagamento e na produção de narrativas construídas a partir dos próprios territórios e sujeitos sociais.

Ao longo do dia, a programação será dividida em dois momentos. Pela manhã, das 10 às 12 horas, acontece a mesa "Arquivos Comunitários, Território e Disputas Pela Memória", com participação de Thamires Ribeiro, do Museu da Maré; José Carlos Ferreira, do Zumví Arquivo Afro Fotográfico; Jorge X, diretor do Arquivo Público do Estado da Bahia; e Kissila Rangel, pesquisadora vinculada à Universidade Federal Fluminense e à Fundação Casa de Rui Barbosa. A conversa coloca em diálogo experiências de documentação e preservação construídas em contextos distintos, mas atravessadas por questões comuns, como pertencimento, reconhecimento institucional, políticas de custódia e direito à memória.

À tarde, das 14 às 17 horas, a programação segue com o Fórum Aberto, em formato de roda de diálogo ampliada, com apresentações breves de iniciativas, debate coletivo e encaminhamentos. A mediação será de Jean Camoleze, do Programa Pró-Memórias, e Edson Cardoso, do Ìrohin: Centro de Documentação, Comunicação e Memória Afro-brasileira. O encerramento será conduzido por Mabel Meira Mota, da Universidade Federal da Bahia.

"O Fórum tem um objetivo de mapear arquivos comunitários e iniciativas negras que preservam a memória, no intuito de dialogar problemáticas e encontrar caminhos, ferramentas públicas e privadas para manutenção desses arquivos, desses espaços de memória", explica José Carlos Ferreira, diretor de relações institucionais do Zumví Arquivo Afro Fotográfico. A presença de José Carlos no encontro também amplia o debate a partir da experiência do Zumví Arquivo Afro Fotográfico, um dos mais importantes acervos para a história da fotografia e dos movimentos negros no Brasil.

Entre os objetivos do Fórum estão o mapeamento de iniciativas de arquivos comunitários na Bahia, a identificação de demandas comuns ligadas à formação, financiamento, preservação e acesso, além da discussão sobre os impactos da legislação arquivística recente e a construção de propostas de articulação regional.

Sobre o Zumví Arquivo Afro Fotográfico

Fundado em Salvador, em 1990, por Lázaro Roberto, Aldemar Marques e Raimundo Monteiro, o arquivo nasceu do compromisso de registrar a vida da população negra por mãos também negras, em um contexto em que a população negra raramente era fotografada a partir de suas próprias perspectivas. Ao aproximar a experiência do arquivo do debate sobre arquivos comunitários, o Fórum reforça que preservar memória também é disputar sentido, reconhecer protagonismos e garantir que determinadas histórias não permaneçam à margem dos registros oficiais.

Atualmente, essa trajetória ganha novo alcance com a exposição Zumví Arquivo Afro Fotográfico, em cartaz no IMS Paulista, em São Paulo, reunindo cerca de 400 fotografias e documentos que atravessam movimentos sociais, blocos afro, afoxés, territórios quilombolas, feiras populares, festas e cenas do cotidiano da população negra baiana.

A exposição comemorativa "Zumví 35 Anos", celebra mais de três décadas dedicadas à memória, à preservação e às narrativas visuais negras, compondo um panorama que escreve, com luz e presença, uma história contada por quem a vive.

De acordo com o diretor de relações institucionais do Zumví Arquivo Afro Fotográfico, "a exposição no Instituto de Moreira Salles, está sendo um maior sucesso, porque é uma exposição de muita verdade, tanto por parte do curador Hélio Menezes, por parte de toda a equipe aqui do Zumví, do trabalho de todos os fotógrafos". O gestor ainda destaca que hoje a Exposição se encontra em destaque no segmento de fotografia do Brasil e da América Latina.

Em cartaz até 23 de agosto, a mostra reafirma o Zumví como espaço de memória, militância e produção de narrativas próprias, além de ampliar o acesso público a um acervo fundamental para a história visual negra no país.


Enviado pela jornalista Suzy Silva

Arte, território e educação: projeto "Praia do Forte - terrAmar" leva fotografia autoral a escolas públicas na Bahia

Após o lançamento do livro em dezembro, iniciativa entra na fase de contrapartidas sociais com mediações culturais para estudantes da rede pública




O projeto "Praia do Forte - terrAmar", do artista visual Eduardo Moody, sob curadoria de Andréa Beraldo, inicia uma nova etapa ao levar mediações culturais gratuitas para escolas públicas.

Lançado em 6 de dezembro, o livro consolida mais de duas décadas de investigação visual sobre a Praia do Forte. Em mais de 200 imagens, constrói uma leitura do território, articulando memória, cultura e natureza, e abordando tanto seus patrimônios materiais quanto imateriais. O conjunto tensiona o limite entre o documental e o poético.

Agora, o projeto se volta diretamente à formação de público. Como parte das contrapartidas sociais, serão realizadas mediações culturais gratuitas que devem alcançar cerca de 1.500 estudantes da rede pública.

Segundo Andréa Beraldo, responsável pela concepção e condução das ações educativas, o objetivo vai além dos números: "Mais do que ampliar o alcance, queremos oferecer aos alunos um outro modo de olhar. Em meio a um excesso de imagens superficiais, voltar-se para o que é nosso, nossa natureza, nossa cultura e nossa gente, é fundamental para pensar cidadania e futuro."

As atividades incluem também uma sessão dedicada aos alunos da Associação Educacional Sons no Silêncio (Aesos), em Salvador, instituição voltada à educação de jovens surdos.

Durante os encontros, Eduardo Moody apresenta uma seleção de imagens do livro e compartilha os processos criativos por trás de sua produção. As fotografias funcionam como ponto de partida para conversas sobre arte, identidade, pertencimento e memória, estimulando a leitura crítica de imagens e a conexão com as vivências dos estudantes.

Mais do que um livro, "terrAmar" se afirma como um gesto contínuo. Ao chegar às escolas, a obra amplia seu alcance e transforma a experiência estética em encontro, diálogo e formação. A Praia do Forte deixa de ser apenas paisagem e passa a operar como campo de reconhecimento e reflexão para quem vive o território.

SERVIÇO

Projeto: "Praia do Forte - terrAmar"
Atividades: Mediações culturais gratuitas
Público: Estudantes da rede pública 

Enviado por Kleyser Seixas Guedes

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Cinema no Casarão tem oitava edição




A oitava edição - a segunda deste ano - do projeto Cinema no Casarão, proporcionada pela Fundação Senhor dos Passos, através do Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie E. Poppino, ocorreu na noite  desta sexta-feira, 17, na Sala Dimas Oliveira do Casarão Fróes da Motta. O evento contou com público seleto.

Foram mostrados dois documentários: "Como Nasce uma Cidade", de Olney São Paulo, 1973, em reapresentação - foi exibido em 1 de agosto de 2025 -, e "Memórias Videográficas de Feira de Santana", de Reinaldo Bacellar e Marcos Pérsico, de 2006.

Dimas Oliveira tratou sobre o filme de Olney São Paulo. Ângelo Pinto fez considerações sobre o projeto, que completou um ano este mês.

Presenças

Péricles Marques e Amália Marques, ele presidente da Fundação Senhor dos Passos, José Raimundo de Azevêdo e Sarah Pires, Yves São Paulo (Foto 3), sobrinho de Olney, pós-doutorando (Uefs), doutor e mestre em Filosofia (Ufba), graduado em Filosofia (Uefs);  historiador Dázio Brasileiro Filho, jornalista Everaldo Góes, professor Antonio Pereira da Cruz Neto, Doralice Oliveira com a filha Thaís Rabelo e as netas Marina e Maria Clara; mais casais Paulo Santos e Lindóia, José Alves e Livia Silva, Cícero Barreto e Marilene, Antonio Nascimento e Gizélia, integrante da Fundação Senhor dos Passos. Também Edson Almeida Souza e Angélica Falcão, Sonia Amorim, Maria das Graças Gonçalves, Ana Maria Mota de Souza Nascimento, Rita Trabuco, Marisa Lima Pedreira, Cristina Alves.

Mais uma noite de "Como Nasce uma Cidade"



Nesta sexta-feira, 17, às 19h30, na Sala Dimas Oliveira do Casarão Fróes da Motta, mais uma edição do Cinema no Casarão, proporcionada pela Fundação Senhor dos Passos, através do Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie E. Poppino. Na programação, dois documentários: "Memórias Videográficas de Feira de Santana", de Reinaldo Bacellar e Marcos Pérsico, de 2006; e "Como Nasce uma Cidade", de Olney São Paulo, 1973. Carlos Brito e Ângelo Pinto fazem as apresentações dos filmes.

Sobre o documentário de Olney São Paulo

Em 1973, Feira de Santana comemorou centenário (1873-1973)Então, 16 de junho era o Dia da Cidade. Depois desse acontecimento, algum tempo depois, há quase 25 anos, desde 2000, que 18 de setembro (1833) é a data da cidade oficializada pela Câmara Municipal. 
Como um típico projeto de governo da época - o prefeito era José Falcão, que aparece com seu secretariado e tem agradecimento nos créditos - o documentário "Como Nasce uma Cidade", de Olney São Paulo, foi realizado para marcar a comemoração do centenário. 
O curta, pouco mais de 10 minutos de duração, é um importante registro cinematográfico e histórico sobre o desenvolvimento comercial na cidade. 
Uma cidade feira: Sertão, Feira livre, Feirantes, Maria Quitéria, Painel de Lênio Braga, Micareta, Lucas da Feira, Eurico Boaventura, Indústria, El Dorado, Passagem. Uma feira de cidade.
A produção foi da Pilar Filmes, com produção executiva de Maria Augusta São Paulo. Além da direção, Olney foi responsável pelo roteiro. A fotografia foi de Ronaldo Foster e a montagem de Manfredo Caldas. Tem narração de Ecchio Reis. Como sub-título "Feira de Santana - Cem Anos de Existência".
Na trilha sonora tem "Cidade Mulher", de Noel Rosa; "Eu Só Quero um Xodó", de Dominguinhos e Anastácia; "Em Busca do Ouro", de Ruy Maurity e Zé Jorge; e "Ouro e Prata", de Franz Lehar.
O filme foi resgatado e digitalizado em DVD pela Fundação Senhor dos Passos, através do Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie E. Poppino, inserido na coleção número 03 de "Fragmentos da História de Feira de Santana".

Feriado Tiradentes: TRE-BA suspende atendimento nos dias 20 e 21 de abril

Serviços on-line permanecerão disponíveis por meio do Autoatendimento Eleitoral; expediente será retomado normalmente na quarta-feira, 22


Em razão do feriado nacional de Tiradentes, o atendimento nas secretarias do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), bem como nos cartórios eleitorais, estará suspenso na segunda-feira, 20, e terça-feira, 21 de abril. O expediente será retomado normalmente na quarta-feira, 22.

A interrupção do atendimento está prevista na Portaria nº 396, de junho de 2025, que estabelece o calendário de feriados e pontos facultativos da Justiça Eleitoral da Bahia para 2026, em conformidade com a Lei Federal nº 10.607/2002. 

Serviços online

Durante este período, os serviços on-line permanecerão disponíveis para a população por meio do Autoatendimento Eleitoral. A plataforma permite consultar a situação eleitoral, alterar o local de votação, atualizar os dados cadastrais, entre outros procedimentos.

Enviado por Ascom TRE-BA

Flifs 2026 promete ser a maior edição de sua história

Evento literário ocupará 23 mil m² com estrutura inédita para público e autores



A festa da arte e literatura do interior da Bahia vai ocupar um novo endereço em Feira de Santana. Na tarde de quinta-feira, 16, a comissão organizadora do Festival Literário de Feira de Santana (Flifs) se reuniu pela primeira vez no Centro de Convenções, local que sediará a 19ª edição do evento. A mudança de espaço representa um salto na estrutura e na experiência do público, que contará com mais conforto, segurança e amplitude. 
Com área total de 23 mil metros quadrados, o Centro de Convenções receberá o Flifs de 25 a 30 de agosto de 2026. A estrutura montada para os expositores constará de: 90 unidades, seis palcos tablados, 26 toldos, um teatro com 665 lugares e dois auditórios, além de salas para realização de oficinas formativas. A nova configuração permitirá ampliar a programação e descentralizar as atividades, oferecendo espaços simultâneos para lançamentos de livros, mesas literárias, apresentações artísticas e atividades infantis. 
Durante a reunião, a comissão debateu temas como o lançamento da arte oficial da edição 2026 e a programação do Flifs Itinerante, que antecede o festival levando ações literárias a diferentes pontos da cidade. Os preparativos já estão em andamento, e a expectativa é de que o novo espaço impulsione ainda mais o alcance do evento, consolidando Feira de Santana como um polo literário de relevância nacional. 
A coordenadora do Flifs, Cristiana Oliveira, destacou a importância e o desafio de ocupar um espaço tão grandioso pela primeira vez. "É uma alegria e também um grande desafio levar o Flifs para um espaço da magnitude do Centro de Convenções. Estamos falando de 23 mil metros quadrados, o que exige um planejamento cuidadoso para que cada canto respire literatura. Mas esse movimento é essencial para proporcionar mais conforto, segurança e fluidez ao público, que cresce a cada edição. Queremos que as pessoas circulem livremente, descubram novos autores e vivam o festival de forma plena. O FLIFS amadureceu e merece um palco cada vez maior", afirma. 
Em breve, mais novidades sobre a programação, convidados e atividades serão divulgadas. Acompanhe as redes sociais oficiais do evento e fique por dentro de tudo que vem por aí. 

https://www.instagram.com/flifsoficial/ 

Com informações de Juliana Vital

quinta-feira, 16 de abril de 2026


 

Inédita no Brasil, peça "A Linha Solar", de Ivan Viripaev, estreia no CCBB SP

Com direção de Marcelo Lazzaratto e atuação de Carol Gonzalez e Chico Carvalho, espetáculo aborda a dificuldade de comunicação na sociedade contemporânea


Cena de "A Linha Solar": Crédito: Bob Sousa
 
IMPRENSA: FOTOS E VÍDEOS AQUI
 
Durante a madrugada, Barbara e Werner discutem. Permanecer juntos ou se separar parece impossível para eles. Com esse argumento, a comédia "A Linha Solar", do autor russo Ivan Viripaev, coloca em cena um casal em uma briga metafísica, engraçada, cruel e cósmica. Idealizada pela atriz e produtora Carol Gonzalez, a montagem tem direção de Marcelo Lazzaratto e a própria atriz em cena ao lado de Chico Carvalho, marcando a primeira encenação do texto no Brasil. A estreia acontece no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo, no dia 24 de abril, com temporada até 17 de maio de 2026. 
"No primeiro momento, o espetáculo parece apostar em uma estética e em uma linguagem realista. No entanto, quanto mais a peça progride, percebemos que Viripaev flerta com o teatro do absurdo e o surrealismo. Durante a conversa, esses dois adultos explicitam tanto a violência quanto a irracionalidade cotidiana. Enquanto isso, o relógio de cena marca sempre 5 horas da manhã", afirma Carol Gonzalez. 
Como é próprio desse autor, o texto, apesar de denso, utiliza muito humor e provocação. Em cena, o trabalho retrata o individualismo e, ao mesmo tempo, a luta pelo amor, em que duas pessoas tentam desesperadamente se comunicar. De acordo com Gonzalez, é quase uma "sessão de terapia sobre o tema ser feliz com sua mulher, seu marido, seu parceiro e com o mundo".  
Entrar em contato com essa dramaturgia foi uma agradável surpresa para o diretor. "Fiquei encantado com o fato de Viripaev traduzir tão bem, em palavras, situações tão comuns para os casais. Observamos as pessoas se digladiando nesses momentos, experimentando um sofrimento absoluto enquanto estão no meio da tempestade. O autor faz um verdadeiro mergulho na complexidade humana", diz Marcelo Lazzarotto.
Publicada em 2018, a peça destaca-se por dar voz a questões existenciais, mas também como explica o autor: "mostra problemas de comunicação usando o exemplo de uma família. No entanto, não é uma peça sobre uma família, e sim sobre o que está acontecendo no mundo. Todos os problemas que vemos hoje - guerras, conflitos, incompreensões, crises políticas - são falhas nos sistemas de comunicação. Então, a comunicação é o tema central para mim." E insiste: "A peça é feita para ser engraçada - e se não for, então algo deu errado." Para o diretor, apesar da densidade, ela também traz levezas, uma peça cheia de contradições como é comum na falta de comunicação.
Sobre a encenação
A encenação aposta na força do texto e na condução dos atores. Em cena, Carol Gonzalez e Chico Carvalho sustentam o embate do casal a partir de um espaço reduzido: a cenógrafa Simone Mina cria uma ambientação com duas cadeiras móveis e projeções, evocando um tabuleiro de jogo. Nesse desenho, a luz - assinada pelo próprio Marcelo Lazzaratto - ganha protagonismo ao traduzir os estados emocionais dos personagens, acompanhando as mudanças de humor e intensidade da relação.
O título, "A Linha Solar", faz referência à distância que se estabelece entre Barbara e Werner. Ao longo da peça, ela insiste no desejo de que os dois "estejam do mesmo lado", enquanto ele aponta a dificuldade dela em ceder. A imagem do sol, que à primeira vista remete à luz, ao calor e à ideia de felicidade, revela também outro aspecto: as sombras que cada um carrega em si mesmo.=
Ações formativas
O projeto também se desdobra em um conjunto de ações formativas realizadas no CCBB SP, voltadas a interessados em geral, com atenção especial a coletivos e grupos de teatro da periferia de São Paulo e região. A programação articula três encontros: no dia 13 de março, foi realizada uma leitura da peça seguida de conversa com convidados; no dia 25 de abril, o público poderá acompanhar um ensaio aberto do espetáculo, também seguido de bate-papo; e, nos dias 6, 13 e 14 de maio, acontece uma oficina de produção teatral dedicada ao compartilhamento de estratégias para viabilização de projetos culturais, abordando desde a elaboração de propostas e construção de cronogramas e orçamentos até caminhos práticos para acesso a editais e mecanismos de fomento, como o ProAC e a Lei Rouanet, com o objetivo de fortalecer a autonomia dos grupos participantes.
Sobre Ivan Viripaev
Nascido em 1974 na Rússia, Ivan Viripaev é roteirista, diretor de cinema, ator e diretor de arte. Suas peças já foram traduzidas e montadas em diversos países, como Coreia do Sul, Estados Unidos, França e outras nações europeias. No Brasil, seu espetáculo "Oxigênio" foi dirigido por Márcio Abreu em 2010.
Atualmente, Viripaev é diretor artístico e produtor geral da Fundação Teal House Integral Development Foundation, em Varsóvia, Polônia. Em 2019, ele foi considerado um dos dramaturgos mais influentes e importantes do mundo, sendo citado pelo New York Times como "o dramaturgo mais promissor da Europa". É um dos autores contemporâneos mais conhecidos e mais frequentemente encenados no mundo atualmente.
O autor também é conhecido por sua posição intransigente de não colaboração com o Estado russo, formulada após a invasão da Ucrânia pela Rússia, que ele criticou com veemência. Em maio de 2022, o artista renunciou à sua cidadania russa e recebeu a cidadania polonesa.
Sinopse
Às cinco da manhã, numa cozinha, o casal Barbara e Werner está à beira da separação, da exaustão, da incompreensão de tudo. Impossível separar-se, impossível permanecer juntos. Apesar das feridas, do cansaço e do desgosto, eles tentam e agarram-se ao desejo de se explicarem até ao fim. Viripaev nos apresenta uma magnífica parábola sobre o amor.
FICHA TÉCNICA
Texto: Ivan Viripaev
Direção Geral: Marcelo Lazzaratto
Elenco: Carol Gonzalez e Chico Carvalho
Tradução: Elena Vássina e Aimar Labaki
Iluminação: Marcelo Lazzaratto
Direção de Arte: Simone Mina
Trilha Sonora Original e Sonoplastia: Eddu Ferreira
Assistência de Direção: Marina Vieira
Assistência de Figurino e Arte: Graziella Cavalcanti
Assistência de Cenografia: Vinicius Cardoso
Fotografia: Bob Sousa
Identidade Visual: Kleber Góes
Mídias Digitais: CANNAL Mídias Digitais
Assessoria de Imprensa: Canal Aberto - Márcia Marques, Daniele Valério e Flávia Fontes
Equipe de produção: Laís Machado e Pedro de Freitas
Produção Executiva: Périplo
Idealização e Direção de Produção: Carol Gonzalez
Realização: Sangiorgi e Gonzalez Produções
SERVIÇO:
Espetáculo "A Linha Solar"
Data: de 24/04/2026 a 17/05/2026 - de quinta-feira a segunda-feira
Quintas, sextas e segundas, às 19 horas e sábados, domingos e feriados, às 18 horas.
Sessões com intérpretes de Libras: 3 e 10/5, domingo às 18 horas.
Local: Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo
Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP
Ingressos: R$30,00 (inteira) | R$15,00 (meia entrada), disponíveis bb.com.br/cultura e
na bilheteria do CCBB São Paulo. Os ingressos são liberados na sexta-feira da semana
anterior de cada semana às 12 horas.
Capacidade: 120 lugares | Duração: 70 minutos | Classificação: 16 anos
 Informações à imprensa: Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Iuna Falcão estreia turnê "Umami" em Salvador e marca nova fase na carreira

Em maio, a multiartista maranhense dá início à turnê do seu último disco, marcando uma nova fase em sua trajetória artística. O projeto já tem datas confirmadas em Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro.



A artista maranhense Iuna Falcão (Foto: Meneson Conceição) estreia a turnê "Umami" no próximo dia 9 de maio, em Salvador, com apresentação no Colaboraê, a partir das 21 horas. Com ingressos a partir de R$ 15,00, disponíveis na Sympla, o show marca o início de uma nova fase da artista e propõe uma experiência sonora imersiva. A noite será conduzida pelos DJs Raíz e Pureza, responsáveis pela abertura e encerramento, e ganha ainda mais força com a participação especial de Célia Sampaio, um dos nomes mais consistentes da cena musical contemporânea.

Natural de São Luís do Maranhão, território que integra a região identitária da Amazônia Legal, Iuna Falcão constrói sua trajetória a partir de uma relação com o universo percussivo maranhense, misturando elementos com sua nova casa, a Bahia. E será essa fusão que ela levará para sua nova turnê.

O show de estreia acontece no Colaboraê, em Salvador, seguindo para São Paulo, no Porão da Casa de Francisca, no dia 13 de maio. A artista também integra a programação no Rio2C, no Rio de Janeiro, no dia 26 de maio. Em breve, novas datas serão anunciadas.

Em Umami, seu último disco, a artista volta seu olhar para outro pilar da cultura maranhense: o reggae e a tradição das radiolas. O projeto apresenta uma sonoridade marcada por graves intensos, texturas densas e ambiências sensoriais, criando uma atmosfera que dialoga com a noite e com os afetos presentes na cultura popular de São Luís.

Misturando referências do Maranhão e da Bahia, sua obra incorpora elementos do jazz, da MPB, da música eletrônica e da black music, criando uma sonoridade própria, marcada por camadas rítmicas e sensoriais. 

A turnê traduz esses encontros para o palco e incorpora participações especiais em cada cidade: em Salvador, a noite conta com DJ Raiz e Pureza, com participação de Célia Sampaio, grande referência do reggae nacional. Já em São Paulo, Iuna recebe Núbia, uma das principais expoentes da nova geração do reggae maranhense / feat "Coração Melão", música mais ouvida de "Umami", no Porão da Casa de Francisca; no Rio de Janeiro, passa pelo Rio2C.

A circulação reforça a presença de Iuna em diferentes contextos da música brasileira contemporânea. A artista já passou por palcos como Bona Casa de Música (SP), Formemus (ES), Festival Se Rasgum (PA), Festival Frequências Preciosas (BA), Porto Musical (PE) e Festival da Virada de Salvador (BA). 

OUÇA ‘UMAMI’ AQUI!
SERVIÇOS 

Colaboraê - Salvador, BA
Data: 9 de maio
Endereço: Rua Borges dos Reis, 81 - Rio Vermelho, Salvador 

Horário: 21 horas

Valor: a partir de R$ 15,00
Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/iuna-falcao-na-colaborae/3387476 

Abertura e encerramento: DJ Raíz e Pureza
Participação especial: Célia Sampaio
*
Porão da Casa de Francisca –São Paulo
Data: 13 de maio
Endereço: Rua Quintino Bocaiúva, 22 - Sé, São Paulo - SP

Horário: 21 horas

Ingressos: No local
Entrada: gratuita para os 100 primeiros | R$ 35,00 após 100 primeiros
Participação: Núbia

*

Rio2c – Rio de Janeiro
Data: 26 de maio

Local: Cidade das Artes
Endereço: Av. das Américas, 5300 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ

Horário: 19 horas


Enviado por Antonio Anselmo, das Assessoria de Imprensa


Santa Casa de Cachoeira completa 200 anos de fundação

Bicentenária, instituição do Recôncavo celebra nova fase com retomada de serviços e memorial inspirado na obra de João Batista de Cerqueira


No dia 20 de abril, próxima segunda-feira, a Santa Casa de Misericórdia de Cachoeira completa 200 anos de serviços prestados ao município e ao Recôncavo Baiano. A instituição foi criada por meio do Decreto Imperial nº 64, de 20 de abril de 1826, assinado por Dom Pedro I, sendo a única Santa Casa do país fundada diretamente por ato do imperador.

Responsável pela gestão do Hospital São João de Deus, a instituição enfrentou dificuldades financeiras nos últimos anos. Desde 20 de janeiro de 2026, no entanto, uma parceria com a Fundação José Silveira e o Governo do Estado vem possibilitando a reestruturação da unidade, com regularização de salários e retomada de serviços como partos, cirurgias eletivas e atendimentos de urgência.

Memorial do bicentenário


Como parte das comemorações, no dia 20 de abril será inaugurado o Memorial da Santa Casa e retomados os serviços da UTI clínica. As ações marcam um novo momento e ampliam a oferta de atendimento à população.

O memorial foi concebido a partir do livro "Caridade, Política e Saúde", de autoria de João Batista de Cerqueira, médico e presidente da Academia Feirense de Letras. A obra, originada de sua tese de doutorado e publicada em 2021 pela Edufba, resgata a trajetória do Hospital São João de Deus e da Santa Casa de Cachoeira, destacando o papel pioneiro da instituição na assistência à saúde no Brasil Imperial e sua relevância histórica.

Valor histórico

Além da importância na área da saúde, a Santa Casa possui forte valor histórico para a Bahia e o Brasil. O Hospital São João de Deus foi a primeira sede do Governo da Província da Bahia. Dali partiram orientações estratégicas às forças militares que contribuíram para a vitória da Independência da Bahia, consolidada em 2 de julho de 1823.


Fonte: Fundação José Silveira 

Enviado por Everaldo Góes

Roteiro do Orient CinePlace Boulevard

 Por Dimas Oliveira e Milena Batista 

PRÉ-ESTREIA


MICHAEL (Michael), de Antoine Fuqua, 2026. Com Jaafar Jackson, Colman Domingo, Nia Long e Juliano Valdi. 
Drama biográfico musical. Narra a história do "Rei do Pop" Michael Jackson. Desde sua infância como estrela do Jackson Five, passando por momentos de abuso por parte de seu pai Joe Jackson. Ao seu sucesso "Thriller" e à compra de Neverland Valley, até sua morte trágica e inesperada em 25 de junho de 2009. Cópia dublada. Duração: 128 minutos. Não recomendado para menores de 14 anos. Pré-estreia na terça-feira, 21, às 20 horas, 20h50 e 21 horas; e na quarta-feira, 22, às 13 horas, 15h40, 17h50, 18h20, 20h30 e 21 horas.

LANÇAMENTO NACIONAL


MALDIÇÃO DA MÚMIA
 (Lee Cronin's the Mummy), de Lee Cronin, 2026. Com Jack Reynor e Laia Costa
. Terror. A filha de um jornalista desaparece no deserto sem deixar rastros. Oito anos depois, sua família dilacerada fica chocada quando ela retorna para casa, mas o que deveria ser um reencontro feliz se transforma em um pesadelo vivo. Cópia dublada. Duração: 133 minutos. Não recomendado para menores de 18 anos. Horários: 13 horas, 15h20, 18h10, 20 e 21 horas.



RIO DE SANGUEde Gustavo Bonafé, 2026. Com Giovanna Antonelli, Alice Wagmann e Ravel Andrade. DramaApós comandar uma operação fracassada, uma policial jurada de morte se afasta de São Paulo em busca de segurança e da retomada dos laços com a filha, que atua numa ong como médica e é raptada no interior do Pará por garimpeiros ilegais. Duração: 105 minutos. Não recomendado para menores de 16 anos. Horários: 16h10, 18h25 e 20h40.

CONTINUAÇÕES


SUPER MARIO GALAXY (The Super Mario Galaxy Movie) de Aaron Horvath e Michael Jelenic, 2026. Animação. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario e seus amigos se encontram em uma missão intergaláctica para deter um novo vilão ameaçador. Terceira semana. Cópia dublada. Duração: 99 minutos. Classificação: Livre. Horários: 13h10, 14 horas,  15h45, 16h10, 17h50, 18h20 e 20h.

CARA DE UM, FOCINHO DE OUTRO
 (Push), de Daniel Chong, 2026. Animação
Para impedir que um bosque que abriga os animais seja destruído, a jovem Mabel transfere a própria mente para um castor robótico realista. Infiltrada no mundo selvagem, a jovem defensora da natureza une forças aos bichos em uma aventura animal. Sétima semana. Cópia dublada. Classificação: LivreDuração: 105 minutosHorário: 14 horas. 
Programação - sujeita a alteração - até segunda-feira, 20 de abril.