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quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Belgo Arames Challenge FIEMG Lab é lançado no P7 Criativo

 Iniciativa de inovação aberta conectará startups a desafios de eficiência operacional e segurança industrial

 


A Belgo Arames e o FIEMG Lab lançaram, na quarta-feira, 19 de agosto, a primeira edição do Belgo Arames Challenge FIEMG Lab. Realizado no P7 Criativo, em Belo Horizonte, o encontro reuniu representantes da indústria e do ecossistema de inovação para apresentar dois desafios tecnológicos da empresa e as oportunidades de participação de startups no desenvolvimento de soluções de impacto.

A iniciativa integra a estratégia de inovação aberta da Belgo Arames e pretende ampliar a experiência industrial da companhia da criatividade, da tecnologia e da agilidade das startups. A empresa passou a integrar, em abril, o grupo de Indústrias do Futuro, formado pelas organizações parceiras do FIEMG Lab.

Durante a programação, os participantes conheceram a atuação do FIEMG Lab, a parceria estabelecida com a Belgo Arames e as estratégias de inovação da companhia. Também foram detalhados os dois desafios que nortearão a primeira edição da iniciativa.

"Ao longo da nossa história, crescemos questionando padrões e buscando formas melhores de evoluir. É essa mentalidade que nos trouxe até aqui e que agora orienta os nossos próximos passos. Com o Belgo Arames Challenge FIEMG Lab, queremos aproximar nossa experiência industrial da criatividade e da agilidade do ecossistema de inovação, gerando novas perspectivas capazes de acelerar ganhos de competitividade, produtividade, segurança e sustentabilidade", afirmou Rodrigo Archer, CEO da Belgo Arames.

Segundo o executivo, a proposta vai além da busca por respostas para demandas atuais da organização. “Mais do que encontrar respostas para desafios atuais, queremos construir, de forma colaborativa, as oportunidades que impulsionam a indústria no presente e nos próximos anos”, completou Archer.

Para Gustavo Macena, superintendente do Instituto Euvaldo Lodi de Minas Gerais (IEL-MG), responsável pelo FIEMG Lab, o lançamento fortaleceu a conexão entre as demandas do setor produtivo e as soluções desenvolvidas pelo ecossistema de inovação.

"O Belgo Arames Challenge FIEMG Lab reforça o propósito do hub de conectar desafios reais da indústria a soluções tecnológicas com potencial de aplicação e impacto. Essa aproximação cria um ambiente favorável para testar novas ideias, acelerar aprendizados e transformar inovação em resultados concretos para os negócios, para os trabalhadores e para a indústria", destacou Macena.

A entrada da Belgo Arames no FIEMG Lab faz parte da estratégia da companhia de ampliar sua atuação em inovação aberta e fortalecer as conexões com startups e parceiros estratégicos. A iniciativa busca acelerar o desenvolvimento de soluções voltadas à eficiência operacional, à sustentabilidade, à segurança e à competitividade industrial.

As inscrições para os desafios estão disponíveis em: Belgo Arames Challenge 2026 – FIEMG Lab , até 9 de setembro.

Desafio 1: Como usar dados disponíveis da produção para gerar maior eficiência operacional?

A Belgo Arames busca aumentar a eficiência operacional de sua planta por meio de uma tomada de decisão mais ágil, inteligente e orientada por dados já disponíveis em seus processos produtivos. Atualmente, a operação gera um grande volume de informações provenientes de diferentes sistemas, como MES, SAP, sistema de controle de acesso, formulários digitais e plataformas de gestão dos coletores de dados.

Embora essas informações possuam alto valor para a operação, elas permanecem descentralizadas, exigindo que supervisores e analistas acessem múltiplas plataformas, realizem cruzamentos manuais de dados e interpretem os resultados antes de definir ações no chão de fábrica. Esse processo demanda tempo, aumenta a complexidade da tomada de decisão e limita a capacidade de resposta rápida diante de desvios operacionais.

Além disso, as ferramentas atualmente utilizadas, como dashboards em Power BI, possuem foco predominantemente analítico e histórico, permitindo compreender o que aconteceu, mas oferecendo suporte limitado para decisões em tempo real e para a antecipação de cenários futuros. Como consequência, oportunidades de melhoria podem deixar de ser capturadas. A otimização da gestão de equipes operacionais e falhas e paradas de equipamentos nem sempre são identificadas com a rapidez necessária e a eficiência operacional acaba sendo impactada.

Nesse contexto, o desafio consiste em transformar os dados já existentes em recomendações práticas e acionáveis para a operação, sem a necessidade de implementar novos processos de coleta de dados. A solução deverá consolidar informações oriundas de diferentes sistemas, correlacionar eventos, identificar padrões operacionais e gerar insights que apoiem supervisores e analistas na tomada de decisão.

A solução deve ser capaz de priorizar ações operacionais, apoiar a alocação de operadores, antecipar desvios de desempenho, identificar oportunidades de melhoria e recomendar ações que contribuam para o aumento da eficiência dos equipamentos e para a redução de perdas operacionais. O objetivo é tornar a tomada de decisão mais rápida, consistente, preditiva e orientada por dados.

Adicionalmente, a solução deverá demonstrar geração de valor em curto prazo, com benefícios perceptíveis já nas etapas iniciais de implementação. Entre os principais resultados esperados estão a redução do tempo dedicado à análise de informações, a padronização do processo de tomada de decisão, o aumento do OEE, os ganhos de produtividade e o fortalecimento da competitividade da Belgo Arames por meio de uma operação mais eficiente e inteligente.

Desafio 2: Ambiente seguro: Gestão inteligente de dados para decodificar riscos industriais

A Belgo Arames atua em um ambiente industrial classificado como grau de risco 4, o mais elevado entre as atividades industriais brasileiras, onde operações como movimentação de empilhadeiras, içamento de cargas, contato com partes móveis rotativas e manipulação de arames fazem parte da rotina produtiva e exigem elevados padrões de segurança. Nesse contexto, a empresa busca evoluir sua gestão de riscos, migrando de uma atuação predominantemente reativa para uma abordagem cada vez mais preditiva e preventiva.

Atualmente, a Belgo já dispõe de diversas fontes de informação relacionadas à segurança, como registros realizados no Enablon, imagens de CFTV, dados de Business Intelligence, ordens de manutenção, checklists operacionais e outras plataformas corporativas. Entretanto, essas informações ainda se encontram dispersas e são utilizadas principalmente para análise de eventos que já ocorreram, dificultando a identificação antecipada de cenários que indiquem aumento do nível de risco em determinada área da fábrica.

O desafio consiste em desenvolver uma solução capaz de consolidar e interpretar diferentes fontes de dados para estimar o nível de risco de cada ambiente industrial. A expectativa é que a solução seja capaz de identificar padrões, reconhecer condições perigosas, gerar alertas e apoiar a priorização das ações de segurança antes que um incidente aconteça. Entre as possibilidades de análise estão informações provenientes de câmeras, relatos de segurança, histórico de ocorrências, dados operacionais e outros indicadores que permitam construir um mapa dinâmico de riscos da operação. A solução deverá contribuir para uma gestão mais inteligente da segurança, promovendo melhor alocação de recursos, maior agilidade na tomada de decisões e ambientes cada vez mais seguros para os empregados.

Sobre o FIEMG Lab

O hub é uma iniciativa pioneira do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), no âmbito da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), criado para acelerar o futuro do setor industrial e aumentar sua competitividade por meio da conexão com soluções tecnológicas de impacto no mercado.

A iniciativa é vencedora por três anos consecutivos (2023, 2024 e 2025) do prêmio de melhor ecossistema de inovação aberta entre as organizações do Sistema S, entidades públicas, sindicais e patronais do Brasil pelo Ranking 100 Open Startups.

São 294 indústrias impactadas, 396 startups impactadas, 7.702 encontros de negócios entre startups e indústrias, 3.814 profissionais da indústria envolvidos e 163 Provas de Conceito (PoCs) realizadas.

Sobre a Belgo Arames

Com mais de 50 anos de história, a Belgo Arames é líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert. A empresa atua nos segmentos de Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera, oferecendo um mix de produtos e serviços que atendem com expertise e tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes. Tem oito unidades pelo país, nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Bahia, e sede em Contagem (MG). 

A organização está em 4º lugar na categoria Mineração, Metalurgia e Siderurgia e na 60ª posição no ranking geral do Prêmio Valor Inovação Brasil 2026, anunciado neste mês.

 

 Enviado por Flávia Rodrigues - Consultora de Comunicação - In Press Porter Novelli

Feira de Santana aparece entre as maiores áreas urbanizadas do Brasil

Levantamento divulgado pelo IBGE coloca o município na 19ª posição nacional, 

com 150,33 km² de área urbanizada



Feira de Santana possui a 19ª maior área urbanizada do Brasil. O município alcançava 150,33 km² de ocupação urbana em 2022, segundo levantamento divulgado nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ranking nacional, Feira aparece logo depois de Guarulhos, em São Paulo, que registrou 150,36 km², e à frente de Ribeirão Preto, também em território paulista, com 147,73 km².

Os dados fazem parte da quarta edição do estudo ‘Áreas Urbanizadas do Brasil’, publicada na terça-feira (18). O levantamento identifica as manchas urbanas formadas principalmente por construções residenciais e comerciais, ruas e outras estruturas características das cidades. Em todo o país, as áreas urbanizadas somavam 48.844,06 km² em 2022.

Área mapeada

O trabalho é realizado por meio da interpretação de imagens de satélite e de outras informações geográficas. O IBGE classifica as áreas urbanizadas como densas ou pouco densas, permitindo conhecer a distribuição da ocupação e acompanhar a expansão física das cidades. O estudo mede o espaço efetivamente urbanizado, e não o tamanho da população ou toda a extensão territorial do município.

Feira de Santana possui 1.304,425 km² de área territorial. Os 150,33 km² urbanizados representam aproximadamente 11,52% desse total. A parcela restante não corresponde necessariamente à zona rural, pois também inclui vegetação, lagoas, áreas agrícolas, terrenos desocupados e outros espaços sem ocupação urbana contínua.

Desafios urbanos

A presença de Feira entre as 20 maiores áreas urbanizadas do país reforça sua dimensão como polo regional, mas também evidencia desafios relacionados ao crescimento da cidade. Quanto mais extensa é a ocupação urbana, maior tende a ser a necessidade de investimentos em transporte público, mobilidade, pavimentação, drenagem, iluminação, saneamento e acesso aos serviços de saúde e educação.

Os dados também auxiliam no planejamento da expansão urbana e na preservação ambiental. Em uma cidade com ocupação espalhada pelo território, o poder público precisa levar infraestrutura e serviços a áreas cada vez mais distantes, combater o crescimento desordenado e conciliar novos empreendimentos com a proteção de lagoas, cursos d’água e áreas verdes.

Ranking da Bahia

Salvador - 193,49 km²

Feira de Santana - 150,33 km²

Camaçari - 100,43 km²

Vitória da Conquista - 97,13 km²

Porto Seguro - 62,01 km²

Ranking do Nordeste

Fortaleza - 248,86 km²

São Luís - 202,33 km²

Teresina - 198,10 km²

Salvador - 193,49 km²

Feira de Santana - 150,33 km²

Recife - 136,60 km²

Fonte; @feirahoje

Prosa das Letras destaca Academia Feirense de Letras


Nesta sexta-feira, 21 de agosto, será exibido o segundo programa Prosa das Letras, uma iniciativa da Academia de Letras da Bahia (ALB) em parceria com a TV ALBA. O objetivo é conhecer mais profundamente as diversas academias de letras existentes em municípios baianos. O entrevistado é João Batista de Cerqueira, presidente da Academia Feirense de Letras (AFL).

A apresentação é do acadêmico e escritor Aleilton Fonseca, atual presidente da ALB, que não esconde o entusiasmo. "Sabemos que as academias têm um papel importante na valorização da literatura, na preservação da cultura e da memória de seus municípios. É isso que queremos mostrar no Prosa das Letras", afirma. Dividido em dois blocos, cada programa tem 30 minutos e também mostra as origens, a trajetória, as atividades, desafios, projetos e conquistas de cada instituição. 

João Batista destaca a importância do programa, principalmente para o público vinculado ao movimento acadêmico no interior da Bahia. "Prosa das Letras é um espaço privilegiado para disseminar as ideias, os debates sobre literatura e lógico fortalecer o movimento acadêmico em todo estado. Portanto, parabéns a TV ALBA, parabéns a Academia de Letras da Bahia e ao seu presidente, o escritor Aleilton Fonseca por ter essa feliz ideia de entrevistar lideranças acadêmicas do interior do estado e tornar sua voz, o seu exemplo, a sua dedicação às artes da escrita acessível a todo o público que nos assiste", afirma. "Gratidão em nome da Academia Feirense se Letras que é a segunda academia fundada no interior do estado e que esse ano de 2026 completa 50 anos de atividades", conclui.

O Prosa das Letras será exibido quinzenalmente, às sextas-feiras, às 18h30, pelo YouTube da TV ALBA (@tvalba). Mas quem quiser também pode acompanhar pela TV aberta: Salvador e Região Metropolitana: Canal 12.2; em Barreiras: Canal 40.2; e demais cidades do interior da Bahia: Canais 9.2 e 10.2. 

Fonte: https://academiadeletrasdabahia.org.br/

Feira de Santana na "Filmografia Brasileira"

Foto de "Ana"

Pesquisando no site da Cinemateca Brasileira (www.cinemateca.gov.br), Feira de Santana aparece com 33 resultados em "Filmografia Brasileira":
O BRASIL MARAVILHOSO (1928-1930), que narra a viagem detalhada e pitoresca do naturalista Alfredo dos Anjos aos sertões brasileiros.
LAMPIÃO, A FERA DO NORDESTE (1930), de José Nelli. "Um horrível apanhado da feira de gados em Feira de Santana".
FEIRA DE SANTANA (1938), de Rui Galvão.
UM CRIME NA RUA (1955), de Olney São Paulo.
ANA (1957), de Alex Viany - Narra a história de um grupo de retirantes a serviço do trabalho escravo. No trajeto, o motorista do pau-de-arara encontra a resistência de um operário de volta do sul, em visita à família, e de Ana, líder de um grupo de camponeses.
A GRANDE FEIRA (1961), de Roberto Pires.
LAMPIÃO REI DO CANGAÇO (1963), de Carlos Coimbra.
O GRITO DA TERRA (1964), de Olney São Paulo.
A MORTE DO BOI (1969-1970), de Leon Hirszman.
O PROFETA DE FEIRA DE SANTANA (1971), de Olney São Paulo, sobre o pintor Raimundo de Oliveira.
MAGAREFE (1972), de Vito Diniz. Documentário realizado em Feira de Santana, sobre a morte do boi e o trabalho do magarefe, "num ritual de som, cores, imagem, ritmo e violência".
COMO NASCE UMA CIDADE (1974), de Olney São Paulo, sobre o centenário de Feira de Santana, em 1973.
O AMULETO DE OGUM (1974), de Nelson Pereira dos Santos.
CANTOS DO TRABALHO: CANA-DE-AÇUCAR (1975), de Leon Hirszman. A cantoria dos trabalhadores da cultura da cana-de-açucar na região de Feira de Santana.
DIZIMAÇÃO (1976), Super 8 de Cícero Souza.
FEIRA DE SANTANA, CEM ANOS DE UMA CIDADE (1976), de Olney São Paulo. O mesmo "Como Nasce uma Cidade".
A ÚLTIMA FEIRA LIVRE (1976), de Olney São Paulo. O mesmo "Como Nasce uma Cidade".
POLICHINELO (1977), de Jean Gabriel Albicocco.
PINTO VEM AÍ (1977), de Olney São Paulo.
CANTOS DE TRABALHO : CANA DE AÇÚCAR (1979), de Leon Hirszman. A cantoria dos trabalhadores da cultura da cana-de-açucar na região de Feira de Santana.
SERTÃO (1980), de José Umberto, com assistência de Dimas Oliveira. Paisagens humana e geográfica do sertão, tomando-se por base o mural do artista plástico Lênio Braga, instalado na Estação Rodoviária de Feira de Santana.
SER TÃO (1980), de José Umberto. O mesmo "Sertão"
LAMARCA (1994), de Sergio Resende.
MR. ABRAKADABRA! (1996), de José Araripe Jr.
TIETA DO AGRESTE (1996), de Carlos Diegues.
VIVA SÃO JOÃO! (2002), de Andrucha Waddington. Sobre turnê de Gilberto Gil no interior da Bahia.
CASSETA E PLANETA: A TAÇA DO MUNDO É NOSSA (2003), de Lula Buarque de Holanda.
O HOMEM QUE COPIAVA (2003), de Jorge Furtado.
SEXUALIDADES (2003), de Malu de Martino.
TRECHO (2005), de Marçal Aquino.
A CIDADE DAS MULHERES (2005), de Lázaro Farias.
A MARCA DO TERRIR (2005), de Ivan Cardoso.
NO MEU LUGAR (2009),de Eduardo Valente.

Telas e Educação: desafios na formação de novas gerações


Mais uma vez a Academia de Educação de Feira de Santana traz para o debate um tema  que se constitui hoje um desafio para a  família  e para os educadores: as telas. Será aberto ao público e vai acontecer durante o dia 10 de Setembro,  no auditório da Secretaria de Educação.

Apesar  da tecnologia  ser  uma ferramenta valiosa, verifica-se que, ao lado dos diversos benefícios, ela traz, com seu uso excessivo, dificuldades de concentração, diminuição do hábito de leitura, prejuízos no sono e no convívio familiar e social, dentre outros.

O seminário  se propõe a discutir as principais questões do uso de telas e os efeitos no desenvolvimento cognitivo, emocional, social e físico de crianças e adolescentes e irá contar com abordagens específicas que serão feitas por profissionais e educadores das diversas áreas.

O presidente da Academia de Educação, professor Jose Raimundo de Azevêdo, está muito otimista com o evento, que é mais uma atividade educativa da instituição, como os Seminários sobre o TEA e Obesidade Infantil,  realizados no ano passado.

Inscrição pode ser feita utilizando o Instagram da Academia - academiaedufsa -, através do link que se encontra na bio, como também enviar sua inscrição pelo e-mail academia.edufsa@gmail.com


Enviado pela Academia de Educação de Feira de Santana 

Último dia: voto em trânsito pode ser solicitado até esta quinta-feira

Pedido deve ser feito pelo Autoatendimento Eleitoral ou presencialmente nos cartórios eleitorais da Bahia




O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) alerta a eleitores que as solicitações para votar em trânsito nas Eleições Gerais de 2026 serão aceitas até esta quinta-feira, 20 de agosto. O pedido pode ser feito no Autoatendimento Eleitoral ou, presencialmente, em cartórios eleitorais, por pessoas que não estarão no domicílio eleitoral de origem no dia do pleito, 4 de outubro.   

O voto em trânsito permite que o eleitor vote temporariamente em outro município, desde que seja uma capital ou cidade com mais de 100 mil eleitores. Quando o município escolhido estiver dentro do estado em que o eleitor é inscrito, será possível votar em trânsito para todos os cargos em disputa: deputado estadual, deputado federal, senadores, e governador, além de presidente da República. Já quem pretende exercer o voto em trânsito fora do estado em que consta a inscrição, votará apenas para o cargo de presidente da República. 

No momento da solicitação, o eleitor poderá optar por votar em trânsito apenas no primeiro turno, apenas no segundo turno, caso haja, ou em ambos os turnos das Eleições 2026. A habilitação será válida exclusivamente para os turnos indicados no requerimento. 

Para consultar os municípios e locais de votação habilitados na Bahia, basta acessar o site do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). 

Enviado por Comunicação TRE-BA

FIEB promove conexão e fortalecimento da liderança feminina em Feira de Santana

Mesa-redonda reúne, nesta sexta-feira, 21, empresárias, executivas e lideranças para discutir os caminhos da participação feminina na indústria baiana


Programa de Mentoria para Mulheres, iniciativa do Lidera, lançado em Julho em Salvador. (Foto: Jefferson Peixoto/Coperphoto/Sistema Fieb)

Feira de Santana recebe, nesta sexta-feira, 21 de agosto, às 16 horas, a mesa-redonda "Elas Lideram a Indústria Baiana", iniciativa voltada à conexão, valorização e fortalecimento da liderança feminina no setor industrial. O encontro será realizado no Centro das Indústrias de Feira de Santana (Cifs), na Avenida Nóide Cerqueira, bairro Sim.

Promovido pelo Comitê da Mulher na Indústria (CMI) da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), com apoio da Gerência de Relações Sindicais (GRS) da entidade, o encontro marca uma etapa do programa "Elas Lideram a Indústria Baiana - Programa de Interiorização e Fortalecimento da Liderança Feminina Industrial".

A programação reunirá mulheres com atuação em diferentes segmentos da economia e da indústria baiana para compartilhar experiências, trajetórias e perspectivas sobre liderança, gestão e participação feminina nos espaços de decisão.

Participam da mesa Amália Santos, sócia-administradora da Vitta Croc; Cintia Liberato, gerente de Comunicação, Relações Institucionais e Responsabilidade Social da Bracell; Marcia Cristina Ferreira, secretária de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico de Feira de Santana; Kesley Jordana Santos, diretora da Granja Tambaú; e Eunice Habibe, presidente do Comitê da Mulher na Indústria (CMI/Fieb). A mediação será de Jaqueline El Chami.

Segundo Eunice Habibe, o CMI lidera uma estratégia estadual de conexão, fortalecimento e ampliação de iniciativas voltadas às lideranças femininas da indústria. "A proposta é criar espaços permanentes de diálogo e articulação entre mulheres que já ocupam posições de liderança e aquelas que estão ampliando sua atuação no setor", explica.

Para o presidente da Fieb, Carlos Henrique Passos, o fortalecimento da liderança feminina também contribui para ampliar o associativismo e a representatividade da indústria. "Esse projeto traz para nós a melhoria do associativismo, da representatividade feminina, das entidades que representam a indústria e, claro, vai permitir aflorar e reforçar as lideranças que já existem para ocupar os espaços que merecem", afirma.

A iniciativa integra ainda o Programa Lidera, agenda nacional da Confederação Nacional da Indústria (CNI) voltada à ampliação da presença de mulheres em posições estratégicas e ao fortalecimento da diversidade, inclusão e competitividade no ambiente industrial.

Interiorização da liderança feminina

O encontro de Feira de Santana faz parte de um projeto mais amplo de interiorização das ações do CMI. A iniciativa prevê mais cinco encontros regionais presenciais nas regiões Oeste, Sudoeste, Sul e Norte da Bahia, além do mapeamento de lideranças femininas da indústria, da criação de uma rede estadual de relacionamento e da estruturação de cinco subcomitês regionais permanentes vinculados ao Comitê da Mulher na Indústria.

A expectativa é mobilizar diretamente cerca de 250 mulheres da indústria e alcançar aproximadamente 150 empresas lideradas por mulheres, fortalecendo uma rede permanente de lideranças conectadas ao Sistema Fieb e aos sindicatos industriais do estado. O projeto também deverá contribuir para a produção de diagnósticos e informações estratégicas sobre a presença feminina na indústria baiana, subsidiando futuras ações de desenvolvimento empresarial, associativismo e representatividade.

Após Feira de Santana, a programação regional segue para Jacobina, em 10 de setembro, e Juazeiro, em 11 de setembro, na etapa Norte; Barreiras, em 14 de outubro, na região Oeste; Vitória da Conquista, em 27 de outubro, no Sudoeste; e Ilhéus, em 25 de novembro, na região Sul.

Executado entre julho e dezembro de 2026, o projeto busca consolidar uma rede de mulheres líderes da indústria baiana e ampliar sua participação nos espaços de liderança e decisão.

Inscrições: https://pt.surveymonkey.com/r/lidera_feira_de_santana

Enviado pelo Sistema Fieb

48º Festival de Violeiros de Feira de Santana celebra tradição e integração com o Flifs

Evento gratuito reúne quatro duplas de violeiros no no dia 27 de agosto, a partir das 20 horas



O Centro Universitário de Cultura e Arte da Universidade Estadual de Feira de Santana (Cuca/Uefs) e o Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (Flifs) promovem, no dia 27 de agosto, a 48ª edição do Festival de Violeiros de Feira de Santana. O evento acontece a partir das 20 horas, no Teatro do Centro de Convenções de Feira de Santana, com entrada gratuita.

A competição reunirá quatro duplas de violeiros de diferentes estados do Nordeste, que disputarão o primeiro lugar em uma emocionante batalha de repente: Leandro Tranquilino e Nadinho de Riachão (BA); Fabiane Ribeiro (MA) e Matheus Ferreira (SP); Edvaldo Zuzu e Daniel Olímpio (PE); e Hipólito Moura (PE) e Raimundo Caetano (PB).

A edição deste ano traz como novidade a integração com a programação do Flifs, que homenageia a dupla Dadinho e Caboquinho na Praça do Cordel. Outro destaque é a realização no novo espaço do Centro de Convenções de Feira de Santana, ampliando a estrutura e o conforto para o público.

Sobre o Festival de Violeiros de Feira de Santana

O Festival de Violeiros de Feira de Santana é um evento que celebra a cultura do repente de viola nordestino. Criado em 1975 pelos violeiros feirenses Caboquinho, Dadinho e João Ramos, já foi palco de grandes repentistas nordestinos, como Ivanildo Vila Nova, Pedro Bandeira, Daudeth Bandeira, Severino Feitosa, Mocinha do Passira, João Lourenço e Antônio Queiroz.

Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 2021, o Repente, também conhecido como Cantoria, reúne um conjunto de narrativas orais, cantorias e poesia popular improvisadas acompanhadas pela viola caipira. Em competições como o Festival de Violeiros de Feira de Santana, os violeiros, também conhecidos como poetas ou repentistas, improvisam sobre temas e métricas diversas.

Visando a manutenção da tradição do repente na cidade e a preservação do Festival, o Cuca/Uefs organiza o Festival de Violeiros de Feira de Santana desde 2023 em parceria com a Associação de Violeiros e Trovadores da Bahia (AVTB), presidida por João Ramos, um dos criadores do evento.

O 48º Festival de Violeiros de Feira de Santana 2026 é realizado pela Universidade Estadual de Feira de Santana, através do Centro Universitário de Cultura e Arte, e pela Associação de Violeiros e Trovadores da Bahia, e tem apoio da Prefeitura Municipal de Feira de Santana, Câmara Municipal de Feira de Santana e Assembleia Legislativa da Bahia.


Programação completa: flifsoficial.uefs.br


Mais informações: https://www.instagram.com/cuca_uefs/ e https://www.instagram.com/flifsoficial/


Enviado pela Comissão Organizadora 

Medo de ficar de fora: como a FOMO pode afetar autoestima, sono e qualidade de vida

Psicóloga alerta que necessidade constante de acompanhar o que os outros fazem pode provocar ansiedade e insatisfação 


 

Uma viagem, a festa para a qual não foi convidado, o encontro dos amigos, uma conquista profissional ou aquela rotina aparentemente perfeita. Bastam alguns minutos nas redes sociais para surgir a impressão de que as pessoas estão aproveitando mais a vida. Por trás desse incômodo pode estar a FOMO, sigla em inglês para Fear of Missing Out, expressão que significa "medo de ficar de fora" ou de estar perdendo alguma coisa, em tradução livre. 

Segundo a psicóloga da Hapvida, Verônica Lima, a FOMO não é uma doença ou um diagnóstico clínico específico, mas um fenômeno comportamental contemporâneo que pode provocar sofrimento e interferir na rotina. "É aquela sensação de que as outras pessoas estão vivendo experiências melhores ou mais interessantes. Isso pode provocar ansiedade, insatisfação e uma necessidade excessiva de acompanhar o que os outros estão fazendo", explica. 

 As redes sociais podem potencializar esse comportamento. Afinal, como ressalta a psicóloga, o que aparece na tela geralmente é uma seleção de bons momentos: viagens, festas, conquistas profissionais, relacionamentos felizes, corpos considerados perfeitos e experiências que parecem extraordinárias. A exposição frequente a esses recortes, pode favorecer comparações e contribuir para uma percepção negativa da própria realidade, afirma Verônica. 

 "Quando comparamos a nossa vida inteira com os melhores momentos que alguém escolheu publicar, essa comparação torna-se injusta. A pessoa pode começar a acreditar que está ficando para trás ou que sua vida não é suficientemente interessante, mesmo que aquilo que é apresentado nas redes seja apenas uma pequena parte da realidade do outro", destaca a profissional. 

Quando o medo de ficar de fora afeta a saúde 

Verônica Lima alerta que o problema ganha maior dimensão quando a necessidade de acompanhar o que acontece nas redes começa a interferir no dia a dia. Ansiedade, irritabilidade, dificuldade de concentração, frustração, baixa autoestima e sensação de inadequação podem surgir ou se intensificar. 

Os impactos também podem ser físicos, pontua ela. O hábito de permanecer conectado até tarde, por exemplo, pode prejudicar a qualidade do sono e provocar cansaço e sonolência durante o dia. Já a ansiedade associada à necessidade constante de acompanhar as mídias sociais pode estar relacionada a manifestações como tensão muscular, dores de cabeça, palpitações e desconfortos gastrointestinais. 

Outro sinal de alerta é a dificuldade de aproveitar o momento presente. A psicóloga dá o exemplo: a pessoa está em uma confraternização, em família ou descansando, mas continua verificando o celular para saber o que está acontecendo em outros lugares. 

"É importante observar quando estar conectado deixa de ser uma escolha e passa a ser uma necessidade que gera angústia. Conferir o celular repetidamente, sentir ansiedade quando não consegue acessar as redes ou perceber prejuízos no sono, nos relacionamentos, no trabalho ou nos estudos são sinais que merecem atenção", orienta ela. 

Como reduzir a FOMO e ter uma relação mais saudável com as redes 

Diminuir a FOMO não significa necessariamente abandonar as redes sociais. Verônica sugere estabelecer períodos longe das telas, evitar o celular próximo ao horário de dormir, silenciar notificações e reduzir a exposição a perfis e conteúdos que despertam comparações negativas como algumas atitudes que podem contribuir para uma relação mais saudável com o ambiente digital. 

Ela pontua também que é importante fortalecer as experiências fora das telas e lembrar que as redes sociais mostram apenas uma parcela da vida das pessoas. "Não precisamos participar nem saber de tudo ou estar disponíveis o tempo inteiro. É importante reconhecer os próprios limites e entender que não estar em determinado lugar ou não acompanhar tudo o que acontece não significa estar perdendo algo", completa a psicóloga. 

Reconhecer esses sinais é também entender quando a relação com as redes deixou de ser saudável e quando já é hora de buscar ajuda profissional. 

Sobre a Hapvida   

Com mais de 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 77 mil colaboradores, atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.   

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 85 hospitais, 74 prontos atendimentos, 364 clínicas médicas e 309 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.


Foto: Magnific

Enviado por Ana Pàula Marques, executiva de atendimento da Texto & Cia




Apresentação de "O Forte" nesta quinta-feira




Monsueto Menezes faleceu nas filmagens de "O Forte"

Maridelma Teixeira faz Tibiti adolescente

A "Mostra Olney São Paulo - 90 Anos" prossegue nesta quinta-feira, 20, às 19 horas, no Teatro Universitário do Cuca, com exbição de "O Forte" (1974, 90 minutos).

Por Dimas Oliveira

"O Forte", filme escrito e dirigido por Olney São Paulo (07.08.1936-15.02.1978), baseado no romance de Adonias Filho (27.11.1915-02.08,1990). Em Feira de Santana, foi visto no extinto Cine Timbira (que substituiu o Cine Santanópolis), em 1976. 
Filmado em Salvador, na parte antiga da cidade - Forte São Marcelo, Pelourinho, Maciel, Carmo -, trata sobre um engenheiro (Adriano Lisboa), casado com Ana Tereza (Susana Vieira, em seu primeiro papel no cinema), que volta à Bahia contratado pelo governo para demolir o Forte de São Marcelo. Ele quer reencontrar seu amor do passado, Tibiti, que é interpretada quando criança por Milena Araújo e Andréa Bulhões, adolescente pela feirense Maridelma Teixeira (sequências em preto e branco, ressaltando o flash back) e mulher por Sandra Mara.
Parcialmente financiado pela Embrafilme, "O Forte" teve produção "complicada e dolorosa", Olney reuniu ainda no elenco o cantor Monsueto (04.11.1924-17.02.1973 - morreu durante as filmagens), Paulo Villaça, Lea Garcia, Emanoel Cavalcanti, sua mulher Maria Augusta, seus filhos Olney Júnior, Irving São Paulo e Maria Pilar, todos crianças (que ouvem história para dormir com imagens de Rex Ingram como o gênio da lâmpada em "O Ladrão de Bagdá", de 1940), além dos baianos Simone Hoffman, Bartira, Eduardo Cabus, Jurema Pena, Marisa Rangel, Milton Gaúcho e Silvio Robatto. Tem ainda o feirense Hermínio Lemos.
Ratifico que "O Forte" é um filme com visão humanista e poética com que Olney sempre realizou cinema. O desenrolar do filme é cheio de melancolia dos personagens, sempre lembrando o passado e seus fantasmas. Para o período em que foi realizado tem cenas de nudez (de Sandra Mara, Bartira e Simone Hoffman) bem "fortes".
Na trilha sonora, "It's a Long Way", de Caetano Veloso, "Eu Quero Voltar Pra Bahia", de Paulo Diniz e Odiban, "Se o Caso É Chorar", de Tom Zé e Perna, "Stardust", de Hoagy Carmichael e M. Parish, "Smoke Get in Your Eyes", de J. Kern e O. Harbach, "Vício", de F. Cesar por Billy Davis. Sandra Mara na voz de Helena de Lima interpreta "Diz Que Fui Por Aí", de Zé Keti e H. Rocha, "O Sol Nascerá", de Cartola e Elton Medeiros, e "Mora na Filosofia", de Monsueto Menezes.

Postado originalmente em 4 de dezembro de 2010 e agora atualizado