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Pré-venda de "Stray Kids: The DominATE Experience" no Orient CinePlace Boulevard

Pré-venda de "Stray Kids: The DominATE Experience" no Orient CinePlace Boulevard
Quinta-feira, 5, e sexta-feira, 6, às 18h05; sábado, 7, e domingo, 8, às 15h30 (Legendado)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

A fossa moral e o ódio aos cristãos

Este artigo é do Observatório Brasil Soberano

Mais um espetáculo grotesco protagonizado recentemente por Eduardo Bueno, o "Peninha", como sempre, destilando um ódio visceral. Dessa vez contra os cristãos evangélicos. O episódio não pode ser atribuído a um fato isolado ou um simples "surto" de um personagem histriônico. É o transbordamento de uma fossa moral que há muito tempo infiltra o debate público brasileiro: a ideia de que a fé é uma patologia e o fiel, um cidadão de segunda classe. Ao sugerir que evangélicos não deveriam votar e que deveriam ficar "pastando" nos templos, o sujeito está expondo o DNA autoritário de uma elite que se autoproclama "iluminada", mas que entra em convulsão ao notar que não consegue mais controlar o pensamento das massas através de seus manuais ideológicos. A contradição é gritante. Essa mesma patota que preenche formulários sobre "diversidade", "tolerância" e "Estado Laico" é a primeira a clamar pela cassação de direitos civis básicos quando o grupo em questão não reza pela sua cartilha progressista. Para eles, o Estado Laico não é a neutralidade religiosa do governo, mas a expulsão sumária de qualquer valor moral cristão da esfera pública. O que realmente apavora figuras como Peninha não é o templo, o pastor ou a liturgia. O que os assusta é a autonomia moral. O cristão que defende a família, que exige segurança pública e que não aceita ser massa de manobra de engenharia social é o maior obstáculo para quem deseja um povo dependente de migalhas estatais e de validação intelectual acadêmica. Não é de hoje que o "historiador" coleciona episódios lamentáveis. O ataque aos cristãos é apenas o ataque mais recente de uma profusão de intolerância. Em diversas ocasiões, o tom debochado de Bueno descambou para o preconceito regional, tratando o nordeste e com um desdém que beira o colonialismo intelectual. Para ele, parece que a inteligência do país termina onde começa o seu próprio círculo social. Peninha revelou seu lado mais sombrio ao comemorar o assassinato de Charlie Kirk. Provavelmente sua "democracia" é um clube fechado onde só entram convidados que pensam exatamente como ele. Quem discorda não merece apenas o debate, merece a aniquilação pública. Contudo, a valentia de Peninha no caso Kirk mostrou-nos um limite bem definido: o saldo bancário. O histérico só ensaiou um pedido de desculpas quando sentiu o peso do cancelamento de seus contratos e a debandada de patrocinadores. É a "ética do bolso". Para essa elite, o ódio é livre, desde que não atrapalhe os negócios. A retratação não veio do coração ou da razão, mas do medo de perder o conforto. Agora, com o ataque aos evangélicos, o histérico mostra que a elite "esquerda caviar" odeia o povo que toma porrada da vida e se mantém de pé porque acredita em algo maior que o governo. Eles odeiam a esperança que não nasce de uma promessa de palanque, mas de uma promessa bíblica. O Brasil real não cabe nos "livros de colorir" de intelectuais de auditório. Ele está nas comunidades, nas igrejas de periferia e nas famílias que acordam cedo para trabalhar enquanto o "profeta do esgoto" grita com a câmera. Atacar a fé do brasileiro é, em última análise, um atestado de falência moral. É a tentativa desesperada de quem perdeu completamente o argumento e agora res ta a tentativa de interditar o eleitor. A democracia que Peninha diz defender é feita, justamente, por aqueles que ele tenta calar.

A comunidade judaica e o "shalom" eleitoreiro de Lula

Bastaram as eleições de 2026 aparecerem no radar para Lula mostrar interesse em "reconstruir pontes" com a comunidade judaica do Brasil, abaladas desde os atentados terroristas cometidos pelo Hamas em 7 outubro de 2023 e a reação israelense que se seguiu na Faixa de Gaza. 

Por José Fucs para a Gazeta do Povo:

Nada como uma campanha eleitoral para produzir guinadas radicais nas narrativas e nas posições do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Bastaram as eleições de 2026 aparecerem no radar para Lula mostrar interesse em "reconstruir pontes" com a comunidade judaica do Brasil, abaladas desde os atentados terroristas cometidos pelo Hamas em 7 outubro de 2023 e a reação israelense que se seguiu na Faixa de Gaza.
De repente, depois de passar mais de dois anos hostilizando Israel e o sionismo, muitas vezes de forma indistinguível do antissemitismo da pior espécie, Lula escalou a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, para levantar a bandeira branca. Como se nada tivesse acontecido nesse período, ele lhe deu a missão de visitar instituições da comunidade judaica em São Paulo, na véspera do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, celebrado em 27 de janeiro, para "quebrar o gelo" e buscar uma reaproximação que parecia improvável até pouco tempo atrás.
Pelo jeito, Lula aposta na memória curta de integrantes da comunidade e na afinidade ideológica existente entre seu governo, o PT e os judeus "progressistas" do país – a mesma turma que criou o grupo "Judeus pela Democracia" para apoiá-lo em 2022 – para tentar iludir os incautos e conquistar votos preciosos no pleito deste ano, que promete ser acirrado.
Embora a comunidade judaica seja relativamente pequena no Brasil, com cerca de 120 mil pessoas, sua influência no debate público e na formação de opinião, em especial junto à classe média de grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro, é considerável, e acaba contribuindo para moldar a percepção da sociedade nos grandes temas nacionais, inclusive nas eleições.
Além disso, como mostram as pesquisas, a posição anti-Israel de Lula na guerra em Gaza foi um dos principais fatores da queda de sua popularidade junto aos evangélicos, que representam cerca de 30% da população e podem fazer a diferença no resultado das eleições. Como se sabe, tudo ou quase tudo que Lula faz é influenciado por seus marqueteiros e por seu interesse eleitoral – e hoje, no caso da comunidade judaica, não é diferente.
Desta vez, porém, diante de todas as demonstrações de hostilidade a Israel e aos judeus que ele deu, com o endosso entusiasmado de seu assessor especial Celso Amorim, do PT, de suas lideranças e de seus satélites, parece improvável que algum judeu no país, independentemente de seus pendores ideológicos, aceite seu "shalom" eleitoreiro e releve suas falas e suas ações para apoiá-lo nas urnas. Tirando meia dúzia de judeus não-judeus existentes por aí – que abraçam sem constrangimento as ideias mais odiosas contra Israel e o povo judeu – é difícil imaginar que isso possa acontecer no momento.
Bloco monolítico
É certo que a comunidade judaica está longe de ser um bloco monolítico – e isso não é um privilégio do Brasil. Na Polônia pré-guerra, que abrigava uma das maiores comunidades judaicas do mundo, e mesmo no Gueto de Varsóvia durante a ocupação nazista, por exemplo, havia dezenas de partidos e organizações políticas diferentes. E, recentemente, em Nova York, que reúne o maior número de judeus fora de Israel, muitos integrantes da comunidade surpreendentemente apoiaram o islamista Zohran Mamdani – cujas posições anti-Israel, antissionistas e antijudaicas não são segredo para ninguém – na eleição para prefeito da cidade.
Mesmo durante a guerra em Gaza, quando a demonstração de unidade do povo judeu contra a barbárie se mostrava mais necessária, ocorreram várias manifestações promovidas pela esquerda israelense contra o primeiro-ministro Benjamim Netanyahu. Apesar de embaladas pela bandeira nobre do resgate dos reféns mantidos pelo Hamas, elas enfraqueciam a posição de Israel na luta contra o grupo e seus aliados e patrocinadores, que aproveitavam esses momentos de questionamentos internos para ampliar os ataques a Israel, como eles mesmos afirmaram, segundo o noticiário.
É certo também que, institucionalmente, é bom que a comunidade judaica mantenha um canal aberto com o presidente da República, seja ele quem for e pense ele o que pensar sobre Israel e os judeus. Quando um líder político como Lula busca uma aproximação, ninguém vai se negar a ouvi-lo, ainda que ele tenha se mostrado como seu maior algoz até ontem ou anteontem.
Agora, mesmo levando isso em conta, se alguém da comunidade ainda sair por aí fazendo o L nas eleições, depois de tudo que Lula e seus aliados à esquerda fizeram, é coisa que nem psicólogo nem psiquiatra será capaz de resolver. Talvez, nem o próprio Marquês de Sade conseguisse explicar.
A lista de barbaridades cometidas por Lula desde os atentados do Hamas contra Israel é longa e enumerá-las todas aqui iria além dos objetivos desta coluna. Mas, para que não pairem dúvidas para quem não acompanhou o caso de perto ou foi acometido de súbita amnésia, convém rememorar pelo menos algumas delas e o efeito perverso que tiveram ao turbinar as hostilidades com os judeus brasileiros.
Desde o princípio, Lula e sua tropa de choque se colocaram abertamente ao lado do Hamas e contra Israel. Enquanto condenavam de forma tímida as atrocidades cometidas pelo grupo ou passavam pano para elas, apressaram-se em classificar a reação israelense como "genocídio". Banalizaram o uso do termo ao comparar a reação de Israel aos atentados do Hamas, como se os causadores de uma guerra tenham tido a prerrogativa de decidir sobre a reação de suas alvos em qualquer outro conflito armado da história.
Suas falas sobre o tema reproduziam sem contestação as narrativas do Hamas e os dados pouco confiáveis divulgados pelo Ministério da Saúde de Gaza (controlado pelo grupo) sobre o número de mortos no território. Ignoravam totalmente o uso de escolas e hospitais como refúgio pelos terroristas e de civis como escudos humanos.
Em fevereiro de 2024, durante a cúpula da União Africana realizada na Etiópia, Lula superou seu próprio retrospecto, ao comparar o Holocausto – termo que designa o extermínio sistemático de 6 milhões de judeus pelos nazistas – às ações militares de Israel em Gaza. "O que está acontecendo na Faixa de Gaza com o povo palestino não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus", disse Lula, gerando repúdio imediato do governo israelense e de entidades judaicas ao redor do mundo, inclusive no Brasil.
A afirmação – considerada como "excessiva" ou "falsa" pela maioria dos brasileiros, de acordo com as pesquisas – acabou gerando uma crise diplomática que culminou com a classificação de Lula como persona non grata em Israel até que ele se retratasse – o que nunca ocorreu. Gerou também a uma reprimenda pública ao embaixador do Brasil, em encontro realizado no Museu do Holocausto, em Jerusalém.
O episódio, que o governo brasileiro considerou uma "humilhação”, levou o país a retirar o diplomata do posto e a não receber as credenciais do novo embaixador israelense em Brasília. Com isso, Israel decidiu cancelar a indicação e anunciar que não enviará novo ocupante para o cargo, o que junto com a iniciativa do Brasil, acabou por rebaixar o nível das relações diplomáticas entre os dois países para o pior nível da história.
As falas de Lula provocaram também uma ruptura profunda com entidades de representação da comunidade judaica, como a Conib (Confederação Israelita do Brasil), que o acusou de alimentar o antissemitismo e estimular o ódio aos judeus do país, ao comparar a reação de Israel com o Holocausto. Após as declarações de Lula, conforme a Conib, houve um aumento exponencial de ataques, pichações e discursos de ódio contra judeus brasileiros, o que qualquer um que acompanhe as redes sociais, ainda que à distância, pode constatar a olho nu até hoje.
Diante das críticas da entidade às suas falas odiosas, Lula dobrou a aposta em seu discurso antijudaico e anti-Israel: "É preciso parar com esse vitimismo. O que está acontecendo na Faixa de Gaza é um genocídio. E agora vem dizer que isso é antissemitismo?", disparou o presidente, de cara lavada.
Notas protocolares
Numa das maiores operações de repatriação promovidas pelo país, Lula foi recepcionar pessoalmente na Base Aérea de Brasília centenas de brasileiros que estavam em Gaza e foram trazidos de volta num avião da FAB (Força Aérea Brasileira), a maioria dos quais formada por palestino-brasileiros. Ao mesmo tempo, ele demorou meses para receber os familiares de judeus brasileiros sequestrados pelo Hamas.
Quando as mortes de três judeus brasileiros nos atentados foram confirmadas, o governo emitiu apenas uma nota lacônica, que sequer mencionava que eles tinham sido "assassinados" pelos grupo. E, quando o corpo do refém brasileiro Michel Nisenbaum foi recuperado tempos depois, a reação do governo voltou a ser tímida, cumprindo apenas uma formalidade.
Nos fóruns internacionais, Lula colocou a diplomacia brasileira para atuar a serviço de sua visão ideológica contra Israel e pró-Hamas. A iniciativa mais emblemática foi o apoio formal do Brasil à denúncia apresentada pela África do Sul contra Israel na Corte Internacional de Justiça, em Haia. O objetivo da iniciativa foi o de classificar as ações israelenses em Gaza como um "genocídio", em contraposição à definição adotada pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA, na sigla em inglês), que era reconhecida pelo Brasil até julho de 2025, quando o país anunciou de forma repentina seu desligamento da organização.
O Brasil de Lula ainda criticou duramente a ONU por sua "impotência" para resolver o conflito em Gaza e sugeriu que o Conselho de Segurança da instituição "não tem autoridade moral", por não ter aprovado medidas contra a ofensiva israelense no território. O Brasil também atuou ativamente na ONU em defesa de um "cessar-fogo incondicional" da parte de Israel, que representaria uma garantia de sobrevivência do Hamas, e pelo reconhecimento dos diretos de a Palestina receber o tratamento de Estado-membro no órgão, apesar de a medida depender de aprovação do Conselho de Segurança para ser efetivada.
Enquanto países desenvolvidos suspenderam suas doações à Agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA, na sigla em inglês), que comprovadamente teve suas instalações usadas pelo Hamas e vários de seus integrantes envolvidos nos atentados a Israel, o Brasil não só manteve o seu apoio à entidade como ampliou seus aportes.
Lula ainda tentou levar o G-20 (grupo que reúne as 19 maiores economias mundiais mais a União Europeia e a União Africana) e o Brics (bloco orginalmente formado por Brasil, Rússia, Índia e China e hoje com 11 membros plenos) a aprovar condenações severas a Israel, mas não conseguiu a unanimidade necessária para incluir a questão nos comunicados conjuntos. Além da Índia, dois países árabes islâmicos que são membros do Brics, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, atuaram para torpedear as intenções de Lula.
"Dupla lealdade"
Como se isso tudo não bastasse, a deputada e então presidente do PT, Gleisi Hoffmann, hoje ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula, ainda saiu em defesa do jornalista Breno Altman, condenado num processo criminal movido pelo Ministério Público, a partir de uma representação feita pela Conib, por ter chamado os judeus de "ratos" e "porcos" – termos usados pela propaganda nazista encabeçada por Joseph Goebbels para se referir aos integrantes da comunidade judaica.
Na época, Gleisi chegou a acusar a Conib, principal instituição de representação dos judeus no país, de "agir como braço político do governo de extrema direita de Israel". Disse também que a entidade "não representa a comunidade judaica brasileira, mas o governo de Israel". Em resposta à afirmação de Gleisi, a Conib declarou que ela recorreu ao expediente antissemita clássico da "dupla lealdade", segundo o qual os judeus não seriam leais aos países em que nasceram ou vivem, mas sim a uma agenda judaica global ou ao Estado de Israel.
De quebra, a primeira-dama, Janja da Silva, ainda exerceu uma militância simbólica em defesa dos palestinos e do Hamas que selou a imagem anti-Israel e antijudaica do governo Lula, ao usar um casaco com o tradicional bordado palestino tatreez na Assembleia-Geral da ONU, em setembro de 2025, e o keffiyeh em eventos do PT, sem jamais emitir uma única palavra em solidariedade às mulheres israelenses sequestradas pelo Hamas, que foram vítimas de estupros e mutilações cometidos por terroristas do grupo.
Nada, porém, é mais simbólico do apoio dado pelo governo Lula ao Eixo do Mal, do qual o Hamas é um representante ativo, do que a foto do vice-presidente Geraldo Alckmin, enviado especial à posse do novo presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, em julho de 2024, ao lado dos líderes terroristas do grupo e do Hezbollah. Ismail Haniyeh, inclusive, chefe do escritório político do Hamas, foi eliminado por Israel horas depois, numa explosão na casa em que estava hospedado, em Teerã.
Estas são apenas algumas das evidências da postura anti-Israel e antijudaica adotada por Lula, por Janja, pelo PT e por e seus aliados desde os atentados terroristas do Hamas e o início da guerra em Gaza. Há mais, muito mais, mas isso é o suficiente para mostrar que as chances de Lula conseguir iludir mais uma vez integrantes da comunidade judaica brasileira, obtendo seu apoio nas eleições em 2026, são quase nulas no momento. Só mesmo um sujeito oportunista e dissimulado como Lula pode imaginar que seja possível deixar tudo isso para trás nas urnas. Pior do que isso só mesmo um judeu brasileiro fazendo o L de novo.

Morre Anotevaldo Gonzaga


Anotevaldo Gonzaga foi contemporâneo de Dimas Oliveira no curso de Letras da Faculdade Estadual de Educação de Feira de Santana (Feefs), precursora da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), no início dos anos 70, participava com ele no time de futebol de salão da Faculdade, que ainda contava com nomes de  Antonio Silva, Betinho, Cosme Castor, Djalma, Manoel Fausto, Luiz Rogério e José Alves.
Entre 1966 e 1971, a existência do jornal semanário "Situação", no qual Anotevaldo atuava. Em 1967, a convite dele, iniciei coluna de Cinema nessa publicação.

Estrada de ferro em Feira de Santana na obra de Rollie E. Poppino

Biblioteca Digital Outran Borges, da Academia Feirense de Letras, disponibiliza obra clássica sobre Feira de Santana


A história ferroviária de Feira de Santana ocupa um lugar especial na memória urbana da Princesa do Sertão. Durante décadas, o trem organizou horários, comércio, encontros e expectativas, servindo como ligação entre o sertão e a capital. Pelo vai e vem dos trilhos, circularam mercadorias, cartas, modas, notícias e sonhos que ajudaram a moldar a cidade moderna.

No clássico "Feira de Santana" (1968), o historiador norte-americano Rollie E. Poppino analisou com rigor metodológico diversos aspectos de Feira de Santana. Dentre outros, ele faz referência ao papel da estrada de ferro no desenvolvimento econômico e urbano da cidade, destacando o período em que a ferrovia foi o elo principal entre Feira e o Nordeste, e o mais importante corredor de escoamento do comércio interiorano.

Pesquisa e memória

A obra de Poppino integra o acervo da Biblioteca Digital Outran Borges, aberta ao público pela Academia Feirense de Letras (AFL), que recupera fontes e títulos relevantes para os estudos sobre a história e a formação cultural de Feira de Santana. Ao disponibilizar livros raros, de circulação limitada ou já esgotados, a instituição contribui para que pesquisadores, estudantes e interessados tenham acesso a materiais de referência.

O presidente da AFL, João Batista de Cerqueira, chama atenção para o papel que a Biblioteca Digital cumpre no contexto acadêmico e social. "A Biblioteca Outran Borges não é apenas um repositório digital. Trata-se de um patrimônio intelectual que preserva, oferece acesso e permite que futuras gerações conheçam o percurso histórico da cidade. Sem arquivos, não há pesquisa, e sem pesquisa, não há memória coletiva."

Acesso público

A Biblioteca Digital Outran Borges segue em expansão, com novos títulos incorporados ao acervo e disponibilizados para consulta gratuita. Obras como a de Rollie Poppino cumprem não apenas o papel de documento histórico, mas de testemunho da trajetória urbana e cultural de Feira de Santana, revelando capítulos que dialogam com o presente e com o futuro.

Enviado por João Batista de Cerqueira

Visão do filme "As Sete Cidades de Ouro"


Visão do drama de aventura "Sete Cidades de Ouro" (Seven Cities of Gold), de Richard D. Webb, 1955. Trata sobre fé, salvação, arrogância, coragem, auto-sacrifício, conquista, uns aos outros. "Um duelo entre a cruz e a espada", como foi anunciado no lançamento.

Em 1769, no século XVIII, uma expedição espanhola busca sete cidades de ouro em um território hoje conhecido como Califórnia. Ela busca conquistar à terra e descobrir seus famosos tesouros de ouro. Uma tarefa árdua devido à oposição dos aborígenes, mas talvez uma intervenção divina possa ajufar os espanhóis a salvar suas vidas.

O filme é baseado em um romance histórico, "Os Nove Dias do Padre Serra", de Isabelle Gibson Ziegler, com figuras centrais de Gaspar de Portola (Anthony Quinn), o conquistador que cuida a parte militar, e o padre Junípero Serra (Michael Rennie), que trata do lado espiritural.

Ainda no elenco, Richard Egan, Jeffrey Hunter, Rita Moreno, Eduardo Noriega, John Doucette, Kathleen Crowley, Victor Junco, Gilda Fontana e Fernando Wagner.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

TRE em Todo Lugar inicia ações em 2026 com atendimentos em Nordestina e Santo Amaro

Público será atendido de 03 a 05 de fevereiro nos dois municípios


As cidades de Nordestina e Santo Amaro serão as primeiras a receber o Projeto TRE em Todo Lugar, do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, em 2026. O atendimento itinerante ocorrerá de 3 a 5 de fevereiro, concomitante nos dois municípios. A iniciativa busca aproximar a Justiça Eleitoral da população e ampliar o acesso aos serviços oferecidos em diferentes regiões do estado, incluindo localidades distantes dos centros urbanos.

Na ação será possível realizar alistamento eleitoral, transferência, revisão de dados, regularizar a situação eleitoral, coletar dados biométricos, emissão de certidões, entre outros procedimentos.

Em Nordestina, a equipe do TRE-BA estará situada na Rua Dois de Julho, sem número, na  sede do antigo Fórum do Tribunal de Justiça do município. Na terça-feira, 3, as atividades serão desenvovlidas das 13 às 17 horas; já na quarta-feira, 4, e quinta-feira, 5, ocorrerá das 9 às 16 horas. 

O atendimento em Santo Amaro acontecerá no distrito de Acupe, no Centro Educacional Municipal de Acupe, das 9 às 16 horas, nos três dias da ação. 

Documentos necessários 

Para acessar os serviços, será preciso apresentar documento oficial de identificação com foto (original) e comprovante de residência atualizado (emitido há, no máximo, três meses). Nos casos de emissão da primeira via do título, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do modelo antigo não será aceita isoladamente. Homens que completam 19 anos em 2026 também precisarão apresentar o certificado de quitação militar.

Projeto em números 

Em 2025, o TRE em Todo Lugar realizou 5.605 atendimentos, entre 11 de março e 16 de dezembro, período em que foram visitados 36 municípios do interior e 12 bairros de Salvador. Desse total, foram visitadas oito comunidades quilombolas e três aldeias indígenas.

O projeto disponibiliza atendimento eleitoral a diversas regiões do interior da Bahia e da capital, especialmente em localidades onde a população tem dificuldades para comparecer aos postos fixos e/ou não possui acesso à internet. 

Enviado por Caroline Garrido dos Santos Amaral

 

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Luiz Gomes expõe na Itália



"Stray Kids: The dominATE Experience": Pré-venda de ingressos continua

Lançamento de 5 a 8 de fevereiro no Orient CinePlace Boulevard


Assista ao trailer


A Orient Cinemas continua anunciando a pré-venda no Orient CinePlace Boulevard, um dos
 cinemas selecionados no Brasil e no mundo, com distribuição pela Universal Pictures, para o lançamento do documentário musical "Stray Kids: The DominATE Experience", de Paul Dugdale e Farah Khalid. 
O filme-concerto sobre o grupo coreano será exibido em fevereiro, na quinta-feira, 5, e na sexta-feira, 6, às 18h05; e no sábado, 7, e no domingo, 8, às 15h30 .
Os valores dos ingressos são: Inteira - R$ 60,00 e Meia-entrada - R$ 30,00.
O documentário registra as apresentações com ingressos esgotados do grupo de K-pop Stray Kids no SoFi Stadium, em Los Angeles, combinando imagens dos shows da turnê mundial dominATE com material de bastidores. O filme destaca o grupo como headliner do Rock in Rio 2026, trazendo a energia dos shows e momentos exclusivos para os fãs. 

sábado, 31 de janeiro de 2026

Postagens com mais visualizações em janeiro


Entre as dezenas de postagens feitas pelo Blog Demais no primeiro mês do ano de 2026, as 15 que obtiveram mais visualizações foram:

1. 100 anos do Paço Municipal Maria Quitéria

2. Sobre valores americanos

3. "Biribinha nos States"

4. Trinca de canastrões

5. Duas vezes Botafogo

6. Não vi e não gostei

7. A crise da democracia é a crise da imprensa

8. Quase um périplo por Salvador

9. O próximo Oscar

10. Restauração digital de fotografias antigas

11. 20 anos sem Pedro Roberto

12. Academia Feirense de Letras retoma atividades com Biblioteca Digital fortalecida

13. Um barbeiro que se vira

14. União Brasil de Boa Vista do Tupim prepara encontro com ACM Neto

15. Duas programações em fevereiro

Por que Jesus não pode ser considerado socialista ou comunista?


É muito comum ouvirmos pessoas da esquerda política associando Jesus ao socialismo ou até ao comunismo. Mikhail Gorbachev (ex-líder da União Soviética) disse o seguinte sobre Jesus: 

"Jesus foi o primeiro socialista, o primeiro a buscar uma vida melhor para a humanidade." (fonte)

Fidel Castro (ex-presidente de Cuba), disse: 

"Ele (Jesus Cristo) foi o primeiro comunista. Repartiu o pão, repartiu os peixes e transformou a água em vinho." (fonte)

Mas será que Jesus pode mesmo ser considerado um socialista ou comunista? Vejamos: 

Embora Jesus defendesse valores como solidariedade, caridade e cuidado com os pobres, isso não o torna comunista ou socialista. Essas ideologias são sistemas político-econômicos, enquanto a mensagem de Jesus é moral, espiritual e voluntária.

Jesus chama cada indivíduo à conversão pessoal e à caridade espontânea. Em nenhum momento ele defende que o Estado tome bens de uns para redistribuir a outros. O comunismo e o socialismo dependem da coerção institucional, via leis e força estatal.

"Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação." (2 Coríntios 9: 7)

Isso é o oposto da lógica socialista de redistribuição obrigatória.

Jesus critica o apego ao dinheiro, não a existência da propriedade privada. Ele convive com pessoas ricas, elogia bons administradores e usa exemplos que pressupõem propriedade individual (vinhas, talentos, casas, moedas).

Na Parábola dos Talentos, o Senhor elogia quem investe e multiplica o que recebeu - algo incompatível com a rejeição socialista ao lucro e à acumulação privada.

Jesus rejeita explicitamente a ideia de um reino terreno ou revolucionário:

"O meu Reino não é deste mundo." (João 18: 36)

Comunismo e socialismo são projetos de poder estatal e transformação estrutural da sociedade. Jesus propõe uma transformação do coração, não um sistema econômico imposto. 

Jesus ensina que todos são iguais diante de Deus, mas isso não significa que devam ter os mesmos bens, funções ou resultados materiais. O socialismo busca igualdade econômica por meio de planejamento central; Jesus aceita a diversidade de condições e chama cada um à responsabilidade moral dentro dela.

Atos dos Apóstolos descreve cristãos compartilhando bens, mas de forma voluntária, não obrigatória. Pedro deixa isso claro ao falar com Ananias:

"Não era teu o que possuías? E, vendido, não estava o dinheiro em teu poder?" (Atos 5: 4)

Ou seja, a propriedade continuava sendo privada; o erro foi a mentira, não a retenção do bem.

Jesus está fora das categorias ideológicas modernas. Reduzi-lo a um rótulo político é ignorar a natureza essencialmente espiritual e moral de sua mensagem.

Fonte: https://neoateismodelirante.blogspot.com/ - Destruindo "argumentos" neoateístas

Encontro de Lideranças


 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Morre atriz Catherine O'Hara


Faleceu nesta sexta-feira, 30, a atriz americana-canadense Catherine O'Hara, aos 71 anos. Era conhecida por interpretar a mãe de Kevin (Macaulay Culkin) nos filmes "Esqueceram de Mim" (1990) e 
"Esqueceram de Mim: Perdido em Nova York" (1992). Atuou muito em séries e filmes para a televisão. Também fazia narração em filmes.

Filmografia: "A Ocasiaão Faz o Herói" e "Imagem Dupla", em 1980; "Depois de Horas" (1985), "A Difícil Arte de Amar" (1986), "Os Fantasmas Se Divertem" (1988), "Dick Tracy", "O Casamento de Betsy", "Little Vegas", em 1990; "Meus Vizinhos Picaretas" (1992), "O Jornal", "Wyatt Earp" e "Uma Virada do Destino", em 1994; "Os Cinco Heróis do Oeste" (1995), "Esperando o Sr Guffman" e "Tempos de Rebeldia", e,m, 1996; "Nosso Louco Amor" (1998), "O Melhor do Show" (2000), "Falando de Sexo" (2001), "Correndo Atrás de Diploma" (2002), "Os Grandes Músicos" (2003), "Sobrevivendo ao Natal" e "Desventura em Série", em 2004; "Desafiando o Perigo" (2005), "Penelope" e "Por Trás das Câmaras", em 2006; "Distante Nós Vamos" (2009), "Par Perfeito" (2010), "Filhos do Divórcio" e "Amor Certo, Hora Errada", em 2013; "Máfia da Dor", e "Os Fantasmas Se Divertem 2: Beetlejuice Beetlejuice" (2025


Imprensa velha adormecida

Os "veículos tradicionais" só se interessaram pela caminhada liderada por Nikolas Ferreira quando o fenômeno da natureza abriu as portas para notícias negativas. 


Por Eliziário Goulart Rocha para a Oeste:

Enquanto o deputado federal Nikolas Ferreira liderava uma marcha de 250 quilômetros, os chamados "veículos tradicionais" fingiam não ver a mobilização dos brasileiros cansados do atual cenário nacional. A Caminhada pela Liberdade, que saiu do município de Paracatu, em Minas Gerais, com destino a Brasília, não despertou o devido interesse de quem costuma nada enxergar onde tudo há para ver. Milhares de vozes ecoando o bordão "Acorda, Brasil!", ao longo de uma semana, por vezes sob sol inclemente ou chuva torrencial, não bastaram.
O assunto só chamou a atenção da imprensa velha adormecida quando um fenômeno natural ofereceu a oportunidade de abordá-lo de forma negativa. No domingo, 25, o programa Fantástico, da TV Globo, acabara de exibir uma reportagem sobre a queda de um raio na Praça do Cruzeiro, em Brasília, que atingiu dezenas de participantes da caminhada, muitos dos quais tiveram de receber atenção hospitalar. Na sequência, entrou no ar a imagem das apresentadoras Maju Coutinho e Poliana Abritta, que anunciaram matéria sobre os 60 anos de carreira do ator Antônio Fagundes. Seria normal que ambas exibissem um sorriso protocolar ao falar da homenagem a um colega. No entanto, Maju parecia tentar disfarçar um riso excessivo para quem acabara de assistir a uma notícia dramática e que poderia ter se convertido em tragédia.


Ainda que a risada não tivesse relação com o raio, qualquer pessoa com um mínimo de experiência em televisão - ou de bom senso - sabe que apresentadores devem se manter sérios antes, durante e depois de uma notícia negativa. E Maju tem quase 20 anos de Globo. Entre os que estão fartos do governo Lula, do atual STF e do Legislativo de sempre, pegou muito mal. Já os que acham que está tudo certo no Brasil, maravilha da propaganda oficial, nada viram de mais. Ao contrário, sentiram-se representados. Vibraram com o raio como se comemorassem um gol. O comportamento da imprensa velha atende às expectativas de quem, entre seres humanos e um raio, torce pelo raio.


A GloboNews também aproveitou para criticar os organizadores da caminhada. "As lideranças do evento, especialmente o deputado Nikolas Ferreira, deveriam ter suspendido o evento, para dar segurança aos liderados", disse Gérson Camarotti, um dos principais comentaristas da emissora. Aproveitou para falar dos perigos de caminhar ao longo de uma rodovia, e até mesmo de uma eventual aproximação da área da Papudinha: "Tinha um grupo que achava que poderia chegar até lá", afirmou, condenando algo que não aconteceu.
"As lideranças do evento, especialmente o deputado Nikolas Ferreira, deveriam ter suspendido o evento, para dar segurança aos liderados", diz @gcamarotti. Raio deixou 34 manifestantes feridos, sendo oito em estado em grave.

Depois de visitar os feridos no hospital, Nikolas foi cercado por repórteres das mais variadas origens. A cena deveria ter sido comum ao longo da caminhada e poderia ser celebrada como um bom sinal, ainda que tardio, caso a pauta dos jornalistas ali presentes fosse dar eco ao grito por liberdade dos milhares de manifestantes. Só que não. Na grande maioria, estavam ali pelo raio. “Eu não vi muitos de vocês na caminhada, durante sete dias, e agora, quando acontece um incidente natural, aí vocês aparecem", disse o deputado. "É muito previsível o que essa parte da mídia faz, porque no fim das contas é querer destruir a imagem de um movimento que foi muito sério, muito bonito."
Oeste, conforme tem feito desde sua criação, viu o que tinha de ser visto e realizou ampla cobertura da caminhada, desde os preparativos até o encerramento, bem como segue acompanhando as repercussões. Além de abordar o tema em todos os seus espaços, durante cinco dias, o repórter Gabriel de Souza e o cinegrafista Gabriel Nery Reis marcharam lado a lado com os manifestantes, o que rendeu inúmeras entradas ao vivo na programação do canal no YouTube, matérias no site e postagens nas redes sociais da revista.
Está na chuva, é para se molhar 🌧️

Um pouco da minha cobertura na Revista Oeste sobre a caminhada do Nikolas Ferreira pela liberdade. pic.twitter.com/UohxVl9r0l— Gabriel de Souza (@gabr_jorn2004) January 27, 2026
Além de Oeste, poucos veículos cumpriram seu papel de mostrar as coisas como as coisas são. O site Metrópoles acompanhou a caminhada de perto, o SBT se fez presente, Gazeta do Povo e Jovem Pan também deram cobertura. Uns poucos passaram a noticiar apenas quando a marcha se aproximava da capital federal, ou quando o ministro do STF Alexandre de Moraes proibiu manifestações e acampamentos próximos à Papudinha, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro está preso. O restante, de modo geral, ignorou o movimento ou o relegou a pequenas notas sem destaque até a natureza abrir as portas para manchetes supostamente negativas para a caminhada e seus organizadores.


Se a "grande" mídia ignora ou minimiza eventos que não interessam à sua agenda, veículos de variados portes espalhados pelo país, bem como influenciadores por meio de seus canais no YouTube e nas redes sociais, ajudam a dar voz a grande número de brasileiros. Também colaboram para desnudar este círculo de omissão. "O silêncio da mídia tradicional revela um tratamento desigual e levanta questionamentos sobre pluralidade e liberdade editorial", questionou, por exemplo, a Rádio Liberdade de Água Boa, Mato Grosso.

Reprodução/Rádio Liberdade FM | Água Boa – MT

A maioria da mídia tratou com frieza, ou relegou ao mínimo espaço possível, a Caminhada pela Liberdade, deixando evidente, mais uma vez, a discrepância entre a mobilização registrada nas ruas e o que ganha destaque nos noticiários. Em tempos já difíceis para veículos de comunicação tradicionais devido às facilidades oferecidas pela internet, onde cada um pode ter e ser seu próprio canal, os avanços das redes sociais, a inteligência artificial e tudo o mais que vem por aí, ignorar milhões de vozes será cada vez mais um péssimo negócio.
A recusa em enxergar a manifestação como fato político relevante não é descuido jornalístico, mas escolha editorial, e revela, mais uma vez, que a imprensa velha não dorme por cansaço, mas por conveniência. Mas o menosprezo não muda os fatos. O Brasil real segue caminhando enquanto parte da mídia insiste em dormir.

Cameron Arnett, de "A Forja", fará participação especial em "Minha Vida Com Shurastey"


O ator Cameron Arnett ("A Forja") fará uma participação especial no longa "Minha Vida Com Shurastey", nova produção da Paris Entretenimento baseada na vida de Jesse Koz. No filme, Arnett interpreta o pastor James Smith. Com direção de Diego Freitas ("Depois do Universo", "O Segredo de Davi", "Caramelo"), o filme estrelado por Nicolas Prattes terá cenas rodadas em São Paulo, na Argentina e nos Estados Unidos, após passar por Santa Catarina.

"Minha Vida Com Shurastey" mostra a história de Jesse Koz, que abandonou o trabalho e uma vida monótona para fazer uma longa viagem pelas Américas em um Fusca 1978, na companhia de seu melhor amigo, o golden retriever Shurastey.  Com coprodução da Warner Bros. Discovery e distribuição da Paris Filmes, "Minha Vida Com Shurastey" tem estreia nos cinemas prevista para 2026.

Morador de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, Jesse Koz tinha 24 anos quando decidiu, em 2017, deixar para trás o emprego em um shopping center e desbravar as estradas ao lado de Shurastey, seu fiel companheiro. A dupla seguiu viagem com o objetivo de chegar a Ushuaia, na Argentina, em um projeto chamado "Shurastey Or Shuraigow?", título inspirado na música "Should I Stay or Should I Go", da banda britânica The Clash. 

A bordo do Fusca Dodongo, apelido do carro inspirado no jogo de videogame "The Legend of Zelda", o jovem e seu golden retriever dão início à viagem dos sonhos por 17 países, que tinha como destino final o Alasca. Durante cinco anos, eles inspiraram milhões de jovens que acompanharam a jornada pelas redes sociais, mas em maio de 2022, Jesse e seu cachorro sofreram um acidente fatal, deixando um legado de amor e admiração. 

Frutos de “A Forja”

A participação do ator Cameron Arnett no longa foi fruto do sucesso do filme "A Forja", recorde de bilheteria no Brasil levando mais de 3 milhões de pessoas aos cinemas.. Na última semana, Ygor Siqueira, CEO da 360 WayUp e Heaven Content, com seus sócios Márcio Fracarolli e André Fracarolli, cofundadores da Heaven Content e produtores do filme, estiveram com Cameron para a gravação de uma das cenas mais lindas do filme "Minha Vida Com Shurastey".

Ficha Técnica

Elenco Principal: Nicolas Prattes

Elenco Coadjuvante: Marina Moschen e João Cortês

Participação Especial: Bárbara Bruno e Cameron Arnett

Roteiro: Luanna Guimarães 

Supervisão de Roteiro: Diego Freitas

Colaboração de Roteiro: Ana Reber, Rod Azevedo e Zizo Asnis 

Direção de Fotografia: Kauê Zilli, abc

Direção de Arte: Fábio Goldfarb

Figurino: Flávia Lhacer 

Caracterização: Vick Garaventa

Som Direto: Carol Barranco

Produção de Elenco: Luciano Baldan

Direção de Produção: Madan Almeida

Line Producer: Cris Miotto

Supervisão Musical e Música Original: a definir 

Montagem: Lucas Gonzaga

Produção Executiva:  Laura Boorhem 

Produzido por: Marcio Fraccaroli, André Fraccaroli, Veronica Stumpf

Produção Associada: Adrien Muselet

Direção: Diego Freitas

Coprodução: Warner Bros. Discovery

Produção: Paris Entretenimento

Distribuição: Paris Filmes

Emviado pela 360 Way Up