#EsteBlogÉDemais!

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Segunda semana

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17h50 (Dublado) - 21 (Legendado)

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sábado, 24 de agosto de 2019

Aniversário de Adilson Simas

Neste sábado, 24, data de aniversário do jornalista Adilson Simas (Na foto, ao lado de Helder Alencar, José Carlos Teixeira e Dimas Oliveira). Referência em memória de Feira de Santana, ele está completando 72 anos, com mais de 50 na atividade jornalística. É militante histórico do MDB e mantém há mais de dez anos o prestigiado "Blog Por Simas".

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

#EuVou!


Venda antecipada de "It: Capítulo 2"



Assista ao trailer
A Orient Cinemas anunciando a venda antecipada, no Orient Cineplace Boulevard e unidades da rede, do filme de horror "It: Capítulo 2" (It Chapter Two), de Andy Muschietti, com Bill Skarsgard, que tem lançamento no dia 5 de setembro.
Trata-se da continuação de "It: A Coisa", do mesmo diretor e protagonista, lançado em 2017.
Na trama, 27 anos depois dos eventos da primeira parte, o grupo de adolescentes que fazia parte do clube dos perdedores realiza uma reunião. Porém, o que parece ser apenas um reencontro de velhos amigos acaba se tornando em uma verdadeira e sangrenta batalha quando o palhaço Pennywise retorna.

Leitores comentam sobre matéria com Joselito Amorim


Sobre a matéria "Joselito Falcão de Amorim - 100 anos de história", destacada no caderno "Zé Coió", da edição de sexta-feira, 16, do jornal "NoiteDia", vários comentários foram feitos por leitores.
"É um verdadeiro exemplo, esse brilhante CIDADÃO!", do professor Antonio Pereira da Cruz Neto.
"Ser humano maravilhoso!", de Aurora Bião.
"Um século de dignidade e competência", do cantor e compositor Beto Pitombo.
"Professor Amorim é sem dúvida referência de integridade, serviço e competência! Mantém-se no seu centenário com sua mente brilhante, atento às realidades, refletindo e buscando contribuir com o bem de Feira de Santana... sua paixão maior, depois de sua preciosa família! Parabéns, em especial à professora Arlete, pelo fiel companheirismo e cumplicidade por mais de seis décadas!", da educadora Célia Christina Carvalho.
"Uma vida que se destacou, independente das circunstâncias! Um ser humano exemplar!", de Doralice Rabelo.
"Faço de cada pronunciamento dos amigos, as minhas palavras, acrescentando a companheira (Arlete), nossa pró, que com certeza, foi e é o esteio desta vida centenária!", de Iza Maria Pinto Pereira.
"Grande cidadão que teve sua história eternizada pelo escritor Jailton Batista!", de Janaina Visitação.
"Um perfil bem traçado de uma figura importante de Feira de Santana", de José Cerqueira.
"Um homem que é exemplo para todos! Tenho enorme admiração!", da jornalista e promoter Lilia Campos.
"Um exemplo de vida, pela honradez, pela dedicação à sua amada Feira de Santana; como político íntegro; como prefeito, um realizador, como cidadão, um paradigma. Um ser humano raro que, em um século de vida, conquistou o respeito e a admiração de seus concidadãos", do aposentado Luiz Assis.
"Um exemplo de homem", de Mailin Pedreira.
"Uma vida que dignifica a vida! Uma existência iluminada que faz história, uma biografia que dá orgulho a sua família e enaltece a Feira de Santana por ter sido seu berço. Um amor sem limite a sua 'Princesa do Sertão', um caráter que é raro nos nossos dias, um cidadão que com atos concretos revela a generosidade de um verdadeiro cristão! Amorim é um ícone desta terra que teremos a felicidade de celebrar seus 100 anos de lucidez e amizade no dia 4 de setembro", do jornalista Oydema Ferreira.
"Um exemplo!", de Paulo Cezar Ferreira.
"Merecida homenagem", do radialista Renato Dantas.

2ª etapa do projeto Sonora Brasil traz a música dos povos Kariri-Xocó (AL) e Fulni-ô (PE)



Após o sucesso da primeira etapa com o grupo Wiyae no mês de julho, o projeto Sonora Brasil aporta mais uma vez no Centro Cultural e Restaurante Sesc Feira de Santana,  desta vez trazendo o grupo Dzubucuá do povo Kariri-Xocó de Alagoas, que apresenta o toré, ritual indígena mágico-espiritual envolvendo performance corporal e música e, o grupo Memória Fulni-Ô de Pernambuco, que, além do toré, traz a cafurna, que são manifestações de sentido múltiplo, pois se referem à dança, à música, aos modos de cantar, à profecia, ao estilo e tradição e à estética. 
Os grupos integram a segunda etapa do circuito "A Música dos Povos Originários do Brasil", primeiro tema do biênio 2019-2020 na Bahia apresentando a riqueza e diversidade da música dos povos indígenas brasileiros. 
O Sonora Brasil é o maior projeto de circulação em música do país, realizado pelo Sesc há mais de vinte anos.
Para saber mais, acesse: www.sesc.com.br/sonorabrasil.
Maiores informações: (75) 3602-0035 | 0024 .
Siga o Sesc Feira de Santana nas redes sociais: @sescfeiraba
(Com informações de Lais Almeida, técnica cultural do Sesc)

"Mentira revelada"

A Nasa calou ongs picaretas que fazem parecer que a Amazônia está em chamas. Mostrou fotos de satélite, explicou que queimadas são comuns nesta época e estão menores que a média dos últimos 15 anos.
Mentir em francês é mentir
Bolsonaro é criticado na imprensa por "falar sem pensar" ou "falar sem provas". Já o francês Emmanuel Macron, além de repetir a velha lorota de que a Amazônia "é o pulmão do mundo", disse que a floresta "arde", mentira desmentida pela Nasa. Mas no Brasil acharam o máximo.
Pensando bem... 
…em grande parte da imprensa, o fogo na Amazônia parece ter se apagado em outubro de 2002 e recomeçado em maio de 2016.
Fonte: Claudio Humberto

"Problema do cinema não é censura, é ruindade"

O cinema brasileiro não tem problemas de censura, como agora pretendem seus defensores, e sim de qualidade. E certamente por isso o ministro Osmar terra (Cidadania) recomendou que diretores e produtores façam coisa que preste. Não dá para continuar como está: somente em 2018, o Fundo do Audiovisual gastou R$ 680 milhões, retirados dos cofres públicos, para bancar integralmente 151 filmes brasileiros que foram vistos em média por menos de mil espectadores.
Salas vazias
O ministro da Cidadania lembrou que cada uma das 151 produções recebeu cerca de R$4,5 milhões "para filmes que ninguém vai ver".
Sessões privadas
Foram R$ 680 milhões, que fazem falta em outros setores, apenas em exibições particulares "para amigos que gostam muito do cineasta".
Devolução
Uma mudança em pauta, segundo o ministro, é exigir a devolução de parte do dinheiro, tornando a busca por público uma parte importante.
Fonte: Claudio Humberto

"Neymar precisava de um rival"


Por Miro Palma
Apesar das inúmeras ofertas que foram ventiladas na imprensa, a novela Neymar x PSG ainda não encontrou seu desfecho. A poucos dias do fim da janela de transferências do verão europeu, o que se vê é um PSG irredutível e um jogador desesperado para mudar de clube. Há dois anos, quem ousasse imaginar que o brasileiro, cuja contratação foi a mais cara do mundo, estaria queimado com a torcida que prometeu conquistar e frequentando muito mais o departamento médico e o noticiário policial do que o campo de futebol, seria considerado um louco. Ou invejoso, como costumam repetir por aí. Mas, o fato é que o inimaginável aconteceu. 
Nessas horas, é inevitável não fazer um paralelo entre a grande promessa brasileira, que até hoje não vingou como esperado, e os melhores jogadores em atividade: Messi e Cristiano Ronaldo. Se tratando de cifras, os três estão no topo da lista de maiores salários do mundo da bola. Porém, sendo racional, a comparação pode se encerrar por aí. 
Além da meia dezena de títulos de melhor jogador do mundo que o argentino e o português colecionam cada um, o número de feitos coletivos também é imensamente superior aos conquistados pelo brasileiro. A idade não conta? Claro que conta. Porém, Messi ganhou sua primeira Liga dos Campeões, hoje uma das mais importantes competições do esporte, com 18 anos e levou três delas em um intervalo de seis anos. CR7 experimentou esse feito pela primeira vez aos 22, e conquistou quatro Ligas dos Campeões em um intervalo de cinco anos.  Neymar ganhou a sua primeira e única Champions aos 22 e já se passaram seis anos que ele está na Europa.
Que a decisão de sair do Barcelona foi um completo equívoco nessa equação ninguém discorda. No entanto, ultimamente tenho pensado que, além de bom senso, faltou outra coisa para Neymar: um bom rival. Em uma entrevista recente, Cristiano Ronaldo exaltou mais uma vez a importância da sua rivalidade com Messi para o seu desempenho. Ele disse que o argentino o fez um melhor jogador, assim como ele fez o mesmo para o camisa 10 do Barcelona. “As rivalidades são boas, são saudáveis”, completou. De fato elas podem ser. Especialmente no esporte, um concorrente que te desafia e que pode criar um estímulo a mais para suas conquistas.
Não que Neymar não tivesse concorrentes. Veja, a prática do esporte em si implica a competição contra outros atletas. No entanto, ele nunca teve um rival direto. Até a ascensão de Mbappé, Neymar era a maior “promessa” que o futebol viu nos últimos dez anos. Ninguém lhe fazia sombra, exceto os dois melhores do mundo já inalcançáveis. E é aí que mora a minha reflexão: reinar sozinho não fez bem ao “menino” Ney. Se dividisse os holofotes com um rival, provavelmente, teria tido mais gana, mais empenho e até mesmo mais equilíbrio na busca dos seus objetivos.
Mas a atenção veio fácil e, como todos que se acostumam com os elogios, ele estagnou. É claro que a culpa da atual situação do craque da Seleção Brasileira, já convocado mesmo sem ter jogado muito na última temporada, é dele e de ninguém mais. Não me entendam mal. Só que um bom rival como os já tão citados Messi e CR7, ou mesmo Ayrton Senna e Alain Prost, Muhammad Ali e Joe Frazier, Federer e Nadal entre tantos outros exemplos, teria lhe feito muito bem.
Miro Palma é subeditor de Esporte do "Correio"