sábado, 18 de julho de 2026
"Cuspindo na cara do povo brasileiro"
Discurso de posse de frei Liomar Pereira, acadêmico correspondente da Academia Feirense de Letras
Verba volant, scripta manent - "As palavras voam, os escritos permanecem"Excelentíssimo Senhor Presidente da Academia Feirense de Letras, Dr. João Batista de Cerqueira;
Ilustres confrades e confreiras;
Autoridades presentes;
Familiares, amigos, queridos convidados.
Há instantes em que a linguagem parece regressar à sua condição primordial de humilde
serva do mistério. As palavras, que ordinariamente unem o pensamento ao ser, descobrem,
então, que existe uma esfera da realidade onde a eloquência se recolhe, porque o silêncio deixa de ser ausência de voz para converter-se na forma mais alta da linguagem.
São ocasiões em que nenhuma riqueza vocabular, nenhuma elegância retórica e nenhum
engenho discursivo conseguem abarcar ou exprimir a grandeza do acontecimento vivido. É
precisamente diante dessa realidade que hoje nos encontramos, nós, os recém-empossados,
nesta egrégia Academia Feirense de Letras: situados no limiar singular em que a honra se faz
responsabilidade, a memória impulsiona a missão, e a gratidão encontra, não na nossa voz, mas na profundidade do espírito, a sua mais perfeita expressão.
Tonar-se membro de uma Academia é possuir uma consciência que atravessa o tempo;
nela repousam vozes que recusaram o silêncio e fizeram da palavra, da arte, da cultura uma
forma de servir à sabedoria.
Recebemos esta honra com gratidão, mas também com reverência. A reverência de
quem sabe que ninguém chega sozinho a um lugar onde o saber encontrou morada.
Todo pensamento possui uma genealogia; toda ideia é filha de muitas outras; toda
palavra carrega no seu arcabouço ecos de vozes que se perpetuam no tempo e no espaço.
Platão dizia que a filosofia nasce do espanto. Santo Agostinho ensinou que ela
amadurece na interioridade. São Tomás de Aquino demonstrou que a razão não diminui a fé,
antes lhe prepara os caminhos. Blaise Pascal recordou que o coração tem razões que a própria razão desconhece. Edith Stein mostrou que conhecer é também um ato de empatia. E Hans Urs Von Balthasar escreveu a verdade só permanece íntegra quando unida ao bem e ao belo.
Entendemos seja essa a missão mais alta de uma Academia: recordar que o
conhecimento jamais pode divorciar-se da verdade, da beleza nem da responsabilidade moral.
Vivemos uma época extraordinariamente rica em informações e perigosamente pobre
em contemplação. Multiplicam-se dados; escasseia-se a sabedoria. A velocidade tornou-se um valor; o silêncio, uma raridade. Entretanto, bem sabemos nenhuma civilização se sustenta
apenas sobre o acúmulo de informações.
As sociedades permanecem vivas quando conservam a capacidade de perguntar pelo
sentido. A literatura existe precisamente porque o ser humano não vive apenas de respostas.
Escrevemos porque há dores que apenas um poema suporta.
Escrevemos porque existem alegrias que a ciência mede, mas somente a arte celebra.
Escrevemos porque há perguntas que não desejam solução, mas companhia e
acolhimento.
A palavra constitui o primeiro espaço da liberdade. Antes das instituições, antes das leis,
antes mesmo das cidades, foi a linguagem que reuniu os homens em comunidade. Somos feitos de narrativas, de contos, de prosas e versos. Quando se perde uma língua e perdemos uma maneira de existir.
Por isso, uma Academia de Letras não é um museu do passado. É um laboratório da
permanência, é o local da existência. Aqui, não se preservam apenas escritos. Preserva-se a
possibilidade de o ser humano continuar sendo humano, artesão das palavras.
A tradição cristã oferece uma das mais luminosas compreensões acerca da palavra. O
prólogo do Evangelho de João inaugura sua teologia joanina com uma afirmação de insondável profundidade: No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (João 1,1). Essa declaração encontra sua raiz no relato adâmico da criação, em que o universo não emerge do acaso nem de um conflito entre divindades, mas da eficácia soberana da Palavra divina. O Gênesis repete, como um refrão solene: Disse Deus: “Faça-se… E assim se fez” (Gênesis 1). Entre o dizer divino e o existir das criaturas não há intervalo, hesitação nem resistência: a Palavra de Deus é, ao mesmo tempo, expressão da inteligência infinita e ato criador. Ela não apenas comunica uma realidade; ela a faz existir.
A tradição teológica viu nesse mistério o fundamento da inteligibilidade do universo. O
mundo é racional porque provém do querer beneplácito de Deus; é belo porque procede da
Beleza do Eterno; é ordenado porque foi chamado à existência pela Sabedoria eterna; é bom
porque brota da Bondade divina; é verdadeiro porque reflete a Verdade de Deus; existe porque é sustentado pelo Amor criador, e encontra seu sentido último Naquele que é a plenitude do Ser, da Vida e da Glória. Como ensina o salmista: Pela palavra do Senhor foram feitos os céus (Salmos 33,6), e o profeta Isaías proclama: a palavra que sai da boca de Deus não volta para Ele sem produzir o seu efeito (Isaías 55,11). A criação inteira é, assim, a primeira grande obra linguística de Deus, um texto cósmico escrito pelo Logos divino e confiado à inteligência humana para ser contemplado, interpretado, cuidado e amado.
Por isso, quando homens e mulheres se dedicam às letras, à filosofia, à história, às artes
não exercem apenas uma atividade cultural; participam, em escala humana e virtuosa, dessa
vocação originária de nomear, compreender e revelar o sentido das coisas. Se, no Éden, Adão recebeu a missão de dar nome aos seres vivos (Gênesis 2,19-20), inaugurando simbolicamente a cultura como prolongamento da criação, toda autêntica atividade intelectual prolonga esse gesto primordial: ordenar o mundo pela palavra, não para dominá-lo arbitrariamente, mas para reconhecer nele os vestígios da Verdade, da Bondade e da Beleza do seu Criador.
É por isso que toda grande academia é também um monumento da razão que se põe a
servido da arte do saber.
Hoje, ao sermos acolhidos entre os confrades e confreiras, recordamos aqueles que nos
precederam. Não os consideramos apenas nomes inscritos em uma sucessão institucional.
Vimos neles companheiros desta longa conversação que atravessa gerações.
Entendemos que a cultura, a arte e as letras constituem a mais elevada forma de
comunhão entre as gerações. São a ponte que une aqueles que já concluíram a sua peregrinação histórica àqueles que ainda constroem o porvir.
Cada livro que abrimos, cada texto restitui vida a palavra que o tempo não conseguiu
reduzir ao silêncio; cada página lida faz renascer uma inteligência que continua a pensar
conosco. Assim, Academias de Letras não são depósitos de volumes inertes, mas assembleias silenciosas onde o tempo dialoga, onde a memória vence o esquecimento e onde os mortos, pela força imperecível da palavra, permanecem extraordinariamente vivos, e por isso, são imortais.
A imortalidade do acadêmico não reside na mera custódia das letras, mas na fidelidade
com que as transmite, enriquecidas pelo próprio labor intelectual, às gerações que o sucedem.
Porque a cultura do saber somente se perpetua viva quando deixa de ser patrimônio de poucos para ser herança de todos.
É por isso que a Academia Feirense de Letras ultrapassa em muito a condição de uma
instituição cultural. Ela é, em sua essência, um ato permanente de resistência: resistência contra a erosão da memória, contra a banalização da inteligência, contra a fugacidade das modas e contra a tentação de uma civilização que, fascinada pelo efêmero, pelo fake News e
frequentemente negligencia o perene. Enquanto houver esta Academia onde a palavra é
cultivada com reverência, a memória permanecerá mais forte que o esquecimento, o saber mais fecundo que a ignorância, e a cultura mais duradoura que o tempo.
A Academia Feirense de Letras foi, é e será sempre o espaço onde a palavra continuará
sendo honrada como um dos mais nobres patrimônios da dignidade humana.
A cidade de Feira de Santana ocupa um lugar singular na história baiana e no cenário
brasileiro. Nascida do encontro de caminhos, a Princesa do sertão tornou-se ela própria um
caminho: espaço de convergência, intercâmbio e permanente construção cultural. Que continue sendo, cada vez mais, uma rota para o pensamento, para as artes, para a ciência e para o diálogo fecundo entre as diversas tradições intelectuais que enriquecem a sua identidade.
É nesse horizonte que ganha especial significado a iniciativa da administração
municipal, conduzida pelo prefeito, senhor José Ronaldo, ao promover a desapropriação do
histórico prédio da antiga Filarmônica Vitória. Aquele espaço que por décadas acolheu os sons da música, a convivência e a formação artística de nossa cidade, em breve acolherá também a reflexão, a literatura, a ciência e o pensamento.
A transformação daquele casarão no futuro Palácio das Academias transcende a
dimensão material do edifício. As construções são feitas de pedra e argamassa; porém, é o
espírito que nelas habita que lhes confere permanência. Ao tornar-se casa das letras, das artes e do conhecimento, aquele espaço não abandona sua vocação original, mas a amplia: continuará sendo um espaço da vitória da cultura, dedicado a guardar e irradiar o patrimônio intelectual de Feira de Santana.
Uma cidade que honra sua memória, valoriza seus mestres e cria espaços para a
inteligência escreve novos capítulos de sua própria história. Que desse Palácio das Academias se eleve uma luz capaz de ultrapassar fronteiras, fazendo ressignificar a própria ideia de outrora "da Feira". Antes reconhecida como lugar de encontros comerciais e caminhos de negócios, revelando-se hoje e para sempre como a cidade do encontro de ideias, de saberes e de criação humana. Que "de Feira de Santana" seja, cada vez mais, um farol de arte, cultura, inteligência e humanismo, irradiando para a Bahia, para o Brasil e para o mundo, a força literária do seu povo.
Permitam-me falar em primeira pessoa, pois faço uma breve confidência. Jamais
compreendi o estudo como um instrumento de prestígio ou de poder. Embora, recordo da frase dita por Peter Parker, no filme 'Homem-Aranha': Com grandes poderes vêm grandes
responsabilidades.
Sempre compreendi o estudo como uma forma de gratidão. Estudar é agradecer aos que
vieram antes. Ensinar é repartir o saber que oportunamente recebemos. Escrever é devolver ao mundo um pouco da luz da sabedoria para aplacar as trevas do não saber.
Se hoje recebemos esta distinção, desejo compreendê-la não como um ponto de chegada,
mas como uma renovação de compromisso e de responsabilidade diante de minha família
consanguínea e minha família religiosa capuchinha.
Agradecemos profundamente às nossas famílias, aos nossos mestres, aos amigos e a
todos aqueles e aquelas que, de maneiras diversas, participaram da construção da pessoa que hoje aqui se apresenta. Cada gesto de confiança recebido ao longo da vida permanece inscrito nesta noite.
Encerramos o com uma convicção que acompanha toda a nossa caminhada:
Creio que a verdadeira grandeza de um intelectual não reside na vastidão do saber que
acumula, nem nos aplausos que este lhe possa granjear, mas na magnanimidade com que o
transforma em luz para outras inteligências, fazendo do conhecimento não um privilégio a ser
ostentado, mas um dom a ser repartido. O saber que se fecha sobre si mesmo definha na
esterilidade da vaidade; aquele que se comunica ilumina consciências, forma espíritos, desperta vocações pela arte do saber.
Que Deus nos conceda inteligência para buscar a verdade, sensibilidade para reconhecer
a beleza, humildade para acolher a sabedoria, coragem para defender o que é justo e
generosidade para transmitir, sem reservas, o patrimônio das letras, da cultura, da arte às
gerações que nos sucederão.
A arte da escrita nasce de uma profunda escuta do mistério. Se Deus, no princípio,
chamou todas as coisas à existência pela força do Verbo, também nós, ao escrevermos, somos convidados a participar desse gesto de criação, ordenando pensamentos, revelando sentidos, traduzindo e dando vida as emoções, sentimentos e as memórias. A sabedoria das letras não está apenas no domínio da linguagem, mas na capacidade de fazer da palavra um instrumento de luz, capaz de tocar consciências, elevar espíritos e deixar no tempo a marca silenciosa daquilo que o coração humano reconheceu como verdadeiro, belo e eterno, a arte.
Nesta noite, o discurso cede lugar à reverência, e a palavra encontra sua expressão mais
autêntica, a gratidão. É com esse sentimento que nós, os recém-empossados, recebemos a honra de ingressar nesta veneranda Academia, conscientes de que não herdamos apenas uma cadeira, mas uma tradição; não um status, mas um legado, não recebemos apenas um título, mas uma missão. Que sejamos dignos da confiança que hoje nos é depositada e fiéis ao compromisso de servir às letras, à cultura, a arte e à memória do nosso povo.
À Academia Feirense de Letras, nossa reverência. À cidade de Feira de Santana, nossa
gratidão. Aos imortais que nos precederam, nossa memória. Àqueles que virão depois de nós,
nosso compromisso.
Muito obrigado a todos.
Viva a Academia Feirense de Letras!
Viva Feira de Santana!
Flifinha e Conectados apresentam identidades visuais que celebram a imaginação e as múltiplas linguagens das juventudes
Espaços dedicados a crianças e jovens no Flifs 2026 unem brincadeira, literatura, cultura pop, memória e inovação; Flifinha homenageia a Companhia Cuca de Teatro.
Na Flifinha, o mundo cabe num livro, numa brincadeira, numa história contada em verso. No Conectados, o mundo cabe num verso que vira vídeo, numa fantasia de cosplay, numa mesa sobre cultura pop. Juntos, eles formam o território jovem e infantojuvenil do Flifs 2026, onde imaginação, memória e inovação convivem em harmonia, convidando crianças e jovens a descobrir que existem muitas formas de ler, criar e transformar o mundo. A 19ª edição do Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (Flifs) apresenta as identidades visuais da Flifinha e do Conectados, assinadas pelo ilustrador feirense Sidartha Gautama, que ampliam o diálogo com as juventudes e suas múltiplas linguagens.
A identidade visual da Flifinha parte do conceito "Feira É o Mundo" para apresentar esse universo a partir da imaginação das crianças. Inspirada nas brincadeiras de antigamente, a proposta resgata o poder da criatividade, quando objetos simples se transformam em grandes aventuras e qualquer espaço pode se tornar um cenário para contar histórias. Os personagens que compõem a identidade visual representam uma infância criativa e diversa, ocupando a cidade com brincadeiras, leitura, fantasia e descobertas. A composição reafirma a valorização da inclusão, reunindo diferentes infâncias em um mesmo espaço de convivência e pertencimento, onde todas as crianças podem imaginar, brincar e viver a literatura de forma coletiva.
Nesta edição, a Flifinha presta uma homenagem à Companhia Cuca de Teatro, reconhecendo sua contribuição para a formação cultural de gerações de crianças e jovens de Feira de Santana. A homenagem foi incorporada à própria identidade do evento: os dois "i" da palavra Flifinha transformam-se nos tradicionais mascotes da Companhia Cuca, integrando sua história à identidade visual e celebrando sua importância cultural para a cidade.
O Conectados, novidade desta edição, é dedicado ao público jovem e às novas formas de produzir, compartilhar e vivenciar a literatura. Nesse espaço, tradição e tecnologia caminham juntas. Um jovem músico, vestindo uma camiseta estampada com Lucas da Feira, traz em seus versos a memória e a resistência. Um jovem cordelista que atua como criador de conteúdo digital leva a literatura de cordel a novos públicos por meio das plataformas digitais. E duas jovens leitoras, uma com um livro impresso e outra utilizando um dispositivo digital, representam diferentes maneiras de acessar a leitura, reafirmando que a literatura ultrapassa os suportes e continua inspirando leitores sem perder sua essência.
A programação do Conectados inclui atividades como o Momento Cosplay, com desfile e apresentações, e mesa sobre cultura pop e literatura, além de apresentações musicais e espaços de interação que conectam o universo dos livros às expressões contemporâneas da cultura jovem. Já a Flifinha, batizada como Espaço Companhia Cuca de Teatro, oferece contação de histórias, espetáculos infantis, sarau literário com artistas e escritores mirins, e atividades brincantes.
Assim, a Flifinha e o Conectados apresentam um universo onde imaginação, brincadeira, literatura, inclusão, memória e inovação convivem em harmonia. Um espaço em que crianças e jovens são convidados a descobrir que as histórias podem nascer dos livros, das brincadeiras, da cultura popular e das novas tecnologias, revelando que existem muitas formas de ler, criar e transformar o mundo.
Sobre o artista
Sidartha Gautama é artista visual, músico e designer gráfico, com trajetória marcada pela integração de diferentes linguagens. Sob a assinatura Sidarta, atua no design e na ilustração, criando identidades visuais, campanhas e peças publicitárias para redes de franquias. Ilustrou as obras "A Espera de Morena" (2012) e "O Cordel da Caixa d'Água" (2021). Em parceria com o escritório Ed. Vasco, desenvolve painéis, murais e objetos decorativos, tendo participado de duas edições da CasaCor (2012 e 2014). Realizou exposições individuais e coletivas, com destaque para "Bicentenário da Independência" (2023, com apoio da Funceb), "Narrativas Visuais" (2021) e "Feira dos Meus Olhos d'Água" (2023, no MAC). Na música, assina conceito gráfico, composições e direção artística do grupo Calafrio, além de direção e roteiro de videoclipes. Foi premiado no festival Vozes da Terra e integra o Mapa Musical da Bahia.
Sobre o FLIFS
O Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (Flifs), reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia, é um dos maiores eventos literários do estado. Realizado anualmente desde 2007, promove o livro, a leitura e as diversas manifestações culturais, com destaque para a formação de novas gerações de leitores, contação de histórias, cordel, oficinas, lançamentos de livros e apresentações musicais. Foi a primeira feira literária da Bahia e completa 19 anos de história em 2026.
A realização é da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e do Sesc Feira de Santana. A organização conta com a parceria da Arquidiocese de Feira de Santana, Prefeitura Municipal de Feira de Santana, Secretaria Estadual de Educação (NTE 19), Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e Instituto Federal da Bahia (Ifba) Campus Feira. O patrocínio é da Câmara Municipal de Feira de Santana e da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). O apoio é da Fundação Pedro Calmon e do Estado da Bahia.
Serviço
O quê: 19ª edição do Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (FLIFS)
Tema: "Feira É o Mundo"
Quando: 25 a 30 de agosto de 2026
Onde: Centro de Convenções de Feira de Santana
Mais informações: @flifsoficial (Instagram)
Com informações da jornalista Juliana Vital
Manifestação nas redes sociais
Vários amigos se manifestaram nas redes sociais, principalmente no Facebook, em postagens sobre a posse de Dimas Oliveira na Academia Feirense de Letras.
Gratidão a todos!
Músico Augusto Jatobá: "Fica aqui nosso
afeto e admiração para o Dimas Oliveira."
Professora
Claudiana Carvalho: "Parabéns,
companheiro, pela eleição para a Academia Feirense de Letras! É uma
honra imensa ver seu talento e dedicação coroados com o título de imortal.
Nossa Princesa do Sertão celebra a sua posse e ganha muito com suas
contribuições. Parabéns por elevar o nível da cultura da nossa Feira de
Santana. Infelizmente não foi possível estar presente nesse momento tão
significativo. Forte abraço!"
Deijanira Souza: "Parabéns, irmão
Dimas. Deus o abençoe nesse novo ciclo".
Hamilton Bacellar: "Parabéns! Fiquei
preso no engarrafamento na BR-324. Não pude chegar em tempo. Grande
abraço."
Iza Maria Pinto Pereira: “Parabéns, amigo Dimas Oliveira, por seu momento tão valoroso. Deus te abençoe abundantemente!”
Radialista
Ivanito Rocha: “Um momento exuberante na vida de quem abraçou a Cultura. É o
reconhecimento de tudo aquilo que representa uma trajetória em prol do alto
nível de ações no cenário cultural de Feira. Parabéns, prezado. amigo. Deus te abençoe a partir
de agora para o bem desta Academia."
Janete Vitória de Souza Aflitos: “Parabéns e muito
sucesso.”
Professora Lívia Maria Soares de Azevedo: "Vocês da Academia Feirense de Letras são uma inspiração para todos. Parabens, Dimas Oliveira, o mais novo acadêmico! Você merece muito mais.”
Jornalista Madalena de Jesus: "Queria muito poder estar com você nesse momento, amigo. Mas deixo aqui o meu abraço e todo o meu respeito."
Artista plástica Mary
Barbosa: "Parabéns, Dimas Oliveira, o mais novo integrante da Academia
Feirense de Letras. Prestígio total e merecido."
Acadêmico Nilton Bellas
Vieira: "Confrade Dimas, saudacão, meus parabéns por sua ascensão ao
sodalício. Eu acho que, siceramente, a ascensão de Dimas deu-se um pouco tarde. Poderia ter sido convidado há muito tempo, uma vez que reúne as qualidades indispensáveis para o exercício do munus no sodalício".
Pecuarista
Paulo Cesar Bastos: "Justa
indicação. Parabéns pela posse. Importante o testemunho da gratidão. Vale saber
agradecer para avançar e saber viver. Abraços."
Roquinho do Carburador: "Parabéns, você merece muito mais".
Professora Verbena
Jatobá: "Mais uma vez, parabéns Dimas Oliveira. Forte abraço, que Deus lhe
abençoe, e lhe proteja nesse sua nova caminhada."
Deram parabéns: Adriana Guimarães, Alda Tete, Alex do Aprisco, Antonio Oliveira, Aurora Bião, Boaventura Neto, Carlos Modesto, Carol Miranda, Cleo Oliveira, Conceição Rêgo, Damião Brito Cavalcante, Elias Falcão, Emúrcio Sales de Jesus, Iara Moraes de Albuquerque, José Carlos Cohim, Josefa Andrade, Junalva Nogueira, Jussara Pinto, Karina Lima, Kátia Carvalho, Leonel Rocha Mattos, Liege Azevedo Bião, Lili Fróes, Luiza Moura, Luiz Nunes dos Santos, Luiz Sampaio, Mara Pinto, Maridelma Teixeira, Miguel Angelo Nery Boaventura, Neide Sampaio, Nelson Raimundo Lima Peixoto, Olivia Soares, Paulo Cezar Ferreira Cerqueira, Pedro Mascarenhas, Raymundo Torres, Ricardo Figueiredo, Rosilda Nunes, Zatara Monteiro, Zeinho Pinto, Zirca Barretto de Mello.
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Feira de Santana Beauty aposta em qualificação profissional com mais de 30 workshops gratuitos
Programação técnica será um dos destaques da quarta edição do evento, reunindo especialistas e profissionais do mercado da beleza.
Muito além da exposição de produtos e equipamentos, a Feira de Santana Beauty 2026 também terá como foco a capacitação dos profissionais da beleza. Durante os dias 2, 3 e 4 de agosto, o evento promoverá mais de 30 workshops gratuitos, oferecendo conteúdo técnico atualizado para cabeleireiros, barbeiros, maquiadores, nail designers, esteticistas, podólogos e demais profissionais do setor.
A iniciativa busca contribuir para o desenvolvimento profissional dos participantes em um setor que continua em expansão no Brasil. Segundo informações da Abihpec e do Sebrae, o mercado brasileiro de beleza permanece entre os maiores do mundo, impulsionando milhares de pequenos negócios e gerando oportunidades para profissionais em todo o país.
Além da programação educacional, o evento contará com mais de 100 marcas expositoras, oferecendo lançamentos, equipamentos e produtos profissionais com condições especiais de compra. A expectativa da organização é reunir aproximadamente cinco mil visitantes, entre profissionais da Bahia e de estados vizinhos.
A Feira de Santana Beauty será realizada no Ária Hall, das 14h às 20h, com entrada mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível. Para participar, é obrigatório realizar o credenciamento antecipado pelo site belezaemfeira.com.br.
Enviado por Orisa Gomes - Jornalismo Notre Comunicação
Maior prêmio de inovação da Bahia abre inscrições em 16 categorias
Lançamento do Prêmio Innpulse Bahia marcou a celebração dos 12 anos do Grupo Rede+, que também anunciou hackathon voltado à mineração
Fotos: Divulgação/Agência Dragoon
O Grupo Rede+ celebrou, na quinta-feira, 16 de julho, seus 12 anos de atuação no fortalecimento do ecossistema de empreendedorismo e inovação do Brasil com o lançamento oficial da terceira edição do Prêmio Innpulse Bahia, o maior reconhecimento dedicado à inovação no estado. O anúncio foi realizado durante evento na sede da Faeb/Senar, no Comércio, que reuniu empresários, startups, investidores, representantes da academia e lideranças do setor.
Com inscrições abertas, o Prêmio tem como objetivo reconhecer empresas, startups, profissionais, instituições e iniciativas que vêm impulsionando a inovação e a competitividade em diferentes áreas da economia baiana. O regulamento completo e as inscrições estão disponíveis no site oficial: premioinnpulse.com.br.
Ao todo, a premiação contempla 16 categorias, organizadas em três grandes eixos. O primeiro reconhece iniciativas dos Segmentos Econômicos: Comércio, Serviço e Turismo; Indústria, Construção Civil e Mineração; Saúde e Biotecnologia; Agro; Economia Criativa e Jurídico. O segundo, iniciativas de Ecossistema Inovador: Startup Destaque; Startup Revelação; Territórios; Ambientes de Inovação; Mentor; Educação; Investidor. E, por último, o eixo 3 - Verticais de Inovação: Inovação em RH; ESG e Impacto Social; Tecnologias Emergentes e IA.
O lançamento do prêmio marcou a celebração dos 12 anos do Grupo Rede+, organização que vem se consolidando cada vez mais como um ecossistema de empreendedorismo e inovação que impulsiona resultados para um mundo mais inovador através do desenvolvimento e conexão dos seus diversos atores. Ao longo de sua trajetória, o Grupo já acelerou mais de 500 startups, desenvolveu 245 projetos de inovação corporativa, ampliou sua atuação para 22 estados brasileiros e impactou mais de 34 mil pessoas por meio de iniciativas voltadas ao empreendedorismo, à inovação e ao desenvolvimento de novos negócios.
Além do lançamento oficial das inscrições do Prêmio Innpulse Bahia 2026, o evento reuniu cases de clientes e parceiros, como o Sesi Bahia e a Just Travel que estão gerando impacto real no ecossistema através da inovação.
"Celebrar 12 anos olhando para o futuro é reafirmar o compromisso do Grupo Rede+ com a construção de um ecossistema de inovação cada vez mais conectado, colaborativo e capaz de gerar impacto para a Bahia. O Prêmio Innpulse Bahia nasce para reconhecer quem está liderando esse movimento e inspirar novas iniciativas em todo o estado", afirma Rodrigo Paolilo, CEO do Grupo Rede+.
SOBRE O GRUPO REDE+
O Grupo Rede+ é um ecossistema de empreendedorismo e inovação que impulsiona resultados para um mundo mais inovador por meio do desenvolvimento e da conexão de diversos atores do mercado. Atua oferecendo gestão da inovação para empresas e organizações, aceleração e investimento para startups, além de conexão estratégica e conteúdo para lideranças inovadoras. Com 12 anos de história e atuação em 21 estados brasileiros, o Grupo Rede+ já realizou mais de 245 projetos de inovação, impactou diretamente mais de 34 mil pessoas, acelerou mais de 500 negócios e investiu em 7 startups.
Enviado pela ComunicAtiva Associados
EJE/TRE-BA lança cartilha sobre Integridade e Justiça Eleitoral
Material, disponível no site da Escola Judiciária Eleitoral, fornece informações e orientações importantes ao eleitorado sobre as Eleições 2026
A Escola Judiciária Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (EJE/TRE-BA) disponibilizou, desde quarta-feira, 15 de julho, em seu site, a Cartilha Integridade e Justiça Eleitoral. O material tem como finalidade orientar os cidadãos sobre as Eleições 2026.
Produzido pelo analista judiciário do Tribunal, pós-doutor em Direito, Ciências Sociais e Novas Tecnologias pela Università Mediterrânea di Reggio Calabria, Jaime Barreiros Neto, o conteúdo foi escrito de forma simples e acessível, com 37 páginas. Legislação eleitoral, critérios do uso da Inteligência Artificial, orientações sobre propaganda eleitoral e boca-de-urna são alguns dos assuntos abordados na publicação, que integra as ações do Plano de Medidas de Integridade do Regional para o biênio 2025-2026.
Segundo o servidor, a cartilha foi pensada para facilitar o processo da votação, reunindo informações precisas, objetivas e confiáveis para o eleitorado. "Ao ler o texto, o eleitor vai poder sanar dúvidas e ampliar o conhecimento sobre o pleito, contribuindo para a transparência e eficiência das eleições", explica Jaime Barreiros Neto.
Enviado pela Assessoria de Comunicação do TRE-BA
Banco do Nordeste oferece cursos gratuitos de educação financeira para produtores rurais
Portal da Universidade Corporativa do BNB é aberto à comunidade (Foto: Márcio Teles)
Bibiana Colares, superintendente de Desenvolvimento Humano (Foto: Fernando Cavalcante)
O Banco do Nordeste (BNB) está ofertando cursos gratuitos de Educação Financeira para produtores rurais, por meio da Plataforma de Educação Corporativa, que está disponível na internet e utiliza ferramentas de áudio e vídeo para facilitar o aprendizado.
O primeiro curso (Educação Financeira Para o Cliente Agroamigo) ensina ao empreendedor rural dicas e informações essenciais para alcançar equilíbrio financeiro e manter as contas em dia. O conteúdo é voltado a clientes do programa de microcrédito rural do BNB (Agroamigo), mas pode ser feito por qualquer pessoa.
O segundo treinamento (Educação Financeira para o Produtor Rural) aborda um conteúdo semelhante ao anterior, mas com o foco em produtores rurais de pequeno a grande portes. O aluno aprende sobre planejamento financeiro, acesso a crédito rural para custeio, investimento, comercialização e industrialização, uso do cartão de crédito e opções de investimento adequadas a cada perfil.
"O Banco do Nordeste tem o compromisso de contribuir para o desenvolvimento dos produtores rurais e dos territórios onde atua. Ao disponibilizarmos gratuitamente conteúdos de educação financeira, ampliamos o acesso ao conhecimento e oferecemos instrumentos para que esses empreendedores possam planejar melhor, utilizar o crédito de forma consciente e tomar decisões mais seguras na condução dos seus negócios. Investir na formação dos produtores é também fortalecer a atividade rural, gerar oportunidades e promover o desenvolvimento sustentável da nossa região", destaca Ana Teresa de Carvalho, diretora de Administração do Banco do Nordeste.
Universidade Corporativa BNB A Plataforma de Educação Corporativa do BNB oferece mais de 300 cursos em diferentes áreas temáticas, como Língua Portuguesa, Matemática, Planejamento Empresarial, Prevenção à violência no trabalho, Desenvolvimento econômico e territorial, como microfinança urbana e economia circular. |
Os conteúdos servem para formação de clientes, parceiros e fornecedores, mas estão acessíveis a qualquer pessoa interessada. Para participar, basta realizar um cadastro na plataforma. Todos os cursos oferecem certificados. As inscrições podem ser feitas na página da Universidade Corporativa do BNB. "Ao democratizar o acesso a conteúdos educacionais gratuitos e de qualidade, a plataforma cria oportunidades de aprendizagem que ultrapassam o ambiente profissional e alcançam toda a sociedade. O conhecimento adquirido pode contribuir para o desenvolvimento das pessoas, o fortalecimento das comunidades, a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida. Dessa forma, a educação torna-se um instrumento de inclusão e transformação social, capaz de produzir benefícios duradouros para diferentes públicos e territórios", explica a superintendente de Desenvolvimento Humano do BNB, Bibiana Colares |
| Faça aqui sua inscrição |
Enviado por IMPRENSA - Banco do Nordeste





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