Psicologia para Mulheres - Atendimento Online
sexta-feira, 6 de março de 2026
Agenda aberta da psicóloga Maria Cosmo
Sesc Bahia realiza a Vernissage "Canteiro de Obras" de Claudio Tozzi
Programação inclui bate papo com artistas e show da Banda Levante Resistência
O Centro Cultural e Restaurante Sesc Feira de Santana apresenta a exposição "Canteiro de Obras", que oferece um panorama abrangente da produção artista do arquiteto paulista Claudio Tozzi, um dos principais nomes da arte brasileira surgida na década de 1960 e expoente do Novo Realismo.
Psicóloga Maria Cosmo com agenda aberta
Contagem regressiva: faltam dois meses para fechamento do cadastro eleitoral
Até 6 de maio, poderão ser realizados os seguintes serviços: emissão da 1ª via do título de eleitor, transferência de domicílio eleitoral, alteração do local de votação, dentre outros
Daqui a dois meses o cadastro eleitoral será fechado. Isso significa que eleitoras e eleitores têm até o dia 6 de maio para solicitar a primeira via do título, regularizar a situação eleitoral, coletar a biometria, solicitar a transferência do local de votação, entre outros serviços.
O encerramento do cadastro ocorre 150 dias antes do primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para 4 de outubro, conforme estabelece o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições). É uma medida prevista em todos os anos eleitorais e tem como objetivo garantir a preparação do pleito.
Locais de atendimento
Os postos de atendimento da Justiça Eleitoral estão disponíveis em toda a Bahia e podem ser procurados de forma antecipada. No portal do TRE-BA, é possível consultar os endereços e horários de funcionamento das unidades na capital e no interior. Também é possível realizar diversos procedimentos de forma on-line, por meio do Autoatendimento Eleitoral, disponível no site do Tribunal.
Documentação
Para o atendimento, é necessário apresentar documento oficial de identificação com foto (original) e comprovante de residência atualizado, emitido há, no máximo, três meses. Nos casos de emissão da primeira via do título, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do modelo antigo não será aceita isoladamente. Homens que completam 19 anos em 2026 devem apresentar também o certificado de quitação do serviço militar.
Impedimentos
As eleitoras e os eleitores que deixaram de votar ou justificar poderão enfrentar impedimentos, como emissão de passaporte, posse em cargo público, renovação de matrícula em instituição de ensino, entre outros.
Quem estiver com o título cancelado não poderá votar nas Eleições deste ano e, além disso, estará sujeito às restrições mencionadas.
Confira também:
Enviado por ASCOM TRE-BA
Não foi o Ocidente que começou esta guerra
O único estadista europeu que apoiou a ofensiva de Israel e dos EUA foi Zelensky. Porque, tal como Israel, não pode ignorar a guerra que a teocracia iraniana declarou contra o Ocidente.
Rui Ramos para o Observador:
quinta-feira, 5 de março de 2026
Caso Master: petistas tentam empurrar a culpa para Bolsonaro, cronologia revela outra história
Cronologia de nomeações mostra que os servidores acusados já ocupavam posições estratégicas nos governos Lula e Dilma
Por David Agape
Na manhã de 4 de março de 2026, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a terceira fase da Operação Compliance Zero. A decisão levou à segunda prisão de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, ao afastamento judicial de dois servidores do Banco Central — ambos com tornozeleira eletrônica — e ao bloqueio e sequestro de bens de até R$ 22 bilhões. Segundo a investigação, os dois funcionários públicos recebiam propina para atuar como espiões internos da autarquia em favor do banqueiro, repassando informações sensíveis e antecipando movimentos da fiscalização.
Antes mesmo de o país absorver a dimensão do que estava descrito nos autos — que incluem desde planos de ataques físicos contra jornalistas até uma rede privada de vigilância operando no entorno do banco, envolvendo até o FBI — a tropa digital alinhada ao governo Lula tentou emplacar nas redes a tese de que o caso Master seria, na essência, culpa da gestão de Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central indicado por Jair Bolsonaro. O argumento central repetido nas redes é que o Master só teria existido porque o Banco Central autorizou, em 2019, a transferência do controle do antigo Banco Máxima para Daniel Vorcaro.
O problema é que essa narrativa exige ignorar parte substancial do que as próprias investigações revelam. A prisão dos dois servidores do Banco Central mostra que o núcleo do esquema estava instalado na estrutura de supervisão bancária muito antes de 2019. A cadeia de promoções que levou Paulo Sérgio Neves de Souza e Bellini Santana a esses cargos começa em 2007 e atravessa, sem ruptura, os governos Lula, Dilma e Temer.
A cronologia ganha ainda mais peso quando se observa o ambiente político em torno do Banco Master já durante o atual governo. Daniel Vorcaro manteve interlocução frequente com figuras centrais da administração Lula e com aliados históricos do PT. Em pelo menos uma ocasião, chegou a se reunir diretamente com o próprio presidente Lula.
A engrenagem montada anos antes
A tese de que o escândalo Master seria um produto direto da era Bolsonaro esbarra em um dado elementar: Paulo Sérgio e Bellini não foram alçados ao núcleo da supervisão bancária por Campos Neto, nem por Bolsonaro. Eles já estavam entrincheirados ali quando Campos Neto assumiu a presidência do Banco Central, em fevereiro de 2019.
O cruzamento de dados sobre nomeações, promoções internas e histórico funcional revela uma sequência contínua que atravessa quatro governos. Em 2007, no segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, com o aval de Henrique Meirelles, então presidente do Banco Central, Anthero de Moraes Meirelles foi indicado para a Diretoria de Administração da autarquia. Quatro anos depois, já sob Dilma Rousseff, Anthero foi promovido à Diretoria de Fiscalização, o posto mais relevante na supervisão do sistema bancário.
Foi dessa posição que, em 2015, ele promoveu Paulo Sérgio à chefia do Departamento de Supervisão Bancária, o DESUP. É ali que se monitora o sistema financeiro em tempo real. É dali que saem alertas sobre liquidez, inconsistências, riscos operacionais e indícios de deterioração. O departamento alimenta a Diretoria de Fiscalização, que pode intervir, impor restrições, instaurar procedimentos ou até empurrar uma instituição para a liquidação. Não por acaso, entre operadores do próprio caso, o DESUP foi descrito como “a área que abre e fecha banco”. É justamente nesse ponto mais sensível da máquina que estavam Paulo Sérgio Neves de Souza e Bellini Santana, os dois servidores agora afastados por decisão judicial.
Dois anos depois, em 2017, no governo Michel Temer, ele próprio foi elevado à Diretoria de Fiscalização, ocupando justamente o espaço antes ocupado por Anthero. Antes de subir, indicou para seu lugar no DESUP Bellini Santana. Quando Roberto Campos Neto chegou ao Banco Central, em 2019, os dois já ocupavam posições centrais na engrenagem mais delicada da supervisão.
Essa sucessão desmonta a tentativa de concentrar toda a origem do problema em uma única canetada de 2019. A estrutura que mais tarde seria acusada de servir ao Master já vinha sendo montada e consolidada desde 2007, passando por Lula, Dilma e Temer, sem ruptura institucional relevante nesse núcleo específico.
A transformação do fiscal em consultor
O que a Polícia Federal descreve não é uma simples relação imprópria entre regulador e regulado. O quadro exposto nos autos é mais grave: havia, segundo a investigação, uma arquitetura funcional de corrupção, com canal de comunicação próprio, fluxo de informação sensível e pagamentos recorrentes.
Paulo Sérgio e Bellini integravam um grupo de WhatsApp criado para facilitar a comunicação direta entre Daniel Vorcaro e agentes que, institucionalmente, deveriam fiscalizar o banco. Nesse canal, Paulo Sérgio repassava ao controlador do Master alertas internos do Banco Central sobre movimentações da instituição detectadas pelos sistemas de monitoramento da autarquia. Isso permitia que Vorcaro se antecipasse à fiscalização formal, ajustasse condutas, preparasse respostas e neutralizasse riscos antes que eles se transformassem em questionamentos oficiais. Em outras palavras: o fiscal havia sido convertido em consultor do fiscalizado.
Bellini Santana, por sua vez, mantinha encontros reservados com Vorcaro fora das dependências do Banco Central, longe de registro formal e longe de trilha documental. Ao mesmo tempo, aparecia internamente como nome forte para ascender à Diretoria de Fiscalização, em substituição a Ailton de Aquino Santos. Segundo os autos, os pagamentos eram disfarçados por contratos fictícios de consultoria, o mesmo expediente usado para remunerar outros integrantes da rede ligada ao Master.
As mensagens reproduzidas na decisão de André Mendonça são diretas. Em uma delas, Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, avisa ao banqueiro: “Hoje tem que pagar a primeira do Belline, ok?” Vorcaro responde: “OK.” Em outra: “Belline cobrando, paga?” A resposta vem sem hesitação: “Claro.” O “Belline” mencionado nas conversas é Bellini Santana, o mesmo servidor promovido ao DESUP em 2017 por Paulo Sérgio, que por sua vez havia sido elevado por uma cadeia de comando formada nos governos anteriores.
O nível de proximidade extrapolava o ambiente institucional. Segundo a própria investigação, Vorcaro chegou a providenciar guia turístico para uma viagem de Paulo Sérgio à Disney, em Orlando. Uma relação incompatível com qualquer ideia séria de supervisão pública.
As portas que continuaram abertas
Se a resposta política do governo se apoia no discurso de autonomia institucional e rigor regulatório, a cronologia de 2025 cria um embaraço difícil de contornar. Naquele ano, enquanto o Banco Master já enfrentava processo administrativo sancionador por descumprimento do recolhimento compulsório — uma obrigação regulatória básica —, Daniel Vorcaro circulou com frequência notável dentro do próprio Banco Central.
Foram 17 entradas presenciais, somando mais de 34 horas dentro da autarquia. O trânsito não se limitou a um setor periférico. Passou pelo gabinete de Gabriel Galípolo, pela Diretoria de Fiscalização, pelo DESUP e por comitês internos de governança. Cinco dessas visitas foram reuniões diretas com Galípolo.
Em 1º de abril de 2025, Vorcaro permaneceu 2h42 em uma reunião prevista para durar uma hora. Em 11 de abril, voltou ao gabinete e ficou 3h08, o encontro mais longo do período. Nesse mesmo período, uma auditoria do BRB retirou cerca de R$ 19 bilhões em ativos do perímetro original da negociação envolvendo o Master. Despacho interno do Banco Central, posteriormente apresentado pela defesa de Vorcaro à Justiça, indica que Paulo Sérgio Neves de Souza chegou a confirmar em ao menos uma ocasião o trânsito do banqueiro junto à autarquia — inclusive mencionando a viagem a Dubai que seria usada pela defesa para rebater a narrativa de fuga.
Em 8 de maio, Vorcaro e Galípolo voltaram a se reunir por 1h19. Na mesma data, o Banco Master apresentou ao Banco Central pedido de dispensa temporária do recolhimento compulsório — pedido que o BC negou, por ausência de amparo legal e regulamentar. Em 22 de julho houve nova reunião entre Galípolo, Ailton de Aquino e Vorcaro. Dois dias depois, em 24 de julho, o Banco Central autorizou a transferência do Banco Voiter para Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, que também acabaria preso.
Do Banco Central ao Planalto
O acesso de Vorcaro não se limitava ao regulador. Os registros do Gabinete de Segurança Institucional mostram que o controlador do Master entrou ao menos quatro vezes no Palácio do Planalto entre 2023 e 2024.
Em 3 de abril de 2024, Vorcaro entrou no Planalto às 17h29. Minutos depois, às 17h51, o senador Jaques Wagner (PT-BA) também entrou para uma reunião fora da agenda. Wagner articulou diversas movimentações ligadas ao banco.
Após deixar o STF em 2023, Ricardo Lewandowski foi contratado pelo banco para integrar um comitê consultivo estratégico, com remuneração de R$ 250 mil mensais — contrato articulado pelo senador Jaques Wagner (PT-BA). Mesmo depois de assumir o Ministério da Justiça em 2024, os pagamentos continuaram ao escritório administrado por sua família, acumulando R$ 6,5 milhões no total, dos quais R$ 5,25 milhões foram pagos quando já chefiava o Ministério da Justiça. Segundo apuração do portal Metrópoles, o próprio Jaques Wagner também articulou a contratação de Guido Mantega como consultor do Master, com remuneração de cerca de R$ 1 milhão por mês para atuar na negociação com o BRB — pagamentos que podem ter alcançado ao menos R$ 11 milhões. Wagner nega ter intermediado a contratação de Mantega; confirmou, no entanto, ter indicado Lewandowski.
O detalhe ganha peso porque é o mesmo Jaques Wagner que, mais tarde, subiria o tom na CPI para jogar o foco sobre Campos Neto, como se a história começasse e terminasse na presidência anterior do Banco Central.
Em 4 de dezembro de 2023, Daniel Vorcaro entrou no Palácio do Planalto acompanhado do empresário mineiro Lucas Prado Kallas. Registros do Gabinete de Segurança Institucional obtidos pelo site Poder360 via Lei de Acesso à Informação mostram que os dois tiveram a entrada registrada exatamente no mesmo minuto: 15h42. A reunião não apareceu na agenda oficial do governo, e não há registro público sobre o conteúdo da conversa.
Kallas é um empresário do setor de mineração e sócio de Vorcaro na farmacêutica Biomm. Mineiro como o banqueiro, construiu forte trânsito político em Brasília e em Minas Gerais. Em 2023, passou a integrar o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o chamado “Conselhão” de Lula, por indicação do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Seu nome também aparece em investigações relacionadas à mineração e à exploração de rejeitos minerais em Minas Gerais. Ambos também são representados pela advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Uma reunião ainda mais reveladora veio exatamente um ano depois. Em 4 de dezembro de 2024, um encontro fora da agenda reuniu o presidente Lula, Daniel Vorcaro, Guido Mantega, Rui Costa, Alexandre Silveira, Gabriel Galípolo e Augusto Lima. A reunião não apareceu no relatório oficial do GSI e só veio a público depois, por meio de revelações da imprensa.
Segundo os relatos divulgados, Vorcaro expôs as dificuldades financeiras do banco, relatou que o BTG havia demonstrado interesse em comprá-lo por valor simbólico e perguntou diretamente a Lula se deveria vender. Lula o aconselhou a não vender e ainda criticou Roberto Campos Neto e André Esteves. Cerca de um mês depois, Galípolo — presente naquela mesma sala — assumiu a presidência do Banco Central.
Em 2023, como parte de uma estratégia de governança, Vorcaro criou um conselho consultivo com Henrique Meirelles, o ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola e o ex-secretário-executivo do BC Geraldo Magela.
O esquema que atravessou governos
Há um ponto real, documentado e indiscutível no argumento dos governistas: em outubro de 2019, a diretoria colegiada do Banco Central, já sob a presidência de Roberto Campos Neto, autorizou a transferência do controle acionário do Banco Máxima para Daniel Vorcaro. Sem esse ato, o Master não existiria nos termos em que passou a operar. Esse fato é concreto.
Mas isso não resolve a questão central. Autorização societária e esquema de propina são coisas distintas. Uma decisão formal da diretoria em 2019 não apaga o fato de que Paulo Sérgio estava no DESUP desde 2015 e Bellini desde 2017. Tampouco altera o núcleo do que a Polícia Federal descreve: o pagamento sistemático a servidores instalados no coração da fiscalização para orientar o banqueiro e contornar o monitoramento interno.
A tentativa de explicar tudo pela “desregulação” esbarra numa contradição difícil de superar. Se a desregulação teria aberto as portas, por que o mecanismo decisivo descrito nos autos foi a compra justamente dos agentes encarregados de fiscalizar e impor limites? Se as regras teriam sido afrouxadas a ponto de facilitar tudo, por que era necessário pagar propina a quem controlava os alertas, os fluxos internos e a temperatura da supervisão?
É aqui que a blindagem política da esquerda falha. Para sustentar a tese de que o caso Master pertence essencialmente à era Bolsonaro, é preciso ignorar 2007, 2011, 2015, 2017, 2024 e 2025, para fixar os olhos apenas em 2019. Só que as datas não permitem esse recorte. Nem os históricos de promoção. Nem os registros de agenda. Nem as mensagens. Nem o acesso excepcional de Vorcaro ao Banco Central e ao Planalto já sob Lula e Galípolo.
O que os elementos disponíveis desenham é outra história. O Banco Central, ao que tudo indica, não foi deformado por uma única gestão nem por uma única assinatura. Foi penetrado por dentro, por servidores que atravessaram governos e acumularam poder num setor decisivo, e por fora, por um banqueiro que, em dezembro de 2024, pôde perguntar pessoalmente ao presidente da República o que fazer com o próprio banco — com o futuro presidente do Banco Central sentado na mesma sala.
Se há uma disputa em curso, ela não é apenas sobre quem será punido. É sobre quem conseguirá controlar a narrativa antes que a cronologia fale por si. E, até aqui, a cronologia é o maior problema de quem tenta transformar o caso Master em um escândalo conveniente demais para caber só no colo do adversário.
Título e Texto: David Agape, A Investigação, 5-3-2026
Fonte: https://www.caoquefuma.com/
Ilha de Itaparica recebe empreendimento de uso misto com o lançamento do Amalfi Itaparica Resort Residences
Complexo reúne unidades residenciais no conceito resort e um street mall em área privilegiada da Avenida Beira-Mar, com píer privativo e acesso exclusivo à praia
A Ilha de Itaparica ganhará um novo empreendimento, com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2026: o Amalfi Itaparica Resort Residences, um condomínio de uso residencial e comercial que será implantado na Avenida Beira-Mar, na região de Bom Despacho, em um terreno de 75.332 m² de frente ao mar.
Infraestrutura no padrão resort
O empreendimento já nasce com um conceito focado no lifestyle baiano e com um centro wellness completo, de maneira a garantir bem-estar e qualidade de vida aos seus moradores; um refúgio único a poucos minutos de Salvador.
Integram o lazer do complexo ambientes como spa com salas de massagem e hidro, sauna seca e úmida, academia, pilates, salão de festas, brinquedoteca, salão de jogos, mirante, quadras esportivas e playground.
Um dos destaques do projeto são as piscinas, hoje o Amalfi Itaparica possui a maior lâmina de água de piscina de um empreendimento residencial na Bahia, com mais de 3.000 m² de área.
Outros diferenciais são amplos ambientes externos com bicicletário, quiosques, parque infantil, pet place e bosque com trilha ecológica em reserva particular com mais de 2.000 m² de área verde, horta comunitária; além do acesso exclusivo a uma praia privativa no mar calmo da Ilha de Itaparica.
Sustentabilidade
O projeto arquitetônico também prioriza soluções de engenharia e construção com menor impacto no meio ambiente, bem como um paisagismo diferenciado e integração com a vegetação local, reforçando o compromisso com o desenvolvimento sustentável da Ilha de Itaparica.
Entre as soluções adotadas estão iluminação em LED, medição individual de água, gás e energia, reuso de água para irrigação, automação de áreas comuns, ventilação e iluminação natural, bem como o uso de materiais certificados, paisagismo com espécies nativas e sistema próprio de tratamento de água e esgoto.
"Desde a concepção do projeto, buscamos alternativas que unem eficiência operacional e sustentabilidade. A implantação do Amalfi Itaparica Resort Residences representa um novo vetor de urbanização qualificada para a orla de Bom Despacho, com impacto direto na vida da população local", avalia Túlia Ribeiro.
Enviado por Comunicativa Associados
Morre atriz mexicana Ana Luisa Peluffo
Faleceu na quarta-feira, 4, a atriz mexicana Ana Luisa Peluffo, aos 96 anos. Atuou em mais de 150 filmes, desde 1948, quando fez sua primeira aparição no cinema com um pequeno papel em "Tarzan e as Sereias", ao lado de Johnny Weissmuller.
A longa carreira em seu país começou em 1953 com "Orquídeas Para Minha Esposa". Em 1955, ela quebrou um tabu e se tornou a primeira atriz mexicana a aparecer totalmente nua em um filme - "A Força do Desejo".
Em 1956, atuou em quatro filmes: "A Ilegítima", "Beijos Proibidos". "A Estranha Rival" e "Escravas de Cartago". Em 1959, apareceu em cinco filmes: "A Mulher e a Besta". "Sede de Amar", "Nascida Para Amar", "Lágrimas de Amor" e "Dois Fantasmas e Uma Garota".
Foi uma das atrizes mais icônicas da Era de Ouro do cinema mexicano. E com a carreira mais longa.
quarta-feira, 4 de março de 2026
"Feiraguay" estreia na Competitiva Baiana do XXI Panorama Internacional Coisa de Cinema
Primeira vez que um longa feirense é selecionado
O documentário "Feiraguay", 68 minutos, dirigido por Francisco Gabriel Rêgo, 2025, integra a Competitiva Baiana do Panorama Internacional Coisa de Cinema, um dos mais relevantes festivais de cinema do país e a principal vitrine do audiovisual produzido na Bahia. A participação marca o lançamento nacional, baiano e internacional do filme, que inicia sua trajetória pública a partir de sua própria origem: a Bahia.
Realizado por Pau Ferro Produções e pelo Coletivo Urgente de Audiovisual (Cual), o longa reafirma a força do cinema produzido no interior, em diálogo com a capital e com o circuito nacional. "De Feira de Santana para Salvador, o percurso do filme acompanha as mesmas estradas e caminhos que estruturam a cidade que retrata. Cinema do interior para a capital. Para a Bahia. Para o Brasil", diz Francisco Gabriel.
Para ele, "ao transformar o centro comercial popular em paisagem sensível, o documentário revela o Feiraguay como síntese de uma cidade múltipla, atravessada por fluxos migratórios, trocas culturais e reinvenções cotidianas. Entre vozes, silêncios e deslocamentos, constrói-se um retrato afetivo e histórico de Feira de Santana".
Segundo o diretor, "'Feiraguay' inicia sua circulação em grande estilo, na Bahia e para a Bahia, reafirmando o vigor do audiovisual produzido fora dos grandes centros hegemônicos e a vitalidade criativa de Feira de Santana".
Sinopse
No coração de Feira de Santana, o Feiraguay é território de encontros, onde vidas, memórias e histórias se cruzam entre bancas e corredores. O documentário acompanha as pessoas que constroem esse espaço coletivo, retratando a cidade em sua força, diversidade e reinvenção.
Sessões
27/03, às 16h10 - Cine Theatro Cachoeirano - sessão com debate
30/03, às 19h35 - Cine Glauber Rocha - Sala 1 - sessão com debate
01/04, às 13h10 - Cine Glauber Rocha - Sala 1 - reprise
Trailer
https://www.youtube.com/watch?v=z0wwM_-s7JE
Ficha Técnica
Direção:
Francisco Gabriel Rêgo
Assistência de Direção: Yves São
Paulo
Produção: Ramon Coutinho, Luisa Maciel
Direção de
Fotografia: Danilo Umbelino
2ª Câmera: Ramon Coutinho
Som
Direto e Pós-Produção de Som: Marcus Curvelo
Montagem: Ramon
Coutinho e Marcus Curvelo
Pós-Produção: Marcus
Curvelo
Pesquisa: Francisco Gabriel Rêgo, Geovana Paim
Produção
Executiva: Francisco Gabriel Rêgo
Realização: Pau Ferro
Produções e Coletivo Urgente de Audiovisual (Cual)
Enviado por Francisco Gabriel Rêgo
ACM Neto lidera corrida de 2026 na Bahia com 48,3%
Jerônimo aparece com 31,2%
Levantamento realizado pela Séculus Análise e Pesquisa, encomendado pelo "Bahia Notícias", mostra que o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), lidera a corrida eleitoral pelo governo da Bahia em 2026. Candidato há quatro anos, ACM Neto aparece com 48,28% das intenções de voto, frente a 31,15% do atual governador Jerônimo Rodrigues (PT).
A pesquisa ouviu 1.535 entrevistados em 72 municípios baianos. O cenário estimulado em questão inclui ainda os nomes de José Carlos Aleluia (Novo), com 0,65% das intenções de voto, e Ronaldo Mansur (Psol), com 0,52%. Não souberam ou não opinaram 9,93% dos eleitores, enquanto 9,47% indicaram votar branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados.
Esse é o primeiro levantamento da Séculus em 2026 sobre a corrida eleitoral da Bahia. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob nº BA-09740/2026 e possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%. Não houve consolidação de dados de uma disputa em dois turnos, dado os baixos números obtidos pelos demais candidatos, além de ACM Neto e Jerônimo Rodrigues.
REJEIÇÃO
A Séculus perguntou ainda aos entrevistados em qual dos nomes eles não votariam de jeito nenhum. Neste questionário, o governador Jerônimo Rodrigues aparece à frente com 37,96% de rejeição entre os nomes apresentados. O adversário dele, ACM Neto, foi citado por 22,65% dos eleitores. José Carlos Aleluia aparece com rejeição de 5,71%, empatado tecnicamente no quesito com Ronaldo Mansur (6,42%).
Não souberam ou não opinaram somam 14,99% nessa questão, enquanto 12,26% responderam nenhum, branco ou nulo.
Fonte: https://www.bahianoticias.com.br/
TRE-BA alerta: Falta de regularização do título até 6 de maio pode gerar impedimentos à população
Situação pode ser resolvida de forma on-line, pelo Autoatendimento Eleitoral
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) alerta que eleitores que estiverem com pendências perante a Justiça Eleitoral, como a falta de regularização do título, têm até o dia 6 de maio para resolver a situação. Caso contrário, estarão suscetíveis a diversos impedimentos em serviços associados à administração pública.
De acordo com o Código Eleitoral brasileiro, aqueles que deixaram de votar, não justificaram a ausência às urnas e nem pagaram as multas eleitorais ficarão impossibilitados(as) de:
- inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, investir-se ou empossar-se neles;
- receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público, autárquico ou paraestatal, bem como fundações governamentais, empresas, institutos e sociedades de qualquer natureza, mantidas ou subvencionadas pelo governo ou que exerçam serviço público delegado, correspondentes ao segundo mês subsequente ao da eleição;
- participar de concorrência pública ou administrativa da União, dos estados, dos territórios, do Distrito Federal ou dos municípios, ou das respectivas autarquias;
- tirar passaporte ou carteira de identidade;
- renovar matrícula em instituição de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo;
- praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda.
As restrições se aplicam também aos(às) eleitores(as) com o título cancelado, ficando impedidos(as) de votar nas eleições gerais deste ano, que acontecerão no dia 04 de outubro.
Consultar situação eleitoral
O Tribunal oferece diversas opções para consultar a situação eleitoral, inclusive sem precisar sair de casa.
Site do TRE-BA: no menu lateral do portal, clique diretamente na opção "situação eleitoral", em seguida, realize a autenticação e a consulta.
Autoatendimento Eleitoral: também na página inicial do TRE-BA, acesse o menu lateral Serviços > Autoatendimento do Eleitor. Clique em “Título Eleitoral” e depois em "Consultar situação eleitoral".
e-Título: o aplicativo pode ser baixado para smartphone ou tablet, nas plataformas iOS ou Android. Após o download, basta inserir os dados pessoais e realizar a consulta no menu "mais opções".
NAVE: Núcleo de Atendimento Virtual ao Eleitor que oferece diversos serviços da Justiça Eleitoral. É possível realizar a consulta em um chatbot pelos aplicativos de mensagem: Telegram (@maiatrebot) e pelo WhatsApp, por meio do número (71) 3373-7000. Nesse número também é possível acessar a Central Telefônica do NAVE. Além dessas opções, o NAVE disponibiliza o correio eletrônico nave@tre-ba.jus.br para atendimento por e-mail.
Como resolver?
Caso encontre débito com a Justiça Eleitoral, é preciso fazer o pagamento da multa por boleto, Pix ou cartão de crédito. Também no Autoatendimento Eleitoral é possível realizar a quitação na função "Débito Eleitoral".
O eleitorado pode procurar o atendimento presencial da Justiça Eleitoral em unidades disponíveis por toda a Bahia. Confira aqui.
Enviado por ASCOM TRE-BA
Ministério da Defesa terá de explicar programa da China no Brasil
Por Kayo Magalhães
O Ministério da Defesa terá de explicar à Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) o que é o TUCANO GROUND STATION, documento apresentado no Congresso do EUA que detalha um programa de cooperação desenvolvido pela China, em território nacional, com potencial de resultar na implementação de uma Base Militar estrangeira no Brasil.
Nesta terça-feira, 3, a CREDN aprovou requerimento de informação ao MD, de autoria do presidente do Colegiado, Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL/SP), para que sejam prestados esclarecimentos acerca da denúncia feita em Washington, no dia 26 de fevereiro.
De acordo com Luiz Philippe, "o relatório do Comitê Seletivo do Congresso dos EUA sobre Competição Estratégica entre os EUA e o Partido Comunista Chinês analisa como a República Popular da China está expandindo sua infraestrutura espacial na América Latina, usando projetos civis e comerciais como fachada para fortalecer a Consciência de Domínio Espacial (CDE) do Exército de Libertação Popular", explicou.
O relatório identifica pelo menos 11 instalações ligadas à China em cinco países, no âmbito das leis de Fusão Civil-Militar (FCM) e de mobilização de defesa. Essa expansão faz parte de uma estratégia mais ampla para a superioridade espacial chinesa, que ameaça a segurança dos EUA em seu próprio território, entendem os congressistas americanos.
No Brasil, o relatório descreve a Estação Terrestre de Tucano, estabelecida por meio de um acordo de 2020, como um projeto conjunto entre a startup brasileira Ayla Nanossatélites e a empresa chinesa Beijing Tianlian Space Technology. Além da área geral, a localização exata da estação é desconhecida.
O relatório descreve o laboratório conjunto de radioastronomia em Serra do Urubu, estabelecido em 2025 após a assinatura de um acordo entre o Instituto de Pesquisa em Comunicação de Redes de Ciência e Tecnologia Elétrica da China (CESTNCRI) e as universidades federais de Campina Grande (UFCG) e da Paraíba (UFPB).
"Considerando as implicações sensíveis que o tema acarreta para a segurança do Estado e a integridade do território nacional, impõe-se o pleno esclarecimento dos fatos pelo Ministério da Defesa", concluiu o deputado.
Assessoria de Imprensa CREDN
Fonte: https://lpbraganca.com.br/
Memorial à Egberto Costa
Na quinta-feira, 26 de março, às 19 horas, a Fundação Municipal de Ciência e Tecnologia Egberto Costa inaugura o Memorial à Egberto Costa, no Museu Parque do Saber.
Nesta data, o vigésimo quarto ano da morte de Egberto Tavares Costa. Em 26 de maio de 2002, ele foi vítima de um desaparecimento brutal, de um crime absurdo e cruel, quando Feira de Santana perdeu uma figura ética e humana.
Trata-se de mais uma homenagem póstuma a um dos mais destacados profissionais de comunicação de Feira de Santana.


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