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terça-feira, 9 de junho de 2026

Por que Rubio está certo ao dizer que o Brasil de Lula não é amigo dos EUA

Não é segredo para ninguém que Lula e o PT nunca morreram de amores pelos Estados Unidos. Desde a fundação do partido, em 1980, eles cultivam uma atitude hostil aos americanos, que culminou com a fundação do Foro de São Paulo, em parceria com Fidel Castro (1926-2016), em 1990.


Por José Fucs para a Gazeta do Povo:

O assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, reagiu com indignação à afirmação do secretário de Estado americano, Marco Rubio, de que o Brasil é uma exceção na "coalizão de países amigos" dos Estados Unidos na América Latina, ao lado de Cuba, da Venezuela e da Colômbia.

"A declaração de Rubio é inédita. Nem quando o Dean Rusk (secretário de Estado de 1961 a 1969) e o Lincoln Gordon (ex-embaixador dos EUA no país de 1961 a 1966) estavam conspirando (para derrubar o presidente João Goulart), um secretário de Estado excluiu o Brasil da lista de países amigos", disse Amorim. "É uma declaração impressionante e preocupante. Precisamos ver o que ocorrerá a partir disso, mas nem quando havia conspiração essa situação foi formalizada."

Convenientemente, Amorim omitiu em sua resposta a informação essencial de que a fala de Rubio veio poucas horas depois de o presidente Lula dizer que ele é "inimigo mortal de Cuba", "anti-América Latina" e "não gosta do Brasil", o que já seria mais do que suficiente para justificá-la. Como se isso não bastasse, o presidente ainda dobrou a aposta no dia seguinte, ao chamar Rubio de "latino-americano frustrado" durante uma reunião ministerial, reforçando a percepção de que, com "amigos" como o Brasil de Lula, os EUA não precisariam de inimigos.

Com certeza, suas declarações não seriam incluídas no livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, o eterno best-seller do escritor americano Dale Carnegie, com mais de 30 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Ninguém que procura cultivar um relacionamento saudável e sólido com seu interlocutor - no caso, com o presidente dos EUA, Donald Trump - vai se referir assim a um de seus colaboradores mais próximos. Nem vai falar que ele agora "vai pensar duas vezes antes de tomar decisões contrárias ao Brasil", como fez Amorim logo após Trump receber Lula na Casa Branca, com surpreendente cordialidade, no início de maio.

Trata-se de uma regra básica de convivência que se torna ainda mais pertinente se você for o presidente do Brasil ou seu principal assessor na área externa e ele, o chefe da diplomacia dos EUA, a nação mais poderosa do planeta. Sobretudo quando o país tem pendências relevantes a negociar, como o tarifaço de 25% sobre produtos nacionais, recomendado pelo USTR (Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos), e divergências significativas na forma de lidar com grupos criminosos como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho), recentemente classificados como organizações terroristas pelo governo americano.

Nenhum país - e aqui "nenhum" não é só força de expressão - reagiu desta forma às medidas e ameaças de Trump. Nem a China nem a União Europeia, que são bem mais importantes para a economia e a geopolítica dos EUA e que também foram alvo do aumento de tarifas, entre outras medidas, tiveram a petulância de Amorim e de Lula, que saiu do encontro em Washington celebrando o fato de ter arrancado dele um sorriso.

Conjunto da obra

A fala de Rubio, porém, vai muito além das reações brasileiras ao tarifaço e à classificação do PCC e do CV como grupos terroristas. Vai muito além também da reação irada de Lula ao cancelamento de vistos de autoridades brasileiras e às sanções promovidas pelos EUA com base na Lei Magnitsky (norma que permite aplicar penalidades a estrangeiros envolvidos em violações a direitos humanos ou casos graves de corrupção), motivadas pelas denúncias de restrições à liberdade de expressão no país e de perseguição política contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu grupo político.

A afirmação de Rubio se deve muito mais ao conjunto da obra de Lula e Amorim ao longo do tempo do que às suas grosserias recentes contra ele mesmo e contra Trump. Diante do retrospecto da dupla petista na arena internacional, não faltam razões para o secretário de Estado americano excluir o Brasil da lista de amigos dos EUA na América Latina - e não precisa ser bolsonarista nem de "extrema direita" para se dar conta disso.

Não é segredo para ninguém que Lula e o PT nunca morreram de amores pelos Estados Unidos. Desde a fundação do partido, em 1980, eles cultivam uma atitude hostil aos americanos, que culminou com a fundação do Foro de São Paulo, em parceria com Fidel Castro (1926-2016), em 1990. O objetivo declarado da entidade, que reúne partidos políticos, ONGs, movimentos sociais e sindicalistas de esquerda e extrema-esquerda da América Latina e do Caribe, foi justamente servir como contraponto à hegemonia dos EUA na região e no mundo, após a queda do Muro de Berlim e o fim do comunismo.

Depois, com a chegada de Lula ao poder em 2003, nos quase 20 anos de governos petistas, eles seguiram na mesma toada e agiram para aplicar suas ideias retrógradas ao mundo real. Encontraram em Amorim - que se filiou à sigla em 2009 – o mais completo tradutor do antiamericanismo petista entre os diplomatas do Itamaraty.

Com a ascensão da esquerda na América Latina nos anos 2000, eles atuaram para formar um "cinturão rosa" (ou era vermelho mesmo?) na região e aproximaram-se do regime dos aiatolás do Irã e de grupos guerrilheiros islâmicos. Tiveram ainda um papel ativo na criação do bloco do Brics, ao lado da China, da Rússia, da Índia e depois da África do Sul e de outros países, para reforçar o tal do Sul Global - um eufemismo para o velho terceiro-mundismo ressentido da esquerda latino-americana - do qual eles tanto tanto falam.

Agora, com Trump na Casa Branca e Rubio à frente do Departamento de Estado, que não engolem o lero lero esquerdista de Lula e sua turma, parece que a coisa degringolou de vez. Com a chacoalhada master promovida pelo presidente americano na geopolítica predominante no pós-guerra, o embate tornou-se mais direto e ganhou contornos de um conflito ideológico explícito.

"Turma do amor"

De repente, em vez de procurar se adaptar à nova realidade mundial, que colocou em xeque o multilateralismo defendido pelo atual governo e pelo PT, o Brasil resolveu falar grosso e peitar o gigante americano de igual para igual. Em vez de buscar um entendimento, preferiu seguir a cartilha do "companheiro" Fidel, resgatando o embolorado discurso anti-imperialista, em defesa da "soberania nacional", dos anos 1950 e 1960.

O antagonismo da "turma do amor" começou ainda nas eleições americanas, em novembro de 2024, quando Lula declarou apoio à candidata democrata Kamala Harris e sugeriu que uma vitória de Trump representaria o retorno do fascismo e do nazismo "com nova cara". É uma visão que foi reforçada recentemente pelo presidente do PT, Edinho Silva, autor do seguinte "afago" a Trump: "Ele é o maior líder fascista do século 21".

Desde a posse de Trump, em janeiro de 2025, Lula já fez todo tipo de provocação contra ele. Já ironizou sua ambição pelo prêmio Nobel da Paz e sua suposta agressividade, ao dizer que iria levar um pé de jabuticaba para acalmá-lo. Também já o chamou de "imperador", "senhor da guerra" e "gringo" e afirmou que ele "não foi eleito para governar o mundo" e "não faz bem para a democracia mundial". De quebra, ainda falou que "se o Trump fosse brasileiro e tivesse feito o que fez no Capitólio estaria sendo julgado no Brasil". Como se vê, Lula foi só "carinho", de um "verdadeiro" amigo do peito, ao se referir ao presidente americano.

Desdolarização

Seus ataques a Trump, no entanto, superam de longe a retórica conflituosa e incendiária. Decorridos apenas um ano e meio desde o seu retorno à Casa Branca, Lula ampliou sua aliança com a China, a Rússia e o Irã; defendeu a desdolarização das transações comerciais entre os países do Brics e o fim do uso do dólar como padrão monetário global; e fez duras críticas às ações dos EUA contra o regime do Irã, contra a Venezuela, que levou à captura do ex-ditador Nicolás Maduro, e contra o cerco a Cuba, que ele procurou furar enviando "ajuda humanitária" ao país.

Ele ainda se negou a participar de duas grandes iniciativas lançadas por Trump: o "Escudo das Américas", que reúne 12 países latino-americanos com o objetivo de combater grupos narcoterroristas da região e conter a imigração ilegal, e o Conselho da Paz, destinado inicialmente a promover a desmilitarização e a reconstrução da Faixa de Gaza, mas desenhado para atuar também em outros conflitos globais.

Além disso, Lula ainda declarou apoio oficial à candidatura de Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile, à sucessão de António Guterres na Secretaria-Geral da ONU, que deverá ocorrer no fim de 2026, opondo-se aos nomes defendidos pelo presidente americano, e articulou com governos de esquerda na região o fortalecimento da Celac (comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) como alternativa à sua influência na OEA (Organização dos Estados Americanos).

Isso sem falar da revogação do visto e da proibição da entrada no Brasil de Darren Beattie, assessor do governo Trump, em suposta retaliação pelo cancelamento do visto do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e da expulsão de um agente de imigração americano do país - uma medida que também teria sido um troco pelo revogação do visto do representante da Polícia Federal nos EUA, Marcelo Ivo de Carvalho, acusado de ter atuado fora de suas atribuições legais na prisão do ex-deputado e ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) Alexandre Ramagem, em solo americano.

Diante de todo o bombardeio de Lula, Amorim e da tropa de choque petista contra Trump e os Estados Unidos, é difícil discordar de Rubio quando ele diz que hoje o Brasil não faz parte do grupo de países amigos de Washington na América Latina.

Ao se referir ao secretário de Estado americano, o presidente afirmou que ele "não gosta do Brasil". Mas, na realidade, uma coisa é não gostar do Brasil. Outra, bem diferente, é não gostar de Lula, de Amorim e de seus aliados - e nisso Rubio não está sozinho.

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Eleições 2026: TRE-BA divulga orientações sobre registros de candidaturas

Materiais incluem checklists de documentos necessários

e tutorial temático que estão disponíveis no site do Tribunal

O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), por meio da Seção de Gerenciamento de Registro de Dados Partidários e de Candidatos (Serpac), disponibilizou, no dia 30 de maio, orientações sobre o registro de candidaturas para candidatos, partidos, federações e coligações. 

As publicações estão disponíveis no portal do Tribunal e incluem checklists de documentos necessários, além de um tutorial temático do procedimento. Para acessar os documentos, pessoas interessadas devem buscar pelo endereço tre-ba.jus.br, clicar no menu "Eleições" no topo da página, depois em "Eleições 2026" e, por fim, escolher a opção "partidos-candidatos e contas eleitorais".

Convenções e registo de candidaturas

Como determina a legislação eleitoral, de 20 de julho a 5 de agosto de 2026, partidos e federações realizam convenções partidárias para decidirem sobre coligações e definir candidatos. Após a deliberação, os pedidos de registro de candidatura devem ser apresentados à Justiça Eleitoral até as 19 horas do dia 15 de agosto.  

Acesse os materiais diretamente:

TUTORIAL TEMÁTICO - REGISTRO DE CANDIDATURAS 2026.pdf  

Check List - Partido-Federação-Coligação - Mapa de Documentação - 2026 - VERSÃO PARTIDO-FEDERAÇÃO-COLIGAÇÃO.pdf

Check List - Candidatos - Requisitos para o Registro - 2026 - VERSÃO PARTIDO-FEDERAÇÃO-COLIGAÇÃO.pdf 

Enviado pela Assessoria de Comunicação do TRE-BA

Cine Farol: arte presente em sua vida


Outra atriz premiada com o Cine Farol - Resistência da Sétima Arte - Cinema É Resistir na cerimônia marcante do cinema independente da Bahia foi a também jornalista soteropolitana Camila Gama
O evento ocorreu na tarde de sábado, 6 de junho, no Museu de Arte da Bahia, em Salvador. 

Camila Gama sempre teve a arte presente em sua vida. Filha da artista plástica Claudy Gama e de José Calasans, um entusiasta do teatro, cresceu em um ambiente culturalmente rico. Formada em Comunicação Social e Pedagogia, Camila atuava no setor bancário até 2016.

Encantada pela arte desde a infância, ela decidiu seguir a carreira artística, ingressando em cursos de teatro. Paralelamente, gravou duas músicas, explorando também seu talento musical.

Em um curto período, Camila participou de quatro encenações teatrais e atuou em dois curtas-metragens: um do diretor Flaviano Oliveira, e outro do diretor Joel Áuves. Atuou no filme "Jesus É Real". Depois, em "Lucas da Feira", de Aderaldo Miranda e Joel Áuves, interpretando uma jovem vítima de abuso pelo protagonista, "entregando uma performance dramática e visceral", como foi considerado.

Seu trabalho mais recente é em "Sobrevivendo no Pantanal", produção da North Filmes, com direção de Aderaldo Miranda. Camila Gama estará no Festival de Gramado com o drama de suspense e sobrevivência que mostra "até onde o ser humano é capaz de ir quando a única escolha é continuar lutando para viver". 

Assista ao trailer no link: https://www.youtube.com/watch?v=9ieuG8MjxVM

Siga no Instagram: @_camila_gama

Referência na Bahia: Amélia Rodrigues é o único município baiano a conquistar reconhecimento



A educação de Amélia Rodrigues alcançou um importante reconhecimento nacional na área da Educação de Jovens e Adultos (EJA). O trabalho desenvolvido pela Secretaria de Educação (Semear) juntamente com as escolas foi selecionada para receber a Medalha Paulo Freire 2026, promovida pelo Ministério da Educação (MEC), tornando-se a única rede municipal da Bahia contemplada com a honraria nesta edição.
A medalha integra o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA) e tem como objetivo reconhecer experiências educacionais inovadoras, bem-sucedidas e transformadoras desenvolvidas pelas redes públicas de ensino em todo o país.
O resultado reforça o compromisso de Amélia Rodrigues com a garantia do direito à educação, a valorização da EJA e a construção de políticas públicas voltadas à inclusão, à alfabetização e à elevação da escolaridade de jovens, adultos e idosos.Para o prefeito João Bahia, a conquista é motivo de orgulho para todo o município. "Receber a Medalha Paulo Freire e ser o único município da Bahia contemplado nesta edição demonstra que estamos no caminho certo. Este reconhecimento valoriza o trabalho sério desenvolvido por nossos educadores, gestores e estudantes da EJA, além de reafirmar nosso compromisso com uma educação inclusiva, transformadora e capaz de garantir novas oportunidades para jovens, adultos e idosos."
A lista oficial das redes contempladas foi divulgada pelo Ministério da Educação por meio do Edital nº 16/2026 e pode ser acessada através do link: 

Enviado pela jornalista Carina Góes
Assessora de Comunicação e Imprensa

Alpiniano Reis Filho e "Os tropeiros feirenses"




A Biblioteca Digital Outran Borges, no site da Academia Feirense de Letras (AFL), disponibiliza ao público o artigo "Os tropeiros feirenses", do acadêmico Alpiniano Reis Oliveira Filho, ocupante da Cadeira 18, que tem como patrono Antônio Augusto da Silva Garcia.
No texto, Alpiniano Filho resgata a memória dos tropeiros, homens que, com tropas de animais, ajudaram a transportar mercadorias, encurtar caminhos, movimentar a economia e ligar Feira de Santana a outras localidades.
A Biblioteca Digital Outran Borges disponibiliza esta e outras obras para baixar e ler gratuitamente.

Acesse Os Tropeiros Feirenses 

Fonte: Academia Feirense de Letras

Celiah Zaiin representa Feira de Santana em evento internacional sobre cultura das Filipinas

Cantora feirense participou da 1ª VBF Virtual Book Fair Philippines, em conferência sobre música, dança, moda e festivais tradicionais do país asiático


A cantora feirense Celiah Zaiin participou, na segunda-feira, 1 de junho, da conferência virtual "Traditional Music, Dance, Fashion and Festivals of the Philippines", realizada dentro da programação da 1ª VBF Virtual Book Fair Philippines. O evento reuniu representantes culturais de diferentes países em uma atividade dedicada à música, à dança, à moda e aos festivais tradicionais das Filipinas.

A apresentação teve coordenação da embaixadora cultural Osalda Pessoa e contou com a participação de Celiah Zaiin, que levou ao encontro a presença da MPB baiana. A artista representou Feira de Santana em um espaço de intercâmbio cultural internacional, aproximando a produção artística local de tradições musicais e culturais de outro continente.

Celiah Zaiin também é membro da Academia Feirense de Letras, onde ocupa a Cadeira 6, que tem como patrono Fernando São Paulo. A participação dela no evento reforça a presença de artistas e intelectuais feirenses em iniciativas internacionais voltadas à literatura, à música, à memória e à integração entre diferentes culturas.

As Filipinas são um arquipélago do Sudeste Asiático formado por 7.641 ilhas, segundo o Departamento de Turismo do país. A cultura filipina reúne influências indígenas, asiáticas, ibéricas e ocidentais, resultado de uma história marcada por contatos culturais diversos. Na música, destacam-se expressões como a harana, ligada às canções de amor, e a OPM, Original Pilipino Music, que dialoga com baladas românticas, pop, rap moderno, música latina e gospel.

Fonte: https://feirahoje.com.br/

Clipe do Cine Farol no YouTube

 


Na conta no YouTube Aderaldo Miranda Cineasta Cristão, com 1,86 mil inscritos, o clip Cine Farol, homenagem ao cinema independente da Bahia.

Clique e Assista: 

https://www.youtube.com/watch?v=5AmjVn5ddmU&t=24s

"Trópico" é filme raríssimo


Em 1967, há 59 anos, Feira de Santana foi cenário para o filme "Trópico" (Tropici), 87 minutos, do cineasta italiano Gianni Amico (1933-1990), que foi grande divulgador da arte brasileira na Itália. O filme, lançado em 1969, é pouco difundido, raríssimo. No elenco, Joel Barcellos, Janira Santiago, Graciele Campos, Antônio Pitanga, Batista Campos, Roque Araujo e Maria Euridice.
Paulo Cezar Saraceni considera "Trópico" como "belíssimo". O filme, premiado no Berlin International Film Festival de 1971, trata sobre a desintegração do homem brasileiro.
Baseado em "Tristes Trópicos", de Claude Levi Strauss, e "Morte e Vida Severina", de João Cabral de Melo Neto, revisita o filme "Vidas Secas", de Nelson Pereira dos Santos, 1961, e o nordeste brasileiro, assim uma síntese do Cinema Novo.
Longa-metragem produzido pela televisão pública italiana é didático-documental sobre o terceiro mundo. Narra a viagem de Miguel e Maria e sua família do sertão para São Paulo, expulsos pela seca e pelo latifúndio.

domingo, 7 de junho de 2026

Cine Farol: com propriedade devida


O Cine Farol, premiação do cinema independente na Bahia - idealizada pelo cineasta Aderaldo Miranda, produtor audiovisual -, com a estatueta em forma de farol, que aconteceu na tarde de sábado, 6 de junho, no auditório do Museu de Arte da Bahia (MAB), em Salvador, teve Cristiano Ramos como mestre de cerimônia. Acompanhado da esposa Graziela Bispo, uma atuação com propriedade devida.

Cine Farol: honrada com a homenagerm



Quem também recebeu o prêmio Resistência da Sétima Arte - Cinema É Resistir na cerimonia de premiação do cinema independente Cine Farol foi a professora e atriz de cinema e teatro Aline Bastos, de Lauro de Freitas. O evento ocorreu na tarde de sábado, 6 de junho, no Museu de Arte da Bahia, em Salvador.

Em seu perfil no Facebook, Aline Bastos postou: "Foi uma honra, receber de @aderaldo.miranda essa linda homenagem. Foi um momento muito especial, de felicidade e gratidão, mas também de reflexão. Nesse momento, passou um filme na minha mente, com todos os momentos percorridos. Momentos bons e ruins que passei na minha trajetória. Experiências que acrescentaram mais páginas no livro da minha vida. E esse será mais um capítulo da minha longa trajetória."

Ela disse mais que "a escolha da música 'Sonhos de Ícaro', do cantor Biafra, aborda os altos e baixos enfrentados pelos artistas no nosso país. Mas a falta de incentivos e reconhecimento não são capazes de derrubar os nossos sonhos."

Para ela, "o artista tem um propósito sublime, pois sua arte também é um instrumento de reflexão e conhecimento para o público. No entanto, sem incentivos, fica difícil levar a sua arte transformadora para um maior número de pessoas."
- Meus agradecimentos a @aderaldo.cinema e também a @donaconcinhareserva e a @joelauvesoficial - encerrou e bradou: "RESISTIR, FILMAR, TRANSFORMAR. OUSADIA, LIBERDADE E SONHOS!"

Cine Farol: Braig Brothers homenageados


Dupla Braig Brothers ladeando os cineastas Roque Araújo e Lula Oliveira

Entre os premiados no Cine Farol, organizado pelo escritor e cineasta Aderaldo Miranda, em cerimônia realizada no Museu de Arte da Bahia (MAB), na tarde de sábado, dia  6 de junho, está a dupla Braig Brothers, formada pelos talentosos irmãos baianos-alemães Aiky e Tales Braig, de Canavieiras. Com podcasts, personalidades do cinema são descobertas. 

Braig Brothers se envolvem em conversas significativas com cineastas, produtores, ativistas e visionários culturais que mudam o futuro do Brasil e do mundo. Eles já receberam notáveis personalidades, a exemplo de Cavi Borges, Hsu Chien, Luciano Vidigal, Mariette Rissenbeck, Silvio Tender e Sol Mendes.

Eles promovem oficinas gratuitas que são ministradas como o objetivo de fomentar novos talentos em todas as áreas do audiovisual entre os alunos de escola pública e a criação de curtas.

Também analisam teorias, técnicas de roteiro, imagem e som de forma divertida e educativa, para cinéfilos, amantes de cinema, séries ou animes.

No perfil deles no Instagram, deixaram mensagem de gratidão pelo reconhecimento: "Que honra receber o prêmio Cine Farol! 🏆✨ O cinema independente da Bahia vive e resiste. Obrigado a todos que caminham com a gente."

Cine Farol: um ator premiado



O ator e cineasta  Flaviano Oliveira foi indicado e recebeu o prêmio Cine Farol de cineasta independente pelo escritor e cineasta Aderaldo Miranda, em cerimônia que aconteceu  no Museu de Arte da Bahia (MAB), na tarde de sábado, dia  6 de junho. 

Flaviano Oliveira tem uma carreira como ator e cineasta e leva em seu currículo participação em novela da TV Globo, série internacional "Nazi Hunters", vários longas metragens como ator principal, atuação em várias séries, como "As Aventuras de Billy e Sua Turma", de Flávio Guedes, filme "Tempo" e na peça "Paixão de Cristo". como o personagem Pôncio Pilatos.

Também atuou no filme "Lucas da Feira" e "Lições de um Salvamento", ambos  realizados pelo cineasta Aderaldo Miranda. Flaviano Oliveira  ainda é roteirista, escreveu três filmes longas metragens, "O Fio da Meada", "C.O.E" e  "Trânsito", que foram lançandos em cinemas. 

Cine Farol: presença de Oscar Santana




 
Outro encontro marcante de Dimas Oliveira no Cine Farol, cerimonia de premiação do cinema independente na Bahia,na tarde de sábado, 6 de junho, no Museu de Arte da Bahia (MAB), na Vitória, em Salvador, foi com o icônico
cineasta baiano Oscar Santana, 91 anos.

Diretor e roteirista de longas metragens como "O Caipora" (1964), "O Pistoleiro" (1975) e do curta "Caetanave" (1972), produtor de "Abrigo Nuclear" (1981) e "O Mágico e o Delegado" (1983), ator em "Redenção" (1959), "A Grande Feira" (1961) e "O Santo Módico" (1964), sonoplasta em "Grito da Terra" (1964). Outros filmes que tiveram a participação de Oscar Santana: "Barravento" (1962), "Tocaia no Asfalto" (1962), "O Pagador de Promessas" (1962), "Yawar Mayu" (1997), "A Questão Amazônica 2" e "ACM: Tempo e Espaço". Com a Sani Filmes, ele produziu centenas de documentários.

Apresentado por Carlos Modesto, o contato foi para ele autografar - "com um abraço amigo de cinema" - o livro "Oscar Santana: 60 Anos Fazendo Fita", uma história do cinema na Bahia.

Cine Farol: reconhecimento a Dimas Oliveira





Antes do cinema, Deus e família - presentes na plateia a filha primogênita Thais Rabelo, a primeira neta Marina Santos, outra neta, Maria Clara Santana, e o genro Antonyony Santana. Assim, Dimas Oliveira marcou sua fala de agradecimento pelo reconhecimento do Cine Farol, na cerimonia de premiação do cinema independente na Bahia, quando recebeu, entre outros homenageados, a estatueta do prêmio Resistência da Sétima Arte - Cinema É Resistir,ocorrido na tarde de sábado, 6 de junho, no auditório do Museu de Arte da Bahia (MAB), na Vitória, em Salvador.
Dimas Oliveira falou do gostar de cinema e de escrever em jornais sobre o tema desde 1967, há quase 60 anos. Também citou o Movimento Superoitista que liderou em Feira de Santana em meados dos anos 80 e dos filmes que realizou em Super 8, bem como de sua participação como assistente de direção de José Umberto nos filmes "Cantos Flutuantes" e "Ser Tão".
Como Glauber Rocha foi referenciado no evento, ele citou que o que considera o maior filme brasileiro de todos os tempos, "Deus e o Diabo na Terra do Sol", teve cenas gravadas em Feira de Santana, mais precisamente no antigo Campo do Gado, onde hoje está instalado o Boulevard Shopping.

Cine Farol: encontro com Carlos Modesto



No Cine Farol, cerimonia de premiação do cinema independente no estado, com a entrega do prêmio Resistência da Sétima Arte - Cinema É Resistir, ocorrido na tarde de sábado, 6 de junho, no auditório do Museu de Arte da Bahia (MAB), na Vitória, em Salvador, o encontro de Dimas Oliveira com o cineasta e escritor e Carlos Modesto, que também é fotógrafo e memorialista.
Dimas Oliveira adquiriu e Carlos Modesto autografou dois dos seus últimos livros: "Oscar Santana: 60 Anos Fazendo Fita" (2023) e "Com Motta, a Bahia Era uma Festa" (2025). Naturalmente que a conversa entre os dois foi sobre um tema comum: cinema e memória.
Carlos Modesto é sergipano de Estância, radicado em Salvador. É reconhecido por sua contribuição à cultura sergipana e baiana. Ele se destaca por sua trajetória de décadas dedicada à preservação da memória cultural, à educação e ao resgate da história do cinema no Nordeste.
É autor de diversas obras, entre elas "Sombras da Saudade", "A História dos Cinemas da Cidade de Estância", "Contos da Escuridão", "Judas na Praça", "Um Dublê de Médico no Mundo do Cinema", além dos dois citados.
Ele é acadêmico efetivo da Academia de Letras e Artes do Salvador (Alas), ocupando a Cadeira nº 34, cujo patrono é Adonias Aguiar Filho.

Cine Farol: o grande homenageado






1. Roque Araújo recebe "cinema demais" de Dimas Oliveira

2. Roque Araújo conta sua trajetória no cinema

3. Roque Araújo entre Ajurimar Salles e Aline Bastos

4. Roque Araújo com Lula Oliveira e os Braig Brothers

Reconhecimento ao cineasta Roque Araújo se efetivou no Cine Farol, cerimonia de premiação do cinema independente no estado, com a entrega do prêmio Resistência da Sétima Arte - Cinema É Resistir, na tarde de sábado, 6 de junho, no Museu de Arte da Bahia (MAB), em Salvador

Ele foi o primeiro a receber a estatueta da premiação e contou sobre sua trajetória desde os anos 60, quando a Bahia ainda estava aprendendo a fazer cinema. Com 88 anos, quase 70 anos de cinema

Roque Araújo é uma figura importante e reconhecida na Bahia, no Brasil e no Mundo por sua paixão pelo cinema. Ele trabalhou muito ao lado do cineasta Glauber Rocha e realizou em 1987 o documentário "No Tempo de Glauber", 150 minutos, sobre o trabalho e o pensamento glauberiano. Uma seleção das 38 horas de película deixadas por ele quando filmou seu último trabalho e uma "colagem" de momentos diversos do cineasta.

Como disse José Telles "Roque foi figura onipresente no Cinema Novo e, em especial, na obra do mais importante diretor dessa fase, Glauber Rocha".

No início do terceiro milênio, ele atuou na Diretoria de Artes Visuais e Multimeios (Dimas), órgão da Fundação Cultural do Estado da Bahia.

Hoje, mantém, sem apoio, em Cachoeira, na Estação Ferroviária, o Instituto Roque Araújo de Cinema e Audiovisual (IRA), desde 2014, um museu que atua na preservação e catalogação do acervo pessoal, que apresenta milhares de peças em sua exposição fixa. São documentos históricos e equipamentos raros preservados que têm um valor imensurável para a memória e identidade do cinema nacional.  

Ele foi diretor, diretor de arte, diretor de fotografia, ator - apareceu em "O Grito da Terra", de Olney São Paulo -, roteirista, editor, sonoplasta, assistente de câmera, eletricista e mais, inclusive trabalhando em filmes de Glauber Rocha.  

Roque Araújo palestrou sobre sua trajetória no Cinema Novo, ao lado do cineasta Glauber Rocha, principalmente, e suas andanças pelo mundo. Contou que foi sindicalista e lutou pelo reconhecimento das atividades ligadas ao cinema e que integrou o Conselho Nacional de Cinema (Concine), um órgão gestor do cinema brasileiro criado em 1976 e extinto em 1990. Reclamou que a Bahia precisa de um Museu do Cinema.

Pouco antes do início do evento, Dimas Oliveira teve a oportunidade de reencontrar com Roque Araújo, que recebeu autografado o livro "cinema demais". "Fazia tempo que não encontrava com ele", disse. O último encontro foi há quase 17 anos, em 7 de agosto de 2009, quando Dimas o convidou para participar do "Tributo a Olney São Paulo", que coordenou, uma "homenagem póstuma para manter viva na lembrança de Feira de Santana a obra do cineasta". Esse evento ocorreu na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), com realização da Prefeitura de Feira de Santana, no segundo governo do prefeito José Ronaldo de Carvalho, através da Secretaria de Cultura, Esporte Lazer e da Fundação Cultural Municipal Egberto Tavares Costa, além da Fundação Senhor dos Passos, através do Núcleo de Preservação da Memória Feirense. Roque Araújo junto com José Umberto e Tuna Espinheira participou no painel "A Importância de Olney São Paulo".

Cine Farol: o idealizador da iniciativa







1. Aderaldo Miranda abre o evento que idealizou

2. Aderaldo Miranda ouve fala de Dimas Oliveira

3. Aderaldo Miranda homenageia Oscar Santana

4. Aderaldo Miranda com Lula Oliveira e Joel Almeida

5. Aderaldo Miranda com Aline Bastos e convidada

6. Aderaldo Miranda com premiados e convidados

Fotos: Blog Demais

O cineasta cristão Aderaldo Miranda foi o idealizador do Cine Farol, cerimônia de premiação do cinema independente na Bahia, com a entrega do prêmio Resistência da Sétima Arte - Cinema É Resistir. O evento ocorreu na tarde de sábado, dia 6 de junho, no Museu de Arte da Bahia (MAB), na Vitória, em Salvador.

Produtor audiovisual, criador de conteúdos digitais e apaixonado pelo cinema, ele considera que o cinema independente deve celebrar sua força, daí ter promovido a importante iniciativa.

José Aderaldo de Miranda Souza, militar da Marinha, é formado em Administração com ênfase em Análise de Sistemas (Uniabeu, 2002), possui pós-graduação em Marketing (Ucam, 2007), mestrado em Educação (UTCD - Paraguai, 2010), mestrado em Ciências Navais (Escola Superior de Guerra, 2012) e bacharelado em Teologia (Seminário Teológico Batista do Nordeste, 2019). Ele atua na literatura e no cinema desde 2012, quando estudou roteiro com Marcos Rocha, no Rio de Janeiro. É autor de 12 livros e dezenas de roteiros, além de diretor e ator. Entre suas obras, "Legado de um Nauta", "Vivência de um Fuzileiro Naval", "Zeca e Zuza", "Ainda Há Tempo - De Boa", "Jaguara" e "Poemas & Canções". No cinema, realizou os filmes "Filhos de Tanquinho", "Lições de um Salvamento", "Escotilha de Boreste", "Amigos do Criador", "Lucas da Feira", "Veteranos - O Filme" e "Sobrevivendo no Pantanal".

sábado, 6 de junho de 2026

O cinema da Bahia em festa!



1. A estatueta é uma réplica de um farol
2. Respeitável público presente
3. Aderaldo Miranda, idealizador do evento
4. Roque Araújo, grande homenageado no Cine Farol
5. Oscar Santana, presença marcante
6. Dimas Oliveira com a estatueta
7. Josman Lima, outro feirense contemplado
8. Os premiados no Cine Farol

"O cinema da Bahia está em festa!" Assim, com entusiasmo, o cineasta Aderaldo Miranda, abriu o Cine Farol, cerimonia de premiação do cinema independente no estado, com a entrega do prêmio Resistência da Sétima Arte - Cinema É Resistir. 
Resistência foi a palavra chave do reconhecimento para 20 indicados, em momento ímpar ocorrido na tarde deste sábado, 6 de junho, no auditório do Museu de Arte da Bahia (MAB), na Vitória, em Salvador.
A cerimônia de premiação foi idealizado pelo cineasta Aderaldo Miranda, produtor audiovisual. Para ele, o cinema independente celebra a expressão de artistas que fazem da sétima arte uma maneira de arte livre. "A criatividade não encontra limites e ocupa espaços com histórias que ressoam com verdade", falou. 
O grande homenageado do evento foi  Roque Araújo, uma figura reconhecida na Bahia, no Brasil e no Mundo por sua paixão pelo cinema e por manter, sem apoio, em Cachoeira, na Estação Ferroviária, o Instituto Roque Araújo de Cinema e Audiovisual (IRA), desde 2014. O IRA atua na preservação e catalogação do acervo pessoal dele, que apresenta milhares de peças em sua exposição fixa. Os documentos históricos e equipamentos raros preservados pelo no museu tem um valor imensurável para a memória e identidade do cinema nacional. 
Roque Araújo é um nome importante desde os anos 60, quando a Bahia ainda estava aprendendo a fazer cinema. Ele foi diretor, diretor de arte, diretor de fotografia, ator - apareceu em "Grito da Terra", de Olney São Paulo -, roteirista, editor, sonoplasta, assistente de câmera, eletricista e mais, inclusive trabalhando em filmes de Glauber Rocha.  
Roque Araújo palestrou sobre sua trajetória no Cinema Novo, ao lado do cineasta Glauber Rocha, principalmente, e suas andanças pelo mundo. Contou que foi sindicalista e lutou pelo reconhecimento das atividades ligadas ao cinema e que integrou o Conselho Nacional de Cinema (Concine), um órgão gestor do cinema brasileiro criado em 1976 e extinto em 1990. Reclamou que a Bahia precisa de um Museu do Cinema.
Outros homenageados
Oscar Santana - diretor e roteirista de longas metragens como "O Caipora" (1964), "O Pistoleiro" (1975) e o curta "Caetanave" (1972), produtor de "Abrigo Nuclear" (1981) e "O Mágico e o Delegado" (1983), ator em "Redenção" (1959), "A Grande Feira" (1961) e "O Santo Módico" (1964), sonoplasta em "Grito da Terra" (1964). Natural de Salvador, nascido em 1935.
Ajurimar Sales - ator e cineasta premiado em Festival de Curtas Salto, ena estação turística de Salto, interior de São Paulo.
Braig Brothers - Aiky e Tales divididos entre a Europa e Brasil, são talentosos irmãos de Canavieiras. 
Aline Bastos - professora, atriz de teatro e cinema em Lauro de Freitas. 
Camila Gama - jornalista, atriz de teatro e cinema em Salvador;
Carlos Modesto - cineasta, escritor e memorialistam que conta a história do cinema na Bahia, como no livro "Oscar Santana:  60 Anos Fazendo Fita" (2023).
Dimas Oliveira - jornalista, cineasta e memorialista que há 59 anos, escreve sobre a sétima arte em jornais e revistas, em contínua atuação promovendo o cinema em Feira de Santana.
Flaviano Oliveira - ator e cineasta em Simões Filho.
Glauber Charles - cineasta especialista em efeitos especiais em Camaçari. 
Jean Oliver - ator e cineasta em Simões Filho.
Joél Áuves - ator e cineasta em Dias d'Ávila. 
Joseval dos Santos - gestor de talentos, ator e entusiasta da arte cinematográfica em Salvador.
Josman Lima - psicólogo, escritor, ator e fotógrafo em Feira de Santana.
Lucky Santiago - ator e cineasta em Salvador.
Lula Oliveira - jornalista e cineasta. É uma das vozes mais expressivas do audiovisual produzido na Bahia. Formado em Comunicação Social pela Ufba. Lula compartilhou a premiação com Joel Almeida - cineasta e cineclubista que tem uma longa trajetória com o cinema baiano. Natural de Cruz das Almas é bacharel e licenciado em História pela Ufba, com o trabalho "Roberto Pires e o Ciclo de Cinema da Bahia". É autor do trabalho de pesquisa "O Ator Negro no Contexto do Ciclo Baiano de Cinema".
Manas Borges - Lucy é fotógrafa e Bel é produtora de eventos em Irará.
Tonny Maravilha - ator e cineasta em Simões Filho.
Tudão Produções Audiovisuais - autoria do projeto Cinema no Coreto, levando arte e entretenimento para cidades do interior.
Waldeck Alves - professor, jornalista e teólogo em Santo Estêvão. À frente da TVDoor é umgrande entusiasta da arte cinematográfica.