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sexta-feira, 5 de junho de 2026

"Michael" tem data para lançamento digital

Grande sucesso do cinema em 2026, “Michael”, cinebiografia do Rei do Pop, já tem data para ser disponibilizado nas plataformas de streaming.


Um dos maiores sucessos do cinema de 2026, "Michael", a cinebiografia de Michael Jackson, já tem data prevista para chegar às plataformas de streaming. Depois de levar milhões de pessoas aos cinemas, o Rei do Pop promete emocionar seus fãs diretamente do conforto de suas casas. 
A estreia de "Michael" já tem data marcada no Prime Video. A partir de segunda-feira, dia 8 de junho de 2026, às 23 horas (horário de Brasília), o filme que retrata a carreira de um dos maiores nomes da música estará disponível para compra por R$ 59,90. A opção de aluguel também será disponibilizada, com valor ainda a ser divulgado.

Sessões no cinema estão diminuindo

O sucesso de "Michael" é inegável, e a recomendação para quem quer assistir ao longa nas telas de cinema é que se adiantem, pois, com o lançamento do filme nas plataformas digitais e o passar do tempo, a tendência é que as sessões sejam reduzidas e, em breve, "Michael" saia de cartaz. No Orient CinePlace Boulevard, em Feira de Santana, sessões às 15h20, 18 horas e 20h40.

Para quem já assistiu, porém, a disponibilização do longa no streaming significa uma oportunidade para reassistir a produção que arrastou multidões de fãs do Rei do Pop aos cinemas.

"Michael" arrecadou valor bilionário 

O longa "Michael", estreado por Jaafar Jackson - sobrinho de Michael Jackson -, é um sucesso. Ao redor do planeta, o longa já arrecadou U$ 853.563.689,00 (cerca de R$ 4,3 bilhões), sendo U$ 31,1 milhões do valor vindo apenas de cinemas brasileiros. No panorama geral, 59,7% da bilheteria é internacional, e países como França, Alemanha, Itália, Reino Unido, Brasil, México e Austrália.

Fonte: portalpopline-com-br

Cine Farol: Prêmio Resistência da Sétima Arte

Cerimonia de premiação do cinema independente no Museu de Arte da Bahia


O cinema independente da Bahia estará em festa neste sábado, dia 6 de junho de 2026, entre 15 e 17 horas. O Museu de Arte da Bahia (MAB), em Salvador, será palco do Cine Farol, cerimonia de premiação do cinema independente na Bahia. Com o prêmio Resistência da Sétima Arte - Cinema É Resistir, o reconhecimento aos "guardiões de narrativas que muitas vezes fogem dos grandes estúdios, mas que ganham vida e impacto por meio da coragem e da paixão".

O evento foi idealizado pelo cineasta Aderaldo Miranda, produtor audiovisual e apaixonado pelo cinema. Ele percebe que o cinema independente celebra a força e a expressão dos artistas que fazem do cinema uma forma de arte livre, onde a criatividade não encontra limites e as histórias ressoam com verdade.

Aderaldo afirma que "o cinema independente não pede espaço, ele ocupa. Enquanto a indústria repete fórmulas seguras e lucra com o previsível, o cinema independente arrisca, provoca e incomoda. O cinema independente não existe para agradar, existe para dizer o que o mercado tenta calar." 

- Cada filme independente é um ato de resistência contra a ideia de que só quem tem dinheiro pode contar narrativas que importam - diz Aderaldo. Celebrando essa resiliência, ele reitera que o cinema independente "não é alternativa, é confronto. E enquanto tentarem reduzir a arte a produto, a gente continua filmando. Com pouco recurso, muita urgência e zero disposição para se curvar."

O grande homenageado desta cerimonia será o professor e cineasta Roque Araújo, conhecido na Bahia, no Brasil e no mundo por sua paixão pelo cinema e por seu inestimável acervo audiovisual, Roque Araújo em sua longa carreira fez quase tudo no cinema, realizou trabalhos em direção de fotografia, iluminação, elétrica, motorista, ator, direção geral, dentre outros. Uma lenda do cinema na Bahia. 

Dentre os homenageados, o jornalista e memorialista Dimas Oliveira que há 59 anos, escreve sobre a sétima arte em jornais e revistas, em contínua atuação promovendo a sétima arte em Feira de Santana. Ele também fez cinema Super 8 nos anos 1980 e foi assistente do cineasta José Umberto nos filmes "Ser Tão" e "Cantos Flutuantes".

Outros nomes: professor, jornalista e teólogo Waldeck Alves de Santo Estêvão, grande entusiasta da arte cinematográfica; Ajurimar Sales, da TVE, premiado no festival de curtas em São Paulo; Flaviano Oliveira, de Simões Filho; Joél Áuves, de Dias D'Ávila; Lucky Santiago, de Salvador; Mineirinho, de Simões Filho; Glauber Charles, de Camaçari; Luiz Miguel, de Lauro de Freitas;  Meire Vinhas, de Feira de Santana; Carlos Modesto, Sandra Lopes, Joseval Santos, Camila Gama, os quatro de Salvador; Aline Bastos, de Lauro de Freitas, e Tonny Maravilha mais Jean Oliver, de Simões Filho, fazem parte do seleto grupo de abnegados cineastas premiados têm dedicado suas vidas a contar histórias que emocionam, provocam e inspiram. Através de seu talento e persistência, esses artistas mantêm viva a essência do cinema independente.

Com informações de Aderaldo Miranda

quinta-feira, 4 de junho de 2026

"Michael" é maior bilheteria da Universal no Brasil


O drama musical "Michael", de Antonio Fuqua, se torna o maior lançamento da história da Universal Pictures no Brasil. Conforme informações divulgadas pelo estúdio, o longa já levou 6,8 milhões de espectadores aos cinemas e acumula arrecadação superior a R$ 155 milhões no país. "Michael" entra em sétima semana em cartaz, inclusive em Feira de Santana. No Orient CinePlace Boulevard, sessões às 15h20, 18 horas e 20h40.

O desempenho de "Michael" chamou a atenção desde a estreia, em 23 de abril. No primeiro fim de semana em cartaz, o filme registrou a maior abertura de 2026 no Brasil, com mais de 1,7 milhão de ingressos vendidos e arrecadação superior a R$ 40 milhões.

Além do sucesso nacional, o filme ainda acumula resultados expressivos no mercado internacional. Em maio, o longa ultrapassou a marca de 700 milhões de dólares em bilheteria global e se consolidou entre os filmes de maior arrecadação do ano.

    Visão de "Boi de Prata"




    Assista ao filme: https://www.youtube.com/watch?v=2KkeA3nUyaw

    Recebi do cineasta José Umberto Dias, o link do filme "Boi de Prata", de Augusto Ribeiro Jr. (Foto), cineasta potiguar, nascido em Caicó (1949-1995). Um filme icônico que era tido como perdido.

    Não conhecia essa raridade fílmica, que é considerada um clássico do cinema potiguar e nacional. Foi um um dos primeiros filmes produzidos pelo modelo de regionalização da produção, implantado pela Embrafilme em 1976. Mas ao contrário do que era previsto pelo contrato com a Embrafilme, o "Boi de Prata" nunca foi distribuído para os cinemas do país. Depois de algumas pré-estreias e participações em festivais, caiu nas sombras e no silêncio das prateleiras da estatal de cinema.

    "Boi de Prata" foi filmado e montado entre 1976 e 1980. Fez parte do seminário "Boi de Prata - 40 anos pensando o Brasil a partir do sertão do RN", nascido a partir de pesquisa da publicitária e historiadora Flávia Assaf, que durante três anos analisou a obra em sua dissertação de mestrado e que lançou o  livro "Boi de Prata: estreia do sertão do Seridó no cinema terceiro mundista brasileiro".

    Em sua terra é que ele filmou a trama: o rico fazendeiro Elói Dantas (Álvaro Guimarães), retorna da Europa decidido a aumentar ainda mais seu patrimônio explorando minérios. Acompanha-o sua esposa Beatriz (Fátima Barreto), sempre embiagada e ansiosa por voltar a Londres. Associado a grupos estrangeiros, Elói  pretende xplorar ouro e xelita e, para isso, tenta se apropriar do pequeno sítio de Antônio Vaqueiro (José Marinho), rico nesses minerais. Desesperado, Antonio corre em auxílio da curandeira cigana Maria dos Remédios (Luiza Maranhão) e do poeta e sonhador Tião Poeta (Lenicio Queirogo) para enfrentar a ganância de Elói e tentar salvar a terra que lhe resta. Tião sonha com o boi de prata - brilhante e misterioso - símbolo da libertação do povo. O fazendeiro contrata jagunços armados para invadir a propriedade de Antonio. Este, junto com Tião, constrói um muro de pedras, usando a música como arma de defesa contra os invasores, que logo o destroem com dinamite. Antonio é assassinado e Tião, torturado. Depois, durante um churrasco, Elói, vitoriosom e Beatriz, completamente embriagada, assistem a uma apresentação de bumba-meu-boi. O fazendeiro provoca o boi, que o derruba. De dentro do boi surge Tião, empunhando uma faca, e mata Elói. Todos fogem, encontrando pelo caminho o boi de prata, que passam a seguir.

    Zé Coió como fonte histórica

    Além do publicitário e cronista, José Carlos Pedreira deixou um acervo valioso para pesquisadores interessados na história, na cultura, na economia, na política e no cotidiano de Feira de Santana




    Por Everaldo Goes 

    Talvez ainda não tenhamos percebido a real dimensão da importância do legado deixado por José Carlos Pedreira, o Zé Coió, que nos deixou no último domingo, 31 de maio de 2026, aos 88 anos. Entre as muitas homenagens prestadas ao publicitário, empresário e comunicador, merece destaque um aspecto que extrapola sua trajetória profissional. Para pesquisadores interessados na história, na cultura, na economia, na política e no cotidiano de Feira de Santana, sua obra constitui um acervo de valor extraordinário.

    Ao longo de décadas, Zé Coió registrou fatos, personagens, acontecimentos, costumes e transformações da cidade. Em muitos casos, não escreveu apenas como observador. Foi testemunha ocular dos acontecimentos, conviveu com inúmeros personagens que retratou e participou de ambientes sociais, culturais, econômicos e políticos que depois transformou em narrativa. Seus textos preservam memórias que dificilmente seriam encontradas em documentos oficiais ou relatórios administrativos.

    A relevância desse material pode ser compreendida à luz da própria evolução da pesquisa histórica. Desde a renovação promovida pela Escola dos Annales, na primeira metade do século 20, historiadores como Marc Bloch e Lucien Febvre demonstraram que a História não se constrói apenas com leis, atas, decretos ou grandes acontecimentos políticos. Memórias, experiências cotidianas, práticas culturais e testemunhos também constituem fontes fundamentais para compreender uma sociedade.

    Um patrimônio documental da cidade

    Sob essa perspectiva, os textos de Zé Coió assumem importância singular. Neles encontramos informações sobre pessoas, famílias, empresas, manifestações culturais, relações sociais, espaços urbanos, lideranças políticas e transformações econômicas que marcaram diferentes períodos da história feirense. Jacques Le Goff lembrava que todo documento é também um testemunho do seu tempo. Peter Burke destacou a importância da História Cultural. Carlo Ginzburg mostrou como pequenos indícios podem revelar aspectos profundos de uma sociedade. A produção de Zé Coió dialoga diretamente com essas reflexões ao registrar o cotidiano da cidade por meio de seus personagens e histórias.

    Seus escritos constituem fonte valiosa para historiadores, sociólogos, jornalistas, memorialistas, estudantes, mestrandos e doutorandos interessados em compreender Feira de Santana. Em uma cidade que passou por profundas transformações urbanas, econômicas e sociais ao longo do século 20 e início do século 21, seus relatos ajudam a reconstruir cenários, identificar protagonistas e compreender modos de vida que poderiam desaparecer com o passar do tempo.

    Mais do que uma homenagem póstuma, talvez seja o momento de pensar na preservação desse patrimônio documental. A digitalização, catalogação e disponibilização pública de sua produção permitiriam que futuras gerações tivessem acesso a uma parcela significativa da memória feirense. Quando uma pessoa parte, desaparecem experiências e saberes acumulados ao longo da vida. Mas quando seus registros permanecem preservados, a memória continua dialogando com o futuro.

    É por isso que a obra de Zé Coió não pertence apenas ao passado. Ela constitui um legado para todos aqueles que desejarem compreender e interpretar a história de Feira de Santana.

    Fonte: @feirahoje

    Anuário Leite 2026 traz balanço da cadeia de lácteos e Encarte Especial sobre os 50 anos da Embrapa Gado de Leite


    Já está disponível o Anuário Leite 2026, da Embrapa Gado de Leite, com estatísticas, análises e artigos atuais sobe o desempenho da cadeia dos lácteos no país e no mundo. Destaque, também, para o Especial "Embrapa Gado de Leite, 50 anos", com pesquisas que fizeram e continuam fazendo história e contribuem para o aumento da produção e da produtividade da pecuária leiteira do Brasil, além dos avanços em nutrição, sanidade, manejo, gestão e profissionalismo da atividade.
    "Com rebanho de 15 milhões de vacas, o Brasil produz 38 bilhões de litros de leite, posicionando-se como um dos três maiores produtores no mundo. Há 50 anos, 12 milhões de vacas produziam 8 bilhões de leite de leite por ano. O trabalho da Embrapa Gado de Leite tem muita responsabilidade nesse processo", diz o jornalista Nelson Rentero, editor-chefe do Anuário Leite 2026, publicação produzida pelo Grupo Texto.
    O Anuário Leite 2026 traz entrevista com José Luiz Bellini, chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, além de diversos artigos sobre o mercado de lácteos no Brasil e no mundo, consumo, perfil da pecuária leiteira e pesquisas, com destaque para "Biópsia embrionária para seleção genômica em embriões bovinos", matéria de capa da edição, e um artigo exclusivo (Leite é vida!) do ex-ministro Roberto Rodrigues.
    O Encarte Embrapa Gado de Leite, 50 anos reúne pesquisas, estatísticas e análises sobre as transformações da cadeia produtiva nas últimas cinco décadas, marcadas pelo avanço tecnológico, intensificação dos sistemas de produção e maior profissionalização das fazendas leiteiras. O conteúdo especial inclui artigos de personalidades que dão seu testemunho sobre a importância e a contribuição da Embrapa Gado de Leite.
    O Anuário do Leite 2026 está disponível para download gratuito no site da Embrapa Gado de Leite (https://www.embrapa.br/gado-de-leite/publicacao) e no site do Grupo Texto (www.grupotexto.com.br/projetos/).
     

    Enviado por Graziele Oliveira - Texto Comunicação Corporativa

    Cinema no Casarão homenageia os 90 anos de nascimento de Olney São Paulo

    Exibição dos filmes "Pinto Vem Aí" e "Manhã Cinzenta" e palestra de Yves São Paulo





    No dia 26 de junho de 2026, o projeto Cinema no Casarão realiza uma edição especial em homenagem aos 90 anos de nascimento do cineasta Olney São Paulo (7 de agosto de 1936), um dos mais importantes nomes da história do cinema brasileiro e referência da realização audiovisual baiana.

    A programação da Fundação Senhor dos Passos, através do Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie E. Poppino, na Sala Dimas Oliveira, no Casarão Fróes da Motta, celebra o legado do diretor com a exibição de dois filmes marcantes de sua trajetória: "Pinto Vem Aí" (1976) e "Manhã Cinzenta" (1969). As obras revelam a força criativa, o olhar crítico e o compromisso artístico que fizeram de Olney São Paulo uma figura fundamental do cinema nacional.

    Além da sessão dupla, o público participa de uma palestra especial com Yves São Paulo, sobrinho do cineasta - pós-doutorando (Uefs), doutor e mestre em Filosofia (Ufba), graduado em Filosofia (Uefs), que publicou a coletânea "Olney São Paulo Por Ele Mesmo", com os artigos, crônicas e entrevistas publicadas em jornais e revistas por Olney São Paulo ao longo da carreira -, que vai compartilhar memórias, reflexões e informações sobre a vida, a obra e a contribuição de Olney para a cultura brasileira.

    Reconhecido por sua atuação inovadora e por abordar temas sociais e políticos em suas produções, Olney São Paulo deixou um legado que continua inspirando cineastas, pesquisadores e amantes do cinema em todo o país. A homenagem promovida pelo Cinema no Casarão busca preservar essa memória e aproximar novas gerações de sua obra.

    O evento é gratuito e aberto ao público em geral, proporcionando uma oportunidade de encontro com a história do cinema brasileiro e de valorização de um dos mais relevantes artistas baianos do século XX.

    Mais do que uma celebração, a edição especial do Cinema no Casarão será um momento de reconhecimento da trajetória de Olney São Paulo e de sua contribuição permanente para a cultura e o cinema brasileiro.

    Roteiro do Orient CinePlace Boulevard

    Por Dimas Oliveira e Milena Batista

    PRÉ-ESTREIA


    DIA D  
    (Disclosure Day), de Steven Spielberg, 2026. Com Emily Blunt, Josh O'Connos, Colin Firth, Colman Domingo e Eve Hewson. Ficção científica. "Tudo será divulgado" é a frase de efeito do filme. Na trama, a questão: "Se você descobrisse que não estamos sozinhos, se alguém abrisse seus olhos e te mostrasse, provasse isso, você ficaria assustado, com medo?" Cópia dublada.  Duração: 168 minutos. Não recomendado para menores de 12 anos. Horário: 19h20, na quarta-feira, 10.

    LANÇAMENTOS NACIONAIS


    MESTRES DO UNIVERSO
    (Masters of the Universe), de Travis Knight, 2026. Com Nicholas Galitzine, Camila Mendes, Idris Elba, Jared Leto e Morena Baccarin. Ação e aventura. Nas regiões mais distantes do espaço, o reino de Eternia é ameaçado pelo vilão Skeletor e seus maléficos exércitos das trevas. Para salvar o reino de seu pai e proteger a vida daqueles que ele ama, o jovem Príncipe Adam precisa recuperar uma espada mítica e se tornar o lendário guerreiro conhecido apenas como "He-Man". Cópia Dublada. Duração: 133 minutos. Não recomendado para menores de 12 anos. Horários: 13 horas, 15h40, 18h20 e e 21 horas. 


    TODO MUNDO EM PÂNICO
    (Scary Movie), de Michael Tiddes, 2026. Com
    Anna Faris, Regina Hall e Marlon Wayans. Comédia de terror. Mais de 25 anos depois de escaparem de um assassino mascarado muito familiar, o quarteto formado por Shorty, Ray, Cindy e Brenda está novamente na mira do criminoso e nenhuma franquia de terror está a salvo. Os quatro se envolvem em uma confusão com assassinos, monstros e criaturas sobrenaturais. Cópia dublada.  Duração: 90 minutos. Não recomendado para menores de 11 anos. Horários: 13h20, 15h20, 17h20 e 19h20. 

    CONTINUAÇÕES

    O DIABO VESTE PRADA 2 (The Devil Wears Prada 2), de David Frankel, 2026. Com Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt, Stanley Tucci, Lady Gaga e Kenneth Branagh. Comédia. Quando Miranda Priestly se aproxima da aposentadoria, ela se reúne com Andy Sachs para enfrentar sua ex-assistente que se tornou rival: Emily Charlton. Quinta semana. Cópia dublada. Duração: 120 minutos. Não recomendado para menores de 10 anos. Horários: 13 e 21 horas.
    MICHAEL (Michael), de Antoine Fuqua, 2026. Com Jaafar Jackson, Colman Domingo, Nia Long e Juliano Valdi.
    Drama biográfico musical. Narra a história do "Rei do Pop" Michael Jackson. Desde sua infância como estrela do Jackson Five, passando por momentos de abuso por parte de seu pai Joe Jackson. Ao seu sucesso "Thriller". Sexta semana. Cópia dublada. Duração: 128 minutos. Não recomendado para menores de 14 anos. Horários: 15h20, 18 horas e 20h40.
    Programação - sujeita a alteração - até terça-feira, 10 de junho.

    Decretos de Lula, censura e a propaganda autorizada

    A liberdade de expressão não existe para proteger opiniões unânimes. Ela existe justamente para proteger o dissenso, a crítica inconveniente e até discursos considerados excessivos. Sem isso, resta apenas propaganda autorizada. 

    Por Catarina Rochamonte para o Monitor da Democracia:

    Liberdade de opinião e expressão é eixo da democracia; quase sinônimo. Historicamente, sempre que democracias foram derrubadas por golpes de violência, a primeira providência das ditaduras adventícias – de esquerda ou de direita – foi o controle da opinião: submetidos os dissidentes ao código de penas de prisão e morte, o conjunto da sociedade se vê constrangido a opinar e se expressar nos moldes orientados pelo grupo no poder.

    Todavia, nas últimas décadas do séc. XX e primeiras décadas deste séc XXI, de modo geral, a destruição de democracias abandonou o método da violência brutal e direta, substituindo-o pelo método "soft" de violências institucionais sub-reptícias.

    Há formas de autoritarismo que não chegam vestidas de farda. Não suspendem eleições, não fecham jornais, não rasgam a Constituição diante das câmeras. Ao contrário: apresentam-se em linguagem técnica, burocrática, jurídica, supostamente civilizatória. Falam em "proteção", "segurança", "combate à desinformação", "responsabilidade digital", etc.

    Nos países em que democracias mais ou menos tradicionais e sólidas vão sendo destruídas, as arbitrariedades institucionais são bastante variáveis nas suas específicas formas. Nessa variedade destaca-se a criatividade do que podemos chamar de "jeitinho brasileiro"; a começar pela última novidade, que vem a ser a assinatura dos decretos presidenciais de 20 de maio de 2026, que fazem parte de um pacote de medidas voltadas para a segurança digital e atualização do Marco Civil da Internet.

    Quando aprovado em 2014, o artigo 19 estabelecia que plataformas somente poderiam ser responsabilizadas por conteúdos de terceiros após descumprimento de ordem judicial específica. Havia ali uma tentativa de impedir censura privada e garantir que a decisão sobre ilegalidade fosse tomada por um juiz, dentro do devido processo legal.

    Sob pressão do STF, porém, e de sucessivas interpretações expansivas acerca da responsabilidade das plataformas, instituiu-se um sistema no qual as empresas são instadas a agir preventivamente para evitar punições milionárias.

    O texto do recente decreto presidencial estabelece um dever de cuidado e imputa responsabilidade civil e administrativa direta às big techs (como X, Meta e Google) se houver falha na remoção imediata de publicações que configurem crimes. As plataformas não devem esperar por uma ordem judicial, mas precisam monitorar riscos e derrubar conteúdos assim que receberem uma denúncia.

    Nenhuma democracia séria ignora crimes, ameaças, terrorismo ou exploração infantil na internet. O problema começa quando conceitos deliberadamente vagos passam a justificar mecanismos permanentes de vigilância e supressão do discurso público. É isso que está acontecendo no Brasil. Entre os atos indicados como ilícitos na regulação do governo federal está, por exemplo, a desinformação; já golpe de Estado e ataques à democracia são indicados como crimes.

    Mas quem define o que é "desinformação" ou "ataque à democracia"? Já ouvimos altas autoridades afirmarem que solicitar a investigação de ministros do STF após a divulgação de inúmeros indícios de envolvimento de três deles com o maior escândalo financeiro dos últimos tempos é um "ataque à democracia". Defender impeachment de ministro também já foi considerado ataque à democracia.

    Postar foto de Lula e Janja com Deolane Bezerra, presa por envolvimento com o PCC é considerado desinformação? Defender anistia dos presos pelo 8 de janeiro de 2023 configura ataque à democracia?

    Não se sabe ao certo o que será considerado uma "desinformação" ou um "ataque à democracia", mas já se sabe qual órgão supervisionará o processo de comunicação da Internet no Brasil com vistas às futuras punições das plataformas; será a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), uma agência reguladora vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.

    Em vez de um modelo centrado no Judiciário, cria-se com isso uma estrutura administrativa de controle sobre circulação de conteúdo, o que altera bastante a lógica original do Marco Civil. O decreto presidencial transfere a um órgão vinculado ao Poder Executivo competências de fiscalização, regulamentação e punição relacionadas ao discurso na Internet.

    Não há dúvida que as big techs, ainda que tão somente por temor das multas, haverão de praticar a censura em larga escala, excluindo a opinião de milhões de cidadãos brasileiros. Com efeito, o governo Lula, acumpliciado com o STF, acaba de estabelecer nas redes sociais uma forma bastante eficaz de censura prévia.

    Outro elemento bastante preocupante em relação ao referido decreto é a transferência crescente de poder do Legislativo para arranjos entre Executivo e Judiciário. O governo utilizou um decreto presidencial (um ato unilateral do Executivo) para legislar sobre regras que estavam sendo debatidas no Congresso Nacional. Ao contornar o Poder Legislativo, o presidente Lula valeu-se, em ano eleitoral, de uma manobra autoritária para controlar o fluxo de informações na internet.

    Mudanças substanciais que envolvam risco à liberdade de expressão e limitação do debate público devem ser discutidas amplamente pela sociedade e deliberadas pelo Congresso Nacional, não consolidadas por decisões judiciais expansivas e posteriormente regulamentadas por decreto presidencial.

    Não se trata aqui de defender abusos digitais ou anarquia virtual. Calúnia, ameaça, perseguição, terrorismo, exploração infantil e incitação direta à violência já possuem previsão legal. O ordenamento jurídico brasileiro dispõe de instrumentos suficientes para responsabilização de ilícitos concretos.

    O que estamos discutimos nesse artigo não é isso, mas a criação de um ambiente político e institucional no qual conceitos subjetivos, patrulha, fiscalização administrativa e medo passam a cercear o debate público.

    Um país em que, valendo-se da interpretação subjetiva de conceitos vagos e polissêmicos, burocratas da administração pública passam a determinar os contornos do discurso aceitável é um país que lentamente substitui a liberdade individual pela tutela estatal.

    Infelizmente parte da sociedade parece aceitar esse processo desde que a censura atinja "o outro lado". A geração que saiu às ruas pedindo democracia após a ditadura parecia compreender que liberdade de expressão era cláusula vital. Hoje, muitos defendem mecanismos de cancelamento desde que direcionados aos adversários políticos.

    Nenhum censor se apresenta como censor. Ele sempre surge como guardião do bem comum. O controle do discurso nunca começa dizendo "queremos controlar o discurso". É mais fácil começar dizendo: "precisamos combater os inimigos da democracia". Em nome da proteção das instituições, destrói-se precisamente o fundamento que legitima instituições livres: a possibilidade de crítica.

    A liberdade de expressão não existe para proteger opiniões unânimes. Ela existe justamente para proteger o dissenso, a crítica inconveniente e até discursos considerados excessivos. Sem isso, resta apenas propaganda autorizada.

    quarta-feira, 3 de junho de 2026

    6ª Volta da Uefs apresenta identidade visual no Dia Internacional da Corrida e celebra os cinquenta anos da instituição

    Prova mais aguardada do calendário acadêmico ganha novo símbolo visual em data alusiva ao esporte, enquanto a corrida de rua segue em franca expansão entre os feirenses


    A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) escolheu o Dia Internacional da Corrida, 3 de junho, para apresentar a marca da sexta edição da Volta da Uefs. O lançamento ocorre em ano no qual a instituição completa 50 anos de fundação, data que será lembrada ao longo de toda a programação esportiva e cultural da universidade em 2026.
    A nova identidade visual foi desenvolvida pelo artista visual Antonio Felix e tem como elemento central o pórtico de entrada da Uefs. O desenho, construído a partir de traços gestuais que remetem à espontaneidade do movimento humano, busca representar o encontro entre o espaço universitário e a prática esportiva. A tipografia, igualmente composta por formas expressivas e irregulares, dialoga com a diversidade da comunidade acadêmica e com o caráter participativo do evento.
    De acordo com a justificativa divulgada pela organização, a paleta de cores foi definida com base em dois significados. O amarelo comunica energia, visibilidade e celebração, além de estabelecer relação com o Setembro Amarelo, mês em que a prova será realizada e que dedica atenção à saúde mental. O roxo, por sua vez, simboliza criatividade, reflexão e produção de conhecimento, pilares da atividade universitária.
    A escolha da data de lançamento coincide com a consolidação da corrida de rua como fenômeno esportivo em Feira de Santana. Nos últimos anos, a modalidade tem atraído número crescente de adeptos, com o surgimento de assessorias esportivas, grupos de treino organizados e maior ocupação de espaços públicos como parques e avenidas para a prática do esporte. A Volta da Uefs posiciona-se nesse cenário como um dos eventos que integram a comunidade universitária à população da cidade.
    A procura popular pela prova tem sido crescente e consistente. Em 2025, foram oferecidas 1.500 vagas, preenchidas em curto intervalo de tempo. Para a edição de 2026, diante da demanda expressiva registrada nos últimos anos e em razão das comemorações dos 50 anos da universidade, a organização ampliará o número de inscrições para 3.000 vagas, distribuídas entre os percursos de 5 quilômetros e 10 quilômetros.
    A sexta edição da prova está programada para o dia 27 de setembro de 2026. Os percursos previstos terão largada e chegada no campus da universidade.
    SOBRE A VOLTA DA UEFS
    A Volta da Uefs é uma corrida de rua consolidada no calendário esportivo de Feira de Santana, realizada no campus da Universidade Estadual de Feira de Santana. Vinculada ao Programa de Qualidade de Vida da Subgerência de Segurança do Trabalho e Qualidade de Vida, subunidade da Pró-Reitoria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas, o evento teve edições em 2014, 2015, 2023, 2024 e 2025.
    A prova busca incentivar a reflexão sobre um estilo de vida mais saudável e estimular a prática esportiva. Configura-se como evento esportivo e cultural com objetivos nas áreas da saúde, educação e lazer, destacando-se como ação social relevante: o processo de inscrição dos corredores envolve doação de sangue e arrecadação de alimentos não perecíveis.
    Além de promover a manutenção da saúde pela atividade física e resgatar a vibração esportiva do campus, a Volta da Uefs gera impacto social positivo ao direcionar os alimentos doados a instituições sérias da cidade e ao unir comunidade universitária e externa em torno da doação altruísta de sangue.
    Na última edição, o engajamento garantiu mais de 300 bolsas de sangue doadas ao Hemoba.
    O lançamento da prova também reforça a importância da doação de sangue em todas as épocas do ano, sobretudo no período festivo junino, quando os estoques dos hemocentros historicamente se tornam mais escassos.
    Informações: inscrições, horários e regulamento serão divulgados exclusivamente pelos canais oficiais do evento. Acompanhe as novidades nas redes sociais oficiais da Volta da Uefs.

    Com informações da jornalista Juliana Vital

    Boulevard Shopping tem horários especiais de funcionamento para o mês de junho



    O Boulevard Shopping Feira de Santana divulga os horários de funcionamento para datas especiais no mês de junho. As alterações ocorrem em razão dos feriados de Corpus Christi e São João, além dos jogos da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo.

    Confira abaixo o detalhamento das datas e horários:

    Quinta-feira - 4 de junho (Feriado Corpus Christi)

    Lojas e quiosques das 9 às 22 horas 

    Praça de alimentação: 9 às 22 horas  

    Outback: 11h30 às 22h30  

    Sam's Club: 8 às 21 horas  

    Farmácia Brito: 8 às 21 horas  

    Lotérica Boulevard: 8 às 21 horas  

    Clínica Saúde Center: 7 às 20 horas 

    Clinos: fechada

    Segunda-feira - 22 de junho

    Lojas e quiosques das 9 às 23 horas 

    Praça de alimentação: 9 às 23 horas  

    Outback: 11h30 às 22h30  

    Sam's Club: 8 às 22 horas  

    Farmácia Brito: 8 às 22 horas  

    Lotérica Boulevard: 9 às 21 horas  

    Clínica Saúde Center: 7 às 22 horas 

    Clinos: 9 às 22 horas

    Terça-feira - 23 de junho (véspera de São João)

    Lojas e quiosques das 9 às 16 horas 

    Praça de alimentação: 9 às 16 horas  

    Outback: 11h30 às 17 horas  

    Sam's Club: 8 às 17 horas  

    Farmácia Brito: 8 às 17 horas  

    Lotérica Boulevard: 8 às 16 horas  

    Clínica Saúde Center: 7 às 13 horas 

    Clinos: fechada

    Quarta-feira - 24 de junho (São João)

    Lojas e quiosques: fechadas 

    Praça de alimentação: fechada 

    Outback: 11h30 às 22h30  

    Sam’s Club: 7 às 16 horas  

    Farmácia Brito: 8 às 16 horas  

    Lotérica Boulevard: fechada 

    Clínica Saúde Center: fechada 

    Clinos: fechada

    Jogo do Brasil será transmitido na Praça de Alimentação

    Além dos horários diferenciados durante os feriados de junho, o Boulevard Shopping preparou uma programação especial para os amantes do futebol. No dia 13 de junho, durante a partida entre Brasil e Marrocos, o shopping encerrará suas atividades às 18 horas para a transmissão do jogo, que será exibido em telão na Praça de Alimentação a partir das 19 horas. Os clientes que permanecerem no local poderão contar com o funcionamento da Praça de Alimentação e do Outback durante a partida.

    Já no dia 19 de junho, quando o Brasil enfrenta o Haiti, não haverá transmissão da partida e o shopping funcionará até as 20h30. Em 24 de junho, durante o confronto entre Brasil e Escócia, não haverá transmissão e o empreendimento permanecerá fechado em razão do feriado de São João, apenas o Outback funcionará durante o horário do jogo e seguirá aberto até às 22h30.


    Enviado por ComunicAtiva Associados 



    Hora de acordar, Brasil

    Chega de ser o país do futuro. A hora de construir o presente é agora


    Por Paulo Cesar Bastos
    Saber concretizar os bons sonhos é, antes de tudo, a consciência e o exercício da cidadania de que não deveremos continuar sendo, eternamente, o país do futuro. Precisamos agir para a construção, hoje e agora, do país do presente.
    A solução passa bem longe da omissão. Urge a benéfica união. Salve o trabalho e viva a produção.
    Para edificar o país que sonhamos e desejamos, o caminho passa pela transformação de todos os nossos melhores sonhos em nossas melhores realizações. Forte atitude, decisiva ação e menos locução. Pensamento positivo e trabalho criativo para gerar o resultado produtivo.
    Hora de acordar, brava gente, para o desenvolvimento inteligente. Para seguir tocando em frente, inovar é preciso, empreender é fundamental e planejar é estratégico. Acrescente-se a isso gestão eficaz e eficiente, junto com tecnologia capacitada e competente.
    Com fé, gratidão e esperança, a gente vai escolher o bom rumo, caminhar e avançar. Que assim seja. Paulo Cesar Bastos é engenheiro civil e produtor rural.

    Roteiro do Orient CinePlace Boulevard

    Por Dimas Oliveira e Milena Batista

    PRÉ-ESTREIA 


    TODO MUNDO EM PÂNICO
     (Scary Movie), de Michael Tiddes, 2026. Com 
    Anna Faris, Regina Hall e Marlon Wayans. Comédia de terror. Mais de 25 anos depois de escaparem de um assassino mascarado muito familiar, o quarteto formado por Shorty, Ray, Cindy e Brenda está novamente na mira do criminoso e nenhuma franquia de terror está a salvo. Os quatro se envolvem em uma confusão com assassinos, monstros e criaturas sobrenaturais. Cópia dublada.  Duração: 90 minutos. Não recomendado para menores de 11 anos. Horários: 19 e 21 horas. Nesta quarta-feira, 3.

    LANÇAMENTO NACIONAL

    BACKROOMS: UM NÃO LUGAR (Backrooms), de Kane Parsons, 2026. Com Chiwetel Ejiofor, Renate Reinsve e Mark Duplais. Terror. Em uma dimensão além da realidade, uma terapeuta é forçada a enfrentar o desconhecido para trazer seu paciente desaparecido de volta ao mundo real. Cópia dublada.  Duração: 110 minutos. Não recomendado para menores de 16 anos. Horário: 16h40.

    CONTINUAÇÕES

    STAR WARS: O MANDALORIANO E O GROGU (Star Wars: The Mandalorian and Grogu), de Jon Favreau, 2026. Com Pedro Pascal e Sigourney Weaver. Ficção-cientítica. O caçador de recompensas solitário, o Mandaloriano Din Djarin e seu aprendiz Grogu, o Baby Yoda, embarcam em uma empolgante aventura de Guerra nas Estrelas. Segunda semana. Cópia dublada.  Duração 132 minutos. Não recomendado para menores de 14 anos. Horário: 14 horas.

    O DIABO VESTE PRADA 2 (The Devil Wears Prada 2), de David Frankel, 2026. Com Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt, Stanley Tucci, Lady Gaga e Kenneth Branagh. Comédia. Quando Miranda Priestly se aproxima da aposentadoria, ela se reúne com Andy Sachs para enfrentar sua ex-assistente que se tornou rival: Emily Charlton. Quinta semana. Cópia dublada. Dração: 120 minutos. Não recomendado para menores de 10 anos. Horários: 13h10, 15h30,18 horas e 20h50.
    MICHAEL (Michael), de Antoine Fuqua, 2026. Com Jaafar Jackson, Colman Domingo, Nia Long e Juliano Valdi.
    Drama biográfico musical. Narra a história do "Rei do Pop" Michael Jackson. Desde sua infância como estrela do Jackson Five, passando por momentos de abuso por parte de seu pai Joe Jackson. Ao seu sucesso "Thriller". Sexta semana. Cópia dublada. Duração: 128 minutos. Não recomendado para menores de 14 anos. Horários: 13h05, 15h35, 18h15 e 20h55.
    Programação - sujeita a alteração - desta quarta-feira, 3 de junho.