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terça-feira, 21 de julho de 2026

TRE-BA empossa juiz federal Iran Esmeraldo Leite como membro efetivo da Corte Eleitoral

Magistrado ocupa vaga destinada a juízes federais no órgão e cumprirá o biênio 2026-2028



Na tarde de segunda-feira, 20 de julho, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) empossou como desembargador eleitoral titular, o juiz Iran Esmeraldo Leite, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). O magistrado ocupa a vaga destinada a juízes federais e cumprirá o biênio 2026-2028. A posse, que ocorreu na sala da presidência do Eleitoral, reuniu os membros da Corte, servidores do órgão, advogados e familiares do empossado. 

A solenidade foi conduzida pelo presidente do TRE-BA, desembargador Maurício Kertzman Szporer, que destacou como exemplar a trajetória do novo membro nas Justiças Federal e Eleitoral, além de enfatizar o perfil técnico de comprometimento com a coisa pública. "Receba os nossos votos de pleno êxito nesta nova missão. Que seu equilíbrio, sua experiência e seu elevado espírito público sigam inspirando a todos nós e contribuam para que o TRE-BA continue a cumprir, com excelência, o dever constitucional de garantir eleições seguras, transparentes e legítimas das 417 cidades da nossa Bahia", pontuou.

Durante seu discurso, o desembargador eleitoral Iran Esmeraldo Leite ressaltou a atuação no TRE da Bahia como um espaço de fortalecimento institucional e crescimento profissional, pela diversidade de experiências e perspectivas presentes na Corte. "Não posso deixar de expressar meu contentamento de estar aqui, por ser uma instituição ímpar, pluralista por essência, de ideias diferentes, com origens diferentes das diversas instâncias da Justiça. Então, é um local de engrandecimento e de debates. Um local que eu tenho certeza de que daqui a dois anos sairei bem melhor só pela convivência com os senhores e senhoras", declarou.

Homenagem

O desembargador eleitoral Iran Esmeraldo Leite foi agraciado no ato da posse com a Medalha do Mérito Eleitoral da Bahia. A honraria é destinada a figuras que contribuíram destacadamente para o engrandecimento, a eficiência e a respeitabilidade da Justiça Eleitoral no estado.

A escolha do novo membro titular do Regional baiano foi confirmada na quinta-feira, 16 de julho, na sessão extraordinária do Colegiado do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). O juiz Iran Esmeraldo Leite já atuou na Corte do TRE-BA, ocupando a vaga de desembargador eleitoral substituto no biênio 2022-2024. 

Conheça o Magistrado

Natural de Fortaleza, Ceará, o desembargador eleitoral Iran Esmeraldo Leite é bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará (UFC) e especialista em Direito Público também na UFC. Foi juiz federal da Seção Judiciária do Acre, de janeiro a setembro de 2005, e desde outubro de 2005 é juiz federal da Seção Judiciária da Bahia (SJBA). O magistrado é titular da 24ª Vara (Execução Fiscal) da Justiça Federal na Bahia. 

Confira as fotos da Cerimônia: Posse juiz federal Iran Esmeraldo Leite    

Enviado pela Assessoria de Comunicação do TRE-BA

BR-324: É preciso encontrar a solução


Por Paulo Cesar Bastos
BR-324, a principal rodovia federal do nosso estado da Bahia, em situação precária. Rota de segurança nacional com insegurança total. Lamentável.
Pistas de rolamento degradadas e com crateras, falta de sinalização coerente e fiscalização insuficiente. Custo Brasil maximizado e com alto risco de vida para os usuários. Tensão a todo instante. Perigo constante. Jornada preocupante.
Onde estão os nossos parlamentares, excelentíssimos representantes? Em tempo de eleição, deveriam ir além da simples locução e mostrar forte atitude e decisiva ação. Nada mais do que dever e obrigação.
A omissão é o catalizador da destruição. Esquecer a distribuição dos cargos e lembrar da execução dos encargos.
Vamos acordar, brava gente para o progresso inteligente. Urgem a gestão eficaz e eficiente junto com a engenharia capacitada e competente. Paulo Cesar Bastos é engenheiro civil, produtor rural e colaborador do Blog Demais

Senador Jaques Wagner é intimado pela Polícia Federal para depor sobre caso Master

Senador foi alvo de operação da PF que investiga relação entre ele e o banqueiro Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, do Banco Master.


A Polícia Federal intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA) a depor no âmbito das investigações da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. A oitiva está marcada para o dia 7 de agosto e será presencial, na sede da Superintendência da PF em Brasília.

Jaques Wagner é apontado pela Polícia Federal como "suposto beneficiário central das vantagens econômicas investigadas, figurando como agente público em favor de quem teriam sido estruturados pagamentos, benefícios e aquisições patrimoniais". A PF investiga se o senador teria recebido pagamentos e benefícios em troca de apoio por medidas no Congresso que ajudariam o Banco Master, como a chamada "Emenda Master".

Segundo a investigação, o senador é próximo do banqueiro Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro e proprietário do Banco Pleno, instituição financeira que também foi liquidada pelo Banco Central.

O senador foi alvo da nona fase da Operação Compliance Zero, realizada pela Polícia Federal em 18 de junho, com autorização do Supremo Tribunal Federal. Endereços ligados a ele em Salvador, Bahia e em Brasília foram alvos de mandados de busca e apreensão.

Há também suspeitas em torno da compra de um apartamento de luxo em Salvador e repasses que somam R$ 3,5 milhões em nome de familiares do parlamentar. Ele nega ter cometido irregularidades.

Com dados do G1

Nota de falecimento


 

Da prevenção às novas tecnologias: Jornada de Cardiologia debate o futuro da assistência cardiovascular

Inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo Sympla. 




As doenças cardiovasculares seguem como a principal causa de morte no mundo e no Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), elas provocam cerca de 18 milhões de mortes por ano no planeta e respondem por aproximadamente 30% dos óbitos registrados anualmente no país. Diante desse cenário, a atualização constante dos profissionais de saúde é essencial para ampliar a prevenção, aperfeiçoar diagnósticos e incorporar novas abordagens terapêuticas. 

Com esse objetivo, a Sociedade Brasileira de Cardiologia - Regional Feira de Santana (SBC Feira de Santana) realiza, nos dias 14 e 15 de agosto, a XXXIV Jornada de Cardiologia. O evento reunirá, no Ibis Hotel, cardiologistas, clínicos gerais, residentes, estudantes e demais profissionais da saúde para discutir os principais avanços da especialidade e as atualizações das diretrizes nacionais e internacionais. 

A programação contempla temas como hipertensão arterial, cardiologia do esporte, cardiometabolismo, arritmias, síndrome coronariana crônica, insuficiência cardíaca, saúde cardiovascular da mulher, prevenção cardiovascular, doenças valvares e cardiomiopatias. Também estarão em pauta obesidade, diabetes, inflamação, vacinação como estratégia preventiva, novas tecnologias no tratamento das arritmias e os impactos das doenças metabólicas sobre a saúde do coração, além de aulas magnas e simpósios científicos. 

Para o presidente da SBC Feira, Mark Robson, a Jornada reflete o momento de transformação vivido pela especialidade. "A Cardiologia atravessa um período de grandes avanços, com novas diretrizes, medicamentos, tecnologias e estratégias de prevenção que impactam diretamente a qualidade da assistência aos pacientes. A Jornada foi pensada para aproximar os profissionais dessas atualizações, promovendo um ambiente de troca de experiências e discussão científica de alto nível, sempre com foco na melhoria do cuidado cardiovascular", destaca. 

Além da atualização científica, o evento reforça a importância da prevenção diante do aumento de fatores de risco como obesidade, diabetes, sedentarismo e envelhecimento populacional, bem como do crescimento dos eventos cardíacos entre pessoas mais jovens. 

As inscrições estão abertas e podem ser feitas pela plataforma Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/xxxiv-jornada-de-cardiologia-de-feira-de-santana/3469128?algoliaID=4ffef6dbd1c6c3aee6ebb7cdc64ff98b .

Fotos: Lula Jads

Enviado por Orisa Gomes - Jornalismo Notre Comunicação


Museu Carlos e Margarida Costa Pinto elege João Gomes presidente do Conselho Curador

Eleito por unanimidade para a gestão 2026–2028, executivo terá Sérgio Ferreira dos Santos como vice-presidente e assume o compromisso de fortalecer a sustentabilidade, a comunicação e a presença pública da instituição 



Fotos: Divulgação / Museu Carlos e Margarida Costa Pinto

O Museu Carlos e Margarida Costa Pinto inicia um novo ciclo institucional com a eleição de João Carlos Carvalho Gomes, conhecido profissionalmente como João Gomes, para a Presidência do Conselho Curador da Fundação Museu Carlos Costa Pinto. Eleito por unanimidade, o novo presidente cumprirá mandato de 10 de julho de 2026 a 10 de julho de 2028. Sérgio Ferreira dos Santos foi reconduzido à Vice-Presidência. 

A eleição ocorreu durante reunião extraordinária do Conselho Curador realizada em 9 de julho de 2026, no auditório do Museu, em Salvador. A nova gestão sucede o mandato de Henrique Gonçalves Trindade, que esteve à frente do colegiado entre 2022 e 2026.

Durante a reunião, os conselheiros reconheceram a contribuição de Henrique Trindade e de Ronald Schenkels, que também exerceu anteriormente a Presidência do Conselho Curador. Foram ressaltadas a dedicação e a atuação de ambos em momentos importantes da trajetória institucional do Museu.

Ao agradecer a confiança recebida, João Gomes destacou que sua relação com o Museu começou antes mesmo de seu ingresso no Conselho Curador e afirmou ter desenvolvido uma profunda identificação com a instituição. O novo presidente manifestou o compromisso de conduzir uma gestão significativa, à altura do trabalho realizado por seus antecessores, contando com a participação dos conselheiros, da direção e de toda a equipe do Museu.

"Minha relação com o Museu antecede meu ingresso no Conselho Curador. Acolhi esta instituição em meu coração e espero realizar, com o apoio de todos, uma gestão significativa, honrando o trabalho de meus antecessores e contribuindo para o sucesso e a longevidade do Museu", pontua. 

A eleição marca o início de uma nova etapa para o Museu Carlos e Margarida Costa Pinto, com perspectivas de renovação de estratégias, fortalecimento de parcerias, ampliação do diálogo com a sociedade e desenvolvimento de iniciativas voltadas à preservação, à pesquisa, à comunicação e à valorização de seu importante acervo de artes decorativas.

Entre os principais desafios da gestão estão o fortalecimento da sustentabilidade institucional, a ampliação da presença pública do Museu e a consolidação de projetos capazes de aproximá-lo de diferentes públicos, preservando sua história, sua identidade e sua missão cultural.

Renovação do Conselho Curador e da Diretoria

Também foram renovados, para o período de 10 de julho de 2026 a 10 de julho de 2028, os mandatos dos conselheiros João Carlos Carvalho Gomes, Sérgio Ferreira dos Santos, Henrique Gonçalves Trindade, Ronald Schenkels, Rosina Bahia Alice Carvalho dos Santos, Gustavo de Pinho Britto, Ivone Maria Chaves Jucá Rolim e Gilberto Pedreira de Freitas Sá.

Na mesma reunião, foram renovados os mandatos das museólogas Bárbara Maria Teles Carvalho dos Santos, como diretora executiva, e Simone Trindade Vicente da Silva, como diretora adjunta cultural da Fundação Museu Carlos Costa Pinto.

Sobre o novo presidente

João Carlos Carvalho Gomes possui 35 anos de experiência mercado e uma trajetória consolidada nas áreas de gestão, planejamento, comunicação, mídia, marketing, entretenimento, relações institucionais e desenvolvimento de negócios.

É graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Ruy Barbosa, pós-graduado em Marketing pela Universidade Salvador - Unifacs e em Empreendedorismo de Negócios pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Possui formação em Conselheiro pela Board Academy. Mestrando em comportamento do consumidor pela ESPM-SP.

No início de sua carreira, atuou por aproximadamente dez anos no setor de telecomunicações, participando da implantação e da gestão do serviço de telefonia celular, além de exercer a função de assessor de Planejamento da Diretoria.

Durante cerca de 22 anos, integrou a Rede Bahia, onde ocupou o cargo de diretor executivo de Marketing, Cross Media, Entretenimento e Televisão. Em São Paulo, foi diretor global de Marketing e Relações Institucionais da Braskem e também exerceu a função de superintendente do Grupo Aratu/SBT na Bahia.

Atualmente, é sócio-diretor da Bem Querer Consultoria, vice-presidente da Associação Baiana do Mercado Publicitário (ABMP), entidade que também já presidiu, Possui capacitações em Programação Neurolinguística, Reengenharia de Processos e Qualidade. É conselheiro formado pela Board Academy.

Sua trajetória inclui atuação voluntária e compromisso com iniciativas de caráter social. João Gomes é conselheiro do Instituto de Cegos da Bahia, diretor administrativo da Asjeo e ex- diretor Geral da Casa Pia de São Joaquim.

A experiência do novo presidente em gestão, planejamento, comunicação, articulação institucional e desenvolvimento de negócios deverá contribuir para o fortalecimento do Museu Carlos e Margarida Costa Pinto e para a construção de novas estratégias de sustentabilidade, visibilidade e relacionamento com a sociedade.

Sobre o Museu Carlos e Margarida Costa Pinto

Inaugurado em 5 de novembro de 1969, no Corredor da Vitória, em Salvador, o Museu Carlos e Margarida Costa Pinto preserva, pesquisa, interpreta e comunica o legado cultural reunido pelos colecionadores Carlos e Margarida Costa Pinto. Referência no campo das artes decorativas, a instituição abriga importantes núcleos de prataria, ourivesaria com destaque para as Joias de Liberdade (conhecidas como Joias crioulas), mobiliário, porcelana, cristal, pintura e escultura, contribuindo para a valorização do patrimônio cultural da Bahia e do Brasil.

Serviço

Museu Carlos e Margarida Costa Pinto

Endereço: Avenida Sete de Setembro, nº 2.490, Corredor da Vitória, Salvador - Bahia - Brasil

Site e redes sociais: Instagram @museucostapinto

E-mail: museuccp@gmail.com.

Enviado por ComunicAtiva Associados

segunda-feira, 20 de julho de 2026

A semana que a direita terá de escolher o Brasil


Este artigo é do Observatório Brasil Soberano

Há semanas que passam pelo calendário sem deixar marca. Outras acabam de finindo o rumo de uma eleição. A que termina com a convenção do PL no dia 25 parece ser uma delas. 

A candidatura de Flávio Bolsonaro tira a direita da zona de conforto. Até aqui, muita gente conseguiu adiar uma definição, esperar o cenário mudar ou alimentar a expectativa de que apareceria um nome capaz de unir todo o campo conservador. Esse tempo acabou. 

O Brasil atravessa uma rara janela de mudança. A chance de recuperar a segurança jurídica, fortalecer o Congresso e proteger as liberdades talvez não volte tão cedo. Mesmo assim, uma parte da direita continua parada. Não por falta de espaço para par ticipar nem porque tenha construído uma alternativa nacional mais consistente. Em muitos casos, a razão é bem menos nobre: uma resistência quase pessoal a Flávio. 

É curioso observar esse movimento. Há quem queira o eleitor bolsonarista, mas não queira o bolsonarismo. Quer herdar sua força eleitoral, mas sem carregar o peso político que ela traz. Quer os dividendos, mas não aceita o investimento. Ninguém precisa concordar com tudo o que Flávio faz. Política não funciona assim. Divergências são naturais e continuarão existindo. 

O problema aparece quando a crítica deixa de servir para melhorar uma candidatura e passa a servir apenas para justificar a própria omissão. Eleição se vence com forças políticas reais, não com candidatos imaginários. 

Flávio representa hoje uma dessas forças. Tem identidade política, base social con solidada e um eleitorado que permaneceu mobilizado, mesmo depois de anos de ataques, isolamento e hostilidade institucional. 

Quem acredita que existe um caminho melhor tem todo o direito de defendê-lo. Mas precisa mostrar votos, es trutura, capilaridade e capacidade de liderar uma disputa nacional. 

O curioso é que alguns já parecem fazer contas para 2030 antes mesmo de decidir o que farão em 2026. Como se o Brasil pudesse entrar em modo de espera durante quatro anos. 

Como se o desgaste do país criasse, automaticamente, uma oportunidade melhor lá na frente. É um cálculo confortável para quem pensa na própria carreira. Contudo, para o restante dos brasileiros, a conta chega muito antes. 

Quatro anos passam rápido na política e devagar na vida de quem trabalha. Em presas fecham, investimentos deixam de vir, empregos desaparecem e decisões institucionais criam efeitos que não somem na posse do governo seguinte. 

País nenhum aperta um botão e volta ao ponto de partida. Por essa razão, sempre causa estranheza quem enxerga vantagem em deixar o país piorar para depois apresentar um projeto de reconstrução. 

Conservadorismo nunca foi isso. O conservador procura preservar o que ainda funciona, limitar os danos e impedir que o problema cresça. Apostar na deterioração para colher divi dendos políticos mais adiante é outra lógica. 

A semana que termina no dia 25 começa a separar quem pretende disputar o Brasil de quem ainda prefere disputar espaço dentro da própria direita. Flávio não precisa ser tratado como um candidato perfeito. Precisa ser reconhecido como o nome que hoje reúne as melhores condições para unificar esse campo e transformar essa força em maioria. 

Se tal oportunidade for desperdiçada, dificilmente a explicação estará na falta de um candidato ideal. Estará na incapacidade de parte da direita de entender que, em política, o momento certo também passa. E, quando passa, não costuma voltar.

Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro

Documento garante ao ex-deputado o direito de viver e trabalhar nos EUA por tempo indeterminado


Green Card de Eduardo Bolsonaro. (Foto: Reproduçâo)

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu o Green Card ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.
O documento garante ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro o direito de viver, trabalhar e estudar nos Estados Unidos por tempo indeterminado, sem necessidade de autorizações especiais.
Com a residência permanente, Eduardo passa a ter praticamente os mesmos direitos de um cidadão norte-americano, embora não possa votar nas eleições do país.
O ex-deputado mora nos Estados Unidos desde o início de 2025, quando se licenciou do mandato na Câmara dos Deputados, alegando sofrer perseguição política no Brasil.
Com dados do Diário do Poder

Bahia tem 11.321.005 eleitores aptos a votar nas Eleições Gerais 2026

Estado registra crescimento de 62,2% entre os eleitores que declararam algum tipo de deficiência, em relação às Eleições 2022; Mulheres seguem como maioria do eleitorado baiano, totalizando 53%



A Bahia contará com 11.321.005 eleitores aptos a votar nas Eleições Gerais de 2026, de acordo com as estatísticas divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na manhã desta segunda-feira, 20 de julho. Desse total, 101.818 eleitores declararam possuir algum tipo de deficiência, representando um crescimento de 62,2% em relação ao pleito de 2022, que registrou 62.772 pessoas com deficiência.

O estado baiano é o quarto maior colégio eleitoral do país, ficando atrás de São Paulo - 34.105.33, Minas Gerais - 16.377.659 e Rio de Janeiro - 12.857 no número do eleitorado apto a votar, respectivamente. 

O município de Salvador concentra o maior eleitorado do estado, com 1.951.716 eleitoras e eleitores aptos, seguido por Feira de Santana, com 434.532,  Vitória da Conquista, com 264.091, e Camaçari, com 210.364. 

Biometria

10.706.119 eleitores possuem cadastro biométrico, representando 94,57% em relação ao eleitorado apto no estado. Em Salvador, esse número é de 1.851.708 biometrias coletadas, Feira de Santana registrou 393.002 pessoas que fizeram o procedimento, Vitória da Conquista contabilizou 229.182 indivíduos com biometria e Camaçari possui 176.972 eleitoras e eleitores com o cadastro biométrico atualizado. A biometria agiliza a identificação na seção eleitoral e reforça a segurança do processo eleitoral.

Estatísticas do eleitorado

Do total de pessoas aptas a votar na Bahia, 53% (5.973.532) são mulheres e 47% (5.347.433) são homens. Assim como nas eleições anteriores (2022), as mulheres permanecem como maioria do eleitorado baiano. 

Em 2026, 1.737 eleitores na Bahia farão uso do nome social. No quesito identidade de gênero, os dados demonstram que o estado possui 5.263 pessoas declaradas como transgênero. 

Ainda segundo dados do TSE, 1.261.113 (59,6%) pessoas se declararam pardas, 496.424 pretas (23,47%) e 336.404 brancas (15,9%). 26.850 (1,27) pessoas se identificam como quilombolas e 10.929 (0,52%) como indígenas. 

Voto facultativo 

Nos termos do artigo 14 da Constituição Federal de 1988, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para os maiores de 18 anos e facultativos para os analfabetos, os maiores de 70 anos e os maiores de 16 e menores de 18 anos. Em relação aos jovens eleitores, aqueles que possuem 16 ou 17 anos, as eleições 2026 contarão com 165.336 pessoas nessa faixa etária, na Bahia.

O estado possui 1.029.832 eleitoras e eleitores com idade entre 70 anos e 99 anos. 

Cargos em disputa

Nas Eleições Gerais de 2026, o eleitorado escolherá presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, dois senadores, deputados federais e deputados estaduais. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, e o segundo turno, se houver, será realizado em 25 de outubro. 

Enviado pela Assessoria de Comunicação do TRE-BA

Feira de Santana tem 434.532 eleitores aptos a votar


Feira de Santana está com 434.532 eleitores aptos a votar nas eleições deste ano. São 408.508 (94,01%) com biometria e 26.024 (5,99%) sem biometria. Voto obrigatório de 388.614 eleitores e voto facultativo de 45.918 eleitores.

Nas Estatísticas do Eleitorado do TSE, consultando as quatro zonas eleitorais, a 154ª está com 116.920; 155ª com 88.146; 156ª com 122.159; e 157ª com 107.307 eleitores. 
As informações, última atualização em 18 de julho de 2026, foram extraídas na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Copa do Mundo Feminina desafia Salvador a construir imagem para milhões de turistas, aponta especialista

Segundo a diretora de Publicidade da Prefeitura de Salvador, Lília Lopes, a comunicação será decisiva para transformar o torneio em legado duradouro para as cidades-sede.




Chegando pela primeira vez à América Latina, a Copa do Mundo Feminina da Fifa Brasil 2027 já movimenta os bastidores da comunicação pública. Com o turismo esportivo em alta, movimentando cerca de 1,3 trilhão milhões de dólares até 2032, segundo a Statista, traduzir os números em construção de imagem, usando a publicidade, é um dos desafios profissionais da temporada

As cidades-sede dos jogos, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza, Recife, Belo Horizonte, Porto Alegre e Brasília, correm contra o tempo para construir a imagem que vão 'apresentar' ao mundo, usando seus canais de comunicação para estruturar o ambiente de negócios antes do apito inicial. As expectativas são altas, uma vez que, antecedendo o torneio feminino, o legado da Copa do Mundo da Fifa 2026 estima movimentar R$ 14 bilhões em campanhas digitais, publicidade e patrocínio. 

Conectando investimentos locais ao interesse das marcas, as engrenagens por trás das telas também possuem o desafio de comunicar a identidade do povo, a cultura e a realidade das comunidades locais. De acordo com a diretora de Publicidade na Prefeitura Municipal de Salvador, Lília Lopes (Foto: Francisco Moreira), o sucesso da estratégia depende do fortalecimento da identidade cultural e do orgulho regional.

"A comunicação é a ponte entre o evento e as pessoas. Mais do que divulgar que Salvador será uma cidade-sede, ela ajuda a construir pertencimento, orgulho e expectativa na população, além de mostrar ao mundo quem nós somos: Salvador já tem uma identidade muito forte, marcada pela cultura, pela diversidade, pela hospitalidade, pela alegria e em especial a excelência operacional de uma cidade acostumada a receber grandes eventos como a Copa de 2014, a Copa da Confederações, sem falar do Carnaval de Salvador - a maior, melhor e mais organizada festa do mundo. E a comunicação ajuda a traduzir tudo isso de forma clara e estratégica para quem está aqui e para quem vai nos conhecer através da Copa", afirma Lilia Lopes.

Uma cidade organizada serve de vitrine para os investidores privados que financiam o ecossistema do esporte feminino e, em paralelo, outros setores do próprio país, como o turismo esportivo, comércio, mobilidade urbana, hotelaria, gastronomia e a economia criativa e circular. E não para por aí. Para Lília, é na comunicação que um evento mantém o seu legado, mesmo após o encerramento dos jogos. 

"Uma boa comunicação ajuda a transformar um evento em uma experiência coletiva. Estimulando o turismo, movimentando a economia, fortalecendo pequenos e grandes negócios e incentivando as pessoas a participarem desse momento. Além disso, cria um ambiente de celebração e envolvimento que faz com que a população se sinta parte da Copa", avalia.

O saldo dessa exposição internacional funcionará como um teste para a gestão de imagem das metrópoles brasileiras. "Quando as pessoas entendem a importância do evento e enxergam oportunidades nele, o legado vai muito além dos jogos e permanece para a cidade por muitos anos", conclui. 

Enviado por Nicholas Costa - Criativos

Juraci Dórea: conquista dos europeus há 38 anos

O Blog Demais publica artigo atualizado do jornalista Dimas Oliveira, que acompanhou Juraci Dórea em Veneza, documentando em vídeo a participação do artista na Bienal, também produzindo artigos, como este que saiu na edição do jornal "A Tarde", de 20 de julho de 1988, há 38 anos:


1. Juraci Dórea, no pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza; 

2. Capa do catálogo da Bienal de Veneza 

(Fotos: Reproduções)


Perto do final de século passado, quando tudo já havia sido experimentado, o artista feirense Juraci Dórea aparece na XLIII Exposição Internacional de Arte - a Bienal de Veneza, com sua obra aberta, de uma singularidade significativa que se ocupava em buscar a afirmação de uma identidade brasileira e as raízes culturais. Sua obra esteve exposta nos jardins de Veneza, entre 26 de junho e 25 de setembro. Obra de cor, cheiro e alma.
Juntamente com o escultor paulista José Resende, Juraci foi escolhido pela curadora Lélia Coelho Frota para representar o Brasil no grande evento internacional e conseguiu transpor um pouco do pardo requeimado das caatingas, ambientando na cosmopolita Veneza o cenário para suas quatro esculturas de couro e madeira. Espinhos, cascalho, bosta de vaca foram componentes da instalação no pavilhão brasileiro, sendo que este último causou certo frisson na considerada bem-comportada Bienal, pois sendo polemizado, ganhando espaço em jornais como "Il Gazzettino" e "Corriere Della Sera", conseqüentemente aumentando o número de visitantes. Em tudo ficou a constatação de um equívoco: os sensíveis narizes europeus não conseguiram entender que o cheiro era do couro curtido utilizado nas esculturas e não do estrume que compunha o ambiente.
Para o artista importa ter quebrado o isolamento cultural, pois em contato com a criação estética e a crítica internacional surgiram as conseqüências imediatas: convites para exposições na Suíça e nos Estados Unidos, além da muito provável participação na Bienal de Cuba, no ano seguinte, o que se confirmou. O crítico francês Pierre Restany, um dos jurados da Bienal, afirmou então que Juraci tem um "trabalho de consciência nacional, com sensibilidade ecológica e antropológica. Interessa-me muitíssimo". Já Belgica Rodriguez, presidente da Associação Internacional dos Críticos de Arte, disse na época que o artista tem "uma obra incomum, de uma singularidade impressionante na recuperação de material fora de órbita não-tradicional". Para a curadora Lélia Coelho Frota, a obra de Juraci Dórea "é um retrato possível entre os retratos possíveis do Brasil".

CONFRONTO

A Bienal de 1988 ocupou 60 mil metros quadrados, com 258 artistas de 45 países. Nos dias 22, 23 e 24 de junho ela foi aberta aos artistas, críticos, jornalistas, aos coquetéis. Até então tinham sido credenciados exatamente 1.323 jornalistas, 757 estrangeiros de 41 países (incluindo o autor deste artigo). Um recorde de presença nos últimos anos. Essa foi a 19ª participação do Brasil, que desde 1950 - só esteve ausente em 1974 - diz presente, a partir de 1964 com seu próprio pavilhão. No domingo, 26 de junho de 1988, a Bienal foi inaugurada, com a premiação. Naquele dia, excepcionalmente, o público teve entrada gratuita. Foram estimados em oito mil visitantes que percorreram todos os pavilhões nacionais.
A primeira Bienal, há 93 anos, teve mais de 200 mil visitantes. Em 1976, o recorde com 692 mil visitantes. Hoje centenária, a Bienal de Veneza concorre em importância com a Documenta de Kassel. A Bienal de São Paulo é totalmente relegada pelos italianos. Achille Bonito Oliva, por exemplo, prefere que ela seja definitivamente fechada, pois considera que o evento é copiado e sem importância. Mas, num levantamento feito, além de Juraci Dórea que participou da 19ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1987, e participou da 43ª edição do evento veneziano, outros 13 artistas, que estiveram nesse ano passado em São Paulo, estão agora em Veneza, praticamente com o mesmo trabalho: Barbara Steinman (Canadá), Duba Sambolec (Iuguslávia), George Lappas (Grécia), Guy Rombouts (Bélgica), Isabella Gustowska (Polônia), Juan Carlos Savater (Espanha), Kari Caven (Finlândia), Motti Mizrachi (Israel), Patricia Lipperti (Luxemburgo), Peer Veneman (Holanda), Roland Brener (Canadá), Susana Solano (Espanha) e Leon Tarasewicz (Polônia).

PREMIAÇÃO

A Bienal colocou em questão o seu prestígio: mercado de idéia ou idéia para o mercado? De certo que o venerando evento é útil à afirmação comercial do artista expositor. O americano Jasper Johns, que na Bienal de 1958 passou despercebido com sua Pop Art, ganhou o Leão de Ouro, premiação que foi mais um reconhecimento à Fundação Guggenheim, curadora do pavilhão dos Estados Unidos. Johns, mesmo em Veneza, não se deu ao luxo de comparecer ao evento. Nem mesmo para receber o prêmio ele pisou nos jardins. O lobby americano foi intenso e mesmo antes de ser anunciada a premiação, todos já contavam como certa. À Itália coube outro Leão de Ouro como melhor representação, numa patriótica premiação. O pavilhão do Brasil nem sonhou com o prêmio, que depende de muita influência nos bastidores. Nem mesmo Volpi, que chegou a ser tentado para também representar o país, teria chance. Sua obra não esteve presente pelo alto custo de seguro e não houve quem bancasse a fatura. Entre a indicação e a abertura da Bienal, o grande artista faleceu. O evento somente premia artista vivente. Os artistas Juraci Dórea e José Resende ainda sofreram o descaso da Embaixada Brasileira na Itália que praticamente abandonou-os à própria sorte. Os artistas e amigos é que montaram o espaço, pois operários italianos não foram contratados para tal fim. Para a inauguração do pavilhão constava na programação oficial dirigida à imprensa que seria servido um cafezinho. Nem isso a Embaixada providenciou.
Com sua participação em Veneza, a carreira de Juraci Dórea se tornou mais que feita e consagrada. Choveram elogios e também críticas. Há os que criticavam a sua excessiva introspecção. Ele quase não circulava socialmente. Armava-se de defesas para que seu atelier não vire um salão de tietagem. Sempre foi assim e ele que não pretendia mudar, até que mudou um pouco. O fazer artístico de Juraci é convincente, dedicado, experimentado, técnico, trabalhado, sério. Apesar de tudo, seu limite ainda não está traçado, pois é um artista que pode aventurar-se por outros caminhos. Sua obra tridimensional é de grande contribuição e está sendo cada vez mais reconhecida, desde 1988 internacionalmente, mesmo continuando em Feira de Santana. Para ele é importante estar aqui, mas olhando para o mundo.

APRESENTAÇÃO

Em Veneza, o projeto Terra foi apresentado por documentação fotográfica e vídeo e duas esculturas dos "Jardins de Veneza", em couro e madeira, 3,60x3,00. Paineis fotográficos representando a construção de esculturas em vários pontos do sertão baiano. A maior parte dessas obras foi inserida na região de Canudos, tendo como público o homem do campo. As fotografias ampliadas nesses paineis eram precedidas de mapas da região e representavam os seguintes momentos do projeto: a construção de uma escultura, Tapera, 1987; Escultura da Lagoa das Bestas, 1984; Escultura do Raso da Catarina, 1984; Escultura de Canudos, 1984, Escultura do Cumbo, 1985; Mural da Casa de Edwirges, 1984; exposições itinerantes no sertão, 1985. Textos que reproduziam as interpretações e comentários dos sertanejos sobre a arte pública de Juraci Dórea acompanharam os paineis fotográficos. Também foram apresentados os vídeos sobre a obra de Juraci: "Terra", 1982, transcrito do Super 8, fotografia de Robinson Roberto; "Escultura da Tapera", com imagens de Dimas Oliveira e Juraci Dórea, texto de Antônio Brasileiro e edição de Amadeu Campos (DB Vídeo) e Dimas Oliveira, músicas de Elomar e Fábio Paes.

FUNDAÇÃO CULTURAL

Dentro do seu objetivo de promover e incentival o desenvolvimento e a difusão de atividades artísticas e culturais é que a então existente Fundação Cultural de Feira de Santana articulou-se com a também então existente Drogafarma Comercial Ltda para viabilizar a participação do artista Juraci Dórea na 43ª Bienal de Veneza através do Projeto Terra. A Drogafarma procedeu a doação, nos termos da Lei Sarney, de recursos e a Fundação administrou para o artista, adquirindo quatro passagens aéreas, fornecendo a cota oficial de CZ$ 1 mil para cada componente (o próprio artista, mais Antônio Brasileiro, Dimas Oliveira e Washington Falcão) e pagando as despesas com a produção de material informativo à Idea Design (cartões postais, cartaz, livro e documentação em vídeo e fotografia).

Com alta de 10%, Salvador Bahia Airport transporta cerca de 2 milhões de passageiros no 2º trimestre

  • Desempenho reflete a ampliação da malha aérea com novos voos e reforço de frequências existentes;
  • O Aeroporto de Salvador recebeu 4,2 milhões de pessoas no 1º semestre do ano, um aumento de 11%
  • Pousos e decolagens comerciais chegam a 14.435, alta de 7,4%.


Foto: Will Recarey

O Salvador Bahia Airport, integrante da rede Vinci Airports, encerrou o segundo trimestre de 2025 com resultados positivos em sua movimentação operacional. Entre abril e junho, o aeroporto recebeu cerca de 2 milhões de passageiros, o que representa um crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025. Na parcial do ano, foram mais de 4,2 milhões de pessoas que passaram pelo terminal – 11% a mais do que o 1º semestre de 2025.

No mesmo intervalo, foram registrados 14.435 voos comerciais, número 7,4% superior ao volume observado no segundo trimestre do ano anterior.

O desempenho reflete a ampliação da malha aérea. Entre os destaques estão a retomada dos voos para a Cidade do Panamá pela Copa Airlines e o anúncio do novo banco de conexões da GOL, adicionando 44 decolagens por semana na malha aérea da Companhia em Salvador, com destinos como São Paulo, Belo Horizonte, Natal, Vitória, Maceió, Recife, Fortaleza, Campina Grande e Petrolina. Já a Latam reforçou rotas para Porta Alegre e Rio de Janeiro.

Desempenho global da Vinci Airports

A rede Vinci Airports, da qual o Salvador Bahia Airport faz parte, recebeu mais de 159 milhões de passageiros no primeiro semestre de 2026. Entre abril e junho, foram registrados 85,1 milhões de passageiros nos aeroportos da rede. Apesar dos impactos causados por fatores geopolíticos em alguns mercados, como o conflito no Oriente Médio e as tensões entre China e Japão, o desempenho do grupo foi sustentado pela ampla diversificação geográfica de sua operação e pela resiliência de aeroportos em diferentes regiões do mundo. 

Na Europa, aeroportos como Belgrado, Edimburgo, Budapeste e os terminais portugueses mantiveram trajetória de crescimento impulsionada pela expansão da malha aérea, pelo fortalecimento das conexões internacionais e pelo aumento da demanda por viagens de lazer e rotas transatlânticas. No Caribe, os aeroportos da República Dominicana registraram crescimento expressivo com a ampliação da oferta de voos por companhias aéreas da América do Norte e da América Latina. Já em Cabo Verde, a abertura de novas conexões com destinos europeus contribuiu para o aumento do fluxo de passageiros, reforçando o bom desempenho da rede em mercados estratégicos.

Sobre o Salvador Bahia Airport 

Localizado na capital do estado da Bahia, o Salvador Bahia Airport é a primeira Concessão da rede Vinci Airports no Brasil, que assumiu sua operação em 2 de janeiro de 2018. Desde então, o Aeroporto de Salvador incorporou padrões operacionais globais, buscando oferecer mais eficiência, segurança e uma melhor experiência de viagem para seus passageiros. Com um investimento de R$ 700 milhões em obras de modernização e ampliação do terminal, aumentou sua capacidade em 50%, atendendo até 15 milhões de passageiros por ano. Além disso, foi reconhecido com o Selo de Diversidade Étnico-Racial pela Secretaria Municipal da Reparação de Salvador em virtude das iniciativas de combate ao racismo institucional. O Salvador Bahia Airport também se destaca como o “Aeroporto Mais Sustentável do Brasil”, liderando ações de preservação ambiental.

Sobre a Vinci Airports

A Vinci Airports, líder mundial em operação de aeroportos privados, atua em mais de 70 aeroportos em 13 países. Graças à sua expertise como integradora global, a Vinci Airports desenvolve, financia, constrói e gerencia aeroportos, disponibilizando sua capacidade de investimento e seu know-how na otimização do desempenho operacional, modernização da infraestrutura, gerenciamento das operações e transição ambiental. A Vinci Airports foi a primeira operadora de aeroportos a se comprometer com uma estratégia ambiental internacional em 2016, visando alcançar a meta de emissões líquidas zero em toda a sua rede até 2050.


Para mais informações:

www.vinci-airports.com

@VINCIAirports

https://www.linkedin.com/company/vinci-airports/ .

Enviado por ComunicAtiva Associados