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segunda-feira, 27 de julho de 2026

TRE-BA lança revista eletrônica sobre 100 dias da gestão do presidente Maurício Kertzman Szporer

Publicação, disponível no site do Regional, apresenta as principais ações desenvolvidas pelo desembargador  


O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) disponibiliza desde quinta-feira, 23 de julho, a revista eletrônica 100 Dias de Gestão - 2026/2028 - Desembargador Maurício Kertzman Szporer, que aborda as ações de destaque desenvolvidas pelo presidente do órgão durante o período. 

Dividida em oito eixos, o conteúdo destaca a Política ESG (Environmental, Social and Governance), a Inovação e Tecnologia, o Aprimoramento da Prestação Jurisdicional, a Gestão de pessoas, as Eleições Gerais 2026, a Aproximação de Eleitores, o Enfrentamento à Desinformação e as Parcerias Institucionais firmadas.

De acordo com o presidente do TRE-BA, desembargador Maurício Kertzman Szporer, os compromissos firmados durante a posse, ocorrida em 9 de abril, já começaram a se concretizar durante os primeiros 100 dias de trabalho. "Avançamos em frentes estratégicas, como a construção do novo Planejamento Estratégico do Tribunal; a inauguração do Centro Integrado de Inteligência em Propaganda Eleitoral Digital (CIIP); e a nacionalização do Janus, solução tecnológica desenvolvida pelo TRE-BA que hoje contribui para o aperfeiçoamento da Justiça brasileira", afirma.

Ainda segundo Szporer, a atuação de sua gestão é baseada no fortalecimento do diálogo institucional com a sociedade, no investimento em tecnologia e na profissionalização crescente dos servidores da Casa. "O objetivo é seguir prestando sempre o melhor serviço ao eleitorado baiano, garantindo Eleições Gerais com segurança, transparência e celeridade. Trabalhar pela Justiça Eleitoral é, todos os dias, trabalhar pela democracia", pontua.

Representatividade feminina

Ao enfatizar os principais avanços conquistados nos 100 dias de gestão, a revista apresenta a crescente representatividade feminina, com 186 mulheres ocupando cargos de liderança. Depois de sete anos, a Diretoria-Geral do Tribunal volta a ser conduzida por uma mulher: Mirella Cunha, servidora com 30 anos de dedicação ao serviço público. A presença feminina também se destaca na alta Administração, formada por nove secretárias e dois secretários. Na Corte Eleitoral, três dos sete membros são desembargadoras, ampliando a participação das mulheres em espaços estratégicos de decisão. 

Eleições 2026

Já entre as atividades desenvolvidas pelo Tribunal na organização das Eleições deste ano, está a execução do Plano Integrado das Eleições (Planel 2026), instituído pela Resolução Administrativa nº 29, de 18 de dezembro de 2025. As importantes parcerias institucionais também têm destaque no material. O Tribunal promoveu a assinatura do Pacto pela Integridade nas Eleições 2026, reunindo representantes de 21 partidos políticos para a realização de um pleito em conformidade com a legislação eleitoral. O pacto foi complementado com a implantação da Sala da Democracia, destinada ao uso dos partidos políticos nos preparativos para o pleito de outubro.

Enfrentamento à desinformação

O Termo de Compromisso pela Integridade da Informação e pelo Combate à Desinformação nas Eleições 2026, firmado entre o Eleitoral e a Midiacom - Associação das Empresas de Rádio e Televisão do Estado da Bahia, é outra medida diferenciada. O acordo visa fortalecer a cooperação entre a Justiça Eleitoral e os veículos de comunicação da Bahia na promoção de informações confiáveis durante todo processo eleitoral e, igualmente, na mitigação da desinformação. 

Atendimento personalizado

Com foco na aproximação com as Zonas Eleitorais do interior do estado, foi lançado, ainda, o projeto Café com o Interior, espaço de diálogo para fortalecer a comunicação administrativa e o suporte às unidades do primeiro grau. Outra iniciativa do presidente do TRE da Bahia foi a mudança da instalação dos cartórios eleitorais da capital e da Central de Atendimento ao Público (CAP) para o Anexo III, prédio moderno, amplo, mais acessível e melhor estruturado para a execução dos trabalhos das servidoras e dos servidores, que atenderão com maior comodidade e segurança ao cidadão. 

Leia na íntegra a versão digital da revista: https://online.fliphtml5.com/tlczu/cebv/#p=1

Enviado por Ascom - TRE-BA

Christopher Nolan admite ter adulterado 'A Odisseia' por considerar o seu conteúdo "misógino"

 



Por Paulo Hasse Paixão

Num ataque de incomensurável pretensão, Christopher Nolan assumiu a costela woke e admitiu ter alterado o final da sua adaptação de 'A Odisseia' porque acreditava que a conclusão original de Homero para a história era demasiada "misógina".

Ou seja, Nolan sabe melhor do que Homero como terminar uma epopeia. Uau!

Em entrevista à revista Time, Nolan discutiu as diferenças entre o filme e o material original e aprofundou a sua interpretação da obra. Às páginas tantas, o entrevistador comentou:

"Também se vê esta ideia do homem como besta na cena com Circe. Ela diz que os homens de Ulisses a teriam violado e matado - que são uns porcos. Depois chega-se ao fim e vê-se o saque de Tróia e o horror do que fizeram. Ela tem razão."

Nem ela tem razão nem a "ideia do homem como besta" é um eixo significativo na obra clássica. Mas não satisfeito com este desvio transformista, Nolan respondeu de seguida:

"Circe expressa isso muito bem no filme. Adorei a forma como Samantha [Morton] interpretou o papel. Falando sobre as escolhas de adaptação, o final do poema é tão sombrio e misógino que tive de excluir parte desse material. Mas não queria descartá-lo completamente em termos do que ele diz sobre os homens e a forma como travam guerras."

É espantoso o critério do cineasta, que escolhe livremente e sem pudor as partes que mais agradam à ideologia neoliberal contemporânea, e exclui, num atentado terrorista contra o legado da literatura homérica, os elementos que não compaginam com o "bem pensar" das elites de Hollywood.

O precedente que aqui se abre, se refletirmos com alguma profundidade na ousadia pesporrente de Nolan, é trágico. Há gente que a partir daqui se vai sentir justificada em pegar nas obras clássicas e decepá-las daquilo que não lhes agrada à sensibilidade. Basta pensar, por exemplo no que rapidamente pode acontecer à obra de Shakespeare: Hamlet sem a caveira, Ricardo III sem a marreca, Julieta com pelos no peito, Romeu com problemas de ansiedade, Macbeth com Transtorno de stress Pós-Traumático.

De seguida, Nolan foi questionado sobre a possibilidade de dar a Ulisses e Penélope um final mais feliz do que o encontrado na epopeia de Homero.

"Bem, trata-se da queda da civilização, por isso há uma sensibilidade bastante sombria. O final fala de ciclos, e pode-se encarar os ciclos de forma pessimista: a história está condenada a repetir-se. Mas também há algo de optimista nestes ciclos. Como diz Penélope, 'A civilização ressurgirá’. Há renascimento e crescimento. Para mim, foi importante, ao analisar o final, tentar encontrar o equilíbrio certo entre pessimismo e optimismo - pessimismo sobre o que pode ter precipitado a catástrofe da Idade do Bronze e optimismo de que as coisas positivas se reafirmarão."

A Odisseia não é uma obra que se debruce sobre a "queda da civilização" (onde é que Nolan foi buscar esta?) e não cabe a quem conta a milenar história "encontrar o equilíbrio certo entre pessimismo e optimismo" ou coisa que o valha. Mesmo que tivesse patamar moral ou talento filosófico para o fazer, e Nolan não tem nada disso, não cabe ao contador da história que é, sim, fundadora da civilização helénica, adulterá-la quatro mil anos depois, de acordo com a sensibilidade efeminada de Beverly Hills.

A adaptação de Nolan recebeu críticas pelas surrealistas escolhas de casting, uso de um inglês americanizado, desqualificado e contemporâneo, discutível autenticidade histórica, cinematografia sombria e desrespeito pelo legado homérico, desgraças que já foram documentadas no ContraCultura.

Os críticos, como Will Jordan ('Critical Drinker'), cuja recensão dedicada ao filme deixamos em baixo, também sublinharam o facto do cineasta ter, para todos os efeitos, assassinado Ulisses e a sua intemporal aura, anulando o herói confiante, engenhoso e triunfante do poema original, para o destratar como um traumatizadinho da guerra, que carrega, deprimido e desconsolado, toda a culpa, todo o fardo do homem branco, pelas praias do Mediterrâneo afora.

Fonte: https://www.caoquefuma.com/

Um ano de "bolo" de Jerônimo

Movimento docente denuncia descaso do governador com as universidades estaduais com ato, em Salvador


O próximo dia 29 de julho marca um ano da última reunião entre o Governo do Estado e o Movimento Docente das Universidades Estaduais da Bahia. Desde então, apesar do compromisso público assumido pelo governador Jerônimo Rodrigues de manter diálogo permanente com a categoria, a pauta de reivindicações dos docentes segue sem qualquer discussão. 

Ao longo desses doze meses, o Fórum das Associações Docentes das Universidades Estaduais da Bahia (FAD) vem promovendo campanhas, mobilizações e reiterados chamados à retomada das negociações. O governo, porém, mantém-se em silêncio. Reivindicações docentes como o pagamento do adicional de insalubridade, a valorização da carreira docente e o fortalecimento do orçamento das universidades estaduais continuam sem respostas.

O governo optou pelo silêncio, pela omissão e desresponsabilização frente à garantia de direitos trabalhistas de professoras e professores. O FAD convoca os docentes para participar da mobilização e reafirma: negociar não é um favor, é um dever da administração pública. Depois de um ano de espera, já passa da hora de o governo sentar-se à mesa, ouvir a categoria e encaminhar respostas concretas às demandas do magistério público superior. 

Insatisfeito com este cenário desolador, o FAD realizará um ato em frente à Secretaria de Educação, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, às 14 horas de quarta-feira, dia 29 de julho. Durante o protesto, será servido um bolo que marca um ano sem negociações

"A iniciativa simboliza o 'bolo' que o governo tem dado aos professores das universidades estaduais: um ano de omissão e descaso. Não teremos nem parabéns nem vela, mas reafirmaremos nossa disposição em defender as universidades estaduais baianas e os direitos trabalhistas conquistados pelo movimento docente."

Enviado por Ascom Adufs Bahia


"Não são especialistas, via de regra, são militantes"

Por Leandro Ruschel

Para quem segue negando a hegemonia esquerdista na "imprensa" brasileira, veja mais um exemplo. 

O Globo fez uma lista de "101 brasileiros que constroem o futuro", para comemorar os 101 anos do jornal. 

Sabe quantos integrantes da lista podem ser claramente considerados de direita? ZERO!!! 

Fiz o levantamento usando IA. 

Resultado: 

- 64 esquerdistas;

- 15 centristas/tecnocráticos;

- 22 indeterminados;

- 0 conservadores. 

Ou seja, dos identificados, 81% esquerdistas. 

Aí você entender a patifaria de chamar "especialistas" para opinar. Não são especialistas, via de regra, são militantes, assim como os "jornalistas" que assinam as matérias. 

A imprensa acabou.

Fonte: https://www.caoquefuma.com/


Faculdade abre inscrições para cursos gratuitos em Feira de Santana na área de saúde


A Faculdade Estácio de Feira de Santana está com inscrições abertas para cursos de férias. A iniciativa oferece atividades gratuitas com temas voltados para a área de saúde. As atividades presenciais ocorrem na própria faculdade.

A programação reúne especialistas convidados para abordar conteúdos atualizados em diferentes áreas da saúde, promovendo aprendizado que une teoria, prática e discussão de temas aplicados à formação acadêmica e profissional.

Programação

27/07, 19 horas - Análise e Interpretação de Exames Laboratoriais
28/07, 19 horas - Aplicabilidade das Terapias Integrativas na Fisioterapia com Foco na Acupuntura, com Dra. Thays Malaquias
29/07, 19 horas - Da Planta ao Fitoterápico: Uso Seguro, Preparo e Aplicações das Plantas Medicinais, com Fábio Pacheco

Inscrições

As inscrições são gratuitas e realizadas individualmente para cada atividade, por meio do link: https://www.even3.com.br/curso-de-ferias-estacio-feira-de-santana-759776/ . Quem quiser participar de mais de um curso precisa se inscrever separadamente em cada um. Para receber o certificado, é necessário estar inscrito na atividade e assinar a lista de presença no dia do evento.

Enviado por Daniela Cardoso - Assessoria Estácio Feira de Santana 

Após três dias de programação em Feira de Santana, NeuroInter deixa legado para a neurologia no interior do estado





Planejado inicialmente para reunir cerca de 150 participantes, o INeuroInter - Encontro de Imersão em Neurologia e Neurocirurgia do Interior da Bahia encerrou sua primeira edição no sábado, 25 de julho, consolidando-se como um dos maiores eventos científicos da especialidade já realizados no interior do estado. Ao longo de três dias, cerca de 700 participantes, entre inscritos e palestrantes, passaram pelo Centro de Convenções de Feira de Santana em uma programação que integrou neurologia, neurocirurgia e diversas áreas da saúde. 
Idealizado pela Sociedade Baiana de Neurologia (SBN), o NeuroInter nasceu com o propósito de descentralizar o acesso à educação médica continuada e fortalecer a assistência neurológica no interior da Bahia. Diante da grande procura, o evento precisou ampliar sua estrutura e distribuir atividades simultâneas entre o teatro e outros espaços do Centro de Convenções, reunindo médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, psicólogos, estudantes e outros profissionais da saúde. 
Para a presidente do congresso, Renata Nunes, o resultado superou todas as expectativas. "Foi um marco para a neurologia e a neurocirurgia do interior da Bahia. Tivemos palestrantes de altíssimo nível, uma qualidade científica excepcional e mostramos a força da medicina produzida no interior, reunindo especialistas da nossa região e de várias partes do país." 
Durante os três dias, especialistas discutiram alguns dos temas mais relevantes da prática neurológica atual, como acidente vascular cerebral (AVC), doenças neuromusculares, cognição, neuropediatria, autismo, TDAH, polineuropatias e neurointensivismo, além de minicursos voltados a novas tecnologias de monitorização neurológica. Entre os convidados de destaque esteve a neurologista Sheila Martins, ex-presidente da Sociedade Mundial de AVC e uma das maiores referências internacionais na área. 
A multidisciplinaridade também foi um dos diferenciais do encontro. O secretário da Associação de Medicina Intensiva Brasileira da Bahia (Amib-BA), Lúcio Couto, destacou o nível técnico do evento. "É uma oportunidade de acesso à ciência da melhor qualidade. Feira de Santana mostrou que tem capacidade para sediar um congresso de excelência, tanto pela organização quanto pela qualidade científica." 
A experiência também surpreendeu o público. Estudante de Medicina, Luiz Gustavo Santos afirmou que não imaginava a dimensão do encontro. "Foram três dias incríveis. Tive contato com áreas que ainda não conhecia na faculdade e encontrei profissionais de referência. Foi uma experiência muito enriquecedora." A estudante de Fisioterapia Bárbara Gomes ressaltou a importância da iniciativa para a formação acadêmica e para o fortalecimento da região. "É muito significativo ver Feira de Santana sediando um evento desse porte. Isso amplia o acesso ao conhecimento, incentiva a atualização profissional e fortalece a produção científica no interior." 
A cerimônia de abertura reuniu representantes de entidades médicas, instituições de ensino e do poder público, entre eles o presidente da Sociedade Baiana de Neurologia, Bruno Bacellar; o presidente da Sociedade de Neurocirurgia da Bahia e da comissão organizadora, Márcio Brandão; a secretária da Saúde da Bahia, Roberta Santana; a diretora-geral do Hospital Geral Clériston Andrade, Cristiane França; e o coordenador do curso de Medicina da UnexMED Feira de Santana, Rinaldo Antunes Barros.
Fotos: Ruddegry
Enviado por Orisa Gomes - Jornalismo Notre Comunicação

domingo, 26 de julho de 2026

Botafogo inicia returno com vitória


O Botafogo acaba de ganhar por 1 a 0 do Cruzeiro, fora de casa. E inicia o segundo turno do Campeonato Brasileiro da Série A em lugar, com  oito vitórias, cinco empates e sete derrotas derrotas, 29 pontos ganhos, mais 34 gols pró - segundo ataque mais positivo - e 32 gols contra, com saldo de dois gols.


Luiz Gomes na Paratissima 2026 com "Finestre Amazzoniche"


Entre as muitas propostas recebidas, o projeto "Finestre Amazzoniche" do artista plástico feirense Luiz Gomes se destacou pela "qualidade e originalidade" e foi selecionado para a seção "Unpredictable" (Imprevisível), com curadoria de Roberta Bani e Giulia Pozzi, na Paratissima 2026, programada para ocorrer de 30 de outubro a 1º de novembro de 2026. Trata-se de importante Semana de Arte de Torino 2026.
"Temos a satisfação de confirmar sua seleção e dar-lhe as boas-vindas ao grupo de artistas da próxima edição! Parabéns!", foi compartilhado. "Estou muito feliz, fui selecionado", comemorou Luiz Gomes.
A Paratissima 2026 será realizada no Real Collegio Carlo Alberto, em Moncalieri, um local de grande prestígio histórico e arquitetônico que tornará a edição de 2026 ainda mais especial.

sábado, 25 de julho de 2026

Flávio se emociona ao lembrar do pai durante convenção: ‘O legado está vivo’

'Por trás desse grande pai, há um patriota como eu nunca vi igual', afirmou o candidato ao Planalto

Veja o vídeo abaixo:

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se emocionou neste sábado, 25 de julho, durante a convenção nacional do Partido Liberal (PL), ao homenagear o ex-presidente Jair Bolsonaro. O evento, realizado em São Paulo, oficializou a candidatura de Flávio à Presidência da República nas eleições deste ano.

Flávio exibiu um vídeo em homenagem ao pai e destacou a trajetória do ex-presidente diante de apoiadores e lideranças da legenda.

"Saibam que, por trás desse ser humano, desse grande pai, tem alguém com um coração gigante, um patriota como eu nunca vi igual na minha vida, alguém que só quer o bem do nosso Brasil", afirmou o senador.

Após a convenção, Flávio compartilhou o momento nas redes sociais e reforçou a homenagem ao ex-presidente.

"Quem também está com saudades de Jair Bolsonaro? Podem ter certeza, o legado está vivo! Vamos honrar o Brasil!", escreveu na legenda da publicação.

Como mostrou o "Diário do Poder", a convenção também foi marcada pela exibição de um vídeo produzido com Inteligência Artificial (IA) que reproduziu a imagem e a voz de Jair Bolsonaro.

A gravação informava, logo no início, tratar-se de uma simulação e transmitia uma mensagem de apoio do ex-presidente à candidatura do filho.

Na mensagem reproduzida por IA, Bolsonaro afirma que "nenhuma prisão vai calar o sentimento de esperança" e apresenta Flávio como seu sucessor político.

"Peço que vocês recebam de braços abertos a pessoa que escolhi para me substituir, sangue do meu sangue, o Flávio. Vem com fé. O Brasil tem futuro. E o futuro é Flávio Bolsonaro presidente", diz o vídeo exibido durante a convenção.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/

A canalhice da "imprensa" não tem limite

Por Leandro Ruschel

Em 19 de julho, no ato dos 47 anos da revolução sandinista, Daniel Ortega, companheiro de Foro de São Paulo, anunciou que "não haverá mais eleições" na Nicarágua, para que a oposição não chegue ao poder. Sem poder deixar de condenar o autogolpe, a Folha fez o que a militância de redação sabe fazer: saiu à procura de um "equivalente" do outro lado. E escalou Nayib Bukele. 

O texto vergonhoso "esquece" que Bukele foi reeleito em 2024 com quase 85% dos votos, depois de ter praticamente ACABADO com o crime no país que, em 2015, era o mais violento do planeta, com 103 homicídios por 100 mil habitantes. El Salvador fechou 2025 com 82 homicídios. Oitenta e dois, no país inteiro, no ano inteiro.

É razoável questionar medidas do governo Bukele quanto ao devido processo legal, e a reeleição indefinida aprovada em 2025 merece crítica. Também é certo que nenhum país com aquela violência encerraria o ciclo do crime sem romper com a lógica dos "direitos dos manos", em que o criminoso acumula direitos infinitos e a vítima tem apenas o direito de perecer diante dele, exatamente como ocorre no Brasil.

Só que em El Salvador há eleição marcada para 2027 e há oposição no parlamento. Ortega acaba de anunciar que eleição não haverá mais nenhuma.

Mas a principal falha do editorial nem é a falsa equivalência entre um governo eleito que combate o crime e um regime comunista sem eleições, que reprime o opositor, não o bandido.

O maior problema da peça é não mencionar o Brasil.

A Folha também ignora as centenas de presos, condenados e exilados políticos produzidos pelo estado de exceção brasileiro. Não se trata de dizer que todo mundo que estava em Brasília no 8 de Janeiro era inocente, nem que vandalismo não deva ser punido. Trata-se de olhar para o que foi feito com os réus.

Eles foram julgados diretamente pelo Supremo, sem foro especial e em velocidade recorde para os padrões da corte, e assim perderam a revisão integral da condenação por instância superior. O tribunal que se declarou vítima dos fatos investigou, acusou na prática e julgou. Moraes, apresentado como alvo pessoal da suposta trama, foi o relator dos processos. As condutas foram tratadas em bloco. Somem-se as preventivas prolongadas, a censura de redes sociais, cujo número exato ninguém conhece até hoje, e os 552 acordos condicionados à confissão de culpa.

Quando alguém é perseguido pela sua posição política, julgado por quem se apresenta como vítima, sem juiz natural, sem duplo grau de jurisdição, sem individualização de conduta e sob severas limitações ao exercício pleno da defesa, o nome disso é prisão política. Há ainda os brasileiros que não podem voltar ao país sem risco de prisão por mera manifestação de opinião. Jair Bolsonaro é o exemplo mais evidente: o líder da oposição condenado por magistrados que o tratavam publicamente como ameaça à democracia e que figuravam como vítimas do próprio enredo levado a julgamento.

E não é leitura minha. Sempre que a palavra final coube a uma autoridade fora do Brasil, a conclusão foi a mesma. Os Estados Unidos não entregaram Allan dos Santos, porque o que a justiça brasileira definiu como crime é tratado ali como discurso protegido, e a Interpol se recusou a incluí-lo na lista vermelha por falta de indícios. A Audiência Nacional espanhola negou em definitivo a extradição de Oswaldo Eustáquio, apontando conexão e motivação política. A Argentina concedeu refúgio a um condenado do 8 de Janeiro por fundado temor de perseguição política. E a Corte de Cassação da Itália, ao recusar a entrega de Carla Zambelli, escreveu o óbvio sobre Moraes, ofendido e julgador no mesmo processo: "a coincidência entre a figura da vítima e a do juiz" compromete a imparcialidade que se exige de um Estado de Direito.

Quatro jurisdições diferentes, a mesma leitura. Só a Folha não conseguiu enxergar.

O regime autoritário brasileiro foi inaugurado pelo Ato Institucional de 2019, o "Inquérito das Fake News", aberto por portaria do Judiciário, sem provocação do Ministério Público, para criminalizar a crítica a ministros do Supremo, e usado com fúria na reação à descondenação do establishment pego com a mão na botija na Lava Jato.

À época, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou o arquivamento do inquérito e pediu que a portaria fosse declarada ilegal e inconstitucional, apontando investigação conduzida por "verdadeiro tribunal de exceção". Moraes recusou o arquivamento, contrariando a jurisprudência da própria corte, segundo a qual o pedido do procurador-geral é de atendimento irrecusável, e tocou o inquérito assim mesmo. Está tocando até hoje.

No Brasil, a sua liberdade de expressão depende da sua inclinação política. Esquerdista confessa a difamação em livro, vira "mestre" das redes sociais e ensina, em evento do PT, que "vale tudo para salvar a democracia". Lula chama o adversário de "genocida" e, num palanque em Catalão, em junho, lembrou que traidor da pátria costumava ser enforcado, com os filhos de Bolsonaro em mente. Já quem pendura na própria janela uma faixa com a palavra "ladrão", sem citar nome nenhum, recebe a visita da Polícia Federal, como em Presidente Prudente.

A Folha não pode denunciar a ditadura nicaraguense sozinha. Precisa do par, do “equivalente” de direita, porque condenar o autoritarismo pelo critério, e não pelo lado, chegaria ao Brasil. E aí estaria exposta a hipocrisia do próprio “jornal”, que passou anos justificando o estado de exceção brasileiro em nome da “defesa da democracia”.

Autocracia, para a “imprensa profissional”, é sempre um fenômeno distante. E medido com réguas diferentes conforme o governo seja de esquerda ou de direita.

A Folha denuncia a Nicarágua e fabrica um equivalente em El Salvador para não confessar o seu próprio papel na destruição do Brasil.

Fonte https://www.caoquefuma.com/

Feira de Santana Beauty deve movimentar o setor da beleza e impulsionar negócios na região

Evento reunirá mais de 100 marcas e milhares de profissionais entre os dias 2 e 4 de agosto.

 



A cidade de Feira de Santana receberá, entre os dias 2 e 4 de agosto, a quarta edição da Feira de Santana Beauty, evento que se consolida como um dos principais encontros de negócios da indústria da beleza na Bahia.

 

Realizada no Ária Hall, das 14 às 20 horas, a feira reunirá fabricantes, distribuidores, importadores e empresas especializadas em cosméticos, equipamentos e acessórios para atender profissionais de diversos segmentos da beleza.

 

A expectativa da organização é receber aproximadamente cinco mil profissionais, além de 30 caravanas provenientes de cidades do interior da Bahia, fortalecendo o turismo de negócios e movimentando hotéis, restaurantes, transporte e o comércio local.


Durante os três dias, os visitantes encontrarão mais de 100 marcas expositoras, lançamentos do mercado, oportunidades comerciais e produtos com descontos que podem chegar a 80%.

 

O mercado brasileiro da beleza continua entre os mais relevantes do mundo. Dados da Abihpec indicam que o setor representa uma das atividades econômicas mais dinâmicas do país, com forte geração de empregos, empreendedorismo e inovação. Estudos também apontam crescimento contínuo do segmento nos próximos anos.  


Além da feira de negócios, os visitantes poderão participar gratuitamente de workshops técnicos realizados ao longo da programação.


Para visitar a feira é necessário realizar o credenciamento antecipado pelo site belezaemfeira.com.br e entregar 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a instituições sociais de Feira de Santana.


Enviado por Orisa Gomes - Jornalismo Notre Comunicação

 

Revisão da comédia "1941: Uma Guerra Muito Louca"


Revisão da comédia pastelão "1941: Uma Guerra Muito Louca" (1941), de Steven Spielberg, 1979, um filme de grande elenco e orçamento. "A paranóia encontra o pandemônio", a frase de efeito publicitário no lançamento. Foi indicado a três prêmios Oscar: Fotografia, Som e Efeitos Especiais. Foi exibido no Cine Timbira, no início dos anos 80.

Satiriza a guerra, com hilariedade, humor negro, non sense e muita insanidade e até insinuações sexuais.

Faz referências ao filme "Aconteceu Naquela Noite" (1934), ao musical clássico "O Mágico de Oz" (1939), à comédia "Deu a Louca no Mundo" (1963), à "O Poderoso Chefão" (1972), bem como a dois filmes do diretor, "Encurralado" (1971) e "Tubarão" (1975) e principalmente à animação "Dumbo", de Walt Disney, sendo exibida em grande sala e assistida por um general emotivo (Robert Stack). Referências ainda à Hollywood, cujo símbolo - Hollywoodland - é destruído, e com personagem nominado Hollis Wood (Slim Pickens). John Wayne também é citado.

7 de dezembro de 1941. Em um ataque de surpresa o braço naval aéreo da frota imperial japonesa bombardeou a base naval de Pearl Harbor, nos Estados Unidos, e colocou o país na Segunda Guerra Mundial. Os americanos ficaram abalados, chocados e ultrajados com este ataque traiçoeiro. Na costa oeste a população entrou em paranóia. O pânico se espalhou e todos se convenceram de que a Califórnia era o próximo alvo. O general do estado-maior Joseph W. Stilwell (Robert Stack), comandante do 3º Batalhão do Exército, recebeu ordens de defender o sul da Califórnia. Unidades da marinha e do exército se mobilizaram para o local. Baterias de defesa anti-aérea foram colocadas de prontidão. Operações de defesa civil entraram em ação. Pela primeira vez desde a Guerra Civil cidadãos americanos se preparavam para defender sua pátria contra um inimigo, que poderia atacar em qualquer lugar e a qualquer hora, com uma força desconhecida. Em 13 de dezembro de 1941, na costa da Califórnia, um submarino japonês quer atacar algo que desencorage a população. O alvo escolhido é Hollywood, o que gera uma enorme confusão.

No grande elenco: John Belushi, Dan Aykroyd, Treat Williams, Ned Beatty, Nancy Allen, Tim Matheson, Lorraine Gary, Christopher Lee, Toshiro Mifune, Warren Oates, Robert Stack, Murray Hamilton, John Candy, Bobby DiCicco, Dianne Kay, Frank McRae, Slim Pickens, Wendie Jo Sperber, Patti LuPone, Lionel Stander, Dub Taylor, Susan Backline, Mickey Rourke, James Caan e John Landis.

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Pré-venda de "Homem-Aranha: Um Novo Dia" no Orient Cinemas Boulevard

Semana de lançamento de 29 de julho a 5 de agosto



A Orient Cinemas informando a pré-venda no Orient Cinemas Boulevard do filme de ação e aventura "Homem-Aranha: Um Novo Dia" (Spider-Man: Brand New Day), de Destin Daniel Cretton, 2026, que tem semana de lançamento entre quarta-feira, 29 de julho até quarta-feira, 5 de agosto, com sessões às  13, 16 e 19 horas, com cópia dublada, e às 20h40, com cópia legendada. O filme tem 145 minutos de duração e não é recomendado para menores de 12 anos.

Na trama, quatro anos se passaram desde os eventos de 'No Way Home', e Peter Parker (Tom Holland) agora é um adulto que vive totalmente sozinho, tendo se apagado voluntariamente da vida e das memórias daqueles que ama. Combatendo o crime em uma Nova York que não sabe mais seu nome, ele se dedica inteiramente a proteger sua cidade - um Homem-Aranha em tempo integral - mas à medida que as exigências sobre ele se intensificam, a pressão desencadeia uma evolução física surpreendente que ameaça sua existência, mesmo quando um novo padrão estranho de crimes dá origem a uma das ameaças mais poderosas que ele já enfrentou.

Tributo a Olney São Paulo em Riachão do Jacuipe

Um encontro com a história, a memória e a cultura jacuipense


A Prefeitura de Riachão do Jacuípe, por meio do Departamento de Cultura, convidando para a celebração do Dia do Documentário, na sexta-feira, 9 de agosto, às 14h30, na
Câmara Municipal de Riachão do Jacuípe. Trata-se de uma homenagem especial aos 90 anos de nascimento do cineasta jacuipense Olney São Paulo, um dos maiores nomes do cinema brasileiro e motivo de orgulho para nossa terra

O evento, que será aberto por Olney São Paulo Júnior, contará com a exibição dos filmes: "Sinais de Cinza a Peleja de Olney Contra o Dragão da Maldade", "Manhã Cinzenta" e "Grito da Terra", além de um bate-papo enriquecedor com convidados especiais: Yves São Paulo, Henrique Dantas e Sol Moraes.

"Será um momento de reflexão, valorização da nossa identidade cultural e reconhecimento da trajetória de um artista que marcou a história do cinema nacional, levando o nome de Riachão do Jacuípe para além das fronteiras."

"Participe deste merecido tributo e ajude a manter viva a memória e o legado de Olney São Paulo", é o convite.

Enviado por Olney São Paulo Júnior

Clayton Nascimento, Daniel Arcades e Sulivã Bispo participam de debate sobre o legado do Teatro Experimental do Negro

Entre os dias 30 de julho e 3 de agosto, a oitava edição do Melanina Acentuada Festiva lpromove cinco Ateliês de Ideias gratuitos com artistas, pesquisadores e dramaturgos que debatem memória, processos criativos e os 80 anos do Teatro Experimental do Negro. 


Artistas, dramaturgos, pesquisadores e intelectuais de diferentes estados brasileiros se reúnem em Salvador para compartilhar processos criativos, pesquisas e experiências ligadas à cena negra contemporânea. Parte central da programação formativa da 8ª edição do Melanina Acentuada Festival, os Ateliês de Ideias acontecem entre 30 de julho e 3 de agosto, com encontros gratuitos que aproximam o público de diferentes perspectivas sobre dramaturgia, memória e criação artística. 
Ao longo de cinco encontros, a programação promove debates sobre dramaturgia, memória, pesquisa, criação artística e os legados do Teatro Experimental do Negro (TEN), que celebra 80 anos e inspira a temática desta edição. Programação aguardada do festival, os Ateliês funcionam como espaços de intercâmbio entre diferentes gerações de artistas, pesquisadores e estudantes, incentivando a construção coletiva de conhecimento e ampliando o acesso a experiências que atravessam a cena teatral brasileira.
As atividades formativas começam no dia 30 de julho, às 14 horas, no Goethe-Institut Salvador, com o Ateliê de Ideias 01, que reúne Clayton Nascimento, Daniel Arcades e Sulivã Bispo, sob mediação de Guilherme Diniz, para discutir o tema "Rastros do Teatro Experimental do Negro na Cena Contemporânea". A mesa discute como o legado do Teatro Experimental do Negro (TEN) permanece vivo nas práticas teatrais contemporâneas, dramaturgias negras, na presença cênica e nas disputas por representação.
Dando sequência às atividades, no dia 1º de agosto, às 15 horas, acontece o Ateliê de Ideias 02, reunindo Elisa Larkin e Jessé Oliveira, com mediação de Guilherme Diniz, no debate "Censura, Guerra, Ressonâncias e o Teatro Experimental do Negro", diretamente do Goethe-Institut. O encontro promove uma abordagem do TEN em sua dimensão histórica, política e estética, refletindo sobre censura, enfrentamentos institucionais, memória e reverberações na cena negra atual.
No dia 2 de agosto, o público poderá acompanhar mais um momento de reflexão com o Ateliê de Ideias 03, às 15 horas, reunindo Guilherme Diniz, Lincoln Oliveira e Paulo Guidelly, sob mediação de Eugênio Lima, no encontro "Histórias, Críticas e Outros Dramas no Teatro Experimental do Negro", ainda no Goethe-Institut
O encerramento da programação gratuita acontece no dia 3 de agosto, às 14 horas, no Teatro Martim Gonçalves, com os Ateliês de Ideias 04 - "Pedagogias, Poéticas e Estéticas Negrorreferenciadas: Diálogos Com o Teatro Experimental do Negro", reunindo Camila Bonifácio, Mabel Freitas e mediação de Angela Daltro para discutir práticas pedagógicas, processos criativos e estéticas negras referenciadas pelo legado do TEN, pensando a formação, a pesquisa e a criação como campos de invenção cênica negra.
Após a primeira atividade, acontece às 16h30 o Ateliê de Ideias 05 - "Mulheres Negras no Teatro Experimental do Negro: Contribuições e Agências", reunindo Carol Carvalho, Liz Novais e mediação de Fernanda Silva. O encontro destaca a atuação, a criação e o protagonismo de mulheres negras no Teatro Experimental do Negro, refletindo sobre as permanências e agências femininas afrodiaspóricas na história do teatro nacional.
Todas as atividades formativas do Melanina Acentuada Festival são gratuitas e abertas ao público. Os espetáculos da programação artística possuem ingressos com valores de R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia), disponíveis pela plataforma Sympla. Como parte das ações de democratização do acesso à cultura, o festival reserva 5% da capacidade dos espaços para acessibilidade e destina 10% dos ingressos gratuitamente para estudantes da rede estadual de ensino, ampliando as oportunidades de participação do público em toda a programação.

PROGRAMAÇÃO OFICIAL - MELANINA ACENTUADA FESTIVAL - ANO 08

Confira nas redes sociais: @melaninaacentuada

(A programação pode sofrer alterações)


Enviado por Nicholas Costa - Criativos