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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Tá na rede

 

Quando Feira de Santana ganhou agência do Banco do Nordeste

A agência - 014 - do Banco do Nordeste do Brasil em Feira de Santana está localizada na Rua Conselheiro Franco, 534, no centro da cidade. Foi inaugurada em 1958, seis anos após a fundação oficial da instituição em 19 julho de 1952.

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Nas imagens, postadas sem ordem cronológica, figuras como economista do Banco do Nordeste do Brasil Rubens Vaz Costa, futuro presidente do BNB (1967-1971) e esposa Iva de Albuquerque Costa; vereador João Durval Carneiro e Yeda Barradas Carneiro, ele representando o prefeito João Marinho Falcão; padre Mário Pessoa, que abeçoou as instalações; funcionário do BNB Oswaldo Lemos; empresário João Domingos Gonçalves, José Ferreira Pinto, Newton Falcão e Oscar Marques. 

Fotos cedidas por Nilza Paim


Texto sobre "Grito da Terra" em catálogo de festival italiano





Através de Issis Valenzuela, que trabalha na Mercúrio Produções, produtora de Helena Ignez, o Blog Demais recebeu em agosto de 2009 mensagem de Marina Mottin, curadora do Festival I Mille Occhi in Trieste, na Itália, que fez homenageam a atriz baiana, que atuou em "Grito da Terra", de Olney São Paulo, filme foi exibido na retrospectiva.

O jornalista Dimas Oliveira foi convidado para formatar um texto sobre "Grito da Terra" constante no catálogo oficial do evento.

Eis a mensagem recebida, no original, em inglês:
Dear Dimas Oliveira,
I am a friend of Helena Ignez and I am curating this year the section Premio Anno Uno for the festival I Mille Occhi in Trieste (Italy)
The festival will take place from september 18 to 26, 2009. Helena will be awarded the Premio Anno Uno for her film Cançao de Baal and we are presenting a retrospective of some of the films in which she acted.
Since i presented Grito da Terra in a retrospective at the Fribourg Film Festival (Switzerland) in 2006. I am absolutely convinced that it is a masterpiece. We could screen only a DVD in 2006, and i had hoped that the film had beeen restored meanwhile. Which does not seem to be the case, unfortunately.
I know that tomorrow you are presenting the Tribute to Olney Sao Paulo in Feira, i have been on your blog this morning. It is a pity that I did not find out earlier.
I guess you must be very busy, but i would like to ask you for an article to be published on our catalogue, not a very long one, but i would like to give the right importance to this film. Maybe you have something which is already written?
I would also like to ask you if you can give me Ilya Sao Paulo contact in order to get the authorisation to the screening of the film in Trieste.
Thank you very much for your cooperation. I am at your disposal for all further information.
Best regards,
Marina Mottin
I Mille Occhi
Comitato Artistico Internazionale

Tradução (por Thomas Rabêlo):
Caro Dimas Oliveira,
Eu sou uma amiga de Helena Ignez e este ano serei a curadora da seção Premio Anno Uno no Festival I Mille Occhi in Trieste (Itália)
http://www.imilleocchi.com
O festival será realizado de 18 a 26 de setembro de 2009.
Helena receberá o Premio Anno Uno pelo seu filme Canção de Baal e nós apresentaremos uma retrospectiva de alguns dos filmes em que ela atuou.
Desde que eu apresentei Grito da Terra numa retrospectiva no Fribourg Film Festival (Suíça) em 2006, estou absolutamente convencida que é uma obra-prima. Nós pudemos exibir apenas um DVD em 2006, e hoje eu tinha esperanças que o filme já houvesse sido restaurado. O que, infelizmente, não parece ser esse o caso.
Eu sei que amanhã você estará apresentando o Tributo a Olney São Paulo em Feira, pois visitei o seu blog esta manhã. É uma pena que eu não tenha encontrado-o antes.
Eu acho que você deve ser muito ocupado, mas queria pedir-te um artigo para ser publicado em nosso catálogo, não um muito longo, mas eu queria dar a importância devida a este filme. Quem sabe você não já tenha algo escrito?
Também queria saber se você pode me dizer como contactar Ilya São Paulo para que eu possa conseguir a autorização para exibir o filme no Trieste.
Muito obrigado por sua cooperação. Eu estou a sua disposição para mais informações.
Meus melhores cumprimentos,
Marina Mottin
I Mille Occhi
Comitato Artistico Internazionale

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

José Umberto e Feira de Santana

Feira de Santana e José Umberto

                                           




1. José Umberto (D) com Antonio Edson Freitas e Antônio Luiz Cunha, em frente ao Colégio Estadual (hoje, Cuca)
2. José Umberto (D) ao lado de Luciano Ribeiro. Também na foto: Aderbal Moura, Raimundo Pinto, Hélio Cerqueira, Antônio Álvaro e José Wagner, entre outros integrantes da Scafs
3. José Umberto e Robinson Roberto dirigindo "Urubu"
4 e 5. José Umberto dirigindo "Sertão" 
6. José Umberto na direção de "Lua Violada"
7. José Umberto e a atriz Christiane Veigga na estreia de "Revoada" 
Fotos: Álbuns de José Umberto Dias

O cineasta José Umberto Dias, diretor, roteirista e produtor, é sergipano de Boquim. Aos sete anos. ele veio para a Bahia e passou a morar em Feira de Santana, com sua mãe, D. Marizete Dias, antes de se fixar em Salvador

Nesta cidade, além de integrar o grupo teatral Sociedade Cultural e Artística de Feira de Santana (Scafs), teve participação na Associação Feirense dos Críticos Cinematográficos (AFCC) nas gestões 1963/1964 de Antônio Álvaro e Luciano Ribeiro.

"Lembro que tínhamos um programa na Rádio Sociedade que se chamava 'Cinema em Três Dimensões'", conta. 

Outra lembrança dele: "Fiz um discurso, no auditório da antiga Biblioteca Arnold Silva, de saudação ao cineasta Álvaro Guimarães (Alvinho), também diretor teatral".

Mais uma revelação de José Umberto: "Essa Associação foi o germém de minha iniciação cinematográfica".

Em 1968, então graduando em Ciências Socias na Universidade Federal da Bahia (Ufba), ele começou sua história como cineasta em curso de iniciação cinematográfica ministrado pelo Grupo Experimental de Cinema da universidade. 

Formou-se em 1971, mas não deixou mais o cinema e desde então vem atuando na cena cinematográfica, dirigindo, roteirizando, montando e produzindo.

José Umberto também é crítico de cinema, ensaísta, escritor, dramaturgo e poeta.

Feira com cenário de filmes

Em 1977, em parceria com Robinson Roberto, realizou em Super 8, o documentário "Urubu". Segundo os autores, trata-se de "bestiário simples e poético do urubu e a sua relação cósmica. Pássaro preto, contraditório, habitante da vida na esperança da morte. Enfim, uma homenagem àquele que resume a ânsia do desespero humano: poesia & morte". Teve como cenário o antigo matadouro municipal.

Em 1978, utilizou locações de Feira em "Brabeza", realizado em parceria com Robinson Roberto.

Em 1979, realizou em Feira de Santana e com assistência de direção de Dimas Oliveira, o documentário "Sertão". No ano seguinte, em Feira e cidades da região, outro documentário, "Cantos Flutuantes", com Dimas Oliveira mais uma vez na assistência de direção. 

"Sertão" é um documentário poético em torno do belíssimo mural do pintor Lênio Braga, instalado no Terminal Rodoviário de Feira de Santana. É um filme sobre a beleza do imaginário da cultura popular sertaneja, através seus poetas de cordel e repentistas", considera José Umberto. É o filme de José Umberto mais exibido em Feira de Santana - a mais recente na sexta edição do Projeto Cinema no Casarão, criado e promovido pela Fundação Senhor dos Passos e o Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie Poppino, na noite de 28 de novembro de 2025, na Sala Dimas Oliveira, do Casarão Fróes da Motta.

Em 2002, realizou "Lua Violada", uma alegoria sobre "a perda da inocência e o despertar da consciência", conforme sintetiza. Em evento artístico-cultural marcante no Multiplex do então Iguatemi, em julho do ano seguinte, com presenças do prefeito José Ronaldo de Carvalho - a Prefeitura deu apoio logístico à produção - e do secretário de Estado da Cultura, Paulo Gaudenzi.

Presenças em Feira de Santana

Seus primeiros filmes, "Perâmbulo" (1967), "Doce Amargo" (1968), em parceria com André Luiz de Oliveira, e "Voo Interrompido" (1971), foram exibidos, em 1973, com a presença de José Umberto, no Clube de Cinema de Feira de Santana, em sala do prédio da Faculdade de Educação, hoje Museu Regional de Arte, do Cuca/Uefs.

Seu primeiro longa metragem foi realizado em 1972, "O Anjo Negro". Foi exibido em Feira de Santana, no Cine Íris. Na noite de estreia, o diretor e parte do elenco - Mário Gusmão, Raimundo Tosta, Antonia Veloso - entraram na sala de surpresa, causando certo frisson.

Em 7 de agosto de 2009, realização do Tributo a Olney São Paulo, na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), marcando a data em que o cineasta, se estivesse vivo, faria 73 anos. José Umberto participou do painel sobre Olney - falando sobre "Importância de Olney São Paulo" - , ao lado de Ilya São Paulo, Olney Jr, mais André Setaro, Robinson Roberto, Roque Araújo e Tuna Espinheira. Foi promovido pela Prefeitura de Feira de Santana, através da Fundação Cultural Egberto Costa, com apoio do Núcleo de Preservação da Memória Feirense, da Fundação Senhor dos Passos.

Seu longa mais recente, "Revoada", é como uma homenagem à história de cangaço e ao próprio cinema baiano, sem falar que é "um filme sobrevivente, que hoje consegue existir mesmo com todo desrespeito artístico imperante no nosso país".

Na sessão especial, em sala do Oriente Cinemas Boulevard, em 15 de agosto de 2024, foi exibido com José Umberto e a atriz Christiane Veigga presentes. 

Após Casas Bahia, Bradesco anuncia fechamento de centenas de lojas em todo o país

Banco confirmou o fechamento de 324 agências físicas e redução de 2.448 postos de trabalho.


O Bradesco confirmou o fechamento de 324 agências e redução do quadro de funcionários em 2.448 postos de trabalho no ciclo de um ano, segundo levantamento do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. Somente no segundo trimestre deste ano, o saldo de empregos na instituição ficou negativo em 868 vagas.

O corte na estrutura se dá mesmo diante de resultados financeiros positivos para o banco. No primeiro semestre de 2026, o Bradesco registrou lucro líquido recorrente de R$ 13,861 bilhões, alta de 16,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. A carteira de crédito expandida da instituição alcançou R$ 1,137 trilhão em junho, crescimento de 11,6% em 12 meses, e a base de clientes cresceu cerca de 300 mil pessoas no período, chegando a 110,4 milhões.

Segundo o Bradesco, a redução da rede física acompanha a mudança no comportamento dos clientes e o avanço do atendimento digital. Atualmente, cerca de 98% das transações da instituição são realizadas por canais digitais, como aplicativo de celular e internet banking. O banco afirma que avalia fatores como o fluxo de cada unidade, a demanda por atendimento presencial na região e o custo de manutenção antes de decidir pelo fechamento, priorizando a integração de agências de baixo movimento a unidades maiores.

Ao final do primeiro semestre, o Bradesco contava com 79.699 funcionários, dos quais 67.954 classificados como bancários. Em nota, a instituição negou a existência de um programa de demissões em massa e afirmou que os ajustes no quadro de pessoal são feitos de forma planejada. "A prioridade é a alocação interna de talentos, a mobilidade profissional e o reposicionamento de profissionais sempre que possível", declarou o banco, que também disse manter investimentos em qualificação e capacitação dos funcionários remanescentes.

O Sindicato dos Bancários criticou a redução da estrutura física e do quadro de trabalhadores, argumentando que o alto lucro da instituição justificaria a manutenção dos empregos e do atendimento presencial à população. Na segunda-feira (17), bancários chegaram a promover um protesto no Distrito Federal contra o fechamento de uma agência do banco no Paranoá.

O Bradesco emendou que o encerramento das unidades físicas não deixa os correntistas desassistidos, alegando que os clientes continuam tendo acesso a agências próximas, à rede Bradesco Expresso e aos canais digitais. O caso se soma a uma série de reestruturações no setor privado brasileiro, dias depois de a varejista Casas Bahia protocolar pedido de recuperação judicial e fechar 298 lojas.

Fonte: https://www.conexaopolitica.com.br/

Transporte gratuito para o público do Flifs durante todos os dias do festival

 Prefeitura Municipal disponibiliza ônibus exclusivos entre o Terminal Central e o Centro de Convenções, com saídas regulares em horários alternados



O 19º Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (Flifs) terá transporte gratuito para o público durante todos os seis dias de programação. A iniciativa conjunta com a Prefeitura Municipal garante que moradores de diferentes bairros possam se deslocar com tranquilidade até o novo endereço do evento, o Centro de Convenções de Feira de Santana, localizado na Rua Tupinambás, 69, no bairro São João (Próximo ao Boulevard Shopping).Ônibus exclusivos sairão do Terminal Central em direção ao Centro de Convenções, com retorno garantido ao ponto de partida. As saídas ocorrem em horários alternados entre os dois pontos, de acordo com a seguinte programação:

Terça a quinta-feira (25 a 27/08)

Terminal Central: 16, 17, 18, 19, 20 e 21 horas

Centro de Convenções: 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30

Sexta e sábado (28 e 29/08)

Terminal Central: 16, 17, 18, 19, 20 e 21 horas

Centro de Convenções: 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 22 horas

Domingo (30/08)

Terminal Central: 14, 15, 16 e 17 horas

Centro de Convenções: 14h30, 15h30, 16h30 e 18 horas

A operação terá saídas alternadas entre os dois pontos, com veículos saindo do Terminal Central em direção ao festival. Para mais informações sobre horários e itinerários, os aplicativos SIU Mobile e Cittamobi estão disponíveis para consulta.

O Flifs 2026 acontece de 25 a 30 de agosto, no Centro de Convenções, com entrada gratuita e programação diversificada que inclui conversas com escritores, mesas literárias, shows musicais, lançamentos de livros e espaços dedicados ao público infantil e jovem .


Programação completa: flifsoficial.uefs.br


Mais informações: @flifsoficial


Enviado pela Comissão Organizadora 2026

Belgo Arames Challenge FIEMG Lab é lançado no P7 Criativo

 Iniciativa de inovação aberta conectará startups a desafios de eficiência operacional e segurança industrial

 


A Belgo Arames e o FIEMG Lab lançaram, na quarta-feira, 19 de agosto, a primeira edição do Belgo Arames Challenge FIEMG Lab. Realizado no P7 Criativo, em Belo Horizonte, o encontro reuniu representantes da indústria e do ecossistema de inovação para apresentar dois desafios tecnológicos da empresa e as oportunidades de participação de startups no desenvolvimento de soluções de impacto.

A iniciativa integra a estratégia de inovação aberta da Belgo Arames e pretende ampliar a experiência industrial da companhia da criatividade, da tecnologia e da agilidade das startups. A empresa passou a integrar, em abril, o grupo de Indústrias do Futuro, formado pelas organizações parceiras do FIEMG Lab.

Durante a programação, os participantes conheceram a atuação do FIEMG Lab, a parceria estabelecida com a Belgo Arames e as estratégias de inovação da companhia. Também foram detalhados os dois desafios que nortearão a primeira edição da iniciativa.

"Ao longo da nossa história, crescemos questionando padrões e buscando formas melhores de evoluir. É essa mentalidade que nos trouxe até aqui e que agora orienta os nossos próximos passos. Com o Belgo Arames Challenge FIEMG Lab, queremos aproximar nossa experiência industrial da criatividade e da agilidade do ecossistema de inovação, gerando novas perspectivas capazes de acelerar ganhos de competitividade, produtividade, segurança e sustentabilidade", afirmou Rodrigo Archer, CEO da Belgo Arames.

Segundo o executivo, a proposta vai além da busca por respostas para demandas atuais da organização. “Mais do que encontrar respostas para desafios atuais, queremos construir, de forma colaborativa, as oportunidades que impulsionam a indústria no presente e nos próximos anos”, completou Archer.

Para Gustavo Macena, superintendente do Instituto Euvaldo Lodi de Minas Gerais (IEL-MG), responsável pelo FIEMG Lab, o lançamento fortaleceu a conexão entre as demandas do setor produtivo e as soluções desenvolvidas pelo ecossistema de inovação.

"O Belgo Arames Challenge FIEMG Lab reforça o propósito do hub de conectar desafios reais da indústria a soluções tecnológicas com potencial de aplicação e impacto. Essa aproximação cria um ambiente favorável para testar novas ideias, acelerar aprendizados e transformar inovação em resultados concretos para os negócios, para os trabalhadores e para a indústria", destacou Macena.

A entrada da Belgo Arames no FIEMG Lab faz parte da estratégia da companhia de ampliar sua atuação em inovação aberta e fortalecer as conexões com startups e parceiros estratégicos. A iniciativa busca acelerar o desenvolvimento de soluções voltadas à eficiência operacional, à sustentabilidade, à segurança e à competitividade industrial.

As inscrições para os desafios estão disponíveis em: Belgo Arames Challenge 2026 – FIEMG Lab , até 9 de setembro.

Desafio 1: Como usar dados disponíveis da produção para gerar maior eficiência operacional?

A Belgo Arames busca aumentar a eficiência operacional de sua planta por meio de uma tomada de decisão mais ágil, inteligente e orientada por dados já disponíveis em seus processos produtivos. Atualmente, a operação gera um grande volume de informações provenientes de diferentes sistemas, como MES, SAP, sistema de controle de acesso, formulários digitais e plataformas de gestão dos coletores de dados.

Embora essas informações possuam alto valor para a operação, elas permanecem descentralizadas, exigindo que supervisores e analistas acessem múltiplas plataformas, realizem cruzamentos manuais de dados e interpretem os resultados antes de definir ações no chão de fábrica. Esse processo demanda tempo, aumenta a complexidade da tomada de decisão e limita a capacidade de resposta rápida diante de desvios operacionais.

Além disso, as ferramentas atualmente utilizadas, como dashboards em Power BI, possuem foco predominantemente analítico e histórico, permitindo compreender o que aconteceu, mas oferecendo suporte limitado para decisões em tempo real e para a antecipação de cenários futuros. Como consequência, oportunidades de melhoria podem deixar de ser capturadas. A otimização da gestão de equipes operacionais e falhas e paradas de equipamentos nem sempre são identificadas com a rapidez necessária e a eficiência operacional acaba sendo impactada.

Nesse contexto, o desafio consiste em transformar os dados já existentes em recomendações práticas e acionáveis para a operação, sem a necessidade de implementar novos processos de coleta de dados. A solução deverá consolidar informações oriundas de diferentes sistemas, correlacionar eventos, identificar padrões operacionais e gerar insights que apoiem supervisores e analistas na tomada de decisão.

A solução deve ser capaz de priorizar ações operacionais, apoiar a alocação de operadores, antecipar desvios de desempenho, identificar oportunidades de melhoria e recomendar ações que contribuam para o aumento da eficiência dos equipamentos e para a redução de perdas operacionais. O objetivo é tornar a tomada de decisão mais rápida, consistente, preditiva e orientada por dados.

Adicionalmente, a solução deverá demonstrar geração de valor em curto prazo, com benefícios perceptíveis já nas etapas iniciais de implementação. Entre os principais resultados esperados estão a redução do tempo dedicado à análise de informações, a padronização do processo de tomada de decisão, o aumento do OEE, os ganhos de produtividade e o fortalecimento da competitividade da Belgo Arames por meio de uma operação mais eficiente e inteligente.

Desafio 2: Ambiente seguro: Gestão inteligente de dados para decodificar riscos industriais

A Belgo Arames atua em um ambiente industrial classificado como grau de risco 4, o mais elevado entre as atividades industriais brasileiras, onde operações como movimentação de empilhadeiras, içamento de cargas, contato com partes móveis rotativas e manipulação de arames fazem parte da rotina produtiva e exigem elevados padrões de segurança. Nesse contexto, a empresa busca evoluir sua gestão de riscos, migrando de uma atuação predominantemente reativa para uma abordagem cada vez mais preditiva e preventiva.

Atualmente, a Belgo já dispõe de diversas fontes de informação relacionadas à segurança, como registros realizados no Enablon, imagens de CFTV, dados de Business Intelligence, ordens de manutenção, checklists operacionais e outras plataformas corporativas. Entretanto, essas informações ainda se encontram dispersas e são utilizadas principalmente para análise de eventos que já ocorreram, dificultando a identificação antecipada de cenários que indiquem aumento do nível de risco em determinada área da fábrica.

O desafio consiste em desenvolver uma solução capaz de consolidar e interpretar diferentes fontes de dados para estimar o nível de risco de cada ambiente industrial. A expectativa é que a solução seja capaz de identificar padrões, reconhecer condições perigosas, gerar alertas e apoiar a priorização das ações de segurança antes que um incidente aconteça. Entre as possibilidades de análise estão informações provenientes de câmeras, relatos de segurança, histórico de ocorrências, dados operacionais e outros indicadores que permitam construir um mapa dinâmico de riscos da operação. A solução deverá contribuir para uma gestão mais inteligente da segurança, promovendo melhor alocação de recursos, maior agilidade na tomada de decisões e ambientes cada vez mais seguros para os empregados.

Sobre o FIEMG Lab

O hub é uma iniciativa pioneira do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), no âmbito da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), criado para acelerar o futuro do setor industrial e aumentar sua competitividade por meio da conexão com soluções tecnológicas de impacto no mercado.

A iniciativa é vencedora por três anos consecutivos (2023, 2024 e 2025) do prêmio de melhor ecossistema de inovação aberta entre as organizações do Sistema S, entidades públicas, sindicais e patronais do Brasil pelo Ranking 100 Open Startups.

São 294 indústrias impactadas, 396 startups impactadas, 7.702 encontros de negócios entre startups e indústrias, 3.814 profissionais da indústria envolvidos e 163 Provas de Conceito (PoCs) realizadas.

Sobre a Belgo Arames

Com mais de 50 anos de história, a Belgo Arames é líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert. A empresa atua nos segmentos de Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera, oferecendo um mix de produtos e serviços que atendem com expertise e tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes. Tem oito unidades pelo país, nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Bahia, e sede em Contagem (MG). 

A organização está em 4º lugar na categoria Mineração, Metalurgia e Siderurgia e na 60ª posição no ranking geral do Prêmio Valor Inovação Brasil 2026, anunciado neste mês.

 

 Enviado por Flávia Rodrigues - Consultora de Comunicação - In Press Porter Novelli

Feira de Santana aparece entre as maiores áreas urbanizadas do Brasil

Levantamento divulgado pelo IBGE coloca o município na 19ª posição nacional, 

com 150,33 km² de área urbanizada



Feira de Santana possui a 19ª maior área urbanizada do Brasil. O município alcançava 150,33 km² de ocupação urbana em 2022, segundo levantamento divulgado nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ranking nacional, Feira aparece logo depois de Guarulhos, em São Paulo, que registrou 150,36 km², e à frente de Ribeirão Preto, também em território paulista, com 147,73 km².

Os dados fazem parte da quarta edição do estudo ‘Áreas Urbanizadas do Brasil’, publicada na terça-feira (18). O levantamento identifica as manchas urbanas formadas principalmente por construções residenciais e comerciais, ruas e outras estruturas características das cidades. Em todo o país, as áreas urbanizadas somavam 48.844,06 km² em 2022.

Área mapeada

O trabalho é realizado por meio da interpretação de imagens de satélite e de outras informações geográficas. O IBGE classifica as áreas urbanizadas como densas ou pouco densas, permitindo conhecer a distribuição da ocupação e acompanhar a expansão física das cidades. O estudo mede o espaço efetivamente urbanizado, e não o tamanho da população ou toda a extensão territorial do município.

Feira de Santana possui 1.304,425 km² de área territorial. Os 150,33 km² urbanizados representam aproximadamente 11,52% desse total. A parcela restante não corresponde necessariamente à zona rural, pois também inclui vegetação, lagoas, áreas agrícolas, terrenos desocupados e outros espaços sem ocupação urbana contínua.

Desafios urbanos

A presença de Feira entre as 20 maiores áreas urbanizadas do país reforça sua dimensão como polo regional, mas também evidencia desafios relacionados ao crescimento da cidade. Quanto mais extensa é a ocupação urbana, maior tende a ser a necessidade de investimentos em transporte público, mobilidade, pavimentação, drenagem, iluminação, saneamento e acesso aos serviços de saúde e educação.

Os dados também auxiliam no planejamento da expansão urbana e na preservação ambiental. Em uma cidade com ocupação espalhada pelo território, o poder público precisa levar infraestrutura e serviços a áreas cada vez mais distantes, combater o crescimento desordenado e conciliar novos empreendimentos com a proteção de lagoas, cursos d’água e áreas verdes.

Ranking da Bahia

Salvador - 193,49 km²

Feira de Santana - 150,33 km²

Camaçari - 100,43 km²

Vitória da Conquista - 97,13 km²

Porto Seguro - 62,01 km²

Ranking do Nordeste

Fortaleza - 248,86 km²

São Luís - 202,33 km²

Teresina - 198,10 km²

Salvador - 193,49 km²

Feira de Santana - 150,33 km²

Recife - 136,60 km²

Fonte; @feirahoje

Prosa das Letras destaca Academia Feirense de Letras


Nesta sexta-feira, 21 de agosto, será exibido o segundo programa Prosa das Letras, uma iniciativa da Academia de Letras da Bahia (ALB) em parceria com a TV ALBA. O objetivo é conhecer mais profundamente as diversas academias de letras existentes em municípios baianos. O entrevistado é João Batista de Cerqueira, presidente da Academia Feirense de Letras (AFL).

A apresentação é do acadêmico e escritor Aleilton Fonseca, atual presidente da ALB, que não esconde o entusiasmo. "Sabemos que as academias têm um papel importante na valorização da literatura, na preservação da cultura e da memória de seus municípios. É isso que queremos mostrar no Prosa das Letras", afirma. Dividido em dois blocos, cada programa tem 30 minutos e também mostra as origens, a trajetória, as atividades, desafios, projetos e conquistas de cada instituição. 

João Batista destaca a importância do programa, principalmente para o público vinculado ao movimento acadêmico no interior da Bahia. "Prosa das Letras é um espaço privilegiado para disseminar as ideias, os debates sobre literatura e lógico fortalecer o movimento acadêmico em todo estado. Portanto, parabéns a TV ALBA, parabéns a Academia de Letras da Bahia e ao seu presidente, o escritor Aleilton Fonseca por ter essa feliz ideia de entrevistar lideranças acadêmicas do interior do estado e tornar sua voz, o seu exemplo, a sua dedicação às artes da escrita acessível a todo o público que nos assiste", afirma. "Gratidão em nome da Academia Feirense se Letras que é a segunda academia fundada no interior do estado e que esse ano de 2026 completa 50 anos de atividades", conclui.

O Prosa das Letras será exibido quinzenalmente, às sextas-feiras, às 18h30, pelo YouTube da TV ALBA (@tvalba). Mas quem quiser também pode acompanhar pela TV aberta: Salvador e Região Metropolitana: Canal 12.2; em Barreiras: Canal 40.2; e demais cidades do interior da Bahia: Canais 9.2 e 10.2. 

Fonte: https://academiadeletrasdabahia.org.br/

Feira de Santana na "Filmografia Brasileira"

Foto de "Ana"

Pesquisando no site da Cinemateca Brasileira (www.cinemateca.gov.br), Feira de Santana aparece com 33 resultados em "Filmografia Brasileira":
O BRASIL MARAVILHOSO (1928-1930), que narra a viagem detalhada e pitoresca do naturalista Alfredo dos Anjos aos sertões brasileiros.
LAMPIÃO, A FERA DO NORDESTE (1930), de José Nelli. "Um horrível apanhado da feira de gados em Feira de Santana".
FEIRA DE SANTANA (1938), de Rui Galvão.
UM CRIME NA RUA (1955), de Olney São Paulo.
ANA (1957), de Alex Viany - Narra a história de um grupo de retirantes a serviço do trabalho escravo. No trajeto, o motorista do pau-de-arara encontra a resistência de um operário de volta do sul, em visita à família, e de Ana, líder de um grupo de camponeses.
A GRANDE FEIRA (1961), de Roberto Pires.
LAMPIÃO REI DO CANGAÇO (1963), de Carlos Coimbra.
O GRITO DA TERRA (1964), de Olney São Paulo.
A MORTE DO BOI (1969-1970), de Leon Hirszman.
O PROFETA DE FEIRA DE SANTANA (1971), de Olney São Paulo, sobre o pintor Raimundo de Oliveira.
MAGAREFE (1972), de Vito Diniz. Documentário realizado em Feira de Santana, sobre a morte do boi e o trabalho do magarefe, "num ritual de som, cores, imagem, ritmo e violência".
COMO NASCE UMA CIDADE (1974), de Olney São Paulo, sobre o centenário de Feira de Santana, em 1973.
O AMULETO DE OGUM (1974), de Nelson Pereira dos Santos.
CANTOS DO TRABALHO: CANA-DE-AÇUCAR (1975), de Leon Hirszman. A cantoria dos trabalhadores da cultura da cana-de-açucar na região de Feira de Santana.
DIZIMAÇÃO (1976), Super 8 de Cícero Souza.
FEIRA DE SANTANA, CEM ANOS DE UMA CIDADE (1976), de Olney São Paulo. O mesmo "Como Nasce uma Cidade".
A ÚLTIMA FEIRA LIVRE (1976), de Olney São Paulo. O mesmo "Como Nasce uma Cidade".
POLICHINELO (1977), de Jean Gabriel Albicocco.
PINTO VEM AÍ (1977), de Olney São Paulo.
CANTOS DE TRABALHO : CANA DE AÇÚCAR (1979), de Leon Hirszman. A cantoria dos trabalhadores da cultura da cana-de-açucar na região de Feira de Santana.
SERTÃO (1980), de José Umberto, com assistência de Dimas Oliveira. Paisagens humana e geográfica do sertão, tomando-se por base o mural do artista plástico Lênio Braga, instalado na Estação Rodoviária de Feira de Santana.
SER TÃO (1980), de José Umberto. O mesmo "Sertão"
LAMARCA (1994), de Sergio Resende.
MR. ABRAKADABRA! (1996), de José Araripe Jr.
TIETA DO AGRESTE (1996), de Carlos Diegues.
VIVA SÃO JOÃO! (2002), de Andrucha Waddington. Sobre turnê de Gilberto Gil no interior da Bahia.
CASSETA E PLANETA: A TAÇA DO MUNDO É NOSSA (2003), de Lula Buarque de Holanda.
O HOMEM QUE COPIAVA (2003), de Jorge Furtado.
SEXUALIDADES (2003), de Malu de Martino.
TRECHO (2005), de Marçal Aquino.
A CIDADE DAS MULHERES (2005), de Lázaro Farias.
A MARCA DO TERRIR (2005), de Ivan Cardoso.
NO MEU LUGAR (2009),de Eduardo Valente.