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sexta-feira, 27 de março de 2026

Vamos mudar a Bahia!


"Nossa chapa - ACM Neto governador, Zé Cocá vice, Coronel e João Roma senadores - receberá o importante apoio do prefeito de Feira de Santana José Ronaldo. Contamos com a sua presença e mobilização." Este o convite para segunda-feira, 30 de março, às 18 horas, no Teatro da CDL, Feira de Santana.

Caixa Cultural Salvador recebe Marisa Orth, Buhr e Taciana Barros no espetáculo "Amar e Mudar as Coisas - Belchior 80"


Tributo ao cantor e compositor Belchior celebra seus 80 anos com apresentações entre 17 e 19 de abril, reunindo repertório consagrado do artista


A Caixa Cultural Salvador recebe, de 17 a 19 de abril, o espetáculo "Amar e Mudar as Coisas - Belchior 80", estrelado por Marisa Orth, Buhr e Taciana Barros (Foto: José de Holanda). Inspirado nos versos que dão título ao álbum "Alucinação" (1976), o espetáculo presta homenagem à obra de Belchior, que completaria 80 anos em 2026.

Em cartaz pela primeira vez na Bahia, o espetáculo reúne três noites de apresentações musicais com repertório composto por 15 canções, entre clássicos como "Sujeito de Sorte", "A Palo Seco", "Como Nossos Pais", "Velha Roupa Colorida" e "Apenas um Rapaz Latino-Americano". A proposta combina música ao vivo, releituras autorais e momentos narrativos que percorrem a trajetória artística e poética do compositor cearense. 

Traçando um percurso a partir de um de seus maiores sucessos, a canção "Alucinação", o espetáculo "Amar e Mudar as Coisas - Belchior 80" revisita quase uma década dedicada à obra de Belchior. Sucesso de público e crítica, o projeto percorre o estado de São Paulo desde 2017, reinventando-se durante a pandemia, em 2020, e agora chega a Salvador em sua edição comemorativa aos 80 anos que o artista completaria em 2026.

No palco, Marisa Orth assume os vocais; Buhr responde pela voz e percussão; e Taciana Barros pela voz, guitarra e piano. O espetáculo conta ainda com Estevan Sinkovitz nos violões e guitarras e Zéli Silva no baixo acústico. As canções são intercaladas por trechos biográficos e literários, com textos do jornalista Jotabê Medeiros, autor da biografia "Apenas um Rapaz Latino-Americano" (2017). 

Idealizado por Taciana Barros, o projeto nasceu de uma pesquisa cuidadosa sobre a obra de Belchior, buscando preservar a essência das gravações originais ao mesmo tempo em que propõe novos arranjos e leituras. A montagem destaca a atualidade do pensamento do artista, marcado pela crítica social, pelo inconformismo e pela poesia que atravessa gerações. 

Para Marisa Orth, o espetáculo representa um encontro afetivo e artístico que se fortaleceu ao longo do tempo, mantendo o compromisso com a obra de Belchior e conquistando o público por onde passa.  "'Amar e Mudar As Coisas' é uma das surpresas, dos presentes artísticos que eu recebi durante a carreira. Ele é de fato um show que era para ser exibido algumas poucas vezes. Taciana foi quem originou essa ideia. E ele só cresce, só encanta. Ele é muito, e é de verdade. Nosso compromisso é com a obra do Belchior", afirma a artista.

Com ingressos a preços populares, à venda a partir do meio-dia de terça-feira, 7 de abril, na plataforma Sympla.

Sobre Belchior

Antônio Carlos Belchior (1946–2017) foi cantor, compositor e um dos principais nomes da música popular brasileira. Nascido em Sobral, no Ceará, destacou-se a partir da década de 1970 com uma obra marcada pela crítica social, pelo inconformismo e por letras que dialogam com questões existenciais, políticas e culturais do país. Canções como "Apenas um Rapaz Latino-Americano", "Como Nossos Pais", "Velha Roupa Colorida" e "Sujeito de Sorte" consolidaram sua importância na MPB e seguem influenciando diferentes gerações.

Serviço:

"Amar e Mudar as Coisas - Belchior 80"

Local: Caixa Cultural Salvador - Rua Carlos Gomes, 57, Centro
Data: dias 17 a 19 de abril
Horário: sexta-feira e sábado, 20 horas. Domingo, 19 horas.

Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia entrada) | Meia-entrada para clientes Caixa e casos previstos em lei.

Vendas: iniciam dia 07/04, a partir do meio-dia na plataforma Sympla

Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: Livre

Informações: Site CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalsalvador

Acesso para pessoas com deficiência

Estacionamento gratuito ao lado da Caixa Cultural


Enviado por Antonio Anselmo, Assessoria de Imprensa



Coitadinha da selecinha

São cinco Copas do Mundo perdidas pelo Brasil desde a última conquista, em 2002. Nessas competições, a melhor posição foi na Copa de 2014, quando ficou em quarto lugar. A pior, em 2022, em sétimo lugar. Nas demais, repetição de sexto lugar.

Em todas, o Brasil era "favorito" e o clima de "já ganhou" predominava. Itália, Espanha, Alemanha, França e Argentina, as seleções campeãs.

Atualmente, no Ranking de Seleções da Fifa, o Brasil está em quinto. Em sua frente: Espanha, Argentina, França e Inglaterra. Depois dele, seleções de Portugal, Alemanha, Holanda, Bélgica, Croácia e Marrocos.

Cada vez mais patente que esta selecinha está mesmo a caminho do hexa - seis Copas sem título. 

Há 53 anos, foi inaugurado o Cine Timbira

Foto: Reprodução: "Blog Por Simas"

Foto: João Santana/Reprodução "Feira de Jesus"

Nino Manfredi em "Por uma Graça Recebida", filme que inaugurou o cinema (
Foto: Reprodução)
Barbra Streisand em "O Espelho Tem Duas Faces", último filme a ser exibido (
Foto: Reprodução)
Projetores 35mm Ashcraft Suprex (
Foto: Blog Demais)
Januário Nascimento, no início dos anos 80 (Foto: Blog Demais)


Lojas Americanas (Foto: Divulgação)

Em 27 de março de 1973, há 53 anos, foi inaugurado o Cine Timbira, com lançamento nacional da comédia italiana "Por uma Graça Recebida" (Per Grazia Ricevuta), de e com Nino Manfredi, 1971, que ganhou o prêmio de Melhor Diretor estreante no Festival de Cannes daquele ano. 

O cinema pertencia ao exibidor Francisco Pithon, o mesmo de cinemas como Guarani, Tupi, Liceu e Tamoio, em Salvador. Foram gerentes da sala, Carlos Carvalho, Jefferson Almeida e Januário Nascimento. O Timbira durou 24 anos.

Antes, no local funcionava o Cine Santanópolis, que foi inaugurado com o drama romântico "Sinfonia Interrompida" (Interlude), de Douglas Sirk, 1957, com June Allyson, Rossano Brazzi e Marianne Koch, em 22 de novembro de 1958. Era uma grande sala, com mais de 1.000 cadeiras.

Em meados dos anos 70, Francisco Pithon transferiu o controle de seus cinemas à multinacional Cinema Internacional Corporation (CIC), que passou a ter o controle e a programação das salas.

A CIC era uma grande corporação, responsável pela distribuição de três estúdios - Paramount, Metro, Universal.

Em 1997, a última sessão de cinema no Timbira foi com o filme "O Espelho Tem Duas Faces" (The Mirror Has Two Faces), 1996, drama romântico de e com Barbra Streisand.

Em abril de 1997, especulou-se a venda do Timbira à Igreja Universal do Reino de Deus, o que não ocorreu. Quem adquiriu o imóvel foi o empresário João Borges, que o alugou às Lojas Americanas.


quinta-feira, 26 de março de 2026

Selecinha a caminho da sexta Copa sem título

A França, mesmo com um jogador a menos durante quase todo o segundo tempo, joga bola e acaba de ganhar do Brasil por 2 a 1, em Boston, EUA. A selecinha deu uma mostra de que está mesmo a caminho do hexa - seis Copas sem título. 

Com uniforme horroroso e futebol também, um bando de jogadores medíocres em campo: Ederson, Wesley, Bremer, Ibânez, Leo Pereira, Daniel Santos, Casemiro, Gabriel Sara, Andrey Santos, Matheus Cunha, Igor Thiago, Martineli, João Pedro e Vinícius - um arremedo de jogador. Até jogadores um pouco acima, como Luiz Henrique e Danilo são contaminados pela ruindade geral.


Feira de Santana sedia Bahia Digital Summit 2026

Maior evento de negócios do estado


No dia 25 de abril, o auditório do NH Hotel será o epicentro da inovação na Bahia. O Bahia Digital Summit 2026 (#bds2026) chega à sua nova edição consolidado como o maior evento de negócios da região, reunindo especialistas, empreendedores e líderes para uma jornada intensiva de conhecimento.
Com uma proposta de 14 horas de imersão, o evento foca nos três pilares fundamentais para o crescimento corporativo na era atual: Estratégia, Vendas e Tecnologia. O objetivo é proporcionar aos participantes não apenas teoria, mas ferramentas práticas para escalar resultados e dominar as novas tendências do mercado digital.
Destaques do Evento:

Imersão Total: Um cronograma desenhado para transformar a visão de negócio dos participantes em um único dia.

Networking de Alto Nível: Oportunidade única para conexão entre empresários de Feira de Santana, Salvador e demais cidades do interior baiano.

Foco em Resultados: Painéis e palestras voltados para aplicação imediata de tech e estratégias de vendas.

SERVIÇO:

Evento: Bahia Digital Summit 2026 (#bds2026)

Data: 25 de abril

Local: Auditório do NH Hotel, Feira de Santana - BA

Horário: 14 horas de imersão
@bahiadigitalsummit/
INSCRIÇÃO: 

https://bahia-eventos.mycartpanda.com/checkout

informações e inscrições: @bahiadigitalsummit (Instagram)

Enviado por Portal Bahia Bahia Conexões Empresariais

Lei da Misoginia: a criminalização dos homens

Espero, sinceramente, que a Câmara dos Deputados derrube essa lei nefasta, ou teremos mais um instrumento do regime para a perseguição de brasileiros inocentes. 

Paulo Briguet para a Gazeta do Povo:

Em 2024, o nosso querido Frei Gilson - esse mesmo que coloca 2 milhões de pessoas para rezar de madrugada - disse, durante uma homilia:
- A guerra dos sexos é ideologia pura. Para curar a solidão do homem, Deus fez você, mulher. Deus faz uma promessa para Adão: eu vou fazer alguém para ser sua auxiliar. Aqui você já começa a entender a missão de uma mulher. Ela nasceu para auxiliar o homem.
Um ano depois, quando o fenômeno do Rosário da Madrugada arrebatou o país, a deputada socialista Tabata Amaral foi às redes para fazer uma crítica ao sacerdote carmelita. Tabata comentou, na época:
- O Frei Gilson vem sendo atacado por um vídeo em que ele diz que "a mulher deve ser auxiliar do homem". Obviamente, eu não concordo com essa frase. Quem conhece a minha luta na educação, pela dignidade menstrual, pela segurança das mulheres e pela ocupação dos espaços de poder sabe que toda a minha trajetória profissional vai na direção oposta dessa frase. Para mim, Jesus foi o grande defensor da igualdade que já passou pela Terra.
Lembrei-me desse episódio ao receber a notícia da aprovação, pelo Senado, da tal Lei da Misoginia, com o voto unânime dos senadores presentes. E fiquei aqui pensando: será que o Frei Gilson, ou outro padre ou pastor, caso decida citar determinadas passagens da Bíblia, não poderá se tornar uma vítima da nova lei?
A verdade é que a Lei da Misoginia padece do mesmo mal que a Lei Felca, já comentada por este cronista de sete leitores: ambas utilizam uma causa aparentemente nobre (a proteção às mulheres e o combate à pedofilia) para criar instrumentos legais que fatalmente conduzirão à censura e ao cerceamento da liberdade de expressão e deixam incólumes os verdadeiros criminosos.
O cerne do problema reside na interpretação subjetiva da lei, algo que a esquerda adora fazer contra seus inimigos (mesmo que estes tentem se mostrar sensíveis às causas da militância, como no caso dos nossos senadores "de direita").
Voltemos à passagem bíblica mencionada por Frei Gilson. O termo que o nosso amado carequinha resgatou do Gênesis não é um atestado de inferioridade, mas um título de nobreza. No hebraico, a mulher é apresentada como Ezer Kenegdo. Ezer não é a estagiária do Éden, mas o socorro vital, o mesmo termo que os salmistas usam para invocar o próprio Deus nos momentos de desespero.
Sem o seu Ezer, Adão é um rei sem reino, uma inteligência sem destino. Mas a militância socialista não sabe, ou não quer saber, dessa relação de complementaridade e dependência entre a mulher e o homem.
A nova mordaça jurídica, aprovada entre sorrisos e sinalizações de virtude pela esquerda, que é sempre extrema, e pela direita, que muitas vezes é de esquerda, certamente encontraria um alvo predileto no capítulo 5 da Carta aos Efésios. Ali, São Paulo utiliza um termo que faz a militância contemporânea tremer de ódio, mas que, na verdade, é a chave da harmonia cristã: hypotassō.
Quando o Apóstolo exorta: "As mulheres sejam submissas a seus maridos", ele não está pregando a tirania doméstica que a nova lei pretende combater. O verbo grego hypotássō - o mesmo que descreve a atitude do Menino Jesus em Nazaré - significa colocar-se em ordem sob a mesma missão.
Não se trata de uma hierarquia de valor, mas de uma hierarquia de serviço. Para o mundo, "submissão" soa como escravidão; para o cristão, é uma imitação de Cristo. Afinal, como pode ser "misoginia" algo que o próprio Logos divino aceitou? O evangelista Lucas é claríssimo ao dizer que Jesus, a Verdade encarnada, desceu a Nazaré com Maria e José e "lhes era submisso" (hypotassómenos).
Se o próprio Criador se colocou voluntariamente sob a autoridade de uma mulher e de um carpinteiro para que a ordem da Salvação se cumprisse, como o Estado ousa agora carimbar essa mesma disposição de espírito como "ódio" ou "supremacia"? Nazaré nos ensina que a autoridade bíblica é uma chefia de imolação. O marido é o "chefe" porque é o primeiro chamado a morrer pela esposa, como Cristo morreu pela Igreja e pela nossa salvação.
Mas há um personagem que odeia essa fidelidade. Seu nome é diabo. Ele veio para dividir e acusar. Seu objetivo é separar homens e mulheres, pais e filhos, adultos e crianças, pobres e ricos, brancos e negros, trabalhadores e empresários, autoridades públicas e cidadãos comuns - em grupos beligerantes, irreconciliáveis e cada vez mais distantes de Deus.
O inimigo do gênero humano investe na guerra de todos contra todos para depois, sob a forma do Estado-Partido, apresentar-se como o solucionador de todos os conflitos. Essa "crítica radical de todas as coisas" é essencialmente diabólica.
Espero, sinceramente, que a Câmara dos Deputados derrube essa lei nefasta, ou teremos mais um instrumento do regime para a perseguição de brasileiros inocentes.

[O blog tem custos. Se você aprecia a seleção de textos (sobre política, filosofia, ciência etc.) aqui apresentada diariamente, considere contribuir, com qualquer valor, para a sua manutenção. Pix: otambosi07@gmail.com - Muito obrigado]

Livro mistura ensaio, ficção e crítica política para discutir autoritarismo e crise contemporânea

"O Homem do Fim do Homem" utiliza linguagem híbrida e provocativa para refletir sobre cultura, poder e resistência 


A editora Ipê das Letras lança "O Homem do Fim do Homem", obra que combina ensaio, narrativa e crítica política para abordar temas como autoritarismo, cultura e crise social. Em um cenário de polarização e instabilidade, o livro propõe uma leitura que articula reflexão intelectual e linguagem literária. 

Com estrutura fragmentada e intertextual, a obra reúne diferentes formas de expressão - prosa crítica, narrativa, diálogos e referências culturais - para construir uma análise multifacetada do presente. A figura do "Homem do Fim do Homem" funciona como eixo simbólico para discutir poder, controle e os limites das estruturas sociais contemporâneas.

Ao se afastar de formatos tradicionais, o livro se posiciona entre literatura e pensamento crítico, dialogando com leitores interessados em política, cultura e filosofia. A proposta não é oferecer respostas diretas, mas tensionar questões e provocar reflexão. 

A linguagem alterna ironia, sarcasmo e momentos de densidade analítica, criando um ritmo que reflete a própria complexidade dos temas abordados. Nesse sentido, a obra se insere em uma tradição de literatura engajada que utiliza recursos narrativos para discutir o tempo presente. 

Além do lançamento, o projeto prevê debates e encontros com o autor para aprofundar discussões sobre os temas abordados, ampliando o diálogo com leitores e comunidades interessadas em crítica social e cultural. 

"O Homem do Fim do Homem" está disponível por R$ 70,00 na Livraria Ipê das Letras. 

SOBRE A EDITORA 

A Ipê das Letras é uma editora brasileira dedicada à publicação de literatura contemporânea, com foco na bibliodiversidade e na valorização de novas vozes. Seu catálogo reúne diferentes gêneros, estilos e perspectivas, entendendo a leitura como experiência cultural, lazer e forma de ampliação do imaginário coletivo. 

Enviado por Eduarda Silva, public relations da Ipê das Letras

Egberto Costa ganha memorial


Nesta quinta-feira, 26, às 19 horas, a Fundação Municipal de Ciência e Tecnologia Egberto Costa inaugura o Memorial à Egberto Costa, no Museu Parque do Saber.

Nesta data, o vigésimo quarto ano da morte de Egberto Tavares Costa. Em 26 de maio de 2002, ele foi vítima de um desaparecimento brutal, de um crime absurdo e cruel, quando Feira de Santana perdeu uma figura ética e humana.

Trata-se de mais uma homenagem póstuma a um dos mais destacados profissionais de comunicação de Feira de Santana.

Outras homenagens: o prefeito José Ronaldo decretou praça no conjunto Wilson Falcão e biblioteca no Ginásio Municipal Joselito Amorim com seu nome, enquanto o na época presidente da Câmara Antônio Carlos Coelho batizou as instalações da Ascom de Sala Jornalista Egberto Costa. Significativa homenagem prestada é a nominação da Fundação Municipal, que administra o Museu Parque do Saber, que leva o seu nome.

quarta-feira, 25 de março de 2026

Enlevo musical para celebrar um marco

Retreta dos 158 anos da Sociedade Filarmônica 25 de Março




1. Sociedade Filarmônica 25 de Março

2. Filarmônica Terpsícore Popular, de Maragogipe

3. Parte da plateia na Praça Monsenhor Renato Galvão

Fotos: Angelo Pinto


Hinos, dobrados, marchas concertantes, valsa, passo sinfônico, sinfonia, samba, MPB, pop e tema de filme compuseram a terceira noite do Projeto Retreta, nesta quarta-feira, 25.

Tanto enlevo musical para celebrar um marco: os 158 anos da Sociedade Filarmônica 25 de Março. No palco, o Coreto da Praça da Matriz (Praça Monsenhor Renato Galvão), o repertório carregou o peso dessa trajetória, com peças que definem a identidade da banda ao lado de arranjos que aproximam o passado do presente.

A filarmônica aniversariante já estava a postos, quando entra na praça a banda convidada - Filarmônica Terpsícore Popular, de Maragogipe - tocando e anunciando sua chegada. A Vinte e Cinco executa um trecho musical, em resposta. E se dá a introdução de marcha. Uma homenageando a outra. Que belo momento!

A Filarmônica 25 de Março, sob a regência do maestro Antonio Neves, executou como prelúdio o Hino à Feira, de Georgina Erissman. Na sequência o seu Hino. o dobrado Tuta Filho (homenagem a Alpiniano Reis, presente na plateia), a marcha concertante "Ressurreição", de Tertuliano Santos - grande mestre feirense cujas obras figuram entre as marcas mais preciosas do acervo da 25 de Março, a MPB "Azul da Cor do Mar", de Tim Maia, com arranjo de Wellington das Mercês, o dobrado "Tusca", de Estevam Moura, peça cuja história está profundamente entrelaçada com a própria história da Filarmônica, a valsa "Judith Aragão", de Waldemar da Paixão, o bolero "Cel. Joel Barbosa", de Amando Nobre, e "Não Posso Ficar", de Adoniran Barbosa (em quatro tempos), com arranjo de Antonio Júnior.

Com o público de pé - a maioria de pessoas que curtem retreta desde os anos 60 -, aplaudindo e cantando, a Sociedade Filarmônica 25 de Março ainda tocou o "Parabéns Pra Você".

A banda convidada, a Instituição Filantrópica e Recreativa Filarmônica Terpsícore Popular, de Maragogipe, executou repertório com a marca de quem ajudou a construir sua própria identidade.

Foram oito peças: "As Nimphas do Amor", marcha concertante de Mathias de Almeida; "Ao Passeio", dobrado de Heráclio Guerreiro; "Otaviano Teixeira", dobrado de Estevam Moura; passo sinfônico "Rabbi da Galileia", de Heráclio Guerreiro, bolero "Eloísa Maria", de João Azevêdo; sinfonia "O Guarani", de Carlos Gomes; Tributo a Michael Jackson, com arranjo de Julião Barbosa; e "Caravan", de Juan Tizol e Duke Ellington, da trilha sonora do filme "Whiplash: Em Busca da Perfeição" (2014).

Março azul-marinho reforça alerta para prevenção do câncer colorretal

Campanha chama atenção para diagnóstico precoce e hábitos de vida que ajudam a reduzir o risco da doença



Foto: Divulgação Hapvida

O mês de março marca a campanha Março Azul-Marinho, voltada à conscientização sobre o câncer colorretal, também conhecido como câncer de intestino. A iniciativa busca ampliar o acesso à informação sobre prevenção, diagnóstico precoce e fatores de risco da doença, que está entre os tipos de câncer mais frequentes no país.
 
De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deve registrar 781 mil novos casos de câncer por ano até 2028. Desses, o instituto projeta aproximadamente 53,8 mil novos casos anuais de câncer colorretal (cólon e reto) para o período de 2026 a 2028.
 
As previsões confirmam que o câncer vem se consolidando como uma das principais causas de adoecimento e morte no Brasil, aproximando-se das doenças cardiovasculares. Atualmente, o tumor já figura entre os três tipos de câncer mais comuns na população brasileira.
 
Segundo o oncologista Jorge Abissamra, da Hapvida, o câncer colorretal se desenvolve no intestino grosso, que inclui o cólon e o reto, geralmente a partir de lesões benignas chamadas pólipos. "O câncer colorretal é um tumor que, na maioria das vezes, começa como pequenos pólipos na parede do intestino. Com o passar dos anos, algumas dessas lesões podem sofrer alterações genéticas e evoluir para câncer, por isso a importância do rastreamento e da remoção precoce desses pólipos", explica o especialista.
 
O aumento da incidência da doença também está associado a mudanças no estilo de vida da população. Alimentação rica em alimentos ultraprocessados, sedentarismo, obesidade e envelhecimento da população estão entre os fatores que contribuem para o crescimento dos casos. "O estilo de vida moderno tem grande impacto nesse cenário. O aumento da obesidade, o baixo consumo de fibras e o sedentarismo ajudam a explicar por que estamos observando um número cada vez maior de diagnósticos desse tipo de câncer", afirma Abissamra.
 
Nos estágios iniciais, o câncer colorretal pode não apresentar sintomas, o que torna os exames de rastreamento ainda mais importantes. Quando surgem, alguns sinais podem indicar a necessidade de avaliação médica. Entre os sintomas mais comuns estão:
  • sangue nas fezes
  • mudança persistente no hábito intestinal, como diarréia ou constipação
  • fezes mais finas que o habitual
  • dor abdominal frequente
  • sensação de evacuação incompleta
  • anemia por deficiência de ferro
  • perda de peso sem causa aparente
  • cansaço persistente
Exames e recomendação
 
A recomendação médica é procurar atendimento caso esses sintomas persistam por mais de duas ou três semanas. O rastreamento da doença também é considerado uma das principais estratégias de prevenção. Em geral, é indicado para pessoas a partir dos 45 anos, mesmo na ausência de sintomas. Para quem possui histórico familiar da doença, a investigação pode começar mais cedo.
 
Entre os exames utilizados estão a pesquisa de sangue oculto nas fezes, o teste imunológico fecal, a colonografia por tomografia e a colonoscopia, considerada o método mais completo. "A colonoscopia permite visualizar todo o intestino grosso e, se houver pólipos, eles podem ser retirados durante o próprio exame. Isso significa que, além de diagnosticar precocemente, o exame também ajuda a prevenir o câncer", destaca o oncologista.
 
A adoção de hábitos saudáveis também é uma importante forma de reduzir o risco da doença. Especialistas recomendam manter peso adequado, praticar atividade física regularmente, consumir frutas, verduras e alimentos ricos em fibras, além de evitar tabagismo, reduzir o consumo de álcool e moderar a ingestão de carnes processadas.
 
Quando o câncer colorretal é diagnosticado em estágio inicial, as chances de cura podem ultrapassar 90%, principalmente quando o tratamento é iniciado rapidamente. Nesse cenário, campanhas de conscientização desempenham papel importante ao incentivar a população a buscar informação e realizar exames preventivos. "O câncer de intestino pode ser prevenido e tem altas chances de cura quando descoberto cedo. O objetivo do Março Azul-Marinho é justamente estimular as pessoas a olharem com mais atenção para a própria saúde e entenderem que o rastreamento salva vidas", conclui Abissamra.
 
Sobre a Hapvida 
 
Com 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 73 mil colaboradores, atende 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil. 
 
Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 86 hospitais, 78 prontos atendimentos, 363 clínicas médicas e 305 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.

Enviado por Ana Paula Marques, de Texto & Cia

Gerente executivo da TV Subaé conhece projeto "Feira Lê Sua História"


A Fundação Senhor dos Passos apresentou nesta quarta-feira, 25, ao gerente executivo da TV Subaé 
Angelo Chaves, o projeto "Feira Lê Sua História", promovido pela instituição. 
O presidente da Fundação Pericles das Mercês Marques esteve acompanhado do diretor de Relações com a Comunidade Angelo Pinto e de Carlos Brito e Marcílio Costa,membros do Conselho urador.
Esse projeto constitui uma iniciativa de relevante valor cultural, educativo e social para o município de Feira de Santana, ao disponibilizar, por meio de expositores distribuídos em diversos pontos estratégicos da cidade, inclusive bancas de jornais, obras publicadas pela própria Fundação e pelo Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie E. Poppino. O projeto promove a democratização do acesso ao conhecimento histórico local.

TRE-BA irá enviar mensagens pelo WhatsApp para eleitores que não coletaram a biometria

Em Feira de Santana 27.319 pessoas ainda não coletaram a biometria

Conteúdo será divulgado pelo canal oficial no WhatsApp (71) 3373-7000



A partir desta quarta-feira, 25, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) enviará mensagem de texto aos eleitores do estado que ainda não realizaram a coleta biométrica. O conteúdo será divulgado pelo canal oficial do Eleitoral baiano no WhatsApp através do número (71) 3373-7000.

Para ter os dados biométricos coletados, os baianos devem comparecer aos cartórios eleitorais ou postos de atendimento do Tribunal até o dia 6 de maio com documento oficial com foto e comprovante de residência atualizado, emitido há, no máximo, três meses. O cadastro consiste no registro das digitais, da assinatura e da fotografia da pessoa atendida.

Os postos de atendimento da Justiça Eleitoral estão disponíveis em toda a Bahia. No portal do TRE-BA, é possível consultar os endereços e horários de funcionamento das unidades na capital e no interior.

Estatística

De acordo com dados do Portal de BI do Tribunal, 650.303 pessoas ainda não coletaram a biometria na Bahia. Em Salvador, esse número é de 108.590. Na sequência, aparecem Feira de Santana, com 27.319, Vitória da Conquista, com 16.551, e Camaçari, com 12.498 sem biometria cadastrada.

Fechamento do Cadastro

No dia 7 de maio, os serviços referentes ao cadastro eleitoral, como a coleta da biometria, estarão suspensos, conforme prevê a Legislação Eleitoral, para que a Justiça Eleitoral organize o pleito. O encerramento do cadastro ocorre 150 dias antes do primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para 4 de outubro, conforme estabelece o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições)

Em caso de dúvidas sobre a situação eleitoral, é possível acessar o site do TRE-BA em www.tre-ba.jus.br ou ligar para o Núcleo Virtual de Atendimento aos Eleitores (NAVE) no 71 3373-7000.

Confira a mensagem que será enviada pelo Tribunal:

Oi! 👋

Identificamos que seu cadastro eleitoral ainda está sem biometria.

👉 Atualize agora e deixe seu voto mais seguro e protegido. É rápido e gratuito!

📅 Vá ao cartório eleitoral ou a um posto de atendimento até 6 de maio.

Mensagem do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) 🗳️

Democracia mais segura começa com você 😉

Enviado pela Assessoria de Comunicação do TRE-BA

Praça no centro revela beleza ignorada na rotina de Feira

Entre sombras, história e tranquilidade, espaço tradicional contrasta com a correria do comércio e convida à contemplação

Passar pela Praça Agostinho Fróes da Motta, no centro comercial de Feira de Santana, pode parecer apenas mais um deslocamento na rotina apressada da cidade. Mas basta reduzir o ritmo para perceber algo que escapa à maioria. Ali, onde o comércio pulsa e o fluxo de pessoas é constante, existe um espaço que resiste ao tempo e à pressa.

Olhar atento

A praça se apresenta limpa, arborizada ePraça no centro revela beleza ignorada na rotina de Feira acolhedora. Sob a sombra das árvores, pessoas se sentam para almoçar com tranquilidade. Comerciários, trabalhadores e visitantes vindos do interior encontram ali um raro momento de pausa. Não há aglomeração. Há silêncio relativo, descanso e convivência.

Cenário histórico

O conjunto formado pelo coreto, pelo busto de Agostinho Fróes da Motta e pelo casarão ao fundo cria uma paisagem que mistura memória e presença. O coreto, construído em 1919, permanece como símbolo de uma época em que os espaços públicos eram também locais de encontro Praça no centro revela beleza ignorada na rotina de Feiracultural. O busto, erguido em 1956, reafirma a importância de uma figura central na história administrativa da cidade.

Memória viva

De acordo com registros do professor Joaquim Gouveia da Gama, a área onde hoje está a praça já foi um grande largo no século 19. Era ponto de chegada de tropeiros e espaço de convivência popular. Ao longo do tempo, recebeu diferentes nomes, como Largo do Fumo e Praça da Imperatriz, até se tornar Praça Agostinho Fróes da Motta em 1922.

Patrimônio preservado

Em frente à praça, o Casarão Fróes da Motta reforça o valor histórico do espaço. Construído em 1902, o imóvel foi restaurado e hoje abriga atividades culturais, sobPraça no centro revela beleza ignorada na rotina de Feira responsabilidade da Fundação Senhor dos Passos. A condução do trabalho, liderada por memorialista Carlos Brito, tem sido fundamental para manter viva a memória arquitetônica e cultural da cidade.

Entre pressa e pausa

Apesar de tudo isso, a maior parte das pessoas atravessa a praça sem perceber sua beleza. O olhar está voltado para compromissos, compras e deslocamentos. O espaço Praça no centro revela beleza ignorada na rotina de Feirapermanece ali, silencioso, 






oferecendo sombra, história e equilíbrio. Talvez falte apenas um gesto simples para que ele seja plenamente reconhecido. Olhar.

Everaldo Goes / Feira Hoje 

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@feirahoje

25/03/26