O Blog Demais tem em sua Lista de Links o Blog Por Simas e, por muitas vezes, compartilhou postagens feitas por Adilson Simas, como esse artigo do jornalista e memorialista.
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Olney São Paulo preso e torturado pelo "crime" de fazer "Manhã Cinzenta"
Vinte anos sem o ator Irving São Paulo
Nesta segunda-feira, 10, vinte anos da morte do ator Irving São Paulo (Foto: Reprodução). Em 10 de agosto de 2006, ele faleceu aos 41 anos, no Rio de Janeiro, de falência múltipla dos órgãos, depois de internado no Hospital Copa d'Or, com quadro de pancreatite necro-hemorrágica e um quadro avançado de inflamação do pâncreas. Irving São Paulo nasceu em 26 de outubro de 1964 em Feira de Santana. Deixou dois filhos, Johann Irving Luporini São Paulo e Luiz Henrique de Magalhães Dias Coelho São Paulo.
O ator integrou o elenco das novelas "Sabor da Paixão" (2002), "Estrela-Guia" (2001), "Torre de Babel" (1998), "A Viagem" (1994), "Mulheres de Areia" (1993), "Perigosas Peruas" (1992), "A História de Ana Raio e Zé Trovão" (1990), "O Sexo dos Anjos" (1989), "Bebê a Bordo", "Vida Nova" (1988), "Champanhe" (1983), "Final Feliz" (1982). Também esteve nas minisséries "Um Só Coração" (2004), "A Muralha" (2000) e "Ilha das Bruxas" (1991), além de participar de cinco episódios do programa "Você Decide" - "Flagrante" (1998), "As Regras do Jogo" (1997), "O Professor" (1996), "Fim de Semana Encantado" (1996), e "Veneno Ambiente" (1995). Atuou no episódio "Viagem à Lua" do seriado "Sítio do Pica-Pau Amarelo", em 2001
domingo, 9 de agosto de 2026
Pai de filho pai e de filhas mães
Dimas Oliveira, pai de filho (Thomas Oliveira) pai de Eliot, e de filhas (Thais Rabelo e Tamara Oliveira), mães de Marina e Maria Clara, e de Augusto, Jônatas, Rafael e Pedro.
Dia dos Pais para todos. Menos para um
Condenados pelos crimes mais brutais do país passam o Dia dos Pais em casa. O ex-presidente não pode abraçar os próprios filhos
Por Rogério Pires
Hoje é Dia dos Pais. E antes de qualquer outra coisa, quero homenagear todos os pais brasileiros. Os que acordam cedo, os que chegam tarde, os que criam sozinhos, os que se desdobram para estar presentes. A data é deles.
Mas existe um pai, neste domingo, que a Justiça brasileira proibiu de receber os próprios filhos.
Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e 3 meses em prisão domiciliar, pediu ao Supremo Tribunal Federal autorização para receber Flávio, Carlos e Jair Renan na tarde do Dia dos Pais. A defesa foi clara: tratava-se de um pedido excepcional, de caráter humanitário e familiar, apenas para preservar o vínculo entre um pai e seus filhos, pelo tempo e nas condições que o ministro entendesse cabíveis.
Alexandre de Moraes negou.
No despacho publicado neste sábado, o ministro julgou o pedido prejudicado, lembrando que as visitas ao ex-presidente estão suspensas por 30 dias desde 17 de julho, com exceção apenas de médicos, fisioterapeutas e advogados. A suspensão foi imposta depois que Flávio Bolsonaro leu publicamente uma carta escrita pelo pai, o que Moraes considerou descumprimento das medidas cautelares. Essa é a justificativa oficial, e ela precisa ser registrada aqui, porque jornalismo sério registra os dois lados.
Registrado o outro lado, vamos ao que ele não explica.
Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos próprios pais, cumpre pena em regime aberto desde janeiro de 2023. Vive no interior de São Paulo, casou-se, teve um filho, cursa faculdade de Direito.
Alexandre Nardoni, condenado pela morte da filha Isabella, progrediu ao regime aberto em 2024. Ana Carolina Jatobá, condenada pelo mesmo crime, também já deixou o regime fechado.
Elize Matsunaga, condenada pelo homicídio e esquartejamento do marido, está fora da prisão desde 2022 e hoje trabalha como motorista de aplicativo.
E tem mais.
Neste exato fim de semana, mais de 1.500 presos do regime semiaberto do Distrito Federal receberam autorização da Vara de Execuções Penais para a saída temporária do Dia dos Pais. Saíram na quinta-feira e só precisam voltar na segunda. Isso apenas no DF. Some as varas de execução de todos os estados, como o Maranhão, que liberou quase mil detentos só na comarca de São Luís, e o número de beneficiados pelo saidão em todo o país chega facilmente às dezenas de milhares. Vale lembrar: na primeira saidinha do ano, em fevereiro, 16 presos do DF simplesmente não voltaram.
Ou seja: o condenado por roubo sai pelo portão da frente para almoçar com a família. A mulher que matou os próprios pais a pauladas passa o Dia dos Pais em casa, em regime aberto. O pai condenado pela morte da própria filha também. E o ex-presidente da República, um homem de 71 anos, com a saúde debilitada, preso dentro da própria casa, não pode receber os três filhos por algumas horas, sob as condições que o próprio ministro definisse.
Não estou pedindo qualquer tipo de privilégio para Bolsonaro. Estou pedindo um pouco de isonomia. A Lei de Execução Penal, a mesma que fundamenta a suspensão das visitas, é a mesma que garante saidões, progressões e regimes abertos a milhares de condenados por crimes hediondos. Se a lei é generosa com todos, por que é implacável com um só? E se a preocupação é eleitoral, já que Flávio é candidato à Presidência, desde quando um abraço de Dia dos Pais, dentro de casa, sem câmeras e sem redes sociais, ameaça a ordem pública?
Justiça que não é igual para todos não é Justiça. É outra coisa, que a história costuma chamar por outros nomes.
Milhares de presos nas ruas neste domingo. Um pai proibido de ver os filhos.
Para você, isso é Justiça?
Fonte: https://www.caoquefuma.com/
sábado, 8 de agosto de 2026
Botafogo empata em casa
O Botafogo acaba de empatar em 1 a 1 com o Fluminense, dentro de casa, em seu segundo jogo do segundo turno do Campeonato Brasileiro da Série A. Com oito vitórias, seis empates e sete derrotas derrotas, 30 pontos ganhos, mais 35 gols pró - terceiro ataque mais positivo - e 33 gols contra, com saldo de dois gols. Está na sétima colocação.
Estados governados pela esquerda têm as piores avaliações no ensino básico
Por Claudio Humberto
Dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgados pelo Ministério da Educação, mostram que estados governados pela esquerda têm pior desempenho no ensino fundamental (1º ao 5º ano) das redes públicas e privadas. Os números são de 2025 e refletem o desempenho de 14,5 milhões de matrículas, em 101 mil escolas de todas as unidades da federação. O índice médio nacional é 6,3. A escala vai de 0 a 10 e a meta do Ideb para o ano era de 6 pontos.
Pior de todos
O estado com pior desempenho é o do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil). O Amapá está na lanterna, com 5,5.
Logo atrás
O Pará, governado ano passado pelo lulista Helder Barbalho (MDB), amarga a vice-lanterna com sofríveis 5,6 pontos.
Segue a lista
Seguindo a lista dos cinco piores desempenho do Ideb, aparecem três estados empatados, incluindo a Bahia, do Jerônimo Rodrigues (PT): 5,7.
Mais petista
Além da Bahia, a posição tem ainda Rio Grande do Norte, de Fátima Bezerra (PT), e o Maranhão, de Carlos Brandão, ex-PSB atual MDB.
Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto
De "Sultans of Swing" a "Feira de Mangaio"
O artista de bairro, a música feita por paixão e o que talvez estejamos perdendo
Por Everaldo Góes
Milhões de brasileiros já ouviram a música Sultans of Swing ao longo de décadas. O solo de guitarra é conhecido, a melodia é agradável, o ritmo é envolvente. Muitos a classificam apenas como "um rock gostoso". Mas poucos percebem que a canção da banda Dire Straits é quase uma pequena crônica social sobre artistas invisíveis, pertencimento comunitário e música feita antes por paixão do que por mercado.
A música nasceu depois que Mark Knopfler entrou num pub em Londres e viu uma banda simples tocando para poucas pessoas. Pub é uma espécie de bar tradicional muito comum em países do Reino Unido. Mais do que lugares para beber, os pubs funcionam como espaços comunitários, onde pessoas conversam, assistem futebol, ouvem música ao vivo e convivem cotidianamente.
Talvez, para o brasileiro, a melhor tradução cultural de um pub seja aquele pequeno bar de bairro numa praça simpática, frequentado por aposentados, trabalhadores e moradores da região. Gente que nem sempre vai ali para beber, mas para assistir futebol, jogar cartas sem apostas, conversar sobre política, relembrar histórias ou simplesmente sentir que pertence ao lugar. Em muitas cidades brasileiras, inclusive em Feira de Santana, alguns bares acabam se tornando pequenas instituições afetivas do bairro.
Talvez esses espaços sobrevivam porque oferecem algo raro no mundo contemporâneo: algumas horas de convivência, música e pertencimento em meio à correria e às pressões da vida cotidiana.
É nesse ambiente que surge a cena de ‘Sultans of Swing’. A letra descreve músicos modestos tocando um jazz tradicional chamado 'Dixie', referência cultural ao sul dos Estados Unidos e ao estilo Dixieland, ligado ao jazz surgido em Nova Orleans. Em determinado momento, a música diz:
It ain't what they call rock and roll
A frase pode ser traduzida como:
"Isso não é o que chamam de rock and roll".
Ali está escondido o coração da música. Aqueles músicos sabiam que tocavam algo fora da moda. Nos anos 1970, o mercado era dominado pelo rock. O swing e o jazz tradicional pareciam antigos. Mesmo assim, eles continuavam tocando.
A música não condena ganhar dinheiro com arte. O contraste é outro: tocar por paixão ou tocar apenas para se encaixar na indústria.
E isso talvez explique por que a canção permanece atual quase 50 anos depois.
Curiosamente, o próprio Mark Knopfler se tornou milionário cantando justamente músicos anônimos que pareciam indiferentes ao sucesso comercial. Existe uma ironia bonita nisso. Algo parecido ocorreu com artistas como Bob Dylan, Bruce Springsteen, Pink Floyd e Nirvana. Todos alcançaram enorme sucesso, mas produziram músicas tentando dizer algo sobre guerra, solidão, alienação, juventude, desigualdade ou angústia humana.
O problema talvez nunca tenha sido o dinheiro. O problema começa quando a arte nasce apenas como produto.
Boa parte da música contemporânea mundial, inclusive brasileira, parece muitas vezes construída já pensando em algoritmo, viralização, repetição rápida e consumo imediato. Isso atravessa vários gêneros, do banal ao religioso. Em muitos casos, o objetivo não parece mais emocionar, contar histórias ou revelar experiências humanas, mas apenas agradar ao mercado.
Talvez por isso 'Sultans of Swing' dialogue tanto com a música brasileira mais profunda.
Existe uma ponte surpreendente entre o pub inglês de Mark Knopfler e a feira nordestina eternizada por Sivuca e Glorinha Gadelha em 'Feira de Mangaio', popularizada na voz de Clara Nunes.
Quando a letra diz:
Mas é que tem um sanfoneiro no canto da rua
Fazendo floreio pra gente dançar
o Brasil encontra os 'Sultões do Swing'.
Porque ali também está o artista popular invisível, tocando não para plataformas digitais, algoritmos ou contratos milionários, mas porque a música faz parte da própria vida comunitária. O "ronco do fole sem parar" talvez seja parente distante daquele jazz tocado no pequeno pub londrino.
No fundo, o guitarrista anônimo de 'Sultans of Swing' e o sanfoneiro de 'Feira de Mangaio' talvez sejam versões diferentes do mesmo personagem universal: o músico de bairro, de praça, de feira, de esquina, que exala talento sem precisar transformá-lo necessariamente em espetáculo de mercado.
Talvez seja justamente isso que emocione tanto nessas músicas. Elas transformam personagens comuns em eternos.
E talvez o mundo contemporâneo, tão acelerado e tão calculado, esteja sentindo falta exatamente disso.
Everaldo Goes é historiador, jornalista e editor do Feira Hoje.
*Introdução de trabalho apresentado na disciplina História da Cultura, Graduação em Licenciatura em História (Uefs 2001)
Fonte @feirahoje
Boulevard Shopping celebra o Dia dos Pais com programação musical especial
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
"Mostra Olney São Paulo - 90 Anos" aberta no Cuca
O Teatro Universitário do Cuca recebeu público significativo na noite de quinta-feira, 6 de agosto, para a abertura da "Mostra Olney São Paulo - 90 Anos". O evento foi aberto por Silvia Azevedo, do Cine Cuca, e Cristiana de Oliveira Ramos, diretora do Cuca.
A ação é realizada pelo Flifs Itinerante em parceria com o Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca/Uefs).
"Como Nasce uma Cidade" (1973, 11 minutos) e "Grito da Terra" (1964, 83 minutos), foram os filmes mostrados. Na Roda de Conversa pós filmes, a intervenção do jornalista e memorialista Dimas Oliveira, com o professor doutor Clóvis Ramaiana atuando como mediador.
Dimas começou ressaltando que Olney é "referenciado e reverenciado em Feira de Santana, por inscrever seu nome no cenário cinematográfico nacional e internacional".
Sobre "Grito da Terra" comentou que "passados 62 anos, causa espanto por ter sido produzido e realizado em Feira de Santana". Disse mais que "um filme que vive nas cinematecas mais importantes domundo".
Lembrou que Olney descreveu sua obra como "um filme-poema em que o Homem e a Terra são os únicos personagens. Um quase documentário, uma crônica rural. Um depoimento sobre a vida do sertanejo desamparado e explorado".
O memorialista contou que Olney achava que "o filme ('Grito da Terra') devia viver para o povo, sendo exibido nas roças, nos forrós, nas igrejas, nas praças, em tela armada em frente a um projetor de 16mm em cima de uma Kombi, com o pessoal se acomodando na cerca do curral, a imagem brilhando no meio da plantação." Ressaltava que não fez o filme para "as pessoas educadas, alimentadas, urbanas."
Dimas citou Alex Viany que revelou sobre Olney: "Ele é de fato um homem de cinema. Tem amor pelo cinema, amor por sua região, amor por sua gente. Gente que é vista com ternura."
Também fez referência a Orlando Senna, que em entrevista definiu Olney como "cineasta maldito do sertão". E traçou o perfil: "Camponês e vaqueiro, ator, fumante de Hollywood com filtro, pater famílias, erudito por defastio, amado hasta la locura por Maria Augusta, andarilho do mundo, herói de Feira de Santana, cabra macho sim senhor, é um cineasta maldito."
Dimas e Olney
A segunda etapa da "Mostra Olney São Paulo - 90 Anos" acontece na quinta-feira, 13, às 19 horas, no Teatro do Sesc Feira Centro, com os filmes: "Manhã Cinzenta" (1969, 22 minutos) e "Sinais de Cinza: A Peleja de Olney Contra o Dragão da Maldade" (2023, 86 minutos), de Henrique Dantas, com Roda de Conversa mediada pelo professor doutor Yves São Paulo, e participação do cineasta Henrique Dantas e do professor doutor Cláudio Novaes.
Olney por Dimas
Em setembro de 2025, a Academia Feirense de Letras (AFL) publicou em seu site biografia, feita por Dimas Oliveira, de Olney São Paulo, patrono da Cadeira 36.
Pelo Dia do Documentário Brasileiro
Nesta sexta-feira, 7 de agosto, Dia Nacional do Documentário Brasileiro, data que marca o nascimento do cineasta Olney São Paulo, que faria 90 anos se estivesse vivo.
"Sob o Ditame de Rude Alamajesto: Sinais de Chuva", documentário de Olney São Paulo, 1976, 13 minutos, realizado pela Pilar Filmes em 16mm. Trata sobre "as diversas experiências do homem do campo na maneira de pressagiar a chuva na região nordestina." Assim, mostra a sabedoria do homem do campo em identificar e interpretar os sinais da natureza anunciando as chuvas no sertão.
Inspirado em crônica de Eurico Alves Boaventura, com fotografia e câmera de Edgar Moura, montagem de João Ramiro Mello. Teve locação em Riachão de Jacuípe e Irecê.
Academia Feirense de Letras lança livro no Flifs sobre os 50 anos de história da instituição
A Academia Feirense de Letras lançará, durante o Flifs 2026, o livro "História da Academia Feirense de Letras - 1976 a 2026", de autoria do presidente da instituição, João Batista de Cerqueira, e do acadêmico efetivo Ruy Cerqueira. A obra integra as comemorações pelos 50 anos da AFL e recupera uma trajetória marcada pela defesa da literatura, da educação, da cultura e da memória de Feira de Santana.
O livro apresenta a história de uma instituição associativista e cultural que, ao longo de cinco décadas, reuniu escritores, poetas, pesquisadores, professores e outros intelectuais comprometidos com as letras. A publicação também presta reconhecimento aos membros falecidos e evidencia as diferentes fases vividas pela Academia, desde a fundação, em 1976, até o processo de revitalização, internacionalização e ampliação das atividades desenvolvido nos últimos anos.
Os autores
João Batista de Cerqueira é presidente da Academia Feirense de Letras, médico, professor aposentado da Universidade Estadual de Feira de Santana e pesquisador nas áreas de História da Medicina, anatomia e instituições de saúde. Também é autor de artigos científicos, capítulos de livros e obras dedicadas à memória das Santas Casas de Misericórdia, da medicina e da política de assistência no Brasil.
Ruy Cerqueira ocupa a Cadeira 15 da AFL e atua como escritor, pesquisador e poeta. Autor de livros de poesia e de obras de caráter histórico e memorialístico, passou, a partir de 2025, a colaborar com a recuperação das biografias de membros efetivos e correspondentes falecidos da instituição.
O lançamento será no espaço da Academia Feirense de Letras no Flifs, onde a entidade participará como expositora. O estande também será destinado à apresentação e à venda direta de livros de confrades e confreiras, aproximando os autores do público formado por leitores, estudantes, professores e pesquisadores. A participação da AFL no festival é coordenada pela acadêmica Cláudia Gomes e reafirma o compromisso da instituição com a formação de leitores e a valorização da produção literária feirense.
Fonte: Academia Feirense de Letras
Acesse a Biblioteca Digital Outran Borges no site da Academia Feirense de Letras
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
Nome de personagem de filme
Por gostar de cinema, muitas coisas relacionadas a filmes acabam acontecendo com Dimas Oliveira. O fato mais recente é que, por recomendação médica, ele está fazendo terapia pulmonar e a terapeuta chama-se Hemilaine (Campos Moreira).
Na anamnese, veio à tona o porque do belo e não usual nome próprio e a profissional contou que seus pais gostaram tanto do filme "A Lagoa Azul", grande sucesso dos anos 1980, que resolveram dar à filha o nome de Emmeline, personagem interpretada por Brooke Shields. Que com a pronúncia do inglês virou Hemilaine.
Lula teve 113 reuniões com Marcola, que recebeu dinheiro de lobista ligada a Lulinha
O PT não consegue descolar Lula de Marcola, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o ex-chefe de gabinete do petista durante quase todo o atual mandato e demitido da campanha lulista após a Polícia Federal descobrir vultosos depósitos na conta do auxiliar oriundos de Roberta Luchsinger, alvo da investigação sobre o roubo ao INSS. Marcola se reuniu ao menos 113 vezes com Lula no Planalto, Alvorada e Granja do Torto, conforme levantamento feito pela coluna nos registros da agenda presidencial.
Às escuras?
O número pode ser maior, já que Lula costuma ter encontros fora da agenda, como as reuniões com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Descobriu, caiu
A grana foi "empréstimo", diz Marcola, que admitiu levar R$ 249 mil. Ele deixou a chefia de gabinete em julho e partiu para cargo na campanha.
Olha o Careca aí
Roberta é amicíssima de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A PF apura se a dupla cometeu atos de corrupção atuando para o "Careca do INSS".
Cargo com poder
Como chefe o gabinete de Lula, um dos cargos mais poderosos do Planalto, entre janeiro/23 e junho/26, Marcola ganhava R$ 32 mil por mês.
Vai ter inquérito?
A imprensa amiga do governo diz que Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, "foi informado" - em julho - que suas mensagens com Roberta Luchsinger estavam com a PF. Por isso, teria pedido demissão. Ninguém explica quem "informou", ou seja, vazou detalhes sigilosos da operação.
Década de dedicação
Marcola, o ex-chefe de gabinete de Lula que recebeu dinheiro de alvo da PF na investigação sobre o roubo aos aposentados do INSS, passou dez anos responsável pela agenda do petista e "ficou muito mais próximo do presidente no período da prisão", atesta o jornal Estado de Minas.
Relações familiares
Funcionária do PT, Nicole Briones, que é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, é responsável pelas redes sociais de Lula (PT). Divide funções com o eterno fotógrafo do petista, Ricardo Stuckert.
Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto
Laura Passos passa a integrar Conselho do Conar e reforça protagonismo da Bahia na publicidade nacional
Presidente da Abap-BA e do Grupo Engenho foi convidada para integrar o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, órgão responsável por zelar pela ética na comunicação comercial brasileira
A publicitária Laura Passos, presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade na Bahia (Abap-BA) e do Grupo Engenho, foi convidada para integrar o conselho do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). A participação representa um importante reconhecimento à trajetória da executiva, e amplia a representatividade do mercado publicitário baiano em uma das principais instituições responsáveis pela ética e pela credibilidade da comunicação comercial no Brasil.
Criada e mantida pelo mercado publicitário, o Conar é uma entidade que atua de forma independente e voluntária no julgamento de processos éticos envolvendo peças publicitárias. O órgão analisa denúncias apresentadas por consumidores, empresas, entidades e autoridades, verificando se campanhas e anúncios estão em conformidade com o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária.
Para Laura Passos, o convite representa uma grande honra e, ao mesmo tempo, uma importante responsabilidade. "Fiquei muito lisonjeada com esse convite. Integrar o conselho do Conar significa contribuir para o fortalecimento da ética, da autorregulamentação e da credibilidade da publicidade brasileira, princípios que considero essenciais para o desenvolvimento sustentável da nossa atividade", afirma.
A presença de Laura Passos no conselho também evidencia a importância do mercado baiano no cenário nacional. À frente da Abap-BA, vem atuando na valorização do mercado local, no fortalecimento das agências e na promoção de debates sobre inovação, criatividade, responsabilidade e boas práticas na comunicação.
Roteiro do Orient Cinemas Boulevard
Por Dimas Oliveira e Milena Batista
CONTINUAÇÕES
HOMEM-ARANHA: UM NOVO DIA (Spider-Man: Brand New Day), de Destin Daniel Cretton, 2026. Com Tom Holland e Zendaya. Ação e aventura. Peter Parker agora é um adulto que vive totalmente sozinho, tendo se apagado voluntariamente da vida e das memórias daqueles que ama. Combatendo o crime em uma Nova York que não sabe mais seu nome, ele se dedica inteiramente a proteger sua cidade - um Homem-Aranha em tempo integral - mas à medida que as exigências sobre ele se intensificam, a pressão desencadeia uma evolução física surpreendente que ameaça sua existência, mesmo quando um novo padrão estranho de crimes dá origem a uma das ameaças mais poderosas que ele já enfrentou. Segunda semana. Cópia dublada. Duração: 145 minutos. Não recomendado para menores de 12 anos. Horários: 13h30, 14 e 17 horas, 17h30 e 20 horas.A ODISSEIA (The Odyssey), de Christopher Nolan, 2026. Com Matt Damon, Anne Hathaway, Eobert Pattinson, Charlize Theron, Lupita Nyong'o e Zendaya. Aventura. Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu enfrenta uma perigosa viagem de volta a Ítaca, onde sua esposa Penelope o aguarda, encontrando criaturas miticas e deuses, como o Ciclope Polifemo, as Sereias e Calypso ao longo do caminho. Quarta semana. Cópia dublada. Duração: 172 minutos. Não recomendado para menores de 14 anos. Horários: 17 horas e 20h30.
quarta-feira, 5 de agosto de 2026
Gabriela Azevedo assume a Gerência Geral do CCBB São Paulo
Flávio Bolsonaro oficializa o alagoano Alfredo Gaspar como vice na disputa ao Planalto
Deputado foi escolhido pelo Partido Liberal após meses de negociações para composição da chapa
Flávio disse que buscava um vice alinhado com seus princípios. (Foto: Mael Vale).
O Partido Liberal (PL) definiu nesta quarta-feira, 5 de agosto, Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.
A escolha do deputado federal, relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigou as fraudes no INSS, encerra meses de negociações sobre a composição da chapa.
Nesse período, o partido buscou atrair nomes de outras legendas para ampliar a aliança eleitoral. Ao fim das tratativas, porém, o PL decidiu optar por um nome da própria sigla, formando uma chapa "puro-sangue".
Ao anunciar Gaspar, Flávio destacou a trajetória do parlamentar e ex-promotor de Justiça, afirmando que sua escolha foi motivada pela "honestidade" e pela atuação na segurança pública e no combate à corrupção.
"Pela honestidade, pela sua história à frente da segurança pública. Alguém que já foi promotor de Justiça, chefe do Ministério Público do seu estado. Alguém que enfrentou e defendeu os nossos aposentados na CPMI do INSS. Alguém que pediu a prisão do Lulinha porque tinha culpa no cartório. Alguém que representa o Nordeste de fato. Nós vamos levar prosperidade ao Nordeste, levar saúde, infraestrutura. Será o maior programa de dignidade que o Nordeste já viu", afirmou durante a coletiva de imprensa de anúncio.
Flávio também disse que buscava um vice alinhado com seus princípios e fez uma crítica indireta a adversários políticos.
"É uma pessoa que vem para ser meu vice, aquele vice que não volta para a cena do crime e dá a mão para o vilão. Tenho muita honra de anunciar aqui Alfredo Gaspar", concluiu.
Ao celebrar a escolha, Alfredo destacou:
"Eu sou o seu soldado. Alguém simples mas que está pronto pra luta. Alguém que tem boa fé, que sabe o tamanho da responsabilidade. Terei lealdade e gratidão; terei a coragem de enfrentarmos juntos a corrupção, o crime organizado, e essa economia em frangalhos, culpa do que Lula e a equipe têm feito com o país. Vamos sair do discurso para enfrentar as mazelas da nação".
O parlamentar ainda lamentou a ausência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar.
"Presidente Bolsonaro, o senhor reacendeu em todos nós o sentimento de honra e esperança", completou.
Reportagem com participação do jornalista Lucas Soares
Fonte: Diário do Poder.












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