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sábado, 28 de fevereiro de 2026

Morre ator paulista Dennis Carvalho


Faleceu neste sábado, 28, o ator paulista Dennis Carvalho, aos 78 anos. Era mais conhecido por sua atuação na televisão, como diretor e ator de novelas e minisséries.
No cinema, apareceu em "Elas", segmento "A Radionovela" (1970; "Ninguém Segura Essas Mulheres", segmento "Marido Que Volta Deve Avisar" (1976); "Beijo na Boca" (1982), "Espelho na Carne" (1985), "Leila Diniz" (1987), "A Partilha" (2001), e "Se Eu Fosse Você" (2006);

AVISO DE EVENTO CANCELADO


Devido às fortes chuvas que caem sobre a cidade, a apresentação da Retreta e da Exposição Fotográfica programada para hoje foram canceladas. Informaremos em breve a nova data.

CNN mudará de lado

Hoje pela manhã, na sede da CNN em New York, o edifício Hudson Yards, o clima era de velório.

Mais: de pânico.

A razão: a Netflix, que defende transgêneros e a volta de Obama, esperada pela esquerda como compradora da Warner Brothers, dona da CNN, desistiu oficialmente da compra.

O motivo do pânico -que acabou indo ao ar hoje pela manhã nos noticiários da CNN e CBS- é mais do que justificado: o novo dono do maior império midiático do mundo agora é a Paramount, de David Ellison, conservador e cuja família é totalmente alinhada a Donald Trump.

A Netflix desistiu oficialmente quando sua oferta de 72 bilhões de dólares foi superada pelos 81 bilhões da Paramount.

Há muito, Trump tem rotulado a CNN como um dos veículos que mais dissemina notícias falsas nos EUA, e tem afirmado sua intenção de reformular totalmente a empresa.

A compra, evidentemente, promete demissões brutais em toda a empresa.

Trump é apoiado integralmente por Ellison, agora dono  de uma enorme rede de franquias, que inclui, além da CNN, dezenas de outras como O Senhor dos Anéis, Batman, Superman e DC Comics.

O comunicado oficial foi feito hoje pelo Departamento de Justiça americano e pela Netflix, e manchetes se alastraram pela mídia de esquerda afirmando que 'Trump e seus aliados pretendem transformar a emissora em canal pró-MAGA.'

Os reflexos dessa guinada nos rumos da mídia mundial vão se espalhar por todo o mundo, e inclusive no Brasil, onde a CNN poderá, sob uma orientação conservadora, virar uma pedra no sapato da rede globo, conhecida por seu 'jornalismo' de ocasião e alugado a quem paga mais.

Fato é que a nefasta onda woke estimulada pela esquerda, que invadiu o mundo, vai agonizar.

Para alívio do planeta, cansado desse lixo.

A própria Netflix deverá, a partir de agora, rever suas posições duvidosas, diante da realidade...e da concorrência.

Good news, especialmente no caso do Brasil, em ano eleitoral e sujeito a uma imprensa totalmente comprada por lula e seus asseclas.

Quem viver verá.

https://blogdopolibiobraga.blogspot.com/

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Livros usados é com Ciso

Banca Mandacaru completa 50 anos



Em 17 de setembro deste ano, vai fazer 50 anos que Ciso trabalha como livreiro, alfarrabista, com a Banca Mandacaru, vendendo livros usados, velhos, raros ou esgotados - tanto obras literárias como didáticas. É como um mediador cultural, que facilita o acesso a livros mais baratos. No seu acervo físico são centenas de publicações.

Um negócio familiar, onde são também são vendidos discos de vinil, gibis, revistas de variedades, coleções - como as das revistas de cinema "Set" e "Premiere".

Interessante, nesses tempos modernos, que Ciso não se utiliza de redes sociais e plataformas online para divulgação e venda. Ele reconhece seu trabalho de décadas como uma alternativa que permite circulação do conhecimento com acesso até a obras raras da literatura universal.

No meio de tantos livros, podem ser encontradas publicações de autores feirenses, como "cinema demais" e "O Processo de Cassação da Rádio Cultura", ambos de Dimas Oliveira.

A banca está situada desde o início na esquina da Rua Deputado Melo Lima com a Rua Conselheiro Franco, ao lado do Mandacaru.

Ciso é Manoel Narciso Marinho da Natividade, 78 anos, casado, sete filhos (um adotivo) e nove netos, morador do Tanque da Nação, em frente ao Clube Ali Babá. Na mocidade, jogou futebol, sendo craque no meio de campo do São Paulo, time amador local.

Irma Amorim: Uma grata lembrança; uma história para contar


Por Moacir Cerqueira

O "Bar de Seu Pedro" foi um espaço de lazer que existiu na Rua Cícero Dantas, ao lado da Coelba no bairro Ponto Central. Conheci este espaço através da minha prima Margarida que residia na localidade, vizinha ao referido bar. Ela nos convidava, a mim e a minha esposa Ana Maria, já que o ambiente era familiar. A prima era uma pessoa muito animada e gostava de tomar um gole de cerveja ouvindo uma boa música ou rindo a valer ao ouvir uma boa piada. Algum tempo depois mudou-se dali. Já familiarizados, por lá continuamos. 

Dava-se ali o encontro de amigos de boa conversa, intelectuais, poetas, músicos, cantores, boêmios e de quebra havia uma mesa especial reservada para o carteado. Passei a frequentar o ambiente, o que me serviu de acalanto num momento de minha vida quando me desliguei da militância política, das lides esportivas e do intenso labor comercial por mais de 50 anos. 

Os bate-papos, às vezes acalorados, o carteado de buraco e as cantorias aconteciam aos sábados, domingos e feriados. Os donos do bar, Sr. Pedro e sua esposa Dona Cleonice, gostavam de cantar e conversar. Bons recepcionistas, eram também muito animados. 

Conhecia Irma Amorim de nome. Seu marido o arquiteto Amélio Amorim tinha escritório no Edifício Áureo Filho na Avenida Senhor dos Passos, em frente à Casa das Canetas. Era nosso cliente de canetas e lapiseiras de linha e grafites especiais. 

Num ensolarado dia de sábado chegando àquele local de encontro de amigos, deparei-me com uma senhora sentada ao lado de Dona Cleonice que me fez a devida apresentação à professora Irma Amorim, informando de pronto que ela estava naquela rua à procura da casa de uma amiga ali residente. Dirigí-lhe respeitosa saudação e ela agradecida observou com um sorriso contido: "- Conheço o Senhor, Sr. Moacir, sou cliente de sua Casa das Canetas". Agradeci a boa e honrosa preferência. Dona Cleonice, de sua parte fez questão de afirmar ter sido aluna da professora Irma no Curso Pedagógico do Gastão. 

Naquele sábado os primeiros contumazes frequentadores começavam a chegar, alguns conhecidos e amigos de Irma Amorim dirigiam-se a ela surpresos, felizes e admirados pela sua presença ali. Foi o bastante para que Irma se afeiçoasse ao local. Indagada sobre sua presença naquele bar, com simplicidade e meiguice respondia: "- Para afugentar a solidão". 

Todos sabiam de sua viuvez, mas nenhuma indagação lhe foi feita a respeito. Já beirando o meio-dia levantou-se, agradeceu a recepção que considerou calorosa e disse que certamente viria muitas vezes, só aos domingos, em virtude de compromissos familiares aos sábados. 

Voltou várias vezes. Numa destas trouxe-lhe uma publicação em forma de caderno, que produzi após receber da Câmara Municipal o Título de Cidadão Feirense e noutra data a Medalha do Mérito Municipal. No corpo da publicação o meu discurso, no verso da capa uma poesia de Irma Amorim na qual realça o seu amor à Feira clamando pelos "- Traços esquecidos/Nas tradições perdidas". Com minha publicação em mãos, alegre e emocionada agradeceu. 

Simpatia, educação, fino trato e bagagem cultural foram marcas deixadas pela Poetisa, entre nós. O tempo, implacável, passou. Sr. Pedro Guerreiro morreu. O bar acabou. Algum tempo depois Irma Amorim também se foi. Ficou a lembrança, a amizade, a saudade de todos os que passaram ali, naquele recanto tão prazeroso, simples e acolhedor.

*

"... Traços esquecidos 

nos belos casarões desaparecidos 

Nas tradições perdidas 

No pôr do sol dos dias  

no luar de agosto nas noites frias 

Minha Feira de Santana minha cidade 

Choro quando te sinto em erros 

Canto com anjos 

te vendo em vôos e pés no chão 

flor cabocla do meu sertão."

Irma Amorim

Moacir Cerqueira é Cidadão Feirense e detentor da Ordem Municipal do Mérito de Feira de Santana

América Invertida e o debate contemporâneo: exposição destaca diálogos entre Joaquín Torres García e mais de 70 artistas, e reconhece sua atualidade

Cultura e identidade latino-americanas estão em evidência em mostra que conta com obras de brasileiros como Bispo do Rosário, Estela Sokol, Cildo Meireles, Hélio Oiticica, Anna Bella Geiger, Rosana Paulino, Alfredo Volpi, Mira Schendel e Lina Bo Bardi

Exposição é considerada uma das mais relevantes em torno da obra do artista uruguaio




Fotos: Renato Parada

A exposição Joaquín Torres García - 150 anos, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo até 9 de março, reúne um dos maiores conjuntos de obras do artista uruguaio já exibido no mundo, em diálogo com trabalhos de mais de 70 artistas modernos e contemporâneos, brasileiros e internacionais. A mostra propõe uma ampliação do percurso histórico de Torres Garcia e reafirma sua importância na arte latino-americana e na construção de um pensamento artístico global no século XX.

A curadoria articula a produção do artista com a arte moderna brasileira, a produção contemporânea, a cultura indo-americana, a arte africana e as vanguardas europeias. A seleção propõe uma revisão crítica para além das leituras consagradas do Universalismo Construtivo - ideia de usar formas simples e universais para criar uma arte que também represente a cultura e a identidade da América Latina.

"Celebrar 150 anos de um artista da dimensão de Torres García exige pensar necessariamente em uma ampliação do percurso histórico", afirma o curador Saulo di Tarso. "Ele foi amplamente exposto no Brasil, mas ainda sofremos de uma espécie de síndrome da lusofonia, que nos afasta culturalmente do nosso legado espanhol e dos países vizinhos da América do Sul", completa.

Dois fatores centrais influenciaram a escolha dos artistas participantes da mostra. O primeiro, segundo o curador, foi o incêndio ocorrido em 1978 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), que marcou profundamente a história museológica brasileira e teve repercussões internacionais duradouras. O segundo foi a intenção de provocar uma reflexão crítica sobre a persistência simbólica do Tratado de Tordesilhas na cultura contemporânea e nas relações culturais sul-americanas.

No caso do incêndio do MAM Rio, a curadoria buscou transcender qualquer ressentimento existente no Uruguai, trazendo as comemorações de 150 anos do artista para o território brasileiro: "Essa ferida permaneceu especialmente viva no Uruguai, apesar das inúmeras exposições de Torres García realizadas posteriormente no Brasil, em instituições como a Bienal de São Paulo, o MASP, a Pinacoteca, o MAM, o Museu Oscar Niemeyer, a Fundação Iberê Camargo e a Biblioteca Mário de Andrade", aponta o curador.

Muitas dessas exposições se dedicaram a reafirmar um Torres García bastante conhecido em termos de linguagem.  "A responsabilidade histórica desta mostra exigia compensar o nosso cenário cultural e enfrentar essa fatalidade sem medo curatorial. Era fundamental mostrar algo novo, não repetir o Torres García de sempre."

Nesse sentido, a curadoria também buscou inspiração em exposições internacionais que ampliam a leitura da obra do artista, como a realizada pelo Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA). Reconhecendo que Torres García integra as principais coleções do mundo, a exposição no CCBB SP apresenta uma narrativa para além da iconografia mais difundida, despertando o interesse por um artista fundamental do século XX, que conseguiu estender as experiências da vanguarda europeia — ao lado de grandes nomes da arte moderna - a um retorno singular ao Uruguai, em 1934. Esse retorno, segundo a curadoria, tornou sua obra ainda mais original e profundamente comprometida com a defesa da civilização sul-americana.

Relações diretas e indiretas
A decisão de convidar artistas modernos e contemporâneos para a mostra obedeceu ao critério de "abraçar" o legado de Torres García por meio de produções que mantêm relações diretas ou indiretas com seu pensamento, estabelecendo encontros no tempo e no espaço. A proposta busca reconhecer a atualidade da "América invertida" - a obra tem presença marcante na exposição, é uma oportunidade rara ser vista fora do Museo Torres García - e ir além de sua recorrente utilização, frequentemente apropriada por discursos que tendem a partidarizar o pensamento do artista.
Foram selecionados mais de 70 artistas que ajudam a integrar um percurso que articula uma visão ampla da arte sul-americana. Nesse contexto, a presença de exemplares da arte Chancay, provenientes da coleção Profilli, reforça a pertinência do pensamento de Torres García quando defende a arte indo-americana no mesmo patamar de importância das culturas antigas de outros continentes.
Os brasileiros
Mais de 40 artistas brasileiros participam da mostra e essa predominância se justifica tanto pelo encerramento das comemorações dos 150 anos de Torres García no Brasil quanto pela necessidade de superar definitivamente qualquer divisão entre o país e a cultura da América do Sul, especialmente no âmbito do Mercosul.
"A arte brasileira teve uma contribuição fundamental no século XX", afirma o curador. "Desde o Modernismo, assim como a antropologia dos trópicos, ela influenciou profundamente a cultura europeia e norte-americana, embora ainda insistimos em ler essa história apenas no sentido inverso. Por isso, foi lógico adensar a presença da arte brasileira ao redor de um artista que afirmou que 'o nosso norte é o Sul'."
Entre os artistas brasileiros presentes na mostra estão Cecília Meireles, Antonio Cabral, Paulo Nenflídio, Ernesto Neto, Willys de Castro, Bispo do Rosário, Estela Sokol, Rubens Gerchman, Marcone Moreira, Carlos Zilio, Ronaldo Azeredo, Luiz Sacilotto, Cildo Meireles, Hélio Oiticica, Emanoel Araújo, Arnaldo Ferrari, Montez Magno, Leonilson, Flávio de Carvalho, Tuneu, Jac Leirner, Anna Bella Geiger, Sérgio Camargo, Rivane Neuenschwander, Sofia Borges, Rosana Paulino, entre muitos outros. Volpi, Mira Schendel e Lina Bo Bardi também integram o percurso, reconhecidos como indissociáveis da história da arte brasileira, apesar de não terem nascido no país.
Embora Torres García não tenha vindo ao Brasil para difundir suas ideias, sua influência atravessou os territórios por onde passou e encontrou forte ressonância no país. A exposição evidencia diálogos diretos entre sua obra e artistas como Ronaldo Azeredo, Arden Quin, Sacilotto e Volpi, além de relações conceituais com Tuneu, Ernesto Neto, Bispo do Rosário, Emanoel Araújo e Willys de Castro, especialmente no entendimento do objeto como elemento ativo. O percurso se encerra com um diálogo excepcional entre Torres García e Rosana Paulino, em uma das salas finais da mostra.
"Em um mesmo segmento da exposição, encontram-se obras de Luiz Sacilotto, Sérgio Camargo, Estela Sokol e Rosana Paulino - esta última a caminho da Bienal de Veneza. Ao propor esse encontro, a exposição não apenas articula trajetórias e contextos distintos, mas também provoca o olhar crítico. Sem essa provocação, a complexidade da proposta pode passar despercebida", aponta o curador.
Torres García antecipou em décadas questões centrais da arte concreta brasileira. Foi pioneiro ao propor um horizonte verdadeiramente global da história da arte, sem hierarquizar culturas ou separar tradições, visão que orienta toda a concepção curatorial da exposição.
A mostra apresenta ainda centenas de escritos e trabalhos gráficos inéditos no Brasil, exibidos pela primeira vez em conjunto fora do Museu Torres García, sediado em Montevidéu. Muitas das obras nunca haviam sido expostas anteriormente e todas foram emprestadas diretamente pelos artistas ou por coleções privadas, além de importantes acervos brasileiros, suíços e espanhóis, com destaques para o Institut Valencià d'Art Modern (IVAM), e o MACBA, que contribuíram com peças fundamentais.
Fora do Brasil
No núcleo internacional, destacam-se obras de Carmelo Arden Quin, Gyula Kosice, documentos de Mondrian, Theo van Doesburg e Vantongerloo, além de trabalhos de Alfredo Jaar, Carlos Garaicoa, um desenho de Nijinsky, arte africana de diversas coleções e obras de Robert Kelly, Pablo Uribe, Jacqueline Lacasa, Agustín Sabella e Fernando López Lage.
Sob o ponto de vista do ineditismo, da densidade histórica e da amplitude conceitual, a comemoração promovida pelo Centro Cultural Banco do Brasil se afirma como uma iniciativa única, propondo não apenas uma homenagem, mas uma revisão crítica profunda sobre o legado de Joaquín Torres García e o reconhecimento de sua atualidade nas questões latino-americanas da arte, da vida e da cultura. A mostra foi selecionada no Edital CCBB 2023-2025, viabilizada através da Lei Rouanet, tem patrocínio da BB Asset, e organização e produção da Cy Museum.
Sobre o curador
Um dos idealizadores do projeto, curador da mostra Joaquín Torres García – 150 anos, com a colaboração com o Museu Torres Garcia, Saulo di Tarso (Foto: Julio Kohl)  foi considerado pelo poeta Haroldo de Campos e pelo artista plástico Luiz Sacilotto como um dos artistas mais talentosos de sua geração. Em 2022, atuou como museógrafo, produtor e coordenador de multimídia da mostra "Marc Chagall: sonho de amor" - prêmio APCA de melhor exposição internacional de 2023, ano em que traduziu a obra completa dos poemas de Marc Chagall para o português.
Fez, em 2023, a curadoria da mostra "Para falar de amor" no antigo Noviciado Nossa Senhora das Graças, com a participação de 125 artistas, tendo recebido a menção de segunda melhor exposição de 2023 pela Revista Das Artes. Foi curador da Casa do Olhar Luiz Sacilotto, coordenador de arte-educação e espaço expositivo da Casa das Rosas, ação educativa e difusão do Paço das Artes e curador independente de diversas mostras e projetos no Paço Imperial do Rio de Janeiro, A7MA, Galeria da Unicamp, Galeria Olido, Galeria Marta Traba,  Museu Afro Brasil, Instituto de Artes do Pará, entre outros.
Em 2006, idealizou a Trienal Internacional de Grafias percorrendo o Brasil através do Memorial da América Latina, como curador e pesquisador de arte gráfica e digital na produção contemporânea. Em sua trajetória interagiu com Renato Cohen, Edson Zampronha, Francisco Alambert, Wollner, José Roberto Aguilar, Daniela Bousso, Mario Gruber, Wesley Duke Lee, Emanoel Araújo, Alexandre Wollner, além do compositor e educador musical Hans-Joachim Koellreutter com quem esteve no Japão em 1998. Foi também coordenador de cultura e redator do programa de governo na campanha presidencial de Eduardo Campos e Marina Silva, em 2014. Fundador da Tangram Museologia e filiado ao ICOM-CIMAM e vive atualmente no Brasil e na Itália.
 CCBB SÃO PAULO

O Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, iniciou suas atividades há mais de 20 anos e foi criado para formar novas plateias, democratizar o acesso e contribuir para a promoção, divulgação e incentivo da cultura. A instalação e manutenção de nosso espaço, em pleno centro da capital paulista, reflete também a preocupação com a revitalização da área, que abriga um inestimável patrimônio histórico e arquitetônico, fundamental para a preservação da memória da cidade. Temos como premissa ampliar a conexão dos brasileiros com a cultura, em suas diferentes formas.

Essa conexão se estabelece mais genuinamente quando há desejo de conhecer, compreender, pertencer, interagir e compartilhar. Temos consciência de que o apoio à cultura contribui para consolidar sua relevância para a sociedade e seu poder de transformação das pessoas. Acreditamos que a arte dialoga com a sustentabilidade, uma vez que toca o indivíduo e impacta o coletivo, olha para o passado e faz pensar o futuro. Com uma programação regular e acessível a todos os públicos, que contempla as mais diversas manifestações artísticas e um prédio, que por si só, já é uma viagem na história e arquitetura, o CCBB SP é uma referência cultural para os paulistanos e turistas da maior cidade do Brasil.
SERVIÇO
ExposiçãoJoaquín Torres García - 150 anos
Local: CCBB São Paulo   
Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 - Centro   
Data: Até 9 de março de 2026
Horário: das 9 às  20 horas, exceto às terças
Gratuito
 
Itinerância
CCBB SP (10 de dezembro de 2025 a 9 de março de 2026)
CCBB Brasília (31 de março a 21 de junho de 2026)
CCBB BH (15 de julho a 12 de outubro de 2026)
 
Ficha técnica
Realização: Ministério da Cultura
Patrocínio: BB Asset
Curadoria: Saulo di Tarso em colaboração com o Museo Torres García
Organização e Produção: Cy Museum
Apoio Institucional: Museo Torres García
Coordenação Geral: Cynthia Taboada
Coordenação Executiva: Paula Amaral
Coordenação Editorial e Pesquisa: Helena Eilers, Andrea Sousa e Xênia Bergman.
Projeto expográfico: Stella Tennenbaum
Assessoria de imprensa: Agência Galo
 
Informações CCBB SP
Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9 às 20 horas, exceto às terças
Contato: (11) 4297-0600 | E-mail: ccbbsp@bb.com.br
Estacionamento: O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14,00 pelo período de 6 horas - necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12 às 21 horas.
Van: Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12 às 21 horas.
Transporte público: O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.
Táxi ou Aplicativo: Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).
Entrada acessível CCBB SP: Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal.  
 
Enviado pela Agência Galo - Assessoria de Imprensa

Filme feirense leva a cidade, pela primeira vez, à Mostra Sesc de Cinema e será exibido no Centro Cultural

"Patricia" foi produzido integralmente em Feira de Santana e selecionado para a VIII edição da mostra



Um filme feito em Feira de Santana, com equipe local e história atravessada por vivências da cidade, integra pela primeira vez a programação da Mostra Sesc de Cinema. O curta-metragem "Patricia" foi selecionado para a VIII edição da mostra e será exibido no dia 7 de março, às 15 horas, no Centro Cultural Sesc Feira de Santana, durante o pré-lançamento do evento.

Protagonizado por Julia Lorrana (Foto: Kaliane Madureira) e com 22 minutos de duração, o curta retrata a tensão entre sonho e realidade, destacando as barreiras estruturais que afetam o acesso à cultura. A narrativa acompanha os passos de Patricia no esforço de retomar sua relação com o teatro enquanto lida com as imposições do trabalho, da falta de tempo, do peso das responsabilidades e a solidão que marcam sua rotina.

Escrito e dirigido por Marco V. Rocha, com produção da Ticuna Filmes e Candeeiro Filmes, "Patricia" propõe uma escuta sensível às histórias que, muitas vezes, passam à margem dos olhares cotidianos. Com uma abordagem estética que mescla realismo e lirismo, a obra aposta na força das atuações e na presença do corpo como território poético.

“Patricia fala sobre sonhos interrompidos não por falta de vontade, mas por falta de oportunidade. É um filme sobre resistência e sobre o direito de continuar criando, mesmo quando tudo parece empurrar para o contrário”, afirma o diretor.

Para toda a equipe, “Patricia” é, antes de tudo, um gesto de afeto e escuta. Uma tentativa de dar forma e voz às vidas que persistem mesmo diante das ausências e que continuam fazendo da arte um espaço de respiro.

A seleção marca um momento simbólico para o audiovisual feirense, ao reconhecer uma obra construída integralmente na cidade dentro da programação da Mostra Sesc de Cinema. Após a exibição, o público poderá participar de um bate-papo com o diretor Marco Vinícius Rocha, com mediação de Daniel Sal.

Enviado por Orisa Gomes

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Segunda edição do "Salvador em Adoração" acontece na Praça de Piatã

 Com Bruna Karla, Morada, Samuel Eleotério, Sandro Nazireu e mais

Evento, que ocorrerá no dia 7 de março, é uma realização da Associação de Ministros Evangélicos do Brasil (Ame Brasil), com apoio cultural da Prefeitura de Salvador.






A capital baiana já tem encontro marcado com a fé e a música em 2026. A segunda edição do ‘
Salvador em Adoração’ será realizada no sábado, dia 7 de março, a partir das 14 horas, na Praça de Piatã. O evento é promovido pela Associação de Ministros Evangélicos do Brasil (Ame Brasil), presidida pelo apóstolo Tenisson Rodrigues, e conta com apoio cultural da Prefeitura de Salvador.
programação gratuita reunirá grandes nomes da música cristã nacional e regional, como a banda Morada, Bruna Karla, Samuel Eleotério, Sandro Nazireu e Nengo Vieira, entre outros artistas confirmados. A expectativa é reunir caravanas de igrejas e fiéis de Salvador e de diversas cidades da região.
De acordo com o presidente da Ame Brasil e organizador do "Salvador em Adoração", o evento nasce com o propósito de fortalecer a unidade e proporcionar um momento coletivo de espiritualidade.
"O evento é especial para a comunidade cristã de Salvador e de toda a Bahia se reunir em um só propósito: adorar a Deus com louvores e muita música. É um tempo de comunhão, de celebração da fé e de fortalecimento espiritual para milhares de famílias"destacou Tenisson.
Além disso, o evento também movimenta a cidade e reforça o calendário cultural cristão da capital. 
O apóstolo Tenisson Rodrigues ressaltou o apoio institucional da Prefeitura de Salvador para a realização da segunda edição. "Somos gratos pelo apoio cultural, através do prefeito Bruno Reis, que participou da organização para que o 'Salvador em Adoração' acontecesse. Essa parceria foi fundamental para viabilizar uma estrutura adequada e garantir que o evento aconteça com segurança e organização para todos"afirmou.
Com programação voltada para todas as idades, o "Salvador em Adoração" promete transformar a Praça de Piatã em um grande espaço de celebração, música e manifestação pública de fé. Para mais informações, acesse o Instagram @ssa.emadoracao.

SERVIÇO:

Salvador em Adoração - 2ª edição

Quando: Sábado, 7 de março

Horário: A partir das 14 horas

Onde: Praça de Piatã (Av. Octávio Mangabeira), próximo ao Atacadão Atakarejo


Enviado por Antonio Anselmo - Assessor de Imprensa -  Golden Assessoria de Comunicação2

Nova incorporadora é lançada na Bahia com projetos arrojados

Com investimentos superiores a R$ 500 milhões de reais, a KAHHU REAL ESTATE já chega no mercado baiano para a construção e entrega de mais de 600 unidades autônomas nos próximos tr|ês anos


Desenvolver e entregar empreendimentos imobiliários únicos, com estilo e foco no bem-estar. Essa é a proposta da KAHHU REAL ESTATE, empresa oriunda do Grupo SIAN ENGENHARIA e que chega para movimentar o cenário imobiliário baiano. Tendo em seu DNA um foco no design de experiencia, funcionalidade e lifestyle, a incorporadora chega firme ao mercado, com um Valor Geral de Vendas (VGV) contratado superior a R$ 1 bilhão, totalizando mais de 600 unidades a serem entregues no triênio de 2026 a 2028.

Fundada pelos engenheiros Luís Siqueira, André Portela e Túlia Ribeiro, a empresa chega com o diferencial de priorizar a experiência do cliente, combinando a busca do desenvolvimento de empreendimentos únicos e seu crescimento sustentável através de estruturações de funding para os projetos de forma personalizada. A previsão é de mais de 50 mil m² de área construída somente nos dois próximos anos, entre desenvolvimento e execução, gerando um impacto direto nos cenários econômico e imobiliário da Bahia.   

CUIDADO QUE VEM NO NOME

Originária do havaiano, a palavra "kahu" significa guardião, protetor ou cuidador. Esse significado está alinhado com o propósito da KAHHU REAL ESTATE em transformar ambientes que acolhem, conectam e inspiram. Assim, a marca nasceu para dar novos significados a espaços da cidade, com um papel de responsabilidade e dedicação ao bem-estar de seus clientes e das comunidades onde estiver inserida.  

"A KAHHU tem como maior propósito desenvolver empreendimentos únicos com foco em lifestyle e no wellbeing. Cada projeto tem sua própria essência e é desenvolvido a partir de um processo minucioso de design de experiência, curadoria, funcionalidade, engenharia integrada, sustentabilidade e tecnologia", explica o sócio André Portela.  

GERAÇÃO DE IMPACTO

Os projetos da KAHHU REAL ESTATE vão além da construção imobiliária, possuem a preocupação com a geração de impacto positivo nas comunidades onde atuam. Assim, através de um design moderno, eles possuem tecnologias que geram mais funcionalidade e sustentabilidade para os empreendimentos.   


A atuação da incorporadora vai desde a compra de terrenos, o desenvolvimento do produto, sua comercialização, construção e entrega, tanto para empreendimento de médio e alto padrão. Além disso, a empresa também fornece assistência técnica aos proprietários ou seus moradores por um período de até cinco anos.   

A KAHHU REAL ESTATE chega para atuar nos mais diversos segmentos, que incluem: complexos hoteleiros, condomínios de lotes, empreendimentos residenciais, multiusos, empresariais e shopping center.   

 

COMPROMISSO ESG


Chamado de Legado Verde 2035, o compromisso ESG da KAHHU está integrado em cada operação, gestão de negócio e no próprio DNA da marca.   


Por meio desse manifesto, a empresa se compromete a gerar impactos positivos nas comunidades em que atua; impulsionar o empreendedorismo e a economia criativa; reduzir para zerar o balanço líquido de emissões; e promover negócios íntegros e transparentes.   


"O foco no ser humano está presente no DNA da KAHHU REAL ESTATE e orienta tudo o que fazemos. Com visão de longo prazo e compromisso com um legado ESG sólido, buscamos excelência, resiliência, inovação tecnológica e sustentabilidade em todas as nossas atividades", finaliza André Portela.


Enviado pela ComunicAtiva Associados

Flávio Bolsonaro teria interesse em caminhar ao lado de ACM Neto


O site "Metrópoles" divulgou, na quarta-feira. 25, e a coluna "Raio Laser", da "Tribuna da Bahia", replicou na edição desta quinta-feira, 26, o que seriam anotações do senador e pré-candidato ao Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro (PL), sobre os palanques que ele pretende ter pelo Brasil para tentar vencer as eleições contra o atual presidente Lula (PT). 
A Bahia, um dos principais colégios eleitorais do país, não ficou de fora do rascunho feito pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com as anotações, intituladas "situação nos estados", Flávio teria interesse em caminhar ao lado de ACM Neto (União), no entanto, deixa claro que uma conversa ainda será realizada antes de qualquer anúncio. 
Sobre as demais posições da chapa, o bolsonarista já teria fechado apoio a João Roma ao Senado Federal. O documento também revela que, "depois", o pré-candidato à Presidência trataria do palanque completo.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Botafogo avança na Libertadores


O Botafogo acaba de vencer por 2 a 0 o Nacional Potosí, da Bolívia, em casa, pelo jogo de volta da segunda fase da pré-Libertadores.

Com o resultado o Alvi-Negro avança para a terceira fase da Taça Conmebol Libertadores, quando vai enfrentar o Barcelona de Guayaquil.

Música no Coreto


No sábado, dia 28 de fevereiro, às 19 horas, o coreto da Praça Monsenhor Renato Galvão será palco de uma noite que conecta passado e presente de Feira de Santana.
A Filarmônica 25 de Março abre a programação do Retreta com um concerto ao ar livre, com a convidada Sociedade Lítero Musical Minerva Cachoeirana, seguido da exposição "Notas de um Tempo Antigo: Imagens Que Contam Histórias", reunindo fotografias antigas que resgatam a memória da cidade.
Um encontro gratuito, aberto a toda a população, para celebrar história, cultura e pertencimento.
O projeto Retreta é uma produção da Sociedade Filarmônica 25 de Março e apoio institucional da Fundação Senhor dos Passos, com patrocínio da Rede Menor Preço, DPC Distribuidora e Bartofil.

Movimentação internacional no Aeroporto de Salvador cresce 33%

  • Durante o período, mais de 27 mil pessoas utilizaram a malha internacional;
  • Ocupação do segmento internacional foi de 92%;
  • Números consolidam o aeroporto como uma das principais portas de entrada para turistas que chegam para aproveitar o Carnaval de Salvador.


                                                                            Crédito: Will Recarey

Salvador Bahia Airport, integrante da rede VINCI Airports, teve o seu maior Carnaval desde o início da concessão, em 2018. Entre os dias 11 e 22 de fevereiro, cerca de 310 mil passageiros passaram pelo terminal, um aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano passado, consolidando o aeroporto como uma das principais portas de entrada para turistas que buscaram aproveitar as festividades na capital baiana.

Durante o período, o grande destaque foi o segmento internacional, que teve um aumento de 33% na movimentação de passageiros em relação a 2025, com mais de 27 mil pessoas utilizando a malha aérea internacional. Os números foram impulsionados pelo aumento de 8% da oferta de assentos da TAP, que anunciou voos extras para os meses de fevereiro e março. A Sky Airline teve um crescimento de 33%, enquanto a Air Europa registrou aumento de 6% e a Air France, de 1%, além das novas operações da Flybondi e da Copa Airlines.

A ocupação do segmento internacional foi positiva, com uma média de 92%, um crescimento de 4 pp em relação ao mesmo período do ano passado, mesmo com o aumento da oferta de destinos. Esse cenário positivo reforça o compromisso do Salvador Bahia Airport com a expansão da conectividade aérea, acompanhando o aumento da demanda de turistas internacionais por voos com destino à capital baiana.  

O segmento doméstico também apresentou números positivos durante a folia baiana, movimentando 247 mil passageiros, um aumento de 14% em relação ao Carnaval do ano passado. No total, foram 2.009 voos realizados no período (17% a mais do que 2025), com uma taxa de ocupação de 84%.

"Salvador é reconhecida por ter uma das celebrações de Carnaval mais procuradas do Brasil e esse crescimento já era esperado. Mas os números refletem também um trabalho que o Salvador Bahia Airport tem feito durante todo o ano em aprimorar a infraestrutura do terminal e criar mais conexões com destinos nacionais e internacionais, consolidando o Aeroporto como um dos principais hubs da região Nordeste", avalia Júlia Orrico, diretora comercial da VINCI Airports no Brasil.

Sobre o Salvador Bahia Airport 

Localizado na capital do estado da Bahia, o Salvador Bahia Airport é a primeira Concessão da rede VINCI Airports no Brasil, que assumiu sua operação em 2 de janeiro de 2018. Desde então, o Aeroporto de Salvador incorporou padrões operacionais globais, buscando oferecer mais eficiência, segurança e uma melhor experiência de viagem para seus passageiros. Com um investimento de R$ 700 milhões em obras de modernização e ampliação do terminal, aumentou sua capacidade em 50%, atendendo até 15 milhões de passageiros por ano. Além disso, foi reconhecido com o Selo de Diversidade Étnico-Racial pela Secretaria Municipal da Reparação de Salvador em virtude das iniciativas de combate ao racismo institucional. O Salvador Bahia Airport também se destaca como o "Aeroporto Mais Sustentável do Brasil", liderando ações de preservação ambiental. 

Sobre a VINCI Airports  

A VINCI Airports, líder mundial em operação de aeroportos privados, atua em mais de 70 aeroportos em 14 países. Graças à sua expertise como integradora global, a VINCI Airports desenvolve, financia, constrói e gerencia aeroportos, disponibilizando sua capacidade de investimento e seu know-how na otimização do desempenho operacional, modernização da infraestrutura, gerenciamento das operações e transição ambiental. A VINCI Airports foi a primeira operadora de aeroportos a se comprometer com uma estratégia ambiental internacional em 2016, visando alcançar a meta de emissões líquidas zero em toda a sua rede até 2050.

Informações à Imprensa: Comunicativa 


Extremista é a esquerda

Uma série de estudos tem demonstrado o mesmo fenômeno: é a esquerda que vem se radicalizando, se fanatizando com velocidade, e que é responsável por elevar o acirramento e a hostilidade do debate público. 

Gustavo Maultasch para a Gazeta do Povo:

Na ânsia por se mostrarem neutros, isentos e equidistantes, muitos analistas evitam atribuir culpa maior a um dos lados do espectro político. Se o debate público está acirrado, com hostilidades de lado a lado, então os dois lados devem estar errados. Como aquele pai cansado de ver - e com preguiça de arbitrar - brigas entre os filhos, eles simplesmente decretam que todos são igualmente culpados.
Eles olham para a esquerda e para a direita e pensam que estão olhando para dois lados simétricos. Existe a esquerda, e a extrema-esquerda; e existe a direita e a extrema-direita. Se tem briga, se tem polarização, é porque os dois são igualmente responsáveis.
O problema é que isso não é verdade. Há algumas décadas, a esquerda ocidental tem-se tornado muito mais extremista, radicalizada e fanática do que a direita. Para começar: você consegue se lembrar de alguma pauta em que a esquerda tenha moderado sua posição nos últimos anos?
O movimento ideológico dentro da esquerda ocorre apenas em direção a mais autoritarismo, a mais intervencionismo, a mais caos urbano. Em pautas como ambientalismo, criminalidade, questões de gênero, censura, enfim, em praticamente qualquer tema de política pública, a esquerda fez-se apenas fanatizar.
A direita por outro lado tem-se moderado em diversas pautas. Por exemplo, a legalidade do casamento gay é praticamente inquestionada na direita atual. Muitos na direita têm, ainda, mudado de posição em relação à mudança climática ou à legalização de algumas drogas.
Meu ponto aqui não é discutir o mérito dessas pautas, mas apenas estabelecer o fato de que, se o debate público se radicalizou, se a política se tornou mais extremada, isso se deve sobretudo à esquerda. A direita tem permanecido a mesma ou, tem-se até moderado.
Isso pode ser bem comprovado com uma série de estudos realizados nos Estados Unidos.
Um estudo publicado este mês por David Young et al. analisou a posição política dos eleitores americanos desde 1988, e concluiu que a polarização deveu-se mais à radicalização da esquerda, enquanto a direita praticamente manteve as suas posições:


Em uma análise para o Financial Times, publicada no final de 2024, John Burn-Murdoch demonstrou que, em temas como ações afirmativas e imigração, os democratas afastaram-se bastante do eleitor mediano, muito mais que os republicanos:


Em outra análise, publicada em dezembro de 2024, o mesmo autor comentou como, há 20 anos, os democratas americanos eram mais restritivos que os hispânicos em relação à imigração. Hoje, no entanto, os democratas são substancialmente mais favoráveis à imigração que os hispânicos:
Uma pesquisa da Pew Research Center mostrou também como, de 1994 a 2014, os democratas tornaram-se mais ideologicamente consistentes que os republicanos:


Uma pesquisa da Gallup demonstrou a mesma radicalização acelerada dos democratas:

Por fim, um estudo publicado em 2023 por Adrian Lüders et al. analisou o grau de consistência ideológica entre pessoas identificadas como democratas e republicanos nos Estados Unidos:
Segundo a análise, há mais diversidade de pensamento na direita do que na esquerda: "os democratas (mais do que os republicanos) tendem a centrar fortemente seu sistema de crenças em torno de um conjunto de posições situadas nos extremos (...) o que implica que pessoas que se desviam dessas posições provavelmente serão consideradas membros de um grupo externo (...) Pode ser que sustentar atitudes extremas (e, portanto, inegociáveis) sobre questões sociopolíticas importantes tenha se tornado cada vez mais definidor da identidade para os democratas".
Como se vê, uma série de estudos tem demonstrado o mesmo fenômeno: é a esquerda que vem-se radicalizando, que vem-se fanatizando com velocidade, e que é responsável por elevar o acirramento e a hostilidade do debate público.
Mas como os progressistas estão fanatizados e histéricos, tornam-se incapazes de olharem para si próprios, e assim pensam que foram os conservadores que se radicalizaram.

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