O Studio Palma, editora e agência literária, marca presença na programação oficial da Bienal do Livro Bahia 2026 com uma agenda diversificada que reúne lançamentos, sessões de autógrafos, rodas de conversa e mediações literárias. As atividades acontecem tanto no estande do próprio Studio quanto em espaços parceiros do evento.
terça-feira, 7 de abril de 2026
Escritoras agenciadas pelo Studio Palma participam da programação oficial da Bienal do Livro Bahia
O Studio Palma, editora e agência literária, marca presença na programação oficial da Bienal do Livro Bahia 2026 com uma agenda diversificada que reúne lançamentos, sessões de autógrafos, rodas de conversa e mediações literárias. As atividades acontecem tanto no estande do próprio Studio quanto em espaços parceiros do evento.
Aeroporto inicia fase de testes do projeto de ordenamento do meio-fio nesta quartfeira
- Sistema já é adotado em diversos aeroportos do Brasil e do mundo;
- Durante os meses de abril e maio, o sistema vai funcionar como período de ajuste e aculturamento dos condutores;
- Novo sistema visa promover uma experiência mais segura, eficiente e confortável para quem utiliza o meio-fio do terminal.
A Concessionária do Aeroporto de Salvador inicia nesta quarta-feira, 8, a fase de comissionamento do projeto de requalificação e ordenamento do meio-fio para embarques e desembarques no terminal de passageiros. Durante os meses de abril e maio, o sistema vai funcionar como período de ajuste e aculturamento dos condutores, sem cobrança de tarifa. A operação definitiva está prevista para começar em junho.
A iniciativa consiste em um sistema de cancelas automáticas para controle do tempo de permanência dos veículos que utilizam o meio-fio do aeroporto para paradas rápidas gratuitas de até 10 minutos. Com tecnologia License Plate Recognition (LPR), as cancelas utilizam câmeras e inteligência artificial para ler, identificar e registrar placas de veículos, automatizando o controle do fluxo.
O tempo gratuito de permanência foi definido com base em estudos realizados por uma empresa especializada, que mostraram que 10 minutos é tempo suficiente, e maior que a média praticada pelos usuários no Aeroporto de Salvador, para embarque ou desembarque de passageiros de forma confortável. Após esse período de tolerância, será realizada a cobrança de uma tarifa.
Os veículos que excederem o limite de permanência contarão com guichês para pagamento próximos às cancelas de saída. A criação de um bolsão no local permite que os condutores realizem o pagamento com mais comodidade. O motorista que precisar de mais tempo, ou queira deixar o carro sem condutor, deve utilizar o edifício-garagem em frente ao terminal de passageiros.
Segurança e comodidade
O serviço responde à necessidade de ordenar o fluxo intenso de veículos na área. Entre 2023 e 2025, a ouvidoria do Aeroporto de Salvador registrou 1.328 reclamações relacionadas ao meio-fio, envolvendo percepção de insegurança, abordagem inadequada e ocupação indevida da área.
A garantia das vagas junto ao meio-fio e do acesso dos usuários ao terminal é uma responsabilidade da Concessionária, em alinhamento com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Desse modo, o projeto visa proporcionar mais segurança e conforto para os usuários que chegam e saem do Aeroporto de Salvador, com maior disponibilidade de mais vagas para embarques e desembarques no meio-fio.
Além disso, o ordenamento do meio-fio busca inibir o transporte clandestino, garantindo mais segurança para os usuários, além de mais monitoramento e fiscalização do espaço. O projeto contempla ainda uma melhoria na mobilidade para acesso ao aeroporto, acompanhando o desenvolvimento e aumento da capacidade operacional do terminal. Entre as entregas estão a ampliação de faixas de trânsito, dando mais fluidez ao tráfego, e a extensão da ciclovia até o terminal.
Taxistas e motoristas de aplicativo
No novo modelo, são mantidas as vagas no meio-fio para táxis credenciados pelo aeroporto. Os demais veículos poderão acessar o meio-fio normalmente para embarque e desembarque de passageiros, sem pagamento de tarifa, desde que respeitem o tempo limite de 10 minutos.
Para os motoristas que rodam por aplicativo, também será aplicado o tempo de tolerância de 10 minutos para buscar ou deixar o passageiro. Isso poderá ser feito em qualquer uma das vagas sinalizadas junto ao meio-fio.
Já os casos específicos, como pessoas com deficiência (PCD), por exemplo, podem receber uma atenção ou ação especial, a depender da necessidade.
Veículos oficiais e em operação
Os veículos ligados aos órgãos públicos (devidamente identificados), autoridades aeroportuárias e veículos em operação, como bombeiros, ambulâncias e polícia, terão isenção de tarifa. Os ônibus de equipes esportivas também terão acesso prioritário mediante coordenação prévia com a administração do aeroporto, garantindo segurança operacional e fluidez no entorno.
Fluxo de funcionamento
- Entrada
- Motorista acessa o meio-fio pela cancela localizada logo após a entrada do edifício-garagem
- Sistema registra o horário de entrada.
- Tempo gratuito
- Até 10 minutos de permanência gratuita para embarque e desembarque de passageiros no meio-fio.
- Cobrança após tolerância
- Permanência acima de 10 minutos gera cobrança.
- Guichês de pagamento estarão disponíveis próximos às cancelas de saída.
- Opções alternativas
- Estacionamento em frente ao terminal: para deixar o veículo sem motorista.
Para mais mais informações, acesse
https://www.salvador-airport.com.br/pt-br/acesso-de-veiculos-ao-meio-fio.
Enviado por ComunicAtiva Associados
TRE-BA promove atendimento a estudantes em Feira de Santana até quinta-feira, 9
Durante a ação, os alunos poderão fazer o alistamento eleitoral (primeiro título), a transferência de domicílio, a revisão de dados cadastrais, entre outros procedimentos
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) participa de mais uma edição do projeto Rolê Cidadão, em parceria com a Secretaria de Educação do Estado (SEC-BA). Desta vez, a ação contemplará atendimento eleitoral a estudantes do Centro Integrado de Educação Assis Chateaubriand (Cieac), em Feira de Santana, desta terça-feira, 7, a quinta-feira, 9 de abril, das 9 às 16 horas.
Serviços
Durante a ação, os alunos poderão fazer o alistamento eleitoral (primeiro título), a transferência de domicílio, a revisão de dados cadastrais, a regularização da situação eleitoral, a coleta de dados biométricos, a emissão de certidões, entre outros procedimentos.
Documentos necessários
Para ser atendido, é necessário apresentar documento oficial de identificação com foto (original) e comprovante de residência atualizado, emitido há, no máximo, três meses. No caso da emissão da primeira via do título eleitoral, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no modelo antigo não será aceita isoladamente. Homens que completam 19 anos em 2026 também deverão apresentar o certificado de quitação militar.
O projeto
O Rolê Cidadão consiste em promover atendimento itinerante do Regional baiano para os estudantes beneficiários dos Programas Bolsa Presença, Pé-de-Meia e demais alunos com interesse no serviço. O projeto, desenvolvido em parceria com a SEC-BA, prevê a realização de ações de atendimento nos maiores colégios eleitorais da Bahia e tem o propósito de facilitar o acesso à emissão e regularização do título eleitoral para esse público.
Enviado pela ASCOM-TRE-BA
Dez milhões visualizações
O Blog Demais chega a dez milhões visualizações, nesta terça-feira, 7 de abril, segundo estatística do Blogger. Nenhum outro blog de Feira de Santana revela dado como esse.
Destaque do Shark Tank Brasil, Cáren Cruz assina sua estreia literária na Bienal do Livro da Bahia, no dia 21 de abril
Assinando o lançamento inédito de "Quem Decide o Que É Elegante?", pela Cogito Editora, a investida da 9ª edição do Shark Tank Brasil, Cáren Cruz, é um dos destaques do maior encontro de literatura e cultura do estado
Após dezoito anos de atuação no mercado da moda como consultora disruptiva e empreendedora, a baiana Cáren Cruz (Foto: Laila Andrade), destaque da 9ª edição do Shark Tank Brasil, faz sua estreia no mercado editorial com o seu primeiro livro "Quem Decide o Que É Elegante?", pela Cogito Editora. O lançamento acontece durante a Bienal do Livro da Bahia 2026, maior programação de literatura e cultura da temporada, que chega ao Centro de Convenções, entre os dias 15 e 21 de abril. A sessão de autógrafos será realizada no último dia do evento, das 17h30 às 18h30.
Enviado por Antonio Anselmo, da Agência Criativos
Prêmio Sebrae de Jornalismo abre inscrições no Dia do Jornalista
Em sua 13ª edição, premiação terá cinco categorias para reconhecer matérias sobre empreendedorismo que abordem a realidade de negócios de pequeno porte no país
No Dia do Jornalista, celebrado nesta terça-feira, 7, o Sebrae lança a 13ª edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo (PSJ), um dos principais prêmios de jornalismo do Brasil. Em 2025, o prêmio alcançou o 3º recorde consecutivo em número de inscrições, com 3.442 matérias inscritas em todo o país.
São quatro categorias para profissionais de imprensa (Texto, Áudio, Vídeo e Fotojornalismo), além da categoria especial Jornalismo Universitário, voltada a estudantes. As inscrições estão abertas pelo site.
Para participar, os conteúdos jornalísticos precisam ter sido veiculados entre 9 de junho de 2025 e 7 de junho de 2026. Portanto, o prazo permite a produção de matérias ainda durante o período de inscrição. As inscrições encerram em 8 de junho.
O tema principal do prêmio é o universo do empreendedorismo com foco nos pequenos negócios. O regulamento traz alguns subtemas interessantes a título de exemplo: Bioeconomia, Negócios Verdes e Sustentabilidade; Acesso a Crédito e Gestão Financeira; Produtividade e Competitividade; Inclusão Produtiva e Desenvolvimento Territorial; Transformação Digital; Empreendedorismo Feminino; Políticas Públicas e Legislação; Inovação e Startups; Empreendedorismo Social; Educação Empreendedora.
Sobre a premiação
Criado pelo Sebrae, o PSJ está na 13ª edição e se consolidou como uma vitrine para as produções de profissionais de imprensa e universitários de todo o Brasil que abordam o universo do empreendedorismo com foco nos pequenos negócios.
O prêmio será realizado em três etapas: a primeira, em nível estadual, classificará os concorrentes para a etapa regional, que definirá os finalistas da etapa nacional.
PSJ em tópicos
• São 4 categorias principais: Texto, Áudio, Vídeo e Fotojornalismo.
• Há 1 categoria especial: Jornalismo Universitário.
• Período de veiculação dos conteúdos: 9 de junho de 2025 a 7 de junho de 2026.
• Tema geral do prêmio: Empreendedorismo com foco em pequenos negócios.
• Subtemas sugeridos: Bioeconomia, Negócios Verdes e Sustentabilidade; Acesso a
Crédito e Gestão Financeira; Produtividade e Competitividade; Inclusão Produtiva e
Desenvolvimento Territorial; Transformação Digital; Empreendedorismo Feminino;
Políticas Públicas e Legislação; Inovação e Startups; Empreendedorismo Social;
Educação Empreendedora.
• Inscreva-se: www.premiosebraejornalismo.com.br
Estimativa de propaganda eleitoral na Bahia indica vantagem de ACM Neto sobre Jerônimo em tempo de TV e rádio
A estimativa de tempo de propaganda eleitoral em rádio e televisão para as eleições de 2026 na Bahia aponta vantagem para a chapa encabeçada por ACM Neto (União Brasil) na disputa pelo governo do estado, tanto no tempo de bloco quanto nas inserções diárias.
De acordo com os dados, a coligação liderada por ACM Neto, que tem como vice Zé Cocá, reúne o maior número de partidos e, consequentemente, soma o maior tempo de propaganda. No total, o grupo terá cerca de 4 minutos e 57 segundos por bloco, contra 3 minutos e 31 segundos da chapa do governador Jerônimo Rodrigues (PT), que concorre à reeleição ao lado do vice Geraldo Júnior.
Já a candidatura de RonaJá a candidatura de Ronaldo Mansur (PSOL/Rede) terá cerca de 31 segundos por bloco. O pré-candidato José Carlos Aleluia (Novo) não terá tempo de propaganda, uma vez que o partido não atingiu a cláusula de barreira prevista na legislação eleitoral.
Na disputa ao Senado, a chapa formada por Angelo Coronel e João Roma aparece com maior tempo, totalizando cerca de 3 minutos e 51 segundos. Já a aliança que reúne Jaques Wagner e Rui Costa terá aproximadamente 2 minutos e 44 segundos. A Federação Psol/Rede contará com cerca de 24 segundos.
No que diz respeito às inserções - aquelas veiculadas ao longo da programação - a coligação liderada por ACM Neto também terá maior espaço, com cerca de 1.154 segundos diários, o equivalente a aproximadamente 38 inserções de 30 segundos por dia. A base governista terá cerca de 821 segundos, ou cerca de 27 inserções diárias, enquanto a Federação Psol/Rede ficará com aproximadamente 121 segundos, o que representa cerca de quatro inserções por dia.
A distribuição do tempo segue critérios definidos pela legislação eleitoral, que levam em conta o tamanho das bancadas dos partidos na Câmara dos Deputados, além de prever uma parcela igualitária entre os concorrentes.
Fonte: https://www.politicalivre.com.br/
segunda-feira, 6 de abril de 2026
Revisão de "Duelo em Diablo Canyon"
Revisão de "Duelo em Diablo Canyon" (Duel at Diablo), de Ralph Nelson, 1966. Um western com drama envolvente, instigante e não convencional. Trata de discriminação - uma mulher branca entre índios e uma índia morta por um homem branco -, preconceito e vingança. É muito violento.
Interessante que o título fala em duelo, mas não tem duelo nenhum. A definição de duelo: um combate armado entre duas pessoas.
Também interessante a presença da atriz sueca Bibi Andersson, uma das musas de Ingmar Bergman ("Morangos Silvestres", "O Sétimo Selo", "Quando as Mulheres Pecam", entre outros). Um western como seu primeiro filme em Hollywood.
O diretor Ralph Nelson aparece no elenco como coronel Foster e creditado como Alf Elson.
O cineasta Martin Scorsese o considera como um de seus filmes favoritos.
Foi visto no Cine Madrid, em meados de 1969 - o número 961 em caderno de filmes.
Na trama, o tenente McAllister (Bill Travers) recebe ordens para transportar carroças de munição para outro forte através de território apache, com apenas um pequeno grupo de soldados novatos. Junto com eles está o ex-batedor Jess Remsberg (James Garner), que está tentando encontrar Ellen Grange (Bibi Andersson), que tendo sido libertada recentemente do cativeiro apache, misteriosamente fugiu para se juntar aos índios, chefiados por Chata (John Hoyt). Jess liberta Ellen mais uma vez e a deixa com os soldados em combate enquanto parte para o forte, não apenas em busca de ajuda, mas também para encontrar o homem que matou e escalpelou sua esposa indígena. Também no grupo, o ex-sargento Toller (Sidney Poitier), que abandonou a carreira militar para domar cavalos e vendê-los ao Exército.
Jovialidade da pele é o alvo de 63% da indústria 'beauty' em mais de nove países, incluindo o Brasil; aponta pesquisa inédita
Referência em medicina estética no Brasil, o Doutor Octávio Guarçoni explica que a chegada do outono, no Hemisfério Sul, auxilia em protocolos que agem na elasticidade e firmeza da pele, diminuindo a probabilidade de manchas ou irritações do pós-tratamento.
Segundo o relatório inédito da Allergan Aesthetics, líder global em medicina estética pela AbbVie, cerca de 74% dos consumidores globais almejam dar um 'step up' na qualidade da pele do rosto, pelos próximos doze meses. Com o próximo trimestre de ampla movimentação nos consultórios, a busca por tratamentos para retardar o 'fator envelhecimento' segue como norteador das escolhas estéticas de 2026.
Entrevistando mais de 12 mil consumidores da indústria beauty, em nove países, os dados da pesquisa "Beleza em camadas: a nova mentalidade estética", da Allergan Aesthetics, revelam que melhorar a elasticidade da pele e combater o envelhecimento é o alvo de 63% dos consumidores. Para compreender melhor os 'protocolos' adotados em cadeia internacional, o relatório reuniu as opiniões do público no Brasil, Reino Unido, China e demais potências no ramo da estética.
Nesses países, cerca de 30% dos consumidores identificam que a ‘melhora na qualidade da pele’ é o ponto de partida para tratamentos em múltiplas etapas. Referência em medicina estética no Brasil, o Doutor Octávio Guarçoni (Foto: Israel Alves) explica que a busca por tratamentos minimamente invasivos, focados em resultados naturais, é uma tendência observada nos consultórios, desde o primeiro trimestre do ano.
"Há uma procura crescente por tratamentos que vão além da estética pontual e que se estruturam em protocolos escalonados. Pacientes, no Brasil, buscam inicialmente melhorar a qualidade da pele (textura, firmeza e hidratação através de protocolos mais simples), e, a partir daí, avançam para procedimentos complementares, como bioestimuladores de colágeno, lasers ablativos e preenchimentos estratégicos. Hoje, há uma valorização ainda mais contundente por resultados naturais e duradouros", explica Guarçoni.
Em meio à temporada, o outono do Hemisfério Sul deve reacender a busca por peelings, tratamentos a laser e protocolos de renovação da pele. Segundo Guarçoni, a menor intensidade da luz solar permite que procedimentos voltados à renovação celular e à estimulação de colágeno sejam realizados com segurança, sem risco de manchas ou irritações. "O outono favorece tratamentos que preservam a jovialidade da pele, garantindo firmeza, elasticidade e luminosidade, sem que fatores externos, como os raios UVA e UVB, causem irritação na derme, fatores mais frequentes durante o verão", conta.
Durante a estação, ele observa que os peelings químicos, bioestimuladores de colágeno, lasers, preenchimentos, microagulhamento, mesoterapia facial e skinboosters devem despontar na procura dos consultórios, permanecendo em evidência até junho. "Até o término da estação, protocolos de prevenção e correção gradual devem ser mais requisitados pelos pacientes. Muito se deve por ser a época ideal para reforçar a barreira cutânea e estimular o colágeno, garantindo uma face jovem, saudável e natural, antes dos meses mais rigorosos", conclui.
Enviado por Antonio Anselmo, da Agência Criativos
Após confirmar chapa, ACM Neto lidera pesquisa com quase 20 pontos de vantagem
Zé Cocá (PP), ACM Neto (União Brasil), João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos)
Após anunciar a composição da chapa na última segunda-feira (30), o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), aparece na liderança da disputa pelo Governo da Bahia com ampla vantagem, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Veritá nesta segunda-feira, 6.
A chapa apresentada tem ACM Neto como pré-candidato ao governo, o ex-prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), como pré-candidato a vice, e os nomes de João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) na disputa pelo Senado.
De acordo com a pesquisa, realizada entre os dias 13 e 19 de março de 2026, com 2.020 eleitores, Neto soma 47,3% das intenções de voto no cenário estimulado. O atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) aparece em segundo lugar, com 30,9%, uma diferença de 16,4 pontos percentuais. Ronaldo Mansur tem 1,8%. Nulos e brancos representam 19,1%, enquanto 0,9% disseram votar em outros nomes.
No levantamento sobre rejeição, Jerônimo Rodrigues lidera com 46,9% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. ACM Neto registra 21,5% de rejeição, enquanto José Carlos Aleluia aparece com 10,8%.
A pesquisa foi realizada por iniciativa própria do Instituto Veritá e está registrada sob os números TRE-BA 02245/2026 e TSE BR-08385/2026.
Fonte: https://www.politicalivre.com.br/
Projeto de lei anti-sharia já encontrou resistência no Congresso
Projeto de lei sobre Sharia propõe barreira jurídica preventiva e levanta debate sobre limites da liberdade religiosa no Brasil
Por Allan dos Santos
O Projeto de Lei nº 824/2026, de autoria do deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), abriu uma nova frente de debate no Congresso Nacional ao propor a proibição da promoção e aplicação de normas jurídicas da Sharia - o conjunto de princípios religiosos do Islã - no território brasileiro.
A proposta é um mecanismo de proteção aos direitos fundamentais e à soberania jurídica nacional, gerou reação imediata de entidades islâmicas como Associação Nacional de Juristas Islâmicos (ANAJI), que alega riscos de inconstitucionalidade e discriminação religiosa.
O que propõe o projeto
O texto do PL estabelece, em linhas gerais, três eixos centrais:
1. Vedação à aplicação de sistemas jurídicos paralelos, com foco específico na Sharia;
2. Proteção de direitos fundamentais, especialmente de mulheres, crianças e homossexuais;
3. Alteração da Lei de Migração, permitindo a negativa de entrada no país a indivíduos que defendam ou promovam a Sharia.
Na justificativa, o autor sustenta que o Estado brasileiro não pode admitir a coexistência de sistemas normativos que, em determinadas interpretações, poderiam colidir com a Constituição Federal.
A proposta se insere em um movimento já observado em países europeus, onde debates sobre multiculturalismo, integração e limites da liberdade religiosa têm levado à adoção de legislações preventivas contra sistemas jurídicos não estatais.
Mesmo defendendo mulheres, crianças e homossexuais, o projeto de lei pode ser arquivado no Congresso antes mesmo de ser debatido democraticamente.
A cilada islâmica
Há um tipo muito específico de documento que se tornou comum no debate público contemporâneo: não é exatamente jurídico, não é exatamente político - é uma peça de pressão revestida de juridiquês moralizante. A manifestação da chamada Associação Nacional de Juristas Islâmicos (ANAJI) contra o PL 824/2026 encaixa-se com perfeição nesse gênero.
À primeira vista, o texto parece sólido: invoca a Constituição, cita liberdade religiosa, fala em igualdade e pluralismo. Tudo muito respeitável. O problema começa quando se examina o conteúdo com um mínimo de rigor lógico - e não apenas com reverência retórica.
A confusão fundamental: religião não é sistema jurídico
O primeiro truque do documento é sutil, mas decisivo: ele trata o projeto como se fosse uma tentativa de proibir o Islã.
Não é.
O próprio texto do PL deixa claro que o alvo não é a fé islâmica enquanto crença, mas a tentativa de conferir validade jurídica a um sistema normativo religioso dentro do Estado brasileiro.
Essa distinção - elementar para qualquer estudante de direito - desaparece completamente na argumentação da ANAJI.
Resultado: combate-se um espantalho.
O projeto não diz: "muçulmanos não podem praticar sua religião".
Ele diz: "nenhum sistema religioso pode substituir ou competir com a lei brasileira".
Isso não é islamofobia. Isso se chama Estado.
O argumento da igualdade - usado ao contrário
A ANAJI afirma que o projeto viola o princípio da igualdade porque menciona especificamente a Sharia.
Ora, isso seria válido se o projeto estivesse proibindo uma religião enquanto tal. Mas não está.
Ele está tratando de um fenômeno específico: um sistema normativo religioso que, em determinadas interpretações, pretende regular aspectos civis, penais e sociais da vida humana.
A diferença é brutal.
O Estado não é obrigado a tratar igualmente coisas que são essencialmente diferentes. Essa é uma confusão primária - quase infantil - entre igualdade e uniformidade.
Se uma prática religiosa se limita ao culto, ela é inviolável.
Se pretende criar normas jurídicas paralelas, ela entra em outro domínio.
E esse domínio é o da soberania.
A falácia da "generalização"
Outro ponto central do texto da ANAJI é a acusação de que o projeto "generaliza" a Sharia.
Aqui, a inversão é ainda mais curiosa.
O projeto de lei não está descrevendo a teologia islâmica. Ele está estabelecendo um critério jurídico: práticas que violem direitos fundamentais não terão validade.
Simples assim.
Quem transforma isso numa discussão teológica é o próprio documento da ANAJI, ao tentar redefinir a Sharia como algo puramente espiritual, ético, quase inofensivo - uma espécie de catecismo moral genérico.
Mas o próprio PL já antecipa essa ambiguidade ao definir a Sharia como um conjunto de normas que regula desde contratos até questões penais e familiares
Ou seja: não é o projeto que amplia o conceito - ele apenas lida com ele como ele efetivamente aparece no mundo real.
O argumento migratório: soberania virou discriminação
Talvez o ponto mais revelador do documento seja a crítica à restrição migratória.
Segundo a ANAJI, negar visto a quem defenda a imposição da Sharia seria discriminação religiosa.
Curioso.
Desde quando um Estado é obrigado a admitir, em seu território, indivíduos que defendem a substituição de seu ordenamento jurídico?
Isso não é discriminação.
Isso é definição mínima de soberania.
O próprio projeto faz uma distinção explícita - ignorada pelo documento crítico - ao preservar o exercício pessoal da fé islâmica
O alvo não é a crença.
É a imposição.
E confundir as duas coisas não é erro inocente. É estratégia.
A retórica econômica e histórica: fuga do ponto central
Quando os argumentos jurídicos começam a perder força, o texto recorre ao repertório clássico:
· "o Brasil é plural"
· "há comércio com países islâmicos"
· "muçulmanos contribuíram historicamente"
Tudo isso pode ser verdade - e é completamente irrelevante.
Nenhuma dessas afirmações responde à pergunta central: um sistema jurídico religioso pode ter validade dentro de um Estado laico?
A resposta, em qualquer democracia minimamente funcional, é não.
O restante é ornamento retórico.
O ponto cego deliberado
O documento da ANAJI evita cuidadosamente enfrentar o núcleo do projeto: a possibilidade de formação de jurisdições paralelas, ainda que informais, dentro do território nacional.
Isso não é teoria conspiratória. Está documentado em diversas jurisdições, como o próprio autor do projeto menciona ao citar experiências europeias
Ignorar esse fenômeno não o elimina. Apenas impede que seja discutido.
O debate que não querem ter
No fundo, o texto da ANAJI não responde ao projeto.
Ele o substitui.
Troca-se a questão jurídica real - soberania do ordenamento - por uma disputa moral abstrata sobre tolerância e preconceito.
É um movimento clássico: deslocar o debate do campo da verdade para o campo da sensibilidade.
Mas o problema permanece intacto: ou o Estado detém o monopólio da norma jurídica, ou não detém.
Não há terceira via.
E nenhum volume de retórica por mais elegante que seja - é capaz de resolver essa contradição.
Título, Imagem e Texto: Allan dos Santos, Revista Timeline
Mais uma visão de "Gengis Khan"
Revisto um filme épico sobre a vida e as conquistas do imperador mongol Genghis Khan, que viveu nos séculos VII e VIII. "Gengis Khan", de Henry Levin, 1965, é uma co-produção dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Iugoslávia, onde foi filmado. Foi lançado no Brasil em 1967. Em Feira de Santana foi visto no Cine Íris.
Omar Sharif (Foto: Divulgação) faz Temujin, o Gengis Khan, que significa Príncipe dos Conquistadores. Stephen Boyd é seu rival Jamuga. Grandes atores como James Mason, Eli Wallach, Robert Morley, Michael Hordern aparecem como Kam Ling, xá de Khwarezm, imperador da China e conselheiro Geen. Irmã de Catherine Deneuve, Françoise Dórleac faz Bortei, a amada de Khan. Ainda aparecem Yvonne Mitchell, Telly Savalas e Woody Strode.
Primeiro peplum visto
Nos anos 50 e 60, principalmente, o cinema italiano lançou o gênero peplum, termo que se refere ao trajes que os antigos romanos usavam e usado de forma pejorativa pelos críticos.


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