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segunda-feira, 9 de março de 2026

Projeto Retreta resgata tradição musical das filarmônicas no Coreto da Matriz


A música das tradicionais bandas filarmônicas voltou a ocupar o espaço público em Feira de Santana. O projeto "Retreta - Nosso Palco É a Praça", levou duas valorosas apresentações ao Coreto da Praça da Matriz: a Sociedade Filarmônica 25 de Março, fundada em 1868 e considerada a mais antiga da Bahia em atividade, e a Sociedade Litero Musical Minerva Cachoeirana, da cidade de Cachoeira. O projeto promove o resgate de uma tradição histórica da vida cultural das cidades brasileiras. As retretas musicais, concertos realizados em praças públicas, marcam gerações.

O público acompanhou um repertório formado por dobrados, marchas e composições tradicionais do universo das bandas filarmônicas, reafirmando a importância dessas instituições para a preservação da tradição no interior baiano. Além da celebração cultural, o evento também foi marcado por um gesto de solidariedade. A diretoria da Sociedade Filarmônica 25 de Março comunicou a diretoria da Sociedade Litero Musical Minerva Cachoeirana que estará doando cerca dede 200 quilos de alimentos, destinados às famílias atingidas pelas enchentes que recentemente afetaram a cidade de Cachoeira.

As doações foram viabilizadas por meio de contribuições pessoais do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, de empresários locais e da diretoria da Fundação Senhor dos Passos. As chuvas deixaram mais de 400 famílias desalojadas no município do Recôncavo Baiano. O Projeto Retreta reafirma o papel das filarmônicas como instituições fundamentais para a formação cultural e musical da população, mantendo viva uma tradição centenária que faz parte da identidade das cidades baianas.

Realizada no histórico Coreto da Praça da Matriz, construído em 1916, a Retreta simboliza o reencontro entre a música, a memória e a praça pública como espaço de convivência cultural. Também promove o resgate de uma tradição histórica das cidades interioranas brasileiras. Os concertos realizados em praça pública marcaram gerações. Durante as apresentações, o público acompanhou um repertório formado por dobrados, marchas e composições do universo das bandas filarmônicas, reafirmando a importância dessas instituições para a preservação de um forte símbolo da cultura musical do interior.

Enviado por Carlos Brito

EUA formam coalizão militar com 11 países latinos. Brasil ficou fora.

 A Tríplice Fronteira (Foz do Iguaçu) poderá ser um dos alvos iniciais da ação militar conjunta.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu nesse sábado, em Miami, presidentes de 12 países latino-americanos para formalizar a criação de uma coalizão militar chamada "Escudo das Américas".  O objetivo seria o de combater os cartéis de drogas na região, além de afastar do continente os "adversários" de Washington "de fora do Hemisfério", em uma referência indireta a concorrentes como China e Rússia.  O presidente estadunidense comparou a novo acordo ao trabalho dos EUA no Oriente Médio.  

O Brasil ficou fora da coalizão. Estavam presentes os presidentes de Argentina, El Salvador, Paraguai, Equador, Panamá, Honduras, Guiana, Bolívia, Trinidad e Tobago, Costa Rica, República Dominicana e Chile. 

Fonte: https://polibiobraga.blogspot.com/

domingo, 8 de março de 2026

Agenda aberta da psicóloga Maria Cosmo

 Psicologia para Mulheres - Atendimento Online


 
Cuidar da mente também é um ato de coragem e, para muitas mulheres, o peso da rotina, da autocobrança e das demandas emocionais acaba sendo carregado em silêncio. A psicóloga Maria Cosmo oferece atendimento online voltado especialmente para mulheres que desejam viver com mais leveza, clareza emocional e fortalecimento interno, mesmo em meio à correria do dia a dia.
Com uma abordagem acolhedora, ética e centrada no processo individual de cada paciente, Maria conduz um trabalho voltado para temas como ansiedade, sobrecarga mental, autoestima, limites, relacionamentos e autoconhecimento, sempre respeitando a história, o ritmo e os objetivos de cada mulher.
O diferencial do atendimento de Maria Cosmo está na combinação entre escuta sensível e direcionamento prático, ajudando a paciente a compreender padrões emocionais, organizar pensamentos e desenvolver recursos para lidar com desafios reais do cotidiano. Por ser online, o acompanhamento também facilita a constância terapêutica para quem mora em outra cidade ou até fora do Brasil, com conforto e privacidade.
Acompanhe conteúdos e informações sobre o trabalho no Instagram:

Arquitetura de um colapso

O desmonte sistêmico do eixo Pequim-Teerã, criado para contornar a legalidade internacional. Márcio Coimbra para a Crusoé:

A morte de Ali Khamenei, em decorrência de uma operação cirúrgica de precisão conduzida por Estados Unidos e Israel, não representa apenas a decapitação simbólica e política da República Islâmica.
A ação marca o ponto de inflexão de uma arquitetura geopolítica subterrânea que vinha sendo pacientemente desmontada pelo Ocidente nos últimos treze meses.
Para além do luto diplomático em Pequim, o que se observa é o colapso iminente de uma relação promíscua que serviu, por décadas, como o principal motor de desestabilização da ordem liberal internacional: a aliança entre China e Irã.
Anatomia de uma relação promíscua
A parceria entre Pequim e Teerã nunca foi baseada em convergências ideológicas — o ateísmo de Estado do Partido Comunista Chinês e o fervor religioso dos aiatolás estão em polos opostos.
Trata-se de uma simbiose puramente oportunista e, por definição, promíscua.
A China encontrou no Irã um fornecedor de energia desesperado, disposto a vender recursos a preços módicos para contornar sanções, enquanto o Irã encontrou na China um patrono diplomático e um "pulmão financeiro" capaz de sustentar seu expansionismo regional.
O acordo de cooperação de 25 anos assinado em 2021 é o ápice desta conveniência.
Sob o pretexto de investimentos em infraestrutura e energia, Pequim garantiu o acesso a cerca de 1,5 milhão de barris de petróleo por dia, operando através de uma "frota fantasma" de navios com bandeiras de fachada (Panamá, Palau, Ilhas Cook) e sistemas de pagamento em yuan fora do alcance do SWIFT.
Essa estrutura não apenas financiou a repressão interna no Irã, mas também as redes de terrorismo via proxies no Oriente Médio.
Cerco energético e o desmonte das rotas autocráticas
Enquanto o debate público se concentrava em retóricas diplomáticas, uma estratégia de atrito geoeconômico foi implementada com rigor matemático.
Os Estados Unidos transformaram-se em um colchão de segurança energética global, atingindo a produção recorde de 13,6 milhões de barris por dia - superando Rússia e Arábia Saudita.
Esse excedente permitiu ao mercado global absorver a remoção sistemática do petróleo iraniano sem choques catastróficos nos preços.
O desmantelamento das linhas de suprimento da China foi conduzido de forma cirúrgica, iniciando-se pela captura de Nicolás Maduro em janeiro de 2026, o que interrompeu subitamente o envio de 600 a 900 mil barris diários que alimentavam Pequim com descontos agressivos.
Com os EUA assumindo o controle das vendas da PDVSA e reajustando o preço do barril de 31 dólares para 45 dólares, a vantagem competitiva da energia subsidiada para a indústria chinesa foi neutralizada.
Simultaneamente, a pressão sobre a infraestrutura marítima resultou na sanção de mais de 180 navios da "frota fantasma" de fornecedores chineses pelo Ofac, bloqueando efetivamente 60% das embarcações que transportavam cerca de 1,5 milhão de barris por dia para as refinarias "teapot" de Shandong.
O golpe de misericórdia
A morte de Khamenei, portanto, ocorreu em um cenário de debilidade militar absoluta.
A Operação Midnight Hammer, em junho de 2025, na qual bombardeiros B-2 Spirit atingiram os complexos nucleares de Fordow, Natanz e Isfahan, não apenas atrasou o programa atômico iraniano em dois anos, mas também demonstrou a incapacidade da China em oferecer qualquer proteção real ao seu aliado.
Dessa vez, Pequim rapidamente classificou o ataque a Khamenei como uma "violação da soberania", porém pouco ou nada fez para proteger seu parceiro comercial e político.
Um recado ouvido por outras nações que ainda acreditavam na capacidade protetiva prometida por Xi Jinping.
Colapso interno
Internamente, o Irã é hoje um Estado falido sustentado pelo medo.
O rial perdeu 84% de seu valor em 2025, e a inflação de alimentos ultrapassou os 70%.
O colapso do Banco Ayandeh - um prejuízo de 5 bilhões de dólares ligado a esquemas Ponzi (uma pirâmide financeira) do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica - expôs a corrupção sistêmica das elites.
Enquanto oficiais e comandantes da Guarda Revolucionária movem fortunas para Dubai, a população em todas as 31 províncias demanda o fim da teocracia.
A relação entre China e Irã após a morte do líder supremo Ali Khamenei deverá transitar de uma parceria estratégica para uma vassalagem de sobrevivência.
Sem a figura do aiatolá, o Irã tende a se consolidar como um Estado pretoriano dominado pelo Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica.
Entretanto, ainda dependente da tecnologia de vigilância e do respaldo diplomático de Pequim para conter o colapso interno e a deposição popular, convertendo o Irã, sob a ótica chinesa, de um parceiro estratégico em um passivo geopolítico custoso e instável.
Entretanto, estas mesmas lideranças podem optar por buscar um acordo pragmático com os Estados Unidos - a exemplo da distensão promovida por Delcy Rodriguez na Venezuela - para assegurar a manutenção de sua estrutura de poder e seus vultosos recursos pessoais mediante um afastamento deliberado da influência clerical, circunscrita aos limites do seminário de Qom.
Certamente, esta é uma opção que está sobre a mesa neste momento.
Em conclusão, a aliança sino-iraniana é o retrato de um mundo onde autocracias se unem não por valores, mas pela necessidade mútua de contornar a legalidade internacional.
O desmonte das rotas de petróleo barato e a neutralização da ameaça nuclear iraniana reconfiguram o mapa geoeconômico.
O "Eixo das Ditaduras" descobriu, da forma mais dura, que a arquitetura do poder global não é feita apenas de contratos e retórica, mas de uma resiliência econômica e militar que eles subestimaram.
O fim da era Khamenei é, em última análise, o fim de mais um parceiro que fornecia fôlego para o sonho de hegemonia alternativa de Pequim.


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sábado, 7 de março de 2026

Quiz Fotográfico de Angelo Pinto

 


"Brincando e Conhecendo Feira de Santana" lançada


Lançada "Brincando e Conhecendo Feira de Santana", uma publicação educacional memorável de autoria dos professores Lélia Fernandes e José Raimundo de Azevêdo. Totalmente ilustrado com fotografias de Angelo Pinto e publicado pela Editora Martins & Martins, trata-se de um livro e uma caixa com dez quebra-cabeças, contando a história de diversos locais de Feira de Santana e que foi adquirido pela Prefeitura Municipal para distribuição nas escolas municipais, com o objetivo dos alunos do ensino fundamental aprenderem mais sobre nossa terra.

sexta-feira, 6 de março de 2026

Sesc Bahia realiza a Vernissage "Canteiro de Obras" de Claudio Tozzi

Programação inclui bate papo com artistas e show da Banda Levante Resistência

Uma noite para viver a arte em todas as suas formas



O Centro Cultural e Restaurante Sesc Feira de Santana apresenta a exposição "Canteiro de Obras", que oferece um panorama abrangente da produção artista do arquiteto paulista Claudio Tozzi, um dos principais nomes da arte brasileira surgida na década de 1960 e expoente do Novo Realismo.
A exposição reúne 35 obras entre serigrafia, litogravuras, pinturas e objeto-instalação. As obras articulam críticas sociais em meio as transformações políticas e urbanas do Brasil, bem como influência da "Pop Art" com cores vibrantes, retículas e referências aos quadrinhos que refletem sobre a cultura de massa e comunicação. 
A programação da noite propõe um bate papo com apresentação e interação da obra "Rua de Dentro" do artista Matheus Chão de Palha, visita mediada a exposição e show musical "Reggae da Bahia" com a Banda Levante Resistência, os ingressos estão disponíveis no Sympla a R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia).
Serviço:
O quê - Vernissage Canteiro de Obras + Show "Reggae da Bahia"
Quando - 14/03/2026 às 19 horas
Onde - Centro Cultural e Restaurante Sesc Feira de Santana
Valor - R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia e credencial Sesc)
Ingressos disponíveis no Sympla
Enviado por Hygor da Silva Almeida

Psicóloga Maria Cosmo com agenda aberta

Psicologia para Mulheres - Atendimento Online

 
Cuidar da mente também é um ato de coragem e, para muitas mulheres, o peso da rotina, da autocobrança e das demandas emocionais acaba sendo carregado em silêncio. A psicóloga Maria Cosmo oferece atendimento online voltado especialmente para mulheres que desejam viver com mais leveza, clareza emocional e fortalecimento interno, mesmo em meio à correria do dia a dia.
Com uma abordagem acolhedora, ética e centrada no processo individual de cada paciente, Maria conduz um trabalho voltado para temas como ansiedade, sobrecarga mental, autoestima, limites, relacionamentos e autoconhecimento, sempre respeitando a história, o ritmo e os objetivos de cada mulher.
O diferencial do atendimento de Maria Cosmo está na combinação entre escuta sensível e direcionamento prático, ajudando a paciente a compreender padrões emocionais, organizar pensamentos e desenvolver recursos para lidar com desafios reais do cotidiano. Por ser online, o acompanhamento também facilita a constância terapêutica para quem mora em outra cidade ou até fora do Brasil, com conforto e privacidade.
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Contagem regressiva: faltam dois meses para fechamento do cadastro eleitoral

Até 6 de maio, poderão ser realizados os seguintes serviços: emissão da 1ª via do título de eleitor, transferência de domicílio eleitoral, alteração do local de votação, dentre outros


Daqui a dois meses o cadastro eleitoral será fechado. Isso significa que eleitoras e eleitores têm até o dia 6 de maio para solicitar a primeira via do título, regularizar a situação eleitoral, coletar a biometria, solicitar a transferência do local de votação, entre outros serviços. 

O encerramento do cadastro ocorre 150 dias antes do primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para 4 de outubro, conforme estabelece o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições). É uma medida prevista em todos os anos eleitorais e tem como objetivo garantir a preparação do pleito. 

Locais de atendimento

Os postos de atendimento da Justiça Eleitoral estão disponíveis em toda a Bahia e podem ser procurados de forma antecipada. No portal do TRE-BA, é possível consultar os endereços e horários de funcionamento das unidades na capital e no interior. Também é possível realizar diversos procedimentos de forma on-line, por meio do Autoatendimento Eleitoral, disponível no site do Tribunal.

Documentação

Para o atendimento, é necessário apresentar documento oficial de identificação com foto (original) e comprovante de residência atualizado, emitido há, no máximo, três meses. Nos casos de emissão da primeira via do título, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do modelo antigo não será aceita isoladamente. Homens que completam 19 anos em 2026 devem apresentar também o certificado de quitação do serviço militar.

Impedimentos

As eleitoras e os eleitores que deixaram de votar ou justificar poderão enfrentar impedimentos, como emissão de passaporte, posse em cargo público, renovação de matrícula em instituição de ensino, entre outros. 

Quem estiver com o título cancelado não poderá votar nas Eleições deste ano e, além disso, estará sujeito às restrições mencionadas.

Confira também:

https://www.tre-ba.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Marco/tre-ba-alerta-falta-de-regularizacao-do-titulo-ate-6-de-maio-pode-gerar-impedimentos-a-populacao

 Enviado por ASCOM TRE-BA

Não foi o Ocidente que começou esta guerra

 O único estadista europeu que apoiou a ofensiva de Israel e dos EUA foi Zelensky. Porque, tal como Israel, não pode ignorar a guerra que a teocracia iraniana declarou contra o Ocidente. 

Rui Ramos para o Observador:

É tão fácil condenar e criticar a ofensiva de Israel e dos EUA contra o Irão, ou duvidar do seu resultado. Para condenar, lá está o curioso direito internacional, cujos rigores só se aplicam a dois países no mundo (Israel e os EUA). Para criticar, enumera-se tudo o que pode correr mal, como se tudo estivesse a correr bem antes. Para duvidar, explica-se que o Irão nunca será a Suíça, como se só a transformação do Irão numa Suíça pudesse justificar o esforço de o desarmar.
Valerá a pena perder tempo com tais argumentos? São apenas buracos para as avestruzes meterem a cabeça. Nenhum toca o problema fundamental: a razão de ser da teocracia iraniana é a guerra apocalíptica contra o Ocidente. Por isso, tem promovido agressões terroristas, ajudado Putin e trabalhado para adquirir armas que lhe permitam devastar Israel. Para os seus líderes, tão fanáticos como corruptos, não há limites. Viu-se em Janeiro, quando massacraram dezenas de milhares de opositores. Vê-se agora, quando procuram alargar a guerra bombardeando quase todos os seus vizinhos.
Não foi o Ocidente que começou esta guerra. O que o Ocidente está a fazer é tentar pôr-lhe termo. Durante anos, esperou que sanções e diplomacia contivessem o Irão. Os mullahs contornaram as sanções, e tourearam a diplomacia. Com a Rússia e a China interessadas nos seus recursos e na sua agressividade, não estão sozinhos. O povo iraniano sofre as restrições económicas. Ao regime, porém, nunca faltaram armas e dinheiro para sustentar braços armados no Líbano, em Gaza, ou no Iémen. Em Junho passado, Israel e os EUA atacaram as suas instalações nucleares. Os mullahs preparavam-se agora para as recuperar. Contaram sempre, para se manterem impunes, com a aversão a riscos e a divisão de opiniões no Ocidente. Não contaram, porém, com Donald Trump. Trump fez duas coisas. Primeiro, concluiu que o risco de o Irão arranjar mísseis com ogivas nucleares capazes de alcançar Jerusalém, Paris ou Nova Iorque é maior do que todos os riscos de o tentar desarmar à força. Segundo, e ao contrário do que é costume na política de hoje, decidiu não deixar o problema para os seus sucessores resolverem.
Não por acaso, o único estadista europeu que apoiou a ofensiva de Israel e dos EUA foi Zelensky. Porque a Ucrânia depende, na sua guerra com a Rússia, do apoio americano? Talvez, mas também porque o presidente ucraniano está há anos sob ataque do Irão, grande fornecedor de armas a Putin. Zelensky não pode ignorar a guerra que a ditadura clerical de Teerão declarou desde a sua origem contra o Ocidente. Tal como Israel, a quem os ayatollahs prometem regularmente o aniquilamento. Os outros líderes europeus, porém, acharam que podem fingir que esta é uma guerra que nada tem a ver com eles. É uma ilusão patética, e não apenas porque a Europa estaria na mira dos mísseis e drones iranianos logo que a pudessem alcançar. O "islamo-gauchisme", isto é, a aliança entre o jihadismo e o esquerdismo para voltar as comunidades muçulmanas da Europa contra as democracias liberais tem na teocracia iraniana uma das suas inspirações. O Daily Telegraph deu conta esta semana das homenagens a Khamenei nas universidades britânicas. Uma teocracia triunfante seria um estímulo para a violência jihadista, como foi o Estado Islâmico.
Ao arriscarem o confronto directo com a ditadura iraniana, Israel e os EUA facilitaram a vida aos Pilatos que, na Europa, lavam as mãos. Podem fazê-lo agora à vontade, confortados pela ideia de que alguém está a lidar por eles com o perigo. Talvez até, em segredo, rezem para que tudo corra bem.

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quinta-feira, 5 de março de 2026

Caso Master: petistas tentam empurrar a culpa para Bolsonaro, cronologia revela outra história

Cronologia de nomeações mostra que os servidores acusados já ocupavam posições estratégicas nos governos Lula e Dilma

Por David Agape 


Na manhã de 4 de março de 2026, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a terceira fase da Operação Compliance Zero. A decisão levou à segunda prisão de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, ao afastamento judicial de dois servidores do Banco Central — ambos com tornozeleira eletrônica — e ao bloqueio e sequestro de bens de até R$ 22 bilhões. Segundo a investigação, os dois funcionários públicos recebiam propina para atuar como espiões internos da autarquia em favor do banqueiro, repassando informações sensíveis e antecipando movimentos da fiscalização.

Antes mesmo de o país absorver a dimensão do que estava descrito nos autos — que incluem desde planos de ataques físicos contra jornalistas até uma rede privada de vigilância operando no entorno do banco, envolvendo até o FBI — a tropa digital alinhada ao governo Lula tentou emplacar nas redes a tese de que o caso Master seria, na essência, culpa da gestão de Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central indicado por Jair Bolsonaro. O argumento central repetido nas redes é que o Master só teria existido porque o Banco Central autorizou, em 2019, a transferência do controle do antigo Banco Máxima para Daniel Vorcaro.

O problema é que essa narrativa exige ignorar parte substancial do que as próprias investigações revelam. A prisão dos dois servidores do Banco Central mostra que o núcleo do esquema estava instalado na estrutura de supervisão bancária muito antes de 2019. A cadeia de promoções que levou Paulo Sérgio Neves de Souza e Bellini Santana a esses cargos começa em 2007 e atravessa, sem ruptura, os governos Lula, Dilma e Temer.

A cronologia ganha ainda mais peso quando se observa o ambiente político em torno do Banco Master já durante o atual governo. Daniel Vorcaro manteve interlocução frequente com figuras centrais da administração Lula e com aliados históricos do PT. Em pelo menos uma ocasião, chegou a se reunir diretamente com o próprio presidente Lula.

A engrenagem montada anos antes

A tese de que o escândalo Master seria um produto direto da era Bolsonaro esbarra em um dado elementar: Paulo Sérgio e Bellini não foram alçados ao núcleo da supervisão bancária por Campos Neto, nem por Bolsonaro. Eles já estavam entrincheirados ali quando Campos Neto assumiu a presidência do Banco Central, em fevereiro de 2019.

O cruzamento de dados sobre nomeações, promoções internas e histórico funcional revela uma sequência contínua que atravessa quatro governos. Em 2007, no segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, com o aval de Henrique Meirelles, então presidente do Banco Central, Anthero de Moraes Meirelles foi indicado para a Diretoria de Administração da autarquia. Quatro anos depois, já sob Dilma Rousseff, Anthero foi promovido à Diretoria de Fiscalização, o posto mais relevante na supervisão do sistema bancário.

Foi dessa posição que, em 2015, ele promoveu Paulo Sérgio à chefia do Departamento de Supervisão Bancária, o DESUP. É ali que se monitora o sistema financeiro em tempo real. É dali que saem alertas sobre liquidez, inconsistências, riscos operacionais e indícios de deterioração. O departamento alimenta a Diretoria de Fiscalização, que pode intervir, impor restrições, instaurar procedimentos ou até empurrar uma instituição para a liquidação. Não por acaso, entre operadores do próprio caso, o DESUP foi descrito como “a área que abre e fecha banco”. É justamente nesse ponto mais sensível da máquina que estavam Paulo Sérgio Neves de Souza e Bellini Santana, os dois servidores agora afastados por decisão judicial.

Dois anos depois, em 2017, no governo Michel Temer, ele próprio foi elevado à Diretoria de Fiscalização, ocupando justamente o espaço antes ocupado por Anthero. Antes de subir, indicou para seu lugar no DESUP Bellini Santana. Quando Roberto Campos Neto chegou ao Banco Central, em 2019, os dois já ocupavam posições centrais na engrenagem mais delicada da supervisão.

Essa sucessão desmonta a tentativa de concentrar toda a origem do problema em uma única canetada de 2019. A estrutura que mais tarde seria acusada de servir ao Master já vinha sendo montada e consolidada desde 2007, passando por Lula, Dilma e Temer, sem ruptura institucional relevante nesse núcleo específico.

A transformação do fiscal em consultor

O que a Polícia Federal descreve não é uma simples relação imprópria entre regulador e regulado. O quadro exposto nos autos é mais grave: havia, segundo a investigação, uma arquitetura funcional de corrupção, com canal de comunicação próprio, fluxo de informação sensível e pagamentos recorrentes. 

Paulo Sérgio e Bellini integravam um grupo de WhatsApp criado para facilitar a comunicação direta entre Daniel Vorcaro e agentes que, institucionalmente, deveriam fiscalizar o banco. Nesse canal, Paulo Sérgio repassava ao controlador do Master alertas internos do Banco Central sobre movimentações da instituição detectadas pelos sistemas de monitoramento da autarquia. Isso permitia que Vorcaro se antecipasse à fiscalização formal, ajustasse condutas, preparasse respostas e neutralizasse riscos antes que eles se transformassem em questionamentos oficiais. Em outras palavras: o fiscal havia sido convertido em consultor do fiscalizado.

Bellini Santana, por sua vez, mantinha encontros reservados com Vorcaro fora das dependências do Banco Central, longe de registro formal e longe de trilha documental. Ao mesmo tempo, aparecia internamente como nome forte para ascender à Diretoria de Fiscalização, em substituição a Ailton de Aquino Santos. Segundo os autos, os pagamentos eram disfarçados por contratos fictícios de consultoria, o mesmo expediente usado para remunerar outros integrantes da rede ligada ao Master.

As mensagens reproduzidas na decisão de André Mendonça são diretas. Em uma delas, Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, avisa ao banqueiro: “Hoje tem que pagar a primeira do Belline, ok?” Vorcaro responde: “OK.” Em outra: “Belline cobrando, paga?” A resposta vem sem hesitação: “Claro.” O “Belline” mencionado nas conversas é Bellini Santana, o mesmo servidor promovido ao DESUP em 2017 por Paulo Sérgio, que por sua vez havia sido elevado por uma cadeia de comando formada nos governos anteriores.

O nível de proximidade extrapolava o ambiente institucional. Segundo a própria investigação, Vorcaro chegou a providenciar guia turístico para uma viagem de Paulo Sérgio à Disney, em Orlando. Uma relação incompatível com qualquer ideia séria de supervisão pública.

As portas que continuaram abertas

Se a resposta política do governo se apoia no discurso de autonomia institucional e rigor regulatório, a cronologia de 2025 cria um embaraço difícil de contornar. Naquele ano, enquanto o Banco Master já enfrentava processo administrativo sancionador por descumprimento do recolhimento compulsório — uma obrigação regulatória básica —, Daniel Vorcaro circulou com frequência notável dentro do próprio Banco Central.

Foram 17 entradas presenciais, somando mais de 34 horas dentro da autarquia. O trânsito não se limitou a um setor periférico. Passou pelo gabinete de Gabriel Galípolo, pela Diretoria de Fiscalização, pelo DESUP e por comitês internos de governança. Cinco dessas visitas foram reuniões diretas com Galípolo.

Em 1º de abril de 2025, Vorcaro permaneceu 2h42 em uma reunião prevista para durar uma hora. Em 11 de abril, voltou ao gabinete e ficou 3h08, o encontro mais longo do período. Nesse mesmo período, uma auditoria do BRB retirou cerca de R$ 19 bilhões em ativos do perímetro original da negociação envolvendo o Master. Despacho interno do Banco Central, posteriormente apresentado pela defesa de Vorcaro à Justiça, indica que Paulo Sérgio Neves de Souza chegou a confirmar em ao menos uma ocasião o trânsito do banqueiro junto à autarquia — inclusive mencionando a viagem a Dubai que seria usada pela defesa para rebater a narrativa de fuga.

Em 8 de maio, Vorcaro e Galípolo voltaram a se reunir por 1h19. Na mesma data, o Banco Master apresentou ao Banco Central pedido de dispensa temporária do recolhimento compulsório — pedido que o BC negou, por ausência de amparo legal e regulamentar. Em 22 de julho houve nova reunião entre Galípolo, Ailton de Aquino e Vorcaro. Dois dias depois, em 24 de julho, o Banco Central autorizou a transferência do Banco Voiter para Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, que também acabaria preso.

Do Banco Central ao Planalto

O acesso de Vorcaro não se limitava ao regulador. Os registros do Gabinete de Segurança Institucional mostram que o controlador do Master entrou ao menos quatro vezes no Palácio do Planalto entre 2023 e 2024.

Em 3 de abril de 2024, Vorcaro entrou no Planalto às 17h29. Minutos depois, às 17h51, o senador Jaques Wagner (PT-BA) também entrou para uma reunião fora da agenda. Wagner articulou diversas movimentações ligadas ao banco.

Após deixar o STF em 2023, Ricardo Lewandowski foi contratado pelo banco para integrar um comitê consultivo estratégico, com remuneração de R$ 250 mil mensais — contrato articulado pelo senador Jaques Wagner (PT-BA). Mesmo depois de assumir o Ministério da Justiça em 2024, os pagamentos continuaram ao escritório administrado por sua família, acumulando R$ 6,5 milhões no total, dos quais R$ 5,25 milhões foram pagos quando já chefiava o Ministério da Justiça. Segundo apuração do portal Metrópoles, o próprio Jaques Wagner também articulou a contratação de Guido Mantega como consultor do Master, com remuneração de cerca de R$ 1 milhão por mês para atuar na negociação com o BRB — pagamentos que podem ter alcançado ao menos R$ 11 milhões. Wagner nega ter intermediado a contratação de Mantega; confirmou, no entanto, ter indicado Lewandowski.

O detalhe ganha peso porque é o mesmo Jaques Wagner que, mais tarde, subiria o tom na CPI para jogar o foco sobre Campos Neto, como se a história começasse e terminasse na presidência anterior do Banco Central.

Em 4 de dezembro de 2023, Daniel Vorcaro entrou no Palácio do Planalto acompanhado do empresário mineiro Lucas Prado Kallas. Registros do Gabinete de Segurança Institucional obtidos pelo site Poder360 via Lei de Acesso à Informação mostram que os dois tiveram a entrada registrada exatamente no mesmo minuto: 15h42. A reunião não apareceu na agenda oficial do governo, e não há registro público sobre o conteúdo da conversa.

Kallas é um empresário do setor de mineração e sócio de Vorcaro na farmacêutica Biomm. Mineiro como o banqueiro, construiu forte trânsito político em Brasília e em Minas Gerais. Em 2023, passou a integrar o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o chamado “Conselhão” de Lula, por indicação do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Seu nome também aparece em investigações relacionadas à mineração e à exploração de rejeitos minerais em Minas Gerais. Ambos também são representados pela advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Uma reunião ainda mais reveladora veio exatamente um ano depois. Em 4 de dezembro de 2024, um encontro fora da agenda reuniu o presidente Lula, Daniel Vorcaro, Guido Mantega, Rui Costa, Alexandre Silveira, Gabriel Galípolo e Augusto Lima. A reunião não apareceu no relatório oficial do GSI e só veio a público depois, por meio de revelações da imprensa.

Segundo os relatos divulgados, Vorcaro expôs as dificuldades financeiras do banco, relatou que o BTG havia demonstrado interesse em comprá-lo por valor simbólico e perguntou diretamente a Lula se deveria vender. Lula o aconselhou a não vender e ainda criticou Roberto Campos Neto e André Esteves. Cerca de um mês depois, Galípolo — presente naquela mesma sala — assumiu a presidência do Banco Central.

Em 2023, como parte de uma estratégia de governança, Vorcaro criou um conselho consultivo com Henrique Meirelles, o ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola e o ex-secretário-executivo do BC Geraldo Magela.

O esquema que atravessou governos

Há um ponto real, documentado e indiscutível no argumento dos governistas: em outubro de 2019, a diretoria colegiada do Banco Central, já sob a presidência de Roberto Campos Neto, autorizou a transferência do controle acionário do Banco Máxima para Daniel Vorcaro. Sem esse ato, o Master não existiria nos termos em que passou a operar. Esse fato é concreto.

Mas isso não resolve a questão central. Autorização societária e esquema de propina são coisas distintas. Uma decisão formal da diretoria em 2019 não apaga o fato de que Paulo Sérgio estava no DESUP desde 2015 e Bellini desde 2017. Tampouco altera o núcleo do que a Polícia Federal descreve: o pagamento sistemático a servidores instalados no coração da fiscalização para orientar o banqueiro e contornar o monitoramento interno.

A tentativa de explicar tudo pela “desregulação” esbarra numa contradição difícil de superar. Se a desregulação teria aberto as portas, por que o mecanismo decisivo descrito nos autos foi a compra justamente dos agentes encarregados de fiscalizar e impor limites? Se as regras teriam sido afrouxadas a ponto de facilitar tudo, por que era necessário pagar propina a quem controlava os alertas, os fluxos internos e a temperatura da supervisão?

É aqui que a blindagem política da esquerda falha. Para sustentar a tese de que o caso Master pertence essencialmente à era Bolsonaro, é preciso ignorar 2007, 2011, 2015, 2017, 2024 e 2025, para fixar os olhos apenas em 2019. Só que as datas não permitem esse recorte. Nem os históricos de promoção. Nem os registros de agenda. Nem as mensagens. Nem o acesso excepcional de Vorcaro ao Banco Central e ao Planalto já sob Lula e Galípolo.

O que os elementos disponíveis desenham é outra história. O Banco Central, ao que tudo indica, não foi deformado por uma única gestão nem por uma única assinatura. Foi penetrado por dentro, por servidores que atravessaram governos e acumularam poder num setor decisivo, e por fora, por um banqueiro que, em dezembro de 2024, pôde perguntar pessoalmente ao presidente da República o que fazer com o próprio banco — com o futuro presidente do Banco Central sentado na mesma sala.

Se há uma disputa em curso, ela não é apenas sobre quem será punido. É sobre quem conseguirá controlar a narrativa antes que a cronologia fale por si. E, até aqui, a cronologia é o maior problema de quem tenta transformar o caso Master em um escândalo conveniente demais para caber só no colo do adversário.

Título e Texto: David Agape, A Investigação, 5-3-2026

Fonte: https://www.caoquefuma.com/

Ilha de Itaparica recebe empreendimento de uso misto com o lançamento do Amalfi Itaparica Resort Residences

Complexo reúne unidades residenciais no conceito resort e um street mall em área privilegiada da Avenida Beira-Mar, com píer privativo e acesso exclusivo à praia 



A Ilha de Itaparica ganhará um novo empreendimento, com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2026: o Amalfi Itaparica Resort Residences, um condomínio de uso residencial e comercial que será implantado na Avenida Beira-Mar, na região de Bom Despacho, em um terreno de 75.332 m² de frente ao mar. 
O empreendimento é um desenvolvimento da KAHHU REAL ESTATE com incorporação pela VERTIS INCORPORADORA. Com investimento de cerca de R$ 500 milhões, o empreendimento contará com duas etapas de construção, totalizando mais de 630 unidades residenciais entregues em 15 Villas, contemplando desde tipologias residenciais tipo estúdios premium, duas suítes garden e varanda, quatro quartos garden e varanda; além de unidades de três quartos com terraços. O projeto ainda prevê 450 vagas de estacionamento e a construção de um street mall com 25 lojas comerciais, ampliando a oferta de serviços e conveniência no município, além de gerar 1.250 empregos diretos e indiretos. 
O resort marca o primeiro lançamento imobiliário da VERTIS INCORPORADORA junto a KAHHU REAL ESTATE, empresa que chega ao mercado baiano com foco em empreendimentos que unem qualidade de vida, sustentabilidade e impacto urbano positivo. "O Amalfi representa a nossa visão em criar e implantar propostas de moradias completas, acessíveis e alinhadas ao desenvolvimento das regiões onde ocupam. Além disso, nos insere no ecossistema da localidade, contribuindo com desenvolvimento econômico e turístico da Ilha de Itaparica", ressalta Túlia Ribeiro, sócia da KAHHU REAL ESTATE.  

Infraestrutura no padrão resort  

O empreendimento já nasce com um conceito focado no lifestyle baiano e com um centro wellness completo, de maneira a garantir bem-estar e qualidade de vida aos seus moradores; um refúgio único a poucos minutos de Salvador.  

Integram o lazer do complexo ambientes como spa com salas de massagem e hidro, sauna seca e úmida, academia, pilates, salão de festas, brinquedoteca, salão de jogos, mirante, quadras esportivas e playground.  

Um dos destaques do projeto são as piscinas, hoje o Amalfi Itaparica possui a maior lâmina de água de piscina de um empreendimento residencial na Bahia, com mais de 3.000 m² de área.  

Outros diferenciais são amplos ambientes externos com bicicletário, quiosques, parque infantil, pet place e bosque com trilha ecológica em reserva particular com mais de 2.000 m² de área verde, horta comunitária; além do acesso exclusivo a uma praia privativa no mar calmo da Ilha de Itaparica.

Sustentabilidade  

O projeto arquitetônico também prioriza soluções de engenharia e construção com menor impacto no meio ambiente, bem como um paisagismo diferenciado e integração com a vegetação local, reforçando o compromisso com o desenvolvimento sustentável da Ilha de Itaparica.  

Entre as soluções adotadas estão iluminação em LED, medição individual de água, gás e energia, reuso de água para irrigação, automação de áreas comuns, ventilação e iluminação natural, bem como o uso de materiais certificados, paisagismo com espécies nativas e sistema próprio de tratamento de água e esgoto.  

"Desde a concepção do projeto, buscamos alternativas que unem eficiência operacional e sustentabilidade. A implantação do Amalfi Itaparica Resort Residences representa um novo vetor de urbanização qualificada para a orla de Bom Despacho, com impacto direto na vida da população local", avalia Túlia Ribeiro. 

Enviado por Comunicativa Associados