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Lançamento nacional - Orient CinePlace Boulevard

Lançamento nacional - Orient CinePlace Boulevard
15h45 - 18h20 - 21 (Dublado)

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Pré-estreia de "Pânico 7" no Orient CinePlace Boulevard


Na quarta-feira, 25 de fevereiro, pré-estreia de "Pânico 7" (Scream 7), de Kevin Williamson, 2026, no Orient CinePlace Boulevard, com cópia dublada e sessões às 18h10 e 20h35.

Sétimo filme da franquia iniciada em 1996, com sequências em 1997, 2000, 2011, 2022 e 2023. Todos com Neve Campbell como Sidney Prescott. Os quatro primeiros dirigidos por Wes Craven.

Desta feita, um novo Ghostface surge na pacata cidade onde ela reconstruiu sua vida. Com isso, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha,Tatum (Isabel May) é o próximo alvo do serial killer. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Coluna de Oydema Ferreira, Folha do Estado


 

A soberba esquerdista do boleiro Raí

Como Raí, muitos esquerdistas julgam deter o monopólio da virtude e estar acima do bem e do mal, ao mesmo tempo em que enxergam seus adversários políticos como uma horda de bárbaros insensíveis às 'boas causas' e aos dramas da humanidade. 
José Fucs para a Gazeta do Povo:

O boleiro Raí pode ter sido um craque no futebol. Como são-paulino, serei eternamente grato a ele pelos títulos que ajudou o grande Tricolor Paulista a conquistar, em especial seu primeiro mundial, em 1992, num jogo realizado em Tóquio contra o Barcelona, no qual marcou os gols que deram a vitória ao São Paulo por 2 a 1. Mas, fora dos gramados, ele pisa na bola.
A última do Raí foi agora no carnaval, quando se preparava para desfilar no carro alegórico da escola Acadêmicos do Tatuapé, em São Paulo, na madrugada de sábado, cujo enredo "homenageava" o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), o campeão de invasões de terras públicas e privadas, apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo PT e por seus aliados.
Numa entrevista que deu pouco antes de entrar no sambódromo paulistano, Raí reafirmou seu apoio ao movimento e expressou sua admiração pela mobilização "organizada e consciente" do grupo e por sua atuação “por um país mais justo”. Perguntado sobre o que explicaria o baixo número de jogadores de futebol de esquerda, ele enfiou o pé na lama para valer: "É falta de informação, conscientização do contexto geral, histórico, do que é o Brasil hoje, nas cidades e no campo", sapecou o ex-atleta.
Embora sua afirmação possa parecer à primeira vista um comentário inconsequente de um "justiceiro social", ela revela muito sobre a soberba predominante entre os esquerdistas, que se colocam no Olimpo intelectual e moral e acham que quem não reza pela cartilha da esquerda é um bando de desinformados, sem acesso ao reino dos céus. Como Raí, muitos esquerdistas julgam deter o monopólio da virtude e estar acima do bem e do mal, ao mesmo tempo em que enxergam seus adversários políticos como uma horda de bárbaros insensíveis às "boas causas" e aos dramas da humanidade.
Os pendores ideológicos de Raí parecem ter raízes familiares. Seu irmão mais velho, o "Doutor" Sócrates, que brilhou no Corinthians e na Seleção Brasileira e faleceu em 2011, também foi um esquerdista de marca maior e um petista de carteirinha. Em seu tempo, ele levou o engajamento político aos gramados e transformou o dito "Timão" num núcleo de militância que agitou o mundo do futebol, ao criar a chamada "Democracia Corinthiana" com alguns de seus companheiros. Mas, por respeito à sua memória, vamos deixar o “doutor” de lado e voltar à afirmação de Raí e do que ela nos diz sobre a mentalidade dos esquerdistas.
Receituário embolorado
Para a turma da gauche, só um ignorante que não foi supostamente iluminado pelo receituário embolorado de Karl Marx e de outros teóricos do socialismo e do comunismo pode se identificar com as ideias da direita. Ou então os "donos do capital", que se apropriam da "mais valia" produzida pelos trabalhadores e os submetem a todos os tipos de privações.
Parece inimaginável para esquerdistas como Raí que alguém se identifique com outras escolas de pensamento e acredite de forma consciente ou intuitiva que o capitalismo leva à prosperidade geral; que a livre iniciativa promove a geração de riqueza e a redução da miséria; que a redução de impostos movimenta a economia, ao reforçar o caixa das empresas e o bolso dos cidadãos; e que boa parte dos brasileiros queira hoje trabalhar por conta própria sem ter o Estado no seu cangote, em vez de buscar um emprego público ou com carteira assinada.
Parece inimaginável também para esse pessoal que alguém não veja a criminalidade como um "problema social", que defenda a polícia e as vítimas da bandidagem, em vez de "passar pano" para os criminosos, e que acredite na força da meritocracia para promover o progresso dos indivíduos e da sociedade, com igualdade de oportunidades para todos e sem privilégios para qualquer grupo social.
Segundo eles, quem não acredita nas bandeiras igualitárias do socialismo, no Estado onipresente, na luta de classes e na tese marxista de que as relações econômicas condicionam todas as demais é um "alienado", sem consciência de classe. É "puxa-saco de patrão", "vendido", "capitão do mato", "preto de alma branca" e tudo o mais que sirva para tirar a legitimidade de quem tem uma visão ideológica diferente da esquerda. Pregam a democracia, mas fazem o que podem para desqualificar e calar seus opositores.
Como mostra a fala de Raí, a esquerda acredita falar em nome do povão e se considera como "legítima" representante dos trabalhadores, mas despreza suas escolhas se não estiverem de acordo com suas crenças políticas. Se pudesse, Raí provavelmente encaminharia os "infiéis" - aí incluídos seus ex-colegas de futebol - para ser doutrinados nas "escolas ideológicas" que o MST mantém pelo Brasil afora, com forte influência das ideias marxistas e socialistas, e superar os traços "burgueses" que eventualmente façam parte de sua formação.

Cinema no Casarão nesta sexta-feira



Serão iniciadas nesta sexta-feira, 20 de fevereiro, a
s atividades deste ano do Núcleo de Preservação da Memória Rollie E. Poppino, da Fundação Senhor dos Passos com duas programações no Casarão Fróes da Motta, como informa o professor e memorialista Carlos Brito.

O lançamento do vídeo documentário do projeto "Grandes Pintores Feirenses" é a primeira programação. O álbum e revista lançados em novembro de 2007 em homenagem a sete artistas, 18 anos depois ganham uma releitura através de um videodocumentário.

Como no lançamento anterior, um compromisso entre duas instituições: a Fundação Senhor dos Passos e a Fundação Carlo Barbosa, que preservam valores culturais de Feira de Santana. Os artistas contemplados são Carlo Barbosa, César Romero, Leonice Barbosa, Marcus Moraes e Pedro Roberto, in memoriam, mais Gil Mário e Juraci Dórea.

A abertura deste ano do projeto Cinema no Casarão é a segunda programação, com apresentações dos documentários "Princesa do Sertão", da Indio Filme do Brasil, 1963, com palestra de Carlos Brito; e "100 Anos: Casarão Fróes da Motta", que trata sobre a história desse patrimônio histórico, com direção de Rey Bacelar, sendo roteirista o jornalista Edson Borges, que vão palestrar sobre a obra, lançada em 10 de dezembro do ano passado, lotando o espaço de eventos do Casarão Fróes da Motta, mesmo local da próxima programação. 

Em "Princesa do Sertão", a Feira de Santana no início dos anos 60, mostrando aspectos da economia, com principais lojas do comércio, a expostação de fumo, a primeira frota de ônibus, a industrialização de cal, a Oficina Pernambucana. Também o então prefeito Francisco Pinto inaugurando obras e recebendo o senador Juscelino Kubitschek.

Em "100 Anos: Casarão Fróes da Motta", como disse Rey Bacelar, o filme busca reconstruir a trajetória do imóvel que "serviu de palco a decisões políticas importantes e até de abrigo para armas escondidas em sua cisterna durante períodos de instabilidade. O casarão, com sua imponência arquitetônica, representa não apenas a história de uma família tradicional, mas também a própria formação política e urbana da cidade."

O documentário apresenta o testemunho de várias pessoas, à exemplo da bisneta de Agostinho Fróes da Mota Maria Marta Fróes da Motta, advogado Celso Pereira, artista plástico e publicitário Vivaldo Lima - que trabalhou na última restauração do Casarão -, historiador Sidney Araújo, além de Carlos Brito, membro da Fundação Senhor dos Passos, um dos responsáveis pelo incentivo para adquição e restauração da Villa Fróes da Motta, que ele denomina como "a joia da coroa da Princesa do Sertão". 

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Morre ator Robert Duvall


O ator americano Robert Duvall morreu aos 95 anos, no domingo, 15. A informação foi divulgada nesta segunda-feira,16. 
Ele foi indicado ao Oscar por sete vezes e venceu um prêmio de Melhor Ator por "A Força do Carinho" (1983). Foi indicado a Melhor Ator por "O Grande Santini: O Dom da Fúria" (1981) e "O Apóstolo" (1998), e a Melhor Ator Coadjuvante por "O Poderoso Chefão" (1973), "Apocalypse Now" (1980), "A Qualquer Preço" (1999), e "O Juiz" (2015).
Filmografia: "O Sol É Para Todos" (1962), "Pavilhão 7" (1963), "Caçada Humana" (1966), "No Assombroso Mundo da Lua" (1967), "Bullitt" (1968), "Bravura Indômita" (1969), "M*A*S*H" (1970), "Mato em Nome da Lei" (1971), "Sem Lei e Sem Esperança" e "Joe Kidd", em 1972, "A Conversação" e "O Poderoso Chefão - Parte II", 1974, "Rede de Intrigas" e "A Águia Pousou", em 1976, "Um Homem Fora de Série" (1984), "Colors: As Cores da Violência" (1988), "Dias de Trovão" (1990), "Um Dia de Fúria", "Gerônimo: Uma Lenda Americana" e "Recordações", em 1993, "O Jornal" (1984),  "A Letra Escarlate" (1995), "Fenômeno" (1996), "Impacto Profundo" (1998), "Um Ato de Coragem" (2002), "Os Donos da Noite" (2207), "As Viúvas" (2018), e "O Pálido Olho Azul" )2022), entre outros.


Mais uma adaptação cinematográfica de "O Morro dos Ventos Uivantes"


A primeira adaptação cinematográfica do livro da escritora britânica Emily Bronte (1818-1848), sobre amantes infelizes que destroem a si mesmos e a todos ao seu redor, foi em 1920 com "O Morro dos Ventos Uivantes", de A. V.  Bramble, com 
Colette Bretell e Milton Rosmer. 

Em 1939, "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de William Wyler, com Merle Oberon e Laurence Olivier (Foto 3), mais David Niven, Flora Robson, Geraldine Firzgerald e Leo G. Carroll. Teve oito indicações ao Oscar - Filme, Diretor, Ator, Atriz Coadjuvante, Roteiro, Direção de Arte, Música e Fotografia, que levou a única estatueta.

Em 1954, Luis Bunuel realizou "Escravos do Rancor" (Abismos de Pasión), uma recontagem parcial de "O Morro dos Ventos Uivantes" no México do século XIX. Com a atriz brasileira (do Rio de Janeiro, radicada no México) Irasema Dilián e Jorge Mistral (Foto 2).

Em 1970, "O Solar dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Robert Fuest, com Anna Calder-Marshall e Timothyy Dalton.

Em 1992, "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Peter Kosminsky, com Juliette Binoche e Ralph Fiennes.

Em 2011, "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Andrea Arnold, com Kaya Scodelario e James Howson. Produção do Reino Unido e Bélgica.

O livro rendeu ainda três filmes para a televisão, em 1948, 1962, 1998 e 2003, duas séries para a TV em 1967 e 1978, e uma minissérie em 2009. 

Agora, em 2026, com lançamento nacional nesta quinta-feira, 12, "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Emerald Fennell, com Margot Robbie e Jacob Elordi. No Orient CinePlace Boulevard, com cópia dublada, e sessões às 15h45, 18h20 e 21 horas.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Fã-clube dos aiatolás é uma vergonha para Londres

Enquanto os iranianos lutam pela liberdade, londrinos aplaudem os assassinos teocratas.

Brendan O'Neill, da Spiked, para a revista Oeste:

Se você quer saber o que significa traição, basta olhar para a marcha reacionária que tomou as ruas de Londres há duas semanas. Para ver o verdadeiro significado de traição, de hipocrisia, de uma apunhalada nas costas um povo já oprimido, testemunhe aqueles londrinos idiotas cantando louvores à República Islâmica no exato momento em que o grande povo do Irã luta para derrubar esse regime perverso. "Liberdade!", gritam os jovens iranianos. "De jeito nenhum", respondem as aberrações da capital britânica, com o cérebro corroído pelo islamismo.
Tomar as ruas para exaltar os teocratas impiedosos de Teerã já seria ruim em qualquer momento. Fazê-lo quando milhares de pessoas foram massacradas por esses teocratas pelo "crime" de ansiar por liberdade é imperdoável. Mas foi isso que aconteceu. Bem no seio da livre e moderna Londres. Milhares se reuniram numa marcha para vomitar sua baboseira reacionária sobre o "abjeto Estado Judeu" e sua crença descabida de que os aiatolás do Irã são uma força do bem. O movimento disfarçado de "protesto" foi, na verdade, uma dança em massa sobre as covas daqueles que foram trucidados pelos mulás.
A marcha foi convocada pela Coalizão Palestina, um grupo de burgueses imbecis que confunde odiar Israel com ter personalidade. Dos patetas de keffiyeh da Campanha de Solidariedade à Palestina aos hippies decadentes da Campanha pelo Desarmamento Nuclear, todos invadiram as ruas para lamentar os milhares de inocentes mortos pelos tiranos do Irã. Só que não - eles foram choramingar contra Israel. Enfim, o que mais podem fazer?

Apoiadores assistem a dezenas de milhares de manifestantes pró-Palestina que marcham da Russell Square até Downing Street, em Londres, Reino Unido, em 31 de janeiro de 2026, para a 34ª Marcha Nacional pela Palestina 

Fato é que, sequer cogitando oferecer solidariedade aos iranianos, falsos progressistas ainda zombaram dessas pobres almas aplaudindo seus assassinos. Alguns carregavam cartazes com o rosto do aiatolá Khamenei. Outros agitavam a bandeira da República Islâmica. E, claro, havia o habitual "antissionismo" demente que se apossou tanto das classes médias liberais quanto dos radicais islâmicos como uma erva daninha. Os privilegiados birrentos da Geração Z pediam para "chutar os sionistas para fora, fora, fora", chegando a encenar chutes para mostrar o tipo de violência que adorariam infligir aos "judeus malignos e invasores da Terra Santa". "Globalize a intifada", eles cantavam, para escancarar sua gana por violência.
Foi uma orgia de intolerância do tipo a que tristemente nos acostumamos desde 7 de outubro de 2023. Mas ainda pior. Para todos os efeitos, foi uma manifestação pró-assassinato, uma marcha em defesa da violência religiosa medieval, uma profusão de desculpas para a chacina apocalíptica de milhares de civis. Não quero ouvir um pio sequer das classes apreciadoras de brunch tentando se justificar: "Estávamos lá apenas para mostrar nosso apoio a Gaza", porque no minuto em que viram a bandeira da República Islâmica, o rosto do aiatolá e multidões elogiando aqueles açougueiros em Teerã deveriam ter se retirado. O fato de não terem feito isso, de terem se misturado de bom grado com apologistas da tirania islâmica, diz muito. Sugere que seu ódio descontrolado por Israel sufocou todas as suas faculdades morais.
Não contentes em derramar elogios aos islamistas assassinos do Irã, alguns também exaltaram seus representantes antissemitas. Houve pedidos para descondenar não apenas a Ação Palestina, mas também o Hezbollah e o Hamas. Os capangas do Hezbollah foram mobilizados para reprimir brutalmente o povo iraniano que anseia por liberdade. Imagine que você é uma mulher iraniana de 21 anos cujo rosto foi desfigurado por algum bárbaro misógino do Líbano. E então você vê pessoas em Londres que não estão do seu lado, mas sim do lado dele. Pedindo não para você ser libertada da tirania religiosa, mas para ele ser descondenado pelo governo britânico. O sentimento de traição seria avassalador.

Ameneh Bahrami, que ficou cega dos dois olhos em 2004 quando Majid Mohavedi jogou ácido em seu rosto depois que ela rejeitou suas propostas de casamento 

Precisamos encarar a gravidade do que aconteceu em Londres no sábado. Multidões se alinharam com o fanatismo islâmico. Abraçaram os assassinos de mulheres. Alinharam-se publicamente, com orgulho, às classes venais de aiatolás que ficam felizes em devastar milhares de vidas em nome da preservação de seu poder corânico. Foram raros os momentos em que a decadência moral das classes militantes esteve tão explícita - um regime religioso psicopata massacra milhares e essas pessoas dizem "Mas e Israel?!" ou, pior, "Ótimo".
A marcha de sábado foi um funeral da decência moral. Ninguém em sã consciência, com uma postura moral sólida, pode estar minimamente confuso sobre de que lado ficar no caso do Irã. Trata-se de uma teocracia que pune selvagemente as mulheres por viverem livres, que prende impiedosamente dissidentes e apóstatas, que matou sem pudor milhares que ousaram desejar liberdade. Se você olha para isso e pensa, "É complicado", então você abandonou completamente o reino da razão. Você fez as pazes com a barbárie.
Alguns dizem que os "gazólatras" das classes ativistas estão sendo hipócritas. Essas pessoas choram pelos mortos de Gaza, mas ignoram os mortos do Irã. Eu discordo. Há uma coerência moral aqui. Pois, tanto em sua fúria anti-Israel quanto em sua indiferença à carnificina no Irã, essas pessoas estão se aliando ao carnaval sangrento que é o fanatismo islâmico. Sua apologia do 7 de outubro e seu silêncio vergonhoso acerca dos massacres iranianos brotam da mesma fonte sombria e distorcida - uma simpatia estranha pelo islamismo, a crença de que esse fanatismo religioso representa algum tipo de resistência ao Ocidente, a Israel, ao capitalismo, à modernidade. Sua ira pela guerra em Gaza e sua frieza em relação ao massacre no Irã são provas sinistras da podridão moral do identitarismo.
Por quanto tempo mais entregaremos nossas ruas aos odiadores de Israel e ao fã-clube dos aiatolás? Às classes médias que aplaudem a intifada e aos islamistas que adoram os mulás? Àqueles que pensam que o revide da nação judaica contra seus invasores é "genocídio", mas o assassinato em massa de manifestantes por teocratas armados não é motivo para celeuma? Solidariedade em massa com os iranianos é do que precisamos agora. Só quero ver a bandeira da República Islâmica nas ruas de Londres se, no minuto seguinte, alguém atear fogo nela.
Brendan O’Neill é repórter-chefe de política da Spiked e apresentador do podcast The Brendan O’Neill Show, também da Spiked. Seu novo livro, After the Pogrom: 7 October, Israel and the Crisis of Civilisation, foi lançado em 2024. 

A saudade tem som


A saudade tem som. E ele vem da Sociedade Filarmônica 25 de Março, que volta ao Coreto da Praça da Matriz com mais uma apresentação do Projeto Retreta, um encontro entre música, memória e cidade. Será no sábado, 28 de fevereiro, às 19 horas. Desta feita, a filarmônica convidada é Sociedade Lítero Musical Minerva Cachoeirana.
Ainda no programaexposição fotográfica com imagens antigas de Feira de Santana.  
O projeto Retreta é uma produção da Sociedade Filarmônica 25 de Março, com patrocínio da Rede Menor Preço, DPC Distribuidora e da Bartofil e apoio institucional da Fundação Senhor dos Passos. 
  

O dia em que meu pai foi presidente


Todos atentos para a escolha dos candidatos  a prefeito e vereadores.

Por Reynivaldo Brito

Quando se fala atualmente em presidente de partido vem logo na cabeça das pessoas que está recebendo muitos milhões do Fundo Partidário. Este ano por exemplo os dezenove partidos com representantes no Congresso Nacional já  receberam um total superior a um bilhão de reais. Dinheirame este que desaparece neste cipoal de maneiras não  republicanas. Este fundo foi criado em 1965 pela primeira Lei Orgânica dos Partidos Políticos, sancionada pelo presidente Humberto Castelo Branco. Fui vendo esta soma de recursos que daria para tirar centenas de pessoas da miséria que lembrei de um fato que presenciei. Perguntei ao meu pai  se recebia alguma remuneração ou se sabia se o partido que ele presidia recebia algum recurso, e ele simplesmente ignorava tudo isto. Todo o controle  estava com o chefe político local e não com ele.

Não lembro exatamente o ano, mas foi na década de 70 quando estava visitando meus pais em Ribeira do Pombal, interior da Bahia, e tomei conhecimento que haveria a convenção do partido  a que ele pertencia. Fiquei ainda sabendo que tinha sido escolhido presidente da entidade e como tal iria dirigir os trabalhos durante a convenção. Foi neste momento que passei a ficar preocupado. O meu pai tinha o pavio curto e não costumava levar desaforo para casa. Tinha cerca de dois metros de altura e era um homem corpulento . Todos sabem que as reuniões políticas costumam ser protagonizadas por alguns inflamados que discutem, trocam impropérios e às vezes até bofetões.

Diante disto resolvi acompanha-lo até o local onde iria ocorrer a tal convenção. Lá chegando havia uma mesa grande  e várias  poltronas  em semicírculos  para os convencionais e convidados. Na hora prevista o secretário do Partido anunciou a abertura e passou os trabalhos para meu pai. Ele pigarreou e com sua voz grave conclamou a todos que votassem com sua consciência. Foram distribuídas as cédulas com os nomes dos candidatos a prefeito e vereadores, sem nenhuma intercorrência. Ao final foi feita a contagem dos votos e ganhou para ser candidato a prefeito um sujeito que era comerciante conhecido na cidade, mas que não gozava de bom conceito.

Neste momento em diante inconformado com o resultado meu pai, presidente do partido, repetia baixinho sem parar. "Eu não voto nesta desgraça!". Me aproximei e pedi a ele que não ficasse repetindo àquela frase porque poderia vazar e complicar as eleições. Mas, ele deu pouca importância a minha preocupação e ao deixar o recinto da convenção já corria de boca-a-boca na Cidade que nem mesmo o presidente do partido ia votar no candidato a prefeito. Resultado, o candidato não conseguiu ser eleito e meu pai na convenção seguinte já não era o presidente do partido.

Fonte: https://reynivaldobrito.blogspot.com/

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Visão do filme "Fuga Para Athena"


Visão do filme "Fuga Para Athena" (Escape To Athena), de George Pan Cosmatos, 1979. Comédia de guerra em tom de sátira tem ação e aventura. Diversão sem compromisso.
Durante a Segunda Guerra Mundial envolve um grupo de prisioneiros aliados, resistência grega, nazistas, tesouros do mercado negro, um mosteiro e uma base secreta de foguetes alemães.Na trama, os artistas americanos Charlie Dane (Elliott Gould), comediante, e Dottie Del Rio (Stefanie Powers), stripper, chegam ao campo de prisioneiros Stalag 17. Aí, uma referência ao clássico "Inferno Número 17" (Stalag 17), de Billy Wilder, 1953, no qual William Holden ganhou o Oscar de Melhor Ator. Charlie e Dottie passam por prisioneiros e ele olha para um deles. Trata-se de Wiiliam Holden, em rápida aparição. "Você ainda está aqui?", questiona, repetindo cena do filme citado.
No campo, estão presos o arqueólogo Blake (David Niven), o mágico Nat Judson (Richard Roundtree) e o cozinheiro italiano Bruno Rotelli (Sonny Bono), que ensinam o funcionamento do lugar. Os três estão envolvidos em um plano secreto para libertar o campo, com a ajuda da resistência grega, liderada por Zeno (Telly Savallas) e sua amante Eleana (Claudia Cardinale). O major nazista Otto Hecht (Roger Moore) se apaixona por Dottie e acaba ajudando o grupo a executar seu plano de fuga.

The Economist adota tom depreciativo sobre economia do Brasil e pede ao mundo que evite a 'brasileirização'

Sob Lula, revista britânica aponta que combinação entre juros elevados e crescimento da dívida pública brasileira representa um dos principais sinais de alerta para as economias globais.

A revista britânica The Economist publicou na quinta-feira, 12, um texto enquadrando a situação econômica do Brasil como o alerta mais importante hoje para as grandes potências globais. Segundo o artigo, o modelo brasileiro de convivência prolongada entre juros elevados e dívida pública crescente oferece uma lição mais significativa ao mundo do que a inflação persistente da Argentina ou a estagnação econômica da Itália.

No texto, a publicação afirma que o país enfrenta um dilema estrutural que tende a se agravar nos próximos anos: a necessidade de optar entre um programa de austeridade profunda ou a entrada em uma espiral de encargos financeiros cada vez mais elevados. A revista introduz o termo "brazilification", traduzido como "brasileirização", para descrever o risco de economias avançadas seguirem trajetória semelhante.

A análise sustenta que o custo do financiamento da dívida pública compromete o horizonte fiscal brasileiro. Com a taxa básica de juros em 15% ao ano, o governo precisaria captar aproximadamente 8% do Produto Interno Bruto (PIB) anualmente apenas para arcar com o pagamento de juros, segundo a revista. Para a publicação, fechar essa conta exclusivamente por meio de cortes de gastos é improvável no cenário político e orçamentário atual.

A The Economist aponta um conjunto de fatores que explicam a manutenção dos juros em níveis elevados no Brasil. Entre eles, estão a fragilidade histórica das instituições fiscais, a recorrente volatilidade inflacionária e a trajetória considerada preocupante do Orçamento federal. O gasto previdenciário recebe destaque específico: segundo a revista, ele consome cerca de 20% do PIB, limitando a margem de manobra do governo para ajustes estruturais.

A análise alega ainda que a tentativa de manter inflação sob controle sem enfrentar o crescimento das despesas obrigatórias tende a ampliar o custo do endividamento público, criando um círculo de dependência de juros altos para preservar a credibilidade monetária.

Fonte: conexaopolitica.com.br

Relíquia de familia!


O professor e fotógrafo Angelo Pinto compartilhando foto montagem da capa e página - com os nomes de seus pais - do livro "Feira de Santana", de Rollie E. Poppino. De fato, uma verdadeira relíquia de família.


Com duas vagas em jogo para o Senado, Roma mostra entusiasmo para candidatura de Coronel ao lado de ACM Neto: "É animador"


Foto: André Carvalho / Bahia Notícias

Após o senador Angelo Coronel (PSD) confirmar publicamente sua aliança com o grupo político do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União), o presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, manifestou entusiasmo com a movimentação. Com duas vagas em disputa para o Senado na eleição de 2026, ele avalia que a chegada de Coronel fortalece a chapa de oposição na Bahia.

"Eu acho que é animador para todos aqueles que querem transformar a Bahia, encerrar esse período de 20 anos do PT, onde foram feitas bonitas propagandas, mas infelizmente o PT não entregou o que prometeu, não melhorou a vida do baiano, então a chegada do Coronel fortalece essa chapa que quer mudança para a Bahia", disse em entrevista ao Bahia Notícias na quinta-feira (12), durante a primeira noite do Carnaval de Salvador.

"Ao invés do que alguns ficam achando que tem candidatura desse ou daquele do Senado, eu acredito numa chapa forte e coesa. Eu acredito que a chegada de Coronel fortalece tanto a eleição de João Roma quanto a eleição de Coronel, como, sobretudo, a eleição de ACM Neto, para que a gente possa passar por uma mudança, de fato, no estado da Bahia e que a gente volte a ter orgulho da Bahia e do Brasil", complementou.

A confirmação ocorre após Coronel comunicar sua saída do PSD, partido ligado ao senador Otto Alencar. O senador, no entanto, ainda não confirmou o novo partido que irá se filiar.

Fonte: https://www.bahianoticias.com.br/

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Na Biblioteca de Boa Vista do Tupim

Livro "O Processo de Cassação da Rádio Cultura" doado à Biblioteca Municipal Monteiro Lobato

O livro "O Processo de Cassação da Rádio Cultura", organizado por Dimas Oliveira, agora faz parte do acervo da Biblioteca Municipal Monteiro Lobato, em Boa Vista do Tupim. O amigo tupinense David Macedo Fraga foi quem fez a entrega da doação à direção. A publicação foi lançada em 13 de julho de 2018. 

Agro é fundamental


Por Paulo Cesar Bastos
Em qualquer país do mundo, não interessa o viés ideológico, não existe esse atentado ao setor produtivo de modo irracional e ilógico. Agro é fundamental. Isso precisa ser bem dito e propagado, pois o que não é bem visto também não será lembrado. Assim, as entidades da classe produtora precisam de um programa de comunicação adequado e permanente, desde a pré-escola até a universidade, para lembrar, aos nossos jovens, que a sustentabilidade deve andar junto com a prosperidade. Divulgar a verdade de que não se ganha uma partida fazendo gol contra. A informação viável em resposta ao que é lamentável. Forças do atraso teimam em fomentar o caos produtivo, desabastecimento, inflação, fome e confusão. Cuidado e atenção. Produzir alimento é cultivar a paz em todo momento. A omissão é o catalizador da destruição. Quando o interior não cria, cultiva e planta, a cidade não toma café, não almoça e não janta. Que todo mundo aprenda, não existe futuro sem fazenda. Vamos acordar, brasileira brava gente, para o desenvolvimento inteligente. Para isso, urge a gestão eficaz e eficiente junto com a tecnologia capacitada e competente. Com esperança e segurança, a comitiva do progresso precisa tocar em frente. Paulo Cesar Bastos é engenheiro civil e produtor rural.

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Roteiro do Orient CinePlace Boulevard

Por Dimas Oliveira e Milena Batista 

LANÇAMENTO NACIONAL

O MORRO DOS VENTOS UIVANTES (Wuthering Heihghts) de Emerald Fennell, 2026. Com Margot Robbie,Jacob Elordi, Hong Chaw e Alison Oliver. Drama romântico. A paixão proibida de Catherine e Heathcliff, a princípio romântica, torna-se inebriante em um conto épico de luxúria, amor e loucura. Uma história de amor apaixonada e tumultuada que tem como pano de fundo os pântanos de Yorkshire, explorando um relacionamento intenso e destrutivo. Cópia dublada. Duração: 136 minutos. Não recomendado para menores de 16 anos. Horários: 15h45, 18h20 e 21 horas.

CONTINUAÇÕES

STRAY KIDS: THE DOMINATE EXPERIENCE (Stray Kids: The DominATE Experience) de Paul Dugdale e Farah Khalid, 2025. Documentário musical. O filme-concerto sobre o grupo coreano registra as apresentações com ingressos esgotados do grupo de K-pop Stray Kids no SoFi Stadium, em Los Angeles, combinando imagens dos shows da turnê mundial dominATE com material de bastidores. O filme destaca a energia dos shows e momentos exclusivos para os fãs. Duração: 144 minutos. Classificação: Livre. Horário: 13 horas.

O SOM DA MORTE
 (Whistle) de Corin Hardy, 2025. Com Dafne Keen, Sophie Nelisse e Nick Frost. Terror.  
Um grupo de estudantes disfuncionais se depara com um Apito da Morte Asteca amaldiçoado. Logo eles descobrem que usar o objeto causa um som aterrorizante que prevê suas futuras mortes. Segunda semana. Duração: 100 minutos. Não recomendado para menores de 18 anos. Horário: 13 horas.

O PRIMATA (Primate), de Johannes Roberts, 2025. Com Johnny Sequoyah e Jessica Alexander. Terror.. A universitária Lucy vai passar férias em casa com a família e aproveita a ausência do pai para organizar uma festa na piscina. No evento, seu chimpanzé de estimação surge irreconhecível e agressivo, contaminado com raiva, forçando o grupo a buscar algum jeito de escapar da fúria do animal. Terceira semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 18 anos. Duração: 89 minutosHorário: 15h10. 

A EMPREGADA (Housemaid), de Paul Feig, 2025. Com Sydney Sweeney, Amanda Seyfried e Brandon Sklenar. Suspense. Millie é uma mulher passando por dificuldades que se sente aliviada com a chance de um novo começo como empregada doméstica de Nina e Andrew, um casal rico. Logo, ela descobre que os segredos da família são muito mais perigosos do que os seus. Quarta semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 16 anos. Duração: 131 minutos. Horários: 15h30, 18h05 e 20h40. 

O AGENTE SECRETOde Kleber Mendonça Filho, 2025. Com Wagner Moura e Maria Fernanda Cândido. Drama. Em 1977, um especialista em tecnologia foge de um passado misterioso e retorna à sua cidade natal, Recife, em busca de paz. Duração: 161 minutos. Não recomendado para menores de 16 anos. Horários: 17h05 e 20h15.

BOB ESPONJA: EM BUSCA DA CALÇA QUADRADA (The SpongeBob Movie: Search For Square Pants), de Derek Drimon, 2025. AnimaçãoNa esperança de provar sua bravura ao Seu Sirigueijo, Bob Esponja segue um misterioso e aventureiro pirata fantasma conhecido como Holandês Voador em uma aventura marítima. Oitava semana. Cópia dublada. Classificação: LivreDuração: 96 minutos. Horário: 13h30. 
AVATAR: FOGO E CINZAS (Avatar: Fire and Ash), de James Cameron, 2025. Com Sam Worthington, Zoe Saldana, Oona Chaplin. Ação e fantasia. Depois de uma perda devastadora, a família de Jake e Neytiri enfrenta uma tribo Na'vi hostil, os Ash, liderada pela implacável Varang. Nona semana. Cópia dublada. Duração de 195 minutos. Não recomendado para menores de 14 anos. Horário: 20 horas. 

ZOOTOPIA 2 (Zootopia 2), de Jared Bush e Byron Howard, 2025. AnimaçãoAgora parceiros inseparáveis, a coelha Judy Hopps e a raposa Nick Wilde enfrentam o desafio mais perigoso de suas carreiras. Décima segunda semana. Cópia dublada. Classificação: LivreDuração: 108 minutos. Horários: 13 horas, 15h20 e 17h40. 

Programação - sujeita a alteração - até quarta-feira, 18 de fevereiro.