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terça-feira, 10 de março de 2026

Botafogo

 O Botafogo acaba de   a  do  Barcelona de Guayaquil, em casa, pelo jogo de volta da terceira fase da pré-Libertadores.

Com o resultado o Alvi-Negro avança à fase de grupos da Taça Conmebol Libertadores.


Comemorado sucesso da 2ª edição do Salvador em Adoração

 Evento contou com a presença de mais de 30 mil pessoas



A segunda edição do Salvador em Adoração reuniu um público estimado de 30 mil pessoas na Praça de Piatã, em Salvador, no sábado, 7, consolidando o evento como um dos maiores encontros de música e cultura cristã da Bahia.

Com programação gratuita e aberta ao público, o encontro promoveu uma tarde e noite de louvor, comunhão e celebração da fé.

Para o presidente da Associação de Ministros Evangélicos do Brasil (Ame Brasil), apóstolo Tenisson Rodrigues, organizador do evento, o sucesso da segunda edição reforça a importância de iniciativas que fortaleçam a expressão pública da fé cristã e promovam momentos de união entre diferentes igrejas e comunidades.

"Foi um momento muito especial para todos nós. Ver milhares de pessoas reunidas em um mesmo propósito, adorando a Deus e celebrando a fé, é algo que nos emociona profundamente. O Salvador em Adoração nasce justamente com esse objetivo de fortalecer a comunhão da comunidade evangélica e proporcionar um espaço de encontro, louvor e esperança para as famílias", destacou.

O Salvador em Adoração contou com apoio cultural da prefeitura municipal e atraiu caravanas de igrejas e fiéis de diferentes bairros da capital e de cidades da região metropolitana.

No palco, o público acompanhou apresentações de importantes nomes da música gospel nacional, como Bruna Karla, Sandro Nazireu, Samuel Eleotério e o grupo Morada. Diante da grande participação, o líder religioso e organizador também afirmou que o evento já alcança um patamar importante no cenário religioso e cultural do estado.

"Hoje podemos dizer com muita alegria que o Salvador em Adoração já se tornou um dos maiores eventos cristãos do Estado. Nosso desejo é que ele se siga crescendo cada vez mais e passe a integrar oficialmente o calendário cultural de Salvador, para que possamos continuar reunindo milhares de pessoas em um momento de fé e conexão com Deus através do louvor", completou Tenisson.

Enviado por Antonio Anselmo, da Golden Assessoria de Comunicação 

Alvos da direita há anos, Xandão e Toffoli caem pelas próprias mãos.


A blindagem feita em nome de uma suposta 'defesa da democracia' foi para o vinagre, enquanto a ideia de que o STF 'tem de voltar ao seu quadrado', para o Brasil retornar aos trilhos democráticos, espalhou-se pela sociedade. 
José Fucs para a Gazeta do Povo:

Ainda não dá para a direita comemorar a queda dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), especialmente o segundo, seu maior algoz. Como diz uma velha máxima do futebol, "o jogo só termina quando o juiz apita". Mas, com o aprofundamento das investigações sobre o Banco Master pela Polícia Federal, que sugerem o envolvimento de ambos em transações nebulosas com a instituição, já dá para dizer que a vitória está bem encaminhada.

No placar da percepção popular, é como se o primeiro tempo da partida tivesse terminado com uma sonora goleada contra a dupla. No segundo tempo, pode até ser que Xandão e Toffoli consigam reverter o resultado. Há precedentes de viradas do gênero na história. No caso deles, porém, parece difícil, muito difícil, isso acontecer. E, mesmo que consigam sobreviver e permanecer no Supremo, vão ganhar perdendo, como se diz por aí.

É certo que a presunção de inocência, o direito de defesa e o respeito aos ritos processuais – negados muitas vezes por Moraes ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a seus aliados mais próximos e aos envolvidos nos chamados "atos antidemocráticos" de 8 de janeiro, com apoio de Toffoli e da maioria de seus pares na corte – têm de ser garantidos aos dois.

Só que até agora sobram acusações vazias de "fake news" e de supostos "ataques" que estariam sendo desferidos contra o STF e seus ministros por seus críticos, mas faltam explicações convincentes sobre as relações duvidosas que eles mantinham com o Master e o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do banco, apontadas pelas investigações da Polícia Federal.

Xandão ainda não explicou, por exemplo, o contrato de R$ 129 milhões que o Master mantinha com o escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci, pela prestação de serviços que até hoje ninguém sabe quais eram. Pairam dúvidas também sobre as mensagens que ele teria trocado com Vorcaro pelo WhatsApp no dia da primeira prisão do banqueiro, em 17 de novembro de 2025.

Embora Xandão tenha negado o diálogo por meio de uma nota oficial do STF, a jornalista Malu Gaspar, do Globo, revelou, com base na perícia realizada pela PF no celular de Vorcaro, não só que o destinatário era um contato salvo como "Alexandre de Moraes", mas também que as mensagens receberam respostas imediatas do número associado ao seu nome.

No caso de Toffoli, ainda há muitos questionamentos em torno da compra de uma participação familiar no Resort Tayayá, no Paraná, por um fundo ligado ao Master, cujo único cotista era o advogado Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, por cerca de R$ 20 milhões, além de repasses adicionais feitos ao empreendimento estimados em R$ 15 milhões.

Autopreservação

Além disso, é preciso considerar que Xandão e Toffoli têm o apoio de alguns de seus colegas do Supremo, como os ministros Gilmar Mendes e Flávio Dino, que costumam recorrer a todos os tipos de manobras processuais para favorecê-los.

Afinal, os eventuais tombos de Moraes e Toffoli vão representar a derrota geral do grupo, composto também por ministros menos vocais, que não levantam a arquibancada, mas prestam solidariedade a eles com seus votos, e abrir um precedente que poderá atingi-los mais à frente. No fim, o que acaba quase sempre prevalecendo é o espírito de corpo e de autopreservação da corte, que tem norteado a atuação dos ministros nos últimos anos.

Até o momento, também não há qualquer sinal de que o senador Davi Alcolumbre, presidente do Senado, vá tirar da gaveta algum dos inúmeros pedidos de impeachment dos ministros feitos pelos parlamentares e finalmente colocá-los em votação. E não dá para garantir que a próxima legislatura, a ser eleita em outubro, irá levar a cabo o impeachment de ambos, mesmo que seja controlada pela direita e pela centro-direita, como se espera que aconteça, pelo que apontam as pesquisas e os prognósticos de políticos do grupo e até de seus adversários.

Mesmo assim, é possível dizer desde já, independentemente do desfecho dos casos de Xandão e Toffoli, que daqui para a frente nada será como antes. Eles podem não ter sido feridos de morte e talvez até consigam conter a hemorragia, mantendo-se no Supremo. Mas as sequelas deixadas pelo caso do Banco Master provavelmente vão comprometer de forma significativa suas ações e seus movimentos. Poderão comprometer ainda a própria credibilidade do STF como instituição, que, segundo muita gente boa por aí, já está no fundo do poço, se os seus aliados na corte continuarem a protegê-los como têm feito.

Bolha da direita

Talvez a maior evidência de que as quedas de Moraes e Toffoli podem estar próximas seja o fato que as críticas a eles e ao Supremo extrapolaram a bolha da direita, que bradava sozinha até agora contra os abusos da corte e de seus ministros quando o que estava em jogo era o destino de Bolsonaro e de seu grupo político.

Agora, com as decisões controversas que eles tomaram no caso do Master e as revelações sobre um possível envolvimento com Vorcaro em operações financeiras duvidosas e de tráfico de influência em Brasília, o chamado "centro democrático" e a centro-esquerda de plumagem tucana – que "passaram pano" para os "excessos" do Supremo até ontem ou anteontem, com apoio da chamada “imprensa profissional” – estão engrossando as críticas da direita.

Hoje, fora do lulopetismo e dos próprios integrantes do Supremo, os apupos a Xandão, Toffoli e a alguns de seus pares tornaram-se praticamente uma unanimidade. A blindagem feita em nome de uma suposta "defesa da democracia" foi para o vinagre, enquanto a ideia de que o STF "tem de voltar ao seu quadrado", para o Brasil retornar aos trilhos democráticos, espalhou-se pela sociedade.

As nuvens ficaram tão carregadas que até o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e algumas lideranças do PT, de acordo com o noticiário, estariam se dando conta de que, se continuarem abraçados a Xandão, Toffoli e à sua turma vão acabar afundando com eles. Provavelmente, é tarde demais para Lula e sua tropa de choque quererem manter uma distância oportunista dos ministros "amigos". Mas a informação de que fissuras no consórcio PT-STF estão aparecendo no radar em pleno ano eleitoral é mais uma evidência dos estragos causados pelo escândalo do Master na imagem do Judiciário e do governo.

Mesmo o presidente do STF, Edson Fachin, incomodado com o impacto do caso na reputação do Supremo, decidiu propor a adoção de um código de ética pela instituição, para tentar conter os danos. No entanto, o código de Fachin, que restringiria a participação de ministros nos julgamentos de causas de empresas com as quais eles mantêm relações próximas e nas que envolverem clientes de suas mulheres e de seus parentes, enfrenta a oposição de alguns de seus colegas na corte e até agora não foi adiante.

Neste cenário, a ironia é que, depois de anos sob a artilharia da direita, os dois não estão na berlinda agora por causa das ações da oposição, mas pelos rastros comprometedores que eles próprios parecem ter deixado pelo caminho, como sugerem as investigações da PF sobre suas relações com Vorcaro e com o Master. De um jeito ou de outro, não faltam motivos agora para a direita já estar rindo à toa.

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Nívia Maria Vasconcellos inicia circulação de projeto de poesia e performance no interior da Bahia

Projeto também acontece em ambiente virtual, com a disponibilização gratuita de e-book e audiobook do livro "Cãibra de Nó" 





A escritora feirense Nívia Maria Vasconcellos deu início, na sexta-feira, 6, à circulação presencial do projeto "OCORPOÉUMAFOTONOESCURO: Poesia e Performance", com estreia no Colégio Estadual de Tempo Integral Novis Filho, no município de Tanquinho. A atividade reuniu estudantes, professores e comunidade escolar em uma experiência que integrou literatura, música e performance.

Na estreia, o público acompanhou a performance literomusical protagonizada por Nívia Maria Vasconcellos ao lado da musicista Dayane Sampaio. Em cena, poesia falada, música ao vivo e elementos corporais se entrelaçam, criando uma atmosfera sensorial que amplia a experiência poética.
Dirigido por Geovane Mascarenhas, o trabalho parte dos livros "OCORPOÉUMAFOTONOESCURO" e "Cãibra de Nó", nos quais a autora investiga temas como corpo, memória, densidade emocional e experimentações da linguagem.
Além da apresentação artística, a programação contou com roda de conversa com a poetisa Mariana Paim, minissarau e atividades voltadas ao diálogo com estudantes da rede pública, aproximando jovens leitores dos processos criativos da poesia contemporânea.
A circulação segue nos próximos dias:
13 de março - Nordestina
Colégio Estadual de Tempo Integral Manuel Guimarães Santana, às 14 horas
14 de março - Quijingue
Programação da Festa Literária de Quijingue (Fliqui), às 20 horas
O projeto também acontece em ambiente virtual, com a disponibilização gratuita de e-book e audiobook do livro "Cãibra de Nó", além de depoimentos sobre o processo criativo da autora, publicados em seu perfil no Instagram @niviamvasconcellos.
Com a circulação, Nívia Maria Vasconcellos amplia o diálogo da poesia com diferentes públicos e territórios, reafirmando a potência da literatura como espaço de encontro entre palavra, corpo e sonoridade.
Equipe
Direção: Geovane Mascarenhas (@geomasc)
Performance: Nívia Maria Vasconcellos e Dayane Sampaio
Mediação: Mariana Paim
Assessoria de Imprensa: Cid Fiuza
Fotografia: Ana Reis
Design: Sério Magno
Libras: Jamile Costa e Noelma Ramos
Ilustrações Cãibra de Nó: Ana Noronha
Ilustrações OCORPOÉUMAFOTONOESCURO: Gabriel Ferreira
Fotos: Ana Reis
Enviado por Cid Fiuza - Assessoria de Imprensa


Habitação popular


Por Paulo Cesar Bastos

A melhoria das condições do País é um direito e um dever de todos. Existem soluções sensatas e medidas simples que podem melhorar o bem-estar social sem prejudicar o tão procurado equilíbrio orçamentário. Todos, portanto, podem e devem colaborar com o futuro e o desenvolvimento do nosso País. Participar é preciso. Como engenheiro civil há mais de cinquenta anos, faço neste texto algumas reflexões sobre o grave problema da habitação popular. Em grande parte das cidades brasileiras de médio porte - Feira de Santana, na Bahia, por exemplo - existem áreas consideráveis, em ruas e bairros populares, ainda desocupadas, porém já dispondo, para os nossos padrões, de razoável infraestrutura urbana.

Esses terrenos baldios ou vazios urbanos existem não só por especulação, mas também por outros motivos, uma vez que são de comercialização difícil. As vendas não ocorrem por falta de compradores com quantia disponível, porque os mesmos, de baixa renda, necessitariam de financiamentos de longo prazo com taxas e prestações compatíveis com os seus níveis de renda. Em algumas grandes capitais - Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo são exemplos - os vazios urbanos não ocorrem somente como terrenos baldios; aí eles aparecem como prédios abandonados em zonas comerciais antigas ou instalações industriais desativadas em zonas de residências por problemas ambientais. Vale recordar que, ao longo dos anos, foram construídos imensos conjuntos habitacionais em zonas periféricas desprovidas de infraestrutura urbana. Tal fato exigiu a implantação dessa infraestrutura e a inclusão do gasto no custo final da casa popular, majorando-o em torno de 10 a 30%. Além disso, as prefeituras criaram novas linhas de transporte coletivo, às vezes deficitárias, encarecendo, dessa forma, a tarifa geral.

Acrescenta-se, ainda, a localização distante com acessos por artérias desertas trazendo a insegurança e até o abandono das casas pelos moradores. Compreendendo-se, portanto, que as edificações dos grandes conjuntos não resolveram o problema habitacional, uma alternativa poderia vir a ser desenvolvida em paralelo: o conjunto dos vazios. A partir das suas atuais linhas empresariais, a Caixa Econômica Federal trabalharia mais vigorosamente com créditos direcionados para a construção de casas populares em terrenos livres nos bairros já dotados de infraestrutura. Para uma saudável competição e para inserir no mercado as pequenas ou e médias construtoras, locais ou regionais, o número de residências financiadas por empresa seria limitado em função do porte das cidades, quantidade de construtoras pretendentes e outros condicionamentos técnicos e mercadológicos. O plano aqui sugerido traria diversas vantagens como: custo menor da casa própria, melhoria do visual urbano, mais segurança para os moradores, tarifas de ônibus mais econômicas, crescimento da indústria da construção civil e a consequente geração de emprego e renda refletindo no fortalecimento de toda a economia regional. Esta proposta não se esgota no aqui exposto, poderá ser ampliada e aprimorada atraves do debate e da permuta das ideias. O seu primeiro propósito é despertar a atenção da sociedade e dos governos, em todos os seus níveis, para a necessidade da adoção de medidas práticas, econômicas e viáveis para reativar o desenvolvimento e melhorar a qualidade de vida da população brasileira utilizando os recursos e as soluções sólidas e concretas que a engenharia brasileira possui e que pode, precisa e deve aplicar.

Paulo Cesar Bastos é engenheiro civil.

Foto: UFBA /Fonte: Internet Artigo publicado em A TARDE, 09/02/2026

segunda-feira, 9 de março de 2026

Agenda aberta da psicóloga Maria Cosmo

 Psicologia para Mulheres - Atendimento Online


 
Cuidar da mente também é um ato de coragem e, para muitas mulheres, o peso da rotina, da autocobrança e das demandas emocionais acaba sendo carregado em silêncio. A psicóloga Maria Cosmo oferece atendimento online voltado especialmente para mulheres que desejam viver com mais leveza, clareza emocional e fortalecimento interno, mesmo em meio à correria do dia a dia.
Com uma abordagem acolhedora, ética e centrada no processo individual de cada paciente, Maria conduz um trabalho voltado para temas como ansiedade, sobrecarga mental, autoestima, limites, relacionamentos e autoconhecimento, sempre respeitando a história, o ritmo e os objetivos de cada mulher.
O diferencial do atendimento de Maria Cosmo está na combinação entre escuta sensível e direcionamento prático, ajudando a paciente a compreender padrões emocionais, organizar pensamentos e desenvolver recursos para lidar com desafios reais do cotidiano. Por ser online, o acompanhamento também facilita a constância terapêutica para quem mora em outra cidade ou até fora do Brasil, com conforto e privacidade.
Acompanhe conteúdos e informações sobre o trabalho no Instagram:

Projeto Retreta resgata tradição musical das filarmônicas no Coreto da Matriz


A música das tradicionais bandas filarmônicas voltou a ocupar o espaço público em Feira de Santana. O projeto "Retreta - Nosso Palco É a Praça", levou duas valorosas apresentações ao Coreto da Praça da Matriz: a Sociedade Filarmônica 25 de Março, fundada em 1868 e considerada a mais antiga da Bahia em atividade, e a Sociedade Litero Musical Minerva Cachoeirana, da cidade de Cachoeira. O projeto promove o resgate de uma tradição histórica da vida cultural das cidades brasileiras. As retretas musicais, concertos realizados em praças públicas, marcam gerações.

O público acompanhou um repertório formado por dobrados, marchas e composições tradicionais do universo das bandas filarmônicas, reafirmando a importância dessas instituições para a preservação da tradição no interior baiano. Além da celebração cultural, o evento também foi marcado por um gesto de solidariedade. A diretoria da Sociedade Filarmônica 25 de Março comunicou a diretoria da Sociedade Litero Musical Minerva Cachoeirana que estará doando cerca dede 200 quilos de alimentos, destinados às famílias atingidas pelas enchentes que recentemente afetaram a cidade de Cachoeira.

As doações foram viabilizadas por meio de contribuições pessoais do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, de empresários locais e da diretoria da Fundação Senhor dos Passos. As chuvas deixaram mais de 400 famílias desalojadas no município do Recôncavo Baiano. O Projeto Retreta reafirma o papel das filarmônicas como instituições fundamentais para a formação cultural e musical da população, mantendo viva uma tradição centenária que faz parte da identidade das cidades baianas.

Realizada no histórico Coreto da Praça da Matriz, construído em 1916, a Retreta simboliza o reencontro entre a música, a memória e a praça pública como espaço de convivência cultural. Também promove o resgate de uma tradição histórica das cidades interioranas brasileiras. Os concertos realizados em praça pública marcaram gerações. Durante as apresentações, o público acompanhou um repertório formado por dobrados, marchas e composições do universo das bandas filarmônicas, reafirmando a importância dessas instituições para a preservação de um forte símbolo da cultura musical do interior.

Enviado por Carlos Brito

EUA formam coalizão militar com 11 países latinos. Brasil ficou fora.

 A Tríplice Fronteira (Foz do Iguaçu) poderá ser um dos alvos iniciais da ação militar conjunta.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu nesse sábado, em Miami, presidentes de 12 países latino-americanos para formalizar a criação de uma coalizão militar chamada "Escudo das Américas".  O objetivo seria o de combater os cartéis de drogas na região, além de afastar do continente os "adversários" de Washington "de fora do Hemisfério", em uma referência indireta a concorrentes como China e Rússia.  O presidente estadunidense comparou a novo acordo ao trabalho dos EUA no Oriente Médio.  

O Brasil ficou fora da coalizão. Estavam presentes os presidentes de Argentina, El Salvador, Paraguai, Equador, Panamá, Honduras, Guiana, Bolívia, Trinidad e Tobago, Costa Rica, República Dominicana e Chile. 

Fonte: https://polibiobraga.blogspot.com/

domingo, 8 de março de 2026

Arquitetura de um colapso

O desmonte sistêmico do eixo Pequim-Teerã, criado para contornar a legalidade internacional. Márcio Coimbra para a Crusoé:

A morte de Ali Khamenei, em decorrência de uma operação cirúrgica de precisão conduzida por Estados Unidos e Israel, não representa apenas a decapitação simbólica e política da República Islâmica.
A ação marca o ponto de inflexão de uma arquitetura geopolítica subterrânea que vinha sendo pacientemente desmontada pelo Ocidente nos últimos treze meses.
Para além do luto diplomático em Pequim, o que se observa é o colapso iminente de uma relação promíscua que serviu, por décadas, como o principal motor de desestabilização da ordem liberal internacional: a aliança entre China e Irã.
Anatomia de uma relação promíscua
A parceria entre Pequim e Teerã nunca foi baseada em convergências ideológicas — o ateísmo de Estado do Partido Comunista Chinês e o fervor religioso dos aiatolás estão em polos opostos.
Trata-se de uma simbiose puramente oportunista e, por definição, promíscua.
A China encontrou no Irã um fornecedor de energia desesperado, disposto a vender recursos a preços módicos para contornar sanções, enquanto o Irã encontrou na China um patrono diplomático e um "pulmão financeiro" capaz de sustentar seu expansionismo regional.
O acordo de cooperação de 25 anos assinado em 2021 é o ápice desta conveniência.
Sob o pretexto de investimentos em infraestrutura e energia, Pequim garantiu o acesso a cerca de 1,5 milhão de barris de petróleo por dia, operando através de uma "frota fantasma" de navios com bandeiras de fachada (Panamá, Palau, Ilhas Cook) e sistemas de pagamento em yuan fora do alcance do SWIFT.
Essa estrutura não apenas financiou a repressão interna no Irã, mas também as redes de terrorismo via proxies no Oriente Médio.
Cerco energético e o desmonte das rotas autocráticas
Enquanto o debate público se concentrava em retóricas diplomáticas, uma estratégia de atrito geoeconômico foi implementada com rigor matemático.
Os Estados Unidos transformaram-se em um colchão de segurança energética global, atingindo a produção recorde de 13,6 milhões de barris por dia - superando Rússia e Arábia Saudita.
Esse excedente permitiu ao mercado global absorver a remoção sistemática do petróleo iraniano sem choques catastróficos nos preços.
O desmantelamento das linhas de suprimento da China foi conduzido de forma cirúrgica, iniciando-se pela captura de Nicolás Maduro em janeiro de 2026, o que interrompeu subitamente o envio de 600 a 900 mil barris diários que alimentavam Pequim com descontos agressivos.
Com os EUA assumindo o controle das vendas da PDVSA e reajustando o preço do barril de 31 dólares para 45 dólares, a vantagem competitiva da energia subsidiada para a indústria chinesa foi neutralizada.
Simultaneamente, a pressão sobre a infraestrutura marítima resultou na sanção de mais de 180 navios da "frota fantasma" de fornecedores chineses pelo Ofac, bloqueando efetivamente 60% das embarcações que transportavam cerca de 1,5 milhão de barris por dia para as refinarias "teapot" de Shandong.
O golpe de misericórdia
A morte de Khamenei, portanto, ocorreu em um cenário de debilidade militar absoluta.
A Operação Midnight Hammer, em junho de 2025, na qual bombardeiros B-2 Spirit atingiram os complexos nucleares de Fordow, Natanz e Isfahan, não apenas atrasou o programa atômico iraniano em dois anos, mas também demonstrou a incapacidade da China em oferecer qualquer proteção real ao seu aliado.
Dessa vez, Pequim rapidamente classificou o ataque a Khamenei como uma "violação da soberania", porém pouco ou nada fez para proteger seu parceiro comercial e político.
Um recado ouvido por outras nações que ainda acreditavam na capacidade protetiva prometida por Xi Jinping.
Colapso interno
Internamente, o Irã é hoje um Estado falido sustentado pelo medo.
O rial perdeu 84% de seu valor em 2025, e a inflação de alimentos ultrapassou os 70%.
O colapso do Banco Ayandeh - um prejuízo de 5 bilhões de dólares ligado a esquemas Ponzi (uma pirâmide financeira) do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica - expôs a corrupção sistêmica das elites.
Enquanto oficiais e comandantes da Guarda Revolucionária movem fortunas para Dubai, a população em todas as 31 províncias demanda o fim da teocracia.
A relação entre China e Irã após a morte do líder supremo Ali Khamenei deverá transitar de uma parceria estratégica para uma vassalagem de sobrevivência.
Sem a figura do aiatolá, o Irã tende a se consolidar como um Estado pretoriano dominado pelo Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica.
Entretanto, ainda dependente da tecnologia de vigilância e do respaldo diplomático de Pequim para conter o colapso interno e a deposição popular, convertendo o Irã, sob a ótica chinesa, de um parceiro estratégico em um passivo geopolítico custoso e instável.
Entretanto, estas mesmas lideranças podem optar por buscar um acordo pragmático com os Estados Unidos - a exemplo da distensão promovida por Delcy Rodriguez na Venezuela - para assegurar a manutenção de sua estrutura de poder e seus vultosos recursos pessoais mediante um afastamento deliberado da influência clerical, circunscrita aos limites do seminário de Qom.
Certamente, esta é uma opção que está sobre a mesa neste momento.
Em conclusão, a aliança sino-iraniana é o retrato de um mundo onde autocracias se unem não por valores, mas pela necessidade mútua de contornar a legalidade internacional.
O desmonte das rotas de petróleo barato e a neutralização da ameaça nuclear iraniana reconfiguram o mapa geoeconômico.
O "Eixo das Ditaduras" descobriu, da forma mais dura, que a arquitetura do poder global não é feita apenas de contratos e retórica, mas de uma resiliência econômica e militar que eles subestimaram.
O fim da era Khamenei é, em última análise, o fim de mais um parceiro que fornecia fôlego para o sonho de hegemonia alternativa de Pequim.


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sábado, 7 de março de 2026

Quiz Fotográfico de Angelo Pinto

 


"Brincando e Conhecendo Feira de Santana" lançada


Lançada "Brincando e Conhecendo Feira de Santana", uma publicação educacional memorável de autoria dos professores Lélia Fernandes e José Raimundo de Azevêdo. Totalmente ilustrado com fotografias de Angelo Pinto e publicado pela Editora Martins & Martins, trata-se de um livro e uma caixa com dez quebra-cabeças, contando a história de diversos locais de Feira de Santana e que foi adquirido pela Prefeitura Municipal para distribuição nas escolas municipais, com o objetivo dos alunos do ensino fundamental aprenderem mais sobre nossa terra.

sexta-feira, 6 de março de 2026

Sesc Bahia realiza a Vernissage "Canteiro de Obras" de Claudio Tozzi

Programação inclui bate papo com artistas e show da Banda Levante Resistência

Uma noite para viver a arte em todas as suas formas



O Centro Cultural e Restaurante Sesc Feira de Santana apresenta a exposição "Canteiro de Obras", que oferece um panorama abrangente da produção artista do arquiteto paulista Claudio Tozzi, um dos principais nomes da arte brasileira surgida na década de 1960 e expoente do Novo Realismo.
A exposição reúne 35 obras entre serigrafia, litogravuras, pinturas e objeto-instalação. As obras articulam críticas sociais em meio as transformações políticas e urbanas do Brasil, bem como influência da "Pop Art" com cores vibrantes, retículas e referências aos quadrinhos que refletem sobre a cultura de massa e comunicação. 
A programação da noite propõe um bate papo com apresentação e interação da obra "Rua de Dentro" do artista Matheus Chão de Palha, visita mediada a exposição e show musical "Reggae da Bahia" com a Banda Levante Resistência, os ingressos estão disponíveis no Sympla a R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia).
Serviço:
O quê - Vernissage Canteiro de Obras + Show "Reggae da Bahia"
Quando - 14/03/2026 às 19 horas
Onde - Centro Cultural e Restaurante Sesc Feira de Santana
Valor - R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia e credencial Sesc)
Ingressos disponíveis no Sympla
Enviado por Hygor da Silva Almeida

Psicóloga Maria Cosmo com agenda aberta

Psicologia para Mulheres - Atendimento Online

 
Cuidar da mente também é um ato de coragem e, para muitas mulheres, o peso da rotina, da autocobrança e das demandas emocionais acaba sendo carregado em silêncio. A psicóloga Maria Cosmo oferece atendimento online voltado especialmente para mulheres que desejam viver com mais leveza, clareza emocional e fortalecimento interno, mesmo em meio à correria do dia a dia.
Com uma abordagem acolhedora, ética e centrada no processo individual de cada paciente, Maria conduz um trabalho voltado para temas como ansiedade, sobrecarga mental, autoestima, limites, relacionamentos e autoconhecimento, sempre respeitando a história, o ritmo e os objetivos de cada mulher.
O diferencial do atendimento de Maria Cosmo está na combinação entre escuta sensível e direcionamento prático, ajudando a paciente a compreender padrões emocionais, organizar pensamentos e desenvolver recursos para lidar com desafios reais do cotidiano. Por ser online, o acompanhamento também facilita a constância terapêutica para quem mora em outra cidade ou até fora do Brasil, com conforto e privacidade.
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Contagem regressiva: faltam dois meses para fechamento do cadastro eleitoral

Até 6 de maio, poderão ser realizados os seguintes serviços: emissão da 1ª via do título de eleitor, transferência de domicílio eleitoral, alteração do local de votação, dentre outros


Daqui a dois meses o cadastro eleitoral será fechado. Isso significa que eleitoras e eleitores têm até o dia 6 de maio para solicitar a primeira via do título, regularizar a situação eleitoral, coletar a biometria, solicitar a transferência do local de votação, entre outros serviços. 

O encerramento do cadastro ocorre 150 dias antes do primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para 4 de outubro, conforme estabelece o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições). É uma medida prevista em todos os anos eleitorais e tem como objetivo garantir a preparação do pleito. 

Locais de atendimento

Os postos de atendimento da Justiça Eleitoral estão disponíveis em toda a Bahia e podem ser procurados de forma antecipada. No portal do TRE-BA, é possível consultar os endereços e horários de funcionamento das unidades na capital e no interior. Também é possível realizar diversos procedimentos de forma on-line, por meio do Autoatendimento Eleitoral, disponível no site do Tribunal.

Documentação

Para o atendimento, é necessário apresentar documento oficial de identificação com foto (original) e comprovante de residência atualizado, emitido há, no máximo, três meses. Nos casos de emissão da primeira via do título, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do modelo antigo não será aceita isoladamente. Homens que completam 19 anos em 2026 devem apresentar também o certificado de quitação do serviço militar.

Impedimentos

As eleitoras e os eleitores que deixaram de votar ou justificar poderão enfrentar impedimentos, como emissão de passaporte, posse em cargo público, renovação de matrícula em instituição de ensino, entre outros. 

Quem estiver com o título cancelado não poderá votar nas Eleições deste ano e, além disso, estará sujeito às restrições mencionadas.

Confira também:

https://www.tre-ba.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Marco/tre-ba-alerta-falta-de-regularizacao-do-titulo-ate-6-de-maio-pode-gerar-impedimentos-a-populacao

 Enviado por ASCOM TRE-BA

Não foi o Ocidente que começou esta guerra

 O único estadista europeu que apoiou a ofensiva de Israel e dos EUA foi Zelensky. Porque, tal como Israel, não pode ignorar a guerra que a teocracia iraniana declarou contra o Ocidente. 

Rui Ramos para o Observador:

É tão fácil condenar e criticar a ofensiva de Israel e dos EUA contra o Irão, ou duvidar do seu resultado. Para condenar, lá está o curioso direito internacional, cujos rigores só se aplicam a dois países no mundo (Israel e os EUA). Para criticar, enumera-se tudo o que pode correr mal, como se tudo estivesse a correr bem antes. Para duvidar, explica-se que o Irão nunca será a Suíça, como se só a transformação do Irão numa Suíça pudesse justificar o esforço de o desarmar.
Valerá a pena perder tempo com tais argumentos? São apenas buracos para as avestruzes meterem a cabeça. Nenhum toca o problema fundamental: a razão de ser da teocracia iraniana é a guerra apocalíptica contra o Ocidente. Por isso, tem promovido agressões terroristas, ajudado Putin e trabalhado para adquirir armas que lhe permitam devastar Israel. Para os seus líderes, tão fanáticos como corruptos, não há limites. Viu-se em Janeiro, quando massacraram dezenas de milhares de opositores. Vê-se agora, quando procuram alargar a guerra bombardeando quase todos os seus vizinhos.
Não foi o Ocidente que começou esta guerra. O que o Ocidente está a fazer é tentar pôr-lhe termo. Durante anos, esperou que sanções e diplomacia contivessem o Irão. Os mullahs contornaram as sanções, e tourearam a diplomacia. Com a Rússia e a China interessadas nos seus recursos e na sua agressividade, não estão sozinhos. O povo iraniano sofre as restrições económicas. Ao regime, porém, nunca faltaram armas e dinheiro para sustentar braços armados no Líbano, em Gaza, ou no Iémen. Em Junho passado, Israel e os EUA atacaram as suas instalações nucleares. Os mullahs preparavam-se agora para as recuperar. Contaram sempre, para se manterem impunes, com a aversão a riscos e a divisão de opiniões no Ocidente. Não contaram, porém, com Donald Trump. Trump fez duas coisas. Primeiro, concluiu que o risco de o Irão arranjar mísseis com ogivas nucleares capazes de alcançar Jerusalém, Paris ou Nova Iorque é maior do que todos os riscos de o tentar desarmar à força. Segundo, e ao contrário do que é costume na política de hoje, decidiu não deixar o problema para os seus sucessores resolverem.
Não por acaso, o único estadista europeu que apoiou a ofensiva de Israel e dos EUA foi Zelensky. Porque a Ucrânia depende, na sua guerra com a Rússia, do apoio americano? Talvez, mas também porque o presidente ucraniano está há anos sob ataque do Irão, grande fornecedor de armas a Putin. Zelensky não pode ignorar a guerra que a ditadura clerical de Teerão declarou desde a sua origem contra o Ocidente. Tal como Israel, a quem os ayatollahs prometem regularmente o aniquilamento. Os outros líderes europeus, porém, acharam que podem fingir que esta é uma guerra que nada tem a ver com eles. É uma ilusão patética, e não apenas porque a Europa estaria na mira dos mísseis e drones iranianos logo que a pudessem alcançar. O "islamo-gauchisme", isto é, a aliança entre o jihadismo e o esquerdismo para voltar as comunidades muçulmanas da Europa contra as democracias liberais tem na teocracia iraniana uma das suas inspirações. O Daily Telegraph deu conta esta semana das homenagens a Khamenei nas universidades britânicas. Uma teocracia triunfante seria um estímulo para a violência jihadista, como foi o Estado Islâmico.
Ao arriscarem o confronto directo com a ditadura iraniana, Israel e os EUA facilitaram a vida aos Pilatos que, na Europa, lavam as mãos. Podem fazê-lo agora à vontade, confortados pela ideia de que alguém está a lidar por eles com o perigo. Talvez até, em segredo, rezem para que tudo corra bem.

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