O livro "O Processo de Cassação da Rádio Cultura", organizado por Dimas Oliveira, agora faz parte do acervo da Biblioteca Municipal Monteiro Lobato, em Boa Vista do Tupim. O amigo tupinense David Macedo Fraga foi quem fez a entrega da doação à direção. A publicação foi lançada em 13 de julho de 2018.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
Na Biblioteca de Boa Vista do Tupim
O livro "O Processo de Cassação da Rádio Cultura", organizado por Dimas Oliveira, agora faz parte do acervo da Biblioteca Municipal Monteiro Lobato, em Boa Vista do Tupim. O amigo tupinense David Macedo Fraga foi quem fez a entrega da doação à direção. A publicação foi lançada em 13 de julho de 2018.
Agro é fundamental
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
Roteiro do Orient CinePlace Boulevard
Por Dimas Oliveira e Milena Batista
LANÇAMENTO NACIONAL
O MORRO DOS VENTOS UIVANTES (Wuthering Heihghts) de Emerald Fennell, 2026. Com Margot Robbie,Jacob Elordi, Hong Chaw e Alison Oliver. Drama romântico. A paixão proibida de Catherine e Heathcliff, a princípio romântica, torna-se inebriante em um conto épico de luxúria, amor e loucura. Uma história de amor apaixonada e tumultuada que tem como pano de fundo os pântanos de Yorkshire, explorando um relacionamento intenso e destrutivo. Cópia dublada. Duração: 136 minutos. Não recomendado para menores de 16 anos. Horários: 15h45, 18h20 e 21 horas.
CONTINUAÇÕES
STRAY KIDS: THE DOMINATE EXPERIENCE (Stray Kids: The DominATE Experience) de Paul Dugdale e Farah Khalid, 2025. Documentário musical. O filme-concerto sobre o grupo coreano registra as apresentações com ingressos esgotados do grupo de K-pop Stray Kids no SoFi Stadium, em Los Angeles, combinando imagens dos shows da turnê mundial dominATE com material de bastidores. O filme destaca a energia dos shows e momentos exclusivos para os fãs. Duração: 144 minutos. Classificação: Livre. Horário: 13 horas.
O PRIMATA (Primate), de Johannes Roberts, 2025. Com Johnny Sequoyah e Jessica Alexander. Terror.. A universitária Lucy vai passar férias em casa com a família e aproveita a ausência do pai para organizar uma festa na piscina. No evento, seu chimpanzé de estimação surge irreconhecível e agressivo, contaminado com raiva, forçando o grupo a buscar algum jeito de escapar da fúria do animal. Terceira semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 18 anos. Duração: 89 minutos. Horário: 15h10.
A EMPREGADA (Housemaid), de Paul Feig, 2025. Com Sydney Sweeney, Amanda Seyfried e Brandon Sklenar. Suspense. Millie é uma mulher passando por dificuldades que se sente aliviada com a chance de um novo começo como empregada doméstica de Nina e Andrew, um casal rico. Logo, ela descobre que os segredos da família são muito mais perigosos do que os seus. Quarta semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 16 anos. Duração: 131 minutos. Horários: 15h30, 18h05 e 20h40.
O AGENTE SECRETO, de Kleber Mendonça Filho, 2025. Com Wagner Moura e Maria Fernanda Cândido. Drama. Em 1977, um especialista em tecnologia foge de um passado misterioso e retorna à sua cidade natal, Recife, em busca de paz. Duração: 161 minutos. Não recomendado para menores de 16 anos. Horários: 17h05 e 20h15.BOB ESPONJA: EM BUSCA DA CALÇA QUADRADA (The SpongeBob Movie: Search For Square Pants), de Derek Drimon, 2025. Animação. Na esperança de provar sua bravura ao Seu Sirigueijo, Bob Esponja segue um misterioso e aventureiro pirata fantasma conhecido como Holandês Voador em uma aventura marítima. Oitava semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 96 minutos. Horário: 13h30.
ZOOTOPIA 2 (Zootopia 2), de Jared Bush e Byron Howard, 2025. Animação. Agora parceiros inseparáveis, a coelha Judy Hopps e a raposa Nick Wilde enfrentam o desafio mais perigoso de suas carreiras. Décima segunda semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 108 minutos. Horários: 13 horas, 15h20 e 17h40.
Programação - sujeita a alteração - até quarta-feira, 18 de fevereiro.
Mais uma adaptação cinematográfica de "O Morro dos Ventos Uivantes"
A primeira adaptação cinematográfica do livro da escritora britânica Emily Bronte (1818-1848), sobre amantes infelizes que destroem a si mesmos e a todos ao seu redor, foi em 1920 com "O Morro dos Ventos Uivantes", de A. V. Bramble, com Colette Bretell e Milton Rosmer.
Em 1939, "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de William Wyler, com Merle Oberon e Laurence Olivier (Foto 3), mais David Niven, Flora Robson, Geraldine Firzgerald e Leo G. Carroll. Teve oito indicações ao Oscar - Filme, Diretor, Ator, Atriz Coadjuvante, Roteiro, Direção de Arte, Música e Fotografia, que levou a única estatueta.
Em 1954, Luis Bunuel realizou "Escravos do Rancor" (Abismos de Pasión), uma recontagem parcial de "O Morro dos Ventos Uivantes" no México do século XIX. Com a atriz brasileira (do Rio de Janeiro, radicada no México) Irasema Dilián e Jorge Mistral (Foto 2).
Em 1970, "O Solar dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Robert Fuest, com Anna Calder-Marshall e Timothyy Dalton.
Em 1992, "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Peter Kosminsky, com Juliette Binoche e Ralph Fiennes.
Em 2011, "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Andrea Arnold, com Kaya Scodelario e James Howson. Produção do Reino Unido e Bélgica.
O livro rendeu ainda três filmes para a televisão, em 1948, 1962, 1998 e 2003, duas séries para a TV em 1967 e 1978, e uma minissérie em 2009.
Agora, em 2026, com lançamento nacional nesta quinta-feira, 12, "O Morro dos Ventos Uivantes" (Wuthering Heights), de Emerald Fennell, com Margot Robbie e Jacob Elordi. No Orient CinePlace Boulevard, com cópia dublada, e sessões às 15h45, 18h20 e 21 horas.
Tombamento do Monumento Relógio Rotary será solicitado
Rotary Clube pede ao prefeito José Ronaldo instauração do procedimento administrativo
Monumento Relógio Rotary, em 2021 (Foto: Franz Reuter)
O Rotary Club de Feira de Santana vai solicitar do prefeito José Ronaldo o Tombamento do Monumento Relógio Rotary como Patrimônio Cultural Municipal. Para tanto solicitará a instauração do procedimento administrativo visando ao determinado objetivo.
O Relógio Rotary, construído por iniciativa do primeiro clube de Rotary da cidade, consolidou-se, ao longo do tempo, como marco urbano, referencial simbólico e elemento integrante da memória coletiva da cidade, ultrapassando sua função original para assumir relevante significado histórico, cultural, social e urbanístico.
Trata-se de um bem que expressa, de forma material, a contribuição do Rotary para o desenvolvimento urbano e para a promoção dos valores de cidadania, cooperação e serviço à comunidade, razão pela qual sua proteção legal representa um ato de reconhecimento institucional e de preservação da memória urbana de Feira de Santana.
Nesse sentido, o Rotary Club encaminhará um Dossiê Técnico de Tombamento, contendo histórico, justificativa, fundamentação legal e caracterização do bem, com vistas a subsidiar a análise pelos órgãos municipais competentes e a deliberação do Conselho Municipal de Cultura, culminando com a edição do respectivo Decreto de Tombamento.
O presidente Ruy Sandes Leal Filho, em nome dos rotarianos, conta com a sensibilidade do prefeito Josér Ronaldo para "as causas relacionadas à preservação do patrimônio cultural e à valorização da história da cidade".
Na justificatica da solicitação, o Rotary Club coloca que "o monumento ultrapassou sua função utilitária original para tornar-se referência espacial, ponto de encontro, elemento identitário e símbolo da cooperação entre sociedade civil organizada e poder público."
Dizs mais que "no longo do tempo, o Relógio Rotary consolidou-se como parte da memória coletiva urbana, integrando o cotidiano da cidade, aparecendo em relatos orais, fotografias, registros jornalísticos e na vivência afetiva da população."
Assim, o tombamento se justifica por: "Valor histórico, como testemunho da ação cívica do Rotary em Feira de Santana; Valor cultural e simbólico, enquanto marco identitário da cidade; Valor urbanístico, compondo a paisagem e a leitura histórica do espaço público; e Valor social, por integrar práticas de sociabilidade urbana e memória afetiva local."
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Mostra inédita de Sarah Maldoror, no Centro Cultural Banco do Brasil, celebra o legado anticolonial e a estética revolucionária da cineasta franco-guadalupense
31 títulos destacam papel pioneiro na história dos cinemas negros e de mulheres
Crédito: BJ Nikolaisen (divulgação)
Aimé Césaire, the mask of words, Sarah Maldoror, 1987, 47 minutos, Estados Unidos, Martinica. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Dez anos após realizar seu primeiro filme em torno do poeta surrealista, dramaturgo, ativista e político martinicano Aimé Césaire, Sarah Maldoror volta a esta figura na ocasião em que recebe uma importante homenagem nos EUA. Ideólogo do conceito de "negritude", na entrevista que concede a Maldoror, Césaire fala de sua trajetória, reflete sobre história, colonialismo, preconceitos e sobre o papel da poesia.
Aimé Césaire - un homme une terre, Sarah Maldoror, 1976, 52 minutos, França, Martinica. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Aimé Césaire foi surrealista, ensaísta, ativista e um dos fundadores do movimento da Negritude, uma corrente artística e política progressista que defendia a cultura negra, fortemente ligada a ideais marxistas e anticoloniais.
Et les chiens se taisaient, Sarah Maldoror, 1976, 13 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Peça teatral cuja narrativa foca na rebelião de um homem contra a escravização de seu povo, filmada no interior do Musée de l'Homme, em Paris. Com atuações de Gabriel Glissant e Sarah Maldoror.
Carnival en Guinée-Bissau, Sarah Maldoror, 1980, 13 minutos, Guiné-Bissau. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Um curta-metragem documental que aborda como os habitantes da Guiné-Bissau enxergam sua identidade e cultura negra, tendo como pano de fundo a celebração anual do Carnaval.
Sinopse: A Ilha do Fogo, em Cabo Verde, é o cenário deste documentário dos anos 70 produzido pelo governo revolucionário do novo país, no qual a diretora optou por uma abordagem antropológica. O filme lança um olhar belíssimo sobre uma nação no início de sua independência.
Léon G. Damas, Sarah Maldoror, 1995, 24 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Um curta sobre o cofundador da revista L'Étudiant Noir, que promoveu a conscientização cultural negra, colaborador da Présence Africaine, poeta, deputado guianense, representante da UNESCO e combatente da resistência francesa.
Un Masque à Paris: Louis Aragon, Sarah Maldoror, 1978, 13 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Sarah Maldoror entrevista, neste documentário, Louis Aragon, poeta e figura fundamental do surrealismo francês. Ao mesmo tempo, questiona a forma como o movimento surrealista – nos períodos entre e pós-guerra – encarou a questão racial, do “outro” e da afirmação de outras identidades.
Monangambeee, Sarah Maldoror, 1968, 16 minutos, Angola. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Os abusos dos traficantes de escravos portugueses em sua colônia de Angola são retratados por meio da tortura de um prisioneiro, fundamentada na ignorância e na incompreensão.
L'hôpital de Leningrad, Sarah Maldoror, 1983, 58 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Uma história de prisão política ambientada em um hospital psiquiátrico, onde a polícia estatal de Stalin colocava seus opositores. A narrativa é fiel ao texto original, um conto do escritor russo Victor Serge.
René Depestre, poète haïtien, Sarah Maldoror, 1981, 5 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Pequeno documentário sobre René Depestre, poeta e antigo ativista comunista, umas das mais importantes figuras da literatura do Haiti.
Sambizanga, Sarah Maldoror, 1972, 97 minutos, Angola, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Domingos é membro de um movimento de libertação africano, preso pela polícia secreta portuguesa, após eventos sangrentos em Angola. Ele não trai seus companheiros, mas é espancado até a morte na prisão, e sem saber que ele morreu, sua esposa percorre diversas prisões, tentando em vão descobrir o seu paradeiro.
Un dessert pour Constance, Sarah Maldoror, 1981, 63 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Nos anos 70, Bokolo e Mamadou, varredores na cidade de Paris, buscam uma maneira de custear o retorno para casa de um de seus companheiros doentes.
La battaglia di Algeri, Gillo Pontecorvo, 1966, 121 minutos, Argélia e Itália. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Nos anos 1950, o medo e a violência aumentam à medida que o povo da Argélia luta pela independência do governo francês. Sarah Maldoror foi assistente de Pontecorvo nas filmagens.
Elles, Ahmed Lallem, 1966, 22 minutos, Argélia. Classificação: 14 anos.
Sinopse: No período pós-independência, estudantes argelinas do ensino médio falam sobre suas vidas e comentam como vislumbram o futuro, a democracia e o seu lugar na sociedade. Sarah Maldoror foi assistente de Lallem nas filmagens.
Sans soleil, Chris Marker, 1983, 104 minutos, França. Classificação: 14 minutos.
Sinopse: Uma mulher narra os escritos contemplativos de um viajante do mundo experiente, com foco no Japão contemporâneo.
L'héritage de la chouette - "Logomachie ou Les mots de la tribu", Chris Marker, 1990, 27 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Cineastas ensaístas como Marker e Godard adoram jogos de palavras. Aqui, conforme as imagens mostram como vocábulos de origem grega permeiam a nossa mídia, as placas de rua e até mesmo os grafites, mergulhamos, sob uma perspectiva semiótica, nas bases da própria fala.
Préface à Des fusils pour Banta, Mathieu Kleyebe Abonnenc, 2011, 28 minutos, França. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Uma elegia ao filme perdido de Sarah Maldoror, "Fuzis para Banta", filmado em 1970 na Guiné-Bissau, durante a guerra de independência e confiscado durante a montagem, na Argélia. Abonnenc estrutura seu filme em torno das fotografias de cena, das anotações do roteiro e de conversas com Sarah Maldoror.
Alma no olho, Zózimo Bulbul, 1973, 11 minutos, Brasil. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Metáfora sobre a escravidão e a busca pela liberdade por meio da transformação interna do ser, em um jogo de imagens de inspiração concretista.
Ôrí, Raquel Gerber, 1989, 100 minutos, Brasil. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Um olhar sobre o movimento negro brasileiro entre 1977 e 1988, a partir da relação entre o Brasil e a África.
Cais, Safira Moreira, 2025, 70 minutos, Brasil. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Dois meses após o falecimento de sua mãe Angélica, Safira viaja em busca de encontrá-la em outras paisagens. Num curso fluvial, o filme percorre cidades banhadas pelo Rio Paraguaçu, na Bahia, e pelo Rio Alegre, no Maranhão, para imergir em novas perspectivas sobre memória, tempo, nascimento, vida e morte.
Ilha do tesouro
Isla del tesoro, Sara Gómez, 1969, 9 minutos, Cuba. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Uma curta evocação poética de Sara Gómez sobre a Ilha de Pinos, a ilha onde Fidel Castro foi preso por Batista e onde a revolução constrói uma nova sociedade. O filme apresenta uma justaposição da prisão Presídio Modelo com a produção de cítricos.
Uma ilha para Miguel
Una isla para Miguel, Sara Gómez, 1968, 22 minutos, Cuba. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Miguel, um de 12 filhos oriundos de um bairro pobre de Havana, é enviado pela família para a "Isla de Pinos", para se tornar um novo homem. Gómez aponta a sua câmara para este território, para onde os marginalizados (jovens, negros, pobres, homossexuais, religiosos, hippies) eram enviados para trabalho e reeducação forçados.
Na outra ilha
En la otra isla, Sara Gómez, 1968, 41 minutos, Cuba. Classificação: 14 anos.
Sinopse: Sara Gómez entrevista habitantes da Ilha da Juventude, em Cuba (então conhecida como Ilha de Pinos), capturando suas perspectivas sobre diversas questões sociais.















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