Opção de transferência bancária para a Pessoa Física: Dimas Boaventura de Oliveira, Banco do Brasil, agência 4622-1, conta corrente 50.848-9

Clique na imagem

*

*
Clique na logo para ouvir


Telefones: (71) 3634-6194/ 6197/ 6060 - (71) 99965-4537 * E-mails: cpl@construtorapereiralima.com.br - construtoraplima@terra.com.br * Site: https://construtorapereiralima.com.br/


Pré-Venda para Pré-Estreia e Lançamento

Pré-Venda para Pré-Estreia e Lançamento
Dia 21/04: 20h30 - Dias 22 a 29/04: 13 - 15h40 - 18h20 - 21 (Dublado)

terça-feira, 14 de abril de 2026

Sobre "Como Nasce uma Cidade"



Na próxima sexta-feira, 17, às 19h30, na Sala Dimas Oliveira do Casarão Fróes da Motta, mais uma edição do Cinema no Casarão, proporcionada pela Fundação Senhor dos Passos, através do Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie E. Poppino. Na programação, dois documentários: "Memórias Videográficas de Feira de Santana", de Reinaldo Bacellar e Marcos Pérsico, de 2006; e "Como Nasce uma Cidade", de Olney São Paulo, 1973. Carlos Brito e Ângelo Pinto fazem as apresentações dos filmes.
Sobre o documentário de Olney São Paulo
Em 1973, Feira de Santana comemorou centenário (1873-1973)Então, 16 de junho era o Dia da Cidade. Depois desse acontecimento, algum tempo depois, há quase 25 anos, desde 2000, que 18 de setembro (1833) é a data da cidade oficializada pela Câmara Municipal. 

Como um típico projeto de governo da época - o prefeito era José Falcão, que aparece com seu secretariado e tem agradecimento nos créditos - o documentário "Como Nasce uma Cidade", de Olney São Paulo, foi realizado para marcar a comemoração do centenário. 

O curta, pouco mais de 10 minutos de duração, é um importante registro cinematográfico e histórico sobre o desenvolvimento comercial na cidade. 

Uma cidade feira: Sertão, Feira livre, Feirantes, Maria Quitéria, Painel de Lênio Braga, Micareta, Lucas da Feira, Eurico Boaventura, Indústria, El Dorado, Passagem. Uma feira de cidade.

A produção foi da Pilar Filmes, com produção executiva de Maria Augusta São Paulo. Além da direção, Olney foi responsável pelo roteiro. A fotografia foi de Ronaldo Foster e a montagem de Manfredo Caldas. Tem narração de Ecchio Reis. Como sub-título "Feira de Santana - Cem Anos de Existência".

Na trilha sonora tem "Cidade Mulher", de Noel Rosa; "Eu Só Quero um Xodó", de Dominguinhos e Anastácia; "Em Busca do Ouro", de Ruy Maurity e Zé Jorge; e "Ouro e Prata", de Franz Lehar.

O filme foi resgatado e digitalizado em DVD pela Fundação Senhor dos Passos, através do Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie E. Poppino, inserido na coleção número 03 de "Fragmentos da História de Feira de Santana".

segunda-feira, 13 de abril de 2026

A vida como exemplo I

Lembranças de minha avó Marie Laurette Vergnes


Casal André Sylvain Vergnes e Marie Laurette Vergnes 

Por Fábio Veloso

Apesar dos esforços de reconstrução e do Plano Marshall, a Europa ainda sentia os efeitos da 2ª Guerra Mundial, fato que encorajou significativas marchas migratórias para "as Américas". Foi em meio a esse cenário que, em janeiro daquele ano, o casal André Sylvain Vergnes e Marie Laurette Vergnes deixou Toulouse, sul da França, a bordo de um navio com destino ao Brasil. Viagem longa, austera e difícil, principalmente para a jovem Marie, então grávida. 

A intenção inicial era seguir para a Argentina. Mas, quis o destino - e certa dose de vontade da gestante - que as raízes da nova vida fossem fincadas no Brasil. 

Na trilha dessa decisão, a filha do casal nasceu em 30 de maio de 1955, na capital paulista, onde haviam desembarcado. A então pequenina Martine Christiane Vergnes reafirmou no coração do casal um vínculo de amor e dedicação que duraria a vida inteira. 

Começo difícil, como previsto. Novo e longínquo país, dificuldade de comunicação decorrente do natural desconhecimento da língua portuguesa, com vínculos familiares, amizades e pátria-mãe a milhares de quilômetros de distância, do outro lado do Oceano Atlântico. 

Mas, a disposição do casal ao trabalho e a vocação do Brasil a ser mãe gentil propiciaram contatos que, na pessoa do Dr. Dival Pitombo, levaram a jovem família à cidade de Feira de Santana-BA quando Martine tinha apenas um ano de vida. Estabeleceram-se na casa de nº 553 da Rua Leolinda Bacelar, bairro Kalilândia. Logo se tornaram conhecidos: ele, como "Seu André"; ela, "Dona Laurette". 

Seu André havia servido às forças armadas de seu país, como piloto de avião em combate ao nazismo durante a 2ª Guerra Mundial. Já em terras brasileiras, dedicou-se ao magistério, lecionando francês nos colégios Santanópolis, Normal e São Gonçalo. Ensinar era, a um só tempo, reverenciar a sua cultura de origem e ampliar os horizontes de todos na nova casa.

Por sua vez e na esteira do curso que fizera na França, Dona Laurette atuou como enfermeira e parteira no Brasil. Fez da profissão um sacerdócio, numa rotina de trabalho que, na prática, significava estar de plantão ininterrupto todos os dias, já que os recursos então disponíveis não propiciavam a margem de agendamento de partos dos dias atuais. E foi assim que cerca de três mil bebês vieram ao mundo por suas habilidosas e incansáveis mãos, em diferentes dias, horários, feriados, datas festivas, noites e madrugadas. 

Ela, que também trabalhara como enfermeira na referida guerra, redimensionou a sua vocação laboral no Brasil. Lá na França, atuava para socorrer feridos e evitar mortes. Tratava-se de evitar o fim. Aqui, suas amorosas mãos traziam vida. Tratava-se de proporcionar o começo. 

Em casa, Dona Laurette era uma esposa, mãe, avó e sogra cuidadosa e amorosa. Seu talento culinário resultava em saborosas refeições, tanto da cozinha francesa (ah, aquela terrine au foie gras!) como local, a exemplo do seu inesquecível vatapá. Gostava da família reunida em longos almoços dominicais, com boa mesa, um belo vinho e, principalmente uma agradável prosa para compartilhar afeto em família. 

São histórias de vida cujo fio condutor foi o amor, em suas mais diversas expressões: amor à família, aos amigos, ao trabalho, à França (eternamente viva em seus corações), ao Brasil e a Feira de Santana, que os acolheu com particular generosidade. 

A trajetória de Seu André e Dona Laurette está marcada na história feirense, deixando um legado que permanece absolutamente indelével na memória de todos. Fizeram da vida um exemplo! 

Merci, Seu André e Dona Laurette! 

Fábio Velloso, neto emprestado, é promotor de Justiça

Post Scriptum: 

O livro "Betina", de Conceição Carvalho, lançado em 31 de julho de 2025, é dedicado, in memoriam, entre outras pessoas, a Marie Laurette Vergnes - sage femme e enfermeira - pelas três mil vidas que vieram ao mundo por suas mãos, menos no Hospital Dão Pedro de Alcântara e incontáveis atendimentos domicilares.

A vida como exemplo II

 Lembranças de minha avó Marie Laurette Vergnes


Casal André Sylvain Vergnes e Marie Laurette Vergnes 

Por Ronna Velloso

Minha avó, Marie Laurette Vergnes, era uma mulher extraordinária, agradável, forte… tenho muitas lembranças e graças a Deus pude conviver muito com ela. 

Adorava sua casa, sempre bem arrumada e organizada. Aos 11 anos, eu estudava no Colégio Castro Alves e ela me levava, me pegava e fazia meu almoço. E que almoço, filé selado na hora, arroz com alho, purê de batata, uma salada francesa fantástica, tudo tão rápido e tão delicioso. 

À tarde eu ia para o curso de inglês, para o balé, para banca. Andávamos muito pela Kalilândia e na volta para casa, algumas vezes comprávamos pão de açúcar, que eu comia com café com leite, um sabor, que eu consigo sentir agora. 

Na casa de minha avó eu ficava até meus pais me pegarem à noite. Um fato engraçado é que eu poucas vezes dormia lá, minha avó acordava muito cedo para caminhar, umas 4/5 horas, e numa dessas vezes, eu acordei e ela já tinha saído, por isso fiquei com medo e para ligar para minha mãe, tive que pedir a uma amiga que ligasse de volta porque a linha era a mesma, coisas da época do telefone fixo. 

Ela se aborrecia quando abríamos a geladeira à toa, sempre perguntava o que a gente queria abrindo…rsrs. As lembranças também remontam de quando eu era ainda mais nova, nos veraneios em Cabuçu. É tão viva a lembrança de minha avó com a canga amarrada alta, no busto, e nós duas ou com Jordanna descendo para ir para praia… lá ficávamos durante toda a manhã, e mesmo muito branquinha, ela conseguia e adorava ficar horas no mar, sempre comprando picolé de manga ou amendoim. 

Às vezes, me recordo de uma vez, saímos de lancha com Modezil (Cerqueira), um amigo de meus pais, só eu e ela. Outras vezes, antes de voltar para casa, eu pedia um banho de piscina na casa de Marcelo, também amigo da família. 

Volto a Feira de Santana e retomo a um dos Natais, em que me recordo do seu conjunto de linho, o cabelo bem arrumado, com laquê, unhas bem feitas, e assim sentave-se na varanda, a primeira, a esperar pelas comemorações. 

Eu quis que ela fosse morar comigo em Salvador, quando fui fazer o segundo grau, e ao seu lado, em um colchão, eu dormi, por dois a três anos. Nunca brigamos, poucas vezes discutimos. Minha admiração será eterna. São tantas recordações, tantas lembranças vivas e por isso, não me sinto longe dela, me sinto tão próxima quanto em todos esses momentos.

Ronna Velloso, neta, é médica

Post Scriptum: 

O livro "Betina", de Conceição Carvalho, lançado em 31 de julho de 2025, é dedicado, in memoriam, entre outras pessoas, a Marie Laurette Vergnes - sage femme e enfermeira - pelas três mil vidas que vieram ao mundo por suas mãos, menos no Hospital Dão Pedro de Alcântara e incontáveis atendimentos domicilares.


A vida como exemplo III

Lembranças de minha avó Marie Laurette Vergnes


Casal André Sylvain Vergnes e Marie Laurette Vergnes 

Por Jordanna Vergnes

Como era esperado, emocionei-me muito ao transcrever as lembranças que tenho de minha avó, e, dei muitas risadas também. Tenho certeza, que por mais que eu tente, não vou conseguir transmitir inteiramente, com a mesma intensidade que proporcionados a mim, os gestos de uma pessoa tão doce, acolhedora, compreensiva e generosa, como foi minha avó.

Lembro-me muito dos dias em que ficávamos na casa minha avó. Ao voltarmos da escola, por vezes almoçávamos e passávamos à tarde lá. Eu amava almoçar na casa de minha avó! Se há um cheiro que me traz lembranças são as suas batatas gratinadas! Como eu amava! Para merenda, ela ainda nos preparava seu famoso crepe suzzete recheado com açúcar ou Nescau! Há pouco tempo comentei com minha mãe, que me deu vontade de comer um crepe como o de minha avó, e que tinha feito para mim e para minha filha. Mas o de minha avó, comentávamos, era fininho e chegava derreter na boca junto com o açúcar. Não há igual. Como era delicioso.

Entre as recordações mais marcantes, lembro-me também que, durante a semana, ao entardecer, nós íamos a pé para a Padaria Progresso, que ficava próxima a sua residência, para comprar pão de açúcar. Ainda posso sentir o aperto de sua mão, quando, para caminhar melhor, precisava apoiar-se em meu braço direito. E nós duas íamos conversando e eu, ainda não tinha noção de como aquele momento no meu dia, fazia-me bem.

Algumas vezes, ela ainda nos apresentava especiarias francesas, como por exemplo o escargot, trazidos em uma de suas viagens para França. Ela preparou com alho, manteiga e salsa. Eu amo até hoje. Em algumas oportunidades que tive de novamente saboreá-lo, recordei do dia em que minha avó me apresentou essa especiaria pela primeira vez.

Ainda nas recordações de sua casa, lembro-me que minha avó teve dois cachorros, Lesse e Samir. Eram enormes, da raça Doberman e Fila (se não me falha a memória). Acredito que tenha sido meu primeiro contato com esses bichinhos, fazendo crescer um amor enorme por animais, especialmente por cães, na presença dos quais, convivo até hoje. E, recordo que minha avó tratava os cães dela com muito amor. Eles tinham uma casinha enorme e ficavam soltos no quintal. Inclusive, quem me presenteou com minha primeira cachorrinha, a babi, foi minha avó. No colo de minha avó, ela ficava durante toda a viagem de carro, nas férias de verão.

Por falar em férias de verão, recordo-me muito dos veraneios em Cabuçu. No início da manhã, bem cedo, ela nos levava para a praia e eu achava engraçado porque ela passava literalmente a manhã inteira no mar, na parte rasa, onde apenas era possível ver o seu grande chapéu que encobria sua face do sol forte e uma parte daquele maiô preto que ela sempre usava. Eu passava a manhã inteira nadando ao redor dela, e, todos os dias, nós tomávamos picolé! Os sabores preferidos dela eram de manga e amendoim.

Nos finais de tarde ela igualmente também nos levava para brincar na areia da praia. Eu ficava brincando com Ronna e ela ficava nos observando sentada em um banquinho, embaixo de uma amendoeira. Ainda posso sentir o cheiro do hidratante e do perfume que ela passava. Nessas horas sinto uma nostalgia e uma enorme vontade de voltar a ser criança e poder reviver esses dias.

E, em qualquer lugar, com o mesmo amor, sabia também impor limites a nossas traquinices de criança e, até hoje, eu e meus irmão lembramos com risos e com muito carinho de quando ela nos falava "non se faça de interressente", com seu português misturado no seu eternizado sotaque/idioma francês.

Lembro também que minha avó ficava conosco na casa de meus pais. Lá, ela também me levava para passear. Havia um terreno vazio, no qual tinha um enorme cajueiro e uma pedra na qual ela se sentava, e lá, estendíamos longas conversas.

Na noite, recordo de minha avó assistindo uma novela chamada "Terra Nostra". Ela gostava. Acho que em algum ponto se identificava, posto que a novela contava a história de centenas de pessoas, que haviam deixado o seu pais de origem, e cruzado o oceano para fugir da crise e viver uma nova vida no Brasil.

Ainda na casa de meus pais, não raras vezes nas madrugadas, a encontrava sozinha na cozinha, comendo sua manguinha. Ainda hoje, comento todas as vezes que como manga, quase que "no automático": "só lembro-me de minha vó".

Outra recordação é que minha vó sempre se cuidava e se arrumava. Ela era vaidosa, pedia para que eu, com uma pinça, retirasse os pelos de seu rosto. Passava spray fixador nos cabelos e ficava maravilhosa com suas unhas e batom vermelho que ela adorava. Ainda posso sentir o seu Chanel nº 5 no quarto.

Eu poderia passar dias escrevendo sobre minha avó, sobre o amor e doação dela por todos nós, sobre a lembrança da falta que ela me fazia quando ela viajava para França. Recordo-me, que quando ela viajava, à noite, sem que ninguém pudesse me ver, eu cheirava o perfume dela em algumas roupas dela deixadas no quarto, ao mesmo tempo em que eu chorava de saudade.

E assim foi e ainda é minha vó Marie Laurette Vergnes. Presença mesmo em sua "ausência".

Nós sabíamos que minha avó e meu avô haviam aprendido da maneira mais dura e profunda a valorizar e priorizar algumas coisas da vida, como por exemplo, o alimento que nos é ofertado todos os dias. Minha avó nos contava que enfrentou, em certo momento de sua vida, filas enormes para conseguir apenas um pão. Recordo-me que ela não deixava nada no prato e, se sobrasse em algum de nossos pratos, ela nos olhava nos olhos e perguntava delicada “você vai deixar?”, então ela puxava o prato e terminava-o.

E assim fui aprendo com minha avó, que passou para minha mãe, o que pretendo transmitir para minha filha, sua bisneta. Entre tantos ensinamentos, ver o lado bom da vida, ainda que as coisas possam parecer difíceis, pois como ela sempre repetia "pior é na guerra". Dessa forma, minha avó me ensinou a ser forte, seguir em frente e viver um dia de cada vez, sabendo apreciar e ser grata pelo que a vida nos proporciona no de dia hoje.

Assim, espero poder espelhar essa doçura e fortaleza para minha filha, Marcelle Marie, que carrega o "Marie" como uma singela homenagem a minha avó. Fisicamente, acho ela muito parecida com minha vó e com minha mãe. Sempre, através das fotos, comparamos os seus rostos. Por falar em foto, tenho uma que considero especial: eu e minha avó nos meus 15 anos. Entre outras, essa está guardada com muito carinho em nosso álbum, que fica em nossa sala e é "visitado" por Marcelle nos finais de semana.

Dessa forma, aos pouquinhos, vou revivendo essas lembranças e contando para Marcelle a história de minha vó que, acredito, está em algum lugar aguardando nosso reencontro. Por fim, como diz Marcelle Marie "minha bisavó virou estrelinha e me olha todo dia pela janela". Certamente, ela e meu avô estão juntos, olhando por nós.

Jordanna Vergnes, neta, é advogada

Post Scriptum: 

O livro "Betina", de Conceição Carvalho, lançado em 31 de julho de 2025, é dedicado, in memoriam, entre outras pessoas, a Marie Laurette Vergnes - sage femme e enfermeira - pelas três mil vidas que vieram ao mundo por suas mãos, menos no Hospital Dão Pedro de Alcântara e incontáveis atendimentos domicilares.

Aeroporto de Salvador retoma conexão com todos os estados do Nordeste

  • Salvador Bahia Airport registra um aumento de 38% no número de assentos disponíveis para destinos da região;
  • Operação da Gol para Teresina será retomada em agosto, com duas frequências semanais, às quintas e sábados;
  • Crescimento da oferta de assentos consolida posição da capital baiana como protagonismo na ligação entre o Nordeste e os demais estados do país.


partir do dia 13 de agosto, o Salvador Bahia Airport, integrante da rede Vinci Airports, retornará a operar voos diretos entre a capital baiana e Teresina, no Piauí. Oferecidos pela Gol, os voos terão duas frequências semanais: às quintas-feiras e aos sábados. A partida de Teresina ocorrerá às 11h45, com chegada no Aeroporto de Salvador às 13h30. Já no sentido inverso, a saída para a capital do Piauí acontecerá às 15h10, com chegada prevista às 17 horas. A distância entre os dois municípios poderá ser percorrida em menos de duas horas.

A retomada da conexão com a capital do Piauí marca um momento importante para o aeroporto de Salvador: a capital baiana passa a ter ligação aérea com todos os estados do Nordeste. Isso fortalece o importante papel de Salvador como um centro de conexão entre os demais estados da região com o restante do Brasil, além das rotas internacionais. 

O Salvador Bahia Airport conta com mais de 200 mil assentos para destinos no Nordeste, incluindo locais dentro da própria Bahia - um aumento de 38% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são referentes ao mês de abril. Juntas, cidades como Fortaleza, Natal e Maceió somam quase 72 mil assentos disponíveis. Dentre as variações positivas, a capital do Ceará teve um aumento de 91% na oferta de assentos.

O principal destino dentro do Nordeste é Recife, com 64 mil assentos disponíveis, um aumento de 37% em relação a abril de 2025. Já dentro da Bahia, o principal destaque é Porto Seguro, que saltou pouco mais de 3 mil assentos ofertados para mais de 12 mil, crescimento de 293% em um ano.

"A retomada da rota Salvador-Teresina representa mais um passo na expansão da nossa malha aérea. A partir dessa conexão, Salvador volta a integrar com todos os estados do Nordeste, fortalecendo as oportunidades de mobilidade, negócios e turismo. É uma ampliação estratégica que consolida o Salvador Bahia Airport como um dos principais impulsionadores da conectividade regional", destaca Julio Ribas, CEO da Vinci Airports no Brasil. 


Enviado por ComunicAtiva Associados


Bloomberg: Lula enfrenta 'fantasma do fracasso de Joe Biden'

Agência de notícias cita 'fracasso eleitoral', fantasma do ex-presidente americano e contração da economia brasileira

Por Tiago Vasconcelos

A comparação entre o presidente brasileiro Lula (PT) e o ex-presidente americano Joe Biden permanece em alta. Desta vez, a agência de notícias Bloomberg destaca que o petista "enfrenta o fantasma do fracasso eleitoral de Joe Biden", que foi forçado a desistir de sua campanha de reeleição, em 2024, após sofrer com altos índices de rejeição e fraco desempenho nas pesquisas eleitorais.

Segundo a agência, o fantasma do "fracasso eleitoral" tem como pano de fundo a alta na inflação e a contração da economia do Brasil, onde consumidores já perceberam a redução de tamanho das embalagens de produtos, mesmo enquanto preços continuam a subir ou permanecem inalterados.

"De barras de chocolate a café, o tamanho das embalagens está diminuindo mesmo com os preços se mantendo estáveis ou subindo - um fenômeno que está ganhando destaque na maior economia da América Latina agora que a inflação de alimentos disparou seis meses antes da eleição", diz a Bloomberg.

A situação da economia representa "risco" para o presidente Lula, que este ano vai tentar buscar seu quarto mandato à frente da Presidência da República.

Rejeição em alta

A última pesquisa do instituto Datafolha, divulgada no domingo (12), aponta que Lula é o pré-candidato a presidente com o maior índice de rejeição no Brasil. Segundo o levantamento, 48% dos eleitores disseram que não votariam no petista.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/

Projeto OCORPOÉUMAFOTONOESCURO segue com ações online após circulação no interior da Bahia




Após circular por municípios do interior da Bahia com performances literárias, o projeto OCORPOÉUMAFOTONOESCURO: Poesia e Performance segue ativo em ambiente virtual, ampliando o acesso do público à obra da escritora feirense Nívia Maria Vasconcellos.

A iniciativa passou pelas cidades de Tanquinho, Nordestina e Quijingue, promovendo apresentações que integram poesia, música e performance, além de atividades formativas como rodas de conversa, minissaraus e oficinas voltadas a estudantes da rede pública.

Agora, a circulação continua por meio da disponibilização gratuita de conteúdos digitais, incluindo e-book e audiobook do livro "Cãibra de Nó", além de registros e depoimentos sobre o processo criativo da obra, compartilhados no perfil da autora nas redes sociais.

Dirigido por Geovane Mascarenhas, o projeto propõe uma experiência sensorial da poesia ao articular voz, imagem, movimento e sonoridade ao vivo. Em cena, Nívia Maria Vasconcellos divide a performance com a musicista Dayane Sampaio, criando uma atmosfera imersiva que aproxima o público da palavra poética.

A circulação reafirma a presença da autora na cena contemporânea e evidencia a poesia como espaço de experimentação e diálogo entre linguagens artísticas.

Mais informações e acesso aos conteúdos estão disponíveis no Instagram da autora @niviamvasconcellos.

Oficina marca encerramento da circulação

Como etapa final do projeto, será realizada no próximo dia 17 uma oficina de declamação voltada a estudantes da rede pública no município de Nordestina. A atividade propõe aproximar os participantes da leitura poética, incentivando práticas de oralidade, expressão artística e interpretação de texto.

A ação integra as contrapartidas formativas da circulação e marca o encerramento do projeto, consolidando seu compromisso com a formação de público e o incentivo à leitura.

Conteúdos digitais ampliam alcance do projeto

Como forma de ampliar o alcance da circulação, o projeto disponibiliza gratuitamente o e-book e o audiobook do livro "Cãibra de Nó". A iniciativa busca democratizar o acesso à literatura contemporânea, permitindo que diferentes públicos tenham contato com a obra por meio de múltiplos formatos.

Além dos materiais, também são compartilhados conteúdos sobre o processo criativo da autora em suas redes sociais, fortalecendo o diálogo com o público para além das apresentações presenciais.

Equipe do projeto

Direção: Geovane Mascarenhas @geomasc
Performance: Nívia Maria Vasconcellos e Dayane Sampaio
Mediação: Mariana Paim
Assessoria de Imprensa: Cid Fiuza
Fotografia: Ana Reis
Design: Sério Magno
Libras: Jamile Costa e Noelma Ramos
Ilustrações Cãibra de Nó: Ana Noronha
Ilustrações OCORPOÉUMAFOTONOESCURO: Gabriel Ferreira

Serviço

O quê: Circulação do projeto OCORPOÉUMAFOTONOESCURO: Poesia e Performance
Quando: Online e dia 17 de abril
Onde: Virtual e presencial em Nordestina
Instagram da autora: https://www.instagram.com/niviamvasconcellos/

Enviado por Cid Fiuza

Bonfim de Feira recebe Retreta


O distrito de Bonfim de Feira, escolhido para a próxima apresentação do Projeto Retreta, carrega uma história que antecede a própria formação de Feira de Santana.

Com mais de dois séculos de existência, o local preserva tradições culturais, religiosas e sociais que fazem parte da identidade da região.

É nesse cenário que a Filarmônica 25 de Março se apresenta em 25 de abril, às 17 horas, em frente à Igreja Matriz, retomando o simbolismo dos coretos como espaços de encontro entre música e comunidade.

A escolha do distrito não é por acaso: ela reforça a proposta do projeto de valorizar territórios históricos e fortalecer a presença cultural fora do eixo central da cidade.

Enviado por Angelo Pinto

domingo, 12 de abril de 2026

Agora é Trump quem mandou fechar o Estreito

 


Se o Irã não deixa navios inimigos passarem pelo estreito, Trump não deixará os navios amigos do Irã passarem também.

É o que diz o tuíte bombástico do dia de Donald Trump.

Veja aí:

"Então, é nisto que estamos: a reunião correu bem, a maioria dos pontos foi acordada, mas o único ponto que realmente importava, o da energia nuclear, não foi. Com efeito imediato, a Marinha dos Estados Unidos, a melhor do mundo, iniciará o processo de bloqueio de todos os navios que tentarem entrar ou sair do Estreito de Ormuz. Em algum momento, chegaremos a um ponto em que todos poderão entrar e sair livremente, mas o Irã não permitiu que isso acontecesse simplesmente dizendo: 'Pode haver uma mina por aí em algum lugar', qual ninguém sabe, exceto eles. ISTO É EXTORSÃO MUNDIAL, e os líderes dos países, especialmente os Estados Unidos da América, jamais serão extorquidos. Também instruí nossa Marinha a buscar e interceptar todas as embarcações em águas internacionais que tenham pago pedágio ao Irã. Ninguém que pagar um pedágio ilegal terá passagem segura em alto-mar. Também começaremos a destruir as minas que os iranianos colocaram no Estreito. Qualquer iraniano que atirar contra nós, ou contra embarcações pacíficas, será EXPLODIDO! O Irã sabe, melhor do que ninguém, como ACABAR com esta situação que já devastou seu país. Sua Marinha foi dizimada, sua Força Aérea foi dizimada, suas armas antiaéreas e radares são inúteis, Khomeini e a maioria de seus 'líderes' estão mortos, tudo por causa de sua ambição nuclear. O bloqueio começará em breve. Outros países estarão envolvidos neste bloqueio. O Irã não poderá lucrar com este ato ilegal de EXTORSÃO. Eles querem dinheiro e, mais importante, querem armas nucleares. Além disso, e no momento apropriado, estaremos totalmente 'PRONTOS PARA O AR' e nossas Forças Armadas acabarão com o pouco que restou do Irã!"

E assim, J. D. Vance, vice-presidente e chefe da delegação yankee esta voltando para casa.

Dois navios de guerra americanos cruzaram o estreito de Ormuz.

Imediatamente começou uma troca de ameaças entre eles e o que restou da marinha iraniana.

A inteligência dos EUA afirma também que a China vai entregar sistemas de defesa anti-aérea ao Irã na próxima semana.

No primeiro dia das negociações em Islamabad, Israel e o Hezbolah continuaram a se bombardear mutuamente, com feridos por estilhaços em Israel e "mais de 200 ataques contra o Hezbolah no Líbano!".

Fonte:https://vespeiro.com/

Botafogo empata


O Botafogo deixou de ganhar no Campeonato Brasileiro da Série A, na tarde deste domingo, 12. Acaba de empatar por 2 a 2 com o Coritiba, em casa.

Mata sem fim


Por Paulo Cesar Bastos

O Recôncavo Balano é parte da nossa zona da mata; junto com o mar, envolve a capital.

Historias e memórias sem fim.

O tempo passou e tudo mudou. As usinas de açúcar apagaram os engenhos de fogo morto que deram vida com riqueza e amparo aos barões de Santo Amaro. As usinas, agora, também se apagaram. A zona canavieira não suportou o avanço tecnológico de outras paragens, com modernas engrenagens, junto com a dificuldade logística das estradas rurais do massapê. O solo de muita fertilidade e alta expansão, bom para plantar, é ruim para a construção, Assim, a cultura pioneira na terra brasileira aos poucos foi sendo esquecida e substituida. A pecuária avançou; bem mineralizada e vermifugada, a boiada segue saudável jornada. Findou o mito da terra encharcada. Primeira solução, produtiva e conveniente, mas que não é a necessária e suficiente. Milhares de empregos na lavoura e na indústria foram substituídos por centenas de vaqueiros. A migração para a cidade grande e para a capital, o temerário êxodo rural, aumenta os índices de desemprego, falta de moradia e outras consequências.

Algo precisa ser feito. Produtores rurais e entidades classistas precisam do apoio estratégico do governo estadual e dos prefeitos do interior e da capital. Trocar a locução de temporada de eleição por um plano de desenvolvimento integrado através de forte atitude e decisiva ação. Diversificar a produção.

Seguem, permitam-me, algumas opções e considerações como ponto de partida para um trabalho multidisciplinar que envolverá engenharia, agronomia, economia, veterinária e zootecnia.

Cana: a valorização mercadológica da cachaça como drinque genuíno brasileiro pode ser uma opção. Em lugar das usinas de açúcar, destilarias para aguardente de qualidade. Grande possibilidade.

Áreas de plantio menores, nos solos mais favoráveis e com variedades apropriadas para bebidas. Incrementar, junto a isso, um turismo rural, gastronómico e de degustação nas instalações dos alambiques.

Cacau: sobre a volta ao cultivo do fruto de ouro, distante das amadas Terras do Sem Fim, seria estratégico o plantio nessas matas do Recôncavo e da zona rural da Região Metropolitana de Salvador. Grandes, médias e pequenas propriedades, sítios, chácaras e até quintais. Momento correto em busca do fruto certo.

Bambu: os viajantes da BR-324 (Feira-Salvador) estão deparando com um retorno da exploração, silvicultura, de bambu exótico, mas que viceja há muitos anos, quase como nativo, nas margens da nossa mais importante estrada. Estudar, melhorar as espécies, inovar o manejo com tecnologia apropriada seria mais do que desejável. Vale, também aprimorar o destino final - indústria de celulose ou papel - dessa cultura.

Capim: as atividades de pecuária bovina continuariam a ser fomentadas. Estudos de viabilidade técnico-econômica sobre cria (para corte ou leite) ou engorda (extensiva ou intensiva) seriam bem-vindos. Vale lembrar as carcteristicas favoráveis de solo e clima para produção de volumoso, cana, milho e capim.

Enfim, não existe dono da verdade, este texto é um exercício de cidadania, um convite para um bom debate, visando um certo rumo e correto prumo para nossa Bahia.

Paulo Cesar Bastos é engenheiro civil e produtor rural Publicado em "A Tarde", 11 de abril de 2026

sábado, 11 de abril de 2026

A cultura dos editais

Sob os governos do PT, projetos passaram a ser criados para atender a máquina burocrática, em vez de existirem por uma demanda orgânica da sociedade. 


Por Josias Teófilo para a Crusoé:

Muito se fala da Lei Rouanet no financiamento de cultura, mas a lei foi criada pelo presidente Fernando Collor e por seu ministro da Cultura, Sérgio Paulo Rouanet, com o objetivo de desestatizar o fomento.

Os petistas se opuseram à lei e tentaram repetidas vezes alterá-la porque diziam se tratar da privatização da cultura. Até hoje estão tentando descaracterizar a lei.

A principal contribuição dos governos do PT no fomento à produção artística foi a chamada "cultura dos editais".

Ou seja, todo o ecossistema de fomento direto (não indireto, como as leis de incentivo) que gera uma estrutura burocrática.

Diferente do fomento indireto, em que o governo dá autorização para captar, nos editais, o dinheiro é entregue pelo governo diretamente ao proponente.

Claro que ele precisa prestar contas de como o dinheiro foi usado, e entregar o produto final de acordo com o descrito no edital (seja um filme, um livro, uma peça, ou o que for).

O grande problema é que nos editais há uma ingerência direta do Estado na escolha dos projetos contemplados.

Surge daí o chamado dirigismo cultural, quando ele controla e influencia diretamente a produção cultural, sugere temas, legitima e até mesmo inventa artistas.

O mais importante é adequar o projeto às regras do edital - os documentos, prazos e formatos.

O que termina por acontecer é que os projetos são criados para os editais em vez de existirem por uma demanda orgânica da sociedade.

O Estado inverte a ordem natural: os projetos deveriam partir da sociedade civil e serem fomentados pelo governo.

Na realidade, o governo define os formatos, define os temas e define quem vai produzir cultura.

Define até o que é cultura e o que não é.

Para um artista, ter a possibilidade de realizar uma obra já é uma grande coisa.

A maioria faz o que for preciso para manter a máquina funcionando, incluindo realizar um projeto com o único objetivo de ganhar um edital.

Só que o que interessa à comissão do edital não necessariamente interessa à população em geral.

Sei de vários filmes feitos com dinheiro público que não chegam a ser exibidos em lugar nenhum.

São simplesmente engavetados. Outros têm um público tão pequeno que não deveriam valer o investimento do governo.

Metade dos filmes de longa-metragem brasileiros lançados em 2025 não teve nem mil espectadores de público.

Os movimentos culturais brasileiros nascem na sociedade civil e são depois legitimados e fomentados pelo Estado.

Foi assim com o modernismo, que nasceu na arquitetura civil a partir da ação de pioneiros na década de 1920.

Também foi assim com com o modernismo nas artes plásticas e na música com a Semana de Arte Moderna de 1922.

Com a cultura dos editais, o governo inverteu essa polaridade, e passou a pautar a produção artística - mas falta naturalmente organicidade, e o fomento virou uma forma de assistencialismo para com a classe artística, e a população em geral simplesmente não se interessa pelo que está sendo produzido.

Fonte: https://otambosi.blogspot.com/

Filme sobre Bolsonaro tem data de estreia e pôster

Lançamento ocorre em 11 de setembro, semanas antes do início do calendário eleitoral



O filme "Dark Horse", sobre a trajetória política de Jair Bolsonaro, teve data de estreia confirmada para 11 de setembro de 2026. Caso siga o cronograma previsto, o lançamento ocorrerá semanas antes do início do calendário eleitoral brasileiro de 2026.
O anúncio foi feito nas redes sociais pelo ator Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente no longa. No pôster, também revelado na quarta-feira, 8, o ator americano, que ficou conhecido por interpretar Jesus Cristo no filme "A Paixão de Cristo", de 2004, aparece caracterizado com faixa presidencial em frente ao Palácio do Planalto.
O filme acompanha os bastidores da campanha presidencial de 2018 e eventos ligados à ascensão política do então candidato, incluindo a facada sofrida durante um ato de campanha em Juiz de Fora, em Minas Gerais.
O elenco conta com Camille Guaty como Michelle Bolsonaro, Marcus Ornellas como Flávio Bolsonaro, Eddie Finlay como Eduardo Bolsonaro, Sérgio Barreto como Carlos Bolsonaro ficou com o brasileiro Sérgio Barreto. A direção é de Cyrus Nowrasteh, e o roteiro foi escrito pelo deputado federal Mario Frias (PL-SP), que foi Secretário Especial de Cultura no governo Bolsonaro.
As gravações ocorreram parcialmente em sigilo, mas algumas imagens acabaram vazando na Internet. O material promocional descreve o projeto como um retrato dramático da trajetória do ex-presidente.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Reta final da safra é o período mais crítico da produção de soja

Doenças de Final de Ciclo (DFCs) causam até 20% de perdas na produção

No cultivo da soja, o período de 30 a 40 dias que antecedem a colheita é o mais crítico devido ao impacto causado pelas Doenças de Final de Ciclo (DFCs). Isso porque, nessa fase, as plantas concentram energia no enchimento dos grãos e qualquer dano causado às folhas pode comprometer diretamente a produtividade e a qualidade da safra.
"O avanço das Doenças de Final de Ciclo (DFCs) pode provocar desfolha precoce, encurtando o período de enchimento dos grãos", explica Luiz Henrique Marcandalli, head de marketing da Rainbow Agro. "Um exemplo: ao infectarem os tecidos da planta, os patógenos responsáveis pelas manchas causam lesões e reduzem a taxa fotossintética, o que implica redução da produtividade e qualidade de grãos".
Segundo dados da Embrapa, se não controladas adequadamente, as DFCs podem impactar em mais de 20% a produtividade dos grãos. Elas costumam ocorrer na mesma época e, em razão das dificuldades para avaliá-las individualmente, são consideradas como o "complexo de doenças de final de ciclo".
As DFCs reduzem de maneira importante a área foliar sadia e intensificam os danos nas últimas semanas do cultivo. "Muitas vezes, os sintomas começam de forma discreta, mas evoluem rapidamente quando as condições climáticas são favoráveis, diminuindo o tempo de reação do produtor e elevando o risco de perdas. Quando o controle é eficiente e realizado no momento correto, a severidade tende a ser menor", assinala Marcandalli.
Principais Doenças de Final de Ciclo e manejo 
Entre as DFCs mais frequentes no cultivo da soja está a Mancha-Alvo (Corynespora cassiicola), que costuma iniciar com pequenas manchas marrom-escuras com halo amarelado e evolui para lesões com anéis concêntricos, formando o típico aspecto de alvo.
Outra DFC recorrente é a Mancha-Parda (Septoria glycines). O patógeno sobrevive em restos culturais e se dissemina principalmente por vento e respingos de chuva, o que explica a maior incidência em períodos úmidos. A Cercosporiose, ou Mancha-Foliar por Cercospora (Cercospora kikuchii), também está entre as principais DFCs. Ela se manifesta com manchas irregulares nas folhas e, à medida em que a severidade aumenta, as lesões podem se unir e provocar necrose generalizada.
Para reduzir os prejuízos causados pelas DFCs, o sojicultor pode lançar mão de defensivos agrícolas que combatem os patógenos causadores das enfermidades. "Mas é importante lembrar que, para obter sucesso nesse manejo, a escolha do produto e o posicionamento devem considerar pressão local, estádio fenológico, manejo de resistência e recomendações de bula", lembra Marcandalli.
Aliado ao uso dos defensivos, ter um especialista ao lado para o planejamento do manejo também faz diferença, já que este profissional pode montar um programa personalizado e baseado no risco real do talhão. Dessa maneira, é possível equilibrar proteção, custo e resultado, sem abrir mão da segurança e conformidade.
Líder em proteção de cultivos na China e uma das maiores empresas do setor no mundo, a Rainbow Agro fornece um amplo portfólio de tecnologias eficientes e de alta qualidade para o controle das doenças, entre elas, as DFCs da soja. Fazem parte deste extenso catálogo o fungicida Zerrust Mixx, com formulação composta por clorotalonil, tebuconazol e picoxistrobina, uma combinação exclusiva Rainbow de três dos melhores ativos no controle do complexo de doenças.
Sobre a Rainbow Agro
Nosso compromisso é impulsionar o crescimento. Assumimos a responsabilidade de aprimorar a produção agrícola, oferecendo soluções sustentáveis com altíssima qualidade. Promovemos o crescimento mútuo de nossa equipe de colaboradores, parceiros e agricultores em escala global, nos tornando hoje líderes em exportação de agroquímicos na China e uma das lideranças globais do segmento.
Nossa missão, há 25 anos, é entregar formulações que impulsionem a produtividade na colheita, mas também em todos os elos da cadeia de negócios.
São mais de 100 países, com mais de 8.600 registros globalmente, 360 patentes de formulações próprias e 300 ingredientes ativos, desenvolvidos por uma equipe dedicada de pesquisa em dois centros internacionais de P&D.
No Brasil, ampliamos nossa participação com uma equipe especializada, que prioriza o atendimento das necessidades específicas da nossa agricultura, para entregar excelência da fábrica até o campo.

Enviado por Vanessa Yokomizo - Texto Comunicação Corporativa


Desembargador Maurício Kertzman Szporer é empossado e assume presidência do TRE-BA

Cerimônia de posse do magistrado no cargo de Presidente do Tribunal ocorreu na quinta, 9; Antes do evento, o desembargador realizou uma coletiva de imprensa para falar sobre os preparativos para as Eleições 2026



O desembargador Maurício Kertzman Szporer tomou posse como presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) na tarde de quinta-feira, 9 de abril. Com a presença de autoridades dos poderes legislativo, executivo e do próprio judiciário, representantes de instituições públicas e membros da Justiça Eleitoral, o ato marcou o início do novo biênio (2026-2028) da administração, em um contexto de preparação para as Eleições Gerais de 2026.

No discurso de posse, o desembargador Maurício Kertzman Szporer  destacou as diretrizes que nortearão sua administração à frente do Tribunal. "Pautarei minha gestão na construção de pontes, diálogo institucional, respeito aos compromissos, sempre identificando e investindo nas convergências para a evolução da Justiça Eleitoral. Também investirei em tecnologia, transformação digital e capacitação de magistrados e servidores, com foco no cidadão eleitor e na realização de eleições transparentes, seguras e céleres", afirmou.

A solenidade foi transmitida ao vivo pelo canal oficial do TRE-BA no YouTube

Ao assumir a palavra, o ex-presidente do Regional baiano, Abelardo Paulo da Matta Neto fez um breve discurso de despedida do cargo. "Encerrar este ciclo não é uma tarefa simples. Há uma emoção contida ao perceber que um período tão intenso e significativo chega ao fim. Com serenidade e sentimento de dever cumprido, concluo esta etapa à frente da Presidência do TRE-BA, que marcou profundamente a minha trajetória pessoal e institucional. Levo comigo a convicção de que a grandeza da gestão pública está na capacidade de servir - e, ao servir, compreendi que são as pessoas o verdadeiro sentido de tudo o que fazemos", declarou.

Coletiva de imprensa

Antes da cerimônia, o presidente empossado, desembargador Maurício Kertzman Szporer, e o então presidente em exercício, desembargador Abelardo Paulo da Matta Neto, concederam entrevista coletiva na sede do Tribunal. Na ocasião, abordaram o balanço da gestão, os preparativos para as Eleições Gerais de 2026 e os temas relacionados ao processo eleitoral, como o enfrentamento à desinformação, prazo para regulação do título eleitoral e o uso de tecnologias.

Na oportunidade, Szporer relembrou sua trajetória profissional na Justiça Eleitoral, a partir do ingresso no ano de 2010, como desembargador eleitoral na classe dos advogados. "A experiência que tive nesta casa em momentos anteriores despertou em mim o desejo de retornar. Nos últimos dois anos, como vice-presidente e corregedor, tive a oportunidade de aprofundar esse vínculo, que serviu justamente para me preparar para o desafio da presidência, embora com uma responsabilidade ainda maior, considerando a gestão exitosa do desembargador Abelardo", explicou.

O desembargador Abelardo Paulo da Matta Neto ressaltou aspectos de sua gestão como presidente da Casa, agradeceu o apoio da imprensa na divulgação das atividades da Justiça Eleitoral e desejou êxito ao sucessor. "Tenho a honra de passar o bastão da presidência para o meu amigo, o desembargador Maurício Kertzman, um profissional  competente, um homem probo, que conhece afinco o Tribunal Regional Eleitoral e tem total competência para dar continuidade ao trabalho feito até aqui", disse. 

Trajetória

O magistrado, que conduzirá as Eleições Gerais de 2026, ingressou no TRE-BA pela primeira vez em 2010, na classe dos advogados, tendo exercido o seu primeiro biênio até 2012, sendo reconduzido ao Eleitoral em 2013 e ficando até 2014, quando foi nomeado para desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA). Durante a sua primeira passagem no Eleitoral baiano, ocupou, por quase um ano, a função de Juiz Ouvidor. Em 2024, retornou ao Tribunal pela classe dos desembargadores, passando a exercer os cargos de vice-presidente e corregedor Regional Eleitoral.

Natural de Salvador, Maurício Kertzman Szporer é mestre em Direito Constitucional. Possui pós-graduação em Liderança, pelo Rutenberg Institute (Israel), e em Planejamento Mercadológico e Estratégico e Estruturas de Recursos Econômicos e Financeiros, pela Academie Université des Services.

Tornou-se desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia em 2014, pelo Quinto Constitucional, destinado a advogados com mais de dez anos de exercício profissional. 

Ao longo da carreira, atuou como assessor da Presidência da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), em duas gestões, e exerceu funções como membro do Conselho da Magistratura (CM), presidente da Segunda Câmara Cível e das Seções Cíveis Reunidas, integrou a Comissão de Igualdade, Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos Humanos (Cidis) e presidiu a Comissão de Informática, ambas do do Tribunal de Justiça da Bahia.

Enviado pela Ascom TRE-BA

Relíquia


Grupo de crianças, dirigido pela professora Alcina Dantas (no alto, à esquerda), em apresentação, cantando e representando, aos domingos, no auditório da Rádio Cultura de Feira de Santana.
"As crianças cantavam de verdade! Eram até convidados para se apresentar nas cidades circunvizinhas", como atestou Zoila Chagas Barata Lima Barata Lima (a menina de franja, cabelos pretos e colar, à esquerda). Ainda na foto, Oydema Ferreira (de chapéu, à direita).
Foto enviada por Railda Matos

Boulevard Shopping realiza Geek Experience com programação gratuita para fãs da cultura pop

Evento acontece nos dias 25 e 26 de abril e reúne atrações como arena gamer e concurso de cosplay


Crédito: Divulgação / Boulevard Shopping Feira de Santana

A cultura geek vai tomar conta do Boulevard Shopping com a Geek Experience Boulevard, evento gratuito que acontece nos dias 25 e 26 de abril, na Praça de Eventos do centro de compras. Pensada para fãs de cultura pop e para aqueles que desejam conhecer esse universo, a programação promete reunir diferentes gerações em uma experiência imersiva, interativa e cheia de entretenimento.

Entre as atrações, o público poderá aproveitar arena gamer, concurso de cosplay, apresentações de K-pop, fliperama, Just Dance, além de dinâmicas como gincanas. A organização da Geek Experience Boulevard é realizada pela Cosnection.

Para participar do concurso de cosplay, os interessados devem realizar o cadastro por meio do site da Cosnection: https://www.cosnection.com.br/home. Após o cadastro inicial, basta acessar o menu de inscrições e selecionar o banner do evento para concluir a participação.

"No Boulevard, buscamos oferecer experiências que conectem pessoas e valorizem diferentes formas de cultura e entretenimento. A Geek Experience chega para reforçar esse propósito, criando um ambiente de interação, criatividade e diversão para todos os públicos", destaca André Serra, gerente de marketing do Boulevard Shopping.

Confira a programação completa do evento:

Sábado (25/04)

· 12h - Just Dance e Arena Gamer

· 15h - K-Pop

· 16h - Kahoot Geek

· 17h - Gincana Geek

· 18h - Just Dance

Domingo (26/04)

· 14h - Just Dance e Arena Gamer

· 15h - K-Pop (grupos de dança)

· 15h40 - Bate-papo cosplay

· 16h - Desfile cosplay

· 16h50 - Murango Baiano

· 17h30 - Kahoot Geek

· 18h10 - Gincana Geek

· 19h - Resultado

Serviço 

O que: Geek Experience Boulevard

Quando: 25 e 26 de abril

Onde: Praça de Eventos, no Boulevard Shopping Feira de Santana

Quanto: Gratuito

Inscrições para o Concurso de Cosplay: https://www.cosnection.com.br/home


Enviado pela ComunicAtiva Associados