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Terceira Semana no Orient CinePlace Boulevard

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13h05 - 15h20 - 15h40 - 18h20 - 20h55 (Dublado)

Segunda Semanano Orient CinePlace Boulevard

Segunda Semanano Orient CinePlace Boulevard
13 - 13h30 - 16 - 18 - 18h30 - 21 (Dublado)

Pré-venda no Orient CinePlace Boulevard

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Lançamento de 21 a 27 de maio - 13 - 15h40 - 18h25 - 21h10 (Dublado)

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Mulheres negras são convocadas para construir edição histórica do Encontro Moviafro em Feira de Santana



Em um momento em que os debates sobre equidade racial, representatividade e direitos das mulheres negras seguem urgentes, Feira de Santana fortalece a mobilização para uma edição histórica de um dos principais eventos do calendário antirracista da cidade. O Núcleo de Mulheres Negras da Associação Cultural Moviafro (Numnegras) iniciou a construção coletiva da 10ª edição do Encontro Moviafro de Mulheres Negras, marcada para o dia 25 de julho, pela manhã, no teatro do Colégio de Tempo Integral Georgina Erisman.
O movimento faz um chamado público para que mulheres negras participem ativamente da organização do encontro, fortalecendo um espaço de diálogo, escuta, pertencimento e protagonismo feminino negro. A proposta é ampliar a construção coletiva de uma edição que simboliza resistência, memória e continuidade de uma trajetória consolidada ao longo da última década.
Realizado em alusão ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e também ao Dia Nacional de Tereza de Benguela, celebrados em 25 de julho, o Encontro Moviafro se tornou, ao longo dos anos, uma das principais ações afirmativas voltadas à valorização das mulheres negras em Feira de Santana. O evento reúne reflexões sobre ancestralidade, identidade, enfrentamento ao racismo e valorização das contribuições sociais, culturais e políticas das mulheres negras para a cidade.
De acordo com a coordenadora do Numnegras, a psicóloga Aclaís Amaral, a construção coletiva da programação busca garantir que esta edição tenha ainda mais participação popular e representatividade. "Como mulheres negras, sabemos que nossos passos vêm de longe e que celebrar nossa história também é resgatar e honrar nossas raízes. Chegar à 10ª edição do Encontro Moviafro de Mulheres Negras representa a força de uma trajetória construída coletivamente por mulheres negras que, com coragem, resistência e ancestralidade, seguem inspirando e transformando diversos espaços todos os dias", afirma.
Segundo Aclaís, o desejo é que esta edição seja ainda mais participativa, fortalecendo vínculos, celebrando histórias e reconhecendo a potência das mulheres que fazem parte dessa caminhada. "Reafirmamos, assim, nosso compromisso com a luta antirracista, o aquilombamento, o cuidado coletivo e o protagonismo das mulheres negras como agentes de transformação social", destaca.
Homenagens
Além da Mesa Tereza de Benguela, que contará com a participação de mulheres potentes, erguendo suas vozes, compartilhando saberes, vivências e trajetórias de luta, a programação deste ano contará também com a Outorga da Comenda Tereza de Benguela - Ano III, considerada a honraria máxima da Associação Cultural Moviafro. Nessa edição serão homenageadas cinco mulheres por suas trajetórias e contribuições no fortalecimento da igualdade racial e da luta das mulheres negras.
Mulheres Negras em Movimento
Além disso, dez mulheres receberão o título de Mulheres Negras em Movimento. A programação inclui ainda intervenções afro-poéticas e apresentações musicais, reforçando o caráter cultural, político e simbólico do encontro.
A expectativa da organização é que a 10ª edição marque um novo ciclo de fortalecimento coletivo, reunindo mulheres dispostas a escrever mais um capítulo da história de resistência, ancestralidade e transformação protagonizada pelas mulheres negras em Feira de Santana.
Interessadas em participar da construção da 10ª edição do Encontro Moviafro de Mulheres Negras, podem entrar em contato através dos números: (75) 98283-7418 ou (75) 99115-3216.

Em breve mais informações sobre o evento e inscrições serão divulgados no instagram da Moviafro (@moviafrofsa.oficial) e do Núcleo de Mulheres Negras (numnegrasfsa.oficial).

Enviado por Orisa Gomes 

"Vozes da Feira" transforma Centro de Abastecimento em palco cultural






Entre cores vibrantes, cheiros que se misturam, o vaivém dos carrinhos, a astúcia dos feirantes e a pressa de quem atravessa o Centro de Abastecimento, a arte encontrou espaço para florescer. E foi justamente ali, no coração pulsante de Feira de Santana, que o "Vozes da Feira - Festival de Literatura Oral" realizou sua primeira intervenção cultural no sábado, 9, transformando o local em palco para poesia, histórias, música e rima.
Com apresentações em frente ao Galpão de Cereais, o festival alcançou ao mesmo tempo quem circulava pelo Centro de Abastecimento e Shopping Cidade das Compras, cumprindo a proposta de levar arte para onde as pessoas já estão. E a resposta do público veio através dos olhares atentos, interação com os artistas, registros e identificação.
"Os públicos variaram muito de apresentação para apresentação. Tinha gente que passava e olhava, gente que parava e dançava, gente que interagia com os artistas. Isso mostra que a feira é sim um lugar para ser ocupado como espaço de arte. Na verdade, ela já é arte, às vezes as pessoas só precisam ser lembradas disso", destacou Gustavo Erick, produtor e idealizador do projeto.
Diferentes linguagens
A programação reuniu artistas locais de diferentes linguagens da oralidade. A narradora Daniela Landin (Foto 2) apresentou "Vozes da Natureza", espetáculo inspirado em contos indígenas e na relação entre ser humano e meio ambiente. "Não é comum trazer a palavra falada para os espaços da feira livre a partir de atividades artísticas. Acho que isso desperta interesse tanto dos comerciantes quanto dos frequentadores", afirmou.
O cordelista Domingos Santeiro (Foto 4 levou poesia, repente, contos e canções que dialogaram diretamente com a identidade do espaço. "Aqui é o lugar do homem do campo, do vaqueiro, do pessoal da roça. O cordel e o repente fazem parte da nossa cultura nordestina", disse.
Já o coletivo Pipas Literarts (Foto 5) apresentou o espetáculo "João Giló no Sertão", adaptado para uma linguagem sertaneja e popular. Para o artista Léo Sátiro, a experiência trouxe novos desafios. "É um público diferente. Não é necessariamente quem senta para assistir do começo ao fim. É gente que passa, para um pouco, leva um pedaço da história consigo. Isso torna tudo muito interessante."
A jovem poeta, atriz e influenciadora baiana Luma Luz (Foto 3emocionou o público com poemas marcados pela ancestralidade, pela consciência antirracista e pelo combate à violência contra mulheres e crianças. A apresentação contou também com a participação da escritora e palestrante Caroline Vilarinho. "Devemos levar arte e cultura para o povo. É uma experiência maravilhosa apresentar em uma feira", afirmou Luma.
Representando o movimento hip-hop, o coletivo Batalha do Portal levou uma batalha temática adaptada ao ambiente do festival. O artista Avelix destacou a importância de ocupar novos espaços culturais na cidade. "A intenção é ocupar os espaços de Feira. Hoje conseguimos visualizar possibilidades de novas intervenções aqui também."
Mas talvez uma das imagens mais simbólicas do festival tenha vindo justamente do público. A comerciante Elizângela Assunção, enquanto acompanhava as apresentações, falou sobre memória afetiva e pertencimento. "As histórias fazem a gente voltar para a infância, para nossas raízes. Isso faz muito bem".
Há dez anos trabalhando como carregador no Centro de Abastecimento, William Martins também parou para assistir às atrações. "Muito lindo. A cultura, a educação que os artistas passam… isso é muito importante para todos nós", comentou.
Interpretação de Libras
O humorista Waton Filho, que é surdo, chamou atenção para a presença de intérpretes de Libras durante toda a programação, como Jamile Costa, responsável pela mediação em sua entrevista. "A presença do intérprete possibilita inclusão e interação de todo o público. Quando a tradução é feita com qualidade, a gente consegue até sentir a música", destacou Wanton.
Programação segue
As próximas ações do "Vozes da Feira" acontecem em 17 de maio, na Feira da Estação Nova, e 24 de maio, na Feira do Tomba.

Enviado por Orisa Gomes 

domingo, 10 de maio de 2026

AJOIA Brasil reage à ABI e denuncia militância ideológica da grande imprensa no país

Entidade afirma que parte da mídia abandonou o jornalismo para atuar como agente político e institucional no Brasil contemporâneo


A AJOIA Brasil divulgou, 
uma dura nota pública de desagravo contra a atuação da ABI, acusando setores da chamada "grande imprensa" de terem abandonado o compromisso histórico com a imparcialidade e a liberdade de expressão para assumir postura militante e alinhada a interesses políticos e institucionais. O documento, assinado em Belo Horizonte no dia 10 de maio de 2026, sustenta que a crise de credibilidade enfrentada pelos grandes veículos brasileiros decorre diretamente da perda de independência editorial e do ativismo ideológico travestido de jornalismo.

A nota da AJOIA Brasil aponta que, nos últimos anos, especialmente após os atos de 8 de janeiro, parte significativa da mídia nacional teria atuado para legitimar medidas consideradas arbitrárias por amplos setores da sociedade. O texto sustenta que cidadãos comuns, idosos, trabalhadores e religiosos passaram a ser tratados como "terroristas" em narrativas midiáticas que, segundo a entidade, serviram para justificar prisões preventivas prolongadas, penas severas e restrições a direitos fundamentais. A associação também afirma que denúncias feitas anteriormente contra decisões e práticas do sistema judicial brasileiro começaram a ganhar novos contornos diante de recentes escândalos envolvendo instituições financeiras e autoridades públicas.

Outro ponto central do documento é a crítica direta à cobertura da chamada Lei da Dosimetria, proposta debatida no Congresso Nacional para revisão e adequação de penas aplicadas aos condenados pelos atos de janeiro. Para a AJOIA Brasil, a reação de setores da imprensa contra a medida revelaria uma postura incompatível com os princípios democráticos e jurídicos básicos. A entidade argumenta que parte das redações passou a atuar não mais como observadora crítica do poder, mas como defensora de determinados grupos políticos e institucionais, comprometendo o pluralismo e o equilíbrio indispensáveis ao exercício do jornalismo.

O texto também responsabiliza grandes conglomerados de mídia pela criação de um ambiente político favorável à reabilitação política de Luiz Inácio Lula da Silva e pela consolidação de mecanismos de censura seletiva contra vozes conservadoras e dissidentes. Em tom contundente, a associação afirma que a democracia brasileira não pode sobreviver em um cenário onde divergências são tratadas como ameaça institucional e onde jornalistas assumem postura de militância ativa. Ao final, a AJOIA Brasil defende que a reconstrução institucional do país passa necessariamente pela recuperação da credibilidade da imprensa e pelo enfrentamento público do que classificou como "autoritarismo midiático".

Nota na íntegra: CLIQUE

Fonte: Blog do César Wagner 

Botafogo empata


O Botafogo acaba de empatar com o Atlético-MG, fora de casa, na tarde deste domingo, 10, chegando a dezoito pontos na competição e com o ataque mais positivo, com 26 gols marcados. 

Quem tinha 60 anos ou mais em 2022 pode usar o RG antigo para sempre


Até quando posso ficar com a minha atual identidade? Ela já perdeu a validade?R
esposta do Governo Digital (https://www.gov.br/governodigital):
Conforme o definido no Decreto nº 10.977/2022 o antigo documento (conhecido como RG) continua válido por 10 anos, ou seja, pode ser utilizado até 2032.
Quem tinha 60 anos ou mais em 1º de março de 2022 pode respirar fundo: o RG antigo continua valendo por tempo indeterminado para essas pessoas, segundo o Decreto nº 10.977/2022 do Governo Federal. A regra está no parágrafo único do artigo 25 e cria uma exceção clara à transição para a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), que para o restante da população precisa ser feita até 28 de fevereiro de 2032. Entenda os casos.
Quem exatamente tem direito ao RG antigo sem prazo de validade?
A regra atinge um grupo específico: brasileiros que já tinham 60 anos completos quando o decreto entrou em vigor, em 1º de março de 2022. Hoje, em 2026, essas pessoas têm 64 anos ou mais.
Para quem completou 60 anos depois dessa data, a exceção não se aplica. Nesse caso, o RG antigo segue válido como o de qualquer outro brasileiro, mas precisa ser trocado pela CIN até o prazo geral de 28 de fevereiro de 2032.
A diferença pode parecer detalhe, mas é o que separa quem precisa se preocupar com a troca de quem nunca mais precisa pisar num posto de identificação para esse fim.
RG antigo para idosos: o que você precisa saber
Entenda as regras e evite preocupações com a troca do seu documento.
Validade indeterminada para maiores de 60

Quem tinha 60 anos ou mais em 1º de março de 2022 não precisa trocar o RG

antigo. Ele continua válido por tempo indeterminado.

O que diz exatamente o Decreto nº 10.977/2022?

O texto da norma é direto. O artigo 25 estabelece que os RGs antigos permanecem válidos por dez anos contados da entrada em vigor do decreto, o que dá o prazo conhecido de 28 de fevereiro de 2032. O parágrafo único, porém, abre a exceção:

  • Regra geral: RG antigo válido por dez anos, até 1º de março de 2032
  • Exceção para idosos: quem tinha 60 anos ou mais em 1º de março de 2022 fica com o RG antigo de validade indeterminada
  • Marco temporal: a idade contada é a do dia 1º de março de 2022, não a idade atual da pessoa
  • A exceção foi criada para evitar que idosos enfrentassem filas, deslocamentos e burocracia desnecessária para trocar um documento que já os identifica há décadas.
  • Como conferir se você está enquadrado na regra?

A conta é simples: basta verificar a idade que tinha em 1º de março de 2022. Quem nasceu até 1º de março de 1962 está coberto. Quem nasceu depois dessa data deve seguir o calendário geral e trocar o RG antigo pela CIN até 28 de fevereiro de 2032.

Fonte: https://ametropolesorocabana.com.br/

sábado, 9 de maio de 2026

Mais um grande filme norueguês


Visão do drama de guerra "Número 24" (Nr. 24), de John Andreas Andersen, 2024. Teve duas indicações ao prêmio Amanda, da Noruega - ganhou Melhor Efeito Visual. Foi considerado como "um relato poderoso da humanidade em meio ao caos". 

Na trama, o jovem e determinado contador Gunnar Sønsteby (Sjur Vatne Brean), de Rjukan, decide resistir à Alemanha nazista no dia da invasão para mais tarde se tornar o líder da Oslogjengen (gangue de Oslo), realizando inúmeros atos ousados de sabotagem, tornando-o o maior e mais condecorado herói de guerra da Noruega. Ele mudou o rumo de sua vida e de seu país.

Em flashback, Gunnar mais velho (Erik Hiuju) narra os acontecimentos em uma palestra para estudantes de sua cidade. Ele faz citações como:

"Eu tenho cinco gavetas na minha cabeça. As três gavetas de cima que eu abro o tempo todo. Sorteio número quatro que eu abro com menos frequência. Fechei a gaveta de baixo em 8 de maio de 1945 e não a abri desde então."

"Gandhi não lutou contra nenhum nazista. A não-violênciaé muito boa... em teoria. Mas isso não pode ser feitose seu país for atacado por pessoas que desprezama humanidade."

"As pessoas dizem que a saúde é a coisa mais importante. Mas isso não é verdade. Paz e liberdade superam tudo"."

O filme apresenta a luta por liberdade e a coragem necessárias para fazer o que é certo nas circunstâncias mais abjetas e extraordinárias.

História de uma afeição acima de qualquer suspeita

Uma narrativa de afeto do professor Humberto de Oliveira, marcada por companheirismo e estranhamentos sociais, conduz o leitor por memórias intensas e delicadas, até uma revelação final capaz de ressignificar toda a história


Lembro-me com esta nostalgia própria de quem sabe valorizar o passado, embora sem ilusões da perda irreversível e definitiva. Quando se sabe que tudo passa, não se pode estranhar que o bem também não tenha ficado para sempre. O que não impede reconhecer, sem nenhuma ilusão, a dimensão do afeto vivido numa relação pouco conflituosa, salvo os poucos instantes de ciúme, capazes de alguma violência por agressões involuntárias, puro descontrole das emoções mal domadas diante da ameaça de possível divisão de afetos, possessividade ancorada na melhor tradição de um comprovado DNA, pois a genética, sabemos, é inescapável. Ou seja, estava inscrita em sua ancestralidade a preponderância da ausência da racionalidade, apesar dos esmeros de uma educação eficaz, já que bons professores não lhe faltaram.

Era belo e forte. Ainda recordo como me sentia vaidoso ao perceber os olhares das pessoas ao nos verem lado a lado, na praça onde morávamos, nos raros momentos em que permitia que ele se expusesse. Desde muito novo, quando chegou, já revelava a beleza que, em adulto, seria confirmada. Todo músculos sob a pele brilhante e bem hidratada, ossos fortes, andar cadenciado, voz alta e imponente, olhar perscrutante, quase arrogante ao levantar a cabeça, ele realmente intimidava. Era altivo.

Sua presença em minha casa era motivo de murmúrios, disse me disse, talvez até alguma maledicência mais cruel, pois, afinal, não era comum uma relação afetiva que extrapolava os limites dos muros.

Eu compreendia e não me aborrecia quando via que se afastavam mal nos viam juntos, fora de casa, nas ruas ou na praça. No entanto, toda a vizinhança, assim como quem nos conhecia, inclusive minha própria família, de início relutante, era unânime em reconhecer o seu comportamento impecável e probo, assim como a nossa relação. Mas, no fundo, deviam torcer por um desenlace, como se jamais pudesse ser confiável um indivíduo do seu porte ou de sua natureza, por assim dizer. Porque ele se impunha, também por ser grande e forte, e eu, aparentemente, franzino e frágil.

Compreendo, hoje, que não tivessem capital cultural suficiente para perceber a ternura sob o estereótipo da força bruta. Sei que, por demonstrarmos um forte companheirismo, por não escondermos os vínculos que cimentavam uma relação afetiva, censuravam-me. Sim, porque de mim esperavam demonstração de parcimônia, sobriedade e total controle sobre as emoções. Claro que se sentiam afrontados com a troca de carinhos em público, com o que deviam considerar até mesmo uma infantilidade de minha parte, ou falta de sensatez.

Realmente, a presença dele trazia um colorido a mais para o meu viver. Eu sorria ao falar dele. Era público e notório que ele tinha domínio sobre mim. De fato, ele me fascinava. Gostava de vê-lo. Tudo nele me agradava, exceto, claro, as crises de ciúme. Passageiras, mesmo se repetidas. Fugazes, embora temidas. Mas como esquecer o carinho cotidiano, diuturno, de como ele sabia fazer doces afagos, beijar-me as mãos, arrastar-se aos meus pés, entregar-se aos meus descuidados carinhos enquanto eu lia um livro, o jornal ou via um filme, por vezes esquecido de sua presença ao meu lado ou aos meus pés?

Não nego a vaidade que me tomava por sabê-lo meu, por tê-lo aos meus cuidados, quer dizer, sob meus domínios. Um macho sem igual naquelas redondezas. E quando, nas manhãs de domingo, passeava ao meu lado, com o gingado que era sua marca registrada, erguendo a cabeça apenas o suficiente para marcar sua presença, delimitando o território?

Sei que alguns vizinhos mais distantes, do outro lado da rua, por não conhecerem nossa intimidade, sem jamais terem testemunhado nossos diálogos, murmuravam ameaças, prognosticavam denúncias à ordem pública. Quando trocavam informações com quem verdadeiramente podia melhor informar, logo era abortado todo plano movido pela ignorância. Às vezes ocorria até mesmo de tentarem fazer-lhe um afago ao verem seu olhar calmo e prestante. Claro, eu não deixava, delicadamente atraindo-o para mim com um carinho em sua nuca. Ou simplesmente arrastando-o para casa, nossa fortaleza, abrigo, refúgio, nosso lar.

Lembro com emoção dos momentos em que, sob a força da Lua, ouvindo os clamores da Natureza, como um seresteiro ele entoava cânticos, ouvindo talvez chamados que meus ouvidos não captavam.

Vivemos dez, quase onze longos e bons anos, quase lado a lado. Ele sempre fiel, entre os muros da nossa casa, esperando, paciente, que eu voltasse de viagens, que me lembrasse de sua espera, por vezes angustiante e solitária, de sua existência de abnegação e amor.

E, quando a saudade mais me toca, recupero uma foto emblemática: nós dois na janela da cozinha, uma parede nos separando e nossos rostos quase se tocando, falando-nos sem palavras, em plena e alegre amorosidade, numa promessa de beijo malogrado.

E reconheço: nunca haverá, em minha vida, outro Titã, cachorro inigualável.

* Humberto Luiz Lima de Oliveira, professor, membro honorário da Academia Metropolitana de Letras e Artes, membro efetivo das Academia Feirense de Letras, Academia Brasileira de Artes Integradas, Academia de Cultura da Bahia, Academia internacional de Literatura Brasileira, é também colunista do Jornal Feira Hoje.

Mais de Humberto de Oliveira

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Visão do drama de guerra "Narvik"


Visão do drama "Narvik" (Kampen om Narvik/ Narvik: Hitler's First Defeat), de Erik Skjoldbjaerg, 2022. 
 Um filme norueguês indicado ao prêmio Amanda, que explora um episódio intrigante durante a Segunda Guerra Mundial. 
Abril de 1940. Os olhos do mundo estão fixos em Narvik, uma pequena cidade portuária no norte da Noruega, fonte de minério de ferro, que está no centro de uma disputa pelo minério entre a Alemanha e a Grã-Bretanha para a máquina de guerra de Adolf Hitler. A Noruega, que estava neutra, é invadida e ocupada pelos nazistas. Após dois meses de feroz batalha de inverno, a Alemanha nazista sofre sua primeira grande derrota na Segunda Guerra Mundial.
Na trama, Ingrid Tofte (Kristine Hartgen), uma jovem norueguesa trabalha na hospedaria local. Ela é casada com Gunnar Tofte (Carl Martin Eggesbo), um cabo do exército. O casal tem um filho pequeno, Ole (Christoph  Gelfert Mathiesen). Quando as forças alemãs decidem invadir a cidade e a ocupar todo o hotel, ela se torna útil, pois fala alemão e serve de intérprete entre o prefeito e os oficiais alemães. Enquanto ele luta pela liberdade de seu país, contra sua vontade, ela é forçada colaborar com o inimigo.
Os protagonistas Ingrid Tofte e Gunnar Tofte são personagens fictícios, mas a história é absolutamente verdadeira. Eystein Røset, o único soldado norueguês vivo das batalhas no norte da Noruega, assistiu a uma pré-exibição, com sua família, e disse depois do filme: "Foi exatamente assim que aconteceu".
Embora o filme mostre Narvik sendo reconquistada pelos Aliados, a Noruega mais tarde se renderia à Alemanha em junho de 1940, depois que os britânicos e os franceses retiraram todas as forças da Noruega para continuar a luta na França. A Alemanha então criaria um estado fantoche chamado Reichskommissariat Norwegen, que durou até 8 de maio de 1945.

Com dados do IMDb

Morte da atriz francesa Claire Maurier


Tomando conhecimento nesta sexta-feira, 8 de maio, do falecimento da atriz francesa Claire Maurier, ocorrido no domingo, 3. Ela estava com 97 anos. Um dos grande nomes do cinema francês.
Foi indicada ao Cesar (o Oscar francês) de Melhor Atriz em segundo papel, por sua atuação em "Um Mau Filho", 1980. Era conhecida pelo seu trabalho em "Os Incompreendidos", de François Truffault, 1959, como Gilberte Doinel, a mãe de Antoine - alter ego do diretor. Esse filme está em todas as listas de melhores de todos os tempos.
Outros filmes: "Capricho de uma Mulher" e "A Bela de Cadiz", em 1953, "Uma Aventura de Gil Blas" (1956), "O Príncipe e a Parisiense" (1957), "Perversidade Satânica" (1958), "Os Canalhas", "Broto Para o Verão" e "Gestapo Contra X", em 1960, "Fuga Desesperada" e "Uma Noite Com Daniela", em 1961, "Doce Violência" (1962), "O Marido de Minha Mulher" (1963), "Maravilhosa Angélica" (1965), "A Noiva do Pirata" (1969), "A Gaiola das Loucas" (1978), "Odeio Te Amar" (1996), "O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain" (2001), "Segredos de Cabaré" (2006), e "Minhas Tardes Com Margueritte" (2010). Também atuou em filmes e séries para a televisão, além de peças de teatro.

Em semana de aniversário, ABRH Bahia leva as pessoas para o centro da discussão na Index 2026



A ABRH Bahia está marcando presença na Index 2026, maior evento da indústria do Nordeste, nesta semana. Vítor Igdal (Foto: Divulgação), presidente da associação, contribuiu com discussões importantes como a "Comunidade e inovação como potencializadores de resultados" e "Como a indústria pode conquistar as novas gerações". O dia 8 de maio completa a semana especial com o aniversário de 37 anos da ABRH Bahia.
E a diretoria que atua na associação tem muito o que comemorar. Foi esse grupo que conquistou o crescimento de mais de 1.500% no número de associados e o aumento de faturamento em mais de 1.400%. O resultado é, que atualmente, a ABRH Bahia já se consolidou como uma das maiores do Brasil.
Segundo Vítor Igdal, o avanço do papel estratégico do RH não é recente, mas vem ganhando velocidade e consistência como nunca antes. "O RH nunca foi tão valorizado na Bahia e no Brasil. Esse movimento não começou agora, mas está evoluindo a passos largos. O que antes era percebido por algumas organizações mais maduras, hoje se torna uma agenda central para empresas que desejam crescer com consistência, fortalecer cultura e gerar resultados sustentáveis", destaca.
De acordo com o presidente, essa evolução reflete uma mudança estrutural na forma como as organizações enxergam pessoas e performance. "Estamos vivendo uma aceleração clara na transição do RH de Recursos Humanos para Relações Humanas. Em um contexto de alta complexidade, tecnologia e transformação constante, cresce a consciência de que são as conexões humanas, a qualidade da liderança e o senso de pertencimento que sustentam a inovação e a competitividade", afirma.
Sobre a ABRH Bahia 
A Associação Brasileira de Recursos Humanos Seccional Bahia (ABRH Bahia) é uma entidade comprometida com o aprimoramento e desenvolvimento contínuo da gestão de pessoas na região. Com uma trajetória consolidada, a ABRH busca promover a troca de conhecimentos, fomentar o networking entre profissionais e disseminar boas práticas na área de recursos humanos. Por meio de eventos, cursos e iniciativas inovadoras, a entidade contribui para a evolução do mercado de trabalho e a valorização dos profissionais que atuam nesse segmento. 


Enviado pela ComunicAtiva Associados

Imprensa nefasta


É estarrecedor perceber de que modo dramático os leitores são enganados pelo jornalismo atrelado aos interesses dos governos de plantão.

É coisa criminosa.

O caso da visita de Lula ao Salão Oval é o mais recente episódio emblemático do disparo de fake news, a maior parte delas ocorridas por omissões escrachadas, mentiras deslavadas e narrativas transviadas.

O jornal Zero Hora, RBS, publica este título na capa da edição de hoje 

- Lula vê avanços na negociação de taxas e afirma que Trump não tratou de Pix nem de facções.

No noticiário e na análise do jornalista Rodrigo Lopes, página 2, o distinto público é brindado pela desinformação.

Tratou, sim, como admite o noticiário da Agência Brasil, que apesar de chapa branca, deixou isto claro (CLIQUE AQUI para ler na Agência Brasil). 

Valor ("Lula ressurgiu das cinzas"), G1 ("Saiu de Washington como maior estadista da história do Brasil")  e Folha ("Imprensa internacional repercute") não vão longe desse desserviço público. 

https://polibiobraga.blogspot.com/2026/05/opiniao-imprensa-nefasta.html

Segredos da Globo revelados


O livro "Dossiê Globo: Os Segredos da Emissora", que está sendo lançado, revela a complexa história da Rede Globo, uma das mais poderosas redes de televisão do Brasil.
Através de uma investigação meticulosa, este livro explora desde o controverso acordo com a Time-Life até as recentes polêmicas sobre assédio e mudanças editoriais.
Os leitores irão descobrir como a Globo moldou a opinião pública brasileira, sua relação com o regime militar, e os desafios enfrentados pela emissora nos tempos atuais.
Com base em uma vasta pesquisa e relatos detalhados, "Dossiê Globo" oferece uma análise crítica e informativa.
Para adquirir: 
https://www.conteudoconservador.com.br/products/dossie-globo-os-segredos-da-emissora


Aniversário de Thaís


Nesta sexta-feira , 8 de maio, data de aniversário de Thais Rabello de Oliveira, minha primeira filha, mãe de minha primeira neta - Marina. 
Que Deus continue abençoando a sua vida.


quinta-feira, 7 de maio de 2026

Visão do drama de época "A Conexão Sueca"


Henrik Dorsin ladeado por Sissela Benn e Johan Glans mais Jonas Karlsson e Marianne Mörck (Foto: Divulgação)

Visão do drama de época "A Conexão Sueca" (Den Svenska Iänken/ The Swedish Connection), de Thèrese Ahlbeck e Marcus Olsson, 2026. Um filme sueco envolvente e bem interessante.

Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1938, um episódio real pouco conhecido. Gösta Engzell (Henrik Dorsin), burocrata subestimado do Ministério das Relações Exteriores sueco, salvou milhares de vidas e transformou a supostamente neutra Suécia em uma superpotência moral. Seus esforços desafiaram o status quo e deixaram um legado humanitário duradouro.

Com suas ações políticas a favor dos judeus e das mulheres, ele se torna um herói improvável em plena Guerra. O filme acompa todos os embates que Gösta viveu, detalhando os esforços que transformaram a situação. Ele precisou desafiar normas, contornar resistências internas e agir com discrição para viabilizar operações humanitárias arriscadas.


ACM Neto nega possibilidade de debate com Rui Costa e diz que Jerônimo "tem se escondido"


O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), voltou a afirmar nesta quinta-feira (7) que pretende debater diretamente com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), e não com o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT), pré-candidato para disputar o Senado em 2026.
"Eu não debato com ele [Rui Costa] porque ele é candidato ao Senado. Eu debato com Jerônimo Rodrigues, que é o candidato a governador", afirmou.
Durante a entrevista, o ex-ministro João Roma (PL), pré-candidato ao Senado pela chapa de Neto, também provocou Rui Costa e disse que o petista evita confrontos públicos.
"Eu estou chamando ele para debate e ele está correndo. Por isso o nome dele é 'Rui Correria'. Estou chamando para o debate e ele está correndo", declarou.
Na sequência, ACM Neto voltou a direcionar críticas ao atual governador da Bahia e afirmou que Jerônimo estaria evitando se expor publicamente.
"Eu debato com Jerônimo, que, por sinal, tem se escondido por aí, falado pouco e deixado outros falarem. Acho que ele deve estar com medo dos problemas do governo e das promessas que não está cumprindo", disse.

Fonte: https://www.bahianoticias.com.br/

Feira de Santana teve 956 atendimentos no último dia do fechamento do Cadastro Eleitoral

TRE-BA efetua 45.335 atendimentos ao público


Com o fechamento do Cadastro Eleitoral ocorrido na quarta-feira, 6 de maio, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) realizou até às 18 horas, 45.335 atendimentos em todo o estado. O público compareceu à Central de Atendimento, na sede do Eleitoral baiano, localizada no Centro Administrativo da Bahia (CAB), nos cartórios eleitorais da capital e do interior do estado, postos dos SACS, prefeituras-bairro, entre outros locais habilitados para prestação de serviços da Justiça Eleitoral.
Solicitação da primeira via do título de eleitor, coleta biométrica, transferência de domicílio eleitoral, alteração do local de votação, revisão de dados cadastrais, regularização de pendências com a Justiça Eleitoral foram alguns dos serviços realizados. Diversas campanhas de esclarecimento e convocação do público, além de atendimentos em postos itinerantes em toda a Bahia foram promovidas pelo TRE-BA desde novembro de 2024, com ações intensificadas em 2025 e 2026.
Dados da prestação de serviços
Com base no levantamento de dados efetuado pelo Eleitoral baiano, os quantitativos do atendimento ao público que mais se destacaram foram: Salvador: 7.286, Feira de Santana: 956, Vitoria da Conquista: 729, Porto Seguro: 657 e Juazeiro: 600.

Enviado pela Assessora de Comunicação Social - Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA)

TRE-BA suspende expediente nos cartórios eleitorais de toda a Bahia

Medida reconhece o esforço dos servidores lotados nos cartórios eleitorais, nos últimos dias que antecederam o final do prazo do cadastro eleitoral

O expediente nos cartórios eleitorais da Bahia foi suspenso nesta quinta-feira, 7 de maio. A decisão foi oficializada por meio da Portaria nº 786, assinada pelo presidente do Tribunal, desembargador Maurício Kertzman Szporer. 
A medida reconhece o esforço dos servidores lotados nos cartórios eleitorais, nos últimos dias que antecederam o final do prazo para o fechamento do cadastro eleitoral, em 6 de maio, evidenciado pela extrapolação da jornada regular de trabalho. 
Atendimento diferido 
Após o fechamento do cadastro eleitoral, o TRE-BA adotou o atendimento diferido em alguns cartórios eleitorais do estado. A medida garante o atendimento de eleitores e eleitoras que já estavam nas unidades da Justiça Eleitoral dentro do prazo legal, mas não puderam ser atendidos em razão da alta demanda.
Previsto no Provimento CGE nº 5/2025 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e regulamentada no TRE-BA pela Portaria Conjunta nº 6/2026, o procedimento permite, de forma excepcional, a conclusão desses atendimentos na sede da zona eleitoral, mediante agendamento realizado previamente pelos cartórios eleitorais participantes, no período de 8 a 15 de maio. 
Cartórios com atendimento diferido 
Para assegurar o atendimento dos cidadãos que aguardavam na fila, mas não foram atendidos, os cartórios eleitorais realizarão o registro prévio desses eleitores em um formulário específico que deverá ser conferido e assinado pelo chefe de cartório ou juiz eleitoral, bem como disponibilizado no mural do cartório e no DJE até o dia 7 de maio de 2026, para publicação até o dia 8 de maio, observando-se a obrigatoriedade de anonimização prevista no art. 5º, incisos III e XI, combinado com o art. 18 da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018).
O atendimento diferido vai acontecer na Zona 30ª - Nazaré, Zona 66ª - Casa Nova, Zona 76ª - Jaguaquara, Zona 95ª - Irecê, Zona 127ª - Candeias, Zona 150ª - Serrinha, Zonas  170ª e 171ª - Camaçari, Zona 178ª - Santo Amaro, Zona 180ª  - Lauro de Freitas, Zona 192ª - Conceição do Jacuípe e Zona 205ª  - Luís Eduardo Magalhães.
 Enviado pela Assessora de Comunicação Social - Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) 

Tecnologia da ALLTIS faz monitoramento inteligente e digital dos silos, agilizando a tomada de decisões nas granjas e controlando a oferta de ração

DOMO monitora em tempo real o volume de rações e de grãos nos silos, reduzindo perdas e tornando a gestão mais rápida e eficaz. A tecnologia tem conectividade via satélite para evitar falta de internet nas propriedades rurais com reduzido custo mensal



A alimentação representa mais de 70% dos custos de produção de aves de postura, de frangos de corte e de suínos. Dessa forma, controlar as despesas com as rações e os grãos - especialmente farelo de soja e milho, os mais caros insumos da nutrição - é essencial para a rentabilidade do negócio. Mesmo com esse desafio, muitas vezes o acompanhamento do estoque nos silos ainda é feito manualmente, com baixa precisão e risco de erros.

"Queremos transformar essa realidade, ajudando o avicultor e o suinocultor a fazer uma melhor gestão de custos", diz Mauricio Graziani, diretor executivo da MCassab Nutrição e Saúde Animal, do Grupo MCassab, especialista em nutrição e saúde animal há mais de meio século. A empresa de tecnologia ALLTIS, que recebeu aporte da MCassab, utiliza a inteligência artificial para o monitoramento inteligente dos silos.

A ALLTIS desenvolveu DOMO, sensor que possibilita acompanhar, em tempo real, o volume de ração e de grãos armazenados, identificar variações internas no silo e antecipar a necessidade de abastecimento. "Com acesso pelo celular, tablet ou computador, o produtor de aves e suínos visualiza o nível da ração ou de insumos, recebe alertas automáticos, programa compras e evita tanto a falta quanto o excesso de estoque", explica Alex Souza, fundador e CEO da empresa.

Além de medir o volume disponível, DOMO realiza um completo mapeamento topográfico interno do silo, identificando o padrão de distribuição do material armazenado. "Com isso, o produtor passa a ter uma visão mais precisa sobre a distribuição da ração ou dos insumos no silo, o que ajuda a tomar decisões mais assertivas e a reduzir perdas".

Alex reforça a relevância de dar visibilidade ao item de maior impacto financeiro nas granjas. "A ração é o principal custo da produção de aves e suínos. É o bem que o produtor mais precisa proteger, monitorar e controlar. DOMO enxerga algo que hoje, na maioria das vezes, permanece invisível dentro do silo."

Outro diferencial de DOMO é o avanço no desenvolvimento da conectividade via satélite. A ALLTIS oferece solução baseada em satélites de baixa órbita, do inglês Low Earth Orbit (LEO), que permite aos sensores instalados nos silos enviar dados mesmo em regiões sem cobertura de internet ou telefonia celular.

"Com essa tecnologia, cada sensor funciona de forma independente semelhante a uma antena conectada diretamente ao satélite, garantindo a transmissão em tempo real das informações. Dessa forma, conseguimos enfrentar um dos principais gargalos da digitalização no campo, que é a dificuldade de conectividade", explica André Aquino, sócio e COO da ALLTIS. 

Alex Souza destaca, ainda, que o produtor rural precisa de dados confiáveis em tempo real para tomar decisões rápidas e seguras. "Antes, os funcionários precisavam entrar nos silos para verificar o estoque de ração e de grãos, o que gerava riscos e imprecisão. Com DOMO, esse acompanhamento torna-se digital, com alertas, previsões de consumo e muito mais segurança operacional além do baixo custo”.

Enviado por Graziele Oliveira, da Texto Comunicação Corporativa

"Feira Lê Sua História" na Rádio Sociedade

 


A Fundação Senhor dos Passos apresentou na manhã desta quinta-feira, 7 de maio, ao frei Cristovão Lima, superintendente da Rádio Sociedade de Feira de Santana, o projeto "Feira Lê Sua História", que promove. A instituição esteve representada por seu presidente Péricles Marques, mais os dirigentes Carlos Brito, Marcílio Costa e Angelo Pinto.

"Esse projeto constitui uma iniciativa de relevante valor cultural, educativo e social para o município de Feira de Santana, ao disponibilizar, por meio de expositores distribuídos em diversos pontos estratégicos da cidade, inclusive bancas de jornais, obras publicadas pela própria Fundação e pelo Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie E. Poppino", considerou Péricles Marques. 

Ele completou que o projeto "promove a democratização do acesso ao conhecimento histórico local". 

Depois do encontro, o grupo foi recebido por Dilton Coutinho em seu programa "Acorda Cidade", onde o projeto foi apresentado e se falou mais sobre as ações da Fundação.

Iuna Falcão, a Dama do Reggae, Raiz e Pureza agitam neste sábado, na abertura da turnê "Umami"

Exaltando a veia do reggae maranhense na sua segunda casa, a Bahia, Iuna Falcão assina a abertura da turnê "Umami" no palco do Colaboraê, neste sábado



Conectando as raízes afrodiaspóricas à MPB e ao reggae maranhense, a cantora e compositora Iuna Falcão retorna à cena com o lançamento da turnê "Umami", no palco do Colaboraê, no Rio Vermelho, Em Salvador. Escolhendo a Bahia para acolher o primeiro show do seu álbum homônimo, a nova voz da Música Popular Brasileira chega com participações especiais da Dama do Reggae, a cantora Célia Sampaio, além dos djs Raiz e Pureza na discotecagem, a partir das 21 horas. Os ingressos já estão disponíveis através do Sympla
Trazendo um convite às memórias e à celebração da identidade cultural de São Luís do Maranhão a Salvador, Iuna transforma o groove e o melô no palco do Colaboraê em identidade afetiva. Ao lado de dois ícones do "Ministereo Público Sound System", grupo de reggae na Bahia assinado por Raiz e Pureza, Iuna transforma a night em uma grande celebração do gênero musical que se popularizou nos Anos 80. 
Integrando o line-up da turnê na Bahia, a fenômeno do reggae nacional e vencedora do Troféu Black Power, Célia Sampaio, é uma das atrações confirmadas do show no Rio Vermelho. Com todo o charme e sofisticação da "Dama do Reggae", que já foi intérprete dos blocos Ilê Aiyê e Filhos de Gandhi, Célia e Iuna dividem o palco em um momento especial de conexão entre épocas diferentes do reggae no Brasil, em meio às faixas de "Umami" (2025)
Presenteando os fãs com novas sonoridades, em uma mistura apaixonada de ritmos que convidam o corpo a dançar, Iuna assina a turnê com um setlist autoral de dez novas faixas. Dona de uma estética singular, a indicada ao Prêmio Multishow (2023) na categoria Brasil, constrói uma narrativa vibrante no mundo da música, que já lhe rendeu cerca de 146 mil streams no primeiro mês de "Umami", com mais de 50 mil ouvintes
Após o sucesso do seu último disco "Transe" (2023), que recebeu nomes como Xênia França e Lazzo Matumbi, Iuna se conecta com mais artistas da cena internacional e nacional em "Umami", trazendo feats. com a baiana Sued Nunes, na faixa "Que Som!"; Anelis Assumpção e Curumin no hit "Telepatia"; a cantora Núbia em "Coração Melo"; além do multiartista nigeriano Cef Ashanta em "Feminina"..
Em sua melhor versão, o novo trabalho da compositora era aguardado por mais de 65 mil ouvintes mensais no Spotify. Rompendo as barreiras da black music, Iuna transformou seus sucessos em uma comunidade apaixonada no Brasil e mundo afora, alcançando o público em Portugal, Estados Unidos, Argentina e Espanha
Sem esquecer as raízes da sua expressão artística maranhense, as radiolas e os mistérios por trás da noite em São Luís chegam através dos hits que passam pelo time técnico de renome. A produção musical, assinada por Jordi Amorim e Lucas Cirillo, traz a direção geral de Iuna Falcão e mais um nome conhecido da cena regional: a baiana natural de Salvador Jadsa, que assina as faixas "Uh, Mammy!" e "Coração Melo"
Trazendo consigo o legado da black music, do reggae regional e novas sonoridades como o jazz, MPB e a música eletrônica, Iuna transforma o palco do Colaboraê em uma pista cheia de ritmos quentes. Novo fenômeno da música popular brasileira, a cantora maranhense já passou por palcos como o Festival da Virada de Salvador e o Festival Frequências Preciosas, com passagens por Pernambuco, São Paulo, Espírito Santo e Pará. 
"'Umami' é minha ode à noite ludovicense, às radiolas que embalam os bailes ao ar livre e aos melôs, como a gente chama os clássicos do reggae popularizados aqui no Maranhão. Construímos esse disco com texturas densas, linhas de baixo envolventes e ambiências cheias de reverberação, buscando esse clima de mistério e magnetismo do reggae roots jamaicano", afirma Iuna.  

SERVIÇO  

Colaboraê
Data: 9 de maio
Endereço: Rua Borges dos Reis, 81 - Rio Vermelho, Salvador 

Horário: 21 horas

Valor: a partir de R$ 15,00
Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/iuna-falcao-na-colaborae/3387476 

Abertura e encerramento: DJ Raiz e Pureza
Participação especial: Célia Sampaio - A Dama do Reggae

Enviado por Antonio Anselmo