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segunda-feira, 1 de junho de 2026

Com apoio de Eduardo Bolsonaro, nova plataforma reúne casos de 'censura digital'


Com o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) como um de seus apoiadores, será lançada nesta segunda-feira, 1º de maio, uma plataforma internacional online reunindo casos definidos por seus autores como de censura digital.
A página ResumosBrasil.com se apresenta como um portal de notícias que usa recursos de inteligência artificial "para apresentar as matérias mais recentes da política brasileira e assegurar que as vozes de dissidentes do país sejam ouvidas".
A iniciativa é do portal Layer3.Press, fundado pelo americano Peter Yared, ex-executivo da rede CBS News. O lançamento ocorrerá no Oslo Freedom Forum, evento em defesa da liberdade de expressão que ocorre na capital norueguesa.
"Estamos honrados de estar trabalhando com dissidentes brasileiros tão distintos para lançar o portal ResumosBrasil.com às vésperas das eleições brasileiras de 2026", diz Yared.
Segundo os organizadores da plataforma, o Brasil se tornou um case mundial de perseguição nas redes, em razão sobretudo do inquérito das milícias digitais, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
O portal usará IA para agregar conteúdo de sites de notícias, feeds RSS e perfis do X/Twitter. A Layer3.Press publica diretamente na rede Nostr, que seria resistente a tentativas de bloqueio.
Os fundadores da plataforma dizem ter tido a cooperação de expoentes do bolsonarismo, chamado de "dissidentes", de quem são próximos.
"Vi em primeira mão como o regime brasileiro impede que milhões de meus seguidores vejam meus posts nas redes sociais. A Layer3.Press é a solução mais eficaz para finalmente equilibrar o jogo", diz Eduardo Bolsonaro, no material de apresentação da plataforma.
Outros que se manifestaram de forma elogiosa à iniciativa são o influenciador Allan dos Santos, a juíza conservadora Ludmila Lins Grilo e o comentarista Leandro Ruschel. Todos, a exemplo de Eduardo, vivem em autoexílio nos EUA.
Foto: Bruno Spada/Arquivo/Câmara Dos Deputados
Fonte: https://www.politicalivre.com.br/


Olavo de Carvalho sobre os OPORTUNISTAS da direita

 


Fonte: Post 
@KauanCostabr

domingo, 31 de maio de 2026

Postagens com mais visualizações em maio

Entre as dezenas de postagens feitas pelo Blog Demais no quinto mês do ano de 2026, as 15 postagens que obtiveram mais visualizações foram:

Livro para visitas

Feminismo à moda Trump

Dimas Oliveira na Academia Feirense de Letras

Homenagem registrada

Imprensa nefasta

Fundação Senhor dos Passos: 30 anos de vida, história e missão

Morre José Carlos Pedreira, aliás Zé Coió

Morre Ideval Alves

"Cerimônia de rara beleza" promovida pela Academia Feirense de Letras

Vaza trailer da cine-biografia de Bolsonaro

Uefs 10 anos: Videodocumentário com música inquietante

"A história nunca contada do homem que despertou um país"

Morre José Carlos Pedreira, aliás Zé Coió

"Ele foi gigante. Amou a famíia, os amigos, a cidade", como epitáfio


Faleceu neste domingo, 31 de maio, José Carlos Machado Pedreira, aliás Zé Coió, aos 88 anos. Não se trata de um feirense nato - ele nasceu em São Gonçalo dos Campos. Mas é feirense de coração e mais do que qualquer outro.

Zé Coió era uma figura, um tipo, uma personalidade, uma personagem da cidade.  Um ser humano caracterizado pelo seu comportamento e papel social na comunidade. Não era uma pessoa de ficção, criado pela imaginação de algum autor. Era de carne e osso, mais alma. Um cara marcante.

Jornalista e publicitário, José Carlos Pedreira estava sempre ocupado em colocar semanalmente - ultimamente, eventualmente - o jornal "NoiteDia" na rua, mantendo com vitalidade o hebdomadário NoiteDia, que é uma revista semanal, iniciada há mais de 40 anos no jornal “Feira Hoje”, como uma coluna - sugestão do publicitário Roque Tavares -, passando por uma página, um suplemento e como jornal, que sobrevive, mesmo com as dificuldades e perseguições.

Zé Coió já foi candidato a vereador, em duas oportunidades: nas eleições de 1984 e 1988, ambas pelo PSD. Nas duas, com o slogan "O amante de Feira de Santana", ele obteve votação igual, de 432 votos, como lembra.

Cronista do cotidiano, ele foi homenageado no ano de 2019 pela Prefeitura no Camarote da Comunicação, no Sítio Maneca Ferreira, durante a 81ª edição da Micareta, em abril daquele ano.Ele foi idealizador do Troféu Imprensa, da Feijoada NoiteDia.

Foi idealizador do Troféu NoiteDia, da Feijoada NoiteDia. Dirigiu boates, bares e outras casas noturnas. Também foi dirigente do Fluminense de Feira.

Mensagem de parabéns

 


"Os parabéns da Academia Feirense de Letras aos Confrades Honorários Geraldo Leite e Josué Mello, respectivamente, segundo e sexto da foto acima postada, homenageados no evento de comemoração pelos 50 anos da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). 

Professor Geraldo Leite, em 1976, foi o primeiro Reitor da Uefs, e Professor Josué Mello, ao assumir a reitoria, em 1988, imprimiu um novo ritmo na instituição, que hoje, dia 31 de maio, comemora 50 anos de fundação. Portanto, gratidão aos dois ilustres mestres por tudo de bom que realizaram  em prol da educação." 

Mensagem do Presidente da Academia, João Batista de Cerqueira.

Visitem o site: 

https://academiafeirensedeletras.com.br/

sábado, 30 de maio de 2026

Aliado de Trump debocha de Lula e petista vira chacota: 'chora mais'


O estrategista político Jason Miller, aliado do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, ironizou neste sábado, dia 30 de maio, declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a decisão do governo americano de classificar o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas.

Em publicação nas redes sociais, Miller compartilhou críticas feitas por Lula à atuação do senador Flávio Bolsonaro junto às autoridades americanas e respondeu com expressões de deboche, como "Cry Harder" ("chora mais", em tradução livre) e "womp womp", termo usado na internet para ridicularizar reclamações ou lamentações.

A troca de declarações ocorre após o governo Trump anunciar a inclusão do PCC e do CV em listas de organizações terroristas e terroristas globais especialmente designados. A medida foi criticada pelo governo brasileiro, que vê a decisão como uma interferência em assuntos internos do país.

Na sexta-feira, 29, Lula afirmou que Flávio Bolsonaro teria atuado nos Estados Unidos para defender a medida e acusou o parlamentar de "trair a pátria" ao buscar apoio estrangeiro para questões relacionadas à segurança pública brasileira. O senador, por sua vez, celebrou a decisão americana e afirmou ter defendido a classificação das facções durante encontros em Washington.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/


Eduardo Bolsonaro e a violência na Bahia


O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou o governador Jerônimo Rodrigues (PT) após o secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia, Felipe Freitas, questionar a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Eduardo afirmou que a Bahia enfrenta uma grave crise de segurança por conta das sucessivas gestões petistas no estado. "A Bahia só está do jeito que está porque tem um governador como Jerônimo", declarou. O ex-parlamentar também relembrou a redução dos índices de homicídios durante o governo Jair Bolsonaro e acusou o PT de tentar minimizar o avanço da violência e das facções criminosas na Bahia.

Fonte: "Raio Laser" - https://www.trbn.com.br/ 

Selecinha em nono lugar em favoritismo ao título da Copa

A selecinha está em nono lugar em favoritismo ao título da Copa do Mundo 2026. Um estudo da Escola Aplicada de Matemática (EMAp), da Fundação Getúlio Vargas, divulgado na sexta-feira, 29 de maio, é quem aponta o óbvio.

O estudo analisou os resultados de 2.997 jogos entre 187 seleções da Fifa nos últimos quatro anos. A partir disso, foi criado um modelo que simulou os resultados da Copa e apontou as chances de cada seleção em cada fase do torneio.

Nem é preciso estudo científico para constatar que a selecinha vai ser hexa, completando seis Copas sem ganhar o título.

A Espanha, com 15,57% de chances de título, é a principal favorita ao título. Argentina (13,62%) e Inglaterra (9,24%) completam o pódio de favoritos.

Com 4,68%, a selecinha não é nem a maior favorita no Grupo C. O Marrocos, rival do Brasil na primeira fase, aparece com 4,9% de chances, na sétima colocação.

Julieta Carteado: Presença em dois cinquentenários


Por Everaldo Góes

Neste 2026, a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e a Academia Feirense de Letras (ADL) celebram 50 anos de história. Poucas pessoas simbolizam tão bem esses dois marcos quanto Julieta Carteado Monteiro Lopes.

Nascida em Ilhéus, em 12 de setembro de 1927, Julieta Carteado construiu uma trajetória marcada pela dedicação à educação, à cultura e à valorização do conhecimento. Formada em Biblioteconomia pela então Universidade da Bahia, tornou-se a primeira bibliotecária concursada da Uefs e a primeira diretora da Biblioteca Central, participando da implantação de um dos setores mais importantes da jovem universidade.

Nos primeiros anos da instituição, a biblioteca funcionava em salas do Módulo Prático, no Módulo 2 do campus. Hoje, instalada em prédio próprio ao lado da Reitoria, leva o nome de Julieta Carteado, homenagem prestada à profissional que dirigiu o órgão durante 12 anos e ajudou a consolidar a vida acadêmica e cultural da Universidade.

Além da atuação na Uefs, Julieta participou dos movimentos que resultaram na criação da Academia Feirense de Letras. Integrante do grupo fundador, assinou a ata que legalizou a Instituição e, após o falecimento, tornou-se patrona da Cadeira 24 da AFL.

Escritora, poeta, artista plástica e intelectual negra, Julieta também integrou os conselhos superiores da Uefs, promoveu atividades culturais e incentivou a aproximação entre livros, arte e comunidade. A marca deixada por ela ultrapassou os limites da biblioteca e alcançou a vida cultural de Feira de Santana.

Julieta Carteado faleceu em 23 de novembro de 1994, aos 67 anos, quando seguia de Salvador para mais um dia de trabalho na Uefs. Mais de três décadas depois, o legado dela permanece vivo.

Nos 50 anos da Uefs e da AFL, recordar Julieta Carteado é celebrar uma mulher que tem história continua presente em dois dos mais importantes patrimônios educacionais e culturais de Feira de Santana.

Everaldo Góes é jornalista e editor do https://feirahoje.com.br/


sexta-feira, 29 de maio de 2026

O centro de Feira já viveu até altas horas

Por Everaldo Góes

O centro da cidade já foi muito mais do que um espaço comercial.

Era bairro, moradia, convivência, vida noturna.

As ruas J. J. Seabra, Barão do Cotegipe, Castro Alves, Barão do Rio Branco e as antigas ruas do Pilão e da Kalilândia eram ocupadas majoritariamente por residências. A própria Avenida Getúlio Vargas, a partir da região onde hoje existe a Praça de Alimentação, também era repleta de casas.

Havia crianças nas calçadas, vizinhos conversando nas portas e pessoas circulando até tarde da noite.

Eu mesmo morei no centro, na Rua dos Contabilistas, oficialmente Professor João Alves da Costa.

O Hotel Caroá tinha a famosa Boate Terraço do Caroá. Em frente, o acarajé de Tonhão reunia gente no final da tarde. Do outro lado da rua funcionava o Sucão.

Na J. J. Seabra existiu o Batidão. Jornalistas e intelectuais frequentavam o Niko's Bar. O Ferro de Engomar reunia pessoas de diferentes classes sociais. Na Castro Alves funcionaram o Noite & Dia, o Night Day e antes deles o Esquina.

O centro também respirava cultura e educação.

A Galeria Raimundo de Oliveira promovia exposições de arte na Avenida Sampaio. Os cinemas Timbira e Íris tinham sessões lotadas até perto das 23 horas.

No início da noite era comum o desfile de estudantes para aulas nos colégios Municipal, Estadual, Gastão Guimarães, São Francisco e Super Star. Depois, quem não morava no centro seguia para pontos de ônibus. Ou ia para casa a pé, batendo papo.

Havia ainda o intenso movimento do Feira Tênis Clube, atual sede da Secretaria Municipal de Educação, com piscinas, quadras, campeonatos, salão de festas, boate, restaurante e bar funcionando também à noite.

As ruas permaneciam cheias.

Circulação humana.

Sensação de pertencimento.

Com os anos, residências deram lugar a lojas e imóveis fechados após o expediente. O centro deixou de ser moradia. E, quando as pessoas deixam de morar em um lugar, a noite vai embora junto.

Hoje, nessas ruas, o silêncio chega cedo demais.


Everaldo Goes é editor do Feira Hoje -
https://feirahoje.com.br/

Fidelidade na política

Caro patriota, peço que você leia com atenção este relato, contarei algo que vi de perto nos bastidores do poder.
Na política, fidelidade é algo raro. Principalmente nos momentos difíceis. Quando alguém perde o poder, ainda mais de uma maneira fraudada, passa a ser perseguido injustamente e se torna alvo de uma tempestade política e midiática. E é muito comum que seus antigos aliados desapareçam.
Durante o governo Donald Trump, a aproximação com a família Bolsonaro foi construída principalmente pelo esforço de Eduardo Bolsonaro. Foi através dessa relação que Trump passou a conhecer melhor Jair Bolsonaro e a admirá-lo como um líder patriota e alinhado aos valores conservadores.
Mas então veio a avalanche. Trump perdeu a eleição de 2020 em um processo altamente manipulado. A perseguição contra ele aumentou de forma brutal, com investigações forjadas, ataques falsos e ameaças reais de prisão.
Em um momento destes, qual seria a prática normal nos meios políticos? Se afastar de Trump e sua família, tratando como se estes fossem vermes contaminados. Soterrar sua história e seus valores, os tratando como leprosos.
Mas uma figura fez exatamente o inverso: Eduardo Bolsonaro.
Levando consigo os valores ensinados por Jair Bolsonaro, Eduardo permaneceu fiel a Donald Trump justamente em seu pior momento. Quando o ex-presidente americano havia perdido o poder, enfrentava acusações pesadas e era tratado como um “pária” pelo establishment, Eduardo foi até os Estados Unidos prestar solidariedade pessoalmente.
Na prática, naquele momento, muitos acreditavam que a trajetória política de Trump havia acabado. Não existia ganho político óbvio em manter aquela proximidade. Mas Eduardo escolheu a lealdade. Escolheu honrar a amizade. Escolheu mostrar que ainda existiam pessoas dispostas a permanecer ao lado de um líder injustiçado quando quase todos haviam se afastado.
As imagens que ilustram este post mostram justamente isso: Eduardo visitando Trump em 2021, em meio ao maior caos político vivido pelo americano. E também a mensagem enviada posteriormente por Trump, reconhecendo a amizade e a fidelidade demonstradas naquele momento tão difícil.
Grandes homens sabem reconhecer outros grandes homens. E mesmo sem buscar nada em troca, hoje o Brasil colhe os frutos dessa postura. O acesso que Eduardo e Flávio Bolsonaro possuem à Casa Branca, mesmo durante o momento duro enfrentado pelo bolsonarismo, com Jair Bolsonaro e centenas de patriotas presos injustamente, é reflexo direto dessa relação construída com lealdade verdadeira.
Se hoje Trump recebe os Bolsonaros de braços abertos e demonstra respeito por Flávio como uma importante liderança para o futuro, muito disso passa pelo caráter de Eduardo Bolsonaro. Porque quando Trump parecia derrotado e abandonado pelo mundo político, Eduardo permaneceu ao lado dele.
E se o jogo virou nos Estados Unidos, vai virar aqui também. Os sinais já começam a aparecer e o futuro reserva grandes mudanças para o Brasil.

Homenagem celebra trajetória de servidores nos 50 anos da Uefs




A celebração pelo cinquentenário da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) ganhou um significado ainda mais simbólico nesta sexta-feira, dia 29 de maio: reconhecer quem ajuda a construir a história da instituição no dia a dia. Servidores ativos com mais de 35 anos de dedicação à universidade foram homenageados em uma cerimônia marcada por memória, gratidão e reconhecimento.
"Recebo esta homenagem com muita gratidão e emoção. Já são 36 anos de dedicação à Uefs, uma instituição que tenho orgulho de fazer parte e que celebra seus 50 anos de história, formação e compromisso com a sociedade. Agradeço a cada colega servidor, estudante e gestor com quem compartilhei essa caminhada. Fazer parte da trajetória da Uefs é uma honra que levarei sempre comigo”, declarou Carlos Alberto Santos, servidor técnico lotado na Assessoria de Comunicação (Ascom).
Muitos docentes também fizeram parte do grupo de servidores que receberam homenagem. Dentre eles, a professora Erenilde Marques, do Departamento de Saúde, que atua na instituição desde 1991. "Eu fiquei muito emocionada por ter sido incluída nesta homenagem, é difícil não dizer que passa um filme na minha cabeça ao lembrar de toda a minha trajetória aqui. Ingressei como estudante, me tornei docente e há tantos anos atuo no ensino, na pesquisa e na extensão. Dedico esta homenagem a todos os servidores e estudantes que fazem da Uefs uma instituição não somente de excelência acadêmica, mas também acolhedora, democrática e humanizada", disse.
Durante seu pronunciamento na cerimônia, a reitora da Uefs, professora Amali Mussi, agradeceu a todos que fazem parte da trajetória da Instituição. "A história da Uefs nunca foi construída por indivíduos isoladamente. Ela é resultado de encontros, de relações, de trabalho coletivo e do compromisso de muitas mãos que, ao longo de cinco décadas, ajudaram a transformar esta instituição em patrimônio do povo baiano".
A trajetória e contribuição dos servidores aposentados foi destacada pela pró-reitora de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas da Uefs, Marília Rosa, como fundamentais para quem atua hoje na Universidade. "Essa homenagem não se dissocia da trajetória construída por tantos servidores que dedicaram suas vidas à Instituição ao longo dessas cinco décadas. Ao contrário: os que hoje atuam na universidade são herdeiros de uma história construída coletivamente também pelos aposentados, cujo trabalho permanece vivo na memória, na cultura institucional e nas conquistas da nossa universidade. Compreendo que celebrar os servidores ativos é também celebrar a continuidade de um projeto institucional que atravessa gerações".
A cerimônia de homenagens foi palco para o anúncio oficial da criação do prêmio "Eduardo Moura de reconhecimento técnico Uefs: gestão, cidadania, práticas sociais e sustentabilidade". A memória do servidor homenageado se fez presente através do irmão dele, também servidor e vice-reitor da Uefs no período de 2007 a 2011, professor Washington Moura, que recebeu a notícia com muita emoção. "A história de Eduardo honra essa universidade. Ele sempre lutou pela valorização dos servidores e alcançou muitas vitórias. Acho que ainda há muito pra conquistar, mas Eduardo foi um marco nessa universidade. Dedicado, competente e um espelho para os demais servidores técnicos administrativos. Me emocionei demais!".
Participaram da mesa solene do evento a vice-reitora da Uefs, professora Rita Brêda, a diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau do Estado da Bahia (Sintest), Daiana Alcântara, e o representante da Associação das e dos Docentes da Uefs (Adufs), professor Anderson Costa.

Confira mais fotos: 
Fotos: Bernardo Bezerra
Assessoria de Comunicação Social da Uefs

Lula diz que PCC e CV são terroristas, mas que são 'nossos criminosos'

 

Lula disse que está "triste" com decisão do Departamento de Estado dos Estados Unidos de classificar PCC e CV como organizações terroristas estrangeiras.

Chegou a falar em "nossos criminosos", como se fossem de estimação.

Voltou a sugerir que há risco de intervenção e dizer que isso é culpa dos irmãos Bolsonaro, como aconteceu no tarifaço, chamando-os de traidores da pátria.

Referiu-se ao secretário de Estado dos EUA como "um tal Marco Rubio".

Disse também que os brasileiros não aceitam ser tratados como "moleques" ou como uma "republiqueta".

Mas admitiu que o PCC e o CV são terroristas: "Eles incomodam as famílias, eles incomodam o bairro, eles incomodam as cidades, eles roubam tudo a que o povo tem direito, e o direito de o povo viver livremente. Então, eles são terroristas, e nós vamos combatê-los aqui dentro".

Enquanto Lula discursava no palanque eleitoral, sua equipe de governo se reunia em Brasília para soltar um comunicado sobre a decisão dos EUA.

Participaram do encontro os ministros da Casa Civil, Miriam Belchior; da Fazenda, Dario Durigan; das Relações Exteriores, Mauro Vieira; da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Sidônio Palmeira; e da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias.

A nota Secom basicamente dizia que a soberania brasileira é "inegociável" e também criticou veladamente os Bolsonaro: "A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros".

Sergio Moro, que julgou e conhece bem Lula, criticou o comunicado.

Segundo ele, a nota confirma que o Executivo ficará "do lado do CV e do PCC e contra a população brasileira".

"Isso a pretexto de preservar o Brasil de uma fantasiosa intervenção externa. Não é à toa que o crime organizado prosperou nos vinte anos de governos do PT. Não é à toa que o estado mais violento do país, a Bahia, seja também governado pelo PT. Essa aliança do governo com o mundo do crime tem que acabar", complementou o senador e pré-candidato ao governo do Paraná.

Ao portal Metrópoles, Eduardo Bolsonaro, que confirma que o PCC e o CV foram pautas da reunião com Trump, Rubio e Vence, diz que "há mais por vir".

Ao lado de Paulo Figueiredo, que participou dos encontros, ele também já articula uma retomada da aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes.

Fonte: https://vespeiro.com/

Página 2, jornal "NoiteDia"


 

Abalou Brasília: saiba por que Flávio Bolsonaro virou o jogo após ida aos EUA


Por Gustavo Reis.

Durante muito tempo, acreditou-se que a sucessão presidencial de 2026 seria conduzida dentro de um roteiro previsível: enfraquecer gradualmente o bolsonarismo, fragmentar a direita e abrir espaço para uma candidatura moderada, aceita pelo establishment político, financeiro e midiático. Os acontecimentos das últimas semanas, porém, embaralharam esse cenário.

A tentativa de desgastar Flávio Bolsonaro produziu um efeito inesperado. O que parecia ser mais uma ofensiva capaz de enfraquecer o núcleo bolsonarista acabou se transformando em uma demonstração pública de força política e articulação internacional.

A visita de Flávio Bolsonaro à Casa Branca teve impacto muito maior do que o simples simbolismo diplomático. O encontro com Donald Trump, seguido de reuniões com nomes centrais da política externa norte-americana, como Christopher Landau, J. D. Vance e Marco Rubio, alterou significativamente a percepção política em torno de sua pré-candidatura.

Em política, percepção é poder. E a imagem transmitida foi a de que Flávio Bolsonaro não apenas sobreviveu à tentativa de desgaste recente, como saiu politicamente fortalecido dela.

O movimento provocou reações imediatas dentro da própria direita brasileira. Setores que apostavam em alternativas ao bolsonarismo passaram a recalcular posições, enquanto lideranças que haviam adotado um discurso mais agressivo contra Flávio começaram a moderar o tom.

Mas talvez o gesto mais relevante tenha vindo na área da segurança pública. A decisão dos Estados Unidos de classificar o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas dialoga diretamente com uma pauta que há anos mobiliza o eleitor brasileiro: o avanço do crime organizado e a sensação de perda de controle do Estado sobre partes do território nacional.

Independentemente das leituras ideológicas sobre os fatos, uma conclusão parece inevitável: Flávio Bolsonaro deixou de ser visto apenas como herdeiro político de Jair Bolsonaro e passou a ocupar espaço próprio dentro do tabuleiro político nacional e internacional.

E isso muda muita coisa para 2026.

Fonte: Bruno Zambelli 2022 - Facebook

A única grande empresa de Cuba beneficia militares e agrava crise alimentar

Em lugar de implantar o socialismo, como ainda acreditam os ingênuos, regime cubano criou um sistema obscuro voltado para sugar recursos.


Por Vilma Gryzinski:

Ironia das ironias: Cuba tem uma grande empresa voltada para o lucro, como no modelo capitalista, mas só para os chefões das Forças Armadas. O nome genérico, Grupo de Administração Empresarial S. A., ou Gaesa, obscurece o alcance e o controle exercidos sobre as atividades desse verdadeiro conglomerado, uma holding das sombras, com poder sobre todas as atividades que geram divisas, inclusive turismo, comércio exterior e as infames missões médicas no exterior.
É uma espécie de crime perfeito, pela total falta de transparência de suas atividades, responsáveis por bens no valor de 17,9 bilhões de dólares - pelos padrões cubanos, um bocado de dinheiro.
Segundo o Food Monitor Program, um observatório para acompanhar, no exterior, questões referentes à segurança alimentar em Cuba, a Gaesa contribui para a situação desesperadora dos cubanos em matéria de comida ao orientar para a exportação todos os recursos naturais com capacidade de gerar divisas. Também exerce o monopólio sobre a importação e a distribuição de alimentos. Ou seja, controla todo o ciclo alimentar.
Isso num país onde a produção de alimentos é um fracasso monumental. Cuba importa 80% da comida que consome, Nos últimos cinco anos, a produção agrícola caiu nada menos que 67%, segundo o Food Monitor Programa.
O balanço ainda não reflete a totalidade do desastre, agravado ao extremo pelo bloqueio americano à importação de combustíveis. A situação é tão extrema que não se pode dizer que Cuba tenha apagões, as quedas temporárias de fornecimento de energia. A exceção agora é ter luz.
ESTADO DE NECESSIDADE
O Gaesa foi criado nos anos noventa como forma de produzir recursos para as Forças Armadas Revolucionárias e se expandiu constantemente desde então, engolindo todas as atividades que geram dólares e já foi definido como um Estado paralelo, dominado, segundo especialistas, por um grupo de apenas 15 pessoas. É presidido por uma mulher, a general Ania Guillermina Lastres. Raúl Castro e sua grei são as figuras mais poderosas.
Terá uma voz importante na negociação de qualquer acordo com os Estados Unidos. O que exatamente querem os americanos não está claro. Uma pequena abertura, sem mudança estrutural no regime, como aconteceu na Venezuela? Uma reviravolta completa? É evidente que a pressão está aumentando.
Não existe em Cuba um Nicolás Maduro cuja captura induziria à colaboração de outras figuras do regime. É quase inconcebível que Raúl Castro fosse abduzido da mesma forma que o venezuelano - ele tem 94 anos e poucas perspectivas de durar muito mais. Capturar um ancião não pegaria bem em termos de imagem para os americanos.
O aumento das pressões sobre Cuba faz parte de um plano geral do governo Trump para a América Latina que inclui diminuir a presença da China, desarticular regime ditatoriais de esquerda e controlar as grandes organizações criminais, as mais poderosas do mundo. Até agora, a captura de Maduro foi a exceção; os americanos não mandaram mísseis para portos ou centros de processamento de drogas dos cartéis mexicanos, o principal objetivo do projeto de enquadrar como terroristas as gangues do narcotráfico. O mesmo debate que acontece no Brasil já foi feito no México, onde a situação continua praticamente a mesma: o cartéis mandam, os políticos fingem que os combatem e os americanos aumentam os prêmios pela captura dos chefões.
Cuba não tem o flagelo do narcotráfico, uma das poucas coisas boas do socialismo tropical. E tem a vantagem de estar próxima da grande quantidade de exilados nos Estados Unidos, cheios de projetos e de dólares para tirar o país da miséria em que o estelionato socialista a mergulhou. Só precisa combinar com os capitalistas do Gaesa.
O estado de extrema necessidade da maioria dos cubanos pode não deixar muita margem para negociação.

Domingo na Uefs: Programação aberta ao público marca celebração de 50 anos


Cinco décadas de história cabem em um campus inteiro e, nesta comemoração, o pórtico estará mais aberto do que nunca. Entre música, cultura, ciência, arte e atividades recreativas, a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) festeja seu aniversário de 50 anos com uma convocação coletiva: ocupar o campus, viver seus espaços e celebrar o encontro entre instituição e comunidade.

Das 8 até 17 horas diversas atividades vão acontecer na Universidade, totalmente gratuitas. A programação começa às 8 horas com a abertura do campus. Na sequência, o público poderá aproveitar o Aulão de Forró com o grupo Zero74, o projeto Jazz no Jardim com o Bahia Instrumental e o show do grupo Unidos Pelo Samba, com início às 14 horas. Vacinação, massagem e atividades infantis são alguns dos serviços que estarão disponíveis para o público. 

Oito linhas de ônibus coletivos estarão circulando para a Uefs durante o domingo. Os detalhes dos roteiros podem ser acessados através dos aplicativos SIU Mobile e Cittamobi.

CRONOGRAMA GERAL POR HORÁRIO

8 horas - Abertura do campus 

8 horas - Concentração da Corrida de Orientação (Alameda dos Oitis)

8 horas às 9h30 - Tai Chi Qigong com Profa. Alidê

8h20 - Aquecimento para a Corrida com professor Rick (palco da Alameda dos Oitis)

9 horas – Largada da Corrida de Orientação (lateral do RU provisório)

9 horas - Aula de Forró com Grupo Zero74 (Hangar)

9 horas - Janderson do Acordeon (Hangar)

9 horas - Atividades Brincantes com Cia. Cuca de Teatro (Teatro da Uefs)

9h30 às 11h30 - Massagem oferecida pelo TNC

10 horas às 16h30 – Visita guiada à Biblioteca Central

10h30 - Contação de história (Hall da Biblioteca)

10h30 - Espetáculo "Maria Minhoca" - Cia. Cuca de Teatro (Teatro da Uefs)

11 horas - Jazz no Jardim com Grupo Bahia Instrumental (Alameda dos Oitis)

11 horas - Previsão de término da Corrida de Orientação

14 horas – Show Unidos pelo Samba (Hangar da Uefs)

15h30 - Contação de história (segunda sessão - Hall da Biblioteca)

17 horas - Encerramento

Enviado pela Assessoria de Comunicação Social da Uefs