Parlamentar destaca que 'nenhuma ditadura é eterna' e que 'o comunismo nunca levou um povo à prosperidade'
Por Mael Vale
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) celebrou, neste sábado (3), a prisão do narcoditador venezuelando Nicolás Maduro.
O pré-candidato à Presidência do Brasil apontou ainda que o ocorrido é uma "consequência direta de um projeto autoritário que destruiu a liberdade, corroeu a democracia e transformou uma das nações mais ricas da América Latina em sinônimo de sofrimento e desesperança".
Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as forças americanas realizaram um ataque de grande escala e capturaram o ditador. Conforme o republicano, o Maduro foi preso junto com a esposa, Cilia Flores, e ambos foram levados aos EUA.
Assim como o Diário do Poder mostrou vídeos, Flávio também destacou a comemoração de venezuelanos com a queda do narcoditador.
"Maduro não defendia a soberania da Venezuela, mas sim a sua supremacia. Se defendesse mesmo os interesses do povo venezuelano, ninguém estaria comemorando a sua queda", destacou.

O parlamentar aponta ainda que “nenhuma ditadura é eterna” e destaca que “o comunismo nunca levou um povo à prosperidade”.
Veja abaixo a nota completa:
"A Venezuela tornou-se um dos exemplos mais extremos de como um regime autoritário pode destruir uma nação. Sob os governos de Hugo Chávez e, posteriormente, do narcoterrorista Nicolás Maduro, o país enfrentou a concentração de poder, o enfraquecimento das instituições democráticas, a perseguição à imprensa, a repressão à oposição e a eliminação da independência do Judiciário. Maduro utilizava o território venezuelano como rota estratégica para a distribuição de drogas para diversos países.
O resultado é uma tragédia humanitária: colapso da economia, hiperinflação, desemprego em massa, desabastecimento de alimentos e medicamentos e mais de 7 milhões de venezuelanos obrigados a deixar sua terra para sobreviver. Hospitais em ruínas, violência crescente e pobreza fazem parte do cotidiano de um povo que já sofreu demais.
Nada disso foi acaso. É consequência direta de um projeto autoritário que destruiu a liberdade, corroeu a democracia e transformou uma das nações mais ricas da América Latina em sinônimo de sofrimento e desesperança.
Mesmo diante desse cenário devastador, o povo venezuelano resiste. Resiste com fé, dignidade e coragem. Nenhuma ditadura é eterna. A liberdade sempre encontra seu caminho.
O comunismo nunca levou um povo à prosperidade; só levou nações inteiras ao medo, à fome e à fuga. Ditaduras não caem sozinhas, caem quando os povos escolhem a liberdade.
Que Deus fortaleça cada família venezuelana, conforte os que sofrem e proteja todos aqueles que lutam pela liberdade. A Venezuela voltará a ser livre!"
Fonte: diariodopoder.com.br


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