De passagem por Feira de Santana, vindo de carro de Maceió para o Vale do Capão, em Palmeiras, na Chapada Diamantina, o turista se informou onde achar um barbeiro raiz, pois ia ajeitar o cabelo e a barba para se encontrar com a namorada baiana e seguir viagem. Ficou sabendo que no centro da cidade praticamente só existia Mario.
E Mario fez o serviço que agradou o alagoano. Ele ainda informou sobre os pratos feirenses mais típicos: carne de sol e maniçoba e dando dicas sobre o Paraíso da Carne de Sol, na Kalilândia, e Ana da Maniçoba, no Mercado de Arte Popular, pertinho da barbearia, no térreo do Edifício São Domingos.
Mario Leal de Cerqueira tem 77 anos de idade e trabalha há 65 anos. Natural de São Gonçalo dos Campos, está em Feira de Santana desde 1971. Viúvo, tem três filhas e dois netos. Antes do salão atual, que só tem sua cadeira, ele trabalhava perto, com outros barbeiros, nas ruas Intendente Rui e Boticário Moncorvo.
Feira de Santana, como em qualquer cidade, está cheia de barber shop, que anuncia cortes modernos e que tais. Mas, barbearia raiz é diferente. Além de cortes de tesoura ou máquina e de barba, outros serviços como aparar as sombrancelhas, os pelos das narinas e dos ouvidos.
O certo é que Mario, que é o barbeiro que faz meu cabelo e minha barba, não é Fígaro, "O Barbeiro de Sevilha", mas é "O Barbeiro Que Se Vira".
Barbeando
"O Barbeiro de Sevilha" é uma comédia do dramaturgo francês Pierre Beaumarchais, que virou ópera do compositor italiano Gioachino Rossini.
"O Barbeiro Que Se Vira" é título de comédia brasileira, de Eurides Ramos, realizada em 1958, com Arrelia, Eliana Macedo, Paulo Goulart, Fregolente e Beatriz Segall.
Contatos pelo telefone e whatts app (75)8184-2658


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