A
comédia "Toda Donzela Tem um Pai Que É uma Fera", de Gláucio Gil, que
retrata a juventude brasileira dos Anos Dourados (década de 50 no Rio de
Janeiro) teve duas montagens em Feira de Santana. Ambas em produção da
Sociedade Cultural e Artística de Feira de Santana (Scafs). A segunda em
parceria com o Movimento de Estudos Teatrais e Artísticos (Meta).
Na imagem 1, José Maria (cenário),
Neusa Oliveira (Loló), Luciano Ribeiro (General), Geraldo
Lima (contra-regra), Jose Carlos Teixeira (Porfírio), Nelia Oliveira, Francisco
Ribeiro (contra-regra), Raymundo Pinto (diretor) Helio Oliveira, Antonio
Miranda (Joãozinho), Mary Barbosa (Dayse) - pela
sua interpretação, ganhou o prêmio de Melhor Atriz Revelação -, formam a equipe da primeira montagem.
Na
imagem 2, capa do programa da segunda montagem, que foi dirigida por Luciano
Ribeiro, com Maridelma Teixeira (Dayse), Gildarte Ramos (General) Antonio Miranda
(Joãozinho, de novo) e Alvaceli Silva (Loló) nos principais papeis.
As
duas montagens foram realizadas em meados dos anos 60 e encenadas no palco do
Cine Santanópolis, com platéia lotada.
Nos anos 60, como nos 70, Feira de Santana tinha um movimento teatral consistente, com montagens significativas e importantes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário