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Rede Orient - A partir de quinta-feira, 14

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terça-feira, 13 de junho de 2017

"Claro que compreendo a decisão de Trump"

O Acordo de Paris assenta em diferentes pilares
1. Nuns modelos matemáticos que antecipam aumentos de 2º Celsius a temperatura do planeta. E outros sub-modelos que indicam outros valores, que contrariam e/ou complementam aqueles etc. Mas todos os modelos são questionados por acadêmicos reputados. Os modelos adaptados em Paris foram aqueles porque sim. Poderiam ter sido outros. Foram aqueles porque permitiam atingir certas conclusões. Daqui a 100 anos logo se vê se estão certos. Toda a gente está a trabalhar com este grau de certeza científica.
2. Na constatação prática de que é necessário reduzir a emissão de poluentes para a atmosfera. Para lá do senso comum, os exemplos do fog em Paris, Londres, Cidades da Califórnia ou Pequim aconselham que baste.
3. Na constatação de que a transformação dos atuais processos de energia para formas limpas custa dinheiro, muito dinheiro, e não se consegue fazer a curto prazo sem grandes perturbações nas economias domésticas dos Estados.
4. E, assim, combina-se que os Estados ainda podem continuar a aumentar as emissões poluentes até 2030, atingindo por essa altura o pico poluente, e só então começam a reduzir os valores das emissões.
5. A intenção de reduzir emissões assenta numa consciencialização ética dos Estados, que logo se verá depois de 2030 se vai ter concretização. Ou não.
6. Para ajudar os Estados mais atrasados na conversão das suas economias para formas mais limpas é instituído um Fundo Verde no âmbito da ONU.
7. E quem é o principal contribuinte para este Fundo? Vão ser os Estados Unidos com base num princípio punitivo e sancionatório, pois que sendo os EUA o Estado mais desenvolvido do Mundo, foi este Estado que mais poluiu até agora, logo, deve pagar essa fatura.
As consequências da decisão de Trump, do ponto de vista americano
1. Deixa de pagar o tal Fundo Verde e foge à humilhação nacional de ser punido, ainda por cima pelo seu sucesso econômico.
2. Deixa de financiar Estados concorrentes, em especial a China, que iriam beneficiar do dinheiro americano depositado no tal Fundo Verde para reconverterem as suas economias para o verde e daqui a 13 anos estariam em situação de vantagem competitiva face aos EUA.
3. Aproveita o dinheiro que não vai gastar no Fundo Verde para reconverter a sua economia para verde e para acudir a outras situações nacionais - pois que ele foi eleito presidente exatamente para acudir aos americanos em dificuldades.
4. A Economia Verde que já estava em marcha nos EUA, por mérito da administração Obama, desde que seja viável, obviamente que vai aumentar.
5. Atualmente todos os Estados estão ainda a aumentar as suas emissões até 2030 - e isto inclui Alemanha, França. China, Itália, Portugal e todos os histéricos que andam a gritar indignados por aí. Porque razão, os EUA não podem aumentar um pouco as suas emissões para acudir a situações localizadas de desemprego? Desde que não ultrapasse o limite de 2030, nem viola o espírito do Acordo de Paris.
6. Segundo algumas fontes, as emissões de CO2 nos EUA têm vindo a baixar durante a administração Obama. Mas esse grande mérito de Obama, agora não convém ser referido, porque seria um trunfo para Trump. Ou seja, os EUA devem ser o único Estado que está a baixar emissões.
7. E não é justo comparar as emissões de poluentes nos EUA com as da China e Índia por valores per capita, porque o que se acumula na atmosfera são valores absolutos. E em valores absolutos é fácil perceber que o maior poluidor não é bobe expiatório. É de longe a China. Que seria o principal beneficiário do Fundo Verde onde os contribuintes americanos iriam enterrar trilhões de dólares em nome de uma culpa histórica que o Senhor Obama achou que deveria assumir em nome de um povo sem o ter consultado.
Minhas conclusões (e quem souber mais e melhor que me emende, que a informação está escondidíssima)
1. Se todos os Estados estivessem nesta fase a reduzir emissões, eu acharia a atitude de Trump de um egoísmo escandaloso. Mas não estão. Ele está a fazer apenas o mesmo que os outros. Até 2030 toda a gente está a aumentar emissões poluentes. Porque razão, o Trump é o único bandido neste filme?
2. Os modelos que servem de base à discussão sobre o aumento da temperatura não me merecem confiança científica. Os senhores cientistas que se ponham de acordo. Eu neste momento, com base em estatísticas dos últimos 100 anos e perante ciclos da natureza que podem durar 5 ou 10 mil anos, sinceramente não sei em que pé está o clima no que respeita ao aquecimento global.
3. No que respeita à qualidade do ar, porém, já não tenho dúvidas. A emissão de poluentes é nefasta para toda a gente e a preservação das florestas é essencial. Ponto final, parágrafo.
4. Porém, qualquer vulcão que esteja seis meses em atividade contínua, polui mais do que os automóveis todos da cidade de Lisboa durante 10 anos. Por isso, o gigantismo dos fenômenos naturais tornam sempre ridículas as atitudes humanas. Mas nunca será por isso que eu deixarei de cumprir a parte que me cabe na preservação da ecologia que esteja ao meu alcance.
5. O Acordo de Paris tem muito mais a ver com o modelo de Economia Global conforme foi programada pelos globalistas da maçonaria do que com a Ecologia. A Ecologia é apenas o pretexto para a globalização que queriam que fossem os EUA a pagar.
6. E é por isso que o histerismo está instalado.
7. Mas se forem ao Google procurar pormenores sobre o Fundo Verde, quem paga e quem recebe, qual a fatura escandalosa que cabia aos americanos e quem é que ia receber subsídios, não existe uma única informação disponível. Porque essa informação evidenciaria o parasitismo e oportunismo de muitos, o patriotismno de Trump e a traição de Obama
Fonte: http://xiclista.blogspot.com.br/

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