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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Apontamentos sobre uma bela primeira noite no Mercado


* Sexta-feira, 17 de junho de 2016 foi a data. Uma noite muito especial de arte e cultura.
* Uma noite compartilhada de uns com outros reunindo várias vertentes culturais: artes plásticas, áudio visual, música e literatura. Sem estrelismos e vaidades e com vários protagonistas, houve interação e todos satisfeitos com o resultado de cada um.
* Uma constatação: o Mercado de Arte não é só popular.
* No Mercado, uma verdadeira feira livre artística e cultural.
* Com ampla divulgação e convite aberto nas redes sociais, em emissoras de rádio, na televisão, em jornais, sites e blogs, no boca-a-boca, e sem convite formal dirigido, ninguém pode dizer que não foi convidado.
* Quem deixou de ir vai ficar lamentando por muito tempo. Foi um daqueles eventos marcantes, que ficam na memória.
* "A República do Mangue", de Jorge Magalhães, é o primeiro livro de autor feirense editado em Portugal. Um lançamento pela Chiado Editora.
* Edição caprichada, o romance de estreia do jornalista feirense integra a Coleção Viagens na Ficção, com 222 páginas. Tem narrativa contundente e elegantemente envolvente.
* Outro lançamento literário foi o do sétimo livro de poesias de Sandro Penelu, "Grito das Entranhas".
* Enquanto isso, relançamento dos livros "A História do Fluminense de Feira" e "Túnel do Tempo", de Adilson Simas, "cinema demais", de Dimas Oliveira, "O Teatro em Feira de Santana", de Geraldo Lima, "Reminiscências de Feira de Santana" e "Eme Portugal: O Mito Social Feirense", de José Francisco Brandão, "Feira de Santana: Histórias e Estórias de Feira de Santana", escrito por 50 mãos, pelo Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana.
* A Fundação Carlo Barbosa lançou seu oitavo álbum "Memórias - Pintores de Feira de Santana", com reproduções de cinco telas da segunda fase religiosa do patrono da instituição.
* Carlo Barbosa é um artista referência além do seu tempo, com reconhecimento nacional e internacional.
* Lançamento das comemorações do Sesquicentenário da Sociedade Filarmônica 25 de Março, uma instituição que tem futuro, inclusive a partir da formação musical. Maioria de crianças formou o grupo que executou repertório em retreta.
* O professor Carlos Brito, dirigente da Sociedade Filarmônica, a segunda mais antiga da Bahia, anunciou a comissão que vai cuidar das comemorações em 2018. Ele próprio, mais Alfredo Evangelista, Antonio Carlos Batista Neves, Antonio Carlos Batista Neves Júnior, Cristiano Reis e Jorge Magalhães. 
* O Núcleo de Preservação da Memória de Feira de Santana da Fundação Senhor dos Passos, lançou o Volume 8 da coletânea de DVDs "Fragmentos da História de Feira de Santana”, que inclui vários filmes, documentos do pretérito, que foram digitalizados.
* Destaque para "Ser Tão", de José Umberto, a partir do painel de Lênio Braga no Terminal Rodoviário, "Impedimento do Prefeito Francisco Pinto", do acervo de José Olympio Mascarenhas, mais o documentário "Chuvas de Março", de Jonhy Guimarães e Volney Menezes.
* Pode-se afirmar que uma noite internacional. Pelo livro de Jorge Magalhães ser editado em Portugal, pela universalidade da obra de Carlo Barbosa, pela inclusão no repertório da retreta da 25 de Março da canção "My Way", de Paul Anka, versão da canção francesa "Comme d'Habitude", de Claude François, e pela presença entre os convidados do espanhol estudioso em alimentação Iñigo Escobal Fuldain.
* Artistas plásticos, blogueiros, críticos, empresários, escritores, estudantes, fotógrafos, jornalistas, músicos, professores, profissionais liberais, radialistas, mais curiosos e familiares disseram sim ao chamado.
* Não é que até Maria Quitéria, Maria Bonita e Lampião, caracterizados por Célia Zaiin, Josefa Maria do Ó, Jurivaldo Alves da Silva, apareceram no espaço junto com cangaceiros mirins (Andrei, Andreza e Douglas, netos de Jurivaldo)?
* Os que praticam terrorismo cultural em Feira de Santana não compareceram. Ainda bem.
* O Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana (IHGFS) compareceu relançando "Feira de Santana: Histórias e Estórias de Feira de Santana". A presidente Liacélia Pires Leal presente com seus pares de diretoria Dázio Brasileiro Filho, Iany Brasileiro e Norma Soares e Silva.
* A Academia Feirense de Letras também marcou ponto com seu presidente Emanoel Freitas e o ex-presidente Eduardo Kruschewsky.
* Mesmo com agenda cheia, o prefeito José Ronaldo marcou presença na noite cultural realizada no Mercado de Arte Popular, nessa noite. Como resultado, visibilidade em evento artístico e cultural importante, que deve render frutos pela grande vitrine que foi o evento.
A Prefeitura de Feira de Santana, através da Secretaria de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico pelo Departamento de Turismo, revê participação na realização do evento.
* Diretora do Departamento de Turismo da Secretaria de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Social, Graça Cordeiro, agradeceu por "nos oportunizar receber no Mercado de Arte Popular um evento lindo e rico de arte e cultura".
* Foi o primeiro evento noturno no espaço que é dirigido pela pasta.
* O evento também teve chancela da Fundação Senhor dos Passos, através do Núcleo de Preservação da Memória Feirense; Chiado Editora (de Portugal); Fundação Carlo Barbosa; Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana (IHGFS); e Associação dos Artesãos do Mercado de Arte Popular (Artmap).
* A Associação dos Artesãos do MAP estima mais encontros como este, pois movimentam o espaço.
* O evento foi palco de "reencontro lendário" na consideração do músico Jorgeley Melo Fonseca, que veio de Salvador, por se encontrar com Jorge Magalhães, letrista Edmundo Carôso e músico Israel Nascimento, também vieram da capital. "Amigos da arte, amigos da vida", como disse Jorge.
* "Há muito Feira de Santana não reunia grandes talentos numa só noite. Pura cultura. E a Filarmônica 25 de Março deu o toque perfeito para o evento", disse a pedagoga e agente literária Selma Magalhães.
* Os envolvidos postam em seus perfis no Facebook sobre o evento expandindo a ação. Curtidas, comentários e compartilhamentos são feitos.
* No mais, é esperar a próxima atração.
                                  

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