sábado, 9 de maio de 2020
Falecimento de Adessil Guimarães
Morre Little Richard
1993 Uma Estréia Divertida
1992 A Olho Nu
1992 No Calor da Meia Noite
1988 Um Alienígena do Barulho
1986 Um Vagabundo na Alta Roda
1956 Música Alucinante
Fonte: IMDb
"Nem as máscaras nos tornam iguais
Ilustração: https://www.lasnoticiasdiarias.com/.
"Maioria acha que STF 'interfere muito' no governo"
18,8% acham pouco
Do total de entrevistados, 18,8% avaliam que o STF "nada" interfere nos atos do governo, enquanto 8,2% não quiseram ou não souberam opinar.
'Líderes de oposição'
A polêmica foi provocada sobretudo por decisões dos ministros Celso de Mello e Alexandre de Moraes anulando decretos, nomeações e MPs.
Requereu, levou
Só Alexandre de Moraes proferiu contra o governo Bolsonaro 7 decisões monocráticas, na maioria pedido da oposição, em cerca de um mês.
Dimensão nacional
O instituto Paraná Pesquisas entrevistou 2.267 pessoas nos 26 estados e no Distrito Federal, entre os dias 4 e 6 deste mês.
Fonte: Claudio Humberto
Membros de igreja proibidos de cultuar a Deus dentro dos próprios carros
Uma decisão espantosa! Essa pode ser a
definição de um decreto emitido pelo governo de Rio Branco, no Acre,
determinando que os membros de uma igreja evangélica local não cultuem a Deus
dentro dos próprios veículos.
Já que os membros da igreja não podem se reunir no templo por causa do risco de contaminação com o novo coronavírus, eles decidiram se reunir no estacionamento da denominação, cada qual em seus próprios carros, sem contato uns com os outros.
O culto "drive-in" que seria realizado no último dia 3, no entanto, foi proibido pelo decreto que exige o uso de máscaras em locais públicos e proíbe aglomeração de mais de cinco pessoas em espaços considerados públicos.
"Para a surpresa de todos, a igreja foi impede de realizar o culto. Interessante ressaltarmos que há semanas testemunhamos supermercados lotados de pessoas, filas de banco lotadas de pessoas. Hospitais e farmácias lotadas, visita em obras lotadas de pessoas", afirmou Thiago Caetano, ex-gestor da Secretaria de Infraestrutura e Urbanismo do governo Gladson Cameli.
Caetano apontou que o decreto seria uma forma de perseguição religiosa contra os cristãos em sua cidade, já que o culto no formato "drive-in" não envolve o contato entre os fiéis. "Realizar um culto a Deus, sem nenhum tipo de contato, cada um dentro dos seus carros, isso não pode", criticou ele, segundo o AC24 Horas.
"É prudente perseguir as igrejas? É prudente impedir as pessoas de buscar a presença de Deus?!", indagou o engenheiro.
Culto drive-in
No Mato Grosso do Sul, a Igreja Presbiteriana da cidade de Costa Rica também realizou o mesmo tipo de culto drive-in. Os fiéis foram para um pátio nas proximidades do templo, cada qual em seus carros, onde cultuaram a Deus mediante o comando do dirigente da cerimônia.
"Todos abraçaram a ideia para fazer algo sem aglomeração, tudo em prol da nossa saúde e sociedade", disse o pastor Leandro Paim, conforme notícia do Gospel Mais.
Fonte: https://www.portalcidadegospel.com.br/
sexta-feira, 8 de maio de 2020
Os sete distritos de Feira de Santana
Segundo a divisão administrativa do Brasil, concernente a 1911, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município de Feira de Santana subdividia-se em nove distritos: o da sede e os de Almas, Bom Despacho, Bonfim, Humildes, Itapororocas, Remédios da Gameleira, Santa Bárbara, Tanquinho.
Em 1920, Feira de Santana aparece com os mesmos distritos e mais São Vicente. Também aparece São José das Itapororocas (e não mais Itapororocas).
No quadro territorial fixado pelo Decreto Estadual nº 11.089, para vigorar no qüinqüênio 1939-1943, os mesmos distritos apontados em 1933, alguns com alterações toponímicas, como Ipuaçu (ex- Remédios da Gameleira), Itacuruçá (ex-Bonfim), Maria Quitéria (ex- São José das Itapororocas).
Em 1944, mais alterações toponímicas, como Anguera (ex-Almas), Bonfim de Feira (ex-Itacuruçá), Jaguara (ex- Bom Despacho), Pacatu (Santa Bárbara) e Tiquaruçu (ex- São Vicente).
Em 1953, a criação do distrito de Jaíba, com partes da sede, Humildes e Maria Quitéria.
Em 14 de agosto de 1958, Feira de Santana perdeu parte do distrito de Tanquinho para o município do mesmo nome, ganhando para o distrito de Pacatu parte do distrito-sede do novo município.
Em 20 de novembro de 1961 e 14 de novembro do mesmo ano, registraram-se os desmembramentos dos distritos de Anguera e Pacatu (Santa Bárbara), que passam a ser municípios.
Desde então, Feira de Santana conta com os distritos sede, Bonfim de Feira, Humildes, Ipuaçu (que passa a ser Governador João Durval Carneiro pela lei estadual nº 4224, de 26 de dezembro de 1983), Jaguara, Jaíba, Maria Quitéria e Tiquaruçu.
Os distritos de Almas e São José das Itapororocas foram criados ela resolução provincial nº 657, de 16 de dezembro de 1857; Remédio da Gameleira foi criado pela resolução provincial nº 737, de 18 de maio de 1859; o distrito de Santa Bárbara foi criado pela resolução provincial nº 742, de 06 de junho de 1859; o distrito de Bonfim foi criado pela resolução provincial nº 756, de 16 de junho de 1859; Humildes foi criado pela resolução provincial nº 794, de 13 de julho de 1859; Bom Despacho foi criado pela lei provincial nº 1795, de 03 de julho de 1877; o distrito de Tanquinho foi criado pela lei provincial ou resolução nº 1907, de 28 de julho de 1879.
Por lei estadual nº 978, de 26 de julho de 1913, é criado o distrito de São Vicente.
Pelo decreto estadual nº 11089, de 30 de novembro de 1938, o distrito de Remédio da Gameleira passa a chamar-se Ipuaçu, Bonfim tomou o nome Itacuruçá e o distrito de São José das Itapororocas passou a denominar-se Maria Quitéria.
Pelo decreto estadual nº 141, de 31 de dezembro de 1943, o distrito de São Vicente passou a denominar-se Tiquaruçu, Bom Despacho a chamar-se Jaguara e o distrito de Itacuruçá tomou o nome de Bonfim da Feira.
Pelo decreto estadual nº 12978, de 01 de junho de 1944, o distrito de Almas passou a denominar-se Anguera e o distrito de Santa Bárbara tomou o nome de Pacatu.
Em 1944, mais alterações toponímicas, como Anguera (ex-Almas), Bonfim de Feira (ex-Itacuruçá), Jaguara (ex- Bom Despacho), Pacatu (Santa Bárbara) e Tiquaruçu (ex- São Vicente).
Em 14 de agosto de 1958, Feira de Santana perdeu parte do distrito de Tanquinho para o município do mesmo nome, ganhando para o distrito de Pacatu parte do distrito-sede do novo município.
Em 20 de novembro de 1961 e 14 de novembro do mesmo ano, registraram-se os desmembramentos dos distritos de Anguera e Pacatu (Santa Bárbara), que passam a ser municípios.
Desde então, Feira de Santana conta com os distritos sede, Bonfim de Feira, Humildes, Ipuaçu (que passa a ser Governador João Durval Carneiro pela lei estadual nº 4224, de 26 de dezembro de 1983), Jaguara, Jaíba, Maria Quitéria e Tiquaruçu.
Os distritos de Almas e São José das Itapororocas foram criados ela resolução provincial nº 657, de 16 de dezembro de 1857; Remédio da Gameleira foi criado pela resolução provincial nº 737, de 18 de maio de 1859; o distrito de Santa Bárbara foi criado pela resolução provincial nº 742, de 06 de junho de 1859; o distrito de Bonfim foi criado pela resolução provincial nº 756, de 16 de junho de 1859; Humildes foi criado pela resolução provincial nº 794, de 13 de julho de 1859; Bom Despacho foi criado pela lei provincial nº 1795, de 03 de julho de 1877; o distrito de Tanquinho foi criado pela lei provincial ou resolução nº 1907, de 28 de julho de 1879.
Por lei estadual nº 978, de 26 de julho de 1913, é criado o distrito de São Vicente.
Pelo decreto estadual nº 11089, de 30 de novembro de 1938, o distrito de Remédio da Gameleira passa a chamar-se Ipuaçu, Bonfim tomou o nome Itacuruçá e o distrito de São José das Itapororocas passou a denominar-se Maria Quitéria.
Pelo decreto estadual nº 141, de 31 de dezembro de 1943, o distrito de São Vicente passou a denominar-se Tiquaruçu, Bom Despacho a chamar-se Jaguara e o distrito de Itacuruçá tomou o nome de Bonfim da Feira.
Pelo decreto estadual nº 12978, de 01 de junho de 1944, o distrito de Almas passou a denominar-se Anguera e o distrito de Santa Bárbara tomou o nome de Pacatu.
quinta-feira, 7 de maio de 2020
Uma história de amor
"Verde-oliva é a nova cor do Ministério da Saúde"
Os 12 da Saúde
Aos menos 12 militares do Exército ocupam postos-chave do Ministério da Saúde. Todos se destacaram nos respectivos cursos de qualificação.
Ordem unida
Caso da médica Laura Tiriba Appi, assessora de Pazuello, que atuava na Escola de Saúde do Exército.
Nem vem que não tem
O tenente coronel Stefano Silvestro foi designado diretor executivo de uma área ambicionada por lobistas: o Fundo Nacional de Saúde.
Tudo sob controle
Pessoa da confiança de Bolsonaro, o tenente coronel Reginaldo Ramos Machado assumiu a Gestão Interfederativa e Participativa do Ministério.
Fonte: Claudio Humberto
Cinco milhões de visitantes
O Blog Demais agradece aos leitores, parceiros e incentivadores pela manutenção deste trabalho, que tem sido muito gratificante. Continuem lendo e comentando as postagens.
quarta-feira, 6 de maio de 2020
Sesi e Sinduscon realizam blitz contra a Covid-19 em Feira de Santana
Em Feira de Santana, 16 empresas associadas ao Sinduscon vão receber a blitz, totalizando 1.200 trabalhadores. Eles receberão orientações sobre prevenção e segurança no trabalho relativas à Covid-16. Além do Sinduscon, empresas vinculadas ao Sindicato da Indústria do Vestuário (Sindvest) de Feira de Santana também foram alvo da Blitz contra a Covid-19 no município, somando cerca de mil trabalhadores deste segmento.
O gerente do Sesi em Feira de Santana, Luiz Figueiredo, lembra que a blitz faz parte do Programa Juntos contra o Covid-19, realizado pelo Sesi na Bahia. "O objetivo é promover um diálogo com os trabalhadores para levar orientações, com foco na preservação da vida, dos empregos e da renda durante a pandemia", explica Luiz Figueiredo.
A blitz desta quarta-feira ocorreu realizada no canteiro de obras do empreendimento Villa Real, no bairro do Aviário. A Construtora L Marquezzo tem seis canteiros ativos com aproximadamente 700 trabalhadores e todos participarão da Blitz contra a Covid-19.
INFORMAÇÕES QUALIFICADAS
O engenheiro de Segurança da construtora, Antonio Carlos Silva de Souza acredita que a ação vem para reforçar as ações de combate à Covid-19. "O Sesi trouxe informação de qualidade e diferenciada para nossos colaboradores, que são carentes de informações qualificadas. Isso se soma às ações que já estamos desenvolvendo nas nossas unidades", destaca.
As equipes, compostas por engenheiros, técnicos de enfermagem e enfermeiros do trabalho, realizaram ações preventivas de saúde e orientaram sobre o cumprimento do Ofício Circular SEI número 1247, do Ministério da Economia, direcionado às empresas de construção diante da pandemia do novo coronavírus.
O operador de máquinas Alex gostou da iniciativa. "Vai ser muito útil para que eu me previna no ambiente de trabalho e também para preservar minha família ao retornar para casa", destacou.
Para receber a visita dos especialistas do Sesi, as empresas precisam ser associadas do sindicato e solicitar sua adesão. Além do Sinduscon-BA, o Sindvest de Feira de Santana, Sindvest Salvador e o Simagran firmaram parceria com o Sesi. As blitze também serão realizadas na região oeste do estado, em parceria com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). As empresas inscritas no Sesi Viva+ também estão participando da iniciativa que irá envolver 50 mil trabalhadores da indústria em todo o estado.
(Com informações da Gerência de Comunicação Institucional do Sistema Fieb)
"Iniciativas da PGR podem encurralar Sergio Moro"
Após o depoimento à Polícia Federal, considerado
pífio, sem produzir provas de supostas malfeitorias do presidente Jair
Bolsonaro, o ex-ministro Sergio Moro certamente já percebe que a vida não lhe
será fácil, como indica a lista de autoridades que serão ouvidas no inquérito.
Todas devem apoiar a versão do presidente nesse caso, o que pode deixar Moro
perto da acusação de denunciação caluniosa, um dos crimes cuja investigação foi
solicitada pela Procuradoria Geral da República (PGR).
Triunfo importante
O próprio depoimento de Moro é um dos trunfos de
Bolsonaro: nele, o ex-juiz da Lava Jato não conseguiu atribuir crimes ao
presidente.
Alta credibilidade
A pedido da PGR, a PF ouvirá três ministros de alta
credibilidade: Braga Netto, Augusto Heleno, e Luiz Eduardo Ramos, ligados a
Bolsonaro.
Testemunha leal
Outra testemunha a ser ouvida é a deputada Carla
Zambelli (PSL-SP), cuja lealdade a Bolsonaro é inquestionável. Vai falar bem do
presidente.
Não vai deixar barato
À PF, Carla Zambelli também não deixará de falar
mal de Moro, padrinho do seu casamento, como tem feito em sucessivas
entrevistas.
Fonte: Claudio Humberto
"Depoimento de Moro: a montanha pariu um rato"
O semblante descontraído do presidente Jair
Bolsonaro mal escondia seu alívio, ao retornar no fim da tarde à residência
oficial do Palácio Alvorada, após tomar conhecimento de tudo o que o
ex-ministro da Justiça Sérgio Moro afirmou à Polícia Federal. A leitura das
declarações do ex-juiz da Lava Jato mostrou que, afinal, a montanha pariu um
rato. Nem o próprio Moro foi capaz de atribuir fato criminoso ao presidente.
Cargos são do presidente
É risível chamar de "interferência" na PF a decisão
de trocar o diretor ou dois superintendentes, titulares de cargos de
confiança... do presidente.
Ele não precisa explicar
O ex-ministro diz que pediu as razões para substituições
na PF. Cargos são de livre provimento: o presidente não precisa explicar suas
escolhas.
Para fazer média, é ótimo
Moro disse que agiu para "preservar a autonomia" da
PF. Isso soa como música na PF, mas não está na lei. É ainda um sonho na
corporação.
Não dá uma xícara de café
O ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Jr.
leu atentamente o depoimento do ex-ministro Sergio Moro. "Se verdadeiro
confesso que espremendo muito não da uma xícara de café," disse.
Acusação marota
Moro diz não ter assinado a demissão do ex-diretor
da PF, como saiu no Diário Oficial, mas não reclamou de centenas de atos
semelhantes, nos 14 meses como ministro. Não é falsidade ideológica, é a velha
prática da "referenda": todo ato do presidente pertinente a um ministério sai
com o nome do respectivo ministro, que quase nunca é consultado.
Mensagens selecionadas
O ex-ministro da Justiça fez algo que o ex-juiz
Sérgio Moro não aceitaria: liberou para a PF apenas troca de mensagens com o
presidente, mantendo as demais preservadas "por questão de privacidade".
Humm...
Pedido de desculpas
Em depoimento, Moro parecia alguém tentando
consertar uma pisada de bola. Por quatro vezes repetiu que o presidente
Bolsonaro "nunca" pediu relatório ou informação de qualquer tipo sobre
investigações da PF.
Pensando bem....
...como político, Moro se mostrou um excelente
juiz.
terça-feira, 5 de maio de 2020
Boulevard Shopping tem drive thru para retirada de compras
"Lanterna disputada"
Morre ator John Ericson
1971 Se Minha Cama Voasse
1969 Black Talisman
1968 Os Demolidores
1967 Falta Alguém Para Morrer
1967 Uma Bala É Teu Prêmio
1964 As Sete Caras do Dr. Lao
1963 Semiramis
1960 Sob Dez Bandeiras
1960 Pretty Boy Floyd
1958 Na Fúria de uma Sentença
1957 Emboscada Selvagem
1957 Dragões da Violência
1955 Assassino a Sangue Frio
1955 Conspiração do Silêncio
1954 Tentação Verde
1954 O Príncipe Estudante
1954 Rapsódia
1951 No Palco da Vida
1951 TeresaFonte: IMDb
segunda-feira, 4 de maio de 2020
Revisão em DVD de "José Vendido no Egito"
Morre ator Flavio Migliaccio
2013 Mato Sem Cachorro
2008 Verônica
2007 Os Porralokinhas
2006 Boleiros 2: Vencedores e Vencidos
1998 Menino Maluquinho 2: A Aventura
1978 A Noiva da Cidade
1975 O Caçador de Fantasma
1974 O Filho do Chefão
1972 Os Machões
1971 Assalto à Brasileira
1971 Aventuras Com Tio Maneco
1971 Como Ganhar na Loteria Sem Perder a Esportiva
1969 A Cama Ao Alcance de Todos
1969 Como Vai, Vai Bem?
1969 Pobre Príncipe Encantado
1968 O Homem Nu
1967 Arrastão
domingo, 3 de maio de 2020
Revisão de "Salomão e a Rainha de Sabá"
Mas seu irmão Adonias (George Sanders) ambiciona ficar no trono. Israel prospera sob o reino do rei sábio. Entretanto, o faraó do Egito concede parte do Mar Vermelho à rainha de Sabá (Gina Lollobrigida) e com ela conspira encontrar uma maneira de destruir Salomão, cuja sabedoria é temida e respeitada por todos os povos e é vista como uma ameaça a todos os demais monarcas da região. Salomão, ao mesmo tempo que enfrenta as intrigas do irmão que tenta derrubá-lo do trono, recebe a visita da rainha de Sabá que tenta de todas as maneiras seduzi-lo com seu encanto para conquistar todo o seu seu reinado.
Tem duração de 141 minutos, os cenários são suntuosos e são belos os figurinos da rainha de Sabá, como é bela a atriz Gina Lollobrigida.
sábado, 2 de maio de 2020
Eleições deste ano podem não ocorrer
sexta-feira, 1 de maio de 2020
"Estrelismo sem estrelas no STF"
Por Percival Puggina
O estrelismo faz do nosso STF caricatura de uma Suprema Corte. Amigos constitucionalistas me dizem que tal notoriedade, vinda de um protagonismo exacerbado na cena política, não ocorre em países onde o estado de direito está consolidado em instituições racionalmente concebidas. No Brasil, há bom tempo, as sessões plenárias do STF são assistidas com os corações aos pulos e desembocam em passeatas e carreatas.
Não deixa de ser curioso que, quanto maior o protagonismo, quanto maior o estrelismo, mais estridentes as vaias e imprecações lançadas contra alguns senhores ministros de verbo solto e juízo contido. Chegamos ao exagero de podermos reconhecer os membros do nosso STF pela voz. Não é necessário olhar a tela da TV para saber qual o ministro que está sendo entrevistado. Com um pouco mais de experiência, antecipamos o que dirá. Curtem a notoriedade, mesmo com enorme prejuízo à própria imagem.
Chegam ao estrelato por relação de amizade ou de confiança com o presidente que os indicou à aprovação do Senado em sessões de "sabatina" que a tradição converteu em eventos laudatórios. Ou seja, os meios pelos quais os ministros assumem o poder que tudo pode e sobem as escadas da fama são os mesmos que o ministro Alexandre de Moraes considera inadmissíveis como critério para escolha de um delegado-geral da Polícia Federal. Ele mesmo é ministro do STF graças à indicação feita pelo notório Michel Temer que, antes, o fez advogado-geral da União.
Num país de péssima alfaiataria institucional, onde tudo está politizado e envolve dois interesses conflitantes, é contínuo o fluxo de questões políticas que chegam ao STF vindas das partes e interesses em jogo. Por isso, resulta completamente impróprio que o STF se intrometa num assunto em que a norma é tão clara: "O cargo de diretor-geral, nomeado pelo presidente da República, é privativo de delegado de Polícia Federal integrante da classe especial". Ponto.
Ao invadir espaço de competência exclusiva da Presidência da República, Alexandre de Moraes arromba ainda mais a porta de entrada para uma cultura jurídica que vem alçando o STF à posição de verdadeiro condutor da política nacional. Trata-se daquilo que alguns colegas dele já se apressaram a afirmar: o STF caminha no sentido de se converter em poder moderador da República! Algo assim, sem voto nem respaldo constitucional é apropriação indébita exercida contra os poderes republicanos, cuja única fonte é o povo brasileiro.
Não sei que fim levou o tal túnel que estava para ser construído no STF proporcionando discrição à entrada e à saída dos senhores ministros. Pronto ou não, ele deveria mostrar a todos o quanto é frívolo e quanto mal faz ao país o protagonismo e o estrelismo sem estrelas que acometeu aquela corte.
Percival Puggina (75), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de "Crônicas Contra o Totalitarismo", "Cuba, a Tragédia da Utopia", "Pombas e Gaviões", "A Tomada do Brasil". Integrante do grupo Pensar+.
Fonte: http://www.puggina.org/
"Congresso nada; oposição a Bolsonaro está no STF"
Deixa que eu chuto
O STF barrou ato que devolvia a Funai ao Ministério da Agricultura. E por unanimidade impediu que Bolsonaro definisse políticas de isolamento.
O STF impôs derrota a Bolsonaro e anulou MP que extinguia indecoroso DPVAT, além de impedir a extinção das sinecuras de conselhos federais.
Sem alívio
Por unanimidade, o STF barrou mudar a lei de Acesso à Informação para aliviar a punição a quem não respondesse pedidos durante a pandemia.
Fonte: Claudio Humberto


















