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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Em "O Livro de Eli", a importância da Bíblia

Leitura da Bíblia (Foto 1) e oração (Foto 2) em "O Livro de Eli"
Fotos: Divulgação

No drama de ação - muita ação e com violência - "O Livro de Eli" (The Book of Eli"), dos irmãos Albert e Allen Hughes, 2010, o cenário é devastador, depois de 30 anos que houve um "flash" e a Terra foi quase destruída. Assim, o ambiente é pós-apocalíptico. A Terra está arrasada. O ano é 2043.
Eli (Denzel Washington), um homem solitário caminha sempre para o oeste cumprindo uma ordenança com fé e convicção - ele leva consigo uma Bíblia (versão King James), livro que lê sempre. Seu descanso é ouvindo música no seu iPod.
Eli encontra um lugar, no qual pode adquirir bateria para seu aparelho e mantimentos. Carnegie (Gary Oldman) domina o lugar. Sua aparição é lendo um livro sobre o fascista Benito Mussolini (1883-1945). Mas seu interesse é na Bíblia, o livro que ele descobre que Eli carrega. Ele considera que "religião é poder" e pode expandir a sua tirania, seu domínio, pois conhece o que está escrito no livro sagrado.
O filme mostra que sem o cristianismo e o judaismo, o mundo viraria um caos. Também que livros, principalmente a Bíblia, não devem ser queimados. "O Livro de Eli" contém argumento de conteúdo que leva à reflexão sobre valores, princípios, fé. Um filme que leva o público a questionar sobre a vida e o caminho da humanidade para a redenção, a salvação. A jornada de Eli é para entregar - no final se descobre a quem - o livro mais importante da humanidade em segurança.
Tem referências a "Fahrenheit 451", de François Truffaut, 1966; "Mad Max", de George Miller, 1979; "Blade Runner", de Ridley Scott, 1982. Também a westerns spaghettis dos anos 60. Ainda referência a William Shakespeare. Remete ao filósofo inglês Thomas Hobbes ("o homem é o lobo do homem"). Mas, o principal tema é a importância da Bíblia.

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