O
paisagismo depende da arquitetura. A arquitetura fica incrivelmente
mais bela quando pode contar com o paisagismo.
Ofícios que caminham de mãos dadas em prol de resultados primorosos.
mais bela quando pode contar com o paisagismo.
Ofícios que caminham de mãos dadas em prol de resultados primorosos.
No projeto executado pelo arquiteto Cássio Gontijo
e pela paisagista Erly Hooper, o jardim vertical acolhe quem chega e quebra o
clima austero, típico das clínicas odontológicas.
Recursos como o uso de esculturas e cascatas de
água podem ser indicados pelos arquitetos para valorizar o paisagismo.
Fotos: Daniel Mansur
Fotos: Daniel Mansur
Na natureza, chamamos de mutualismo a interação
entre dois organismos que se beneficiam reciprocamente. O termo também pode ser
muito bem empregado para definir a relação entra a arquitetura e o paisagismo,
ofícios realizados por diferentes profissionais, mas que precisam estar em
perfeita sintonia. "A relação entre o projeto paisagístico e o projeto
arquitetônico é de extrema importância. Um depende do outro, pois quem está
idealizando o arquitetônico tem que ter em mente o que deseja para o
paisagismo", avalia o arquiteto Cássio Gontijo, que reconhece a
importância do paisagismo na finalização de um projeto. Tanto que, embora
esta possa ser uma decisão dos clientes, o arquiteto faz questão de orientá-los
quanto à escolha do paisagista. "Faço questão disso, pois a sintonia entre
ambos profissionais é muito importante para que um projeto não se perca do
outro. Só apresentamos um parecer final para o cliente, que é o maior
beneficiado com essa parceria, depois de várias conversas e reuniões entre eu e
o profissional do paisagismo", explica Cássio.
A paisagista Erly Hooper concorda com o arquiteto: "É necessário um entrosamento um com outro. É um trabalho de equipe onde todos os esforços visam equacionar o negócio". Não por um acaso, Erly é uma das principais parceiras de Cássio. Ela conta como funciona essa sintonia: "O projeto paisagístico começa, normalmente, quando a obra está em fase de acabamento, já que projeto arquitetônico tem que estar definido e já estabilizado para se fazer o paisagismo". Erly lembra ainda que o paisagista aceita e precisa da participação do arquiteto. "O arquiteto faz suas interferências, mas um sempre respeitando as opiniões e pontos de vista do outro", arremata.
Os dois profissionais salientam que o mais importante é que nenhum projeto sobressaia sobre o outro, afinal, eles são complementares. Um exemplo dessa complementação harmoniosa é o projeto desta clínica odontológica, fruto da parceria entre Cássio e Erly, na qual o paisagismo encheu de vida a estrutura moderna do empreendimento.
(Com informações de Ana Paula Horta e Fernanda Pinho, da Mão Dupla Comunicação)
A paisagista Erly Hooper concorda com o arquiteto: "É necessário um entrosamento um com outro. É um trabalho de equipe onde todos os esforços visam equacionar o negócio". Não por um acaso, Erly é uma das principais parceiras de Cássio. Ela conta como funciona essa sintonia: "O projeto paisagístico começa, normalmente, quando a obra está em fase de acabamento, já que projeto arquitetônico tem que estar definido e já estabilizado para se fazer o paisagismo". Erly lembra ainda que o paisagista aceita e precisa da participação do arquiteto. "O arquiteto faz suas interferências, mas um sempre respeitando as opiniões e pontos de vista do outro", arremata.
Os dois profissionais salientam que o mais importante é que nenhum projeto sobressaia sobre o outro, afinal, eles são complementares. Um exemplo dessa complementação harmoniosa é o projeto desta clínica odontológica, fruto da parceria entre Cássio e Erly, na qual o paisagismo encheu de vida a estrutura moderna do empreendimento.
(Com informações de Ana Paula Horta e Fernanda Pinho, da Mão Dupla Comunicação)



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