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domingo, 23 de setembro de 2012

"Os corruPTos que mentem (Ou um pleonasmo petista na eleição de São Paulo"



Em algum momento neste site, mostrei como funciona a cabeça petista. Falei sobre o fato de pregarem uma coisa em campanha e fazerem outra completamente oposta quando são eleitos. Hoje, vejam vocês, o que eu digo se comprova.
 Em São Paulo, o candidato petista Fernando Haddad, tenta a todo custo se desvincular da pecha que o levou a ser conhecido em todo o país, incluindo, é claro, os fiascos das provas do Enem que tiveram desempenho digno de países como o Gabão e dai pra baixo.
Quando petistas como Marta Suplicy (hoje ministra da ultura que deve achar o Supla o suprassumo da intelectualidade cultural) levantam o tom da voz para pregar conceitos estranhos como a destruição da participação religiosa na política, exigem de seus asseclas o mais pio silêncio, já que essa ladainha faz parte do grupo político ao qual se bandearam.
 Por que o hoje candidato Haddad não expõe os temas que defendeu e ajudou a criar quando foi ministro da Educação? Hoje, o mesmo Haddad do kit gay acusa outros candidatos de serem "religiosos". Ora, desde quando ser religioso é motivo de vergonha? Por que o próprio Haddad não se orgulha publicamente da sua criação quimérica? Ao mesmo tempo em que tenta se desvencilhar do kit gay, o pupilo do Lula também precisa se afastar de suas ligações espúrias com os réus do mensalão, virando assim as costas aos amigos.
Sob a tentativa de beatificação pública, o PT tenta criar meios para que seus pontos fracos sejam considerados tabus na sociedade. A participação religiosa na política é tratada como se fosse golpe baixo, jogada suja. Quem não se lembra da Dilma Rousseff que, praticamente eleita no primeiro turno, teve de enfrentar o segundo turno porque dizia-se que iria implantar uma lei abortista no país, tendo que assinar um termo em que se oporia veementemente a qualquer tentativa de hastear tal bandeira durante seu mandato, quebrando assim uma das políticas do seu partido, a legalização do aborto.
Hoje, os petistas tentam fazer crer que é bonito apoiar imoralidades, mas é horrível ser cristão. A verdade é escamoteada como se fosse uma bola de futebol ao final do jogo. A maior cidade do país não deveria se inclinar a tamanho insulto. Há que se escolher muito bem, embora eu tenha dúvidas se há saída no quadro que se apresenta. De kit gay a fumadores da maconha, tem de tudo nesta eleição. E o pior deles, na visão dos petistas, é ser cristão.
Fonte: "Críticas & Pensamentos"

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