Neto iniciou o bate-papo com os jornalistas, que transcorreu em clima informal, fazendo um balanço da atuação da oposição em Brasília e na Bahia. Ele destacou, sobretudo, a pressão para derrubar o ex-ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, falou sobre o escândalo na pasta dos Transportes e sobre as bandeiras da oposição para o segundo semestre na Câmara: a aprovação da PEC 300, que vai garantir melhorias salariais para bombeiros e policiais de todo o país, e da Emenda 29, que vai assegurar mais recursos para a saúde.
Candidatura - Questionado insistentemente sobre uma eventual candidatura à Prefeitura de Salvador pelas emissoras de TV, jornais, rádios e blogs presentes ao café da manhã, ACM Neto disse que ainda não tomou essa decisão. Ele reconheceu, no entanto, que a cidade o coloca na condição de pré-candidato, liderando as pesquisas. "Mas, apesar disso, estou aberto ao diálogo. Estamos conversando com o PMDB, o PSDB, o PR e o PPS, entre outros partidos, buscando o consenso. Temos de encontrar o melhor nome com condições de enfrentar e derrotar o PT".
O deputado revelou que, com o Democratas, está montando um grupo de trabalho dividido em 12 áreas temáticas para discutir e elaborar projetos para a Salvador do futuro. Neto falou ainda sobre a importância do fórum "A Cidade e Seu Futuro", idealizado por ele em parceria com a Fundação Liberdade e Cidadania do Democratas e que vai percorrer os bairros da capital debatendo com as comunidades soluções para problemas nas áreas da educação, saúde, infraestrutura urbana, empregabilidade, qualificação profissional e turismo. O fórum começou no último dia 16, na Vasco da Gama.
João Henrique – Neto respondeu a muitas perguntas sobre a sua relação com o prefeito João Henrique e a participação do Democratas na administração municipal. "Não sou, e a cidade reconhece isso, responsável pela administração do prefeito João Henrique. O prefeito fez escolhas políticas. Passou por vários partidos, mas nunca recebeu influência do Democratas. Nossa única responsabilidade na administração é com o turismo, pois a nossa única indicação na Prefeitura foi a da Saltur (Cláudio Tinoco)", lembrou.
Neto admitiu que aceitaria o apoio do prefeito e do PP, pois isso não significa continuidade administrativa. "Vamos fazer mudanças profundas, caso eu seja candidato e caso venha a ser eleito. Não quero ser prefeito se não for para fazer isso, para melhorar a gestão, para cortar indicações políticas", salientou, acrescentando que tem boas relação com João Henrique, mas isso não o impede de criticar o gestor. Para o deputado, o prefeito está hoje mais próximo do PT do que da oposição.
(Com informações de Alexandre Reis, da Assessoria de Imprensa)

4 comentários:
Claro que JH deve estar próximo do PT e de Jaques Wagner...até a mulher dêle, Maria Luíza, já é aliada ferrenha de JWagner, não é? Nada a ver com os DEMocratas.
Acho que ACM Neto presentearia Salvador se desistir do pleito em favor de Mário Kertész!
É mesmo, Danilo?? Só porque Mario Kertesz é do seu partido e aliadíssimo de Geddel? Imagine, um cara nada constante~, que apoia sempre o "cara" da hora(já apoiou JW, JH, etc, aempre que lhe interessou, sem contar sua fama láááá no passado. ACM Neto, o mais limpo e competente de todos os candidatos que apareceram até agora.
Mário Kertész é um nome que o próprio Neto achou positivo e não há nada melhor do que a opinião do deputado para sacramentar qualquer tipo de dúvida.
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