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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Aleluia: "Dilma cometeu crime grave"

Deu no "Blog 25: Democratas":

O deputado José Carlos Aleluia (BA), vice-presidente nacional do Democratas, chama a atenção para as ilegalidades que teriam sido cometidas por Dilma Rousseff. Durante encontro com a ex-secretária da Receita federal Lina Vieira, a ministra pediu que a Receita Federal aliviasse a barra das investigações que estavam sendo feitas nas empresas da família Sarney. "Dilma cometeu crime grave", diz Aleluia. "Trata-se de mais um escândalo do governo Lula", completa.
Na avaliação de Aleluia, o presidente Lula Silva está em pânico com o caso tanto que está tentando desviar o assunto. Segundo ele, Lina Vieira vai falar no Senado e pode ocorrer com Dilma o mesmo que aconteceu com o então ministro da Fazenda Antonio Palocci, demitido do governo depois que houve a quebra de sigilo bancário do caseiro Francenildo Santos Costa. "Esse crime cometido pela ministra Dilma é tão grave quanto o do Palocci e envolve tráfico de influência e improbidade adminiostrativa", assinala.

2 comentários:

Anônimo disse...

Imagino o que esta secretária tem passado depois de tudo o que aconteceu, sabendo que Lula com certeza tomaria a defesa dessa criatura, como tem feito com todos os outros,claramente criminosos. Mariana

Anônimo disse...

Brasil covarde

Artigo de Guilherme Fiuza

Em defesa de José Sarney, Collor mandou Pedro Simon engolir suas
palavras. Simon voltou a falar, mas engoliu. Em seco. Depois relatou
que teve medo.
O olhar vidrado de Collor lembrou ao senador gaúcho o crime cometido
pelo pai dele, Arnon de Mello, que matou um colega no plenário. Simon
achou que podia ter o mesmo fim trágico.
Trágico mesmo nessa história é o medo do valente Pedro Simon.
Acabaram-se os homens públicos, acabou-se o espírito público. Se um
Collor babando de ódio é suficiente para calar um democrata, a
democracia será regida pelos psicopatas.
Collor disse a Simon que não se atrevesse a repetir o seu nome, nunca
mais. A intimidação fez efeito, e Simon não mais pronunciou o nome do
colega.
Se ainda existissem homens públicos, Pedro Simon, ou qualquer outro
senador, deveria ter respondido imediatamente a Fernando Collor de
Mello (este é o nome dele): o Senado é uma alta representação do povo,
os que lá estão têm nomes, e no dia em que algum deles não puder ser
pronunciado a democracia terá morrido.
Vamos repetir o nome do senador que não quer ser mencionado, e que foi
obedecido por Pedro Simon: Fernando Collor de Mello. É muito
importante pronunciar este nome, para que ele não seja esquecido
jamais.
Fernando Collor de Mello é o ex-presidente da República que acreditou
poder governar na marra, com medidas truculentas como o confisco da
poupança dos brasileiros, e que julgou poder usar o mandato popular
como instrumento privado em benefício próprio. Ao lado de seu famoso
tesoureiro, Paulo César Farias, condenado por corrupção, Fernando
Collor de Mello foi acusado em vários processos de lesar a
administração pública, teve que renunciar, e foi condenado no Senado à
perda de seus direitos políticos por oito anos.
Collor foi absolvido na Justiça, cumpriu a pena política e conseguiu
voltar a se eleger. Estava no seu pleno direito. Era hora dos
incomodados se calarem.
Ao entrar no plenário do Senado bufando, tentando intimidar, ameaçando
com chantagens e perseguições, este homem está dizendo o seguinte ao
país: não quer ser tratado como um democrata, quer ser tratado como
bandido.
Entre o medo de Pedro Simon e a apatia da opinião pública, Fernando
Collor de Mello (este é o seu nome) saiu de cabeça erguida do Senado.
O terror venceu. E no dia seguinte, foi recebido discretamente por
ninguém menos que sua santidade, o presidente Luiz Inácio Lula da
Silva.
O velho, o desclassificado, o inacreditável Collor canta de galo no
Senado Federal, e o Brasil assiste. O Brasil é covarde.
É por isso que José Sarney sobe à tribuna e mente à vontade. Não tem
problema ele dizer que não tem nada a ver com Agaciel e a farra do
tráfico de influência. O Brasil sabe de tudo. Mas a covardia abençoa
os cínicos.
Se Collor pode fazer discurso de bandido no Senado e ser recebido em
seguida por Lula, por que implicar com as molecagens da família
Sarney?
O melhor é ligar a TV e assistir à marmelada no Conselho de Ética com
pipoca e Coca-Cola.
PS: O nome do senador impronunciável é Fernando Collor de Mello