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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

"Bahia: um cargo pelo voto"


Está no site oficial de José Ronaldo (http://www.joseronaldo.com.br/):
Nunca, na história da Bahia, com certeza desde Tomé de Souza, se viu tanto fisiologismo na administração do Estado. Para recompor a base aliada, em nome da tal governabilidade, o governador Jaques Wagner transformou o governo em um verdadeiro balcão de negócios: apoio parlamentar e político eleitoral virou moeda forte.
As barganhas, a troca de secretarias e outros
cargos pelo alinhamento de partidos e parlamentares, estão sendo feitas abertamente, sem qualquer pudor. Não estamos falando apenas da tão propagada ideologia partidária, o fisiologismo é pior. Não se discute competência ou sequer aptidão para cargos na máquina do Estado, exige-se apenas apoio incondicional para o governo e para a reeleição, executando-se um projeto político sem medir conseqüências. Ex-adversários agora, sem qualquer justificativa, apenas na base da barganha, são aliados, são “amigos de infância”.
Que o Jaques Wagner não conhece a Bahia, nem conhece a nossa gente, a nossa história e as nossas tradições, isso é fato, mas não respeitar o senso crítico e subestimar a inteligência, menosprezando a capacidade crítica dos baianos, é demais. Governar com fisiologismo é governar com a incompetência, é deixar a Bahia refém da inoperância e do clientelismo político.
O povo não quer fisiologismo, quer compromissos com a Bahia, quer um governo
que defenda nossa terra, que levante como principal bandeira o desenvolvimento do Estado.

Um comentário:

Anônimo disse...

Esta pouca vergonha está sendo a manchete do dia. Se este governador tivesse um mínimo de vergonha,não apareceria em público por muito tempo. Quando se fala em tantas crises, em tantas instituições e no país mesmo,com essa marolinha de Lula, porque dificultar ainda mais ao povo de ver alguma coisa boa acontecendo? Esses dois, eu soube hoje,quando faziam seus discursos de campanha, levavam um caixãozinho numa clara alusão de que Moema, a opositora, estava já com o pé na cova e que não iria governar mesmo, visto que ela se tratava com um cancer.E são essas duas criaturas que J Wagner, numa hora que não dá prá brincar mais,escolheu para secretários. O povo? Não tem a menor importância. Mariana