quarta-feira, 26 de julho de 2017
Enfatiotados com igualdade
Unidade do Senai com novo gerente
Cinco filmes da "Fase Crítica do Cinema Alemão" no Clube de Cinema em 1973
Festival de filmes da United Artists
Digitalização de "A Divina Maravilhosa e o Vampiro Celestial"
O que é arte
Foto: ACM
Casarão não existe mais
Carro de boi no Carro de Boi
O que é que há em cinema em Feira de Santana?
ditas para fazer algum barulho por nada
Postagem no Blog Demais em 15 de abril de 2007, há mais de dez anos:
Ontem e hoje, quem sabe amanhã, o que Feira tem sido é cenário, com locações de filmes. Como o caso mais recente de "Lua Violada", que o cineasta José Umberto realizou no primeiro semestre de 2003 e mostrou o filme pronto em julho, em evento artístico-cultural marcante no Orient Cineplace, Multiplex do Iguatemi, com presenças do prefeito José Ronaldo de Carvalho - a Prefeitura deu apoio logístico à produção - e do então secretário de Estado da Cultura, Paulo Gaudenzi.
Antes, o próprio José Umberto, que tem raízes em Feira de Santana, utilizou a cidade como cenário de três filmes: "Urubu", "Ser Tão" e "Brabeza". Outros filmes com locações nesta cidade são: "O Pistoleiro", de Oscar Santana, "O Amuleto de Ogum", de Nelson Pereira de Souza, "Deus e o Diabo na Terra do Sol", de Glauber Rocha, e o episódio "Ana", de "A Rosa dos Ventos", de Alex Viany. Todos utilizando Feira como referencial de locações.
O nome de Olney São Paulo deve ser lembrado. Ele viveu em Feira, como profícuo realizador de cinema, colocando a cidade que o abrigou na tela, como no pioneiro "Um Crime na Rua", de 1955. Também em "O Grito da Terra", "O Profeta de Feira de Santana", "Como Nasce uma Cidade", "Ciganos do Nordeste", "Pinto Vem Aí". Nos seus tempos na terra, havia a Associação de Críticos Cinematográficos de Feira de Santana e também surgiu o Clube de Cinema de Feira de Santana - que no início dos anos 80 ressurgiu, mas durou pouco tempo.
Nos anos 80, o surgimento de um muito barulhento (por nada?) movimento de cinema Super 8 na cidade, contando com os nomes de Dimas Oliveira (que também editou praticamente todos os filmes realizados na época), das dupla Juraci Dórea & Everaldo Cerqueira e Zé Maria & Ideval Alves, mais Antônio Carlos Carvalho, Antônio Miranda, Ivan Dórea, Nailson Chaves. A bitola superoitista era meio e fim para as ideias que tinham na cabeça de cada um deles. Os títulos de então: "O Vampiro Ralipiu", "Corpo a Corpo", "Palhaços", "Tapera", "Anjanil", "Wa Okum", "Etérito", "O Rumbeira" (ou "A Rumbeiro"), "A Divina Maravilhosa e o Vampiro Celestial", "Coisas do Destino", "Denúncia", "Vestibular, O Bicho Papão", entre outros.
A exibição dos experimentos era feita em paredes de escolas e associações, que viravam telas de exibição. Lançamentos eram feitos onde hoje está instalado o Museu Regional de Arte, no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca). Também eram mostrados em festivais e jornadas de cinema. Os experimentos eram realizados e vistos, discutidos e muitas vezes arrasados nos comentários. A maioria desses filmes nem existe mais, alguns tendo desaparecido e destruídos. Era tempo de censura contra a criação artística e os filmes tinham que passar pelo crivo dos censores.
O certo é que Feira de Santana que sempre teve arte e cultura, também viveu seus dias de cinema. Tem quem lamente que hoje não exista mais movimento. As coisas mudam, não é mesmo?
"Governo não corta privilégios e mordomias"
terça-feira, 25 de julho de 2017
Joilton Freitas e o futuro de José Ronaldo
Por Joilton Freitas
Os lulopetistas de Feira de Santana vivem falando mal de José Ronaldo. Mas, o PT tenta, através de seus partidos satélites, cooptar o prefeito para a chapa de Rui Costa visando às eleições de 2018.
E por que isso acontece? Simples: para fortalecer a candidatura à reeleição do governador. O Palácio de Ondina sabe que a eleição será difícil, sabe que precisa impor baixa nas fileiras da oposição. Rui Costa tem uma boa avaliação junto aos baianos, mas sabe que isso é muito pouco para se manter à frente como mandatário maior do Estado.
A derrocada do partido em nível nacional, com a sua maior estrela, o ex-presidente Lula, bastante avariada, as contas para chegar não fecham. É óbvio, que até a eleição tem muita coisa para acontecer. E em política, um ano pode ser uma eternidade.
Rui sabe que precisa se fortalecer no interior, onde reside a maioria do seu eleitorado ou do PT, devido ao programa Bolsa Família.
O candidato do Democratas ACM Neto tem aparecido bem na região metropolitana. Conta com o apoio do PSDB e do PMDB, isso para ficarmos nos grandes, que têm densidade junto ao eleitorado e tempo de TV e rádio.
A possível migração de Ronaldo para a base petista é de uma engenharia muito grande e traumática. O prefeito sempre foi fiel a sua linha política ideológica. Ronaldo sabe que não se faz política sozinho. Lidera um grupo que lhe acompanha com uma fidelidade canina. Conseguiu trazer para o seu grupo aliados de peso: Colbert Martins, Sérgio Carneiro e até o apoio de João Durval, que mesmo com idade avançada, é um político que tem muito carisma e eleitores no sertão.
Portanto, Ronaldo consegue aglutinar em torno de si uma coisa que político mais precisa: apoios! Pelo o seu perfil de aglutinador, ele se fortaleceu nos últimos anos. Assim, se tornou uma peça importante no xadrez político do Estado. Diante disso, acredito que ele continuará onde sempre esteve. Ele não é dado a movimentos bruscos. Não é um político sonhador. Tem pés no chão e sabe para onde os ventos sopram. A não ser que os ventos mudem. Nesse caso, tudo pode acontecer.
Sim, e como ficariam os lulopetistas, em Feira de Santana, que o tem como inimigo mortal?
Joilton Freitas é radialista e ancora o programa "Rotativo News", na Rádio Sociedade de Feira de Santana
Bandido cruel, Lucas da Feira vai ser lembrado por admiradores?
"Adeus Saco do Limão".
Feira de Santana vai
lembrar os 168 anos do enforcamento de Lucas da Feira. Nem os que defendem
Lucas da Feira fazem lobby para tal finalidade.
Em 25 de setembro de 1849
ele foi enforcado no Campo do Gado (hoje, praça D. Pedro II, a do Nordestino),
aos 45 anos .
A maioria de Feira de
Santana considera Lucas da Feira como um temível chefe de um bando, terror da
cidade e região durante 20 anos, um cangaceiro, um bandido cruel, que não
merece nem ser lembrado e sim ser esquecido para sempre. Como conta a história,
ele acabou condenado à forca.
Pelos seus feitos criminosos, Lucas tornou-se
personagem da literatura, até mitificado, como se fosse um Robin Hood
sertanejo, que roubava dos ricos para dar aos pobres. Por ser negro, também
virou símbolo de luta contra a escravidão.
Ele foi retratado em "Lucas, O Demônio
Negro", romance folclórico de Sabino de Campos, em 1957, no "ACB de
Lucas da Feira", cordel de Souza Velho, e em "Lucas, O
Salteador", de Virgílio Martins Reis e Artur Cerqueira Lima.
A maior obra - inclusive em tamanho - das artes
plásticas feirenses é "O Flagelo de Lucas", tela pintada por Carlo Barbosa, que pertence ao
Município e está emprestado ao Museu Regional de Arte, do Centro Universitário
de Cultura e Arte (Cuca).
O bandido Lucas da Feira nunca foi retratado no
cinema brasileiro, que é tão afeito a personagens do cangaço e bem voltado para
personagens marginais e bandidos. O cineasta feirense Olney São Paulo até que
tinha projeto de fazer um filme sobre Lucas, mas morreu antes de concretizar o
intento.
"Para findar o meu destino".
Trailer de "Dunkirk"
Assista
Filme de guerra chega bem precedido
Outras continuações A animação "Carros 3", da Disney Pixar, em terceira semana; o filme de ação, aventura e ficção-científica "Homem-Aranha: De Volta ao Lar", em quarta semana; a animação "Meu Malvado Favorito 3", em quinta semana.
Eleitor de 98 anos realiza recadastramento biométrico
"Para derrubar Temer, só há 171 de 342 votos"
Faltam 140 dias para novo complexo de cinemas
Figurante de "Cidade de Deus" suspeito de assassinato de policial
O crescimento da violência numa favela do Rio de Janeiro, dos anos 60 aos 80, é o tema do filme brasileiro superestimado. Foi feito até lobby para que ele fosse indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2003 - o que ocorreu.
segunda-feira, 24 de julho de 2017
Cine Santanópolis no "Cine Repórter"
A publicação trazia artigos, reportagens, entrevistas, críticas, coluna social, anúncios sobre equipamentos e materiais cinematográficos, salas de exibição etc.
Grande sala - com mais de 1.000 poltronas - o Cine Santanópolis foi inaugurado com o filme "Sinfonia Interrompida" (Interlude), em 22 de novembro de 1958. Melodrama de Douglas Sirk, 1957, tem June Allyson, Rossano Brazzi e Marianne Koch no elenco.
A imagem da página do "Cine Repórter" foi passada pelo historiador Dazio Brasileiro.
"Dunkirk" de 1958
Nesta quinta-feira, 27, o lançamento no Brasil - provavelmente em Feira de Santana, no Orient Cineplace Boulevard - do drama histórico "Dunkirk", de Christopher Nolan, sobre o mesmo tema.
"Dunkirk" arrecada mais de 55 milhões de dólares no lançamento
"Canudos, o retorno!"
Estamos Canudos porque a história sempre se repete sob a forma de farsa. Ou não. Nesse caso sim. A imprensa publica sem parar notícias sobre Lula que foi condenado por corrupção num dos muitos processos em que está indiciado. É um tal de Lula disse, Lula ameaçou, Lula desacatou que não para. E agora Lula vai ao Nordeste, a quatro municípios da Bahia, inclusive Salvador. E lá vem Lula encontrar seus seguidores que estão em doses descomunais na cidade. Os expulsos de Brasília no Fora Dilma, - ah! Brasília, o eldorado onde se defrauda -, e os expulsos de São Paulo no Perde Haddad, - ah! São Paulo, o eldorado onde há trabalho - são milhares.
Aqui pra nós, Lula lembra mais Lampião que Conselheiro, um Lampião picado pelo poder que teve, um dia, e que perdeu por deficiência de caráter. Saliente-se que nem Lampião nem Conselheiro foram corruptos. Lula foi condenado por corrupção há alguns dias, mas ainda dispõe de alguns seguidores, donos de um misticismo incompreensível que creem que o Profeta, depois de treze anos no poder atacando o erário, levará igualdade aos miseráveis. Quando fala, Lula nunca é Conselheiro, é um Lampião sem a gentileza ou coragem do original, que bordava pontos de cruz e matava, não mandava matar.
Como se fez pouco pela humanização brasileira do século 19 pra cá, tempo de Antonio Conselheiro (1830-1897) e tempo de Virgulino Lampião (1898-1938), um Nordeste continua acreditando em Conselheiros sem fé e Lampiões sem caráter. Lampiões aliados dos ricos que enganam os pobres. Porque se Lula tem o caráter de um morador da Canudos Antiga é o de Antônio Vila Nova, o comerciante do lugar, o cara que garantia o sustento de 20 mil almas na época da guerra, por grana, lógico, e que quando a quarta expedição apontou no horizonte, fugiu levando sacos de dinheiro.
E Lula Vila Nova anda acompanhado, agora, de uma Maria Bonita estranha que depois que substituiu o jesuíta, em pouco mais de um mês, apoiou a ditadura sanguinária da Venezuela e agrediu o juiz Sérgio Moro, entre outros absurdos para a líder de um partido político que sobrevive do Estado e o intimida. Ela, Lula, e seus seguidores repetem, sem parar, que Moro persegue Lula. Mas por que o faria? Porque é preciso explicar. Só a ausência absoluta de argumentos pode sugerir que um juiz de direito de um regime democrático persegue um ex-presidente da República. Mas há quem acredite!
Moro em Salvador, na Bahia, no Nordeste, e Canudos pra mim é sua história, não sua farsa. Se a caravana de Lula Conselheiro e/ou Lula Lampião passar por mim, atiro livros nela. Começando por Os Sertões de Euclides da Cunha.
Outras Trilhas: o Jornal Nacional fez que nem coelho fazendo sexo noticiando que o historiador João José Reis recebeu o Prêmio Machado de Assis na Academia Brasileira de Letras, quinta-feira. A Bahia recebeu milhares de africanos escravizados a partir de 1549. Foi a primeira região da Colônia a recebê-los em massa, e continuou recebendo quando já era proibido. É extraordinário que o historiador dessa memória em Negociação e Conflito: A Resistência Negra no Brasil Escravista (1989), A Morte É Uma Festa (1992), Rebelião Escrava no Brasil (2003), Liberdade Por um Fio (1996, com outros), O alufá Rufino, etc. seja laureado.
Fonte: Coluna "Trilhas", no "Correio"
Funcionamento do Boulevard no feriado da padroeira
"Como Lula, Gleisi pode estar presa na campanha"
"O patético Conselho de Direitos Humanos da ONU"
Seis
coisas que você precisa saber a respeito do Conselho de Direitos Humanos (CDH)
da ONU:
1 - O
CDH dedicou 56 das suas primeiras 103 resoluções a criticar Israel.
2 - Entre 2006 e 2014, o CDH dedicou 33% de suas sessões extraordinárias a criticar
Israel.
3 - Durante o mesmo período de tempo, a ONU nunca dedicou uma sessão sequer à
Arábia Saudita (um dos países de mais aberta perseguição anticristã), à China
ou à Rússia.
4 - Em
2016, a ONU emitiu mais resoluções contra Israel do que à Coreia do Norte (há
muito tempo, o regime que promove a mais brutal perseguição aos cristãos) e à
Síria juntas.
5 - A
ONU criou comitês dedicados exclusivamente a atacar Israel.
6 - Até
mesmo o Secretário Geral, Ban Ki-Moon, admitiu o viés anti-Israel da ONU.
Referência:
James Barrett. "6 Things You Need To Know About The
UN's Israel-Hatred." The Daily Wire, 22 de dezembro de 2016.
Artigo
completo disponível em https://goo.gl/XjRJzC
Vídeo: www.unwatch.org
Tradução: Yuri Mayal
Revisão: Hugo Silver
http://TradutoresdeDireita.org
http://facebook.com/tradutoresdedireita
Vídeo: www.unwatch.org
Revisão: Hugo Silver
http://TradutoresdeDireita.org
http://facebook.com/tradutoresdedireita
Trailer de "Blade Runner 2049"
Assista ao trailer
A Warner Bros. lançando o segundo trailer de "Blade
Runner 2049", de
Dennis Villeneuve, sequência, 35 anos depois, do clássico "Blade Runner: O Caçador de Androides", de Ridley Scott, 1982, considerado
um dos maiores filmes de todos os tempos, sobre a história de "Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas?",
de Philip K. Dick. O filme tem lançamento no Brasil em 5 de outubro.
Na trama,
que se passa 30 anos após os acontecimentos do primeiro filme, o policial K (Ryan
Gosling) é caçado pelos replicantes. Ele descobre um segredo capaz de mergulhar
toda a sociedade - ou o que sobrou dela - em caos. A revelação deste segredo
faz K ir atrás de Rick Deckard (Harrison Ford, de novo, como no filme original),
desaparecido há três décadas.
Diretor
do primeiro filme, Ridley Scott atua na produção. Ainda no elenco, as atuações
de Ana de Armas, Robin Wright, Jared Leto e James Edward Olmos, que como
Harrison Ford atuou no filme de 1982.
domingo, 23 de julho de 2017
"Para Janot, Lula lidera uma organização criminosa"
sábado, 22 de julho de 2017
Morre ator francês Claude Rich
2006 No Mundo do Poder
2002 Asterix & Obelix: Missão Cleópatra
2001 Concorrência Desleal
2000 Os Atores
1999 Três Irmãs
1996 Capitão Conan
1995 Diga-me Sim...
1994 Coronel Chabert: Amor e Mentiras
1994 A Filha de D'Artagnan
1983 Voltar a Viver
1979 Guerra de Polícias
1975 Adeus, Bruto
1974 Stavisky...
1974 Uma Noite no Ano 43
1974 O Político Charmoso
1970 A Mulher Que Inventou o Rebolado
1970 Aquele Amor Com Tanto Amor
1969 Uma Viúva Toda de Ouro
1968 Eu te Amo, Eu te Amo
1968 A Noiva Estava de Preto
1967 Coisas da Vida
1966 Paris Está em Chamas?
1965 Como Dar um Grande Golpe
1964 Mata Hari, Agente H21
1964 A Caça ao Homem
1964 Paixão Criminosa
1963 Testamento de um Gângster
1962 Pequenas Manhãs
1962 Os sete Pecados Capitais - Segmento "A Avareza"
1961Todo o Ouro do Mundo
1961 Agora ou Nunca
1960 A Francesa e o Amor - Segmento "Le Mariage"

















