sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Sobre Antônio Álvaro

1. Recorte do jornal "Tribuna Popular
2. Antônio Álvaro é o quarto em pé, entre Dimas Oliveira e Antonia Veloso, na peça "Dona Patinha Vai Ser Miss"
3. Antônio Álvaro, segundo em pé, junto com seu irmão Jaime Almeida, na sala de espera do Cine Santanópolis

Carlos Brito enviando fac-símile de recorte do jornal "Tribuna Popular", dos anos 1960, com imagem de Antonio Álvaro. Ele integrou a Sociedade Cultural e Artística de Feira de Santana (Scafs) e, em 1967, dirigiu a montagem da peça em cinco atos "Os Justos", de Albert Camus - na qual atuei na técnica como sonoplasta - tamborilava numa mesa, fazendo o som das patas de cavalos de uma carruagem que chegava fora de cena.
Os ensaios de "Os Justos" duraram longos nove meses - ou foram 11? - para tão somente uma apresentação no auditório da Rádio Cultura.
Em meados daqueles anos, Álvaro participou da Associação Feirense de Críticos de Cinema (AFCC), grupo que se reunia em sala no Edifício Pires.
Além de Antônio Álvaro faziam parte seu irmão Jaime Almeida, mais Antonio Miranda, Fernando Ramos, Gilberto Duarte, José Carlos Teixeira, Luciano Ribeiro e Olney São Paulo. Todos escreviam sobre cinema nos jornais de então.
Quando a Caravana da Cultura passou por Feira de Santana, ele recepcionou Emílio Salles Gomes, diretor da Cinemateca do Brasil, que liderava o grupo. Estava sempre presente nos eventos que reuniam o pessoal de cinema em Feira de Santana.
Onde anda Antônio Álvaro?

Um comentário:

Antônio do Lajedinho disse...

Dimas:
Você é um dos pouquíssimos intelectuais jovens de Feira que luta bravamente pela memoria da Princesa do Sertão, especialmente na área artística. Embora com mais de 91 anos, ainda estou terminando o meu último livro de memórias de
Feira e deixando nas mãos de vocês a ingrata tarefa continuar lutando pela cultura desta terra que, praticamente, tem regredido para a COMERCIAL Cidade de Feira de Santana. Vamos aproveitar a sensibilidade do Mestre José Ronaldo em favor da cultura para mostrar o potencial artístico e cultural da Princesa.
Parabéns pela iniciativa, caríssimo confrade.
Antonio Moreira Ferreira (Lajedinho) 25/02/2016