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Vem aí!

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Lembrando o ator e cantor espanhol Joselito

Joselito - "el niño de la voz de oro, cantando las mas belas canciones de su repertorio mondiale" - teve seu apogeu quando criança, no final dos anos 50 e início dos anos 60, estrelando filmes de grande sucesso de público.
Em Feira de Santana, seus filmes foram exibidos no Cine Santanópolis. A fila para compra de ingresso dobrava a esquina da Prefeitura e ia até a esquina da rua J. J. Seabra, onde ficava o Colégio Santanópolis.
O primeiro filme dele foi "O Pequeno Rouxinol" (El Pequeño Ruiseñor), 1957.
Em Feira, o primeiro filme visto, em 1960, como os demais, foi "Saeta, O Canto do Rouxinol" (Saeta del Ruiseñor), 1957.
Anualmente, ou quase, um filme de Joselito. Em 1961, "Escuta Minha Canção" (Escucha Mi Canción), de 1958. Em 1962, "As Aventura de Joselito" (Aventuras di Joselito en America), e "O Pequeno Coronel" (El Pequeño Coronel), ambos de 1960. Em 1963, "Os Dois Moleques" (Los Dos Golfilos), de 1960; e "Sublime Recordação" (Belo Recuerdo), de 1961. Em 1964, "O Cavalinho Branco" (El Cabalo Blanco), de 1961. E, em 1965, a visão de "O Segredo de Joselito" (El Secreto di Tomy).
À exceção de "O Cavalinho Branco", de Rafael Baledón, os demais filmes foram dirigidos por Antonio Del Amo.
Nos filmes, a presença de atores e atrizes espanhóis como Mari Carmen Alonso, Luz Marques, Enrique Rambal, Pablito Alonso, Roberto Camardiel, Sara Garcia, Barta Barri, Manoelo Zarzo, Felix Fernandez, Tomás Blanco, Fernando Sancho, além de Fabienne Dali, que nasceu nas Bahamas, do mexicano Antonio Aguilar e da argentina Libertad Lamarque, que atuou no cinema mexicano. 
Todos os filmes eram dramalhões que emocionam o público.

Promessas e mentiras

Em sua coluna semanal no jornal "Folha do Estado", o colunista social Oydema Ferreira, critica as promessas e mentiras do PT:
"Parece até birra nossa ao criticar as mazelas e mentiras em formas de promessas dos desgovernos do PT. O mais recente 'anúncio' é que o Hospital da Criança de Feira (existe outro?), até hoje incompleto, ganhará maternidade de alto risco. Sempre declarações, sempre propagandas na mídia (para isso não faltam verbas), sempre promessas e mentiras. Obra mesmo, nunca inauguradas. Chega!"


Sérgio Aras em Seminário de Ações em Grandes Desastres em São Paulo

O 1º Seminário de Ações em Grandes Desastres para membros de organizações não governamentais (ongs) e órgãos públicos de resposta a grandes desastres será realizado nas instalações do Espaço Celso Daniel, em São Bernardo do Campo-SP, nos dias 12 e 13 de fevereiro de 2016 a partir das 9 horas.
A realização do evento é da organização Bombeiros Unidos Sem Fronteiras. De Feira de Santana, a participação do técnico em Segurança Antônio Sérgio Aras de Almeida (Foto), que no segundo dia, no sábado, às 9 horas, palestra sobre o I Congresso Internacional de Desastres em Massa (Cidem) realizado nesta cidade - "Um Esforço de Mobilização Geral Para Emergências".
O seminário será transmitido ao vivo pelo Youtube.

Charge de Sponholz



From London



Lilia e Romeu Campos com o filho João Gabriel

Lilia e Romeu Campos embarcam o filho João Gabriel Campos, estudante de Arquitetura, nesta sexta-feira, 29, para Londres, onde fará Intercâmbio por seis meses.  Na Europa, ele vai se encontrar com sua irmã Lorena Cavalcanti, que mora em Lisboa, Portugal.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Morre ator Abe Vigoda




O ator norte-americano Abe Vigoda (Foto: Reprodução), 94 anos, que atuou em "O Poderoso Chefão" e "O Poderoso Chefão II", como Salvatore Tessio, morreu nesta terça-feira, 26.
Ele também era conhecido nos Estados Unidos pela série de TV "Barney Miller", pela qual foi indicado ao prêmio Emmy por três vezes.
Filmografia
Fonte: IMDb

Fiasco de manifestação



Imagens de manifestação contra o prefeito José Ronaldo que ocorreu na manhã desta terça-feira, 26, em frente ao Paço Municipal Maria Quitéria.
Manifestantes se juntaram a compradores na feira de livros para dar impressão de muita gente.

Trailer de "Os Dez Mandamentos - O Filme"


Assista

Trailer de "Os Dez Mandamentos - O Filme", que tem lançamento nacional nesta quinta-feira, no Orient Cinemas Boulevard.

Trailer de "Caçadores de Emoção: Além do Limite"


Assista

Trailer do filme de ação "Caçadores de Emoção: Além do Limite", que tem lançamento nacional nesta quinta-feira, no Orient Cinemas Boulevard.

Feira de Santana também vê "Os Dez Mandamentos - O Filme"



Adaptação cinematográfica baseada na Bíblia e na novela homônima da Rede Record, que foi um dos maiores fenômenos de audiência dos últimos tempos da televisão brasileira, "Os Dez Mandamentos - O Filme", de Alexandre Avancini, retrata a épica e emocionante saga de Moisés, que cobre mais de 100 anos de história e adapta livremente quatro livros da Bíblia - Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio -, o filme ganhou cenas inéditas e um final diferente do veiculado na televisão.
Em lançamento nacional - não houve venda antecipada de ingresso em Feira de Santana -, "Os Dez Mandamentos - O Filme" é uma das novidades nesta quinta semana do ano, a partir desta quinta-feira, 28, no Orient Cinemas Boulevard. No país, mais de 2,5 milhões de ingressos foram vendidos desde o dia 1º.

A outra novidade, também em lançamento nacional, é o filme de ação "Caçadores de Emoção: Além do Limite" (Point Break), de Ericson Core. Trata-se de refilmagem de "Caçadores de Emoção" (Point Break), de Kathryn Bigelow, de 1991, com Keanu Reeves e Patrick Swayze.
Na trama, um jovem agente do FBI, Johnny Utah (Luke Bracey), se infiltra em uma equipe de atletas liderados pelo carismático Bodhi (Edgar Ramirez). Eles são os principais suspeitos em uma onda de crimes incomuns. Disfarçado e com a vida em perigo iminente, o agente se esforça para provar que os atletas são os responsáveis pela sequência de crimes.
Como o filme anterior, é repleto de manobras de esportes radicais, nas categorias de surf de ondas gigantes, wingsuit, snowboard, escalada livre em rochas e motociclismo de alta velocidade.
"A 5ª Onda", com trama pós-apocalíptica e o decepcionante filme brasileiro "Reza a Lenda" entram em segunda semana. Outras continuações são a animação "Snoopy & Charlie Brown: Peanuts: O Filme", em terceira semana, e, em sexta semana, "Alvin e os Esquilos: Na Estrada".

Governo petista prejudica Colégio Rotary

Escola Rotary, atual Colégio Rotary, em Feira de Santana, ano de 1966. Série: Acervo dos Municípios Brasileiros (Foto de Elydio Azevedo. Fonte: IBGE).

Prestes a completar 49 anos, o Colégio Rotary, que leva o nome de uma das maiores instituições de serviços do mundo, está vivendo momentos de angústia e dificuldades, o que se constitui em uma verdadeira contradição,
Enquanto muitas escolas públicas da rede estadual estão com salas ociosas por falta de estudantes, pela baixa qualidade do ensino, o Colégio Rotary encontra-se superlotado e deixando de atender a inúmeras famílias que buscam matricular seus filhos em uma escola diferenciada. Apesar da precariedade do espaço físico, a escola sofre pressão da comunidade por matrícula.
Alheio ao bom indicador educacional - terceiro lugar no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) - conquistado pelo Colégio Rotary em 2015, o Governo do Estado ao invés de ampliar sua capacidade e dotar a unidade com um ambiente condizente com a qualidade de ensino ali desenvolvida pelos seus gestores, professores e estudantes, com uma forte participação e com engajamento dos pais, diminui o espaço destinado a complementação de salas, suspendendo o contrato de aluguel com imóvel que servia de anexo.
Com essa limitação e por não ter onde abrigar mais alunos, a escola se viu obrigada a reduzir drasticamente a matrícula de novos alunos e improvisar espaço para os alunos da casa em sala de leitura e sala de informática. O sexto ano foi cancelado pela situação.
Como se não bastasse a ação perversa de privar a sociedade de uma escola pública de qualidade, o Estado também suspende o contrato de seis trabalhadores em regime de PST.
HISTÓRICO
A construção da Escola Rotary pelo Rotary Club de Feira de Santana foi iniciada no ano rotário 1965-1966, sob a presidência de Renato Santos Silva. O terreno, medindo 10 x 35 metros, na rua João Sampaio Machado, nos Capuchinhos, foi doado pelo arquiteto Amélio Amorim, então presidente do ano rotário seguinte (1966-1967).
Na época, foram construídas duas salas de aula, área coberta para recreio e uma cantina. Foi inaugurada em junho de 1967 pelo então governador do Distrito 455 de Rotary International Edgar Godinho.
Sob a presidência de Amélio Amorim foi construído o gabinete dentário com uma sala de espera e outras obras de acabamento. O clube adquiriu uma biblioteca para a Escola e mobiliário.
No período de 1968-1969, com o Rotary Club sob a presidência de Newton da Costa Falcão, a Escola Rotary foi dada como pronta tendo o clube adquirido o restante do mobiliário, e conseguido as nomeações de professoras junto ao Governo do Estado.
Em 1970-1971, na gestão de Ângelo Mário de Carvalho e Silva foram nomeadas uma diretora e uma assistente.
 No ano rotário 1971-1972 com Theódulo Bastos de Carvalho Júnior na presidência foram adquiridos mais três lotes de terreno, para ampliação da Escola, tendo o mesmo iniciado nova construção.
Em 1972-1973 na gestão de José Monteiro Filho a Escola ganhou mais quatro salas de aula, área para recreio, duas secretarias, novos sanitários.
Atualmente, como Colégio Rotary tem a seguinte estrutura: sete salas de aulas com TV Pendrive, uma secretaria, uma sala de informática, biblioteca, pátio para recreação, três sanitários femininos e três masculinos, sala para professor, sala para direção, almoxarifado.
O diretor atual é integrante do Rotary Club de Feira de Santana, professor Arivaldo Vieira de Santana. São duas vices: Iaci Maria Freitas e Lilia Ramos, uma coordenadora pedagógica, Claudine Esquivel, uma secretária, Maria Aleluia Caroso. São 24 professores e 12 funcionários. 
O Colégio Rotary conta com cerca de 700 alunos.  

Charge de Sponholz

Zé Neto revela que conversa com Tarcízio

O site "Bahia Notícias", amanheceu esta terça-feira, 26, com a nota "Pré-candidato em Feira: Discussão sobre eleições serão depois do Carnaval, diz Zé Neto":

"O líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia, Zé Neto (PT), se reuniu com o governador Rui Costa na última quinzena, mas, de acordo com o parlamentar, as eleições municipais não estiveram em pauta durante o encontro. 'Deixamos para depois do Carnaval. Não tenho ainda decisão sobre esse assunto, ainda estou conversando com Tarcízio [Pimenta (PDT)]', afirmou, em menção ao ex-prefeito de Feira de Santana, onde é possível pré-candidato em 2016. 'Agora é compasso de espera e tranquilidade', definiu, citando obras em seu município como assuntos da reunião com Rui. O petista diz que aproveita a suspensão das atividades na AL-BA para viajar a Feira e a outras cidades no interior do Estado. 'Viajei muito nesse recesso parlamentar, é muito bom para voltar às bases. Pretendo fazer isso até o Carnaval', afirma."

Fonte: http://www.bahianoticias.com.br/

O Blog Demais lembra que nas eleições de 2012, Zé Neto obteve 55.337 votos (18,65%), ficando em segundo lugar, e Tarcízio obteve 18.100 votos (6,10%),m ficando em quarto e último lugar. O prefeito eleito foi José Ronaldo (Democratas), com 195.967 votos (66,04%).

"Reza a Lenda" também ruim de bilheteria

O filme brasileiro "Reza a Lenda", de Homero Olivetto, ficou em sexto lugar no quesito bilheteria no "Top 10 Fim de Semana" no Brasil, segundo o site "Filme B", com a renda de R$ R$ 2.023.000,00.

O campeão entre quinta-feira, 21, e domingo, 24, foi "A 5ª Onda", também em cartaz em Feira de Santana, no Orient Cinemas Boulevard, em primeira semana. 
"Reza a Lenda", ruim de doer, está atrás das continuações "Snoopy & Charlie Brown: Peanuts - O Filme" e "O Bom Dinossauro", ambos em terceira semana, "Até Que a Sorte nos Separe 3", em quinta semana - não entrou em Feira -, e "Creed: Nascido Para Lutar", em segunda semana.

"'Reza a Lenda' acerta na boa intenção, mas leva um zero redondo na execuçã


Sophie Charlotte e Luisa Arraes em "Reza a Lenda"
Foto: Divulgação

Por Roberto Sadowski
O longa "Reza a Lenda", com Cauã Reymond, tenta abrir espaço para um novo cinema de ação nacional. Mas consegue fracassar espetacularmente em todos os aspectos. Em um cenário dominado por comédias candidatas a blockbuster e filmes "autorais" (com milhões de aspas) que, não raro, são vistos por ninguém, a iniciativa de apostar em um gênero que geralmente se dá muito bem nas bilheterias no Brasil é louvável. De boas intenções, porém....
A mecânica de um filme de ação é relativamente simples. Tirando as exceções que endossam a regra, são premissas simples amarradas por uma execução impecável. E uma execução impecável, claro, custa caro.
Além disso, o artesanato que compõe um filme do gênero é como um balé, uma coreografia precisa que necessita de profissionais calejados no ofício - seja uma perseguição automobilística, uma cena de luta ou simplesmente coisas explodindo para estimular os sentidos e disparar a adrenalina em quem está do lado de cá da tela.
"Reza a Lenda" não tem nada disso. A começar pelo básico: uma premissa fácil de seguir. A história gira em torno de um grupo de cangaceiros modernos que singram pelo sertão do Nordeste fazendo... nada. Mas eles precisam se apossar da imagem de uma santa que aparentemente trará a chuva, mas está em posse de um fazendeiro malvado porque... bom, vai saber. Ainda existe um grupo de hippies (ao menos eu acho que são hippies) no meio do sertão que aparentemente são sábios, mas também são nada confiáveis porque... bom, também nunca fica claro.
O filme abre com uma perseguição em uma rodovia vazia - ou quase, já que duas garotas, uma delas prestes a se envolver na trama toda, estão passeando pelo meio do nada. A execução da cena é tão tosca que, de cara, "Reza a Lenda" estilhaça uma regra do cinema de ação: é preciso capturar a atenção da plateia de imediato! Depois somos apresentados ao herói da aventura, Ara (Cauã Reymond), que podia ser um personagem bacana se existisse qualquer preocupação em desenvolvê-lo melhor.
Reymond é esforçado e injeta credibilidade ao sujeito dividido entre religião e violência, mas a ele nunca são dadas as ferramentas para que ele dê personalidade ao motoqueiro do cangaço.
O roteiro, por sinal, é a pedra fundamental de todo filme - inclusive de um filme de ação. Personagens precisam ter arcos bem definidos, mostrar quem são, como mudam e evoluem ao longo da trama. Mas "Reza a Lenda" não se preocupa com estes detalhes. Humberto Martins é um vilão mau porque... bom, porque ele é mau, seu pai era mau e, pelo andar da carruagem, seu filho será igualmente mau. Sophie Charlotte (uma motoqueira do bando de Ara) e Luisa Arraes (a tal mocinha que cai de paraquedas na história) protagonizam um triângulo amoroso canhestro com Reymond, que parece existir por alguém dizer "é bacana a gente ter um triângulo amoroso aí", mesmo que em nada ajude a narrativa.
"Narrativa" é a palavra-chave. Nos bons filmes de ação, a violência, o sexo, a pirotecnia, as armas, lutas e explosões servem para ajudar a fluidez da história. Por isso que "Duro de Matar", de John McTiernan, funciona como um relógio. Por isso que, mesmo filmes de ação menores, como a série "Busca Implacável", com Liam Neeson, conseguem agilidade, apesar do texto pobre: as peças se encaixam, a coisa termina por fazer sentido. Em "Reza a Lenda", a preocupação em pincelar um ou outro estereótipo dos filmes de ação é mais importante com a história que precisa ser contada.
Dinheiro, claro, é outro fator. Só em 2015, o público foi brindado com filmes de ação do quilate de "Mad Max: Estrada da Fúria" e "Missão Impossível: Nação Secreta". É possível ver que cada centavo do orçamento milionário está em cena. Com valores de produção assim, o nosso cinema, mais mirradinho, precisa ao menos buscar a excelência nos detalhes. "Tropa de Elite" é um drama de ação com guerrilha urbana - e seus realizadores foram atrás de Phil Neilson, que trabalhou em "Falcão Negro em Perigo", de Ridley Scott, para dirigir a segunda unidade e "ensinar" aos profissionais brasileiros como criar uma guerra entre os muros de uma cidade.
Mesmo filmes fora do circuito ianque, como "Operação Invasão", de 2011, rodado por pouco mais de 1 milhão de dólares na Indonésia, parecem custar vinte vezes mais pelo cuidado com a produção. O pulo do gato foi concentrar a narrativa nas habilidades marciais de seu protagonista, um policial infiltrado em um edifício dominado por um chefão das drogas - e onde, aparentemente, todo mundo tem um pouco de Bruce Lee. Recentemente, Keanu Reeves protagonizou "De Volta ao Jogo", um filme de ação irritante em sua simplicidade: ex-assassino volta à profissão que abandonara em uma trama de vingança. Ponto. Os diretores, dois coordenadores de dublês que trabalharam com Reeves em "Matrix", capricham justamente onde eles são mestres, mas sem nunca esquecer que existe um fiapo de narrativa amarrando a coisa toda.
Dinheiro, afinal, é parte do jogo, mas não o culpado pelo resultado pobre de "Reza a Lenda". Na pressa em fazer um filme de ação com elementos brasileiros - um "Mad Max do sertão", como muita gente se apressou em rotular, errando o alvo por quilômetros –, os realizadores esqueceram que o texto, por mais bobo e simplista, precisa fazer sentido. É trabalhar com o roteiro do começo ao fim, fazendo com que a trama, por mais estapafúrdia, seja um bom pano de fundo para as cenas de ação. Que, no fim das contas, não passam de perfumaria, de uma moldura bacana para abraçar uma história sobre vingança e redenção.
"Tentar" não entra na cartilha do gênero, e sim uma boa administração dos recursos em mãos, um roteiro que tenha poucos e bons personagens e o talento para realizar tudo com o papel de parede que o gênero pede.

Por que o cachorro balança o rabo?

"Balance o Cachorro" é a tradução literal para a comédia dramática "Wag the Dog", que no Brasil levou o título de "Mera Coincidência", de Barry Levinson, para vincular o filme com o escândalo sexual de Bill Clinton com a estagiária Mônica Lewinski, que ocorreu em 1997, antes do seu lançamento. Por que o cachorro balança o rabo? A resposta seria porque ele é mais esperto do que o apêndice. O contraditório é uma analogia à manipulação da mídia.
No filme, que deve ser visto por alunos dos cursos de Jornalismo e Publicidade, uma mostra de como a mídia e o público podem ser facilmente manipulados. No caso, por um governo e sua assessoria. "Mera Coincidência" trata então sobre o poder da mídia, que faz com que a massa seja facilmente manipulada para o que a televisão diz - acredita-se em tudo que "passou na tv". A atenção do público é desviada para outro fato - verdade é detalhe, como é dito no filme - bem mais apropriado para interesses eleitoreiros. Imagens de guerra são criadas e manipuladas e a mídia é envolvida com a armação.
O presidente dos Estados Unidos - que em momento algum aparece – é acusado de ter abusado sexualmente de uma garota, às vésperas das eleições. Relações públicas é convocado por sua assessoria para tentar impedir o massacre que a imprensa faria no dia seguinte. Ele contrata um produtor de cinema e logo vem a estratégia de plantar informações sobre uma guerra iminente com a Albânia. A farsa armada é logo engolida pela mídia. Quando os repórteres questionam, a negação de tudo. A curiosidade aumenta e os repórteres consideram que o governo está mentindo, que existe mesmo a guerra. Tudo planejado.
No filme, os meios justificam os fins, pois tudo seria válido quando o assunto é política. Ficam claras as possibilidades de criação de notícias baseadas em fatos inexistentes, ou até existentes, pois não existe realidade sem a percepção exposta de alguém. A notícia divulgada, verdadeira ou mentirosa, é veiculada segundo os interesses dos meios, empresas e políticos.

No elenco: Dustin Hoffmnan, Robert De Niro, Anne Heche, Kristen Dunst.

"Diplomatas brasileiros abasteceram adega de Lula"

Na reta final do governo, as visitas de Lula ao exterior foram marcadas por ligações do Planalto às embaixadas do Brasil informando que o então presidente "esperava receber de presente" algumas caixas de vinhos especiais, cuja lista era em seguida enviada. Foram usados 11 caminhões da Granero na volta de Lula a São Bernardo (SP), no início de 2011. Um deles, climatizado, levou um espantoso acervo de vinhos.
Ultimato
Embaixadores do Brasil naquela ocasião afirmaram à coluna, pedindo anonimato, que recebiam o "pedido" do Planalto como um ultimato.
Agradecimento
Outros diplomatas interpretaram o pedido do Planalto como uma "oportunidade de agradecer" o posto que ocupavam no exterior.
Carga valiosa
Lula deixou o Alvorada com 1.403.417 itens em 11 caminhões, mas d. Marisa pediu à Granero "cuidado redobrado" com a adega de Lula.
Visita à adega
A oposição planeja, este ano, esmiuçar a formação da adega de Lula, considerada hoje como uma das mais valiosas de todo o País.
Fonte: Claudio Humberto

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Visão de "O Homem dos Olhos Frios"



Assista ao trailer
Na noite desta segunda-feira, 25, a visão do western "O Homem dos Olhos Frios" (The Tin Star), de Anthony Mann, 1957, no TeleCine Cult. Um clássico do gênero.
A narrativa do filme é como um curso intensivo de como se tornar um xerife. O ex-xerife Morg Hickman (Henry Fonda) é o mestre de Ben Owens (Anthony Perkins). Também mostra como a figura do caçador de recompensas era necessária no Velho Oeste. Ainda no filme, temas como intolerância racial e o preconceito contra índios.
Na ação, Hickman, um frio caçador de recompensas, chega a uma pequena cidade carregando o corpo de um homem. Ele vai ao escritório do jovem e desajeitado xerife provisório Ben Owens para receber a recompensa. Como ele tem que esperar a confirmação para o pagamento, fica na cidade, mas sem pousada. Ele conhece o garoto Kip (Michael Ray), que o leva a casa de sua mãe, Nona (Betsy Palmer), uma viúva que vive afastada das pessoas por ter se casado com um índio. Ela aceita ceder a casa para Morgan, que se afeiçoa aos dois.
Morgan acaba ajudando o xerife num duelo com o truculento Bogardus (Neville Brand), que é parente do morto. Ele queria ser o xerife, mas a população não o aceitara. Ben fica impressionado com Morgan e pede ajuda para lhe ensinar a ser xerife. Morgan não gosta muito da ideia, mas à medida que as coisas vão se complicando na cidade, ele resolve ajudar Ben.
Ainda no elenco, nomes de John McIntire, Lee Van Cleef, James Bell, Mary Webster e Russell Simpson.

Ex-prefeito de Nova York vê BRT como solução

"O ônibus fica mais atraente, o que significa menos carros e menos poluição." A opinião é do ex-prefeito de Nova York, o empresário Michael Bloomberg, sobre soluções criativas e inovadoras nas cidades, como o Bus Rapid Transit (BRT), sistema que prevê corredores de ônibus, paradas de embarque rápido e prioridade nos semáforos.
Bloomberg vê o BRT como solução para o problema da mobilidade urbana. Feira de Santana implanta esse sistema como solução do problema.
Para ele, o BRT é "basicamente pegar os ônibus que já existem, reestruturar as faixas exclusivas e colocar dispositivos eletrônicos, de forma que o sinal verde favoreça os coletivos."
Em entrevista publicada no jornal "Folha de S. Paulo", na sexta-feira, 22, ele argumentou sobre Curitiba, no Paraná, ser "uma mostra disso, com seu modelo de transporte público".

Cleo Pires e Henri Castelli estrelam nova campanha de O Boticário

Filme "Mentiras" usa o bom humor para divulgar os de até 50% nos produtos de cuidados pessoais e maquiagem da marca
 
A partir desta segunda-feira, 25, mais de 450 itens de cuidados pessoais e maquiagem de O Boticário estarão em promoção. A maior rede de franquias de cosméticos do Brasil vai oferecer descontos que podem chegar a até 50% nos 3.760 pontos de venda da marca, com as revendedoras ou pelo e-commerce (www.oboticario.com.br) até 21 de fevereiro.
Para divulgar a novidade, o filme "Mentiras", criado pela AlmapBBDO estreou no domingo, 24, no intervalo do programa "Fantástico", da Rede Globo. A campanha é protagonizada pelos atores Cleo Pires e Henri Castelli e conta com um desfecho bem-humorado.
Campanha
No comercial, dirigido por Clovis Mello da produtora Cine, Cleo Pires é vista em uma cena comum do dia a dia, arrumando-se apressada para sair. A atriz está acompanhada de algumas amigas. Uma delas chama a atenção da celebridade e avisa que o comercial de O Boticário, estrelado por ela e Henri Castelli vai começar naquele exato instante. Neste momento, as imagens mostram a campanha na televisão da casa onde estão as personagens. No comercial que passa na TV, a atriz informa sobre os mais de 450 produtos de O Boticário que estão com até 50% de desconto e diz já ter comprado um item de cada. Na sequência, a artista complementa: "É a promoção dos sonhos para conquistar o homem dos sonhos". O ator Henri Castelli entra em cena e abraça Cleo Pires. A amiga da atriz, que está assistindo as cenas na televisão do quarto, comenta: "Nossa, amiga, quanta mentira, hein!?". Cleo Pires, que neste momento está no banheiro ajeitando os cabelos, responde: "Nem me fala, menina. Não suporto esse Henri Castelli...". As duas dão risadas divertidas e a atriz finaliza: "Mas a promoção é de verdade!".
making of do comercial será divulgado nas redes sociais da marca. Além do filme, a campanha conta com spot para rádio, também estrelado por Cleo Pires, anúncio impresso, mídia exterior, digital e ativações nas mídias sociais.
Online
Criada pela W3haus, a campanha digital é composta por duas ações que contemplam a participação das consumidoras: a ativação da #TodaLindaPraMim no filme e demais peças da campanha nas redes sociais e uma série em vídeo, com dicas exclusivas da atriz no Instagram da marca, chamada "Toda linda com a Cleo". A primeira conta com posts no Facebook, Twitter e Instagram de O Boticário, os quais convidam as seguidoras a postarem selfies utilizando a hashtag #TodaLindaPraMim. A partir do engajamento das fãs, as fotos serão utilizadas nas peças digitais da campanha. Ao final, mosaicos com todas as imagens serão postados nas redes sociais de O Boticário. O objetivo da ativação é tornar as consumidoras protagonistas da campanha, assim como a atriz Cleo Pires.
Na segunda ativação - "Toda linda com a Cleo" -, a marca vai postar no Instagram três vídeos com a atriz dando suas dicas de beleza e indicando os produtos da promoção. Os vídeos serão divulgados durante todo o período da campanha para auxiliar as consumidoras.
Sobre O Boticário
O Boticário é uma empresa do Grupo Boticário. Inaugurado em 1977, em Curitiba (Paraná), tem hoje a maior rede franqueada de cosméticos do Brasil, com 3.760 pontos de vendas em cerca de 1750 cidades brasileiras e mais de 900 franqueados. Líder no mercado de perfumaria, segundo o Instituto Euromonitor, seus produtos têm preços acessíveis, sofisticação e tecnologia de ponta. São mais de 1.100 itens, entre maquiagem, perfumaria e cuidados pessoais, como cremes, protetores solares, loções, desodorantes, shampoos, sabonetes, entre outros.
Sobre o Grupo Boticário
Constituído em 2010, o Grupo Boticário é uma referência internacional no varejo de beleza. Controla quatro unidades de negócio (O Boticário, Eudora, Quem Disse, Berenice? e The Beauty Box), e é mantenedor da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. Está presente em oito países e conta com uma força de trabalho composta por 7 mil colaboradores diretos que acreditam que beleza não é o que a gente sonha, imagina ou quer. Beleza é o que a gente faz.
(Com informações de Gabriela Bandeira, da Texto e Cia Assessoria de Comunicação)

"Feira está nos planos do PMDB"

Na matéria "Partidos montam estratégias para disputa em municípios", publicada na edição de domingo, 24, do jornal "A Tarde", está contido que "o PMDB, segundo ele (deputado federal Lúcio Vieira Lima, presidente do partido em Salvador) terá pré-candidatos em Vitória da Conquista (deputado estadual Herzem Gusmão), Feira de Santana (Colbert Martins)...".
No box, "Briga pelo grande eleitorado", a repórter Patrícia França coloca que "Feira está nos planos, ainda, do PMDB, com o ex-deputado Colbert Martins".

Charge de Sponholz

"O tríplex de Lula: o homem agora está em busca de cabeças… Está com sede!"

Por Reinaldo Azevedo
Luiz Inácio Lula da Silva está agora na fase do "Terror Judicial", conforme anunciou aos blogueiros sujos de dinheiro público. Segundo entendi, é alguém falar dele, e pimba! Tome processo! Ok A Justiça existe, entre outras coisas, para isto: para que os que foram agravados peçam a punição dos culpados. Vamos lá. Desta feita, o petista promete processar a VEJA -  claro!… -, e sua defesa acena com medidas contra um promotor. Qual é a questão da hora?
Em entrevista à VEJA desta semana, o promotor Cássio Conserino, do Ministério Público Estadual de São Paulo, afirma que Lula e sua mulher, Marisa Letícia, serão denunciados por lavagem de dinheiro. Não! O caso nada tem a ver com o petrolão - a não ser lateralmente.  A Bancoop, cooperativa habitacional dos bancários, que era dirigida por João Vaccari Neto, pegou o dinheiro dos mutuários, transferiu para o PT e deu um beiço em 3 mil associados, que nunca viram seus respectivos apartamentos.
Alguns fortões do PT, no entanto, tiveram sorte diferente. E Lula é um deles. O prédio do Guarujá em que está o tríplex cuja cota ele havia comprado e alguns outros foram concluídos. A tarefa ficou a cargo da OAS, empreiteira que é uma das estrelas do petrolão. A empresa  bancou também a reforma do imóvel, de 297 metros quadrados.
Fonte: http://veja.abril.com.br/

domingo, 24 de janeiro de 2016

Aniversário de Urbano



O 69º aniversário de meu cunhado Urbano Gonçalves, ocorreu na tarde deste domingo, no Espora de Ouro, na Academia do Cavalo. Familiares e amigos foram abraçá-lo. Ele recebeu os convidados ao lado da mulher Zefa.
A animação da festa foi por conta da Banda Nil Brasil, liderada pelo vocalista Nil (Marcus Vergne) e formada por músicos que têm o objetivo de tocar música de qualidade, como Chalegre, guitarra, Neni, baixo, Estecir, teclados, e Eduardo, bateria. O grupo executou uma fieira de sucessos dos anos 60, principalmente.
A Nil Brasil tem concepção de banda show-baile, com repertório dos "melhores hits das últimas décadas", como foi constatado.
Na oportunidade, acompanhado pela banda, cantei "Era um Garoto Que Como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones" , sucesso de Os Incríveis dos anos 60, versão escrita por Brancato Jr. da canção italiana "C'Era un Ragazzo Che Come Me Amava i Beatles e i Rolling Stones", de Gianni Morandi e Franco Migliacci.

sábado, 23 de janeiro de 2016

Charge de Sponholz


Fonte: Roque Sponholz

Visão de "O Agente da U.N.C.L.E."



Quando entrou em cartaz no Orient Cineplace, em 3 de setembro de 2015, não deu para ver "O Agente da U.N.C.L.E." (The Man From U.N.C.L.E.), de Guy Ritchie. Na tarde deste sábado, 23, a oportunidade de visão em DVD.
Henry Cavill e Armie Hammer estão nos papéis do agente da CIA Napoleon Solo e do agente da KGB Yllya Kuryakin, respectivamente, ao lado de belas atrizes na trama, que revive filmes e seriado de TV dos anos 60. Tem a sueca Alicia Vikander, como Gaby; a francesa Elizabeth Debicki, como Victoria; Marianna Di Martino, como gerente de hotel; e a portuguesa Joana Metrass, como uma assistente de Victoria.
Lembrar que entre 1964 e 1968, a série de TV "O Agente da U.N.C.L.E.", com Robert Vaughn como Napoleon Solo e David McCallun como Yllya Kuryakin.
No mesmo período que a série durou na TV, a realização de filmes para o cinema, com os mesmos atores. Foram oito filmes em cinco anos: "Para Agarrar um Espião" (To Trap a Spy), de Don Medford;  "O Espião Que Tem a Minha Cara" (The Spy With Me Face), de John Newland, 1965; "Está Sobrando um Espião" (One Spy Too Many), de Joseph Sargent, 1966; "Desapareceu um Espião" (One of Our Spies Is Missing), de E. Barrell Hallenbeck, 1966; "O Espião do Chapéu Verde" (Spy Green Hat), de Joseph Sargent, 1967; "A Quadrilha do Karatê" (The Karate Killers), de Barry Sheat, 1967; "Os Espiões do Helicóptero" (Helicopter Spies), de Bortis Sagall, 1968; e "Como Roubar o Mundo" (How To Steal the World), de Sutton Roley, 1968.
Em 1983, ainda com Vaughn e McCallun um filme foi feito para a TV: "The Return of the Man From U.N.C.L.E.: The Fifteen Years Later Affair", de Ray Austin.

Filme sobre Marilyn Monroe


Na manhã deste sábado, 23, a visão em DVD do filme "Sete Dias Com Marilyn" (My Week With Marilyn), de Simon Curtis. Trata sobre uma faceta de um dos maiores mitos do século XX.
No verão de 1956, o jovem Colin Clark (Eddie Redmayne), vindo de Oxford em busca de sucesso na indústria do cinema, trabalhou como assistente no set de filmagem de "O Príncipe Encantado" (The Prince and the Showgirl). Esta produção reunia duas grandes estrelas, Sir Laurece Olivier (Kenneth Branagh) e Marilyn Monroe (Michelle Williams), que estava nesta época em lua-de-mel com seu novo marido, o dramaturgo Arthur Miller (Dougray Scott).
Quase 40 anos mais tarde, foi publicado o diário de Miller, intitulado "The Prince, The Showgirl and Me" (O Príncipe, a Vedete e Eu), mas uma semana faltava, e estas páginas desaparecidas foram publicadas mais tarde com o título "My Week With Marilyn" (Minha Semana Com Marilyn). Quando Arthur Miller deixa a Inglaterra, Colin decide mostrar a Marilyn os prazeres da vida britânica; esta torna-se uma semana idílica em que ele acompanhou uma estrela ansiosa para fugir dos holofotes de Hollywood e da pressão do trabalho.
Michelle Williams ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz por sua interpretação. Foi indicada ao Oscar na mesma categoria. Kenneth Branagh também foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante).
No filme, citações a "Adeus Mr. Chips" (1939), "...E o Vento Levou" (1939), "O Mundo da Fantasia" (1954), "Ricardo III" (1955), "Nunca Fui Santa" (1956), "O Príncipe Encantado" (1957), "Quanto Mais Quente Melhor" (1959), e "Vida de Solteiro" (1960). 

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Nem lenda rezada



Cauã Reymond ladeado por Sophie Charlotte e Luisa Arraes
Foto: Divulgação
O que é que impulsiona o filme "Reza a Lenda"? Não tem nada a ver com "Mad Max: A Estrada da Fúria". Muito menos com filmes sobre os cangaceiros Lampião e Maria Bonita, como sugerido.
Fui assistir ao filme, no Orient Cinemas Boulevard, na noite desta sexta-feira, 22 – foi lançado nacionalmente na quinta-feira, 21 -, acreditando que pudesse gostar. Afinal, no meio de tantas comediotas brasileiras, um filme de ação e com locação no Nordeste. Mas, com roteiro cheio de furos e vazio de conteúdo e com atores inexpressivos, o filme nem chega a ser uma lenda rezada.
Única coisa de interessante são os nomes de alguns personagens: Galego Lorde, Pica-pau, Pai Nosso e Zorro da Zorra.
Até a trilha sonora é deslocada, com música eletrônica, hip hop e rock pauleira.
Parentesco não garante qualidade. O diretor, Homero Olivetto, é filho do publicitário Washington Olivetto, as atrizes Luisa Arraes e Silvia Buarque, que nasceu na Itália, são filhas do diretor Guel Arraes e da atriz Virginia Cavendish, e do cantor e compositor Chico Buarque e da atriz Marieta Severo.
Ao final, a fé religiosa, pela imagem da Virgem Maria, é literalmente estilhaçada por tiros. Com isso, a chuva esperada começa a cair no árido solo.
Enfim, um filme inexpressivo. Triste cinema brasileiro.

Charlotte Rampling diz que críticas ao Oscar são "racismo contra brancos"



A atriz inglesa Charlotte Rampling (Foto: Reprodução), indicada ao Oscar pelo filme "45 Anos", disse que as críticas à falta de diversidade nas indicações ao prêmio são uma forma de "racismo contra brancos". Em entrevista à rádio francesa Europe 1, a atriz britânica de 69 anos disse que "talvez os atores negros não merecessem estar na lista final".
Todos os 20 atores e atrizes indicados ao Oscar em 2016 são brancos. Vários artistas criticaram a Academia, como o diretor Spike Lee e os atores Will Smith, Jada Pinkett Smith e Mark Ruffalo. A presidente da Academia, Cheryl Boone Isaacs, se disse decepcionada com a falta de diversidade.
"Por que classificar as pessoas? Hoje em dia todo mundo é mais ou menos aceito", afirmou Charlotte Rampling. "As pessoas sempre dizem: 'Ele é menos bonito'; 'Ele é muito negro'; 'Ele é muito branco'. Alguém sempre vai dizer: 'Você é muito isso ou aquilo'... Mas por causa disso devemos concluir que é preciso ter um monte de minorias em todos os lugares?", disse Charlotte Rampling.
Fonte: G1

Ponto Facultativo no Carnaval

Considerando o caráter nacional das festividades  Carnaval, o prefeito José Ronaldo de Carvalho decretou:
Artigo 1º - Será considerado facultativo o expediente nas repartições públicas municipais, não sujeitas a regime de plantão, e que não prestem serviços essenciais à população no dia 8 de fevereiro de 2016 (segunda-feira de Carnaval).
Artigo 2º - O expediente das repartições públicas municipais no dia 10 de fevereiro de 2016 (quarta será das 13 às 18 horas). 
O Decreto nº 9.844, de 18 de janeiro de 2016, está publicado na edição desta sexta-feira, 22, do "Diário Oficial Eletrônico do Município de Feira de Santana".
Fonte: Página do Prefeito José Ronaldo no Facebook