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domingo, 25 de agosto de 2013

Escritora Sonia Coutinho morre aos 74 anos



Faleceu no sábado, 24, no Rio de Janeiro, em decorrência de uma parada cardíaca, a escritora Sonia Coutinho (Foto: Reprodução), 74 anos, nome de destaque da ficção brasileira a partir dos anos 60, com vários livros publicados. Seu corpo foi velado na Capela 9 do Cemitério São João Batista, neste domingo, 25, e será cremado na segunda-feira, 26, às 11 horas, no Cemitério do Caju.
Sonia Coutinho nasceu em Itabuna, em 1939, e era filha do poeta simbolista Nathan Coutinho (1911-1991), que também exerceu a política, sendo deputado estadual por várias legislaturas e presidente da Assembleia Legislativa da Bahia.
Romancista, contista e tradutora, Sonia Coutinho ganhou por duas vezes o Prêmio Jabuti de Literatura. Em 1979, com "Os Venenos de Lucrécia" e em 1999, com "Os Seios de Pandora". Em 2006, recebeu o Prêmio Clarice Lispector, da Biblioteca Nacional, para o melhor livro de contos com "Ovelha Negra e Amiga Loura". Seu primeiro livro, "O Herói Inútil", foi lançado em 1964, pela Editora Macunaíma. Entre outros títulos da autora, destaque para "Uma Certa Felicidade", "Mil Olhos de uma Rosa", "O Caso Alice" e "O Jogo de Ifá".
Sonia teve sua obra traduzida nos Estados Unidos, França e Alemanha, e participou de várias antologias nacionais e internacionais. Seu conto "Toda Lana Turner Tem Seu Johnny Stompanato", publicado originalmente em seu livro "O Último Verão de Copacabana", foi incluído na antologia "Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século", organizado pelo crítico literário Italo Moriconi.
Divorciada, Sônia Coutinho foi casada com o poeta, escritor e jornalista Florisvaldo Mattos, com quem teve uma filha, a psicóloga Elsa de Mattos, esposa do advogado e atual presidente da OAB da Bahia, Luiz Viana, que lhe deu dois netos.
(Com informações de Paulo Fortes,  da Assessoria de Comunicação da OAB da Bahia)

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