Escultura "Caminhos de Feira de Santana", de Juraci Dórea
Foto: Reprodução
"Eu parei aqui foi pra sabê o que é... porque esse negócio com pau e amarrado de arame... lá a gente faz cerca é pra boi... prá gente? É alguma arte que ele tem que fazer, né?". A consideração é do feirante Jorge Cardoso, assistindo Juraci Dórea a montar uma escultura (do Projeto Terra) no Centro de Abastecimento para o documentário "A Peleja do Coração Sertanejo".
A fala foi inserida no produto final - muito bom - dos graduandos em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo Egberto Siqueira e Rose Leal, que foi apresentado na noite de sexta-feira, 11, no auditório da Unidade Superior de Ensino de Feira de Santana (Unef).
O vídeo (de 15 minutos) pretende mostrar - e consegue - o diálogo entre a obra do múltiplo Juraci Dórea e a cidade de Feira de Santana a partir da escultura, "Caminhos de Feira de Santana", ostensivamente amarela, instalada na praça João Pedreira. A obra de arte e sua interferência na paisagem urbana - escolhida como vinheta de jornal local na TV Subaé - é fio condutor da trama documental.
Ainda no vídeo a questão é discutida por pessoas anônimas, além de artistas, jornalistas e intelectuais. Tudo pontuado com Araylton Público declamando textos poéticos de Juraci Dórea e pela trilha sonora com músicas de parceiros de Juraci, Elomar e Fernando Lona ("Cidadão do Mundo", abre o vídeo).
O vídeo (de 15 minutos) pretende mostrar - e consegue - o diálogo entre a obra do múltiplo Juraci Dórea e a cidade de Feira de Santana a partir da escultura, "Caminhos de Feira de Santana", ostensivamente amarela, instalada na praça João Pedreira. A obra de arte e sua interferência na paisagem urbana - escolhida como vinheta de jornal local na TV Subaé - é fio condutor da trama documental.
Ainda no vídeo a questão é discutida por pessoas anônimas, além de artistas, jornalistas e intelectuais. Tudo pontuado com Araylton Público declamando textos poéticos de Juraci Dórea e pela trilha sonora com músicas de parceiros de Juraci, Elomar e Fernando Lona ("Cidadão do Mundo", abre o vídeo).
A banca examinadora que avaliou o trabalho foi composta pelo professor e jornalista Marcílio Costa, professor doutor e pró-reitor de graduação da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Rubens Pereira, e professor e fotógrafo Antônio Carlos Bastos de Magalhães.
Na platéia, Juraci Dórea com Selma Oliveira ( que dá emotivo depoimento no trabalho, "Juraci retrata uma Feira que não existe mais"), Volney Menezes (que fez as imagens e edição), Rodrigo Pamponet, (que cuidou da direção de arte), mais jornalistas Andrews Pedra Branca (também professor da Unef), Valdomiro Silva, Valma Silva, Lara Cavalcanti (jovem repórter da TV Subaé), Orisa Gomes, Williany Brito, colega de curso Ludimila de Oliveira, Dom Peixoto, entre outros.
Na platéia, Juraci Dórea com Selma Oliveira ( que dá emotivo depoimento no trabalho, "Juraci retrata uma Feira que não existe mais"), Volney Menezes (que fez as imagens e edição), Rodrigo Pamponet, (que cuidou da direção de arte), mais jornalistas Andrews Pedra Branca (também professor da Unef), Valdomiro Silva, Valma Silva, Lara Cavalcanti (jovem repórter da TV Subaé), Orisa Gomes, Williany Brito, colega de curso Ludimila de Oliveira, Dom Peixoto, entre outros.

5 comentários:
Dimas, sua presença foi muito importante para nós. Obrigada!
Deve ter sido mesmo uma grande apresentação!
Valeu, Rose e Egberto.
O trabalho de Rose e Egberto mostra como 'o olhar' é importante para criar, experimentar e pôr em prática o que muitos acham ser impossível! Valeu! Eles estão de parabéns!
Um belo trabalho que mostra como o 'olhar' é importante para se ter boa idéias. Rose e Egberto estão de parabéns.
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