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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Pré-estreia e três lançamentos no CineSercla



1. Julia Roberts e Jacob Tremblay em "Extraordinário"
2.  Kenneth Branagh em "Assassinato no Expresso do Oriente"
3. Animação "A Estrela de Belém"
4. Tom Cavalcante (terceiro) em "Os Parças"
Fotos: Divulgação

O CineSercla Cinemas, no América Outlet, entra em sua terceira semana de funcionamento. A partir desta quinta-feira, 30, a quarta-feira, 6 de dezembro, quatro novidades, uma delas em pré-estreia: "Extraordinário" (Wonder), drama baseado no best-seller homônimo de R. J. Palácio, sobre um menino com uma deformação facial que enfrenta os desafios de iniciar seus ensinos em uma escola regular. Com Julia Roberts e Sonia Braga. Somente em um horário, às 18h25, com cópia dublada, no sábado, 2, e no domingo, 3.
Uma das novidades é o drama de suspense "Assassinato no Expresso do Oriente", remake de filme homônimo de 1974, baseado em Agatha Christie. À bordo de um trem o detetive Hercule Poirot investiga 13 testemunhas e possíveis suspeitos para descobrir o autor de um assassino. No elenco, Kenneth Branagh, também diretor, Penelope Cruz, Willem Dafoe, Judi Dench, Johnny Depp, Michelle Pfeiffer e Daisy Ridley.
A animação "A Estrela de Belém" é outra novidade. Trata sobre a história do primeiro Natal, sob o ponto de vista de um burro, uma ovelha, um pombo, três camelos e outros animais.
Por fim, o lançamento da comédia brasileira "Os Parças", de Halder Gomes, com Tom Cavalcante.
Continua “Liga da Justiça", em terceira semana, em três salas e sete sessões diárias. Outras continuações: "Pai em Dose Dupla 2" e "Thor: Ragnarok".

Temas ousados para a época

Sandra Dee e Troy Donauhe em "Amores Clandestinos"
Fotos: IMDb

No drama romântico "Amores Clandestinos", título brasileiro para "A Summer Place" (Um Lugar ao Sol) - na Itália foi titulado "Scandalo al Sole" (Escândalo ao Sol) -, temas fortes e ousados para a época em que foi realizado - 1959 -, como adultério, infidelidade, virgindade. Tenho exemplar em DVD na minha coleção.
Ken Jorgenson (Richard Egan) é um empresário que resolve levar sua esposa Helen (Constance Ford) e sua filha Molly (Sandra Dee) a uma ilha fora da costa de Maine, local onde foi salva-vidas, para passar as férias.
Na pousada, a garota conhece Johnny (Troy Donahue) por quem logo se apaixona. O que eles não sabem é que o pai dela e a mãe dele, Silvia (Dorothy McGuire), tiveram intensa paixão na adolescência exatamente no mesmo local. O reencontro dos dois, ambos mal casados, reacende o amor adolescente que nunca foi apagado.
"Amores Clandestinos", de Delmer Daves, foi sucesso de bilheteria na época, inclusive pela música tema ("Molly and Johnny Theme"), composta por Max Steiner e tocada pela orquestra de Billy Vaughn. Também pelos belos cenários naturais.


"Star Wars: Os Últimos Jedi" Último blockbuster do ano


Assista ao trailer
Daisy Ridley em "Star Wars: Os Últimos Jedi"
Foto: IMDb

Faltam três semanas - no dia 14 de dezembro - para o lançamento do último arrasa quarteirão do ano nos cinemas, com a entrada de "Star Wars: Os Últimos Jedi", de Rian Johnson. 
O Orient Cinemas Boulevard, como toda a Rede Orient, já está com ingresso antecipado à venda. São três horários: 15 e 18 com cópia dublada, e 21 horas, com cópia legendada. Com 150 minutos, é o mais longo filme de toda a saga.
Na trama, tendo dado os primeiros para o mundo Jedi, Rey (Daisy Ridley) se junta a Luke Skywalker (Mark Hamill) em uma aventura com Leia (Carrie Fisher), Finn (John Boyega) e Poe (Oscar Isaac), que desencadeia os mistérios da Força e revelações surpreendentes do passado.
Em 1977, o primeiro filme da saga, "Guerra nas Estrelas", que é o quarto episódio. O segundo filme, em 1980, "O Império Contra-Ataca" é o quinto episódio. Em 1983, com "O Retorno de Jedi", o sexto episódio. O quarto filme realizado, em 1999, "Star Wars: A Ameaça Fantasma”, é o episódio I da série. Na sequência, em 2002, "Star Wars: O Ataque dos Clones", que corresponde ao episódio II da série. O episódio III, "Star Wars: A Vingança dos Sith", realizado em 2005. Em 2015, "Star Wars: O Despertar da Força", sétimo episódio, iniciando nova trilogia. Agora, "Star Wars: Os Últimos Jedi", o oitavo episódio e segundo de nova trilogia.
Como em todos os filmes, ingredientes de ação, aventura, fantasia e ficção-científica.

Filmes de ação e aventura lideram bilheterias

O filme de ação, aventura, fantasia e ficção-científica "Liga da Justiça", que reúne seis heróis da DC Comics - Batman (Ben Affleck), Superman (Henry Cavill), Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Ciborgue (Ray Fisher) -, continua na liderança do ranking de bilheteria em seu segundo fim de semana de exibição no Brasil. O filme já havia estreado em primeiro lugar, no feriado da Proclamação da República, dia 15.
Entre quinta-feira, 23, e domingo, 26, o filme arrecadou R$ 17 milhões, com 993 mil ingressos vendidos no país. Em 12 dias, "Liga da Justiça" já faturou R$ 81,1 milhões nos cinemas brasileiros - incluindo os dois de Feira de Santana: Orient Boulevard (duas salas, seis sessões, uma com cópia legendada) e CineSercla América Outlel (três salas, 12 sessões, duas com cópia legendada).
Outro filme de ação, aventura, fantasia e ficção-científica, "Thor: Ragnarok” não mudou de posição desde o fim de semana anterior. O filme da Marvel segue na vice-liderança, com R$ 2,4 milhões arrecadados e 148 mil espectadores. Em seu período de exibição no país, o filme rendeu R$ 95,4 milhões. Está em quinta semana no Orient, com três sessões diárias, uma com cópia legendada. No CineSercla, está em segunda semana, com três sessões diárias, todas com cópia dublada.

"Candidatos do esquema global"

Por Ipojuca Pontes 

Desde que Roberto Marinho morreu (agosto, 2003), o Grupo Globo (antiga Organizações Globo) não acerta uma. Lá se vão quase 15 anos, mas o grupo, aferrado aos ditames e interesses do "politicamente correto", navega na contramão do que pensa a população brasileira, como se sabe, de natureza notoriamente conservadora.

Já assinalei aqui, muitas vezes, que o povo brasileiro, na sua imensa maioria, acredita em Deus, repudia o aborto, o casamento gay, o fanatismo ambientalista, etc. etc., além de ter se manifestado, em referendo, favorável ao livre comércio de armas e à compra de munições.

Nos últimos tempos, no plano da catequese política, o esquema da Rede Globo foi derrotado nas suas pretensões  inúteis de triturar o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. Já no caso do plebiscito inglês, torcendo os fatos  em favor da embananada União Europeia e contra a criação do vitorioso Brexit, o esquema se ferrou de véu e grinalda (tal como a social democrata Angela Merkel, a "Dama de Alumínio").

Na campanha pela Prefeitura do Rio de Janeiro, circuito interno, o pessoal do esquema, sempre arrojado, apostou suas fichas nas enfadonhas arengas do comunista Freixo (acolitado pela dupla Gil & Caetano) que, tal como previsto, terminou surrado pelo inodoro pastor Crivella. De fato, até o cambaleante Temer, encostado nas cordas do ringue, conseguiu vencer o Grupo Globo na sua campanha pró impeachment presidencial - em que pese a ferrenha atuação dos seus jornais, rádios e rede de TV.
No momento, o Grupo Globo atravessa o seu inferno astral, vitimado pelas contradições do mundo "politicamente correto". Por exemplo: em data recente, um galã das novelas (rebarbativas)  da TV Globo foi posto em quarentena por assédio sexual a uma figurinista da emissora - assédio em que valia tudo, inclusive apalpadelas na "genitália" da mulher.
Por sua vez, William Waack, âncora do Jornal da Globo, o mais  "austero" da casa, foi posto de escanteio por fazer comentário tipificado, nos dias atuais, como racista: em Washington, durante a campanha de Trump, em entrevista ao vivo entrecortada por buzinaços, o jornalista deixou escapar em "off": "É coisa de preto".
No escândalo do Caso Fifa, a adensar o inferno astral, um ex-executivo da empresa Torneos e Competencias, que fazia mediação entre as competições e as emissoras interessadas em sua transmissão, acusou a TV Globo de pagar propina a dirigentes em troca de direitos de transmissão. Em nota, contestando a acusação feita num Tribunal de Nova York, o Grupo assegurou que jamais negociou ou pagou propina. E informou que "se colocará plenamente à disposição das autoridades americanas para que tudo seja esclarecido" - exatamente como fazem Lula, Temer e tutti quanti diante das acusações do juiz Moro.
Hoje, às vésperas da campanha presidencial de 2018, em que procura detonar a todo custo o candidato Jair Bolsonaro, considerado uma "ameaça", o esquema Global, em artigos, comentários e entrevistas seletivas, inventa presidenciáveis que possam derrubar o deputado federal mais votado do Rio de Janeiro (já que Lula, condenado em primeira instância, pode - e deve - curtir nove anos e meio de cadeia.
Assim, ora promovendo Marina Silva, a Tigresa de Papel, ora badalando o aposentado Joaquim Barbosa, chegou mesmo a compor a "chapa ideal": Marina de Presidente e Joaquim, de Vice - ou vice e versa. No mesmo diapasão, se incensa a sombria figura de Henrique Meirelles, um sujeito que mente adoidado e que vive ameaçando trazer a CPMF de volta.
Mas a grande onda, que a mídia cultiva como flor de estufa em notas e e comentários diários, é a figura de Luciano Huck, o animador de programa de "brincadeirinhas de auditório" da TV Globo. Óbvio, ninguém de bom senso pode levar a sério a piada de mau gosto. Nem ele próprio. No fundo, tudo não passa de mero jogo de marketing para o inviável candidato viajar na maionese e faturar mais comerciais. Mas é bom lembrar que o comunista Roberto Freire (nomeado procurador do Incra pelo general Médici, o "cruel ditador"), depois de uma "sabatina", garantiu que o animador é um "brioso social-democrata" e abriu as portas do seu PPS (antigo PCB) para o candidato de voz fanha e nariz de tucano.
Enquanto as eleições não chegam, o pessoal do esquema intensifica sua peçonha diária contra o candidato Bolsonaro, que sobe nas pesquisas. Semana passada, 'O Globo' descobriu que o candidato é contraditório: posando de liberal, Bolsonaro teria votado contra o Plano Real e reformas "progressistas". Pior: votou contra a privatização da Petrobras e, por não concordar com a venda da Vale do Rio Doce por preço de banana, afirmou que FHC, mentor da façanha, "merecia um tiro".
Vamos por partes. Antes de tudo é preciso dizer que o mitológico Plano Real não passou de uma fraude  programada. Na conversão da moeda, em 1994, a mercadoria que valia, por exemplo, Cr$ 30,00 passou a custar Cr$ 100,00, visto que a antiga moeda, substituída pelo real, foi desvalorizada em cerca 70%. Por sua vez, num passe de mágica, o dólar passou a valer (artificialmente) menos que o real - o que elevou os juros aos cornos da lua e, mais tarde, alimentou a inflação e o desemprego em dois dígitos, tornando FHC, no segundo mandato, objeto da ira e do deboche popular. Sendo apontado  por isso como principal responsável pela vitória eleitoral de Lula, o Chacal.
No que se refere à postura de Bolsonaro quanto a manutenção do monopólio da Petrobras, a empresa  foi simplesmente considerada como  princípio ativo do nacionalismo econômico dos militares que tiraram o Brasil da merda, de Castelo Branco a Figueiredo, passando por Médici e Geisel. Mais radical, em sentido inverso, foi Roberto Marinho que, nos anos 1950, promoveu ostensiva campanha contra a estatização do petróleo.
Ia falar sobre o "populismo" imputado ao candidato Bolsonaro, mas deixo a tarefa para depois.
PS - No caso do animador da Globo, a recente retirada de sua candidatura não anula o espaço global gasto na promoção do falso candidato. Nem invalida as minhas observações, pelo contrário, as confirmam.
Ipojuca Pontes, cineasta, jornalista, e autor de livros como 'A Era Lula', 'Cultura e Desenvolvimento' e 'Politicamente Corretíssimos', é um dos mais antigos colunistas do Mídia Sem Máscara. Também é conferencista e foi secretário Nacional da Cultura.

A idolatria e a depravação dos gentios


A ira de Deus contra o pecado
18 Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.
19 Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
20 Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;
21 Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
22 Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
23 E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
24 Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
25 Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
26 Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
27 E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
28 E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;
29 Estando cheios de toda a iniquidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
30 Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
31 Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;
32 Os quais, conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.
Fonte: Biblia Sagrada

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Pré-estreia da animação "A Estrela de Belém"



Assista ao trailer
Um filme que promete encantar a criançada. Assim, um programa para toda a família. A animação "A Estrela de Belém" (The Star), de Timothy Reckart. que entra em lançamento nacional na quinta-feira, 30, tem pré-estreia neste sábado, 25, e no domingo, 26, às 13 horas, no Orient Cinemas Boulevard. O filme é anunciado como "a história do primeiro Natal".
Entre os atores que integram o elenco de dubladores da animação estão a cantora gospel Cristina Mel, que dubla Mara, mãe de Jesus. Enquanto Caíque de Oliveira, ator e líder do ministério Jeová Nissi, interpreta o cachorro Tadeu e Vini Rodrigues, do canal Tô Solto, dá voz ao Camelo Félix.
Na trilha sonora, "The Star", com performance de Mariah Carey, que no original faz a voz de Rebecca.
Sinopse
"A Estrela de Belém" conta a história de um pequeno e destemido burro chamado Bo, que anseia por uma vida que vai além da cota diária de trabalho no moinho da vila. Um dia ele encontra coragem para fugir e finalmente viver as aventuras que tanto sonhou. Em sua jornada, ele logo se alia à Ruth, uma ovelha adorável que se perdeu de seu bando e a Davi, um pombo com aspirações grandiosas. E junto com os três sábios camelos e outros animais excêntricos de um estábulo, o burrinho e seus amigos se tornam heróis improváveis na maior história já contada, o primeiro Natal.

Clássico western "Winchester '73"


Assista ao trailer
1. Poster original do clássico
2. James Stewart e Millard Mitchell em "Winchester '73"
Fotos: IMDb

Sempre é boa prática uma revisão - tenho DVD em minha coleção - do clássico western "Winchester '73" (Winchester '73), de Anthony Mann, 1950, em preto & branco. O rifle Winchester '73, tida como a arma dos homens que dominaram o Velho Oeste americano, é o principal "personagem" do filme. A mais desejada arma da época e tão perfeitamente fabricada que o rifle era conhecido como "Um em Mil". Objeto de cobiça, a arma vai sendo trocada de mãos durante todo o filme.
Na trama, Lin McAdam (James Stewart) e Frankie "High Spade" Wilson (Millard Mitchell), seu melhor amigo, chegam no dia 4 de Julho (data da Independência dos Estados Unidos) em Dodge City para um concurso de tiro no centenário da pequena cidade. O prêmio é um rifle Winchester, ano 1873.
No "saloon", Lin tem encontro com Dutch Henry Brown (Stephen McNally) e somente não se enfrentam pois o xerife Wyatt Earp (Will Geer), auxiliado por seu irmão Virgil (Guy Wilkerson) e por Bat Masterson (SteveDarrell) - os três personagens míticos e reais do Velho Oeste - não permite que ninguém ande armado na cidade.
Lin ganha o concurso de tiro mas perde o rifle para Dutch, que o ataca com seus asseclas. Na perseguição, Lin e Frankie saem pelo deserto e acabam sendo envolvidos na guerra entre os indios, chefiados por Touro Jovem (Rock Hudson), que são municiados por um ladrão de armas, Joe Lamont (John McIntire), e destacamento da cavalaria, comandada pelo sargento Wilkes (Jay C. Flippen) e que conta com o soldado Doan (Anthony Curtis, depois Tony Curtis, em uma de suas primeiras aparições no cinema).
Ainda na trama, o interesse feminino com a personagem Lola Manners (Shelley Winters), pianista, que primeiro está como noiva de Steve Miller (Charles Drake), depois é forçada a se envolver com Waco Johnnie Dean (Dan Duryea). No final, fica com o mocinho, como é esperado.
O filme além da arma com personagem, trata sobre família, conflito entre irmãos, amizade, honra, obsessão e vingança. Há menções ao massacre dos Sioux sofrido pelo general Custer e à Guerra de Secessão, tudo costurado com maestria pelo diretor Anthony Mann.

"Facebook é acusado de manipular o fluxo de informações contra conservadores"



      Página "Conservadorismo do Brasil" foi banida arbitrariamente

O Facebook, maior rede social do mundo, voltou a ser acusada de manipular dados para diminuir o alcance de páginas conservadoras. O jornal 'The New Tork Times', em editorial assinado pelo jornalista Stevan Dojcinovic, afirma que Mark Zuckerberg está tratando seus usuários como "cobaias".
Dojcinovic diz que o Facebook usou sua nação, a Sérvia, como um "laboratório" ao restringir a livre circulação de informações em um país que já teve problemas muito sérios com a censura.
"A organização independente e sem fins lucrativos de jornalismo investigativo onde sou o editor-chefe é um desses infelizes ratos de laboratório", acusou Dojcinovic. "No mês passado, notamos que nossas histórias deixaram de aparecer no Facebook, como de costume. Fiquei sem chão. Nossa maior fonte de tráfego, que representa mais da metade de nossas visualizações mensais de páginas, foi prejudicada. Eu pensei que era alguma falha, mas não era".
Segundo o jornalista investigativo, o Facebook escolheu a Sérvia e outros países pequenos, para testar uma estratégia de exclusão de páginas alternativas de notícias, ou seja, que não são parte da grande mídia.
"O Facebook permitia que os sérvios não estivessem presos aos canais convencionais e podíamos levar nossas histórias a centenas de milhares de leitores. Contudo, enquanto a rede social afirma que está combatendo as 'fake news', está à beira de nos arruinar", lamenta Dojcinovic.
"Essas experiências arbitrárias de Mark Zuckerberg são muito perigosas. Os principais canais de TV, os principais jornais e pessoas ligadas a interesses políticos não terão problemas para comprar anúncios no Facebook ou encontrar outras formas de alcançar seus públicos. São organizações pequenas e alternativas como a minha que sofrerão", disparou.
Ele fez uma mea culpa. "Nós, jornalistas, somos responsáveis por isso também. Usávamos o Facebook para alcançar nossos leitores pois era conveniente, então investimos tempo e esforço para marcar nossa presença lá, ajudando a rede a se tornar o monstro que é hoje. Mas o que está feito, está feito. Ela é uma empresa privada, que não prestas contas a ninguém, que parece ter assumido o ecossistema de mídia do mundo."
Usuários são cobaias
O Facebook sabidamente faz experiências com seus usuários sem o seu conhecimento. A empresa já conseguiu manipular as emoções dos usuários em testes que tentaram tornar as pessoas mais negativas através das postagens do Facebook.
Nos Estados Unidos, o senador democrata Al Franken pediu a regulamentação de empresas de tecnologia, incluindo redes sociais. Ele afirmou que o Facebook tem muito poder ao "escolher qual conteúdo chega aos consumidores e qual não chega".
Um dos casos que mais chamou atenção nos Estados Unidos foi do usuário Allen Muench, um aposentado de 62 anos que reside em St. Louis, Missouri. Ele passa boa parte de seu tempo divulgando uma página conservadora no Facebook que frequentemente apoia o presidente Donald Trump e critica os liberais.
Recentemente, ele foi banido do Facebook e tentou fazer algo do ponto de vista legal, mas sem sucesso. Como empresa privada, a rede pode banir quem quiser. Muench disse à imprensa que "nossa maior dificuldade é o viés político do Facebook e o modo como ele implementa suas diretrizes de Padrões Comunitários. Parece que o Facebook obriga conservadores, mais que liberais, a seguir essas diretrizes."
Esse mesmo tipo de situação ocorre no Brasil com relativa frequência.  A página Conservadorismo do Brasil foi apagada pelo Facebook este mês.
Em contato com o 'Gospel Prime', Everthon Garcia, um dos responsáveis pela página afirmou: "O Facebook é o símbolo do capitalismo com mentalidade de esquerda, não é a primeira vez que a rede social baniu arbitrariamente páginas antiesquerda. Em julho do ano passado, nossa página 'Conservadorismo do Brasil' com mais de 160 mil curtidas foi banida sem apresentar justificativas, neste mesmo dia mais de 19 páginas antiesquerda também foram censuradas. Causa estranheza que eles apliquem seus termos de serviço praticamente apenas a páginas conservadoras, nos acusando de 'discurso de ódio'. Há dezenas de páginas que violam os termos de serviço da rede social de forma constante".
Lobby das redes sociais
No mês passado, o presidente executivo do site conservador 'Breitbart News', Steve Bannon, apoiador da regulamentação das grandes empresas de tecnologia, tomou forte posição "contra os Lordes do Vale do Silício". Ao mesmo tempo, Google, Facebook e Twitter gastaram milhões de dólares pressionando o Congresso quando cresceu a ameaça de uma regulamentação.
Conforme a CNBC, "o Google gastou 4,17 milhões de dólares no lobby do Congresso no último trimestre", enquanto "o Facebook gastou 2,85 milhões de dólares" e "o Twitter gastou 120 mil dólares".
Em outubro, o CEO de uma grande empresa de publicidade americana chamou o Google de "ditador" do mercado publicitário, enquanto um relatório da revista 'Vice' mostrou os planos do CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, de "influenciar a política americana para as gerações vindouras". O fundador da rede social já deu a entender que, no futuro, pretende se candidatar à presidente dos Estados Unidos.

"Brasil é governado por uma patota que se reveza no poder"



Por Jorge Oliveira
O governo do Temer se parece muito com uma "pá mecânica de lixo". Tudo que não presta é jogado lá dentro do Palácio do Planalto, onde já existem outros entulhos em decomposição. Por isso, não é de estranhar a convocação do deputado de Goiás, Alexandre Baldy, para compor a equipe do presidente como ministro das Cidades. Baldy gozava da intimidade do contraventor Carlinhos Cachoeiro.
Na CPI de 2012, que apurou os crimes do bicheiro, Baldy foi apontado como "Menino de ouro de Cachoeiro".  O bicheiro, condenado pela justiça, meteu-se em trapalhadas desde o início do governo Lula, quando o então poderoso ministro Zé Dirceu ainda dava as cartas e comandava a organização criminosa petista de dentro do palácio.
À imprensa, o novo ministro evitou falar sobre a sua amizade com o seu conterrâneo delinquente. Aliás, falar para dizer o quê? Desmentir o óbvio quando seu nome apareceu na CPI que apontou os crimes do contraventor.
Tudo é muito confuso na política brasileira. Veja: sai a quadrilha do PT, chefiada por Lula e Dilma, e entra a outra comandada por Temer, como denunciou o Ministério Público. Por isso que o povo não entende muito bem de onde surge tanto político envolvido em escândalos e o porquê da dificuldade em encontrar um nome limpo para assumir qualquer função pública nesse governo.
Agora mesmo o país assiste a prisão da cúpula da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, depois que a polícia esvaziou o Tribunal de Contas com a prisão de seus conselheiros corruptos. O deputado Jorge Picciani, presidente da Alerj, é pai do ministro do Esporte Leonardo Picciani, citado na delação premiada de Renato Pereira por manipular concorrência pública de publicidade para beneficiar o marqueteiro e seus comparsas.
Lá dentro do Planalto estão outros ministros envolvidos em negociatas: Moreira Franco e Eliseu Padilha, atolados na Lava Jato. E, claro, o próprio Temer. Pois é, também estão na cadeia Sérgio Cabral, ex-governador, e seus seguidores na organização criminosa, agora também na companhia de Garotinho e Rosinha. Diante disso é que se conclui: o país vem sendo administrado, nas últimas décadas, por quadrilhas políticas que se revezam no poder.
Como os malfeitores estão infiltrados nos partidos, onde fazem seus casulos, fica difícil escolher um nome honesto para exercer qualquer função pública que não tenha o rabo preso. Os que chegam a integrar esse governo, por exemplo, fazem parte da mesma patota que manda no país há décadas.
Quando surge um nome para compor a equipe desse governo, não estranhe, ele faz parte do entulho que comanda a máquina política. Infelizmente, essa é a realidade. E a julgar pelos nomes que aparecem para suceder essa turma que está aí, não devemos ter muita esperança em relação a um Brasil melhor depois das eleições 2018.
Outro problema grave é que as instituições estão deterioradas, enfraquecidas e bagunçadas. Nota-se um real confronto entre os poderes. O Ministério Público alfineta o STF por não concordar com as sentenças proferidas por alguns de seus ministros. A Polícia Federal briga com o MP porque é excluída das delações premiadas. E a procuradoria-geral da República é questionada quanto aos privilégios que concede aos delatores, oferecendo-lhes impunidade total dos crimes em troca das delações premiadas desses figurões.
A mixórdia é própria de um país psicopata, desordenado moral e eticamente. Mesmo com as investigações da Lava Jato em curso, quase todos os dias a Polícia Federal sai à caça de corrupto logo às primeiras horas da manhã, prova de que os cofres públicos continuam sendo saqueados.
Virou rotina prender gente do governo envolvido em propinas. Até na área do esporte, o camburão já amanheceu na porta de alguns ilustrados. Dentro do Congresso Nacional então a situação continua periclitante. É lá que são graduados os futuros ministros. Se uma das condições para a indicação fosse os bons antecedentes, dificilmente um desses formandos preencheria satisfatoriamente os requisitos para exercer um cargo público.
Não se engane, é assim que vamos chegar em 2018, ano eleitoral. Cheio de dúvidas quanto ao destino do país, pois essa geração de políticos ainda é, com certeza, a mais indulgente. E quando a gente imagina que a maioria desses senhores serão reeleitos nos seus currais, aí, sim, as esperanças morrem de verdade.  

Pagador de promessas

José Pereira, mais conhecido como Zequinha de Jaguara, forte liderança política no maior e mais distante distrito de Feira de Santana, esteve mais uma vez em Bom Jesus da Lapa. Desta vez para rogar pela eleição do prefeito José Ronaldo para o Senado.
Fonte: Balaio Político/NoiteDia

"Wikipedia exclui página de cientista que defende Criação e questiona Darwin"

Günter Bechly é cristão e promotor da Teoria do Design Inteligente

Os adeptos da Teoria do Design Inteligente ficaram revoltados quando a página de um cientista respeitado que acredita que Deus criou o universo com um propósito foi excluída pela Wikipedia.
Günter Bechly (Foto) é um paleo-entomologista alemão, cujas áreas de especialização incluem história de fósseis e a origem dos insetos. Católico, Bechly diz que não cresceu em uma família religiosa, mas concluiu mais tarde na vida que a evidência para a evolução darwiniana é fraca e os dados que apontam para o Design Inteligente são muito fortes.
"Muitas pessoas pensam que alguém que duvida do processo neodarwiniano e abraça o design inteligente provavelmente é religioso, um cristão evangélico, e quer provar que está certo", disse Bechly em um documentário produzido pelo Discovery Institute.
"Eu trilhei um caminho totalmente diferente… Venho de uma família totalmente secular, agnóstica. [Eu] não fui batizado, não tive nenhum tipo de educação religiosa, nunca fui à igreja, então posso dizer que era completamente não religioso".
Ao contrário da maioria dos cientistas em seu campo, Bechly rejeita o ateísmo, o materialismo, o naturalismo e o cientificismo, e ressalta que seu trabalho como cientista foi que o levou a acreditar na "mão de Deus" na criação.
"Minha conversão foi baseada em uma avaliação crítica de dados empíricos e argumentos filosóficos, seguindo a evidência onde quer que ela levasse", escreveu ele em seu blog pessoal. "Eu sou cético quanto à teoria neodarwiniana da macro-evolução e sustento e apoio o Design Inteligente por razões puramente científicas".
Bechly passou a endossar publicamente a Teoria do Design Inteligente (TDI) em 2015, mas já vinha criticando repetidamente a evolução darwiniana e apontando a existência de evidências científicas para um designer ou Criador.
Quando um biólogo influente admitiu as deficiências da teoria evolucionista em um encontro recente da Royal Society em Londres, Bechly, que estava presente no evento, voltou a criticar os "déficits explicativos" da evolução.
"Depois desta conferência tive mais certeza do que nunca que a biologia evolutiva é um imperador que está nu, e o Design Inteligente é a melhor explicação para a complexidade e a diversidade biológica", assegurou.
Embora Bechly tenha escrito dezenas de artigos científicos e se formado com a honraria máxima quando concluiu seu Ph.D. em geociências da Universidade de Tübingen, Alemanha, ele passou a ser questionado por colegas. Sua página de Wikipedia foi apagada depois que vários usuários alegaram que sua "notabilidade" era insuficiente.
Alguns dos comentários em fóruns de discussão sobre paleontologia o levam a crer que foi algo orquestrado por pessoas que não aceitam sua perspectiva criacionista.
David Klinghoffer, membro do Discover Institute, e amigo de Bechly, acredita que a exclusão da página é uma clara tentativa de censura da Teoria do Design Inteligente. Ele revelou também que o erudito alemão perdeu seu emprego como curador de um museu depois de revelar seu apoio à TDI. Klinghoffer diz que terem apagado a página da Wikipedia é "algo grave e uma lembrança da dificuldade de se debater com isenção sobre a TDI. Temos uma vasta e bem documentada história de censuras e intimidação", lamentou de acordo com o Christian News.
Entenda o que é TDI
A maior parte da comunidade científica acredita e defende a teoria da evolução, proposta por Charles Darwin (1809–1882). Biólogo e naturalista inglês, ele questionou a opinião vigente em seu tempo que considerava apenas a possibilidade da criação da vida por Deus.
Uma espécie de meio termo, que une fé e ciência, a Teoria do Design Inteligente (TDI) surgiu nos Estados Unidos na década de 1980 e ganhou adeptos em todo o mundo. No Brasil, um grupo de cientistas renomados passou a defendê-la com mais intensidade nos últimos tempos. Para eles, a vida não surgiu após uma série de eventos aleatórios, mas é resultado do projeto de uma mente inteligente.
Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp),explicou ao 'Gospel Prime': "Conhecimentos científicos em bioquímica e biologia molecular cada vez mais apurados nos permitiram abrir a caixa preta chamada célula e enxergar nela um conjunto imenso de máquinas moleculares dotado de uma complexidade irredutível… Não dá para pensar num motor desse tipo produzido por forças naturais. Foi decisão de uma inteligência que existe no universo".

Boulevard Shopping funciona em horário especial durante o Black Finde

Ação começa nesta sexta-feira e vai até domingo
O Boulevard Shopping preparou ações especiais para a maior promoção do varejo mundial, o Black Friday. Nesta sexta-feira. 24, no sábado, 25, e no domingo, 26, os clientes poderão aproveitar superdescontos, antecipar as compras de natal e conferir todas as vantagens que o shopping está trazendo neste fim de ano.
Este ano, o Black Friday do Boulevard se chamará Black Finde, ação que vai durar um fim de semana inteiro, com descontos imperdíveis para seus clientes. A promoção começa logo cedo, às 9 horas desta sexta.
O cliente terá a oportunidade de aproveitar as ofertas em horário estendido. Na sexta e no sábado, as lojas e a praça de alimentação ficarão abertos das 9 às 23 horas. No domingo, lojas e a praça de alimentação Olney São Paulo abertos das 12 às 21 horas.
As redes sociais do Shopping (@boulevardfeira) trarão anúncios de ofertas das lojas separadas por segmento, facilitando a busca e a escolha pelo cliente de acordo com o que ele está buscando. 
Tarifa única de estacionamento
Para que o cliente possa ter a melhor a experiência de compra, conforto e comodidade, durante o Black Finde o Shopping praticará tarifa única de estacionamento. Todos os clientes pagarão tarifa única no valor de R$ 4,50 ao dia para carros e R$2,00 ao dia para motos, independentemente da quantidade de horas que os veículos permaneçam no estacionamento do Shopping. Vale ressaltar que a estada do veículo no estacionamento deve ser contínua.
Promoção Natal Mágico e Bauducco no Boulevard
Os clientes que comprarem no Shopping no período do Black Finde e trocarem as suas notas para participar da promoção Natal Mágico Boulevard terão benefício aumentado para retirar cupons triplos. A promoção sorteará três viagens em família para a Disney. Ou seja, juntando R$ 200,00 em compras feitas nos dias 24, 25 e 26/11, o cliente receberá três cupons. São três vezes mais chances de ganhar!
As mesmas notas podem ser utilizadas para a troca de Chocottones e Panettones. A mecânica é a seguinte: R$ 200,00 em notas de compras + R$ 20,00 = 1 Lata de Chocottone ou Panettone Bauducco 750g;
Lembramos que para a troca de Chocottones e Panettones as notas devem ser datadas a partir do dia 09/11. A Promoção Natal Bauducco no Boulevard irá até o dia 30 de novembro ou enquanto durar o estoque. A troca está limitada a 3 unidades de latas (Chocottone ou Panettone) por CPF.
Sobre a Black Friday
A Black Friday iniciou nos Estados Unidos e acontece sempre no Dia de Ação de Graças, última sexta-feira de novembro. É um feriado tão importante para o varejo americano quanto o Natal e vem sendo marcado por promoções que reúnem milhares de pessoas em busca de preços atrativos no comércio. 
(Com informações de Luiza Ribeiro, da ComunicAtiva Associados)

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Nem todos os filmes chegam em Feira de Santana

Judi Dench e Ali Fazal em "Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha"
Foto: Divulgação

Dos 14 filmes que são lançados nesta quinta-feira, 23, no Brasil, apenas dois chegam aos cinemas de Feira de Santana - são nove salas disponíveis no Orient Cinemas Boulevard e CinceSercla América Outlet. 
Os lançamentos são a comédia "Pai em Dose Dupla 2" (Daddy's Home 2), de Sean Anders, com Mark Wahlberg, Will Ferrell e Mel Gibson, e o drama brasileiro "Não Devore o Meu Coração", de Felipe Bragança, com Cauã Reymond e Ney Matogrosso.
De certo que a maioria dos títulos não têm atrativos para o público: "Os Golfinhos Vão Para o Leste", "Por Que Vivemos", "Lygia, Uma Escritora Brasileira", "Barreiras", "A Vilã", "Rúcula Com Tomate Seco", "Ninguém Está Olhando", "Quando o Galo Cantar Pela Terceira Vez Negarás Rua Mãe", "Lola Pater", "Gabeira", "A Filosofia na Alcova" e "Boneco de Neve".
Talvez, o filme de suspense, "Boneco de Neve" (The Snowman), de Thomas Alfredson, com Michael Fassbender e Rebecca Feguson, pudesse interessar ao grande público. Trata sobre as investigações de um detetive no caso de uma mulher que desaparece e a única pista deixada é um cachecol rosa encontrado envolto em um estranho boneco de neve. Ele percebe que o crime parece obra de um serial killer.
Na semana passada, o caso do drama, bem recomendado, "Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha" (Victoria and Abdul), de Stephen Frears, com Judi Dench e Ali Fazal. Na trama, a rainha Victoria constrói uma improvável amizade com um jovem indiano chamado Abdul Karim. Aguardado e que não foi programado.
Lembrar que, caso da Orient, filme que não entra no dia do lançamento não é programado uma ou mais semanas depois.

Lançamento de "Assassinato no Expresso do Oriente"

Assista ao trailer
O que começa como uma longa viagem em um luxuoso trem pela Europa rapidamente se desdobra em um dos mistérios mais elegantes, tensos e emocionantes já contados: um terrível assassinato acontece. À bordo da composição o detetive Hercule Poirot se voluntaria para iniciar uma varredura no local, ouvindo 13 testemunhas e possíveis suspeitos para descobrir o que de fato ocorreu. Ele corre contra o tempo para resolver o quebra-cabeça antes que o assassino ataque novamente.
Essa a trama do drama criminal "Assassinato no Expresso do Oriente" (Murder On the Orient Express), que tem lançamento nacional na próxima quinta-feira, 30, no Brasil. Aguardar que entre em cartaz em um dos cinemas de Feira de Santana.
Do romance da autora mais vendida do mundo, Agatha Christie, "Assassinato no Expresso do Oriente", tem direção de Kenneth Branagh, que lidera um elenco de estrelas incluindo Penelope Cruz, Willem Dafoe, Judi Dench, Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley, Derek Jacobi, Leslie Odom Jr. Josh Gad, Olivia Colman, Lucy Boynton, entre outros.

Lembrar que em 1974, Sidney Lumet dirigiu "Assassinato no Expresso do Oriente", que teve seis indicações ao Oscar e ganhou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante com Ingrid Bergman. O elenco do filme também era estelar: Albert Finney, Lauren Bacall, Ingrid Bergman, Sean Connery, Vanessa Redgrave, Richard Widmark, Jaqueline Bisset, Jean-Pierre Cassel, John Gielgud, Anthony Perkins, Michael York, Wendy Hiller e Rachel Roberts.

"A infiltração comunista em Hollywood"



Por Johnathan Gray
Nos últimos anos, escritores, atores e produtores pró-comunismo na "lista negra de Hollywood" nas décadas de 1940 e 1950 tiveram uma exposição positiva nos meios de comunicação.  A lista negra em si é muitas vezes vista como um exemplo de censura governamental, decorrente das pesadas táticas do agora extinto "Comitê de Atividades Antiamericanas", cujo objetivo era proibir e reprimir os movimentos comunistas nos Estados Unidos.
Mas a situação é mais complicada do que a atual perspectiva que se tem sobre o assunto. A história mostra que muitos na lista negra foram colocados lá por uma boa razão, já que muitos admitiram trabalhar como agentes soviéticos e moldaram narrativas pró-comunistas através de seus filmes.
Uma análise mais aprofundada revela que se tratava de um círculo de indivíduos, alguns com diretrizes diretas da Rússia, que apoiavam a derrubada violenta do governo dos Estados Unidos. A criação da lista negra de Hollywood foi uma resposta a este círculo que transformou a indústria do entretenimento americana em uma ferramenta de propaganda de um regime assassino e totalitário, enquanto atacava os valores e o modo de vida do povo americano.
Antes da Segunda Guerra Mundial, muitos membros do Partido Comunista da Alemanha, o segundo maior grupo comunista fora da Rússia, deixaram a Alemanha rumo a outras partes do mundo.
Muitas dessas pessoas foram rejeitadas e rotuladas como indesejáveis por outras nações desenvolvidas, como o Reino Unido, e, por isso, emigraram para os Estados Unidos. Ao chegar, muitos escritores e produtores de filmes se uniram a grupos do Partido Comunista Americano.
Esta onda de imigração serviu de apoio à infiltração soviética nas artes e na cultura, e à penetração nas instituições políticas em meados da década de 1930. Com este sistema, os comunistas planejavam fazer o que os ditadores brutais Vladimir Lenin e Josef Stalin conseguiram na Rússia soviética: transformar a indústria do entretenimento em uma ferramenta para disseminar a ideologia e a propaganda comunistas.
Subversão cultural
Segundo Michael Kazin, professor de história na Universidade de Georgetown, este grande sistema de cooptação começou em Hollywood na década de 1930 com esquerdistas influentes no setor cinematográfico, como Yip Harburg, compositor de "O Mágico de Oz" e da música "E Rússia É Seu Nome", usada no filme "A Música da Rússia". Harburg foi um dos principais artistas pró-soviéticos da indústria cinematográfica de Hollywood.
Harburg e outros pró-soviéticos exerceram uma influência psicológica no público amante do cinema. Eles moldavam as narrativas que o público americano, e o mundo em geral, absorviam do cinema.
Muitos desses escritores, produtores e diretores de Hollywood, alguns dos quais eram membros fanáticos do Partido Comunista, fizeram filmes contendo ideias e ideologia pró-comunistas e pró-socialistas. De alguma forma, uma grande parte dos filmes dessa época foram projetos artísticos que funcionavam como veículos para as sutis técnicas de doutrinação comunista. Veículos que tentavam substituir os princípios americanos de liberdade e direitos individuais pela ideologia do ateísmo e da luta de classes.
Entre eles estava John Garfield, um ator de renome cuja conexão com 17 organizações comunistas foi revelada em uma edição de junho de 1950 dos 'Red Channels' (publicação dedicada a expor o comunismo na indústria do entretenimento).
O entusiasmo no uso de filmes para espalhar propaganda vinha do topo do regime soviético. Kenneth L. Billingsley escreveu em seu livro "Os Filmes Perdidos de Hollywood", que Stalin era um verdadeiro cinéfilo, tremendamente entusiasmado com a promessa do cinema de exaltar ideais comunistas.
O uso do cinema como ferramenta de propaganda remonta aos primeiros anos do movimento comunista.
O ditador bolchevique Lenin foi o primeiro líder comunista a reconhecer a importância de materializar a manipulação do pensamento, em escala mundial, através dos filmes.
Dizem que, em 1919, quando tanto o cinema como o Comitern (a Internacional Comunista) estavam em seus primeiros estágios, Lenin confiou a seu secretário de educação, Anatoly Lunacharsky: "você sempre deve considerar que, de todas as artes, o cinema é para nós a mais importante".
"Use-o contra eles"
Billingsley observa que o plano do Partido Comunista dos Estados Unidos (CPUSA da sigla em inglês) ficou claro para pessoas como o agente e ativista comunista Willi Münzenberg, ex-membro do Partido Comunista da Alemanha. Após exilar-se nos Estados Unidos, ele entrou rapidamente para o establishment de Hollywood como propagandista e ativista pró-comunista e pró-soviético.
Münzenberg escreveu sobre a indústria cinematográfica em um artigo de 1925 para o jornal do CPusa, o 'Daily Worker' (Diário do Trabalhador), que "uma das tarefas mais prementes que enfrenta o partido comunista no campo da propaganda é a conquista de uma unidade, até agora monopólio da classe dominante".
E acrescentou: "Devemos lutar para tomá-la e usá-la contra eles".
Münzenberg acreditava que os anos 30 eram o momento perfeito para que os comunistas americanos e seus supervisores atacassem. A Grande Depressão estava em pleno andamento. Aproveitando o fato de que muitos procuravam distrações e entretenimento, Münzenberg viu a chance de doutrinar contra o capitalismo as pessoas que iam ao cinema.
Billingsley escreveu em seu livro de 1998, "Partido de Hollywood: Como o Partido Comunista Seduziu a Indústria Cinematográfica Americana nas Décadas de 1930 e 1940", que em 1935, V. J. Jerome, secretário da cultura do CPusa, havia estabelecido uma filial oficial do partido em Hollywood. Esta filial era uma unidade secreta, fora da vista do público.
Com esta unidade secreta, o CPusa podia recrutar clandestinamente novos membros para o partido, infiltrar-se nas associações e sindicatos do cinema e arrecadar fundos para causas pró-soviéticas.
Entre esses subversivos do partido comunista em Hollywood, havia pessoas como o renomado escritor Walter Bernstein, que confessou  em sua autobiografia de 1996 que "nós tínhamos uma aritmética sagaz; encontrávamos frentes e fazíamos com que dois se tornasse um". Em outras palavras, através de frentes populares, os não-comunistas avançavam com os planos comunistas, e isso foi feito de maneira "astuta", sem que os companheiros soubessem que estavam sendo usados.
Naturalmente, as autoridades começaram a desconfiar cada vez mais dessas atividades comunistas. O Congresso respondeu formando o Comitê de Atividades Antiamericanas em 1938.
O repórter do jornal 'Human Events', Allan H. Ryskind, declarou que o Comitê “descobriu mais de 200 membros do partido em Hollywood”, embora Ryskind diga que seu pai, um roteirista de Hollywood na época, acredite que o número real estava mais próximo de 300.
Ryskind disse que, apesar das investigações do comitê, em meados dos anos 40 os comunistas nos Estados Unidos haviam se infiltrado completamente em Hollywood, de cima a baixo, embora a maioria deles estivesse bem escondida, alinhada com a doutrina do partido comunista de ocultar seus objetivos, e nunca reconheceriam publicamente sua filiação ao partido.
Apoio a governos genocidas
Em seu livro "Traidores de Hollywood: Lista Negra dos Roteiristas - Agentes de Stalin, Aliados de Hitler", Ryskind escreve: "Nada do que o partido comunista fez na América foi feito sem a direção do Kremlin. Nada".
Aqueles na lista negra de Hollywood não eram antifascistas, mas mudaram suas lealdades junto com as mudanças nas políticas soviéticas. Incluídas entre suas atividades, Ryskind observa o curioso flerte que muitos membros do partido comunista tinham com o Partido Socialista (nazista) dos Trabalhadores, de Adolf Hitler.
"Quando Hitler inicialmente ameaçou a Rússia, os membros do partido em Hollywood, sob as ordens de Moscou através da sede do partido em Nova York, se mostravam apaixonados anti-nazistas", escreve Ryskind. "Quando Hitler apontou as armas contra o Ocidente, apoiado por seu pacto com Stalin em 1939, eles dedicaram suas vidas a dificultar a sobrevivência das nações anti-nazistas".
Somente depois que Hitler surpreendeu Stalin com a invasão nazista da União Soviética em 1941, os comunistas de Hollywood se voltaram novamente contra Hitler.
Ryskind escreveu: "Eles não eram honrados antifascistas ou patriotas americanos, como argumentam seus defensores, mas aparatos leais aos soviéticos, uma quinta coluna trabalhando para Stalin".
Esta mesma glorificação de ditadores e assassinos em massa continua hoje em Hollywood. Ryskind observa que Hollywood inclusive idealizou figuras comunistas, como Che Guevara e Fidel Castro. Che executou pessoalmente 180 pessoas e ordenou a morte de milhares de cubanos, incluindo mulheres e crianças.
Arthur Eckstein, historiador americano e distinto professor de história que o establishment de Hollywood nunca perdeu a paixão pelo partido comunista, tanto no sentido político como cultural.
Ele relembra a realização de uma cerimônia em 27 de outubro de 1997 para comemorar o 50º aniversário das audiências originais do Comitê de Atividades Antiamericanas. A celebração foi patrocinada por várias associações e organizações produtoras de filmes, incluindo a Associação de Atores e o Sindicato dos Escritores da América.
Muitos participantes do evento glorificaram aqueles que o comitê havia identificado como os "Dez de Hollywood", chamados por alguns como os "Dez Hostis". O evento retratou esses homens como "mártires" e "não conformistas" ante a tirania e o autoritarismo.
Eles inclusive fizeram com que grandes estrelas recriassem partes selecionadas das audiências do comitê que se ajustavam à narrativa revisionista do establishment de Hollywood. Houve uma brincadeira em que Billy Crystal atuou como Larry Parks, um ator que, em 1951, admitiu ser membro do partido comunista, o que arruinou sua carreira.
John Lithgow e Kevin Spacey, entre outros atores, contribuíram igualmente com suas atuações para o evento. A cerimônia culminou com a chegada de alguns membros dos Dez, que foram recebidos com aplausos efusivos.
O romance de Hollywood com o comunismo, uma ideologia que tem produzido fome, guerras e genocídios em todo o mundo e que custou a vida de mais de 100 milhões de pessoas, continua até hoje.
Lenin parece ser o próximo a ganhar uma renovação em sua imagem por parte de Hollywood. O ator Leonardo DiCaprio está em negociações com a indústria cinematográfica russa pelo papel do ditador que o romancista e historiador russo Aleksandr Solzhenitsyn estima ter matado entre 60 e 66 milhões de pessoas.
Em uma crítica dos "Traidores de Hollywood" de Ryskind, Allan C. Brownfield escreveu: "Longe do que se pensa sobre o papel do Congresso, é difícil entender como escritores comunistas que trabalharam tanto para outra nação e contra os interesses de seu próprio país, se tornaram heróis para muitos liberais. Como podem respeitar homens e mulheres que disseram que Hitler era maligno em um dia e que o aceitaram no dia seguinte, não por convicção genuína, mas por seu hábito de seguir a liderança de Stalin, assim como fizeram com todas as outras coisas?"
Johnathan Gray é escritor, produtor de filmes e veterano do exército. O presente artigo foi escrito sob um pseudônimo, uma vez que expressar opiniões anticomunistas pode prejudicar sua carreira em Hollywood.
Publicado no Epoch Times em Português.
 Fonte: "Mídia Sem Máscara"