Opção de transferência bancária para a Pessoa Física: Dimas Boaventura de Oliveira, Banco do Brasil, agência 4622-1, conta corrente 50.848-9

Clique na imagem

*

*
Clique na logo para ouvir


Telefones: (71) 3634-6194/ 6197/ 6060 - (71) 99965-4537 * E-mails: cpl@construtorapereiralima.com.br - construtoraplima@terra.com.br * Site: https://construtorapereiralima.com.br/

Vem aí!

Vem aí!

quarta-feira, 12 de abril de 2017

"Lula pediu à Odebrecht 40 milhões de dólares em propina"



O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu 40 milhões de dólares à Odebrecht em troca da aprovação de um financiamento bilionário para obras de interesse da companhia em Angola. Quem faz a afirmação é Marcelo Odebrecht, o ex-presidente da empreiteira. Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, ele contou que, entre 2009 e 2010, foi procurado por Paulo Bernardo, então ministro do Planejamento, que em nome de Lula, que àquela altura era presidente da República, disse que o governo poderia aprovar o financiamento de 1 bilhão de dólares desde que a empresa pagasse os 40 milhões.
"Nós tínhamos interesse, era exportação de bens e serviços, nos tínhamos fechado vários contratos em Angola e que só demandavam essa linha de crédito para fazer exportação de bens e serviços. Quando veio essa negociação, de 1 bilhão, como sempre a gente fazia, a gente tentou mostrar com embasamento técnico que ali era importante […] Nunca tinha tido uma solicitação até porque era uma coisa legítima. Já no caso específico dessa negociação, 2009 e 2010, até acho [que era] porque estava se aproximando a eleição, veio o pedido solicitado para mim por Paulo Bernardo na época, que veio por indicação do presidente Lula, para que a gente desse uma contribuição de 40 milhões de dólares e eles estariam fazendo a aprovação de uma linha [de crédito] de 1 bilhão de dólares", disse o ex-presidente da Odebrecht.
Como o dinheiro teria origem em negócios em Angola, Odebrecht conseguiu com a cúpula petista descontar 10% do valor, referentes ao custo da operação para transferir a cifra para o Brasil. Convertido ao câmbio da época, ao fim e ao cabo o repasse foi de 64 milhões de reais. O valor foi creditado diretamente na conta paralela que o PT mantinha junto à Odebrecht - e que era gerenciada pessoalmente por Marcelo Odebrecht. Uma parte desses recursos, como revelou o próprio empreiteiro, foi usada para pagar despesas de Lula.
É a primeira vez que vem a público um testemunho em que Marcelo Odebrecht afirma, com clareza, que o ex-presidente pediu dinheiro para abastecer a chamada conta da propina do PT - da qual ele próprio foi beneficiário, segundo o empreiteiro.
A conta registrou créditos de mais de 200 milhões de reais. Dela eram debitados repasses que a Odebrecht fazia ao partido e a seus dirigentes, de acordo com a necessidade. A Moro, Marcelo Odebrecht deixou claro que os créditos, invariavelmente, vinham de propinas negociadas com a cúpula petista.
Além do valor pago em troca da liberação do financiamento de 1 bilhão que bancaria contratos da empresa em Angola, Odebrecht conta que um outro aporte, de 50 milhões, veio de um pedido feito pessoalmente a ele pelo então ministro Guido Mantega. O valor foi liberado em troca de uma medida provisória editada pelo governo petista que beneficiou a Braskem, braço petroquímico do Grupo Odebrecht.

"Na política, quem sai aos seus degenera mesmo"



Citado para indicar a boa índole de filhos, o ditado “quem sai aos seus não degenera” não serve para explicar pais e filhos investigados na Lava Jato, por ordem do ministro Luiz Fachin. O ex-presidente Lula e os filhos Lulinha e Luiz Claudio, o senador Renan Calheiros e o filho governador de Alagoas estão na mesma lista do governador potiguar Robinson Faria (PSD) e o filho, deputado Fábio. O filho, Rodrigo Maia, presidente da Câmara, faz companhia ao pai, César Maia (DEM), assim como o deputado Zeca Dirceu (PT-PR) não nega que é filho de José Dirceu, ex-"primeiro-ministro" de Dilma preso em Curitiba. Também o governador Tião Viana e o irmão Jorge Viana (PT) têm a Polícia Federal na cola.
É o amor
Na lista há casais como as senadoras Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e o marido Eron Bezerra, além de Marta Suplicy com Márcio Toledo.
Perdeu, "Momô" 
Estão na lista a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) e o maridão, Moisés Pinto Gomes, que nas investigações foi mencionado como "Momô".
Casal vinte buscar
Paulo Bernardo está na lista de Fachin, ao contrário de sua mulher senadora Gleisi Hoffmann (PT), que já é ré na Lava Jato.
Separados no berço 
O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB) figura na lista dos políticos a serem investigados, mas, surpresa, o irmão Geddel Vieira Lima, não.
Pensando bem...
...a regra, no Congresso, agora é: "todos são suspeitos até que a delação confirme a acusação".

Fonte: Claudio Humberto 

Funcionamento na quinta-feira das 7 às 13 nas repartições municipais

Fica estabelecido que o expediente nas repartições públicas municipais, não-sujeitas a regime de plantão, e que não prestem serviços essenciais à população, nesta quinta-feira, 13 de abril , será das 7 às 13horas.
O prefeito José Ronaldo considerou o caráter religioso que caracteriza a data - indulgências eclesiásticas, endoenças, quinta-feira da Semana Santa, para decretar a medida (Decreto 10.230 de 11 de abri de 2017), que está publicado no "Diário Oficial Eletrônico".


terça-feira, 11 de abril de 2017

Cinco vezes Guido Araújo



Guido Araújo, o mui estimado cineasta, agitador cultural e criador das lendárias Jornadas de Cinema da Bahia, ganha sua maior homenagem no próximo dia 25, em Salvador. No não menos lendário Cine Glauber Rocha (ex-Guarani), será lançada a série O Senhor das Jornadas, cinco episódios de 26 minutos contando a história deste guerreiro, hoje com 83 anos.
A série é mais um belo serviço do cineasta e produtor Jorge Alfredo Guimarães (Samba Riachão), criador do site Caderno de Cinema, à memória e à atualidade do cinema baiano. Ele já havia promovido uma mostra de filmes do Guido e lançado um DVD e um catálogo com sua obra. O Senhor das Jornadas vem recuperar o conjunto de suas atividades ao longo de mais de meio século.
Guido aparece passeando por suas memórias. Passeando literalmente com sua bengala pelos cenários de sua infância, de seus filmes, das Jornadas e de suas andanças pelo Brasil. Nos dois primeiros episódios, o vemos na natal Castro Alves (BA), em locais de cinefilia de Salvador - onde frequentou o histórico Clube de Cinema da Bahia - e no Rio de Janeiro. Num reencontro emocionado com Nelson Pereira dos Santos, são recordadas suas participações na equipe de Rio 40 Graus e Rio Zona Norte, assim como na campanha pela liberação de Rio 40 Graus junto à censura, esta a primeira grande batalha de resistência cultural do cinema brasileiro.
Se dispusesse de recursos menos parcos, certamente Jorge Alfredo teria levado Guido de volta também à antiga Tchecoslováquia, onde ele passou oito anos estudando cinema e atuando como tradutor e divulgador de filmes brasileiros. Ao retornar ao Brasil em 1967, movido pela saudade do cheiro das flores da Ladeira da Barra, estava pronto para a militância por um cinema alinhado com o humanismo de esquerda.
Na série, um mosaico de depoimentos, cenas de filmes e materiais de arquivo mantém a Jornada Internacional de Cinema da Bahia sempre em perspectiva. Diversos realizadores, baianos ou não, falam do papel civilizador do festival e de seu pioneirismo em abraçar o curta-metragem, o documentário e o cinema de animação em pé de igualdade com os longas de ficção. Foi na segunda Jornada, em 1973, que se fundou a Associação Brasileira de Documentaristas, efeméride que merecia menção mais detalhada na série.
O terceiro episódio, especialmente interessante, mergulha na Trilogia dos Saveiros, formada pelos curtas Maragogipinho, Feira da Banana e A Morte das Velas do Recôncavo. Esses clássicos curtas documentais de Guido dão margem a uma discussão sobre a linguagem do documentário, com Silvio Tendler e Edgard Navarro terçando argumentos sobre a conveniência da narração em voz over.   
Nos dois últimos episódios são abordados outros curtas de Guido e desfiadas saborosas memórias das Jornadas. A Cantina da Lua, ponto vital da cultura negra em Salvador, serve de décor para conversas com Maria do Rosário Caetano e Octavio Bezerra. Também Orlando Senna, Pola Ribeiro, José Araripe Jr., Alba e Chico Liberato (este responsável pela identidade visual dos festivais) se juntam ao coro de lembranças e admiração pelo Senhor das Jornadas.
O ocaso da Jornada após 39 edições, ironicamente com o PT no governo estadual, deixou um rastro de tristeza e indignação em parcela importante do cinema brasileiro. Com seu lema “Por um mundo mais humano”, talvez o sonho de Guido tenha perdido mesmo seu sentido nos dias que correm. Ou talvez, por isso mesmo, seja tão necessário quanto na época em que surgiu, em meio à ditadura militar. A afetuosa série de Jorge Alfredo nos faz pensar sobre isso.
Fonte: carmattos.com

Como era o cinema na semana santa

Com a Sexta-Feira da Paixão, a lembrança dos anos 1950 e 1960, com a visão anual do filme "Nascimento, Vida, Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo" (Foto: Reprodução), ou simplesmente "Vida de Cristo", de Ferdinand Zecca, 1905, com as mesmas cópias estragadas que pareciam pertencer aos cinemas de então - Madrid, Íris, Plaza, Santanópolis e Santo Antônio. Eram sessões praticamente contínuas, a partir das 14 horas, que atraíam muita gente às salas - tanto o Íris como o Santanópolis possuíam mais de 1.000 lugares.Assistir ao filme religioso fazia parte da tradição do dia santo, antes de participar da procissão do Senhor Morto. O filme era mudo, sem créditos (de elenco, direção, roteiro), mas causava comoção no público, mesmo sem mostrar a face de Cristo na crucificação.
De vez em quando um filme como "A Canção de Bernadete" (The Song of Bernadette), sobre a adolescente francesa que tem uma visão e os moradores consideram que a imagem é da Virgem Maria. Com direção de Henry King, Jennifer Jones ganhou o Oscar de Melhor Atriz em sua estreia no cinema. O filme também ganhou o prêmio nas categorias Melhor Fotografia, Trilha Sonora e Direção de Arte, em 1943, que foi visto na Sexta-Feira da Paixão de 1962, no Cine Íris; e "O Beijo de Judas", sem outras referências.
A tradição foi quebrada em 1972, há 45 anos, com o Santanópolis passando a ser Cine Timbira. Na primeira semana santa, a programação de "O Passageiro da Chuva", um filme com Charles Bronson. Desde então, quase que nunca mais um filme religioso como antigamente.

Trailer de "Velozes e Furiosos 8"


Assista

Trailer do thriller de ação "Velozes e Furiosos 8", que tem lançamento mundial nesta quinta-feira, 13, no Orient Cineplace Boulevard.

Oitavo filme da franquia "Velozes e Furiosos"




Vin Diesel e Charlize Theron em "Velozes e Furiosos 8"
Foto: Divulgação

Uma das franquias de maior sucesso do cinema, "Velozes e Furiosos" chega ao seu oitavo filme, que tem lançamento mundial nesta quinta-feira, 13, no Orient Cineplace Boulevard. 
Ação e thriller criminal, "Velozes e Furiosos 8" (The Fate of the Furious) tem direção de F. Gary Gray e com Vin Diesel, Dwayne Hickman, Jason Statham, Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Kurt Russell e Helen Mirren, além de Scott Eastwood, filho do ator e diretor Clint Eastwood.
Tudo começou em em 2001, com "Velozes e Furiosos", de Rob Cohen. Depois, com "Mais Velozes Mais Furiosos", de John Singleton, 2003; "Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio", de Justin Lin, 2006; "Velozes e Furiosos 4", de Justin Lin, 2009; "Velozes e Furiosos: Operação Rio", de Justin Lin, 2013; "Velozes e Furiosos 6", de Justin Lin, 2013; e "Velozes e Furiosos 7", de James Wan, 2005.
Na trama, Dom (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) estão em sua lua de mel e como o resto da equipe encontram uma vida normal. Mas quando uma misteriosa mulher (Charlize Theron) seduz Dom para o mundo do crime e da velocidade, ele não consegue escapar a traição daqueles mais próximos de si, e todos vão enfrentar testes que nunca enfrentaram antes. Das praias de Cuba às ruas de Nova York, passando pelas planícies geladas de Barents Sea, a força de elite vai viajar através do mundo para parar uma anarquista que quer liberar o caos na sociedade.
 Continuam o drama “A Cabana” e a animação "Smurfs e a Vila Perdida", em segunda semana. Mais o thriller "A Vigilante do Amanhã", em terceira semana, assim como a animação "O Poderoso Chefinho". E em quinta semana de sucesso, a fantasia musical da Disney "A Bela e a Fera".


"José Vendido no Egito" em DVD

Em "José Vendido no Egito" (Giuseppe Venduto dai Fratelli/ Joseph and His Brethren), de Irving Rapper e Luciano Ricci, 1961, que tenho em DVD, a narrativa bíblica em Gênesis 39 de José (Geoffrey Horne), filho de Jacó (Finlay Currie), vendido por seus irmãos Rubem (Carlo Giustini), Dan (Charles Borromel), Simeão (Dante Di Paolo), Judá (Marco Guglielmi), Gad (Nino Segurini), Levi (Tonko Sarcevic) e Benjamin (Mario Girotti) a um mercador que por sua vez o vende a Potifar (Robert Morley), ministro do Faraó (Robert Rietty) do Egito, na corte do qual José se converte em conselheiro até que é perseguido pela mulher, Henet (Belinda Lee), de seu benfeitor por não corresponder a seu amor. "E aconteceu depois destas coisas que a mulher do seu senhor pôs os seus olhos em José, e disse: Deita-te comigo. Porém ele recusou, e disse à mulher..."
Produção da Itália e Iugoslávia. O ator que faz José, Geoffrey Horne, é argentino. Mario Girotti, que faz Benjamin, depois passou a se chamar Terence Hill em caubóis europeus da série Trinity. Marietto faz esse personagem quando criança. Ainda no elenco: Vira Silenti.


Parabéns, Gueu!

Nesta terça-feira, 11, data de aniversário de Glaydson Costa Santos (Foto), conhecido como Gueu. Ele é oficial de Gabinete do Prefeito. O dia é de comemoração entre familiares e amigos.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Marcelo Odebrecht confirma a Moro que Lula é "amigo"

O empresário Marcelo Odebrecht afirmou que o codinome "amigo" das planilhas da propina da empreiteira referia-se ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em depoimento prestado nesta segunda-feira,10, ao juiz federal Sérgio Moro.
Foi o primeiro depoimento de Odebrecht na Operação Lava Jato depois da assinatura do acordo de delação premiada. O empresário é testemunha no processo que investiga se o ex-ministro Antônio Palocci recebeu propina para favorecer a empreiteira.
Marcelo Odebrecht também disse no depoimento que "Italiano" era Palocci e "Pós-Itália", o ex-ministro Guido Mantega. O conteúdo dos interrogatórios está sob sigilo, assim como as delações.
A testemunha também citou uma doação ao Instituto Lula, em 2014, e a compra de um terreno que seria usado como sede do instituto. A obra acabou não realizada.
Ele ainda afirmou que Palocci intermediava pagamentos e assuntos de interesse da empresa com o PT.
Fonte: G1

Assim era Feira de Santana

Início da avenida Getúlio Vargas com avenida Senhor dos Passos e praça João Pedreira em dia de feira livre na segunda-feira. 
Na foto, dos anos 1960, Prefeitura de Feira de Santana, Cine Santanópolis e Abrigo Santana.

"Para Dilma, só santificação de Lula salva o país"

Por Josias de Souza
Ainda não surgiu melhor definição para democracia do que a fornecida por Churchill: é o pior regime imaginável com exceção de todos os outros. Neste sábado, Dilma Rousseff decidiu associar-se ao pelotão dos que cultuam as alternativas muito piores. Ao participar de seminário organizado por alunos brasileiros da universidade americana de Harvard, em Boston, a presidente deposta insinuou que a democracia brasileira só terá futuro se Lula for canonizado.
Dilma declarou estar muito preocupada com o risco de que "mudem as regras do jogo democrático" no Brasil. "Vou dar nome aos bois", ela prosseguiu. "Me preocupa muito que prendam o Lula. Me preocupa que tirem o Lula da parada." Ouviram-se risos na plateia. Mas Dilma não se deu por achada: "Todo mundo aqui pode rir. Infelizmente, para as oposições, ele tem nas pesquisas 38%. Com tudo o que fizeram com ele! Não acho que o Lula tem de ganhar ou perder. Eu acho que ele tem de concorrer."
O contrário de um anti-Lula raivoso é um pró-Lula ingênuo, que aceita todas as presunções de Lula a seu próprio respeito. Em matéria de direito penal, isso inclui concordar com a tese segundo a qual Lula, a "alma viva mais honesta" que a República já viu, tem uma missão de inspiração divina a cumprir. Uma missão tão sublime que é indiscutível. Réu em cinco ações penais, Lula continua sendo, para Dilma, uma superpotência moral que não deve explicações senão à sua própria noção de superioridade.
Dilma já fareja o triunfo eleitoral de Lula. "Isso é uma possibilidade concreta", declarou ela em Harvard. "Desculpem-me as pessoas que riram, mas é uma possibilidade concreta, meus caros. Deixa ele concorrer, para ver se ele não ganha!" O que Dilma considera "gravíssimo" é que, diante da perspectiva de retorno do ser supremo ao poder, queiram agora "inventar todos os possíveis cenários alternativos para tirá-lo da parada." É o que madame costuma chamar de "golpe dentro do golpe."
O mais assustador na pregação de Dilma não é o timbre ingênuo. O que espanta de verdade é a sensação de que a oradora não percebe que está soando cínica. É como se ela acreditasse mesmo no que diz. Embora conheça a perversão por dentro, Dilma é movida pela mesma fé que leva o petismo a tratar sua divindade como santo de procissão, gritando efusivamente sob o andor: "Lula, guerreiro do povo brasileiro…"
Investigado pela Polícia Federal, Lula foi indiciado. Submetido ao crivo da Procuradoria, foi denunciado à Justiça Federal. Ao folhear os processos, magistrados de Brasília e de Curitiba enviaram-no ao banco dos réus em cinco ações penais. No momento, a divindade petista exerce o sacrossanto direito de defesa. Dispõe dos melhores advogados que a fortuna amealhada em palestras às empreiteiras pode pagar.
Se Lula for condenado, recorrerá aos tribunais de segunda instância. Mantida a sentença, vai em cana. E torna-se um ficha-suja, impróprio para o consumo eleitoral. Absolvido, vai à sorte das urnas em 2018. Qualquer coisa fora desse script seria, aí sim, uma mudança inaceitável nas regras do jogo democrático, uma afronta ao preceito constitucional segundo o qual todos são iguais perante a lei, um atentado à Constituição.
Alguém poderia argumentar que todos os defeitos de Lula estão perdoados e seus eventuais crimes prescritos, no entendimento tático de que ser responsável pela eleição Dilma Rousseff e ter a tragédia como defensora já é castigo suficiente para qualquer um. Mas Lula não é qualquer um. Ainda não foi formalmente canonizado, mas já virou símbolo. E precisa responder judicialmente por tudo o que passou a simbolizar. Ninguém transforma um partido numa máquina coletora de propinas ou chefia um governo tisnado por dois escândalos do porte do mensalão e do petrolão impunemente.
Fonte:  http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/

"Rotina"

Por Helena Matos
Os gritos "porcos judeus" ouviram-se em Paris esta semana. Uma mulher judia foi assassinada. Por um vizinho louco dizem as autoridades. Por um muçulmano radicalizado dizem os vizinhos.
Enquanto escrevo vão chegando notícias de atentados contra cristãos no Egito. O atentado da Suécia já saiu dos títulos. Entretanto na Noruega desmontam-se engenhos explosivos.
Já não há velas, nem flores, nem lágrimas. Entrou na rotina. Por rotina também tento confirmar se já saíram notícias sobre a morte de Lucie Sarah Halimi. Não encontro nada. O silêncio, o faz de conta que não tem interesse, o não é bem assim ou quiçá falar nisso seja "anti-islão" predominam há largo tempo nesta matéria. Por isso a morte de Lucie Sarah Halimi passou como se tivesse sido o caso de uma senhora sexagenária assassinada por um jovem vizinho prontamente classificado como desequilibrado.
Mas procurando mais um pouco constata-se que Lucie Sarah Halim, 67 anos, assassinada na noite de 3 para 4 de abril, num bairro residencial de Paris, pode não ter sido vítima de uma querela de condomínio mas sim do ódio aos judeus que muitos muçulmanos não só toleram como traduzem em atos de violência.
Lucie Sarah Halim foi agredida por um jovem seu vizinho de 27 anos. Segundo alguns vizinhos este gritava Allah ou-Akhbar enquanto a atirava pela janela. A confirmar-se esta versão dos fatos Lucie Sarah Halimi é a última vítima da violência crescente exercida sobre os judeus em França.
Nos últimos anos os ataques contra judeus têm-se multiplicado: foi o adolescente que em Marselha de machado em punho atacou um professor judeu (11 de janeiro de 2016); o grupo que cercou o carro onde viajavam dois jovens com kippa e os agrediu violentamente (24 de fevereiro de 2017); o homem com kippa que foi esfaqueado em Estrasburgo (agosto de 2016); o clima de insegurança nas escolas judaicas que em 2012 sofreram ataques com vítimas mortais.
Os agressores regra geral são muçulmanos que os vizinhos dizem radicalizados mas que as autoridades começam por apresentar como doentes mentais, pequenos traficantes ou ladrões tão inofensivos que até acreditam que todos os judeus são ricos.
Contudo desde que em fevereiro de 2006, em Paris, foi descoberto agonizante o jovem Ilan Halimi, torturado durante três semanas pela designada Gang dos Bárbaros - do qual aliás fazia também parte um descendente de portugueses - tornou-se claro não só que o anti-semitismo existia mas também que o medo das autoridades em assumir esse fato as paralisava: ao recusarem poder estar diante de um caso de anti-semitismo as autoridades francesas excluíram linhas de investigação que as podiam ter levado aos sequestradores do jovem judeu. Ian Halimi foi descoberto na via pública ainda com vida mas morreu a caminho dos hospital. Preso e condenado o chefe da Gang dos Bárbaros tem dado largas ao seu radicalismo islâmico na prisão.
O recente assassínio de Lucie Sarah Halimi, os gritos "porcos judeus" e as garrafas atiradas aparentemente por magrebinos sobre as pessoas que integraram a manifestação de pesar pela sua morte a par da quase invisibilidade mediática deste caso só surpreendem quem não segue a realidade francesa.
Sintomaticamente o número de judeus que está a deixar a França aumenta. Os que partem apresentam como uma das razões que os levou a tomar essa decisão não tanto a questão da insegurança - os que deixam a França são suficientemente abastados para o poderem fazer logo vivem em bairros mais abastados onde a violência não se coloca com a intensidade que adquire nas zonas mais periféricas - mas sim o fato de quererem poder ser judeus pois a laicidade e as medidas de segurança tornaram-se uma ditadura em que todos, à exceção dos fundamentalistas, devem esconder os seus sinais religiosos.
E claro há também nesses judeus que deixam a França (e também a Bélgica e a Suécia) o desejo de viver num local onde não vejam o medo no olhar dos seus interlocutores pois, num sinal óbvio dos tempos que vivemos, aquele convite para jantar a uma família judaica vai-se adiando não vá algum vizinho irritar-se e ter um daqueles episódios de alienação mental que os pode lavar a investir de faca ou bomba em punho contra os seus semelhantes enquanto gritam que Alá é grande.
O desinteresse com que as redações europeias começaram por olhar para as agressões aos judeus em França transferiu-se em seguida para a Suécia: os ataques aos judeus em Malmo foram um dos primeiros sinais de que no paraíso oficial da multiculturalidade algo estava correr muito mal. Depois veio a fase da negação. Agora temos uma fé: acredita-se que os fatos não ocorrem se não os referirmos.
Mas por mais que isso nos custe a admitir os judeus partem porque os fundamentalistas já estão aqui. E estão a mudar o nosso modo de vida.
Dizem agora alguns dos protagonistas dos celebrados acontecimentos num hotel espanhol que os estragos causados surgiram num ato de "revolta" contra a gerência do hotel. Portanto os infantes quando se revoltam partem o que lhes aparece?
Os jovens da geração mais preparada de sempre, da consciência do corpo, da educação sexual e para a cidadania (com e sem sexo), do apoio psicológico, do trauma e da intolerância à lactose não sabem que existe um objeto chamado livro de reclamações?
Filipe II não tinha um fecho éclair e estes adolescentes a quem as manias da pedagogia e as alterações da família tornaram numa espécie de reizinhos partem móveis para protestar contra a falta de papel higiênico.
Toda a vida houve quem fizesse disparates. Mas os disparates eram isso mesmo: disparates. Agora são ato de "revolta". Não sei que notas têm estas criaturas a Português e Matemática ou se já andam nos currículos da felicidade da Catarina Martins. Mas em matéria de eduquês já passaram com distinção.
Fonte: Observador


Lembrança do Cine Madri

No livro "Reminiscências de Feira de Santana", de José Francisco Brandão de Freitas, lançado em 1º de novembro de 2013, uma série de fotografias que retratam Feira de Santana dos anos 50 a 70. 
Na foto, Hildete Galeão, então colegial, posando em frente de tabuleta - afixada na avenida Senhor dos Passos, em frente da praça Bernardino Bahia, início dos anos 60 - anunciando programa do Cine Madrid. 
O filme anunciado é "A um Passo da Eternidade" (From Here To Eternity), de Fred Zinnemann, 1953. O filme relata histórias de vidas em um campo do exército americano no Havaí, às vésperas do ataque japonês a Pearl Harbor. O drama romântico centraliza as ações acompanhando os conflitos de três militares da base.
Com Burt Lancaster, Deborah Kerr, Montgomery Clift, Frank Sinatra, Donna Reed e Ernest Borgnine. Ganhou os prêmios Oscar de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Edição, Melhor Fotografia,Melhor Roteiro e Melhor Som.
Trata-se de um dos maiores clássicos do cinema mundial em todos os tempos.

  

Pela sexta vez


"Vão lamber sabão!"

Ricardo Noblat
A essa altura, só resta ao PT tentar salvar Lula de uma eventual condenação e do impedimento de ser candidato a qualquer coisa nas eleições de 2018. A qualquer coisa, não, a presidente da República.
Mesmo que não quisesse, Lula seria candidato para defender-se das denúncias que emporcalham sua biografia. Mesmo que perdesse, teria contribuído para que o PT não fosse riscado do mapa político.
Lula tem um encontro marcado com o juiz Sérgio Moro no próximo dia 3, em Curitiba. Será ouvido sobre a real propriedade do sítio de Atibaia, em São Paulo, cuja reforma custou alguns milhões às construtoras OAS e Odebrecht.
É suspeito de corrupção. Foi por isso que na semana passada baixou a bola depois de meses de críticas pesadas ao juiz.  Miou como costuma fazer vez por outra.
"Estou ansioso para esse depoimento porque é a primeira oportunidade que eu vou ter de poder saber qual é a acusação que eles têm contra mim e qual é a prova que eles têm contra mim", disse em entrevista à rádio CBN.
A acusação, Lula conhece. Quanto às provas, elas não serão necessariamente oferecidas ao seu exame durante o encontro.
Há os que fazem política como quem joga damas. Lula é mais esperto: faz política como quem joga xadrez. O azar dele foi encontrar pela frente um juiz que joga xadrez muito bem. E que é frio como qualquer enxadrista de primeiro time.
Moro joga com as peças brancas, no ataque. Lula se defende com as pretas como pode. Moro parece perto de aplicar um xeque mate em Lula. Daí por que...
No último sábado, na Universidade de Harvard, em Boston, a ex-presidente Dilma voltou a repetir a ladainha de que foi deposta por meio de um golpe, e confessou estar preocupada com a situação de Lula. "Ele pode até perder as eleições. Não há vergonha alguma em disputar e perder uma eleição para quem tem valores democráticos", disse. "O que não se pode é impedir que ele concorra".
Se a Justiça impedir terá sido mais um golpe abençoado por ela? Democracia no Brasil só continuará a existir se Lula for absolvido e puder ser candidato?
Lula e o PT calaram-se quando o Senado manteve os direitos políticos de Dilma ao contrário do que mandava a Constituição. Só Dilma e uma fatia do partido ainda reclamam do impeachment. Os outros têm mais com o que se ocupar.
Se o impeachment foi golpe, o uso de dinheiro sujo para reeleger Dilma foi o quê? A compra com dinheiro da Odebrecht do apoio de partidos para reeleger Dilma foi o quê?
Como o PT chegou ao poder com Lula? Dizendo que era diferente dos demais partidos. Foi diferente ou fez tudo igual e até pior? Agora, suplica para ser visto pelo menos como um partido igual aos outros. Dá pena. Não dá.
Para quê Lula quer voltar? Por acaso admite que errou feio ao ceder às tentações do poder? Por que achar que ele não cederia outra vez?
Lula nega que o mensalão existiu. Nega que soubesse do petrolão. Nega que o sítio, de uso exclusivo da família Lula da Silva, fosse seu. Quanto à reforma do sítio paga pelas construtoras, tudo não passou de cortesia. Dá para acreditar? Convença Moro primeiro!
Lula fez um monte de coisas erradas, e depois sugere que se for punido será uma clara violação das regras democráticas.
Numa democracia, a última palavra é da Justiça. Não foi para ela que Dilma tanto apelou em defesa do seu mandato?
Ora, vão lamber sabão! E sabe de uma coisa? Já irão tarde. Como os demais.

domingo, 9 de abril de 2017

Filme que é uma pregação sobre fé

Sam Worthington ladeado por Avraham Aviv Alush, Octavia Spencer e Sumire Matsubara em "A Cabana"
Foto: IMDb


Escrito pelo canadense William P. Young, o livro "A Cabana" (The Shack) foi lançado em 2007 nos Estados Unidos. No Brasil, chegou um ano mais tarde. Em 2009, ganhou o prêmio Diamond Awards, para obras da literatura que ultrapassam a marca de 10 milhões de cópias vendidas.
Agora, chega o filme baseado no best-seller, com roteiro de John Fusco, Andrew Lanham e Destin Creton. A direção é de Stuart Hazeldine. É um produto de pregação da fé cristã, que atinge em cheio o objetivo de emocionar aos cristãos com a mensagem edificante, uma pregação de fé e perdão.
Mas, é preciso ter discernimento, para reter o que é bom do filme, que tem elementos místicos, cujas fantasias podem confundir.
Está em cartaz em todo o país - em Feira de Santana no Orient Cineplace Boulevard, sessões às 15h30 e 18h10 com cópia dublada e às 20h50 com cópia legendada.
Na trama, a família Phillips acampa num lago e ocorre o sumiço da pequena Missy (Amelie Eve). Mack (Sam Worthington), o pai, fica desesperado. Com as investigações policiais, a conclusão de que a menina foi assassinada em uma cabana nas redondezas, por um maníaco fugitivo da lei.
Mack entra em depressão, que beira a obsessão e loucura, pois se sente culpado pelo fato. Ele recebe uma carta e volta para a cabana onde ocorreu o crime. No local, descobre que tudo está reestruturado e é a casa de moradores muito especiais. Ele aprende a se desprender de todo apego humano e de sentimentos como culpa, raiva e vingança.
Assim, "A Cabana" é um drama espiritual onde a perda da fé é um tema bem colocado. Como lidar com a dor? Com o perdão vem a paz interior.
"Você nunca está sozinho" diz o slogan. E o personagem passa a ter a companhia da Santíssima Trindade: Deus - interpretado por Octavia Spencer (Papa), de Jesus Cristo (Avraham Aviv Alush) e do Espírito Santo - feito por Sumire Matsubara (Sarayu). Ainda tem a Sabedoria - interpretada pela brasileira Alice Braga (Sophia).

sábado, 8 de abril de 2017

IPTU com desconto de 20%



NÃO DEIXE DE  APROVEITAR O DESCONTO DE 20%
O MAIOR DESCONTO DO BRASIL PARA PAGAMENTO DO IPTU EM COTA ÚNICA
VENCIMENTO: 12 de abril
"SE VOCÊ PARTICIPAR, FEIRA VAI CONTINUAR CRESCENDO"
DÚVIDAS?
Contatar os telefones 3602.8440 – 3602. 8441 – 3602.8452
Não recebeu o carnê pelos Correios?  Identifique o nº da inscrição imobiliária em um dos carnês ou boletos antigos e acesse:  
O Município de Feira de Santana agradece.

Cairu oferece ótimas opções para curtir os feriados de abril



A cidade de Cairu fica a  apenas 173 km de Salvador por via terrestre e 60 km por via náutica, e abriga grandes destinos para o turismo.  Morro de São Paulo, Boipeba, Garapuá e Moreré são caminhos certos para quem quer tranquilidade, sombra e água fresca
Os feriados do mês de abril vão proporcionar mais tempo de descanso aos turistas em meio aos atrativos da Costa do Dendê. As praias de Morro de São Paulo, Boipeba, Garapuá e Moreré são opções para quem procura por águas mornas e claras, belas paisagens, além de aventuras em esportes radicais. Cairu fica no Arquipélago de Tinharé,  no Baixo Sul da Bahia, 
Apontado como o terceiro destino turístico da Bahia, o Morro de São Paulo é um recanto de beleza exuberante, praias, manguezais, restinga e mata atlântica. Recebe aproximadamente 350 mil turistas ao ano. Do total 85% de turistas ficam em Morro, 15% vão para as outras praias da região, como Boipeba e Moreré. 
De acordo com a Secretaria de Turismo, Cairu conta com aproximadamente oito mil leitos em hotéis em mais de 3% dos leitos são em pousadas, hostels e campings. Segundo Edson Caporazzo, secretário municipal de turismo, os feriados do mês de abril devem atingir 90 % de ocupação hoteleira.  
Como chegar no Arquipélago de Tinharé
Partindo de Salvador existem várias opções: Se for de carro, a melhor opção é utilizar o sistema ferry-boat Salvador Bom Despacho, na Ilha de Itaparica, de onde é possível seguir pela rodovia BA-001, passando por Nazaré das Farinhas, até a cidade de Valença, por 105 km. Chegando a Valença existem barcos e lanchas rápidas que saem a cada uma hora. O trajeto pode durar de 30 minutos a 1h30 minutos.
Outra opção é seguir de Salvador direto para Morro, por via marítima. Em frente ao Mercado Modelo, saem vários catamarãs. A viagem é feita beirando a costa e dura em média 2h30. Existe ainda a possibilidade de fazer o trajeto semi terrestre, ou seja, metade por mar, metade por terra. A viagem dura 2h30, com três baldeações. Existem barcos particulares que fazem a linha de Morro para Boipeba, Garapuá, Moreré e Cairu.  
Para os que querem uma viagem mais rápida e panorâmica, a opção é via aérea. Existem vôos diretos fretados que saem do Aeroporto Internacional Luiz Eduardo Magalhães para Morro de São Paulo e para Boipeba. A duração da viagem é de aproximadamente 30 minutos. Apenas duas empresas operam no trajeto, por isso vale à pena fazer a reserva antecipadamente. Para os turistas que saem de São Paulo, a empresa Azul opera um voo semanal Campinas Valença, com chegadas e saídas apenas às quintas-feiras.
(Com informações de Anne Pinto, da LK Comunicação)

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Ide Viagens programa roteiro para Israel em novembro

Grupo observa maquete da Fortaleza de Masada em viagem da Ide

A Ide Viagens e Turismo anunciando roteiro para viagem à Terra Santa em novembro deste ano.
Do início ao fim da estadia em Israel, o acompanhamento de guia judeu falando português e com experiência no acompanhamento de grupos de brasileiros. 
Primeiro dia
18 de novembro - Salvador - Embarque no Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães com destino à cidade de conexão. Pernoite e jantar a bordo.
Segundo dia
19 de novembro - Mar Morto - Após breve conexão embarque no voo com destino a Tel Aviv. Nossa equipe já estará no Aeroporto em Israel para recepção e fazer o traslado até o hotel no Mar Morto para check in e acomodação. Tempo livre para desfrutar das águas medicinais deste que além de ser o mar mais salgado do mundo é o local mais baixo da superfície terrestre.
Terceiro dia
20 de novembro - Masada, BeitShean, Galileia - Café da manhã e saída em direção ao Parque Nacional de Masada onde visitaremos as ruínas desta fortaleza que é símbolo da resistência judaica (incluindo a subida de teleférico). Após a visita seguiremos rumo à Galileia onde faremos nossa primeira parada em BeitShean, situada entre o Mar da Galileia e o Rio Jordão, na região do Vale de Jezreel, que é hoje uma das regiões mais férteis de Israel. Na Bíblia a cidade é palco de momentos marcantes como no livro de Samuel (31: 9), em referência à batalha que o rei Saul e suas tropas venceram contra os filisteus, próximo ao Monte Gilboa. Prosseguiremos em direção ao Yardenit, local de batismo no Rio Jordão, onde os que assim desejarem poderão se batizar nas mesmas águas onde João Batista batizou Jesus. Antes de dirigir-se ao hotel teremos a oportunidade de fazer um passeio pelo Mar da Galileia numa embarcação típica dos tempos de Jesus, momento de descontração e comunhão do grupo. Acomodação no hotel para jantar e descanso.
Quarto dia
21 de novembro - Galileia - Após o café da manhã, subiremos o Monte das Bem-Aventuranças, palco do sermão mais famoso de Jesus. Depois, descida até Tabgha, palco do milagre da multiplicação dos pães e peixes, e continuação às ruínas de Cafarnaum, onde Jesus viveu e estabeleceu seu ministério. À tarde visita ao Parque Nacional de Banias para conhecer as cachoeiras e a nascente do Rio Jordão. Ainda na região visitaremos Cesarea de Felipe antes de retornar ao hotel para jantar e descanso.
Quinto dia
22 de novembro - Galileia, Nazaré, Jerusalém - Partiremos rumo a Kfar Kedem. Criado em 1992, este local proporciona ao visitante uma viagem ao dia-a-dia da Galileia dos tempos bíblicos, mais especificamente ao período da Mishnah. Após a visita rumaremos a Nazaré para visitar o Monte do Precipício e ter uma vista panorâmica do Vale de Jezreel, atualmente o celeiro agrícola de Israel. Seguiremos ao Monte Carmelo, local onde o profeta Elias foi usado por Deus para derrotar os profetas de Baal. Lá apreciaremos uma vista panorâmica da cidade de Haifa, terceira maior cidade de Israel, antes de seguirmos pela orla marítima a caminho de Cesareia para conhecer o teatro romano, a cidade cruzada e o aqueduto. Finalizaremos o dia com entrada triunfal em Jerusalém no Monte Scopus tendo uma emocionante vista panorâmica da Cidade do Grande Rei e o partir do pão e vinho. Check in no hotel, jantar e pernoite em Jerusalém.
Sexto dia
23 de novembro - Jerusalém - Monte das Oliveiras - Getsêmani - Casa de Caifás - Fortaleza de Antônia - Via Dolorosa - Jardim do Túmulo. Chegamos a um dos dias mais esperados, faremos o mesmo trajeto que o Senhor Jesus fez nos últimos dias, começando pelo Monte das Oliveiras para dali descer a pé ao Getsêmani, que significa "lagar de óleo" ou "prensa de azeite". Seguiremos para casa de Caifás onde Jesus ficou detido e onde no pátio Pedro o negou três vezes. Após o almoço, visitaremos a Fortaleza de Antônia, construída por Herodes "o Grande", aqui Jesus foi torturado, antes de ser entregue para crucificação. Saindo da Fortaleza, percorreremos a Via Dolorosa, faremos o trajeto que Jesus realizou carregando o madeiro desde a Fortaleza de Antônia ate o Gólgota, nome dado à colina que na época de Cristo ficava fora da cidade de Jerusalém, onde Jesus foi crucificado. Visitaremos o Jardim do Túmulo, ao lado do Gólgota onde foi encontrado um lagar, uma cisterna e um túmulo. Tornou-se um jardim onde as pessoas vão para refletir, não apenas sobre a morte de Jesus, mas em Sua ressurreição e a esperança da vida eterna.
Sétimo dia
24 de novembro - Masada, Jericó, Mar Morto - Após o café da manhã no hotel visitaremos a Cidade de Davi, local onde nasceu a cidade de Jerusalém, e o Tanque de Siloé, palco de um dos milagres de Jesus, onde o cego passou a enxergar. Após a visita seguiremos em direção ao Muro das Lamentações, única parte remanescente do Templo edificado pelo rei Salomão, e por isso um dos locais mais sagrados para o povo judeu. No final do dia faremos uma visita a moderna e surpreendente Casa da Herança de Sião, retorno ao hotel, jantar e pernoite.
Oitavo dia
25 de novembro - Jerusalém, Belém - Após o café da manhã iremos até Belém para visitar a Igreja da Natividade e o local da manjedoura, e logo em seguida o Campo dos Pastores. Nesta região, o menino Davi apascentava o gado de seu pai quando foi ungido por Samuel (1 Samuel 16: 1 a 13) e, três gerações antes, a sua bisavó Rute respigava os campos de trigo e cevada atrás dos ceifeiros em Boaz (Rute 2: 1 a 17). Séculos mais tarde, quando chegou o momento da vinda do Filho de Deus à terra, ali teve lugar o primeiro anúncio do nascimento de Jesus. À tarde retornaremos a Jerusalém para ter a experiência de visitar o emocionante Museu do Holocausto, Yad Vashem, nome originado de um versículo bíblico: "E a eles darei a minha casa e dentro dos meus muros um memorial e um nome (Yad Vashem) que não será arrancado" (Isaías 56: 5.). O complexo contém o moderno Museu da História do Holocausto, vários memoriais, como o Memorial das Crianças e a Sala da Memória, o Museu de Arte do Holocausto, e jardins com esculturas, que informam e emocionam o visitante. Retorno ao hotel, e tempo livre.
Nono dia
26 de novembro - Tel Aviv, Jope - Após check-out do hotel visitaremos Jope, cidade de onde partiu Jonas logo antes de ser engolido por um grande peixe. A cidade abriga um dos mais antigos portos de funcionamento do mundo, foi por aqui que chegou à terra santa os carregamentos de madeira de cedro para a construção do Templo de Salomão em Jerusalém (2 Crônicas 2: 16). Passaremos na frente da casa de Simão, o Curtidor, onde Pedro, em uma de suas viagens missionárias, ficou hospedado por certo tempo. Após a visita seguiremos em direção ao Aeroporto de Tel Aviv para embarque no voo com destino à cidade onde faremos conexão com destino ao Brasil.
Décimo dia
27 de novembro - Europa, Brasil - Chegada ao Brasil e após os trâmites migratórios embarque no voo com destino a Salvador.
Fim dos serviços.
Preço do Pacote: 3.545 dólares - R$ 10.990,00 (para confirmações até 30 de junho)
Inclui: Passagens aéreas internacionais saindo de Salvador até Israel com taxas de embarque; Hospedagem em apto duplo em hotéis categoria econômica com café-da-manhã e jantar (durante toda a estadia em Israel); Guia falando português durante toda a viagem e acompanhante da empresa; Traslados em Israel em ônibus com ar-condicionado e Wifi; Entradas e ingressos em todas as atrações mencionadas no roteiro; Seguro de viagem básico com cobertura Schengen obrigatória; IRRF de 6,38% (Imposto retido na fonte para viagens internacionais).
Não inclui: Franquia de bagagem internacional (caso não oferecida gratuitamente pela companhia aérea) e eventual excesso de bagagem; Almoços, lanches, bebidas, refeições nos aeroportos, entre outras despesas de caráter pessoal; Traslados até aeroportos brasileiros; Gorjetas para guias, motoristas e carregadores de malas nos hotéis; Tudo que não estiver mencionado como incluído no roteiro.
Condições: Valores calculados com base em grupo de no mínimo 20 passageiros e cotação máxima do dólar de 1 dólar = R$ 3,10, podendo haver reajustes caso haja redução do grupo ou variação cambial acima do teto estabelecido acima no câmbio do trigésimo dia que antecede a viagem. Pagamento pode ser feito com uma entrada e o restante em até 10 vezes para os que começarem a pagar até 30 de junho. A partir de julho, o parcelamento máximo será de cinco vezes sem juros e será acrescido ao menos R$ 1.000,00 ao valor final do pacote em virtude da negociação com a companhia aérea. A agência reserva-se o direito de alterar a ordem do roteiro e visitas em razão de imprevistos, ou melhor adequação do itinerário, bem como antecipar ou atrasar em no máximo dois dias as datas de embarque e/ou chegada no Brasil.

Dia do Jornalista


Dia do Jornalista



Querido colega,
Parabéns pelo nosso dia!
E muito obrigada pela parceria de sempre.
Um abraço,
Vívian Rodrigues
Agência Sebrae de Notícias Bahia

Lembranças de José Umberto


José Umberto (sentado à esquerda) com Olney São Paulo, Cosme Neto, Guido Araújo e outros, em 1972
Foto: Caderno de Cinema

O cineasta José Umberto (Foto) lembrando sua participação na Associação Feirense dos Críticos Cinematográficos nas gestões 1963/1964 de Antônio Álvaro e Luciano Ribeiro.
"Lembro que tínhamos um programa na Rádio Sociedade que se chamava 'Cinema em Três Dimensões'. 
Outra lembrança dele: "Fiz um discurso, no auditório da antiga Biblioteca Arnold Silva, de saudação ao cineasta Álvaro Guimarães (Alvinho), também diretor teatral".
No mais, uma revelação de José Umberto: "Essa Associação foi o germém de minha iniciação cinematográfica".


Dia do Jornalista



Amigo jornalista,
Parabéns pelo seu dia! Você merece todo o meu respeito e gratidão, pois tenho imensa admiração pelo trabalho que exerce com dignidade, perseverança e seriedade!
Um grande abraço,
Deputado Pedro Tavares


Dia do Jornalista


Mensagem do prefeito José Ronaldo