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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

"Um caso perdido"



Por J. R. Guzzo
Não há rigorosamente mais nada de útil que possa ser dito a respeito do deputado federal Henrique Alves, candidato oficial do governo e do PT à presidência da Câmara dos Deputados. Em pleno ano de 2013 da era cristã, Alves foi considerado pelas forças que mandam hoje no país como o homem ideal para dirigir um dos três poderes da República - justo ele, "Henriquinho", que em onze mandatos e 42 anos de casa construiu uma biografia impecável como agente de tudo o que existe de mais atrasado na política brasileira. O deputado, em si mesmo, vale por um gênero inteiro: o dos profissionais que se mantêm nos galhos mais altos da vida pública, geração após geração, servindo-se da pobreza, da ignorância e dos vícios sociais que envenenam o Brasil desde os tempos do imperador. Nas vésperas da eleição, coerente com seus hábitos de vida, estava outra vez metido em confusão - agora, numa miserável embrulhada com dinheiro público, seu principal assessor e uma empreiteira de obras, que ficará na crônica como o caso do bode "Galeguinho". Chega? Chega. Não há mais nada a dizer, realmente, sobre esse novo gigante da classe trabalhadora. Em compensação, há muito a dizer sobre o PT.
O partido fundado pelo ex-presidente Lula foi uma nova força na política brasileira de trinta anos atrás. Talvez houvesse aí, pela primeira vez, um alerta para os aproveitadores, demagogos e senhores de engenho, rurais ou urbanos, que sempre exploraram o Brasil como um negócio pessoal e jamais admitem mudança alguma para melhor. A esperança durou pouco. Começou a se desmanchar quando o PT ganhou suas primeiras prefeituras e descobriu algo chamado Erário. Vinte anos depois, quando o partido chegou enfim à Presidência da República, já tinha ido tudo para o diabo. Antes mesmo de tomar posse em 2003 o presidente operário e sua tropa casaram no civil e no religioso com o tipo de gente que mais combatiam. O objetivo seria amansar os inimigos. O resultado prático é que acabaram ficando iguais a eles.
Os petistas mais espertos, e são muitos, descobriram com grande rapidez as oportunidades pes­soais oferecidas pelo Brasil velho que prometiam mudar. Desde então, não pararam mais de caçar empregos e vantagens para si próprios e seus familiares. Gente com mais ambição farejou logo a grande mina dos conselhos de estatais e fundos de pensão controlados pelo governo - rolam bilhões aí. Aprenderam a traficar com licenças para emissoras de rádio e TV, montar ongs que recebem dinheiro do Tesouro e fechar excelentes negócios no mercado de "prestação de serviços"; é todo um mundo de empresas que pertencem a esposas ou maridos, ex-esposas ou ex-maridos, amigos dos amigos e por aí afora, empenhadas dia e noite em vender alguma coisa para o governo. A mistura entre negócios privados e canetas públicas tornou-se procedimento-padrão. Um filho do próprio Lula recebeu 5 milhões de reais de uma empresa interessada em realizar negócios que dependiam da assinatura de seu pai, em troca de ações na sua companhia de videogames - que jamais mostrou resultado algum capaz de justificar um investimento desse tamanho. (As últimas notícias dizem que está à beira da falência, devendo mais de 6 milhões de reais na praça.)
Hoje o PT é apenas o partido do homem-cueca, dos bebês de Rosemary e do bode "Galeguinho". Virou o beneficiário número 1 das doações feitas pelas empreiteiras de obras. Em todos os escândalos de corrupção dos últimos dez anos, assumiu automaticamente a defesa dos acusados. Está 100% ao lado de "Henriquinho", Fernando Collor e Paulo Maluf. Ficará marcado para sempre pela concordata moral do mensalão, que se tornou um ponto central na biografia de Lula e despedaçou a reputação de José Genoino, um dos últimos símbolos do PT que existiu um dia - e que hoje é deputado com uma sentença de prisão nas costas. Ninguém falou mais claro sobre esse mergulho na decadência do que o ex-governador gaúcho e petista de raiz Olívio Dutra. "Eu acho que tu deverias pensar na tua biografia, na trajetória que tens dentro do partido", recomendou ele a Genoino. "Eu acho que tu deverias renunciar." Nada que a "direita" disse, em anos de ataque ao PT, foi tão arrasador.
O que se ouviu, aí, foi a voz da consciência. O PT valeu enquanto foi jovem; hoje é um caso perdido. Como nos mostra o personagem Chance Wayne, de Tennessee Williams, em geral não vale a pena fazer viagens para reencontrar o doce pássaro da juventude. É pouco provável que esteja onde o procuramos - e talvez seja melhor não encontrar o que sobrou dele. 
Fonte: Revista "Veja". edição que está nas bancas

Série especial do Informativo TSE traz resumo de decisões sobre a Lei da Ficha Limpa



Estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral duas edições especiais do Informativo do TSE que reúnem decisões tomadas pelo Tribunal sobre a Lei da Ficha Limpa nas Eleições de 2012. O material foi publicado na última segunda-feira (28) e pode ser acessado no link Jurisprudência > Informativo TSE.
O volume número 1 do Informativo é todo dedicado às decisões relativas à alínea ‘g’ do inciso I do artigo 1º da Lei Complementar nº 64/1990 (Lei de Inelegibilidades), incluída na norma em 2010 pela Lei Complementar nº 135, a Lei da Ficha Limpa. O dispositivo torna inelegível políticos que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa e é aplicável a todos os ordenadores de despesa e mandatários que tiverem agido nessa condição.
Segundo a assessora judiciária Ana Paula de Pádua, essa alínea mereceu uma edição inteira porque foi a que teve a maior quantidade de julgamentos.
O volume número 2 do Informativo reúne decisões relativas às demais alíneas inseridas na Lei de Inelegibilidades pela Lei da Ficha Limpa. As decisões compiladas nas duas séries especiais do Informativo TSE fazem referência ao informativo do qual foram extraídas e remetem aos vídeos do julgamentos realizados no Plenário do TSE, postados no Canal Oficial do TSE no Youtube. Na página dos informativos, é possível se cadastrar para receber por e-mail os avisos de atualização da publicação.
Fonte: Ascom TSE

Raimundo Lima palestra no Rotary Club de Feira de Santana




O jornalista e professor baiano Raimundo Lima (Foto: Reprodução) é o palestrante convidado do Rotary Club de Feira de Santana. Nesta terça-feira, 5, às 12h30, ele vai tratar sobre "As Relações Entre Brasil e Angola" para os rotarianos, no Restaurante Cravo e Panela, no Ville Gourmet.
Raimundo Lima é baiano de Feira de Santana. Graduado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, tem pós-graduação em Direito Eleitoral. Antes de ser empresário, atuou também como professor universitário no Brasil. Está há 13 anos em Angola.
Especialista em Direito Eleitoral e consultor de Comunicação do Ministério de Finanças de Angola. Raimundo Lima também é autor dos livros "Uma Revolução Silenciosa em Angola: o Ensino Técnico Profissional Antes e Depois da Independência" e "Reflexões Sobre o Processo de Formação Sustentada de Angola".
Raimundo Lima atuou em "O Globo" e na Sucursal de Salvador do "Jornal do Brasil", foi editor-chefe da "Tribuna da Bahia". Preside atualmente o Grupo Aldeia, composto por 14 empresas em diversas áreas, como educação, empreendimentos, comunicação e agronegócios em Angola e no Brasil, incluindo uma empresa de desminagem (desativa minas explosivas) e a Fundação Kianda, de responsabilidade sócio-ambiental.
Ele também é presidente da Assembléia Geral da Associação dos Empresários Brasileiros em Angola (Aebran). Raimundo Lima aposta no empreendedorismo com ênfase na responsabilidade social e tem se notabilizado pelas ações de integração dos povos do Brasil e de Angola. Foi criador e presidente da Comissão Organizadora das Cinco Primeiras Semanas Comemorativas da Independência do Brasil em Angola, com seminários empresariais, mostras de cinema, palestras, shows musicais e outros eventos.
Pela qualidade dos seus serviços, o grupo empresarial presidido por Raimundo Lima tem recebido várias premiações, sendo a última o Prêmio Summit de Qualidade Internacional, nos Estados Unidos, em maio de 2012. Raimundo Lima recebeu das mãos da ministra do Ensino Superior, Ciências e Tecnologia o Prêmio de Melhor Participação da Feira Educangola e, no final do ano passado, o grupo foi o único homenageado pelo ministro da Educação de Angola pela excelência da contribuição ao desenvolvimento do país. Também recebeu o Troféu Raça Negra 2012, durante solenidade no Teatro Sala São Paulo, na capital paulista, dentro das comemorações da Semana da Consciência Negra.

Estação Verão Sesc e Dia do Comerciário



 O Carnaval chega e o Centro Sesc Feira de Santana "não vai deixar ninguém parado durante essa grande festa".
No dia 10 de fevereiro, domingo de Carnaval, o projeto Estação Verão Sesc apresenta o chorinho refinado do Choro & Samba Entre Amigos e o Grupo Emoções, além de aferição de pressão e oficina de artesanato com material reutilizado.
Na segunda-feira, 11, O Sesc comemora o Dia do Comerciário com uma grande festa e diversas atividades como brinquedos infláveis, oficinas com material reciclável, contação de histórias, recreadores infantis, tenda da saúde, além de apresentações culturais com o hip-hop do Fire Boys e a percussão dos Tambores Urbanos.
Ainda no Dia do Comerciário shows musicais com o arrocha de Anderson Silva, e o samba de raiz com Maryzélia e os Coisinho.
Na terça-feira, 12, encerrando o Carnaval do Sesc no Projeto Estação Verão, os grupos Coleção e Várias Queixas.
"Comerciário! Reúna sua família e venha curtir o Carnaval no Sesc", é o apelo de Maria Teresa Gomes Cerqueira, gerente da unidade Feira de Santana. O acesso ao Sesc é restrito aos seus associados e dependentes.

Em cima do morro de São José




O companheiro de Rotary Club de Feira de Santana André Dórea envia foto feita em cima do morro de São José, no distrito de Maria Quitéria, no primeiro levantamento topográfico, feito em 6 de junho de 2007, estudando a possibilidade de implantar um acesso mais fácil para a plataforma de vôo livre, juntamente com a precursora da prática esportiva, Carol. Nota-se a neblina em pleno meio dia. O local desde então é uma realidade.

"A vida sob quatro milhões de normas"




Por João Luiz Mauad
As causas técnicas da tragédia de Santa Maria ainda são imprecisas e certamente serão objeto de vasta perícia. Uma conclusão, no entanto, parece inescapável. Negligência, imprudência e desrespeito à lei caminharam de mãos dadas naquela noite.
Como era de se esperar, tão logo surgiram as primeiras notícias começou o clamor por mais regulação e mais burocracia, como se o problema fosse falta de leis. Ao contrário, aqui elas abundam e talvez por isso sejam tão ineficazes.
Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), desde 5 de outubro de 1988 (data da promulgação da atual Constituição Federal), até 5 de outubro de 2012 (seu 24º aniversário), foram editadas 4.615.306 normas que regem a vida dos cidadãos brasileiros. Isto representa, em média, 788 por dia útil.
Trata-se de um evidente exagero, alimentado por uma lógica perversa segundo a qual a eficiência de políticos e burocratas seria diretamente proporcional à quantidade de leis editadas, ainda que amplamente desrespeitadas.
Já notaram que o primeiro item do currículo de qualquer candidato à reeleição é justamente o número de projetos de lei propostos?
Diante dessa voracidade legiferante, resulta impossível a qualquer um conhecer o inteiro teor de uma determinada legislação. A existência de direitos e deveres pouco nítidos transforma os brasileiros em personagens kafkianos, reféns de processos burocráticos absurdos e totalmente vulneráveis à ação de agentes públicos mal intencionados, especialistas em criar dificuldades para vender facilidades.
Não foram poucas as vezes, ao longo da história em que leis elaboradas com as melhores das intenções acabaram gerando incentivos perversos e consequências imprevistas, não raro na direção oposta à planejada.
Se a velha indústria de alvarás ainda corre solta e muita gente insiste em operar sem as devidas licenças, ao arrepio da legislação, mesmo com todos os riscos que isso representa, é porque o funcionamento regular é praticamente inalcançável. Como ensinam os economistas, os incentivos fazem toda a diferença.
O antigo filósofo chinês Lao Tsu já dizia que, quanto mais restrições artificiais impuserem ao povo mais ele será empobrecido; e quanto mais regulamentos houver, mais se estimularão as fraudes, os roubos e outros ilícitos.
As normas devem ser poucas, simples e objetivas, a fim de facilitar não só a sua aplicação como também a fiscalização. Não por acaso, os advogados competentes sempre acabam encontrando, na própria legislação, brechas que livram a cara de eventuais infratores. O fato é que de nada adiantam as leis se não puderem ser aplicadas com rigor.
Alguns dirão que, à medida que a sociedade cresce, as normas devem se multiplicar, a fim de que a ordem seja mantida. Ledo engano.
João Luiz Mauad é administrador de empresas


" Brasil passa vexame ao adiar evento da ONU"

Após o desastre na organização da Rio+20, o governo brasileiro deu nova prova de incompetência ao adiar, na semana passada, a Conferência Científica da UNCCD, que aconteceria desta segunda-feira, 4 a sexta-feira, 8, em Fortaleza-CE, para tratar do combate à desertificação e à seca. Avisados em cima da hora, os mais de dois mil participantes de 194 países pedem à ONU o ressarcimento das passagens compradas.
Desorganização
O governo pediu à ONU em junho do ano passado para sediar a conferência de cientistas, e agora alega que não teve tempo.
Só propaganda
O ministro Marco Antonio Raupp (Ciência e Tecnologia) e o governador Cid Gomes anunciaram em agosto de 2011 a realização do evento.
Faça o que digo...
O Ministério de Ciência e Tecnologia afirma reconhecer a "importância da conferência", mas não sabe dizer para quando foi adiada.
...não o que faço
O Nordeste sofre a pior seca em 50 anos, e a ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente) sequer assinou documento pela realização do evento

Deu em Claudio Humberto


domingo, 3 de fevereiro de 2013

"Aprendiz de Sarney"



Por Mary Zaidan
Olhos mareados, voz embargada, choro. Não fosse um rol de deslavadas mentiras, o discurso de José Sarney na última sessão em que presidiu o Senado seria de fazer orgulho. A ele, ao Parlamento, ao País.
Mas qual o quê. Nele, deu como obra feita o que não fez. Mais ainda, encheu de elogios o novo presidente da Casa Renan Calheiros, antes mesmo de ele ser eleito. Desrespeitou seus pares, que, por sua vez, desrespeitaram o Legislativo e os eleitores que representam ao ungir alguém que já renunciara ao mesmo cargo para não ser cassado, e que acaba de ser denunciado pelo Ministério Público por três crimes: peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso.
Não se sabe quanto tempo Renan ficará no posto. Mas, mesmo sendo hábil, dificilmente conseguirá bater o imbatível Sarney.
Com quase 83 anos de idade, 58 de vida pública, Sarney, com senso de autoproteção apuradíssimo, sempre conseguiu estar do lado certo: o seu.
Chegou à Câmara dos Deputados em 1955 pelo PSD. Mudou-se rapidamente para a UDN, agremiação arquirrival.
Foi da Arena, partido de apoio dos governos militares, e integrou a Frente Liberal que formou com o PMDB a Aliança Democrática que elegeu Tancredo Neves no último Colégio Eleitoral parlamentar, realizado após a derrota da emenda das Diretas-já. Virou vice de Tancredo, subiu ao Planalto. Passou a mandar no PMDB.
Sempre no lugar certo na hora certa. Para ele e os seus. Nem aos maranhenses foi fiel. Em 1990, trocou seu Estado natal pelo Amapá para garantir o governo do Maranhão à filha, ampliando os poderes do clã.
Aliou-se a Fernando Collor e desaliou-se. Firmou lealdades diversas, de FHC a Lula, esse último um ex-crítico mordaz que, rapidamente, passou a lhe fazer mesuras. Dilma Rousseff completa a lista dos Sarney-dependentes.
Intocável, vai assombrar para sempre.
Talvez se imagine primeiro-ministro e, por isso, tenha feito uma extemporânea defesa do parlamentarismo. Logo ele, que, há 25 anos, se opunha aos constituintes que no primeiro projeto da Carta optaram por esse sistema de governo.
Rejeitado no plebiscito de 1993, o parlamentarismo é adotado nas democracias mais avançadas do mundo. Mas é inviável quando se tem um Congresso que não se dá ao respeito. Que não perde uma só oportunidade para se desmoralizar.
Renan e a maioria absoluta que nele votou que o digam.
O faro para odores mais convenientes Renan também tem. Foi fundador do PSDB, homem de confiança de Collor, ministro de FHC, presidente do Senado na era Lula e, agora, de Dilma. Mas, perto de Sarney, impune e imune, é um aprendiz.
E é isso o que mais assusta.
Mary Zaidan é jornalista, trabalhou nos jornais "O Globo" e "O Estado de S. Paulo", em Brasília. 
Fonte: "Blog do Noblat"

"Nem seguranças aguentam o humor de Dilma"

Conhecida por seus acessos de fúria, a presidenta Dilma não deixa apenas os ministros à beira de um ataque de nervos. Segundo fontes palacianas, o Gabinete de Segurança Institucional tem dificuldades de encontrar oficiais do Exército que aceitem chefiar o serviço de segurança presidencial. Entre os mais estressados estaria o coronel Artur José Solon Neto, que por breve período cobriu as férias do titular. 
Queria 
O coronel Neto, hoje secretário-adjunto do Gabinete de Segurança Institucional, queria sair do cargo burocrático e ir mais a campo. 
Humilhação pública 
Habituada ao perfil discreto do general Amaro, seu chefe de segurança, Dilma não poupou puxões de orelha públicos em quem o substitua. 
Chutando o balde 
Em junho de 2011, a capitã de fragata E.H., oficial brilhante, cansou dos esculachos presidenciais e foi embora. Quase deixou a Marinha. 
Inclua-me fora dessa 
O Palacio Planalto também demorou a encontrar quem aceitasse substituir a capitã E.H. como ajudante de ordens. 
Fonte: Claudio Humberto


Deu em Claudio Humberto


sábado, 2 de fevereiro de 2013

Carnaval não interessa a todo o mundo




Enquete na "Tribuna da Bahia" (www.tribunadabahia.com.br): "O que você vai fazer no Carnaval?"
- Ficar longe da folia: 2.031
- Pular na pipoca: 159
- Ir para um camarote: 131
- Sair em um bloco: 127.
E tem quem considere que o Carnaval interessa a todo o mundo.

"300 picaretas e uma pá de cal"



Por Fernando Gabeira
Num dos meus primeiro mandatos de deputado federal defendi na tribuna da Câmara Os Paralamas do Sucesso, acusados de caluniar o Congresso Nacional com a música Luís Inácio (300 picaretas). Os primeiros versos diziam: 'Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou/ são trezentos picaretas com anel de doutor!'.
Defendi-os em nome da liberdade de expressão. Não concordava inteiramente com Lula. Talvez fossem 312 ou 417. Reconheço que 300 é um número redondo, mais fácil de inserir nos versos de uma canção popular. Além do mais, nem todos têm anel de doutor. Mas isso são detalhes.
O mais importante é registrar que estávamos na véspera da chegada do PT ao governo federal, início da era do “nunca antes neste país”. E aonde chegamos, agora, uma década depois?
Renan Calheiros deve assumir a presidência do Senado, Henrique Eduardo Alves, a da Câmara e o deputado Eduardo Cunha, a liderança do PMDB. Caso se concretizem, esses eventos representam um marco na História do Congresso. Significa que, para muitas pessoas informadas, o Congresso deixa de existir. É o fim da picada...
Conheço os passos dessa estrada porque transitei nela 16 anos. O mensalão significa o ato inaugural, a escolha do tipo e da natureza de alianças políticas do novo governo. O mensalão significa a compra de votos dos partidos, uma forma de reduzir o Congresso a um balcão de negócios.
Em seguida vieram as medidas provisórias (MPs). Governar com elas é roubar do Congresso tempo e energia para seus projetos. A liberação das emendas parlamentares era a principal compensação pelo espaço perdido.
Mas deputados e senadores não cedem o espaço porque são bonzinhos ou temem o governo. As MPs são uma forma simplificada de o governo realizar seu objetivo. Os parlamentares tomaram carona nesse veículo autoritário. E inserem as propostas mais estapafúrdias no texto das MPs. Com isso querem aprovar suas ideias sem o caminho democrático que passa por debates em comissão, audiências públicas, etc.
Na Câmara essas inserções oportunistas são chamadas de jabuti. O nome vem da frase “jabuti não sobe em árvore, alguém o coloca-lá”. O nome jabuti pressupõe que há interesses econômicos diretos por trás de cada uma dessas emendas.
A perda de espaço para o governo não é o problema, desde que todos os negócios continuem fluindo, das MPs às emendas ao Orçamento. O espaço não interessa, o que interessa é o dinheiro. Espaço por espaço, o Congresso já abriu uma grande avenida para o Supremo Tribunal Federal julgar casos polêmicos, como aborto e união gay.
Os negócios, como sempre, são o centro de tudo. Negócios, trambiques, maracutaias e, como diziam Os Paralamas em 2003, “é lobby, é conchavo, é propina e jeton”.
Uma década depois, vendo o Congresso idêntico à sua caricatura, pergunto quando é que nos vamos dar conta dessa perda, desse membro amputado de nossa anatomia democrática.
A saída da minoria - chamada, com uma ponta de razão, de Exército Brancaleone - foi pressionar por dentro e estabelecer uma tensão entre ala e a opinião pública.
Na definição do voto aberto para cassar deputados, vencemos o primeiro turno porque a imprensa e eleitores estavam de olho. Vitória esmagadora, contra apenas três abstenções. Agora até esse caminho está bloqueado.
Todos os dispositivos internos foram reforçados e passaram a impedir tais votações. Com a cumplicidade do PT, os piores elementos foram ascendendo aos postos estratégicos e agora o esquema chega ao auge, com a escolha de Calheiros e Alves.
De um lado, interessa-me avaliar como será o futuro do País sem um Congresso que possa realmente ser chamado por esse nome. De outro lado, um olho na saída.
Não sei se repetiria hoje a campanha contra Renan, os cartazes com chapéu de cangaceiro e a frase: “Se entrega, Corisco”. Nem se gostaria de ver de novo aqueles bois se deslocando pelos campos alagoanos para as terras de Renan, para comprovar que era dono de muitas cabeças de gado.
O ideal, hoje, seria poupar os bois dessa nova viagem inútil. Passar o vídeo, criar uma animação, substituir toneladas de carne de boi por milhões de pixels.
Henrique Alves destinou dinheiro a uma empresa fantasma de um assessor dele. No lugar deserto onde a empresa funcionava havia apenas um bode, chamado Galeguinho. O bode foi dispensado depois de sua estreia. Os bois mereciam o mesmo.
“Parabéns, coronéis, vocês venceram”, diz a letra de Luís Inácio. Deixaram-nos monitorando bois de helicóptero e pedindo ao bode que nos levasse ao gerente da empresa.
Luiz Inácio falou, Luiz Inácio avisou. Mas foi o primeiro a passar para o lado deles e a contribuir com algumas novas espécies para a fauna já diversa que encontramos em 2003.
A vitória dos cavaleiros do apocalipse recoloca a urgência de salvar o Congresso dele mesmo. A maneira de potencializar o trabalho da minúscula oposição é a maior transparência possível e uma ajuda da opinião pública. A partir dessa vitória, Calheiros, Alves e seus eleitores no Parlamento dizem apenas à sociedade: somos assim, e daí?
Depois do descanso merecido, o bode que é o porteiro da empresa favorecida por Alves deveria ser colocado na porta do Congresso.
É impensável que 300, 312 ou 417 - não importa o número exato - picaretas enfrentem o Brasil sem uma represália dura. O espírito do “eles lá, nós aqui”, de distância enojada, no fundo, é bom para eles, que querem total autonomia para seus negócios. Será preciso mostrar que toda essa farsa é patrocinada pelo dinheiro público. E que sua performance será amplamente divulgada agora e no período eleitoral.
O instinto de sobrevivência da instituição não existe. Mas o do político é muito grande. É preciso que ele sinta o desgaste pessoal produzido por suas escolhas.
Muitas pessoas vão trabalhar nisso, cada uma no seu posto, às vezes em manifestações. A eleição direta para presidente foi uma conquista. A perda do Congresso para o ramo dos secos e molhados é uma dolorosa ferida em nossa jovem democracia.
Nós demos um boi para não entrar nessa luta. Daremos um bode para não sair dela.
Fonte: "O Estado de S. Paulo", edição de 1º de fevereiro

"A verdade é que a imprensa brasileira sempre foi tolerante com as besteiras de Lula e ajudou a criar o mito fanfarrão. Ou: Bobeou, Lula 'passa o pente'…"


Por Reinaldo Azevedo
Luiz Inácio Apedeuta da Silva foi a Havana participar de um troço chamado "Conferência pelo Equilíbrio Mundial". Atacou aquela velha senhora, a Dona Zelite, especialmente a imprensa, que perseguiria democratas e humanistas como Cristina Kirchner, Evo Morales, Hugo Chávez… No Brasil, disse ele, a "mídia" não gosta de ver pobre andando de avião. Vai ver é por isso que o fanfarrão tentou reinstaurar a censura no Brasil: para que passássemos a elogiar aeroportos fedorentos, caindo aos pedaços, entregues a uma gestão ineficiente, lotada de larápios. Vai ver ele e Dilma retardaram em quase dez anos a privatização do setor para dar uma lição aos jornalistas: "Vocês vão ter de aguentar o povo!". Como é mesmo? "País rico é país sem conforto".
Em peregrinação pelo Brasil, José Dirceu ataca o Ministério Público, o Judiciário e, claro!, a imprensa - que estaria disposta a instaurar uma ditadura no Brasil. Não uma ditadura qualquer, mas do tipo nazifascista, segundo Rui Falcão, este democrata exemplar. Pois é… A verdade, no entanto, é bem outra. Ao longo dos anos, ao longo das décadas, o jornalismo brasileiro foi é complacente com Lula e sempre relevou - quando não promoveu - sua pletora de bobagens na suposição de que ele, afinal, era um autêntico representante do povo e tinha, por isso, licença especial para dizer tolices.
Raramente Lula foi visto como aquilo que de fato era: um político empenhado na construção de um partido para disputar o poder. Era tratado como uma força da natureza; como o bom selvagem que vocalizava não um conteúdo político, mas uma mensagem vinda das entranhas da Terra. Seus juízos eram, sim, meio toscos - "mas ele não teve estudo, coitado!". Suas soluções eram simplistas, primárias, notavelmente ignorantes - "mas ele é um representante das massas, e apontar suas burrices é manifestação de preconceito". E se foi criando, então, o mito do homem que sabia tudo sem estudar nada. Numa entrevista à revista "Primeira Leitura", que eu dirigia, Marilena Chaui comparou o chefão petista à deusa grega Métis (ainda vou recuperar a passagem; é notável).
Voltemo-nos àquela entrevista que o então já bastante poderoso e influente Lula concedeu à revista "Playboy" em 1979. Que outra figura pública teria resistido à confissão de que iniciou sua vida sexual com animais? Que outra personalidade teria sobrevivido à admissão de que ficava de olho nas viuvinhas que entravam no sindicato para, recorrendo a seu vocabulário iluminado, "papá-las"? Atenção! Aquele notável líder da classe trabalhadora aproveitava-se da morte de um companheiro e da fragilidade da mulher - que tinha ido ao órgão de classe para cuidar da pensão - para, como se diz por aí, "passar o pente". Que outra expressão do sindicalismo ou da política teria superado a revelação de que tinha na galeria dos homens admiráveis e admirados Hitler e Khomeini. Por quê? "Porque estavam do lado dos menos favorecidos…", ele explicou.
"Lá está o Reinaldo querendo ressuscitar velharias…" Não! Já demonstrei que não são velharias. As escolhas que Lula fez na política externa, por exemplo, indicam que coerência com seu passado. As escolhas que faz na política interna são compatíveis com aquela visão de mundo. E ousaria mesmo dizer que certos sucessos de sua vida privada - com repercussões na esfera pública - remetem àquela espreitador de viuvinhas. No sindicato, na Presidência e no partido, ele nunca soube distinguir suas necessidades privadas das questões coletivas. Isso está dado pelos fatos.
A mentira
É mentira, das mais escancaradas, essa história de que a imprensa persegue Lula, o PT e os petistas. Ao contrário: há mais de 30 anos, essa gente está entre os pauteiros mais influentes do jornalismo. Com muita frequência, em razão de alinhamentos ideológicos e afinidades eletivas, é poupado das críticas.
Não se trata aqui de apelar ao escatológico ou ao que parece anedótico para definir um homem inteiro. Usar um cargo num órgão de representação de classe para "papar" viúvas fragilizadas não define apenas um gosto sexual; define também um caráter. Afirmar que Hitler é um homem admirável, ainda que discorde de sua ideologia, por causa do "fogo de se propor a fazer alguma coisa" é mais do que a mera expressão de um juízo torto; Lula conseguiu atravessar a camada do horror para descobrir no facínora o ardor da transformação.
O Lula de 1979 está presente no Lula de 2013 e, de fato, jamais o abandonou. A cada vez que confunde o público com o privado, em que toma a sua própria vida como metro de todas as coisas, quem se manifesta é o molestador de viúvas. A cada vez que justifica os crimes dos companheiros (os petistas ou os governantes delinquentes da América Latina), ouve-se a voz do admirador de Hitler e Mussolini. Não especulo se aquele Lula escatológico tem expressão ainda hoje em dia porque minha imaginação se nega a visitar certas paragens…
Ataque à imprensa por quê? Com raras exceções, noticiou-se a sua óbvia e indevida intromissão na Prefeitura de São Paulo e mesmo no governo Dilma como se fosse algo natural, corriqueiro, aceitável. Lula decide na base do dedaço quem é e quem não é candidato no partido, e se considera isso muito normal porque, afinal de contas, ele é mesmo o líder inconteste no partido. Os mais sabujos veem nisso um "saudável processo de renovação" do partido. Num seminário, os porta-vozes do Apedeuta anunciam quem será o verdadeiro articulador do governo Dilma, e ninguém se ocupa de indagar: "Mas com quais credenciais que a tanto o habilitem, se não é deputado, não é senador, não é ministro, não é assessor da Presidência?".
Mas ao petismo não basta. Se o partido conseguisse cooptar todos os meios de comunicação menos um, seguiria reclamando e denunciando o "complô" da mídia contra as forças do povo, como naquela carta-programa dos nazistas… A imprensa que Lula agora ataca, tudo bem pensado, praticamente o inventou como líder e segue tendo com ele uma generosidade que a nenhum outro político é dispensada.
Aquele que é hoje um dos homens mais poderosos do país ainda é visto por muitos como o ignorante amoroso, de bom coração, cheio de boas intenções, dono de uma intuição genial, interessado apenas na redenção do seu povo. Não há o que perguntar às cabras. A indagação teria de começar pelas viúvas…
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"


"Blogs Evangélicos: O Impacto da Mensagem Cristã na Internet" tem lançamento




Em virtude da sua simplicidade operacional, interatividade e facilidade de uso, nos últimos anos os blogs se transformaram em um dos principais meios de expressão e comunicação social. Essa nova ferramenta da cibernética tem sido responsável por uma verdadeira revolução na forma como se produz e compartilha conhecimento na rede mundial de computadores.
Graças a essa nova interface, a publicação de conteúdo não é, nos dias atuais, monopólio das grandes empresas de comunicação e do jornalismo tradicional. Hoje, qualquer pessoa é capaz de produzir e distribuir informação para uma infinidade de pessoas em todos os cantos da terra.
Pensando nisso, a Visão Nacional para a Consciência Cristã (Vinacc) e a União de Blogueiros Evangélicos (UBE) idealizaram a presente obra, com o objetivo de abordar o surgimento dos blogs e analisar a atuação e o impacto da blogosfera evangélica no contexto da igreja brasileira. Trata-se de uma obra inédita na literatura evangélica, propondo-se a investigar o fenômeno da blogosfera evangélica à luz das Sagradas Escrituras e da cultura cristã.
O livro foi escrito por um grupo composto por blogueiros cristãos consagrados e reconhecidos no Brasil, trazendo reflexões valiosas a respeito da utilização dessa ferramenta para a divulgação e defesa do evangelho na internet. Participam deste projeto Valmir Nascimento (organizador da obra), Wallace Sousa, Vinícius Musselman Pimentel, Tiago Santos, Leonardo Gonçalves, Geremias do Couto,Norma Braga, Uziel Santana, Carlos Roberto Silva, Renato Vargens, Eliseu Antônio Gomes e Wilma Rejane. O livro conta ainda com uma entrevista exclusiva com o casal de escritores norte-americanos Richard e Nancy Pearcey.
O prefácio da obra foi elaborado por Mauro Meister, um dos editores do blog Tempora Mores. Meister diz que um das razões de ler o livro "Blogs Evangélicos" é a sua originalidade. "Já existem milhares de livros sobre blogs, mas não conheço em nossa língua um que tenha o foco na avaliação aqui feita: o que os blogs estão fazendo no meio cristão evangélico. O tema dos diversos capítulos vai lhe dar acesso a uma percepção singular sobre o impacto da blogosfera na igreja brasileira, incluindo uma introdução ao tema com uma pesquisa a respeito do que os tais blogueiros fazem".
O livro será lançado pela Visão Cristã Publicações na 1º Feira do Livro na 15º Consciência Cristã

Visite União de Blogueiros Evangélicos em: http://www.ubeblogs.com.br/?xg_source=msg_mes_network
 

Boulevard Shopping com horário especial no Carnaval

Durante o período de Carnaval, o Boulevard Shopping funcionará em horário especial. Confira:
Sábado, 9: 
Funcionamento Normal
Lojas e praça de alimentação: 10 às 22 horas
Hiper Bompreço: 8 às 22 horas
Domingo, 10: 
Funcionamento Normal
Lojas: 14 às 20 horas
Praça de alimentação: 12 às 21 horas
Hiper Bompreço: 8 às 21 horas
Lojas Americanas: 13 às 21 horas
Segunda-feira, 11:
Lojas (incluindo Hiper Bompreço): Fechadas
Praça de Alimentação: das 12 às 21 horas
Terça-feira, 12
Lojas: Fechadas
Praça de alimentação: 12 às 21 horas
Hiper Bompreço: 8 às 21 horas
Lojas Americanas: 13 às 21 horas
Quarta-feira, 13: 
Funcionamento normal
Lojas e praça de alimentação: 10 às 22 horas
Hiper Bompreço: 8 às 22 horas
O Multiplex Orient Cineplace manterá sua programação normal de exibição.
(Com informações de Matheus Rocha, do Departamento de Marketing do Boulevard Shopping)


Relatório de atividades da Ascom do TRE-BA

A Assessoria de Comunicação do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) publicou na sexta-feira, 1º, seu Relatório de Atividades referentes ao ano de 2012. Resultado da dedicação de seus integrantes, o documento traz a compilação dos esforços, demandas e das principais realizações de comunicação impetradas pela Assessoria no ano passado.
O sssessor de imprensa e comunicação social do TRE-BA, Felisberto Bulcão, que assumiu a unidade em março, comentou sobre a dificuldade encontrada no início do percurso. "O que considerei desafio maior no ano de 2012, foi o fato de não termos tido tempo de planejar as ações. Apesar disso, demos conta do recado", comemorou. Este ano o site na Internet cresceu 23,3% em produtividade de notícias em relação a 2011 e na imprensa foram veiculadas 5.099 publicações a mais sobre o TRE-BA em relação ao ano anterior, por conta do período eleitoral.
As novidades foram o carro chefe da comunicação em 2012. A principal ficou por conta da atualização de notícias através da Web TV, com vídeos produzidos pela equipe de servidores e estagiários. Dentre os programas no canal TRE Bahia do Youtube, que atualmente atinge o número de 22.399 visualizações, o "TRE Notícias" - de atualização semanal - se destaca pela constante divulgação dos principais acontecimentos do tribunal. O produto é ainda, às vezes, veiculado no programa nacional "Giro Eleitoral", do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Seguindo ainda a tendência da informação do século XXI, a Ascom também aderiu às mídias sociais, totalizando 2.452 publicações de abril a dezembro de 2012 nesses meios. No Facebook o acompanhamento do público foi maior, alcançando 2.601 fãs de 16 países e 27.030 visualizações das 1.073 postagens. Atingindo um público diverso onde quer que ele esteja, as contas do Twitter, SoundCloud e Flickr, também são constantemente atualizadas pela Ascom. O intuito é fornecer informações rápidas e de fácil acesso à sociedade baiana.
Os formatos de texto, foto, áudio e vídeo são explorados também no site, que em 2012 lançou sua nova interface para a melhor navegabilidade do usuário. Com a missão de divulgar as ações da Justiça Eleitoral, intermediando a relação entre o Tribunal, a população e a imprensa; a transparência das ações e decisões tomadas na Casa revela-se como um importante item para a melhoria da comunicação e o crescimento da credibilidade entre a Justiça Eleitoral baiana e a sociedade.
Complementando as realizaçõe, foram iniciados os estudos preliminares para implementação de um projeto complexo e arrojado de transmissão on line das sessões de julgamento da corte.
  Fonte site do TRE-BA

Raimundo Lima palestra no Rotary


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Referência a Carmen Miranda



No filme "Caça aos Gânsteres" (Gangsters Squad), que estrou nesta sexta-feira, 1º, no país - visto agora a noite, no Orient Cineplace -, homenagem a Carmen Miranda. A ação do filme se passa em Los Angeles, em 1949 - foi a cidade onde ela morreu, em 1955. Na trama, na boate Slapsy Maxie's apresentação da cantora (interpretada por Lucy Davenport), vestida de baiana, cantando "Chica-Chica-Boom-Chic" - gravada oginalmente com o Bando da Lua, que apareceu no filme "Uma Noite no Rio" (That Night in Rio), em 1941.

Cuidado especial



A escolha correta de cores e revestimentos pode facilitar 
a vida dos moradores na hora de decorar o apartamento 
e torná-lo mais confortável, aconchegante e estimulante
O lar é onde os indivíduos conseguem expressar com mais vigor sua identidade. É onde as pessoas passam uma grande parte do tempo desfrutando de sentimentos como amor, carinho, tranquilidade e paz. Por isso mesmo, desde os primórdios da humanidade a morada é muito ligada à ideia de união familiar, de aconchego, de proteção e de bem- estar.
Mas para que o lar possa expressar todas essas sensações é preciso que visualmente ele seja agradável, que transmita aconchego. Por isso, a escolha correta de alguns elementos, como cores, revestimentos, piso, e outros, são tão importantes.
Quem vive em apartamento sabe bem como é difícil decorá-lo para transformá-lo, de fato, em um lar. A Construtora Casa Mais está atenta a isso e, para levar mais comodidade aos clientes, a empresa observa todos os detalhes que possibilitam deixar o apartamento mais confortável, e com atmosfera mais intimista, ainda na elaboração dos projetos.
Hoje, a incorporadora oferece moradias revestidas de porcelanato, em tons de madeira, e pintadas com nuances mais neutras. Segundo Peterson Querino, diretor da Casa Mais, as escolhas visam o bem-estar dos moradores. "Os tons amadeirados são quentes, logo, trazem vida, dinamismo e alegria aos espaços. Ambientes com esses tons sugerem movimento, excitação, atividade", conta. Ele ainda observa que em relação ao porcelanato, sua durabilidade é maior e os gastos com manutenção mais baixos.
Sobre as cores das paredes, Peterson explica que, apesar de neutras, elas não têm nada de frias, muito pelo contrário. "Um ambiente decorado com cores neutras transmite uma deliciosa sensação de tranquilidade, clareia os ambientes e, fisicamente, cria a ilusão de aumento de volume. Essas nuances, não tornam o espaço monótono, mas gera a sensação de paz. Então, são muitos os benefícios", garante.
Nos empreendimentos da Casa Mais os tons neutros aparecem inclusive em banheiros e cozinhas. E essa escolha não foi feita ao acaso, como salienta o diretor da empresa: "Quando especificamos esse tipo de tom damos ao cliente flexibilidade de brincar com o restante das cores, eles podem combinar diferentes nuanças, criar texturas e outros. Os moradores têm a opção de planejar armários e mobiliários em tons mais vivos ou até mesmo em cores claras, mais clássicas, sem problemas com a harmonia".
O melhor disso tudo é que a Casa Mais disponibiliza todos esses benefícios sem custo adicional para o cliente. "Visamos oferecer o que há de melhor para as pessoas. Queremos que elas realizem seus sonhos, mas com qualidade, e fazemos o possível para oferecer o que há de excelência sem que o cliente precise pagar a mais por isso", finaliza Peterson.
(Com informações de Ana Paula Horta e Fernanda Pinho, da Mão Dupla Comunicação)

Charge do Nani

Fonte: "Blog do Josias"

"Kit básico das consequências da volta de Renan"




Por Josias de Souza
O Senado caminha há anos em direção a um metafórico fundo do poço. Já roçou várias vezes as profundezas. Mas vai adiando, brasileiramente, o seu encontro com a fundura definitiva. Quando se imagina que a base do poço foi finalmente tocada, um novo escárnio irrompe em cena para informar que o percurso rumo ao insondável terá novas escalas.
Ao fundo do poço de Jáder 'Sudam' Barbalho sobreveio o fundo do poço de Antonio Carlos 'Violação do Painel' Magalhães, que foi seguido pelo fundo do poço de Renan 'Mesada de Empreiteiro' Calheiros, que foi obscurecido pelo fundo do poço de José 'Atos Secretos' Sarney, agora suplantado pelo fundo do poço de Renan ‘Denúncia no Supremo’ Calheiros, que todo mundo já imagina aonde vai dar.
O que está em jogo na volta de Renan ao comando do Senado é a exumação de um escândalo enterrado vivo em 2007. Naquele ano, Renan renunciou à presidência para salvar o mandato. O plenário engoliu a versão de que o dinheiro entregue pelo lobista de uma a empreiteira à ex-amante do senador viera da venda de gado. E os brasileiros foram convidados a fazer como a maioria dos senadores: se fingir de bobos pelo bem da República.
A inevitabilidade de um novo mergulho do Senado rumo ao fundo do poço é proporcional à quantidade de papel produzido pela Polícia Federal, processado pela Procuradoria da República e estocado no STF - coisa de 43 volumes. Para facilitar a vida da plateia, vai abaixo um kit de conhecimentos básicos sobre o que vem por aí:
1. Supremo suspense: Com uma interrogação na presidência, o Senado torna-se escravo do suspense pelos próximos dois anos. Cedo ou tarde, a denúncia procolocada pelo procurador-geral Roberto Gurgel há uma semana chegará ao plenário do STF. O relator é o ministro Ricardo Lewandowski. Se a maioria das onze togas do Supremo der razão a Gurgel - a acusação é "extremamente consistente" - Renan migrará do purgatório para o inferno. Supondo-se que isso ocorra antes de fevereiro de 2015, o Senado viverá a inédita situação de ser presidido por um réu em processo criminal.
2. Rotina de açougue: protegida sob o manto diáfano do segredo de Justiça, a denúncia do procurador-geral começa a escalar as manchetes. Nela, a versão de Renan para a mesada à ex-amante Mônica Veloso é virada do avesso pela Polícia Federal. O dinheiro não viera do lobista da Mendes Júnior, mas da venda de gado, alegara o senador há cinco anos. Negócios de R$ 1,9 milhão entre 2003 e 2006.
A PF verificou que há logotipos suspeitos entre os supostos compradores de carne do senador. Os donos dos estabelecimentos, moradores de periferia, tem a aparência de laranjas. A escrituração carrega notas frias. Tudo isso - y otras cositas más - ganhará as páginas aos poucos. Quando der por si, um Renan com a autoridade fatiada estará usando a estrutura do Senado para se defender. O filme é conhecido. E o final não é feliz.
3. Agenda secreta: Ganha um boi quem souber informar qual é o plano de voo de Renan. Na noite passada, durante a reunião fechada em que a bancada do PMDB aclamou-o como seu candidato, o colega Roberto Requião (PR) animou-se a perguntar o que diabos Renan planeja fazer de sua nova presidência. E ele: criar uma secretaria de transparência, aprovar um novo pacto federativo, tirar da gaveta a reforma administrativa do Senado e brecar tentativas de regulação da mídia.
Chamados a reencenar o papel de bobos convenientes, os senadores logo se darão conta de que a pseudo-agenda de Renan terá de atravessar uma boiada de dúvidas. Enquanto o Supremo não se pronunciar sobre a denúncia da Procuradoria, o gado do inquérito transitará pelo gabinete da presidência, pelo salão azul, pelo plenário do Senado. Pode-se convencionar que as reses não estão ali. Mas não há como impedir os mugidos.
4. Efeito 2014: reforçado pela denúncia da Procuradoria, o cheiro de encrenca transformou em temeridade o romance da oposição com Renan. No PSDB, o líder Alvaro Dias, que se opunha sozinho, ganhou a luxuosa companhia do presidenciável Aécio Neves. E o tucanato esconjurou o favorito do PMDB em reunião de sua bancada.
Para não ficar atrás, o neopresidenciável Eduardo Campos também empurrou o seu PSB para fora da canoa oficial. Com isso, Renan foi, por assim dizer, acomodado no colo de Dilma Rousseff. Tucanos e socialistas fizeram juras de fidelidade a Pedro Taques (PDT-MT), o antagonista de Renan. Na sombra da votação secreta, as duas legendas não entregarão a totalidade dos seus 16 votos. Ainda assim, poderão apontar na direção do Planalto quando a crise estourar.
5. Linha sucessória: A eleição de Renan para presidir o Senado e de Henrique Eduardo Alves para comandar a Câmara converte Dilma numa espécie de ilha cercada de PMDB por todos os lados. Um ministro petista resume a cena em timbre de piada: antes, brincávamos entre nós dizendo que, se alguma coisa acontecesse com a Dilma, teríamos de ordenar aos seguranças que dessem cabo do vice-presidente. Michel Temer na presidência era impensável. Hoje, essa providência seria temerária. Inviabilizada a posse do impensável, assumiria o lamentável, cujo sucessor passaria a ser o inadmissível. Melhor rezar pelo Temer.
6. Posição de cócoras: Ao consagrar Renan mesmo sabendo o que ele fez no verão passado, seus colegas deixam o Senado de cócoras num instante em que o STF corta o baralho e o Executivo dá as cartas. Ao virar as costas para a opinião pública, o Senado informa que abriga poucos inocentes em seus gabinetes. Fica entendido que a maioria não tem apenas telhado, mas ternos, camisas e gravatas de vidro. Ainda não se chegou ao fundo do poço. Mas a turma decidiu continuar cavando. É como diz o senador Cristovam Buarque (PDT-DF): "Já havíamos perdido o poder. Agora, perdemos o pudor."
Fonte: "Blog do Josias"

"Jogo de cena"


Deu em Claudio Humberto:
Inúteis as viagens de Rafael Correa (Equador), Cristina Kirchner (Argentina) e do ex-presidente Lula a Cuba: médicos cubanos impedem visitas ao moribundo Hugo Chávez, apesar da constante "recuperação".