Opção de transferência bancária para a Pessoa Física: Dimas Boaventura de Oliveira, Banco do Brasil, agência 4622-1, conta corrente 50.848-9

Clique na imagem

*

*
Clique na logo para ouvir


Telefones: (71) 3634-6194/ 6197/ 6060 - (71) 99965-4537 * E-mails: cpl@construtorapereiralima.com.br - construtoraplima@terra.com.br * Site: https://construtorapereiralima.com.br/

Pré-venda para pré-estreia

Pré-venda para pré-estreia
Quarta-feira, 29 - 20h30 - 21 (Dublado)

Lançamento Nacional

Lançamento Nacional
13 - 15h10 - 15h40 - 16h20 - 17h50 -18h20 - 19 - 20h30 - 21 (Dublado)

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Imbassahy diz que atrasos no PAC evidenciam incompetência de Dilma




A enorme distância que separa as promessas anunciadas na campanha de 2010 e a realidade das obras pelo país derruba de uma vez por todas a fama de boa gestora da presidente Dilma Rousseff. Essa é a avaliação feita pelo deputado federal Antonio Imbassahy baiano (Foto: Divulgação),do PSDB, ao comentar reportagem do O Globo segundo a qual das 42 maiores obras apresentadas no primeiro balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em abril de 2007, apenas metade entrou em operação até hoje.
"Isso mostra, realmente, o tipo de gestora que Dilma Rousseff é", afirma Imbassahy.
Além da demora, a ineficiência do PAC é marcada pela distância entre o orçamento e o dinheiro efetivamente gasto. Dois projetos demonstram bem a junção dos problemas: a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, estava orçada em R$ 5,6 bilhões e tinha conclusão prometida para janeiro de 2011; os custos foram elevados para R$ 33,8 bilhões e o término anunciado para maio de 2015.
Já o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) foi inicialmente prometido para março de 2012, sob o custo de R$ 8,2 bilhões - o governo elevou o valor da obra para R$ 26,6 bilhões e adiou sua inauguração para agosto de 2016.
"Temos com isso a comprovação da fraude que Lula apresentou ao Brasil em 2010 - a ideia de que Dilma era uma boa gestora. Verificamos, na prática, que ela é uma administradora de qualidade duvidosa, sem condições de liderar o Brasil e fazer as transformações que o país precisa", declarou Imbassahy.
O deputado acrescentou que a situação, além de prejudicar a infraestrutura nacional, afeta também a economia. "Não à toa, a inflação não para de subir", disse. Segundo o parlamentar, a presidente Dilma falha na hora de aplicar os recursos públicos: "é um governo perdulário. Especialista para aumentar a despesa, fraco para investir da maneira correta".
Propaganda 
Imbassahy criticou ainda a preocupação excessiva do Governo Federal com a publicidade. Matéria da revista "Época" constatou que, ao longo de seus dois anos e meio de mandato, Dilma Rousseff promoveu 41 cerimônias no Palácio do Planalto, para o lançamento de 17 planos, 15 programas e seis pactos - sem que as iniciativas trouxessem, de maneira efetiva, melhorias para a sociedade.
Levantamento divulgado pela revista mostrou que, no ano passado, apenas 31% do orçamento prometido pelo governo federal foi efetivamente gasto. O quadro repetiu o registrado no ano anterior, com despesas de somente 55% do esperado. Transporte e saúde encabeçam as áreas com o maior descompasso entre o montante prometido nos gabinetes e o que se tornou realidade.
"O governo se preocupa em governar com base na propaganda. Conduz sua administração como um projeto eleitoral, um projeto de poder. Mas a credibilidade do PT está se esgotando. A queda de popularidade da presidente Dilma demonstra isso. A população percebe que paga impostos a um governo que arrecada muito, mas não traz o retorno efetivo", apontou o deputado. 



Nenhum comentário: