Sobre a questão das alianças, o "Bahia Notícias" questionou: "Já está definido que Mário Kertész será mesmo o candidato a prefeito de Salvador do grupo?" e Geddel respondeu que "não. Estamos conversando. Eu defendi a ideia de Mário Kertész porque é um homem público, merecedor de críticas e de elogios, como qualquer homem público. Tem gente que gosta e não gosta dele, mas, inquestionavelmente, foi, em Salvador, o último prefeito a pensar a cidade para o futuro. Estão aí iniciativas dele até hoje importantes e o aproveitamento de quadros relevantes. É um homem experimentado, com carreira política sólida, empresário bem sucedido, alguém, inclusive, que, uma vez eleito prefeito de Salvador, pode desmistificar essa conversa sem-vergonha, o termo é este, da 'governabilidade'. Governabilidade virou sinônimo de adesão. O sujeito quer aderir, não aguenta fazer oposição, não aguenta ter postura reta, aí inventa uma tal governabilidade, alegando 'parceria'. Ora, pelo amor de Deus, seja quem for o governador, seja quem for o presidente da República, um líder político mantém a postura política, mas tem a capacidade de dialogar a parceria administrativa sem se render, sem aderir, sem se curvar. Aécio Neves foi governador de Minas Gerais pelo PSDB e conseguiu para Minas mais com Lula, seu opositor, do que o grande amigo dele, governador da Bahia, trouxe para o nosso Estado. A questão é de postura e Mário tem essa postura de ser um líder político, além de um grande administrador, comprovadamente, para tirar Salvador dessa baixa estima, desse momento de dificuldade que inquestionavelmente vive, conversando com quem quer que seja – governador, presidente, seja de qual partido for –, com altivez e competência. Mas não há definição em relação ao nome dele. É um nome que está posto. Nós vamos ter que ter maturidade, conversar muito, e teremos tempo para isto, para encontrar ideias, caminhos, projetos e propostas que nos unifique, para termos em torno de uma candidatura que surja desse grupo o maior apoio possível. Torço para que seja Mário, mas, evidentemente, estamos abertos a discutir outras hipóteses. Até porque, diferentemente do Partido dos Trabalhadores, sobretudo na Bahia, quem quer apoio tem que estar necessariamente disposto a apoiar."
domingo, 11 de setembro de 2011
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3 comentários:
Quanto à candidatura de Mário à prefeitura de Salvador, Dimas, você já sabe o que penso. Agora, êsse papo de "governabilidade é conversa sem-vergonha", não entendi! Afinal, é sempre esta a desculpa que escutamos de peemedebistas "ilustres" a muito tempo,^quando questionados sôbre o apoio que dão ao gov federal petista. É sempre a tal de governabilidade. Só quando é com os outros, é que a coisa vira "conversa sem-vergonha", é??
É o PMDB...como sempre.
Mariana, o PMDB só faz parte de governos que apoiam seu programa.
um ótimo artigo parabéns!
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