"Os Profissionais de Saúde Diante da Morte e do Morrer". Este é o tema do 1º Simpósio de Psicologia de Feira de Santana, que será realizado entre quinta-feira, 7, e sábado, 9, no Planetário do Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo.O encontro é organizado por estudantes de Psicologia da FTC Feira, com o apoio da faculdade e do colegiado do curso, além de outras instituições. O objetivo é discutir questões relacionadas à morte, ao morrer e à elaboração do luto. É voltado para profissionais e estudantes da área de saúde.
O evento, de cunho científico e caráter multidisciplinar, contará com a participação de autoridades no assunto, não apenas da Bahia, mas também de outros Estados como Minas Gerais e São Paulo. Envolve as formas de atuação dos profissionais de saúde diante da morte e do morrer, assim como as possibilidades terapêuticas destinadas aos pacientes e às respectivas famílias. Tem ainda o propósito de discutir o trabalho em conjunto desenvolvido por profissionais que atuam em instituições hospitalares, no cuidado com pacientes com risco de morte.
Diante da importância social do tema, pouco debatido na região, os organizadores esperam que a troca de experiências e conhecimento durante as palestras e debates possa contribuir como norteadores do trabalho desenvolvido por profissionais e estudantes que atuam junto a pacientes na iminência da morte.
Segundo a professora Paula Rúbia Oliveira, coordenadora dos estágios em saúde do curso de Psicologia, o olhar sobre a morte ganha uma nova perspectiva com o surgimento dos cuidados paliativos na Inglaterra, no final da década de 1960 e rapidamente se espalha pelo mundo. Ela explica que o modelo propõe uma assistência humanizada no processo de morrer, suscitando a necessidade de interlocução e debate, visando o preparo para lidar com todo o processo.
"Esses aspectos serão discutidos durante o simpósio, além das dificuldades da própria equipe em lidar com o sofrimento dos pacientes e familiares, as questões éticas e legais envolvendo o prolongamento da vida e a autonomia do paciente diante da vida e da morte", acrescenta a professora.
(Com informações de Madalena de Jesus e Socorro Pitombo, da Assessoria de Comunicação, FTC/FSA)
Por Thomas Oliveira
O evento, de cunho científico e caráter multidisciplinar, contará com a participação de autoridades no assunto, não apenas da Bahia, mas também de outros Estados como Minas Gerais e São Paulo. Envolve as formas de atuação dos profissionais de saúde diante da morte e do morrer, assim como as possibilidades terapêuticas destinadas aos pacientes e às respectivas famílias. Tem ainda o propósito de discutir o trabalho em conjunto desenvolvido por profissionais que atuam em instituições hospitalares, no cuidado com pacientes com risco de morte.
Diante da importância social do tema, pouco debatido na região, os organizadores esperam que a troca de experiências e conhecimento durante as palestras e debates possa contribuir como norteadores do trabalho desenvolvido por profissionais e estudantes que atuam junto a pacientes na iminência da morte.
Segundo a professora Paula Rúbia Oliveira, coordenadora dos estágios em saúde do curso de Psicologia, o olhar sobre a morte ganha uma nova perspectiva com o surgimento dos cuidados paliativos na Inglaterra, no final da década de 1960 e rapidamente se espalha pelo mundo. Ela explica que o modelo propõe uma assistência humanizada no processo de morrer, suscitando a necessidade de interlocução e debate, visando o preparo para lidar com todo o processo.
"Esses aspectos serão discutidos durante o simpósio, além das dificuldades da própria equipe em lidar com o sofrimento dos pacientes e familiares, as questões éticas e legais envolvendo o prolongamento da vida e a autonomia do paciente diante da vida e da morte", acrescenta a professora.
(Com informações de Madalena de Jesus e Socorro Pitombo, da Assessoria de Comunicação, FTC/FSA)

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