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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Feiraguai é referência em matéria de capa sobre Xing Ling

Na edição de junho da revista "Info Exame" (Foto da Capa), a reportagem "O fenômeno Xing Ling", sobre as tecnologias Xing Ling - "a China copia tudo e domina a fabricação de gadgets no mundo".
"Tudo na China é falsificado e essa duplicação de produtos não é apenas um incidente. É algo profundamente ligado à cultura do país". Assim inicia a matéria.
A revista testou três versões shanzai - que é a cultura da cópia - do iPhone e confrontou com o modelo original, da Apple. Aborda os MP10 e também os principais endereços dos eletrônicos made in China vendidos no Brasil - que inclui Feira de Santana e o seu Feiraguai.
A reportagem conta que o que é produzido na China em poucas semanas é vendido "em Manila, nas Filipinas; em Ciudad del Este, no Paraguai; e em Feira de Santana, na Bahia. Aqui ou na China, é grande a tentação de comprar um smartphone por menos de 300 reais, mesmo sabendo que ele pode parar de funcionar poucos dias depois".
Em box, "alguns dos principais endereços dos eletrônicos made in China vendidos no Brasil" e o Feiraguai compete com São Paulo (rua Santa Ifigênia e rua 25 de Março), Brasília (Feira dos Importados), além de Ciudad del Este (Galeria Jebai). O Feiraguai é descrito como "o mercadão de Feira de Santana, cidade distante 115 km de Salvador, é referência na Bahia. Quem frequenta sabe: acham-se de galinhas a carros importados. MP9 e MP10 também, é claro".

3 comentários:

Pedro Ventura disse...

Blog Demais continua antenado. Nenhum outro de Feira deu nota repercutindo a matéria da revista nacional, que destaca Feira de Santana com seu Feiraguai.

Anônimo disse...

O que me chama a atenção no Feiraguai é a quantidade de chineses que negociam no local, é bastante expressiva, shanzhai!

Anônimo disse...

Os Governos Federal, Estaduais e Municipais precisam rever as suas políticas tributárias, de geração de emprego e renda, de preços de insumos industriais, precisam mudar muito para que esse tipo de comércio deixe de existir. Afinal de contas as pessoas que compram buscam preços baratos e quem vende busca o sustento das suas famílias. Ass. Claudio - SSA-Bahia