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sexta-feira, 17 de maio de 2024

Morre ator americano Dabney Coleman


Faleceu nesta sexta-feira, 17, o ator americano Dabney Coleman, aos 92 anos. Mais conhecido na televisão, onde fez inúmeros filmes e séries, como "Ben Casey", "Dr. Kildare", "Jeannie É um Gênio", "Mod Squad", "Bonanza", "Kojak" e "Columbo", entre outros.
Geralmente, interpretoui personagens que "não são bons". Entre os filmes, estreiou em "Uma Vida em Suspense" (1965). Atuou em "Revanche Selvagem" (1968), "Lindas Encrencas: As Garotas" e "Os Amantes do Perigo", em 1969, "Licença Para Amar Até Meia-Noite" (1973), "Entre Dois Destinos" e "Inferno na Torre", em 1974, "O Risco de uma Decisão" e "Uma Jornada Para o Céu", em 1975, "A Batlha de Midway" (1976), "Viva Knievel!" (1977), "Heróis Sem Amanhã" (1979), "Como Eliminar Seu Chefe" (1980), "Num Lago Dourado" (1981), "Médicos, Loucos e Apaixonados" e "Tootsie", em 1982, "Jogos de Guerra" (1983), "Dragnet: Desafiando o Perigo" (1987), e "A Família Buscapé" (1993).

Fenaba tem gastronomia como destaque da programação

Sob coordenação do afrochef Jorge Washington, a vila gastronômica do evento foi batizada de "Tenda do Ajeum" e terá o melhor do tempero tradicional baiano



Afrochef Jorge Washington assina a Tenda do Ajeum


Claro que o cheiro típico de dendê não poderia faltar num evento inédito que vai exaltar o artesanato da Bahia, suas tradições culturais e saberes ancestrais. Essa foi a primeira certeza que teve o afrochef Jorge Washington quando foi convidado a assinar a gastronomia do 1º Festival Nacional de Artesanato na Bahia (Fenaba), que começa nesta sexta-feira, 17, e vai até domingo, 19, na Arena Fonte Nova, promovendo uma grande festa do artesanato brasileiro.

A entrada para o Fenaba é gratuita sujeita à lotação do espaço.

Quem for ao evento vai poder visitar 235 estandes que trazem para Salvador a arte popular do artesanato da Bahia e dos estados de Alagoas, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Piauí, Sergipe, São Paulo e Distrito Federal. Em algum momento, entre compras e encantamento, um lanche delicioso vai cair muito bem. É nesse momento que todos os caminhos levarão à "Tenda do Ajeum", como foi batizada por Jorge Washington a vila gastronômica do evento.

Ele lembra que a palavra "ajeum" significa "comer" junto e tem tudo a ver com o clima de celebração coletiva da nossa cultura. “O conceito foi pensado na diversidade da nossa culinária afro-baiana e, para isso, eu escolhi três empreendimentos bem diversos para trazerem opções deliciosas para o festival. São eles: Tem Dendê, Vai Ter Crepe e o Restaurante Tropicália", conta o afrochef.

Especializada em acarajés, abarás, vatapás e moquecas congeladas, a Tem Dendê Gourmet, da chefe Danielle Sales, é uma empresa que utiliza do azeite oriundo do fruto do dendezeiro para manter viva a conexão com as raízes africanas.

Já a Vai Ter Crepe, da Chefe Aline Santtos, traz a culinária francesa com o toque do tempero baiano, oferecendo recheios como carne seca com banana da terra e siri catado.

Por sua vez, o Tropicália, restaurante localizado há 22 anos no coração do Pelourinho, da chefe Fernanda Gamell, marcará presença com uma explosão de sabores oriunda da herança da tradição ancestral dos marisqueiros e pescadores locais.

SERVIÇO

1º Festival Nacional de Artesanato na Bahia (Fenaba)

Data: 17 a 19 de maio de 2024 (sexta-feira, sábado e domingo)
Local: Arena Fonte Nova (Níveis 6,7 e 8)
Entrada gratuita sujeita à lotação do espaço
Horário da Feira:
17/05 (sexta-feira): das 14 às 22 horas
18/05 (sábado): das 13 às 22 horas
19/05 (domingo): de 13 às 20 horas
Encerramento do evento: 17 e 18/05 - 23 horas | 19/05 - 20h30
Acesso: Ladeira da Fonte
Servidores públicos do estado terão descontos entre 5% a 15% nas compras de produtos
Estacionamento: N2 (Entrada pelo Dique) - R$ 20,00

Enviado pelo jornalista Reinaldo Oliveira

UFRB lança série de mini documentários homenageando mestres da cerâmica


"Em Torno do Barro" é uma série de mini documentários que mergulha no fascinante universo da cerâmica e apresenta talentosos mestres do saber popular das olarias de Maragogipinho e Coqueiros, na Bahia. Composta por 10 episódios, cada um revelando segredos e técnicas desse saber tradicional, a série terá episódios lançados semanalmente no Instagram da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proexc) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia(UFRB), oferecendo uma experiência única de descoberta e apreciação.
O ponto alto dessa jornada será o lançamento da versão completa do documentário na cidade de Maragogipinho, previsto para o segundo semestre de 2024. A partir de quinta-feira, 16, com a divulgação do trailer de "Em Torno do Barro", todas as quintas-feiras, a página da Proexc vai publicar um minidocumentário, apresentando os saberes e os artistas por trás da arte da cerâmica.
Os mestres destacados na série - Mestre Zé, Mestra  Dadá, Mestre Rosalvo, Mestre Toddy, Mestre Padre, Mestre Vitorino, Mestra Enoé, Mestre Almerentino, Mestra Lourdes e Mestra Cadu - foram premiados pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia no primeiro festival da Cerâmica Maragogipinho, ocorrido no segundo semestre de 2023.  A ideia do festival e do lançamento do documentário é homenagear o artesanato produzido na região.
"A UFRB está comprometida em consolidar-se como uma universidade pluriepistêmica, promovendo a integração entre o conhecimento acadêmico e os saberes populares", afirma o pró-reitor de Extensão e Cultura, Danillo Barata. "O objetivo deste e de outros projetos da nossa Universidade é valorizar o diálogo e a memória dos saberes tradicionais, fortalecendo o reconhecimento de sábios tradicionais como pares, e a relevância das dimensões étnico-racial, política, cultural, ambiental, pedagógica e epistemológica".
Localizado no baixo sul da Bahia, Maragogipinho é um vilarejo com aproximadamente 3 mil habitantes - distrito do município de Aratuípe. À beira dos rios Maragogipinho e Jaguaripe, reúne mais de 140 olarias de produção artesanal. A tradição é passada de geração em geração, na região reconhecida pela Unesco como o maior Polo de Cerâmica Artesanal da América Latina.
Já Coqueiros, distrito da cidade Maragojipe, está às margens do rio Paraguaçu. A região se destaca na produção ceramista do Recôncavo, uma tradição que é protagonizada por mulheres. As panelas e itens de cozinha produzidos em Coqueiros são famosas por resistirem a altas temperaturas.
Enviado pela Assessoria de Comunicação da UFRB

quinta-feira, 16 de maio de 2024

Livro de Geraldo Leite

 


Resenha de "A valsa entre cactos"


Por Humberto de Oliveira

A valsa entre cactos, uma cuidadosa publicação da Quarteto Editora, é o título do romance, com 151 páginas, de Conceição Carvalho, feirense de adoção, nascida na região da Chapada Diamantina, mais precisamente em Jacobina.  Com formação em Língua e Literatura Francesa pela Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) para onde voltaria como professora substituta do mesmo curso. Conceição Carvalho já havia lançado outros livros, dentre eles O tempo não é de sabão (poesia) e Vem, vamos dar um giro ( narrativa de ficção), consolidando-se como escritora. Sua inquietação intelectual e seu gosto pela leitura levaram-na a percursos mais audaciosos e eis que oferece ao leitor, depois de um longo período de maturação, este romance que tem o emblemático título de A valsa entre cactos, narrativa bem tecida e que se inscreve na melhor tradição do realismo literário contemporâneo. É com uma ágil delicadeza que lembra a própria dança que a autora, ao construir a história pessoal de uma jovem pequeno-burguesa de uma cidade interiorana, neste cenário onde a classe média tenta esconder suas pequenezas sob disfarces de um ideário fantasioso de grandes valores morais que pregam sem muito neles acreditar, a autora reconstrói fases da história política e cultural da sociedade brasileira. De fato, sabendo utilizar-se de boas técnicas narrativas, Conceição Carvalho traz ao leitor não apenas o autoritarismo que iria engendrar o golpe cívico-militar que instituiria a Ditadura Militar no Brasil, mas mostra como estas vozes dariam apoio e validação ao regime de exceção. As vozes dos pais da principal personagem, Cândida, são bem representativas de toda uma sociedade que fecharia os olhos ao arbítrio e à violência que cresceriam nos anos seguintes, como forma de garantir o poder instituído pelos militares em 31 de março de 1964. Claro que o combate à luta armada empreendida por setores da oposição, notadamente ligados aos partidos mais radicais de esquerda, seria o mote para que a violência policial se instaurasse e tentasse convencer a população não apenas da necessidade do remédio amargo como também formar uma opinião pública acrítica e submissa.  E nas páginas do romance lá estão cenas da violência e do horror cometidos pelos representantes da Ditadura Militar.

O caráter de classe fica bem marcado neste romance construído em duas fases históricas, graças a uma bem pensada técnica de mise en abyme, onde personagens de classe média se expressam, ou têm lugar de fala, e os trabalhadores, como Tidinha, a doméstica, são apenas figurantes alheios ao que se passa ao seu redor, necessitando de traduções para que possam tomar consciência.  Neste caso, é bem exemplar das classes populares que, longe dos centros industriais, sem a força dos sindicatos, lutavam por um emprego e se achavam satisfeitos por obter uma vaga de trabalho. Não podemos esquecer do grande êxodo rural que faria as cidades começarem a inchar desordenadamente e transformaria a face do Brasil de rural a urbana. Entre cooptados ou apoiadores do regime militar de um lado, e simpatizantes de uma democracia que era mais vislumbrada como uma utopia provável e que poderia ser construída coletivamente,  do outro,  as personagens deste romance foram bem desenhadas a partir das vivências da própria autora que tem, dentre seus afetos mais vívidos, a figura da ex-reitora da Universidade Estadual de Feira de Santana, Yara Maria Cunha Pires que, com  a coragem desassombrada da personagem Moema, por sua militância política desde seus tempos de estudante universitária e depois como professora do Colégio Estadual Gastão Guimarães, em Feira de Santana, seria presa pelo regime militar como "comunista", logo potencial "inimiga do povo".  Neste ano em que se completam 60 anos do Golpe Militar, ler o romance de Conceição Carvalho é também revisitar um modus vivendi de uma classe social abastada que convivia senão com harmonia, mas com naturalidade, com uma ditadura militar.  Mas, Conceição Carvalho vai muito mais além e presta homenagem a aqueles e aquelas que mesmo ao risco da própria vida, não hesitaram em tentar criar condições para que uma  sociedade verdadeiramente democrática pudesse acontecer. Tudo isso com a delicadeza e a agilidade de quem sabe dançar  A Valsa  entre cactos.

https://humbertodeoliveira.com.br/  é professor universitário aposentado,  Chevalier dans l’Ordre des Palmes académiques pelo Governo francês por sua contribuição à difusão da língua e da cultura francesas. Atualmente é tradutor, escritor, e editor da revista www.revistacadernosdosertao.wordpress.com

Filme baiano é selecionado para o FALA São Chico 2024

Festival Audiovisual Latino-americano de Documentários de São Francisco do Sul será realizado de 19 a 22 de junho e recebeu mais de 460 inscrições


                                                                                                  "Néctar do Tempo"
                                                                             "A Trilha Sonora de Um Bairro"
                                                                                           "Dos Años Sin Miguel"

A Associação Cultural Panvision divulgou nesta quinta-feira, 16, os filmes selecionados para a terceira edição do Festival Audiovisual Latino-Americano de São Francisco do Sul - FALA São Chico 2024. O Festival, que registrou recorde em número de inscritos, com 467 filmes - 20% a mais que no ano anterior -, exibirá 16 obras na Mostra Curtas Catarinenses e Latino-Americanos. Neste ano, é destaque a forte presença da temática socioecológica nas obras, além da participação de um país inédito no Festival.
Na lista, filmes de seis países: Argentina, Brasil, Colômbia, Cuba, Peru e Porto Rico - país que terá, pela primeira vez, um filme exibido no FALA. Oito estados brasileiros contam com pelo menos um representante. Da Bahia, o filme é das cidades de Cachoeira e Vera Cruz: "Néctar do Tempo", dirigido por Pedro Rodrigues.
A curadoria do 3º FALA São Chico foi composta por Marilha Naccari, Marina Simioli e Spike Luu. De acordo com o grupo, a seleção foi desafiadora dada a qualidade dos filmes recebidos. "Estamos sempre em busca de entender o diálogo entre público e filmes inscritos. Temos desafios regionais, além da interlocução com documentários para o público infantojuvenil. Como parte dessa construção conjunta, neste ano teremos oficialmente um espaço de diálogo e perguntas ao final das sessões noturnas", explica Marilha Naccari, diretora de programação da Panvision.
No FALA 2024, a temática socioecológica ganha força com filmes que retratam sobre desmatamento, reciclagem, reutilização, entre outras abordagens. A seleção também traz outros temas políticos-sociais, com diversas visões, de várias localidades; expressões artísticas e culturais, da música à culinária; e representações de personagens e seus ofícios. A presença de mulheres na direção das obras também é destaque: 10 dos 16 filmes selecionados contam com diretoras.
"Recebemos um número incrível de obras muito boas, de bastante qualidade. O trabalho da curadoria é sempre um desafio muito gostoso, onde buscamos alinhar os objetivos e especificidades do festival, da localidade, do público e do contexto atual, ao mesmo tempo que também buscamos experimentar e proporcionar novas realizações e temáticas para os espectadores. O público que for presenciar o festival com certeza vai se divertir, se emocionar, refletir e vai sair completamente diferente de como chegou para assistir a sessão", destaca o diretor e roteirista audiovisual Spike Luu.
Dos diretores selecionados, sete fazem sua estreia. Cinco filmes terão sua primeira exibição no 3º FALA São Chico. Ainda, três serão exibidos pela primeira vez no Brasil e, oito estreiam em terras catarinenses.
Os filmes que serão exibidos na Mostra Infantojuvenil e Longa de Encerramento serão anunciados em breve.
O FALA São Chico 2024 é produzido através da Lei de Incentivo à Cultura e por meio do Programa de Incentivo à Cultura - PIC, do Governo do Estado de Santa Catarina aprovado pela Fundação Catarinense de Cultura. Tem parceria das empresas especializadas em audiovisual DOT, Link Digital, Media MundusMistika e Naymovie. Apoio institucional da Prefeitura Municipal de São Francisco do Sul e da Fundação Cultural Ilha de São Francisco e Associação Empresarial São Francisco do Sul. Com o patrocínio do Grupo Krona e Condor e apoio Wana e Full Port. Realização Associação Cultural Panvision, Ministério da Cultura, Governo Federal.

Confira abaixo a lista completa dos filmes selecionados para o FALA São Chico 2024:

MOSTRA CURTAS


A Menos Que Bailemos, de Fernanda Pineda Palencia, Hanz Rippe Gabriel | Colômbia, Bogotá, Quibdó/Chocó | 15 min | 2023 | Documentário

A Trilha Sonora de Um Bairro, de Betinho Celane, Danilo Custódio | Brasil, Curitiba/PR | 13 min | 2023 | Documentário

Camilo e Lucia: Dois Corações de Um Lugar, de Daniel Lobo | Brasil, Rio de Janeiro/RJ; Peru, El Carmen; Chincha/Ica | 13 min | 2023 | Documentário

Depois da Margem, de Rodrigo Guimarães | Brasil, Diamantina/MG | 13 min | 2024 | Documentário

Dos Años Sin Miguel, de Stefania Gozzer Arias, Enrico Guerreschi, Rafael Regalado, Vitor Colares | Brasil, Belo Horizonte/MG; Cuba, Santo Antônio de los Baños | 13 min | 2024 | Documentário

Ensayo Para la Memoria, de Denise Chirich | Argentina, Buenos Aires | 12 min | 2023 | Documentário

Falando em Cifras, de Maria Clara Dinali | Brasil, Joinville/SC | 11 min | 2023 | Documentário

Grupo Escola Felipe Schmidt: um Lugar de Memórias de São Francisco do Sul, de Alcides Goularti Filho | Brasil, São Francisco do Sul/SC | 15 min | 2024 | Documentário

Linha Final, de Valentina Peroni | Brasil, Porto Alegre/RS | 15 min | 2023 | Documentário

Marta: Consertadora de Guarda Chuva, de Dannyel Leite | Brasil, Jacareí; Santa Branca/SP | 11 min | 2023 | Documentário

Mientras Todo Iba Pasando, de Sandra Rodríguez, Arón Núnez Curto | Peru, Lima | 14 min | 2024 | Documentário

Néctar do Tempo, de Pedro Rodrigues | Brasil, Cachoeira; Vera Cruz/BA | 15 min | 2024 | Documentário

O Canto, de Isa Magalhães, de Izabella Vitório | Brasil, Arapiraca/AL | 15 min | 2023 | Documentário

O Fundo do Ar é Cinza, de Carol Magalhães | Brasil, Rio de Janeiro/RJ | 13 min | 2023 | Documentário

Quando Cresce a Bela Polenta, de Joana Victorino Deschamps | Brasil, Brusque; Nova Trento/SC | 5 min | 2023 | Documentário

Réplicas, de Natasha Julyanne | Porto Rico, Guayanilla | 7 min | 2023 | Documentário

Enviado por Alissa Azambuja e Ariadne Marcelino, da Assessoria de Comunicação

quarta-feira, 15 de maio de 2024

Roteiro do Orient CinePlace Boulevard

Com Milena Batista

LANÇAMENTOS NACIONAIS


BACK TO BLACK 
(Back To Black), de Sam Taylor-Johnson, 2024. Com Marisa Abela, Eddie Marsan e Jack O'Connell. Drama musical biográfico. A vida e a música de Amy Winehouse, através da jornada da adolescência nas ruas de Camden até a idade adulta e a criação de um dos álbuns mais vendidos do nosso tempo. 
Cópia dublada. Não recomendado para menores de 16 anosDuração: 123 minutos. Horários: 18h20 e 20h50.


AMIGOS IMAGINÁRIOS 
(IF), de John Krasinski, 2024.Com Ryan Reynolds e Cailey Fleming. Live action e animação. Uma garota descobre que consegue ver os amigos imaginários de todas as pessoas, mesmo aqueles esquecidos por crianças que já cresceram. Com esse novo superpoder, ela embarca em uma aventura para reconectá-los. 
Cópia dublada. Classificação: LivreDuração: 132 minutos. Horários: 14 horas, 16h10 e 18h20.


O TARÔ DA MORTE 
(Tarot), de Spenser Cohen e Anna Halberg, 2024. Com Avantika, Jacob Baron e Olwen Fouere. Terror. Amigos de faculdade começam a morrer de maneiras relacionadas à sorte após a leitura de seus horóscopos. 
 Cópia dublada. Não recomendado para menores de 14 anosDuração: 98 minutos. Horários: 19 e 21 horas.

CONTINUAÇÕES

PLANETA DOS MACACOS: O REINADO  (Kingdom of the Planet of the Apes), de Wes Ball, 2024. Com  Kevin Durand, Owen Teague, Freya Allan. Ação, aventura e ficção científica. Grupos de macacos nunca ouviram falar de César, enquanto outros distorcem os seus ensinamentos para construir impérios. Um líder macaco, Proximus César começa a escravizar outros grupos para encontrar tecnologia humana, enquanto outro jovem macaco, Noa que viu seu clã ser capturado,  embarca em uma jornada que o levará a questionar tudo o que lhe foi ensinado sobre o passado e a fazer escolhas que definirão o futuro de macacos e humanos. Uma jovem humana, Mae torna-se a chave para a busca deste último, embora ela tenha seus próprios planos. Segunda semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: minutos. Horários: 14 horas, 15h30, 17 e 20 horas e 20h30.

GARFIELD: FORA DE CASA 
(), de , 2024. Animação. 
Garfield, o mundialmente famoso gato de estimação que odeia segundas-feiras e ama lasanha, está prestes a ter uma aventura selvagem ao ar livre. Após um reencontro inesperado com seu pai há muito perdido - o maltrapilho gato de rua Vic - Garfield e seu amigo canino Odie são forçados a sair de suas vidas perfeitamente mimadas para se juntarem a Vic em um hilariante e arriscado assalto. Terceir
a semana. Cópia dublada. Classificação: LivreDuração: 132 minutos. Horários: 13, 15 e 17 horas.


KUNG FU PANDA 4 
(Kung Fu Panda 4), de Mike Mitchell, 2024. Animação. Após ser escolhido para se tornar o líder espiritual do Vale da Paz, Po precisa encontrar e treinar um novo Dragão Guerreiro, enquanto uma feiticeira perversa busca trazer todos os vilões-mestres já derrotados por Po de volta ao reino espiritual. Non
a semana. Cópia dublada. Classificação: LivreDuração: 90 minutos. Horário: 13h30.
Programação até quarta-feira, 22/05


Baseado em uma história real, "Uma Vida de Esperança" ganha trailer, pôster e data de estreia antecipada no Brasil

Sucesso nos Estados Unidos, filme chega aos cinemas brasileiros em 13 de junho




Assista ao trailer

A Sony Pictures, em parceria com a 360 Way Up, divulga o pôster e o trailer de "Uma Vida de Esperança" (Ordinary Angels), filme que se tornou sucesso de bilheteria nos Estados Unidos. Estrelado pela atriz vencedora do Oscar, Hilary Swank e baseado em uma emocionante história real, o filme teve sua estreia antecipada no Brasil e chega aos cinemas em 13 de junho.
Sinopse oficial
Baseado em uma notável história verídica, "Uma Vida de Esperança"  conta a história de Sharon (Hilary Swank), uma cabeleireira cheia de atitude, lutadora, residente em uma pequena cidade do Kentucky, que descobre um propósito em sua vida quando conhece Ed (Alan Ritchson), um viúvo que trabalha duro para sobreviver com suas duas filhas, sendo que a mais nova está esperando por um transplante de fígado. Sharon, então, decide ajudar a família e se mudará montanhas para fazer isso. O que se desenrola a partir de aí é uma inspiradora história de fé, milagres cotidianos feitos por anjos e heróis do dia a dia, cuja missão é promover uma vida de esperança
A mão de Deus estendida para uma criança
O filme "Uma Vida de Esperança"  transmite a mensagem de fé e superação mostrando que Deus está sempre presente em nossas vidas, inclusive nos momentos mais difíceis. Pessoas comuns são os instrumentos de Deus ao longo da história, lembrando-nos de que não estamos sozinhos e de que podemos encontrar força e esperança mesmo nas situações mais difíceis. 
A trama gira em torno da jornada para ajudar Ashley (Skywalker Hughes) que aguarda um transplante, destacando a gratificação de auxiliar alguém, especialmente quando esse alguém é desconhecido.
Mobilizar recursos, envolver pessoas e crer que tudo é possível são pilares fundamentais dessa narrativa, mostrando a força da únião e da comunidade ao redor da história.
Sharon, firmada em seu propósito de ajudar ao próximo, representa esta comunidade que é impulsionada pela compaixão, seguindo o exemplo de Jesus. A força do amor que envolve a comunidade é a força motriz deste longa. "Uma Vida de Esperança"  é uma obra imperdível, repleta de mensagens profundas de fé e dedicação em prol da vida.
Enviado por www.360wayup.com

EMS e SIP promovem Congresso de Pediatria gratuito em Feira de Santana


Responsabilidade com a saúde das crianças e atualizações constantes são a base dos pediatras para o bom atendimento. E é ciente disso que a EMS, em parceria com a SIP (Soluções Integradas Pediátricas), promove o Congresso Pediatrico Teórico/ Prático EMS | SIP em Feira de Santana. 
O evento será dias 23 e 24 de maio, no Hotel Ibis. No primeiro dia terá uma programação teórica com palestras de profissionais renomados, inclusive de outros estados, Como a presença da Dra. Liubiana Arantes, neuropediatra mineira referência nacional em TEA, e no segundo dia atividades práticas. “O nosso propósito é que o aprendizado enriqueça o conhecimento dos participantes, contribuindo com a prática médica nos atendimentos diários”, afirma Sandro Nunes, diretor médico da SIP. 
O evento é gratuito e tem como público alvo médicos, especialmente da rede pública. Para participar é necessário fazer a inscrição com CRM nos dois dias do evento, pelo Sympla

Enviado por Orisa Gomesm da Notre Comunicação

terça-feira, 14 de maio de 2024

7.777.777 visualizações


Nesta terça-feira, 15, o 
Blog Demais chega a sete milhões, setecentos e setenta e sete mil e setecentos e setenta e sete visualizações, segundo estatística do Blogger. Nenhum outro blog de Feira de Santana revela dado como esse.

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Funcionários da ONU são flagrados com terroristas armados do Hamas

Segundo a FDI, o local é um complexo logístico que organiza a distribuição de ajuda humanitária


Nas imagens, é possível ver homens carregando fuzis, identificados por Israel como terroristas, junto de funcionários da ONU, carros identificados com o nome da instituição bilateral e outras armas de fogo. (Foto: Reprodução/Redes Sociais).

Por Danyelle Silva

As Forças de Defesa de Israel (FDI) publicaram nesta terça-feira (14) imagens de homens armados na sede da Agência da ONU (Organização das Nações Unidas) para os Refugiados Palestinos (UNRWA) em Rafah. No momento Israel realiza uma ofensiva terrestre contra os terroristas do grupo Hamas que causou o êxodo de palestinos refugiados na cidade. 

Nas imagens, é possível ver homens carregando fuzis, identificados por Israel como terroristas, junto de funcionários da ONU, carros identificados com o nome da instituição bilateral e outras armas de fogo. fogo.


Segundo a FDI, o local corresponde a um complexo logístico da UNRWA localizado no leste de Rafah que organiza a distribuição de ajuda humanitária para palestinos na Faixa de Gaza. A movimentação foi flagrada durante operação de monitoramento no último sábado (11). 

Até o momento, nem a ONU e a UNRWA se manifestaram sobre o caso. 

Em janeiro a UNRWA foi alvo de uma polêmica após 12 funcionários terem sido acusados de estar envolvidos no ataque terrorista do Hamas em Israel, no dia 7 de outubro de 2023, data que iniciou a guerra na Faixa de Gaza. Já em maio, a FDI afirmou que atacaram uma central de comando do Hamas em uma sede da agência em Gaza. 

A FDI disse ainda que, após o flagra, representantes do Coordenador de Atividades Governamentais nos Territórios (COGAT, em inglês), unidade do Ministério da Defesa Israelense, transmitiram as descobertas para as autoridades da comunidade internacional e pediram à ONU que conduzisse uma investigação urgente sobre o caso. 

Além disso, representantes do governo israelense alertaram a ONU contra a presença e a atividade terroristas no complexo do centro logístico da UNRWA e a segurança das instalações da organização. 

Fonte: https://diariodopoder.com.br/

Como era o cinema mudo

 


"O som aniquila a grande beleza do silêncio. " - Charles Chaplin (1889-1997)

Nos primórdios da história do cinema, no final do século XIX, os filmes eram mudos, não tinham trilha sonora.

No período mudo, o entendimento dos filmes era através da ênfase nas expressões corporal e facial, nos gestos suaves e na pantomima, além da inserção de legendas, intertítulos - letreiros explicativos -, que tinham o objetivo de tornar o enredo mais claro para os espectadores.

Os filmes do cinema mudo eram mais lentos - com 16 a 20 quadros por segundo -, do que os filmes sonoros - com 24 quadros por segundo. Esta técnica era utilizada para acelerar a ação, especialmente nas comédias.

Os filmes, celuloides, eram feitos de nitrato. Com a falta de cor natural de processos disponíveis, os filmes eram mergulhados em corantes e tingidos de vários tons e matizes para sinalizar um humor ou representar um momento do dia. Cenas noturnas eram representadas em azul, enquanto amarelo significava o dia. O fogo era representado em vermelho e o verde representava uma atmosfera misteriosa.

Por cerca de 30 anos, o cinema se resumiu a esta modalidade, que já passava ao público, mesmo sem som, a magia que seria sua marca nos anos seguintes.

Nos locais de exibição das películas, em cine-theatros, as cenas cinematográficas eram acompanhadas por compassos tocados por orquestras. A escolha sonora dependia, muitas vezes, do ponto de vista do maestro sobre a obra em exibição.

A qualidade dos filmes mudos - especialmente os produzidos na década de 1920 - muitas vezes foi considerada alta.

Texto de Dimas Oliveira incluído no livro "A Arte do Silêncio em Feira de Santana"

segunda-feira, 13 de maio de 2024

Três anos do lançamento de “A Arte do Silêncio em Feira de Santana”



O jornalista e memorialista Dimas Oliveira lançou há três anos, em maio de 2021, mais um livro como organizador. Trata-se de “A Arte do Silêncio em Feira de Santana”, com versão no formato e-book Kindle (193 páginas) em venda no site da Amazon - http://www.amazon.com.br/ - no item Lançamentos. O preço de R$  30,00 inclui envio sem fio internacional gratuito via Amazon Whispernet.
O cinema - arte muda, scena muda, arte do silêncio -, destacado nas páginas do jornal noticioso independente e literário “A Flor”, é que o autor mostra na publicação. Como era a exhibição cinematographica em Feira de Santana em parte de 1921 (descrição do produto na Amazon), quando existiam duas casas de diversões na cidade, o Cine-Theatro Sant’Anna, de propriedade de Raul Ferreira da Silva, e o Cine-Theatro Elite, de Arlindo Ferreira, os dois na rua Conselheiro Franco?
São compiladas 29 edições da publicação, entre abril e novembro daquele ano e mais uma edição de 12 anos depois, dezembro de 1933. 
Há 100 anos, na época do cinema mudo, os films eram em preto & branco, com duração média de 60 minutos e muitos eram em série de seis até 18 capítulos.
Feira de Santana contava, então, com 50 mil habitantes, "uma parte significativa era habitué dos dois cinemas, em matinés e suarés, essas elegantes, com entrada a 1$000 (mil réis), com homens e mulheres bem vestidos na platéa, vibrando com os actores e actrizes em aventuras, dramas, comédias e westerns, os films que eram focalizados", como conta na apresentação Thomas Oliveira, organizador da edição, que cuidou de colocar o livro na plataforma digitalcomo ocorreu em 2014 com "cinema demais: ou era uma vez dezenas de filmes comentados e a situação do cinema em feira de santana", primeiro livro de Dimas Oliveira, lançado em formato físico.