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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Novo filme da Marvel em lançamento nacional



Da Marvel, o estúdio que trouxe franquias globais campeãs de bilheteria como "Homem de Ferro", "Thor", "Capitão América" e "Os Vingadores", chega uma nova equipe, com a aventura espacial com muita ação e aventura, "Guardiões da Galáxia" (Gardians of the Galaxy), de James Gunn, que tem lançamento no Orient Cineplace, nesta quinta-feira, 24.
O filme da Marvel expande o Universo Cinemático Marvel para o cosmo, onde o impetuoso aventureiro Peter Quill (Chris Pratt) se vê como objeto de uma caçada implacável após roubar uma misteriosa esfera cobiçada por Ronan (Lee Pace), um vilão poderoso com ambição que ameaça todo o universo. Para fugir do determinado Ronan, Quill é forçado a fazer uma complicada aliança com um quarteto de desajustados - Rocket, um guaxinim atirador, Groot, uma árvore mutante humanoide, a mortal e enigmática Gamora (Zoe Saldana) e o vingador Drax, o Destruidor (Dave Batista). Mas quando Quill descobre o verdadeiro poder da esfera e o perigo que ela representa para o cosmo, ele deve fazer seu melhor para reunir seu grupo desorganizado para uma última e desesperada resistência - com o destino da galáxia em jogo.
Enquanto isso, o filme de ação e ficção científica, "O Planeta dos Macacos: O Confronto" (Dawn of the Planet of the Apes), entra em segunda semana.
Também continuam em cartaz, a animação da Disney "Aviões 2: Heróis do Fogo ao Resgate" (Planes:  Fire & Rescue), em terceira semana; "Transformers 4: A Era da Extinção" (Transformers 4: Age of Extinction), de Michael Bay, com Mark Wahlberg, em quarta semana; a animação "Como Treinar Seu Dragão 2" (How To Train Your Dragon 2), em sétima semana; e o drama romântico "A Culpa É das Estrelas" (The Fault in Our Stars), em nona semana. Todos os filmes são exibidos em cópias dubladas. 

"O CIRCO DE HORRORES - Dilma volta a falar sobre conflito israelo-palestino e mete, de novo, a política externa brasileira no lixo, agora sob os auspícios do regime bolivariano, francamente antissemita"



Por Reinaldo Azevedo
A presidente Dilma Rousseff participou nesta terça de um troço impossível: uma reunião de cúpula do Mercosul. A questão é simples: ou bem alguma coisa é de cúpula ou bem é do Mercosul. As duas palavras não podem compor uma unidade semântica. Convenham: reúnam-se Dilma, Cristina Kirchner, Nicolás Maduro e José Mujica… Tinha de tudo: anã diplomática, mulher transformista, domador com chicote e palhaço… O Mercosul é aquela estrovenga que impede o nosso país de firmar acordos bilaterais e que está ajudando a enterrar a indústria brasileira. O encontro aconteceu na Casa Amarilla, no Centro de Caracas. Os jornalistas foram proibidos de chegar perto do circo. Ninguém por ali gosta de liberdade de imprensa.
Entre as muitas irrelevâncias, houve, claro, espaço para dizer delinquências políticas sobre o conflito israelo-palestino. E tal honraria coube a Dilma, que não se dispensou de manchar mais uma vez a diplomacia brasileira. Disse ela: "Desde o princípio, o Brasil condenou o lançamento de foguetes e morteiros contra Israel e reconheceu o direito israelense de se defender. No entanto, é necessário ressaltar nossa mais veemente condenação ao uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças".
"Desde o princípio", quando? A nota oficial do Itamaraty, junto com a ordem para o retorno do embaixador brasileiro em Tel Aviv, ignorava os ataques do Hamas. Sucessivos governos do PT, que puxam o saco de todas as ditaduras islâmicas, têm condenado Israel de forma sistemática.
Dilma nunca soube direito o que dizer sobre a maioria dos assuntos. Então candidata a presidente, em 2010, ela participou, no dia 14 de maio, em Brasília, da "Missa dos Excluídos", que encerrou o 16º Congresso Eucarístico Nacional. Foi indagada sobre a legalização do aborto, à qual ela era francamente favorável. Disse o seguinte:
"Não é uma questão se eu sou contra ou a favor, é o que eu acho que tem que ser feito. Não acredito que mulher alguma queira abortar. Não acho que ninguém quer arrancar um dente, e ninguém tampouco quer tirar a vida de dentro de si".
Entenderam. Na cabeça de Dilma, não havia diferença entre um feto e um dente estragado. É com essa propriedade que ela reflete sobre assuntos graves. E não foi diferente ao se pronunciar sobre a criação de um Estado palestino, segundo ela, uma "pré-condição para a paz". Uau! Dilma acha que, primeiro, Israel deve permitir que os palestinos criem o seu Estado, mesmo debaixo de foguetes e sob ataques terroristas. Aí, então, é só cuidar da paz. A diplomacia israelense foi suave ao chamar o Brasil de anão diplomático. O Mercosul divulgou uma nota no mesmo tom.
É uma ironia patética que essa declaração tenha sido feita na Venezuela. O bolivarianismo é francamente antissemita. Em 2009, Chávez expulsou o embaixador de Israel de Caracas sob o pretexto de protestar contra a incursão de então à Faixa de Gaza. Foi fartamente elogiado pelos terroristas do Hamas, do Hezbollah e pelo governo do Irã. Em 2012, um estafeta do chavismo publicou um artigo no site da Rádio Nacional da Venezuela com um ataque bucéfalo ao candidato da oposição, Henrique Caprilles Radonski, cuja família é de origem judaica, chamando-o de "porco". Foi além e escreveu: "Este é o nosso inimigo, o sionismo que Capriles Radonski hoje representa, que não tem nada a ver com uma força nacional e independente". O artigo incitava os venezuelanos a rechaçar "o sionismo internacional, que ameaça com a destruição do planeta que habitamos". E, claro!, pedia votos para Chávez. É pouco? Os chamados círculos bolivarianos são infiltrados por militantes ligados ao Hezbollah, o movimento terrorista que governa o Sul do Líbano. E o Irã segue sendo um dos principais parceiros do governo Maduro, como era de Chávez.
E nessa lata de lixo que a presidente Dilma mete a política externa brasileira.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Não acredito em governo petista

Há pouco mais de sete anos, postamos aqui no Blog Demais a nota que se segue. De lá para cá nada mudou:
Só mesmo sendo ingênuo ou besta para acreditar que o restaurante Carro de Boi e a boate Jerimum vão ser recuperadas, daqui a um ano - em período pré-eleitoral.
Não acredito em bruxas, em Papai Noel, em duendes e, principalmente não acredito em governo petista, de esquerda e que tais.
Ainda mais um governo que que suspendeu as obras do Teatro e Centro de Convenções, complexo que já era para estar em funcionamento.

"Dilma tenta se descolar de 'Top-Top' no caso Israel"



O governo "plantou" nos jornais de ontem correção importante no seu discurso sobre o Oriente Médio: destacou que a presidenta Dilma qualifica de "massacre" e não "genocídio" o que ocorre em Gaza, em razão da ofensiva israelense. Dilma isola e se descola do aspone lulista Marco Aurélio "Top-Top" Garcia - que usou a expressão "genocídio", provocando reação de Israel e fazendo do Brasil motivo de chacota.
Anão é o ‘Top-Top’
O governo de Israel chutou o pau da barraca e chamou de "anã" a diplomacia brasileira por saber que "Top-Top" Garcia a lidera de fato.
Vergonhoso
Estreito, atrasado, trapalhão, Marco Aurélio Garcia jamais foi diplomata, mas define a política externa desde o governo Lula.
Medo cúmplice
Subservientes, os diplomatas assistem Marco Aurélio Garcia esfacelar o prestígio construído pela Itamaraty ao longo de mais de cem anos.
Fonte: Cláudio Humberto

Como será o final dos tempos

Artigo de Dimas Oliveira, publicado em agosto de 1999, no jornal "Diário da Feira", do qual foi editor:
O homem não conhece tudo. Sobre o fim do mundo, o homem não sabe nada. "Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai" (Mateus 24: 42). Em Marcos 13: 24-27, juntamente com as passagens paralelas de Mateus 24: 29-41 e Lucas 21: 21-33, o centro da reflexão evangélica sobre a história do fim do mundo. São ensinamentos sobre as "últimas coisas", sobre o que se chama escatologia.
Por isso que os crentes não crêem que o mundo possa acabar amanhã. Numerosas previsões humanas já foram feitas e todas inevitavelmente fracassaram. "Não lhes compete saber os tempos ou datas que o Pai estabeleceu pela Sua própria autoridade", disse Jesus (Atos 1: 6 e 7).
Os crentes esperam a segunda vinda de Jesus, o arrebatamento. Aqueles que aceitaram Jesus Cristo como Messias, como o Filho de Deus terão vida eterna no mundo futuro, com a Igreja que será arrebatada por Jesus.
Marcos 13: 24-27 diz: "Mas naqueles dias, depois daquela tribulação, o sol escurecerá, e a lua nãodará a sua luz; as estrelas cairão no céu e os poderes que estão nos céus serão abalados. Então verão vir o Filho do Homem nas nuvens, com grande poder e glória. E logo enviará os seus anjos, e ajuntará os seus eleitos, desde os quatro ventos, desde a extremidade da terra até a extremidade do céu". Lucas 21: 25-28 diz: "E haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; e sobre a terra haverá angústia das nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas; os homens desfalecerão de terror, e pela expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto os poderes do céu serão abalados. (...) Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, exultai e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção de aproxima".
Assim, resta ao crente, como exorta Mateus (24: 42), que "Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor".
Os que não aceitam esta verdade, de que Jesus é o Rei dos reis e Senhor dos senhores não vão escapar do período de provação, da grande tribulação, que se seguirá à segunda vinda de Jesus, para a redenção fina no fim dos tempos.

Lembrando filme indiano "Fantasia Oriental"


Vídeo com Lata Mangeshkar cantando a bela canção "Aaj Mere Mann Mein Sakhi" no filme indiano “Fantasia Oriental” (Aan)


Cartaz de "Fantasia Oriental" (Foto: Reprodução)

Quem se lembra do filme "Fantasia Oriental", que foi exibido no Cine Santanópolis, nos anos 60? Era menino quando assisti à essa produção indiana, de sucesso internacional. Com mais de três horas de duração, "Fantasia Oriental" (Aan), de Mehboob Khan, 1952, encontrou seu lugar na história como o primeiro filme Technicolor da Índia. 
Em Londres, a premiére foi um evento marcante, com presenças de estrelas de Hollywood, como Errol Flynn, Joan Fontaine, Douglas Fairbanks e Vivien Leigh. Foi muito apreciado e ficou 12 semanas em cartaz. Uma típica aventura, o filme foi baseado no clássico "A Megera Domada", de William Shakespeare. Foi filmado com grandes gastos, cenário caro e figurino glamouroso. Tem ação, aventura, drama, romance e música.
A narrativa: Jai (Dilip Kumar) é um fazendeiro que vive pacificamente com sua mãe numa humilde morada. Um dia, o príncipe Shamsher Singh (Prem Nath) vem ao vilarejo e avista a bela Mangala (Nimmi). Ele tenta conquistá-la, mas ela não cede, já que ama Jai. Shamsher seqüestra Mangala, e Jai vai ao palácio para resgatá-la. Mangala se suicida e em vingança, Jai seqüestra a cruel e arrogante princesa Rajshree (Nadira), cujo acessório favorito é um chicote. Ele a domestica, e ela se torna humilde e feminina. Jai e a princesa se apaixonam, e enquanto isso, no palácio, Shamsher continua com seus atos tirânicos. Finalmente Jai inicia uma rebelião em massa com a ajuda dos habitantes do vilarejo. Ele derrota o exército de Shamsher e casa-se com a princesa. Foi distribuído pelo mundo inteiro - em alguns lugares o título foi "Princesa Selvagem"

"Como um filme é feito no Brasil"

Por Felipe Atxa
No Brasil, funciona mais ou menos assim: um cineasta militante acorda com uma idéia para um filme. Vamos supor que essa idéia possa ser resumida na sentença "Rapaz se apaixona por garota". Ele transforma essa idéia numa pequena proposta de filme, expandindo o conceito para "Na época da ditadura militar, rapaz rico e branco se apaixona por garota afro-descendente e pobre, mas a repressão, a tortura e o preconceito da classe média impedem que o casal seja feliz para sempre".
De posse dessa premissa, o cineasta brasileiro recebe, do Estado, algo em torno de 60 mil reais para transformar a idéia original num roteiro que possa vir a ser filmado. Quando o projeto fica pronto, ele pede ao Estado mais três milhões de reais, agora para realizar o filme inteiro. Embora o valor solicitado seja duas ou três vezes mais do que ele precisaria, de fato, para completar a produção, o cineasta consegue o dinheiro. Após as filmagens, contudo, ele percebe que seu planejamento financeiro foi mal feito (entre desperdícios e auto-remunerações) e ele precisará de mais dois milhões de reais para finalizar seu trabalho. Pede novamente ao Estado o montante que falta, e mais uma vez é atendido.
Com o filme pronto debaixo do braço, o cineasta brasileiro reclama que, por causa dos filmes norte-americanos, que dominam o mercado, não encontrará tantas salas exibidoras quanto quer dispostas a exibir sua produção. Essa desculpa é automaticamente aceita, novamente, pelo Estado, que lhe confere derradeiros 700 mil reais, agora para fazer uma campanha de lançamento de seu filme. Independente disso, algumas salas são obrigadas a, por lei, exibirem seu filme, ainda que em todas as sessões a sala possa estar mais vazia que a mente de um militante petista.
O filme finalmente fracassa: consegue atingir um público de pouco mais de 10 mil espectadores, que destinam ao filme (cuja despesa total até o momento beira os seis milhões de reais) módicos 150 mil reais, dos quais apenas cerca de 40 mil reais podem ser consideradas receitas líquidas da produção. E todo esse processo foi inteiramente custeado por dinheiro público, concedendo ao cineasta o direito de não colocar a mão no bolso uma única vez sequer, exceto para despesas de escritório e remessa postal.


Fonte: "Mídia Sem Máscara"

Bahia tem mais de dez milhões de eleitores aptos a votar nas eleições de 2014

Feira de Santana é o segundo maior colégio eleitoral,
depois de Salvador
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou, na terça-feira, 29, o número oficial do eleitorado brasileiro, totalizando 142.822.046 aptos a votar nas eleições gerais de 2014 em todo o Brasil, um aumento de 5,17% em relação às eleições de 2010.
Na Bahia, o quantitativo é de 10.185.417 eleitores em condições regulares de comparecerem às urnas em outubro deste ano. Desse quantitativo, 417.820 já vão votar com a identificação biométrica.
As mulheres são maioria, somam 5.304.570 eleitores, 52% do total de votantes, enquanto os homens têm número um pouco menor: 4.874.046 eleitores (47,8%). Os demais, 6.801 (0,06%), não informaram o sexo.
Feira de Santana continua sendo o segundo maior colégio eleitoral da Bahia, depois da capital, Salvador, com 387.768 eleitores. Aumento de 3,807%.
Todos os dados estatísticos podem ser acessados por meio da página www.tre-ba.jus.br, através do menu "Eleições", submenu "Eleições 2014", clicando-se, sem seguida, em Estatísticas de eleitorado.
Fonte: TRE-BA



A verdade existe sim

Por Dimas Oliveira
O mundo está vivendo um momento de transição nestes que são os últimos dias, com muitas mudanças na ciência e na intelectualidade. É a pós-modernidade, onde tudo o que acontece é considerado válido. Até mesmo o terrorismo, com as ações do Hamas contra Israel. Ninguém se envergonha de mais nada e dá "interpretação cultural" que achar conveniente.
Com isto, as pessoas viram depósito de muitas idéias e passam a acreditar que a verdade não existe, pois cada fato é interpretado de uma forma, levando-se à constatação de que a verdade não está em lugar algum. Com a pós-modernidade, o que vale é o prazer da emoção de tudo.
A constatação é a de que tudo que se fala hoje é raso, não tem nenhuma profundidade. É o resultado do caldeirão cultural do que tudo é bom. Do politicamente correto.
A Igreja Evangélica neste tempo de avivamento tem se posicionar contra este estado de coisas, exortando ao crente a não se deixar abalar com os ataques à Palavra de Deus. A verdade é que não se pode desistir do céu, não se pode cair da graça, tem que se buscar qualidade de vida diante de Deus, ter a mente de Cristo e comunhão com a Palavra, com firmeza.
O Bem e o mal existem. O mundo diz que é maniqueísmo. São duas forças: a do Bem, que é Deus, a do mal, que é o diabo. Ou se está com um ou com outro, não existe muro nem meio termo. Neste momento, por exemplo, Israel não é a mais recente e bem-sucedida encarnação de Satanás, o "grande satã" como quer os terroristas e aliados. Na verdade, a guerra é da modernidade contra a idade da pedra, que reage contra a civilização. Por causa de Israel, que é o alvo, trava-se uma guerra espiritual, além da guerra física.
Como o Bem e o mal existem, também o branco e o preto, o tudo e o nada, o masculino e o feminino, o sim e o não, a cabeça e a cauda, a modernidade e o atraso. São paradigmas que não agradam ao mundo, que são rejeitados pelos que não se posicionam e rebuscam filosofias, afirmando tolices como "não penso, sou pensado".

Se através da Bíblia, Deus não quis dizer o que disse por que não disse o que queria dizer?, se questiona. Tudo o que está na Bíblia é para todo o sempre não para uma cultura de uma época. Deus é contemporâneo, é de todas as épocas.

"Israel: o maior aliado do povo palestino"

Por Matt Barber
Israel não é manso.
Mas é bom.
Se um caçador atira flechas contra um grupo de leões que estão dormindo, os leões é que têm culpa se despertarem e se defenderem?
O que dizer de um atirador quando ele, intencionalmente, se esconde atrás das saias de sua própria mulher e filhas, esperando - aliás, rezando - para que essas preciosas almas morram inadvertidamente como consequência?
Alguém diria que se trata de um covarde, um idiota e um monstro.
Tais são os homens do Hamas, do Hezbollah e da Autoridade Palestina - todos terroristas. Eles, propositadamente, sacrificam seus próprios cidadãos.
Existem dois culpados pelas trágicas perdas de vidas tanto em Gaza como em Tel Aviv: o islamismo em geral e o Hamas em particular. Não há equivalência moral nesse furioso conflito de Gaza.
Só existe o bem e o mal.
Israel, embora não seja perfeito, é bom. O Hamas é mau. Israel ama a vida. Hamas ama a morte.
Mas não acredite nisso pela minha palavra. Em 2008, Fathi Hamad, líder político do Hamas, dirigindo-se ao povo judeu, traiu-se revelando o estratagema empiricamente perverso do islamismo quando proclamou: "Nós desejamos a morte mais do que vocês desejam a vida."
"A morte para o povo palestino," disse Hamad, "tornou-se uma indústria, na qual as mulheres se destacam, assim como todos os que vivem nesta terra. Os idosos se destacam nisso, os combatentes jihadistas se destacam nisso, e as crianças se destacam nisso."
"Por isso, eles [a Autoridade Palestina] criaram um escudo humano de mulheres, crianças, idosos e jihadistas para enfrentar a máquina de bombardeio sionista, para dizer ao inimigo sionista: 'Nós desejamos a morte tanto quanto você deseja a vida.'"
O líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, concorda: "Nós vamos ganhar, porque eles amam a vida e nós amamos a morte."
E assim homens, mulheres e crianças, tanto israelenses quanto palestinos, tornam-se as vítimas inocentes dessa cultura islâmica de morte.
Essas são as vítimas do Hamas.
Recentemente, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu resumiu de forma concisa esse trágico fenômeno: "Estamos usando defesa antimísseis para proteger nossos civis, e eles estão usando seus civis para proteger os seus mísseis."
Contudo, ao mesmo tempo, o eixo antissemita de cegos deliberados e bocas cheias de besteiras de hoje - os intelectuais esquerdistas, os "progressistas" do povão e a criatura ilusória: o "muçulmano moderado" - de forma inexplicável, se não inconsciente, apoia a principal causa Islâmica: Morte aos infiéis (Alcorão 9. 5).
"Libertem a Palestina ocupada!" Eles gritam, ao mesmo tempo em que ignoram a longa história de agressão mortal árabe na região, ou levam adiante suas atividades debaixo de uma enorme ignorância dessa história.
Por "Palestina ocupada," é claro, os árabes e os simpatizantes árabes referem-se àquela parte de Israel que foi tomada como despojos de sua defensiva, na Guerra dos Seis Dias. Em junho de 1967, a pequena nação judaica devastou os exércitos das vizinhas Síria, Jordânia e Egito, como as nações em guerra caracteristicamente preparadas para "varrer Israel do mapa."
Ao tomar a Península do Sinai, a Faixa de Gaza, a parte antiga da cidade de Jerusalém, as Colinas de Golã e a margem ocidental do rio Jordão (Cisjordânia), Israel tinha ganho um reduto defensivo na região, crucial para a sua própria sobrevivência. Ainda assim, muitos desses territórios se mantiveram densamente ocupados, até hoje, por milhares de árabes que agora estão sob o controle do governo israelense.
Aí está a luta.
Então, na verdade, Israel ocupa essa fictícia "Palestina" da mesma forma que os californianos "ocupam" Sacramento, a capital da Califórnia.
No entanto, imagine que o governo mexicano dispare dezenas de foguetes a cada dia, durante anos, em bairros de Los Angeles, intencionalmente dirigidos aos inocentes cidadãos americanos.
Ou visualize um homem-bomba mexicano com toda a autoridade governamental passeando em uma lanchonete lotada no subúrbio de Bakersfield (terceira maior cidade do interior da Califórnia), explodindo e estraçalhando a si mesmo e dezenas de mulheres e crianças.
Imagine, se quiser, uma mulher calma, despretensiosa e habilmente disfarçada como uma mulher grávida embarcando em um bonde de San Francisco e explodindo-o, juntamente com dezenas de passageiros inocentes.
Você não acha que a comunidade internacional iria condenar com veemência tais atos horríveis de terrorismo? Você não acha que os EUA iriam responder com o nível de força necessário para eliminar a ameaça? Será que os EUA não têm um direito absoluto - na verdade, um dever absoluto - de fazê-lo?
É claro que os EUA dariam uma resposta.
Falando perante o Knesset (Parlamento de Israel) em 2006, o primeiro-ministro Netanyahu capturou, em duas frases breves, o que está no coração do conflito árabe-israelense que vem ocorrendo há séculos: "A verdade é que, se Israel abandonasse suas armas, não haveria mais Israel. Se os árabes abandonassem suas armas, não haveria mais guerra."
Inexplicavelmente, muitos no Ocidente - as pessoas a quem Vladimir Lenin teria chamado de "idiotas úteis" (ou seja, os já mencionados "progressistas," a mídia em geral e os muçulmanos "moderados") - voluntariamente negam-se a aceitar a verdade. Eles cooperam diretamente com as mãos encharcadas de sangue desses covardes terroristas.
Com o passar do tempo, ficou demonstrado mais uma vez a disposição deles de sacrificarem seus próprios inocentes (considere as crianças-bomba suicidas), esses monstros de hoje, deliberadamente, tanto atacam bairros israelenses com foguetes como também, intencionalmente, dispõem seus locais de lançamento militares e sedes terroristas ao lado de mesquitas, abrigos, parques infantis, fábricas e locais semelhantes.
Dessa forma, como se pretendia, criou-se o benefício propagandista. Grande parte do mundo acusa a Israel quando esses escudos humanos são tragicamente mortos durante os ataques militares realizado com precisão nos alvos terroristas. Como é que eles sentirão necessidade de defesa de mísseis quando eles têm mulheres e crianças para se esconder por detrás?
Tanto para o povo israelense quanto para as vítimas árabes do islamismo, digo o seguinte: Vocês estão em nossos pensamentos e nossas orações. Nossos corações se partem com vocês. Nossos corações se partem por vocês. Oramos para que Deus venha a cobri-los e protegê-los durante estes dias e noites escuras.
Porque, como disse uma vez a ex-primeira-ministra israelense Golda Meir: "A paz virá para o Oriente Médio, quando os árabes amarem seus filhos mais do que eles nos odeiam."
Mas, infelizmente, o ódio arde como brasa quente.
E assim a paz diminui.

Zé Chico Inaugura comitê

Com a presença do prefeito José Ronaldo de Carvalho, deputados estaduais Carlos Geilson e Targino Machado, além de candidatos a deputado estadual, vereadores feirenses, lideranças locais e da região, Zé Chico, candidato a deputado federal pelo Democratas, inaugurou o comitê de campanha na noite de terça-feira,29, instalado na avenida Getúlio Vargas, no centro de Feira de Santana.
A inauguração, que marca a abertura oficial da campanha de Zé Chico, transcorreu em clima de confiança em sua eleição, conforme enfatizaram todos os oradores. O prefeito José Ronaldo previu que Zé Chico será vitorioso e vai exercer o mandato com dignidade, respeitando o eleitorado, defendendo os interesses de Feira de Santana no Congresso Nacional. Realçou o histórico do candidato, homem simples e humilde, e aconselhou que faça peregrinações em busca do voto popular, mantendo com o povo um diálogo sincero e franco, que é uma das suas marcas.
Zé Chico, que no mesmo dia estava aniversariando, falou da ligação política com o senador João Durval Carneiro e com o prefeito José Ronaldo, reafirmou o compromisso com o povo feirense, com apresentação de emendas para obras e investimentos no município e disse que vai dedicar o máximo de si para não decepcionar o eleitor. "O meu gabinete em Brasília será de Feira de Santana", afirmou, ao mesmo tempo em que revelou que vai instalar um escritório na cidade, para manter um relacionamento permanente com a população.
Presente nas urnas
O deputado estadual Carlos Geilson fez relação direta com o aniversário de Zé Chico, observando que o presente para ele será dado no dia 5 de outubro, com o voto dos feirenses nas urnas, conferindo-lhe a vitória. Destacou que "precisamos de nomes novos na política", enfatizando que "as pessoas  de bem devem participar do processo político-eleitoral". Classificou Zé Chico como "um candidato digno e honrado" que irá projetar o nome de Feira de Santana na Câmara dos Deputados.
Voto com consciência
Targino Machado salientou que a eleição de políticos que não correspondem às expectativas é responsabilidade do próprio eleitor. Destacou que é necessário que o vote com consciência, avaliando a história dos candidatos e ressaltou que Zé Chico representa o perfil de um futuro deputado federal que vai respeitar os compromissos assumidos com a população feirense, atendendo as demandas da comunidade. "Por isso é o meu federal", afirmou.
Hospital em Humildes
Durante a inauguração do comitê de Zé Chico,  foi anunciada a futura construção de um hospital no distrito de Humildes, com recursos provenientes de emenda parlamentar para o orçamento do Governo Federal do próximo ano, de autoria do senador João Durval Carneiro.
Zé Chico, suplente do senador João Durval, revelou que fez o pedido do hospital de Humildes ao ex-governador e, ontem, recebeu um telefonema informando sobre a emenda. "No próximo ano, estaremos em Brasília cobrando a liberação da emenda, para que as obras sejam iniciadas o mais breve possível", adiantou.

terça-feira, 29 de julho de 2014

"O partido do terror, da censura e do silêncio. Ou: Funcionária do Santander já foi demitida, como exigiu Lula"



Por Reinaldo Azevedo
O terror petista já está em curso. A "analista" do Santander, que não teve seu nome divulgado, já foi demitida. A informação foi passada aos jornalistas pelo presidente mundial do banco, Emilio Botín, que foi chamado por Lula, nesta segunda, durante encontro da CUT, de "meu querido". O chefão petista, aliás, puxou o saco do banqueiro e demonizou a pobre bancária. Afirmou que a moça não sabia "porra nenhuma", nesses termos, e que o seu amigão deveria dar a ele, Lula, o bônus que caberia à então funcionária.
Só para lembrar: correntistas com conta acima de R$ 10 mil receberam uma avaliação sobre a situação política e econômica do país. O texto informava que os indicadores pioram se aumentam as chances de Dilma ser reeleita. Grande coisa! Isso já virou lugar-comum. O PT, no entanto, se aproveitou para inventar uma guerra dos ditos "ricos" contra o PT. Prefeituras do partido que têm a conta salário no banco falam em romper o contrato. A militância estimula os filiados a retirar seu dinheiro do banco. Não passa de oportunismo eleitoral.
Certa feita, um adversário de Marat, o porra-louca jacobino da Revolução Francesa, afirmou sobre o seu furor punitivo: "Deem um copo de sangue a este canibal, que ele está com sede". Falo o mesmo sobre Lula e o petismo: deem copos de sangue aos canibais; eles estão com sede.
É claro que se trata de uma ação para intimidar o debate. A partir de agora, nas instituições financeiras, bancos ou não, está instalado o clima de terror jacobino. Até parece que isso vai mudar alguma coisa. Não vai, não. Tudo tende a piorar.
O PT apelou ao TSE - e obteve uma liminar absurda - para tirar da Internet dois textos da consultoria Empiricus Research que o partido considera que lhe são negativos. O conjunto da obra é péssimo e indica que o PT não tem um compromisso inegociável com a liberdade de expressão. Não custa lembrar que essa é a legenda que definiu como um de seus principais objetivos o chamado "controle social da mídia". Imaginem como seria a liberdade de expressão entregue a esses patriotas…
Que coisa! O partido que, na década de 80, queria ser a encarnação da liberdade de expressão agora quer se manter no poder apelando à censura, ao terror e ao silêncio.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

"Lula usa tática de Dilma para proteger 'olheiro'"



Do mesmo jeito que a presidenta Dilma usou a mídia para queimar os homens de Lula - Gilberto Carvalho e Franklin Martins -, o ex-presidente usou a mesma tática. Partiu dele a iniciativa de criticar a atitude de Aloizio Mercadante (Casa Civil) com o secretário-geral Gilberto Carvalho, seu olheiro no Planalto. E Lula já avisou: se a fritura de Gilberto e Franklin não parar, ele dará entrevista que criará problemas à reeleição de Dilma.
Guloso
Lula anda irritado com a gula de Mercadante por poder no Planalto, e com a omissão de Dilma, que não dá um "chega pra lá" no ministro.
Déjà vu
O atual ocupante da Casa Civil tem mais influência nas decisões do que José Dirceu nos seus melhores dias. E isso é um perigo, prega Lula.
Fogo amigo
Mercadante chegou a sondar nomes para substituir Gilberto Carvalho na Secretaria-geral da Presidência, mas Lula abortou a operação.
Não perdoa
A presidenta Dilma não engole Gilberto Carvalho, que declarou que as vaias dirigidas a ela na abertura da Copa não partiram só da elite.
Fonte: Cláudio Humberto

"Número de pastores candidatos cresce 40% nestas eleições"

Candidato à Presidência, Everaldo Pereira é um dos 270 postulantes que se declararam pastores
Foto: Reprodução

As eleições deste ano contarão com 270 candidatos que se declararam pastores, um crescimento de 40% com relação ao pleito de 2010 - quando 193 pessoas disseram ocupar o cargo. Além disso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou a candidatura de 32 bispos (25% a menos do que em 2010) e 16 padres (30% a menos).
O PSC lidera a indicação de sacerdotes: são 37 clérigos evangélicos - um deles é o pastor Everaldo, que disputa a Presidência da República pelo partido. Nas últimas pesquisas DataFolha e Ibope, ele estava em quarto lugar com 3% das intenções de voto.
Os partidos de esquerda lideram as indicações de párocos católicos: o PT conta com cinco padres, e o PC do B, com três. Nenhum candidato adotou o termo rabino ou imã.
A população evangélica do país cresceu 61,5% em dez anos e atingiu a marca de 42,3 milhões de fiéis, cerca de 22,2% da população brasileira, segundo dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado em 2012.    
O voto evangélico é cortejado tanto pela presidente Dilma Rousseff (PT), quanto por seu principal adversário na disputa, o senador Aécio Neves (PSDB). Atualmente a bancada evangélica na Câmara Federal tem 66 parlamentares.
Durante as eleições presidenciais de 2010 a questão do aborto entrou na pauta dos candidatos. José Serra (então candidato do PSDB à Presidência) e seu vice, Índio da Costa (Democratas), denunciaram que Dilma era defensora da prática.
Fonte: UOL e Estadão

Parabéns, Mary Barbosa!




Mary Barbosa (Foto: Facebook) completa idade nova nesta terça-feira, 29. Ela atuou como manequim e fez teatro em Feira de Santana nos anos 60/70 nas peças "Toda Donzela Tem um Pai Que É uma Fera" - ganhou o prêmio de Melhor Atriz Revelação -, "Viúva, Porém Honesta" e "Cleóputo", essas duas ao lado de Dimas Oliveira. Atualmente, mora no Rio de Janeiro, onde se dedica às artes plásticas.
Em novembro do ano passado, Mary esteve em Feira de Santana revendo amigos e foi patronesse do lançamento do livro "Reminiscências de Feira de Santana", de José Francisco Brandão de Freitas, em 1º de novembro (Foto 2).

"Dilma tem 58% das intenções de voto de quem recebe Bolsa Família"

Por José Roberto Toledo
O Ibope perguntou ao eleitor se ele ou alguém em sua casa é beneficiário de ao menos um entre 16 programas federais, como Bolsa Família, Prouni, Minha Casa Minha Vida, Luz Para Todos e Farmácia Popular. Pelas respostas, um terço do eleitorado vive em domicílios onde pelo menos uma pessoa se beneficia diretamente por algum desses programas do governo. Isso, 33%. 
A pergunta óbvia é "como votam esses eleitores?" A maioria absoluta, 51%, declarou que votaria em Dilma. O dado consolidado pode ser enganador, porém. Apenas um dos programas federais faz diferença na eleição, justamente o maior e mais famoso de todos eles: entre os beneficiários do Bolsa Família a presidente chega a 58% das intenções de voto. Na média dos atendidos pelos outros 15 programas, a taxa de voto em Dilma é 38% - alta, mas igual à sua média no eleitoral total.
A interpretação enfadada desses números levaria à conclusão de que a candidata do PT só está à frente dos seus adversários na corrida eleitoral por causa do clientelismo do Bolsa Família. Infelizmente para a oposição, as coisas nunca são tão simples assim. Entre quem não ganha nada do Governo Federal - nem ele próprio nem ninguém de sua família - Dilma tem 32%. E Aécio Neves (PSDB)? O principal candidato oposicionista tem uma taxa de votos muito mais alta entre os "sem programa" do que entre os beneficiários: 25%, contra 16%. Se não houvesse Bolsa Família e similares, o tucano estreitaria sua diferença em relação à presidente, mas ainda ficaria sete pontos atrás.
Dos 38% de intenção de voto em Dilma, 17 pontos percentuais vêm do dito assistencialismo federal, mas os outros 21 pontos são de eleitores que nada têm a ver com o Bolsa Família e que tais. Do mesmo modo, quase metade dos eleitores assistidos pelos programas do governo não declaram voto na presidente: 16% votam em Aécio; 7%, em Eduardo Campos (PSB); 6% nos nanicos; 12% vão anular ou votar em branco; 7% são indecisos.  Dar bolsa ao eleitor aumenta em 60% as chances do candidato ganhar seu voto, mas não o garante. O alto conhecimento de Dilma e o assistencialismo explicam apenas em parte a resiliência da intenção de voto da presidente. O resto vem de quem aprecia o Bolsa Família e similares mesmo sem recebê-los.
Fonte: "O Estado de S. Paulo"

Convite para almoço

Enviado por Fernanda Matos - Laboratório da Notícia

Charge do Sponholz


Deu em Claudio Humberto


segunda-feira, 28 de julho de 2014

Espalhando o 25!


"Computadores do Planalto editaram Wikipédia em prol de Dilma e Padilha"



Computadores do Planalto foram usados para editar páginas na enciclopédia colaborativa Wikipédia em prol da presidente Dilma Rousseff e de seu ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, candidato do PT ao governo de São Paulo. As informações são do jornal "Folha de S. Paulo".
A Wikipédia registra todos os endereços de IP de computadores que realizam alterações em suas páginas. A reportagem do jornal cruzou esses dados com os endereços de IP registrados em nome do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e da Presidência da República - e detectou que, entre 2008 e 2014, páginas foram modificadas por onze computadores do governo para inclusão de elogios e exclusão de críticas a petistas. E também para atacar o ex-governador de São Paulo José Serra, em 2010, quando o tucano era adversário de Dilma na corrida ao Palácio do Planalto. Segundo a "Folha", as alterações foram desfeitas por outros usuários da rede, porque feriam as regras de uso da enciclopédia virtual.
Em 2013, por exemplo, uma conexão de Internet da Presidência foi utilizada para remover da Wikipédia trecho sobre suspeitas de corrupção na Funasa quando Padilha integrava o órgão. Segundo o jornal, o trecho suprimido foi o seguinte: "Em maio de 2013, iniciam investigações mediadas pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, por suspeitas de irregularidades na Funasa em 2004, quando Padilha era diretor de Saúde Indígena do órgão [...]". O editor aproveitou, ainda, para incluir elogios ao programa Mais Médicos, uma das principais bandeiras eleitorais de Dilma e Padilha. "Com o sucesso do Mais Médicos, Padilha se torna um dos pré-candidatos petistas à disputa pelo governo de São Paulo", diz o texto alterado. O original dizia apenas: "Padilha é um dos pré-candidatos petistas à disputa pelo governo de São Paulo, tendo transferido seu título eleitoral de Santarém para São Paulo em junho de 2013".
Em junho do mesmo ano, em meio a onda de protestos que varreu o país, endereço de IP do Serpro foi utilizado para alterar a página do Movimento Passe Livre (MPL) na enciclopédia. O texto colocado dizia que o MPL "se utiliza de protestos e, não raramente, depredação e violência para alavancar" reivindicações. Afirmava também que a tarifa zero, uma das bandeiras do grupo, ignora que "todo aumento de gasto público implica menos orçamento" para saúde e educação.
Já em 2010, um computador federal foi usado para inserir críticas a José Serra na página do tucano. O texto incluído dizia que "se eleito presidente, Serra pretende, como uma de suas metas, acabar com todas as empresas estatais e sucatear todas as empresas públicas". Procurado pelo jornal, o Serpro se negou a informar onde tais computadores estão alocados. Padilha se negou a comentar o assunto.
Fonte: "Veja"

"Guerra israelo-palestina: Um dia sangrento e a ladainha macabra de sempre"



Por Reinaldo Azevedo
O primeiro-ministro israelense, Benyamin Netaniahu, criticou o pedido incondicional de cessar-fogo feito pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU. E fez muito bem.  Na prática, o Conselho ignora os ataques de que Israel é vítima e atribui ao país a responsabilidade única pelo conflito. Não dá mais para aceitar esse tipo de delinquência política.
Nesta segunda, cinco palestinos foram mortos no sul de Israel. Ataques a um campo de refugiados e a um hospital, em Gaza, fizeram pelo menos 12 mortos e 40 feridos. O Hamas acusa Israel. O governo israelense, por sua vez, nega a responsabilidade e diz que se tratou de fogo amigo: os mísseis teriam sido disparados pela própria Jihad Islâmica, um dos grupos terroristas que atuam em Gaza. Israel não costuma mentir sobre suas ações.
No dia com o maior número de baixas civis israelenses, quatro pessoas morreram no distrito de Eshkol em razão da queda de um míssil: oito outras estão feridas, quatro em estado considerado "crítico", com risco imediato de morte, e quatro em estado grave. O Hamas comemorou com entusiasmo o seu feito, coisa que, obviamente, não vai chamar a atenção de ninguém, nem da ONU.
É uma tolice e uma perda de tempo imaginar que o esforço para isolar Israel, jogando contra o país a opinião pública mundial, irá demovê-lo de se defender. A hesitação em dar início à incursão terrestre em Gaza levava em conta o desgaste certo. Àquele que não resta alternativa a não ser se defender, a margem de manobra se estreita brutalmente.
Se Israel se vergasse a esse tipo de pressão, já não existiria como país. Também mentem os tolos - ou os de má-fé - ao sustentar que o país precisa do sinal verde dos EUA para se defender. A esta altura, está claro para a sociedade israelense que há um de dois caminhos: enfrentar o inimigo ou sucumbir. Parte considerável do mundo prefere fechar os olhos para os mísseis do Hamas, para a natureza da sua luta - que recorre a escudos humanos - e para seus propósitos: quer o fim de Israel. Está em seus estatutos.
A Israel cabe ficar de olhos bem abertos. Para enfrentar, inclusive, o hábil trabalho de manipulação de opinião pública que coloca o país como vilão.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Charge de Sponholz


Trailer de "Êxodo: Deuses e Reis"



Do diretor Ridley Scott ("Blade Runner", "Gladiador", "Prometheus") chega aos cinemas brasileiros em 25 de dezembro deste ano a aventura épica "Êxodo: Deuses e Reis" (Exodus: Gods and Kings), uma história sobre a coragem de um homem para derrubar o líder de um império. 
Ridley Scott traz à vida a batalha entre Moisés (Christian Bale), no momento em que ele ascende contra o faraó Ramsés (Joel Edgerton), levando 600 mil hebreus - sem contar mulheres e crianças - a uma jornada monumental para escapar do Egito e das pragas que o aterrorizam.
O filme tem seu primeiro trailer sendo exibido no Orient Cineplace. A trama inspirada no livro de Êxodo da Bíblia e foca no relacionamento de Moisés e Ramsés, que foram criados juntos, como irmãos, porém seguem caminhos separados quando o líder hebreu aceita a missão dada por Deus de libertar seu povo da escravidão no Egito.
As cenas do trailer mostram algumas das dez pragas narradas no livro sagrado, como a água transformada em sangue, e uma imagem da passagem pelo Mar Vermelho. 
O épico "Os Dez Mandamentos" (The Tem Commandaments), dirigido por Cecil B. DeMille e lançado em 1956, também com Moisés (Charlton Heston) como protagonista, se tornou  a maior bilheteria da história dentro do filão bíblico, se considerado o ajuste para valores de ingressos, com um total de 1 bilhão de dólares arrecadados nos Estados Unidos. 
Ainda no elenco: Sigourney Weaver (Tuya), Ben Kingsley (Nun), Aaron Paul (Josué), Indira Varame (Miriam), Maria Valverde (Séfora), Andrew Tanbet (Arão), Kevork Malilian (Jetro) e John Turturro (Seti). 

Feirense Saulo Rangel participa da "Dança dos Famosos 2014"

Saulo Rangel e Juliana Paiva
Foto: Reprodução

O feirense que gosta de televisão tem um motivo a mais para assistir ao "Domingão do Faustão", na Rede Globo, nos próximos domingos, pois o professor de dança de salão Saulo Rangel vai participar do quadro "Dança dos Famosos 2014", dançando com a atriz Juliana Paiva, a Lili de "Além do Horizonte". Os novos participantes foram apresentados no domingo, 27. 
Saulo é natural de Feira de Santana e é professor de dança do projeto "Arte de Viver", mantido pela Prefeitura de Feira de Santana, através da Fundação Cultural Egberto Costa, no Centro de Cultura Maestro Miro.
O feirense já participou de diversos eventos de dança pelo Brasil e pelo mundo, entre eles do III Congresso Internacional de Zouk, em Brasília, do III Congresso Internacional de Zouk-Lambada Berg & Co, em Porto Seguro e do Campeonato Mundial de Zouk Lambada.
As atrizes Vanessa Gerbeli, Giovanna Ewbank, Juliana Paiva, Paloma Bernardi, Lucélia Santos e a cantora Anitta foram escolhidos para integrar o time feminino da competição.
No time masculino estão os atores Bruno Gissoni, Anderson Di Rizzi, Marcello Melo Jr, Luiz Carlos Miele, o jogador de vôlei Giba e o sertanejo Lucas Lucco. Faustão entrevistou cada um dos competidores para saber a respeito do seu histórico com a dança.
Juliana Paiva, sucesso como a Lili de "Além do Horizonte" e a Fatinha de "Malhação", volta à telinha da Globo com um novo desafio: mostrar que tem gingado e cativar mais uma vez todo o Brasil com seu jeito fofo e espontâneo. 
Fazendo par com o feirense Saulo Rangel, a gata garante que está à altura: "Amo desafios".
Fonte: "Correio Feirense"

"'Vocês não são pró-direitos humanos, vocês são apenas anti-Israel' - A sessão da ONU em que Hillel Neuer detona os falsos humanistas do mundo, apesar de tentarem calá-lo"



Por Felipe Moura Brasil
O número baixo de israelenses mortos no atual conflito do Oriente Médio faz parecer a qualquer idiota ludibriado pela imprensa esquerdista que Israel não sofre – ou pelo menos não tanto assim - com os ataques do Hamas e, portanto, para defender e garantir a segurança de seu povo, não precisa reagir, eliminar terroristas, destruir armamentos e enfrentar as duras decisões inerentes a qualquer guerra. Acontece que, em primeiro lugar, não morrem tantos israelenes porque Israel protege seus civis em vez de usá-los de escudos humanos como faz o Hamas. E, em segundo, não é porque não morrem tantos israelenses que eles não sofrem com os ataques do inimigo. Mas Israel teria de deixar seu povo morrer para que lhe dessem alguma razão, sabe como é…
Em sessão da ONU da última quarta-feira, 23 de julho, durante a qual a alta comissária para direitos humanos, Navi Pillay, disse que as ações de Israel podiam configurar "crimes de guerra", sendo em seguida cinicamente endossada pelos representantes de ditaduras onde os direitos humanos são sistematicamente violados, o diretor da ong UN Watch, Hillel Neuer, começou seu impecável discurso descrevendo o desespero da população, inclusive dele próprio, ao buscar abrigo em meio à chuva de foguetes disparados pelo Hamas; e acabou detonando aqueles que se calam diante das atrocidades de outros países, inclusive contra os palestinos, mas não perdem a chance de condenar Israel pelas reações aos ataques terroristas.
O vídeo da sessão (original aqui) já foi legendado pelo leitor Renato Grun, mas transcrevo abaixo dele o conteúdo completo, com a devida revisão. É mais uma aula obrigatória de grandeza moral em meio ao cinismo dominante entre os aliados do governo Dilma.
Alta comissária da ONU para direitos humanos, Navi Pillay: "As ações de Israel podem configurar 'crimes de guerra'."
Relações Exteriores da PALESTINA: "Seguiremos resistindo a ocupação por todos os meios".
IRÃ: "Israel agrava a situação, comete crimes de guerra, limpeza étnica e terror de Estado".
ARGÉLIA: "Os massacres e genocídios que estão sendo realizados".
VENEZUELA: "Israel está querendo exterminar o povo palestino".
SÍRIA: "Israel tem uma mentalidade racista e criminosa".
SUDÃO: "O massacre e o genocídio continuam sendo realizados por Israel".
Palavra cedida ao diretor da ong UN Watch, o observador da ONU Hillel Neuer:
Sr. Presidente, acabo de voltar de visita a Israel para relatar a essa Assembleia e ao mundo sobre a grave situação que presenciei e experimentei. Uma nação inteira - povoados, vilas e cidades -, desde o deserto de Negev até a Galileia, da Judeia e das colinas de Jerusalém até o mar de Tel Aviv, tem estado sob ataque brutal e implacável de mais de dois mil morteiros, foguetes e mísseis de longo alcance, disparados de Gaza em direção a civis em todas as partes da Terra Santa. Nunca antes, na história de sete décadas de existência de Israel, seus homens, mulheres e crianças estiveram sob um ataque aéreo tão grande, obrigando-os, ao som de sirenes de ataque aéreo dia e noite, a correr para um abrigo. E nunca, na história moderna das nações, uma sociedade livre e democrática, viveu sob tal bombardeamento de uma organização terrorista, que se esforça abertamente e celebra o assassinato de civis, e que, como sua visão de mundo, glorifica a morte. Será que o mundo alguma vez imaginou que a antiga cidade de Jerusalém, sagrada para o judaísmo, o cristianismo e o Islã, e repleta de lugares sagrados, que são reconhecidos pelas Nações Unidas como locais de patrimônio histórico da humanidade, seriam deliberadamente alvejados por foguetes indiscriminadamente? Mas assim é. Durante um ataque aéreo em Jerusalém, eu corri até o porão de um edifício com crianças chorando traumatizadas. Durante um ataque aéreo em Tel Aviv, os vizinhos de um prédio de apartamentos mostraram grande força de espírito em desafio ao terrorismo chegando a abrigar estranhos, enquanto ouvíamos os estrondos dos foguetes acima. E assim como eu estava no meu avião, prestes a partir e voltar aqui para Genebra, a sirene soou em torno do aeroporto e tivemos que correr para fora do avião para procurar abrigo. Vocês ouviram as notícias hoje: as companhias aéreas internacionais estão agora deixando de voar para Israel por causa deste perigo. Eu acredito que o mundo deveria saudar esta nação aterrorizada, sitiada e aguerrida, que se recusou a se render à desmoralização, ao mostrar coragem, determinação e força de espírito para sobreviver e resistir a esta agressão maciça.
Sr. Presidente, volto-me agora para a resolução sobre a qual este Conselho em breve irá votar. O texto denuncia Israel, nega seu direito à defesa, e desconsidera os crimes de guerra do Hamas. Perguntamos: por que este Conselho se recusa a dizer o que foi dito há suas semanas pelo próprio embaixador palestino?
Em um momento extraordinário de sinceridade, o embaixador palestino Ibrahim Khraishi admitiu na TV Palestina em 9 de julho que "todo e cada míssil palestino lançado contra civis israelenses constitui um crime contra a humanidade". E que, por outro lado, as ações de resposta de Israel em Gaza "seguem procedimentos legais", porque, como o porta-voz do Hamas admitiu na TV, "israelenses os advertem para evacuar suas casas antes do bombardeio", disse ele, porém "os mísseis lançados de nosso lado, nunca avisamos sobre onde esses mísseis vão cair ou sobre as operações que realizamos”. Como pode qualquer entidade da ONU ou indivíduo atuar pelos direitos humanos se eles se recusam a dizer aquilo que foi dito pelo próprio embaixador palestino? É possível que o verdadeiro propósito desta sessão seja silenciar as verdadeiras vítimas e vozes de direitos humanos ao redor do mundo, desviando a atenção dos piores abusos? Pedimos a todos aqueles que abraçam hipocrisia e duplos padrões:

O trecho completo, sem as interrupções, em que Hillel detona o duplo padrão moral dos falsos humanistas
Se no ano passado vocês não se manifestaram quando milhares de manifestantes foram mortos e feridos por Turquia, Egito e Líbia; quando mais do que nunca pessoas foram enforcadas pelo Irã; mulheres e crianças no Afeganistão foram bombardeadas; comunidades inteiras foram massacradas no Sudão do Sul; centenas no Paquistão foram mortas por ataques terroristas de jihadistas; 10.000 iraquianos foram executados por terroristas…
INTERRUPÇÃO PELO EGITO.
(Existe uma questão de ordem feita pelo Egito.)
EGITO TENTA SILENCIAR O OBSERVADOR DA ONU: "Eu não vejo que tenhamos razão para discutir outras questões referentes a situações de direitos humanos em outros países".
EUA DEFENDE O DIREITO DE FALAR DO OBSERVADOR DA ONU: "… o sr. deveria permitir que a ong continue a falar".
IRÃ TENTA SILENCIAR OBSERVADOR DA ONU: "Minha delegação gostaria de apoiar inteiramente a questão de ordem feita pela distinta delegação do Egito. Obrigado".
CANADÁ DEFENDE O DIREITO DE FALAR DO OBSERVADOR DA ONU: "Nós solicitamos que o sr. completasse sua intervenção".
ISRAEL DEFENDE O DIREITO DE FALAR DO OBSERVADOR DA ONU: "Nós pedimos para que o sr. permita que a ong continue sua declaração".
VENEZUELA TENTA SILENCIAR OBSERVADOR DA ONU: "Nós gostaríamos de apoiar a questão de ordem feita pelo Egito.”
PALESTINA TENTA SILENCIAR O BSERVADOR DA ONU: “O palestrante seguirá na mesma linha se não for impedido".
CUBA TENTA SILENCIAR O OBSERVADOR DA ONU: "É inconcebível que esta organização, uma ong tenha permissão de vir neste Conselho e distrair-nos com o pouco tempo que temos para debater uma questão de importância tão crucial como o genocídio cometido presentemente contra o povo palestino".
VOLTA A PALAVRA AO OBSERVADOR DA ONU:
Obrigado, sr. Presidente. Vou apenas observar que houve algumas questões quanto à entrevista do embaixador palestino na TV palestina ser verdadeira ou não, mas vemos que o embaixador palestino acabou de intervir e não foi capaz de negar essas observações. Deixe constar isso no registro. Por fim, perguntamos:
…se vocês se recusam a falar pelos 1.800 palestinos, se não mais, que morreram de fome, assassinados por Assad na Síria, e só se manifestam quando Israel pode ser culpado, então vocês não são pró-direitos humanos, vocês são apenas anti-Israel.
INTERRUPÇÃO FEITA PELA SÍRIA:
(Síria tem o direito de falar, por favor.)
Sr. Presidente, estamos acostumados a ouvir esta organização não governamental criar divisões entre os oradores e falando fora de hora, eu espero que o orador não tenha mais permissão de prosseguir com sua declaração. Obrigado.
VOLTA A PALAVRA AO OBSERVADOR DA ONU:
Obrigado sr. Presidente. Deixe o mundo saber que, numa sessão supostamente sobre direitos humanos palestinos, o governo da Síria se opôs a mencionarmos os seus 1800 palestinos que passaram fome e foram assassinados.
Felipe Moura Brasil - http://www.veja.com/felipemourabrasil