sexta-feira, 28 de junho de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Filmes em Exibição no Orient Cineplace
Período de 28 de
junho a 4 de julho
LANÇAMENTO
NACIONAL
GUERRA MUNDIAL Z (World War
Z), de Marc Forster, 2013. Com Brad Pitt, Mireille Enos, Daniella Kertesz,
James Badge Dale e Matthew Fox. Ficção científica. Gerry Lane é um funcionário
da ONU que percorre o mundo numa corrida contra o tempo para deter a pandemia
zumbi que está derrotando exércitos e governos, e ameaçando dizimar a própria
humanidade. Não recomendável para menores de 12 anos. Duração: 116 minutos.
Horários: 13h10, 15h40, 18h10 e 20h40, com cópia dublada, na Sala 3 (167
lugares); e 13h50, 16h20 e 18h50, em 3D, com cópia dublada, e 21h20, com cópia
legendada, na Sala 4 (264 lugares).
CONTINUAÇÕES
MINHA MÃE É UMA PEÇA, de André Pellenz, 2013. Com Paulo Gustavo, Ingrid
Guimarães, Mariana Xavier, Herson Capri e Sueli Franco. Comédia. Dona Hermínia,
uma mulher de meia idade, aposentada e sozinha, tem como preocupação maior
procurar o que fazer. Para uma mãe dedicada a preocupação com os filhos é
sempre uma ocupação, mas os seus filhos cresceram, e ela está entediada. Sem um
trabalho ou um companheiro, ela passa seu tempo desabafando com a tia idosa, a
vizinha fofoqueira e a amiga confidente. Em segunda semana. Não recomendável
para menores de 12 anos. Duração: 85 minutos. Horários: 13, 15, 17, 19 e 21
horas. Sala 1 (243 lugares).
UNIVERSIDADE MONSTROS (Monsters University), de Dan Scanlon, 2013. Animação. Mike
e Sulley formam uma dupla inseparável. Mas nem sempre foi assim. Desde o momento
em que esses dois monstros incompatíveis se conheceram, eles não se suportam.
Mike e Sulley superaram suas diferenças e se tornaram melhores amigos. Em
segunda semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 107 minutos.
Horários: 13h50, 16h10, 18h30 e 20h50. Sala 2 (160 lugares).
ENDEREÇO E TELEFONES
Orient Cineplace
- Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515 para
saber informações sobre programas e horários.
(Com informações do Departamento de Marketing
de Orient Cinemas)
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"Mitos, farsas e má consciência: as PMs estão com medo, e os delinquentes estão no comando"
Por Reinaldo Azevedo
A
cobertura que a imprensa faz dos confrontos de rua está um pouco menos, como
posso chamar?, tecnicamente dolosa. Mas ainda se hesita muito em chamar
vagabundo de "vagabundo", bandido de "bandido". E pensar que essa barafunda
começou, na verdade, no dia 13, quando os manifestantes, em São Paulo, romperam
um acordo com a tropa de choque, o que degenerou em conflitos e se inventou,
então, a tese da "polícia contra o povo". E teve início a fantasia de que
qualquer rua ou avenida no Brasil é a praça Tahrir.
No dia
11 de junho - antes, portanto, do fantasioso massacre de manifestantes do dia
13, inventado pela imprensa paulistana e reproduzido país e mundo agora -,
este blog noticiava: "Delinquentes voltam a promover quebra-quebra em
SP e atacam a polícia com pedras, paus e coquetel molotov". Gente
pacífica leva coquetel molotov para manifestações? O Movimento Passe Livre se
negava a condenar a violência. Dizia que tudo era culpa da PM. Um policial foi
impiedosamente espancado.
A
grande mentira!
A grande mentira é esta: as manifestações nunca foram pacíficas, desde o início. Depois que se decretou que a "culpa é da polícia" e que a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, debaixo de uma artilharia como nunca se viu, foi obrigada a declarar qualquer área da capital território livre para as manifestações - "sem repressão" -, estava, para lembrar imagem que usei aqui, aberta a Caixa de Pandora. Como no mito, só a esperança ficou grudada ao fundo. Os males do mundo escaparam todos.
A grande mentira é esta: as manifestações nunca foram pacíficas, desde o início. Depois que se decretou que a "culpa é da polícia" e que a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, debaixo de uma artilharia como nunca se viu, foi obrigada a declarar qualquer área da capital território livre para as manifestações - "sem repressão" -, estava, para lembrar imagem que usei aqui, aberta a Caixa de Pandora. Como no mito, só a esperança ficou grudada ao fundo. Os males do mundo escaparam todos.
Mais:
teve início outra tese ridícula - a da "maioria pacífica", uma espécie, como
direi?, tautologia conceitual. Quando a maioria não é pacífica, o que se tem é
revolução. Aliás, também as revoluções são feitas por minorias. A questão é
saber se elas são ou não usadas como instrumento de luta. Ou foram os "pacíficos" que empurraram os governadores e prefeitos contra a parede?
Peguem
os conflitos desta quarta em Belo Horizonte. Repetiram, com grau exacerbado de
violência, o que aconteceu no dia 13 em São Paulo. A polícia estabeleceu um
limite, que foi transgredido. E o choque começou. "E os jornalistas machucados
em São Paulo?" Sim, lamento! Mas bala de borracha ainda não aprendeu a
distinguir profissionais de imprensa de vândalos.
O
governo federal está recuperando a ofensiva no terreno político, e não há muito
o que a oposição possa fazer. Com as pessoas comuns um pouco assustadas e de
volta a seus lares, sobraram nas ruas a turma da porradaria e os radicais de
esquerda, que já se mobilizam para dirigir de modo mais claro os ataques contra
a imprensa - a mesma que incensou o movimento. E desqualifico, mais uma vez,
uma mentira estúpida: o jornalismo não entrou nessa "para derrubar Dilma", não!
Entrou porque não resiste a qualquer coisa que tenha cheiro de povo.
A
pancadaria come solta hoje em Fortaleza. E esses eventos se repetirão enquanto
os responsáveis não forem presos e severamente punidos. As Polícias Militares,
Brasil afora, estão com medo de agir. Ontem, a Comissão Nacional da Verdade,
cuja ineficiência só compete com a má-fé, soltou um verdadeiro manifesto contra
as PMs.
Vá lá
na Suécia e diga que tudo vale a pena se a disposição não é pequena para ver o
que acontece. Lembram-se do furacão Katrina, nos EUA? As vítimas foram mandadas
para escolas e alojamentos. Todos estavam unidos na tragédia, não é? Os
idealistas esperavam solidariedade, a ajuda mútua etc. As Forças Armadas
americanas estavam lá. Mesmo assim, começaram a se multiplicar os casos de
estupro, e as autoridades alertaram: "Protejam-se; não temos como evitar esses
atos".
"Ah,
então o povo, deixado por sua própria conta…" Sim, é isso mesmo! É por isso que
existem governos e pactos sociais. O estado não precisa ser o Leviatã, não! Mas
precisa ter legitimadas as suas forças de contenção. Ou é a guerra de todos
contra todos. Uma coisa é criticar os maus policiais; outra, como se fez, é
deslegitimar as polícias. É visível que as PMs do Brasil inteiro estão com medo
de agir. Os policiais temem parar atrás das grades por cumprir sua função.
Se a
amiga da presidente Dilma, a tal Rosa Maria, da Comissão da Verdade, elege as
PMs como inimigas do povo e dos direitos humanos, então está declarado o
vale-tudo. Vale-tudo que setores da imprensa pediram e aplaudiram. E agora?
Agora são as próximas vítimas.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"
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"A crise no governo provocada pela revolta da rua não escapou do humor do grupo Porta dos Fundos"
Não
deixe de ver a "Reunião de emergência":
Clique: http://youtu.be/__C90xZOmsQ
Fonte: Augusto Nunes, "Direto ao Ponto"
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Um Lampião mais humano no "Maior Espetáculo ao Ar Livre do Sertão"
Grandiosa encenação de José Pimentel reúne 80 atores e
figurantes
em Serra Talhada, no sertão pernambucano,
terra natal de Virgolino
Ferreira da Silva,
para recontar sua história de vida por um outro viés,
a do
homem que tanto falava de morte quanto de amor
Há 75 anos, o terrível encontro entre militares do
Governo Getulista e cangaceiros liderados por Lampião e sua esposa, Maria
Bonita, estes pegos de surpresa e quase sem nenhuma reação na madrugada do dia
28 de julho de 1938, na grota de Angico, em Sergipe, praticamente pôs fim à
chamada Era do Cangaço. Em meio àquelas árvores retorcidas da caatinga e
resultando num verdadeiro banho de sangue no sertão nordestino, 11 integrantes
do afamado bando, incluindo o casal líder, foram mortos e tiveram suas cabeças
decepadas. Esta tragédia verdadeira é o tema do grandioso espetáculo ao ar
livre e gratuito "O Massacre de Angico - A Morte de Lampião", concebido a
partir do até então único texto dramatúrgico escrito pelo pesquisador do
Cangaço, Anildomá Willans de Souza, natural de Serra Talhada, mesma cidade onde
Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião, nasceu. Mas o "molho" que rege toda
esta história é o perfil apresentado deste homem símbolo do Cangaço, visto por
um outro viés, bem mais humano.
Numa realização da Fundação Cultural Cabras de
Lampião, com patrocínio do Funcultura/Governo do Estado de Pernambuco e
Prefeitura Municipal de Serra Talhada, além de diversas empresas locais, a
montagem, que teve sua estreia em julho de 2012, com absoluto sucesso, volta a
ser apresentada no município de Serra Talhada, até esta sexta-feira, 28, sempre às
20 horas, na Estação do Forró (antiga Estação Ferroviária), sob o lema "O Maior
Espetáculo ao Ar Livre do Sertão". Com entrada franca, a expectativa é reunir
mais de cem mil pessoas nos cinco dias da temporada, que termina exatamente na
data que marca os 75 anos do massacre ocorrido em Angico. À frente da
encenação, que conta com 40 atores e 40 figurantes, além de 40 profissionais na
equipe técnica e administrativa, está um mestre de grandiosas produções
teatrais ao ar livre no Estado, o diretor, ator, dramaturgo e iluminador José
Pimentel.
Desafio
Com larga experiência adquirida em montagens
como Paixão de Cristo da Nova Jerusalém, Paixão de Cristo do Recife,
O Calvário de Frei Caneca, Jesus e o Natal e Batalha dos
Guararapes - Assim Nasceu a Pátria e Revolução de 1817, para citar
algumas de suas realizações, José Pimentel diz que, ao ser convidado à direção
pelo casal Anildomá Willans e Cleonice Maria, que conheceu quando foi convidado
a ser jurado em um festival de teatro serratalhadense anos atrás, aceitou o
desafio por ter estreita ligação com o tema do Cangaço. "Lampião me faz
recordar meu pai, Virgínio Albino Pimentel, que costumava me contar a história
de que o encontrou duas vezes, antes mesmo de eu nascer. Meu pai comprava
porcos nos sítios para vender nos matadouros e, numa dessas viagens, deparou-se
com o bando de Lampião. Mas eles fizeram amizade e até um banquete foi
promovido. Tinha uma foto lá em casa com meu pai vestido de cangaceiro e usando
os dois punhais que ele ganhou de presente! Por isso, desde pequeno, eu ouvia
falar bem de Lampião, que para mim sempre foi um herói. Até por não ter matado
meu pai", brinca.
É este Lampião mais humano, mais gente, segundo
Pimentel, quem permeia o espetáculo. "Certamente é um Lampião menos ruim do que
o povo imagina. É o Lampião de Domá", diz referindo-se ao apelido do autor do
texto. Pesquisador afamado do Cangaço, Anildomá Willans de Souza possui quatro
obras já publicadas nesta temática, Lampião, o Comandante das Caatingas,
Xaxado: Dança de Guerra dos Cangaceiros de Lampião, Nas Pegadas de
Lampião e Lampião: Nem Herói Nem Bandido - A História. Foi a partir
de suas conclusões ao reconstruir esta tão controversa trajetória, que decidiu
enveredar-se na dramaturgia, mas tentando assumidamente humanizar a figura de
sua personagem principal. "O cangaceiro violento, bandido, que não abre um
sorriso, já está retratado por aí... Eu quis mostrar o outro lado deste homem,
que chora, se apaixona, sente medo da morte pressentida, faz declarações de
amor. Um Lampião diferente, mais gente, e que não é somente meu: um Lampião com
alma. Que fala de morte, sim, mas também de amor. Que desafia o inimigo com um
punhal, mas, ao clarão da lua sertaneja, declara-se poeticamente à mulher
amada. Essa é a dualidade que me interessa", defende o autor.
Com cenas de relances quase cinematográficos, "O
Massacre de Angico - A Morte de Lampião" reconta a vida do Rei do Cangaço,
desde o desentendimento inicial de sua família com o vizinho fazendeiro, Zé
Saturnino, ainda em Serra Talhada. Para evitar uma tragédia iminente, e que de
fato aconteceu, seu pai, Zé Ferreira, fugiu com os filhos para Alagoas, mas
acabou sendo assassinado por vingança. Revoltados e para fazer justiça com as
próprias mãos, Virgolino Ferreira da Silva e seus irmãos entregaram-se ao
Cangaço, movimento que deixou muito político, coronel e fazendeiro apavorado
nas décadas de 1920 e 1930 no Nordeste. Temidos por uns e idolatrados por
outros, os cangaceiros serviram como denunciantes das péssimas condições
sociais daquela época, tanto que a honra e bravura de Lampião foram decantadas
pelos poetas populares, ao mesmo tempo em que o Governo o via como uma doença
que precisava ser eliminada.
Decisão
Foi com a decisão do então presidente da República,
Getúlio Vargas, que as tropas militares conseguiram preparar, após diversas
tentativas, uma emboscada em local propício, de única entrada e saída, em
Angico. Mas até sua morte, outros fatos importantes da trajetória desde homem
que marcou a história do Brasil, afamado como herói e bandido, são revelados,
como seu encontro com Padre Cícero para receber a patente de capitão do
Exército Patriótico; as demonstrações de liderança e guerrilha nas visitas aos
sete estados do Nordeste; seu amor à esposa, Maria Bonita, com frases poéticas
ditas à luz do luar; a festa da cabroeira dançando xaxado e coco; e até a
traição de Pedro de Cândida, coiteiro que foi torturado pelos militares e
acabou entregando o local de repouso dos cangaceiros em terras sergipanas
(Lampião foi assassinado aos 41 anos. Maria Bonita estava com 27).
No elenco, atores da própria Serra Talhada, mas também
do Recife e Olinda, além da atriz e cantora Roberta Aureliano, que interpreta
Maria Bonita e é natural de Maceió, Alagoas, mas passou toda a infância em
Serra Talhada. O ator e dançarino Karl Marx, de apenas 23 anos, vive o
protagonista. Integrante do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, ele comemora 10
anos à frente do mesmo papel, em outras montagens. "A responsabilidade é grande
porque trata-se de uma personagem que mexe com a imaginação das pessoas, que
influenciou a cultura popular sertaneja, os valores morais e até o modo de
viver do nosso povo. Pra mim, que sou da terra de Lampião, que nasci e me criei
ouvindo histórias sobre esses homens que escreveram nossa história com chumbo,
suor e sangue, me sinto feliz e orgulhoso pela oportunidade de revelar seu lado
humano, suas emoções, seus medos e todos os elementos que o transformaram nessa
figura mítica. Este trabalho é mais do que um desafio profissional. É quase uma
missão de vida, ainda mais quando se trata de Cangaço, tema polêmico que gera
divergências, contradições e até preconceitos".
Também como atores, José Pimentel (Zé Ferreira,
Pai de Lampião e Soldado com voz em off), Juliana Guerra (Sinhá), Sebastião Costa
(Tenente Zé Lucena), Taveira Júnior (Zé Saturnino, Padre Cícero, Soldado da
Tortura e da Decapitação), Gorete Lima (Dona Bela), Diógenes D. Lima (Luiz
Pedro), Carlos Amorim (Zé Sereno), Gilberto Gomes (Jiboião), Feliciano Félix
(Getúlio Vargas), Karine Gaya (Sila), Dany Feitoza (Enedina), Leandra Nunes
(Dulce) e Carlos Silva (Pedro de Cândida), além de Beto Filho, Humberto Cellus,
Marcos Fabrício, Jefferson Firmino, Rodrigo Roberto, Manoel dos Santos Lima,
Diego Morais, Manoel Soares da Silva, Gildo Alves, Rubens Alves Ferraz, Leandro
Soares de Melo, Cristiano Vitorino, José Leonardo Barbosa, Nivaldo Nascimento,
Sebastião Barbosa, Edvaldo Severino, Anderson Cristhian, Alex Sandro Pereira e
Francisco das Chagas, entre outros.
Visão privilegiada
Ambientada em cima de uma ribanceira de terra
batida (mas sem ser necessária a itinerância do público e com visão
privilegiada para todos), durante 1h30 a encenação acontece, contando com uma
arrojada trilha sonora (que, além da vozes gravadas dos intérpretes, inclui
obras de Chico Science a clássico francês, além de músicas do cancioneiro
popular, como Mulher Rendeira; e a canção Se Eu Soubesse, na voz
da atriz e cantora Roberta Aureliano, intérprete da Maria Bonita), iluminação
detalhista e muitos efeitos especiais, estes últimos, assim como os cenários,
assinados pelo mago da cenografia pernambucana Octávio Catanho (Tibi), parceiro
de José Pimentel em todos os seus outros trabalhos. A assistência de direção é
de Pedro Francisco de Souza. No total, o projeto está orçado em R$ 600 mil e
deve atrair ainda mais turistas àquela região, berço do grande homem do Cangaço.
Algumas curiosidades:
Esta é a primeira vez que José Pimentel dirige
um texto para teatro ao ar livre que não é seu.
No início de sua carreira, Pimentel participou
da encenação de Lampião, de Rachel de Queiroz, em 1955, pelo Grupo
Dramático Paroquial de Água Fria, sob direção de Octávio Catanho, vivendo um
dos irmãos de Virgolino Ferreira da Silva; e no cinema viveu também outros
cangaceiros nos filmes Riacho de Sangue, A Noite do Espantalho e Faustão
(nestes dois últimos, bem estilizados).
Novidades:
Cenas inéditas foram inseridas nesta
nova temporada. A começar de uma maior valorização aos fatos que eclodiram no
assassinato do pai de Virgolino Ferreira da Silva e em sua revolta. É o próprio
José Pimentel quem vai entrar em cena desta vez, no papel de Zé Ferreira, pai
de Lampião. Também será novidade a presença de novos figurantes, nos papeis de
cangaceiros e soldados, em cenas que tanto mostram a luta destes homens quanto
momentos mais descontraídos do bando de Lampião, quando participavam de festas
regadas a whisky, xaxado e coco. Também promete causar bastante impacto o
momento da decapitação de Lampião e Maria Bonita. Ao final, os 11 cangaceiros
mortos entram em cena, com os atores vestindo negro e utilizando um efeito especial
inspirado em truque da Escola de Samba Unidos da Tijuca, do Rio de Janeiro, que
vai fazer as cabeças serem literalmente decepadas.
(Com
informações do Museu do Cangaço - Ponto
de Cultura Cabras de Lampião)
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Da tela do cinema para os palcos
Fotos: Edtonio Solidade
Por Madalena de Jesus
"A
sanfona me levou ao cinema; o cinema me levou para o São João". A
afirmação é do forrozeiro - é assim que ele gosta de ser chamado - Chambinho do
Acordeon. Ele se refere ao filme "De Pai Para Filho", em que
representou Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, sua maior fonte de inspiração.
É do velho Lua quase todo o repertório de seu show, que vale muito a pena
assistir-ouvir-dançar.
Nivaldo
Expedito de Carvalho de nascimento, paulista que passou pelo Piauí e ganhou o
mundo, traz consigo o bom gosto musical que carrega desde menino, ao ouvir os
primeiros acordes da sanfona do avô Zezinho Barbosa. Ele até que tentou
enveredar por outros ritmos, como o samba e o pagode, mas acabou ficando mesmo
com o forró.
Defensor da música tradicional nordestina, o cantor paulista não abre mão da indumentária típica dos forrozeiros: o jaleco e o chapéu de couro, adereços imortalizados pelo Rei do Baião. Não foi à toa que ele foi escolhido entre cinco mil candidatos para interpretar Luiz Gonzaga no cinema. Era o destino conspirando a favor de uma carreira que deslancha a todo vapor.
Com uma timidez quase infantil, Chambinho se emociona ao falar da oportunidade que o filme de Breno Silveira lhe deu. "Foi um divisor de águas em minha vida”, diz. Para os jovens amantes do forró, ele deixa um conselho: “Estudem e deixem a música fluir pelos poros". É o que ele vem fazendo. E o resultado não poderia ser melhor.
* Madalena de Jesus, jornalista, professora e apaixonada por forró
Defensor da música tradicional nordestina, o cantor paulista não abre mão da indumentária típica dos forrozeiros: o jaleco e o chapéu de couro, adereços imortalizados pelo Rei do Baião. Não foi à toa que ele foi escolhido entre cinco mil candidatos para interpretar Luiz Gonzaga no cinema. Era o destino conspirando a favor de uma carreira que deslancha a todo vapor.
Com uma timidez quase infantil, Chambinho se emociona ao falar da oportunidade que o filme de Breno Silveira lhe deu. "Foi um divisor de águas em minha vida”, diz. Para os jovens amantes do forró, ele deixa um conselho: “Estudem e deixem a música fluir pelos poros". É o que ele vem fazendo. E o resultado não poderia ser melhor.
* Madalena de Jesus, jornalista, professora e apaixonada por forró
Fonte: Blog “Tabuleiro da Maria"
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Médicos brasileiros no interior, sim
Por Heraldo Rocha
Um restaurante não melhora a qualidade dos seus pratos mandando buscar cozinheiros em outras cidades, estados ou países, se o fogão e demais utensílios de cozinha, condições de trabalho e ingredientes não sofrerem requalificação. A reflexão vem à tona, quando a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, em cadeia de televisão, anuncia que trará, de... imediato, do exterior, milhares de médicos ampliar o atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS), perfeito enquanto modelo, mas ainda longe de cumprir os princípios da universalidade e da eqüidade, principalmente.
Um restaurante não melhora a qualidade dos seus pratos mandando buscar cozinheiros em outras cidades, estados ou países, se o fogão e demais utensílios de cozinha, condições de trabalho e ingredientes não sofrerem requalificação. A reflexão vem à tona, quando a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, em cadeia de televisão, anuncia que trará, de... imediato, do exterior, milhares de médicos ampliar o atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS), perfeito enquanto modelo, mas ainda longe de cumprir os princípios da universalidade e da eqüidade, principalmente.
A busca de médicos no exterior é como fazer uma transfusão num paciente que
sofre hemorragia, mas não é realizada a sutura na origem do sangramento.Sem
resolver os problemas mais graves da saúde, equipando as unidades do interior
para que a hierarquização preconizada pelo SUS funcione plenamente, os médicos
de outros países - que não são santos para a realização de milagres -
continuarão praticando a ambulancioterapia, prática que consiste em drenar o
paciente até os grandes centros pela falta de resolutividade das unidades de
saúde do interior.
Será que os médicos de outros países terão mais condições de cuidar dos
pacientes do Brasil? Eles conhecem as doenças, a diversidade cultural e
econômica mais que os médicos brasileiros? Poderão se comunicar melhor ou serão
criados cargos de tradutores para acompanhá-los nos mais afastados municípios
do interior do País? Ou o Governo oferecerá curso de Espanhol para todos os
usuários do SUS? A proposta é tão estapafúrdia e infantil que a categoria
médica, certamente, não se acomodará a mais esse destrambelhamento nascido das
mentes estreladas que comandam o País.
Os médicos brasileiros são competentes, sim. Eles não podem fazer milagres, se
as condições de trabalho são precárias: nas capitais e , principalmente, nas
cidades do interior. Não basta pagar bons salários para atrair médicos para o
interior. É preciso criar condições de trabalho, garantir a atualização porque
os avanços da área médica são muito velozes, ou seja: carreira de médico - a
exemplo da que existe no Judiciário - com salários dignos e regras claras de
promoção que reconheçam a competência e a dedicação do profissional.
Na busca da sobrevivência e de remuneração mais digna, médicos arriscam a vida
nas estradas, correndo municípios com noites mal dormidas, e espaço reduzido
entre plantões. Será que eles não gostariam de trocar essa insegurança e
estresse por uma vida menos agitada numa cidade do interior? Fica a sugestão.
Antes da medida açodada de importação de médicos, que o governo ouça a
categoria sobre as condições que podem motivar o profissional da Medicina a
trabalhar no interior.
Portanto, importar médicos é uma heresia.Não resolverá os problemas de saúde do
Brasil.
* Heraldo Rocha é ex-deputado estadual e presidente estadual dos Democratas
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Empresas têm até domingo para inscrever-se no prêmio Ser Humano Luiz Tarquínio
Empresas públicas, privadas e
organizações da sociedade civil que desenvolvem boas práticas nas áreas da
Gestão de Pessoas ou Recursos Humanos, Desenvolvimento Sustentável,
Responsabilidade Social e Trabalho Decente têm até domingo, 30, para
inscrever-se no Prêmio Ser Humano Luis Tarquínio. A premiação é promovida pela
pela Associação Brasileira de Recursos Humanos - Seccional Bahia (ABRH-BA) e abrange
também professores e universitários que desenvolveram trabalhos acadêmicos
relacionados aos temas.
"É mais uma oportunidade da
ABRH da Bahia homenagear este pioneiro na responsabilidade social, que muito
contribuiu para o desenvolvimento dos colaboradores, que é Luis Tarquínio,
reconhecendo também o bom trabalho das empresas, profissionais e acadêmicos
voltado para as boas práticas na área de gestão de pessoas", afirmou a
presidente da ABRH-BA, Ana Claudia Athayde.
Em homenagem ao pioneiro do
empreendedorismo e responsabilidade social na Bahia, o prêmio engloba
microempresas, de médio e grande porte, além de ongs, fundações e associações
sem fins lucrativos. Para realizar a inscrição, o participante ou gestor de
empresa deverá preencher o formulário online através do site da ABRH-BA (www.abrhba.org.br), ou
solicitar ficha de inscrição através do email eventos@abrhba.org.br.
Os vencedores receberão o prêmio em cerimônia no Bahia Othon
Palace Hotel, dia 18 de setembro deste ano.
O regulamento completo do
Prêmio Ser Humano Luis Tarquínio pode ser conferido no site da ABRH-BA.
Qualquer informações também podem ser adquiridas através do telefone 71 3341-0877.
(Com
informações de Igor Leonardo)
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Semana do Microempreendedor Individual orienta e capacita trabalhadores em Feira de Santana
Município terá oficinas e
balcão preferencial entre os dias 3 e 5 de julho
O município de Feira de Santana vai participar entre os dias 3 e 5 de julho da Semana do Microempreendedor Individual (MEI), evento que acontece em todo o país e tem como objetivo capacitar e orientar os empreendedores. No município, durante a Semana, será disponibilizado no Sebrae um balcão preferencial para atendimento e orientação dos trabalhadores. Além disso, acontecerão oficinas gratuitas direcionadas a esse público.
As oficinas "SEI Controlar Meu Dinheiro", "SEI Comprar" e "SEI Vender" estão programadas para todo o mês de julho, sendo as primeiras nos dias 4 e 5, em Feira de Santana, e também 5 de julho, no município de Conceição do Jacuípe. Os interessados devem procurar a sede do Sebrae, localizada na Rua Barão do Rio Branco, 1.225. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (75) 3221-2153.
Segundo o coordenador da Unidade Regional do Sebrae Feira de Santana, Wagner Sade, todos os técnicos estão treinados para tirar as dúvidas dos trabalhadores que procuram os pontos de atendimento da instituição nos municípios da região. O coordenador explica que em 2012, na última edição do evento, a instituição atendeu um grande número de empreendedores e que o sucesso da semana MEI é esperado também em 2013. "Em 2012, a demanda foi grande e nossas expectativas foram superadas. Neste ano, acreditamos que teremos uma maior participação do público, já que os trabalhadores estão entendendo melhor as vantagens em se formalizar", diz.
(Com informações de Cristhiane
Castro, da Agência de Notícias Sebrae Bahia)
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Boas-vindas em grande estilo
Edifícios residenciais e comerciais apostam
em um hall bem decorado
para receber de forma personalizada.
Um dos elementos
usados para criar uma atmosfera calorosa
são as obras de arte.
Aliadas à
decoração, elas criam um espaço de encher os olhos
Arquiteta Adriana Morávia comenta que as obras de arte são
as grandes responsáveis por trazer mais cor ao hall de entrada dos prédios
O
artista plástico Jocimar Tavares comenta que o hall de entrada de prédios exige
obras mais imponentes e vistosas
Fotos: Divulgação
Fotos: Divulgação
Hoje é, cada vez mais, comum entrar em um prédio e
se deparar com um hall imponente. Se antes eles seguiam uma linha mais
tradicional e sóbria até demais, agora, oferecem um clima caloroso e
convidativo, inspirando quem chega, ao mostrar um cartão de visitas cheio de
capricho e bom gosto.
Uma das alternativas usadas para que o hall dê as
boas-vindas de forma impactante e cheia de estilo são as obras de arte. Elas
tornam o ambiente mais sofisticado e roubam olhares que, logo, se tornam
fascinados. A arquiteta Adriana Morávia conta o que as artes agregam a esse
espaço: "As
obras, sejam elas esculturas de parede, pintura em telas ou gravuras,
complementam o ambiente e, por meio delas, é possível
imprimir cores na decoração".
Ela ensina quais critérios devem ser usados na hora de
escolher as obras que irão compor o décor de edifícios: "Deve-se escolher obras
abstratas e menos pessoais. Além disso, o local escolhido para expor as obras
deve ser de destaque no hall, de preferência de frente para a entrada".
O artista plástico Jocimar Tavares lembra que, geralmente,
as peças usadas em halls de prédios são maiores, exatamente para que se
destaquem. "A maior peça que fiz para esse tipo de ambiente tinha três metros
de altura", revela. Segundo o profissional, que faz esculturas em formatos
orgânicos usando o aço como matéria prima, suas peças são muito bem aceitas.
“Minhas obras caem bem na decoração. Elas acrescentam beleza ao projeto”,
salienta.
Jocimar explica que tipo de peça é mais indicada para esse
ambiente: "Um hall pede peças mais vistosas, a maioria que produzo para
este local é em aço inox. Peças com esse perfil são deslumbrantes e muito
belas".
(Com informações de Ana Paula Horta e Fernanda Pinho, da Mão Dupla
Comunicação)
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Intervenção petista arruína cultura de Feira de Santana
Desde que o
artista plástico e professor Gil Mário foi afastado da direção do Museu
Regional de Arte (Foto: Arquivo Blog Demais), em
meados de agosto de 2011, depois de 16 anos de profícua e significativa
atuação, o espaço está literalmente morto. Está fechado desde o mês
de dezembro de 2011.
A informação
oficial dada então ao público justifica o fechamento para a realização de obras na
estrutura física, pois foram identificados pontos de rachadura no reboco da
cúpula. O Museu funciona na área da antiga Escola Normal, atual Centro
Universitário de Cultura e Arte (Cuca).
Detalhe é que não se vê nenhuma intervenção sendo feita no espaço.
Lembrar que durante todo o mês
de fevereiro de 2011, o espaço cultural esteve fechado para manutenção.
Também lembrar que tudo isso
se trata de mais uma ação petista contra a cultura de Feira de Santana.
É a falta de ação como na construção parada do Teatro e Centro de Convenções de Feira de Santana. Também o caso da Boate Jerimum, no Carro de Boi.
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"O Brasil vai descobrindo neste inverno que multidões indignadas fazem milagres"
Por Augusto Nunes
O enterro sem choro nem vela da PEC 37, decretado pela Câmara nesta
terça-feira por 430 votos contra 9, confirmou que multidão indignada faz
milagre. Faz até deputado brasileiro criar juízo, constatou o comentário de 1 minuto para o
site de VEJA. Quando junho começou, os vigaristas que infestam e
controlam a Casa dos Horrores estavam prontos para aprovar a proposta de emenda
constitucional que proibiria o Ministério Público de promover investigações
criminais. Antes que o mês chegasse ao fim, a patifaria foi sepultada em cova
rasa.
Surpreendidos pelos
atos de protesto que incluíram a rejeição da PEC 37 entre as bandeiras da
revolta das ruas, os arquitetos da trama primeiro tentaram empurrar a votação
para agosto. Até lá, imaginaram, os manifestantes teriam desistido de combater
a corrupção impune. Erraram feio. O truque serviu apenas para aproximar a
temperatura do ponto de combustão. Só então os conspiradores acharam sensato
curvar-se à vontade de incontáveis brasileiros exaustos de truques e
tapeações.
A PEC 37 pretendia
punir o Ministério Público não por seus defeitos, mas por suas virtudes. Foi
concebida não para inibir eventuais excessos cometidos por promotores e
procuradores, mas para impedi-los de obstruir caminhos que levam para longe da
cadeia a bandidagem cinco estrelas. Precedida pela revogação do aumento das
tarifas do transporte público, a capitulação da turma que reduziu o
Congresso a um clube dos cafajestes ensina que reivindicações nascidas na
internet só vingam se ratificadas pela voz das ruas.
O abaixo-assinado
virtual que protestava contra a volta de Renan Calheiros à presidência do
Senado foi subscrito por mais de 1,5 milhão de eleitores. Deu em nada. Menos de
50 mil na porta do Congresso bastaram para enterrar a PEC da Impunidade (além
de fazer um bando de indolentes trabalhar como nunca e, num caso exemplar de
suicídio induzido, aprovar a toque de caixa um projeto que conferiu à corrupção
status de crime hediondo. Se a coisa tivesse efeito retroativo, o Senado e a
Câmara ficariam desertos). Quantos manifestantes serão necessários para obrigar
Renan a renunciar ao cargo? Logo saberemos.
Também saberemos em
breve se a ofensiva até aqui bem sucedida conseguirá livrar-se dos baderneiros,
manter o vigor, encontrar alguma forma de organização e não perder o rumo. Caso
se dê a favorável conjunção dos astros, a instauração de uma CPI da Copa se
tornará questão de tempo, o Maracanã escapará das mãos dos eikes batistas, o
STF tratará de acelerar o julgamento do mensalão e os ministros recém-chegados
não ousarão socorrer quadrilheiros condenados à prisão. Fora o resto.
O que já ocorreu é
suficiente para que o inverno de 2013 seja lembrado como a estação das
descobertas essenciais. Primeiro, os brasileiros descobriram que pagam todas as
contas e são tungados há anos. Depois descobriram que o Brasil Maravilha só
existe num palanque ambulante e na cabeça habitada por um neurônio solitário.
Descobriram em seguida que Lula, Dilma e o PT são campeões de popularidade
apenas entre donos de institutos de pesquisa, e que o exército de milicianos
decididos a morrer pelo PT só é capaz de matar de rir.
Por falta de
partidos que os representassem, descobriram também que poderiam ser seus
próprios porta-vozes. Vão descobrindo agora que, num regime democrático, o
Executivo, o Legislativo e o Judiciário não podem atrever-se a ignorar,
subestimar ou sufocar um poder muito maior. O poder que emana do povo.
Fonte: "Direto ao Ponto"
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"Terceiro mandato para Lula"
Por Jorge
Oliveira
O maior problema do Brasil é de gerenciamento. Do lado da Dilma estão
quatro pessoas que jamais seriam absorvidas pela iniciativa privada pela
pobreza dos currículos e a qualificação profissional. Agarraram-se desde cedo
ao Partido dos Trabalhadores e dentro dele fizeram carreira e assumiram cargos
públicos relevantes depois que o PT chegou ao poder. Guido Mantega, ministro da
Fazenda; Ideli Salvatti, ministra da Articulação Institucional; Gleise Hoffman, ministra-chefe do Gabinete Civil; e Gilberto Carvalho, ministro da
Secretaria-Geral da Presidência são as eminências pardas que cercam a
presidente Dilma, responsáveis pelos aconselhamentos e pelo rumo político e
econômico do país. O resultado está aí: um governo desastroso, desatualizado e
improvisado. O que a presidente diz pela manhã, ela mesmo desmente à tarde. E
assim, o Brasil vai se tornando um país instável e inseguro para os
investidores estrangeiros. Internamente, ninguém acredita mais nas previsões de
Mantega, o que faz com que milhares de pessoas ocupem às ruas e as praças
públicas para protestar e os empresários desconfiem da condução da política
econômica, retardem investimentos, aumentem os preços e contribuam para a volta
da inflação.
É com esse pessoal que a Dilma se consulta diariamente. Ao deixar o
Planalto, Lula deixou em cargos chaves, em Brasília, a mesma equipe que o
ajudou a administrar o país. Pendurou no gabinete da presidente, Gilberto
Carvalho, seu informante, e na economia Guido Mantega, com quem despacha
em São Paulo. Mantém também militantes petistas em todos os órgãos do governo,
principalmente no sistema financeiro (Banco do Brasil, Caixa Econômica, BNDES)
Fundos de Pensão e agências reguladoras. É assim que Lula está exercendo o seu
terceiro mandato presidencial, usando a Dilma na presidência, truque que adotou
para se manter no comando do país. Lula tinha receio de afrontar a Constituição
incentivando a emenda que permitiria o seu terceiro mandato. Na verdade, o
ex-presidente também tinha medo da reação dos brasileiros para esse ato
truculento e antidemocrático como fez Hugo Chávez, na Venezuela, na sua
revolução bolivariana dos famintos.
Para que tudo desse certo, Lula bolou um plano genial. Escolheu Dilma
Roussef como sua principal executiva dentro do Palácio do Planalto. Tinha
consciência do seu despreparo para administrar o Brasil politicamente pela
falta de experiência partidária e de insucesso na iniciativa privada (Dilma
faliu uma loja de R$ 1,99 que administrou em Porto Alegre) e assim seria mais
fácil de manipulá-la. Um militante petista de maior envergadura,
certamente não iria se submeter as ordens de Lula quando estivesse no comando
da Presidência.
Fonte: Claudio Humberto
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"Imagens em Movimento: A passagem do tempo no cinema"
Por Sylvio Rocha
Como fazer o espectador
perceber em uma imagem a passagem do tempo? Conseguir isso de maneira criativa
é um dos grandes desafios dos cineastas. Quem não se lembra da incrível cena
criada por Stanley Kubrick em “2001: Uma Odisséia no Espaço” (Foto:
Reprodução), quando o osso
jogado para cima por um primata se transforma numa nave espacial?
Em 4 minutos e 30 segundos, o filme de hoje retrata o decorrer
de uma vida. Filmado todo em estúdio, com muitas marcações e exaustivos
ensaios, mostra o falso plano sequência - plano filmado e exibido sem cortes,
em tempo real - de um homem dentro de um banheiro.
A câmera está posicionada na frente do ator, no lugar do
espelho. As ações que acontecem no primeiro plano são feitas por outras
pessoas, ou pelo próprio protagonista, mas em tomadas diferentes, unidas
durante a edição do filme.
Dos diretores Antoine Tinguely
e Laurent Fauchère, o premiado "Le Miroir" mostra
o crescimento de um menino através de gestos vulgares e corriqueiros. Atitudes
que tornam imperceptível o passar do tempo em nosso cotidiano, viram neste
filme uma grande elipse temporal. O resultado é dramático e encantador.
Assista
ao vídeo:
Fonte: Coluna do Augusto Nunes
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"Crianças são usadas para propaganda gayzista em Santa Catarina"
Por Julio Severo
"Deixai vir a Mim as
crianças," disse Jesus, de braços abertos. Mas os pais que enviam seus filhos
às escolas de Santa Catarina estão deixando suas crianças irem até os braços de
militantes da causa gay.
Alunos das escolas públicas de Florianópolis participaram de um concurso de cartazes contra a chamada "homofobia." A ideia de promover uma propaganda da causa gay por meio de concurso para crianças foi da equipe do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (Nigs) do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Portanto, a iniciativa não partiu de crianças, nem de seus pais. Partiu de adultos movidos por ideologia.
Segundo informação do
site da UFSC, a equipe do Nigs precisou primeiro "preparar" os professores para
engajar os alunos na propaganda anti-"homofobia" - que dificilmente ganharia a
adesão das crianças ou de seus pais se lhes fosse explicado que "homofobia," conforme usado por supremacistas gays, abrange também opiniões contrárias às
nojentas práticas homossexuais.
Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual no Brasil, reconheceu publicamente,
em entrevista ao programa do Jô, que a "homofobia" é oposição à
homossexualidade, declarando que a Bíblia é a maior fonte de "homofobia."
A entrevista está
aqui: http://youtu.be/mF3Z9dO2IBE
Ele também disse que
os ativistas homossexuais precisam dos pais do Brasil, para criarem filhos que
se tornarão homossexuais.
A atitude
irresponsável das escolas públicas de Santa Catarina de envolver seus alunos
num concurso de propaganda homossexual é um importante passo nessa direção.
O concurso teve a
participação de 33 escolas, cerca de 1,2 mil alunos, totalizando 326 cartazes.
O concurso tem também
a participação de importantes militantes gays, inclusive Toni Reis, cuja
organização ABGLT havia sido
beneficiada com milhões de reais para a elaboração do infame kit gay, do MEC.
Conforme informações
do site UFSC, o MEC está também envolvido no
concurso de propaganda gay de Santa Catarina.
O concurso termina
hoje, 26 de junho, e premiará os três cartazes de crianças que entenderam a "ideia" que os adultos militantes lhes passaram.
Os pais que amam seus
filhos e não gostariam que eles fossem induzidos ao homossexualismo deveriam
procurar advogados idôneos e processar as escolas públicas e o MEC que estão
vitimando.
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As três cartas
Por Cesar Maia
Repetida mil
vezes a história do presidente que saía e que entregou ao que entrava três
cartas e disse: "Na primeira crise abra a primeira carta. Na segunda crise a
segunda carta. E na terceira a terceira carta".
O novo presidente
guardou as cartas por gentileza. Veio a primeira crise e se lembrou e abriu a
primeira e leu: Coloque toda a culpa nos governos anteriores. Veio a segunda
crise e abriu a segunda e leu: Faça uma reforma ministerial e transfira as
responsabilidades para seus ministros. Veio a terceira crise e a terceira carta
foi aberta. Dizia: Agora, escreva três cartas e as entregue a seu sucessor.
Dilma já abriu a terceira
carta?
Fonte: “Ex-Blog do Cesar Maia”
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"Universidade Monstros" é o filme de maior bilheteria da Disney•Pixar durante estreia nos cinemas da América Latina
A estreia de "Universidade
Monstros" (Mosters University) nos cinemas da América Latina, entre os
dias 21 e 23 de junho, estabeleceu um novo marco na história da Disney•Pixar: o
filme que conta história das origens dos personagens do filme de enorme sucesso "Monstros S.A." se tornou o longa-metragem de animação da Disney•Pixar de maior
bilheteria na América Latina com renda de 31,7 milhões de dólares.
O recorde não foi batido apenas
regionalmente, mas também localmente. Na Argentina o número de espectadores nas
salas de exibição quebrou o recorde histórico de estreia da indústria
cinematográfica em renda e ingressos, com mais de 802.000 espectadores que
assistiram ao filme nos três primeiros dias da estreia. O posicionamento em
primeiro lugar entre as estreias da Disney•Pixar também aconteceu na América
Central, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.
Além disso, o sucesso do filme no
México e no Brasil - está em exibição em Feira de Santana, no Orient Cineplace - destaca o notável desempenho da animação: nos dois países o
longa está em segundo lugar no quadro de recordes de lançamentos da
Disney•Pixar, atrás apenas de "Toy
Story 3" e "Carros 2",
respectivamente.
SOBRE "UNIVERSIDADE
MONSTROS"
Desde que era só um monstrinho, Mike
Wazowski, agora a caminho da universidade, sonha em se tornar um assustador. E
ele sabe melhor do que ninguém que os melhores assustadores estudam na Universidade
Monstros (UM). Mas durante seu primeiro semestre na UM, os planos de Mike
saem dos trilhos quando seu caminho cruza com o do sabichão James P. Sullivan, "Sulley", um assustador nato. O espírito competitivo fora de controle da dupla
os leva a serem expulsos do programa de assustadores de elite da universidade.
Para piorar ainda mais as coisas, eles percebem que terão que se unir e
trabalhar com um estranho grupo de monstros que não se encaixam nenhuma turma,
se quiserem ter alguma esperança de acertar as coisas.
O filme da Disney•Pixar que faz todo
mundo "morrer de rir", é dirigido por Dan Scanlon; com música do premiado
compositor e integrante do Hall da Fama do Rock and Roll, Randy Newman.
Sobre a The Walt Disney
Company América Latina
A The Walt Disney Company América
Latina é responsável pela marca Disney e por seus negócios em toda a região.
Possui escritórios na Argentina, Brasil, Chile, México, Estados Unidos (Miami)
e Venezuela. Para mais informações, visite nossos sites www.disneylatino.com e www.disney.com.br.
Sobre o The
Walt Disney Studios Motion Pictures
The Walt Disney
Studios Motion Pictures faz parte da The Walt Disney Company (NYSE:DIS), e
produz e distribui filmes sob os seguintes selos: Walt Disney Pictures, Walt
Disney Animation Studios, Disney-Pixar Animation Studios e DisneyToon Studios
assim como Touchstone Pictures. The Walt Disney Studios Motion Pictures
International opera como a distribuidora internacional dos estúdios. The Walt
Disney Studios Home Entertainment distribui os títulos da Disney e outros no
mercado de aluguel e venda de DVD e Blu-ray™ em todo o mundo. A Disney
Theatrical Productions é uma das maiores produtoras de musicais da Broadway e o
Disney Music Group distribui a música original dos filmes através de seus selos
discográficos: Walt Disney Records e Hollywood Records.
(Com informações
de Gláucia Zachariadhes, Atendimento Disney, de Selma Santos Produções e Eventos)
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