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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Filmes em Exibição no Orient Cineplace



Período de 28 de junho a 4 de julho
LANÇAMENTO NACIONAL

GUERRA MUNDIAL Z (World War Z), de Marc Forster, 2013. Com Brad Pitt, Mireille Enos, Daniella Kertesz, James Badge Dale e Matthew Fox. Ficção científica. Gerry Lane é um funcionário da ONU que percorre o mundo numa corrida contra o tempo para deter a pandemia zumbi que está derrotando exércitos e governos, e ameaçando dizimar a própria humanidade. Não recomendável para menores de 12 anos. Duração: 116 minutos. Horários: 13h10, 15h40, 18h10 e 20h40, com cópia dublada, na Sala 3 (167 lugares); e 13h50, 16h20 e 18h50, em 3D, com cópia dublada, e 21h20, com cópia legendada, na Sala 4 (264 lugares).
CONTINUAÇÕES
MINHA MÃE É UMA PEÇA, de André Pellenz, 2013. Com Paulo Gustavo, Ingrid Guimarães, Mariana Xavier, Herson Capri e Sueli Franco. Comédia. Dona Hermínia, uma mulher de meia idade, aposentada e sozinha, tem como preocupação maior procurar o que fazer. Para uma mãe dedicada a preocupação com os filhos é sempre uma ocupação, mas os seus filhos cresceram, e ela está entediada. Sem um trabalho ou um companheiro, ela passa seu tempo desabafando com a tia idosa, a vizinha fofoqueira e a amiga confidente. Em segunda semana. Não recomendável para menores de 12 anos. Duração: 85 minutos. Horários: 13, 15, 17, 19 e 21 horas. Sala 1 (243 lugares).
UNIVERSIDADE MONSTROS (Monsters University), de Dan Scanlon, 2013. Animação. Mike e Sulley formam uma dupla inseparável. Mas nem sempre foi assim. Desde o momento em que esses dois monstros incompatíveis se conheceram, eles não se suportam. Mike e Sulley superaram suas diferenças e se tornaram melhores amigos. Em segunda semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 107 minutos. Horários: 13h50, 16h10, 18h30 e 20h50. Sala 2 (160 lugares).
 ENDEREÇO E TELEFONES
Orient Cineplace - Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515 para saber informações sobre programas e horários.
(Com informações do Departamento de Marketing de Orient Cinemas)

"Mitos, farsas e má consciência: as PMs estão com medo, e os delinquentes estão no comando"



Por Reinaldo Azevedo
A cobertura que a imprensa faz dos confrontos de rua está um pouco menos, como posso chamar?, tecnicamente dolosa. Mas ainda se hesita muito em chamar vagabundo de "vagabundo", bandido de "bandido". E pensar que essa barafunda começou, na verdade, no dia 13, quando os manifestantes, em São Paulo, romperam um acordo com a tropa de choque, o que degenerou em conflitos e se inventou, então, a tese da "polícia contra o povo". E teve início a fantasia de que qualquer rua ou avenida no Brasil é a praça Tahrir.
No dia 11 de junho - antes, portanto, do fantasioso massacre de manifestantes do dia 13, inventado pela imprensa paulistana e reproduzido país e mundo agora -, este blog noticiava: "Delinquentes voltam a promover quebra-quebra em SP e atacam a polícia com pedras, paus e coquetel molotov". Gente pacífica leva coquetel molotov para manifestações? O Movimento Passe Livre se negava a condenar a violência. Dizia que tudo era culpa da PM. Um policial foi impiedosamente espancado.
A grande mentira!
A grande mentira é esta: as manifestações nunca foram pacíficas, desde o início. Depois que se decretou que a "culpa é da polícia" e que a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, debaixo de uma artilharia como nunca se viu, foi obrigada a declarar qualquer área da capital território livre para as manifestações - "sem repressão" -, estava, para lembrar imagem que usei aqui, aberta a Caixa de Pandora. Como no mito, só a esperança ficou grudada ao fundo. Os males do mundo escaparam todos.
Mais: teve início outra tese ridícula - a da "maioria pacífica", uma espécie, como direi?, tautologia conceitual. Quando a maioria não é pacífica, o que se tem é revolução. Aliás, também as revoluções são feitas por minorias. A questão é saber se elas são ou não usadas como instrumento de luta. Ou foram os "pacíficos" que empurraram os governadores e prefeitos contra a parede?
Peguem os conflitos desta quarta em Belo Horizonte. Repetiram, com grau exacerbado de violência, o que aconteceu no dia 13 em São Paulo. A polícia estabeleceu um limite, que foi transgredido. E o choque começou. "E os jornalistas machucados em São Paulo?" Sim, lamento! Mas bala de borracha ainda não aprendeu a distinguir profissionais de imprensa de vândalos.
O governo federal está recuperando a ofensiva no terreno político, e não há muito o que a oposição possa fazer. Com as pessoas comuns um pouco assustadas e de volta a seus lares, sobraram nas ruas a turma da porradaria e os radicais de esquerda, que já se mobilizam para dirigir de modo mais claro os ataques contra a imprensa - a mesma que incensou o movimento. E desqualifico, mais uma vez, uma mentira estúpida: o jornalismo não entrou nessa "para derrubar Dilma", não! Entrou porque não resiste a qualquer coisa que tenha cheiro de povo.
A pancadaria come solta hoje em Fortaleza. E esses eventos se repetirão enquanto os responsáveis não forem presos e severamente punidos. As Polícias Militares, Brasil afora, estão com medo de agir. Ontem, a Comissão Nacional da Verdade, cuja ineficiência só compete com a má-fé, soltou um verdadeiro manifesto contra as PMs.
Vá lá na Suécia e diga que tudo vale a pena se a disposição não é pequena para ver o que acontece. Lembram-se do furacão Katrina, nos EUA? As vítimas foram mandadas para escolas e alojamentos. Todos estavam unidos na tragédia, não é? Os idealistas esperavam solidariedade, a ajuda mútua etc. As Forças Armadas americanas estavam lá. Mesmo assim, começaram a se multiplicar os casos de estupro, e as autoridades alertaram: "Protejam-se; não temos como evitar esses atos".
"Ah, então o povo, deixado por sua própria conta…" Sim, é isso mesmo! É por isso que existem governos e pactos sociais. O estado não precisa ser o Leviatã, não! Mas precisa ter legitimadas as suas forças de contenção. Ou é a guerra de todos contra todos. Uma coisa é criticar os maus policiais; outra, como se fez, é deslegitimar as polícias. É visível que as PMs do Brasil inteiro estão com medo de agir. Os policiais temem parar atrás das grades por cumprir sua função.
Se a amiga da presidente Dilma, a tal Rosa Maria, da Comissão da Verdade, elege as PMs como inimigas do povo e dos direitos humanos, então está declarado o vale-tudo. Vale-tudo que setores da imprensa pediram e aplaudiram. E agora? Agora são as próximas vítimas. 
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

"A crise no governo provocada pela revolta da rua não escapou do humor do grupo Porta dos Fundos"


Não deixe de ver a "Reunião de emergência":

Fonte: Augusto Nunes, "Direto ao Ponto"

Um Lampião mais humano no "Maior Espetáculo ao Ar Livre do Sertão"



Grandiosa encenação de José Pimentel reúne 80 atores e figurantes 
em Serra Talhada, no sertão pernambucano, 
terra natal de Virgolino Ferreira da Silva, 
para recontar sua história de vida por um outro viés, 
a do homem que tanto falava de morte quanto de amor


Há 75 anos, o terrível encontro entre militares do Governo Getulista e cangaceiros liderados por Lampião e sua esposa, Maria Bonita, estes pegos de surpresa e quase sem nenhuma reação na madrugada do dia 28 de julho de 1938, na grota de Angico, em Sergipe, praticamente pôs fim à chamada Era do Cangaço. Em meio àquelas árvores retorcidas da caatinga e resultando num verdadeiro banho de sangue no sertão nordestino, 11 integrantes do afamado bando, incluindo o casal líder, foram mortos e tiveram suas cabeças decepadas. Esta tragédia verdadeira é o tema do grandioso espetáculo ao ar livre e gratuito "O Massacre de Angico - A Morte de Lampião", concebido a partir do até então único texto dramatúrgico escrito pelo pesquisador do Cangaço, Anildomá Willans de Souza, natural de Serra Talhada, mesma cidade onde Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião, nasceu. Mas o "molho" que rege toda esta história é o perfil apresentado deste homem símbolo do Cangaço, visto por um outro viés, bem mais humano.
Numa realização da Fundação Cultural Cabras de Lampião, com patrocínio do Funcultura/Governo do Estado de Pernambuco e Prefeitura Municipal de Serra Talhada, além de diversas empresas locais, a montagem, que teve sua estreia em julho de 2012, com absoluto sucesso, volta a ser apresentada no município de Serra Talhada, até esta sexta-feira, 28, sempre às 20 horas, na Estação do Forró (antiga Estação Ferroviária), sob o lema "O Maior Espetáculo ao Ar Livre do Sertão". Com entrada franca, a expectativa é reunir mais de cem mil pessoas nos cinco dias da temporada, que termina exatamente na data que marca os 75 anos do massacre ocorrido em Angico. À frente da encenação, que conta com 40 atores e 40 figurantes, além de 40 profissionais na equipe técnica e administrativa, está um mestre de grandiosas produções teatrais ao ar livre no Estado, o diretor, ator, dramaturgo e iluminador José Pimentel.
Desafio
Com larga experiência adquirida em montagens como Paixão de Cristo da Nova Jerusalém, Paixão de Cristo do Recife, O Calvário de Frei Caneca, Jesus e o Natal e Batalha dos Guararapes - Assim Nasceu a Pátria e Revolução de 1817, para citar algumas de suas realizações, José Pimentel diz que, ao ser convidado à direção pelo casal Anildomá Willans e Cleonice Maria, que conheceu quando foi convidado a ser jurado em um festival de teatro serratalhadense anos atrás, aceitou o desafio por ter estreita ligação com o tema do Cangaço. "Lampião me faz recordar meu pai, Virgínio Albino Pimentel, que costumava me contar a história de que o encontrou duas vezes, antes mesmo de eu nascer. Meu pai comprava porcos nos sítios para vender nos matadouros e, numa dessas viagens, deparou-se com o bando de Lampião. Mas eles fizeram amizade e até um banquete foi promovido. Tinha uma foto lá em casa com meu pai vestido de cangaceiro e usando os dois punhais que ele ganhou de presente! Por isso, desde pequeno, eu ouvia falar bem de Lampião, que para mim sempre foi um herói. Até por não ter matado meu pai", brinca.
É este Lampião mais humano, mais gente, segundo Pimentel, quem permeia o espetáculo. "Certamente é um Lampião menos ruim do que o povo imagina. É o Lampião de Domá", diz referindo-se ao apelido do autor do texto. Pesquisador afamado do Cangaço, Anildomá Willans de Souza possui quatro obras já publicadas nesta temática, Lampião, o Comandante das Caatingas, Xaxado: Dança de Guerra dos Cangaceiros de Lampião, Nas Pegadas de Lampião e Lampião: Nem Herói Nem Bandido - A História. Foi a partir de suas conclusões ao reconstruir esta tão controversa trajetória, que decidiu enveredar-se na dramaturgia, mas tentando assumidamente humanizar a figura de sua personagem principal. "O cangaceiro violento, bandido, que não abre um sorriso, já está retratado por aí... Eu quis mostrar o outro lado deste homem, que chora, se apaixona, sente medo da morte pressentida, faz declarações de amor. Um Lampião diferente, mais gente, e que não é somente meu: um Lampião com alma. Que fala de morte, sim, mas também de amor. Que desafia o inimigo com um punhal, mas, ao clarão da lua sertaneja, declara-se poeticamente à mulher amada. Essa é a dualidade que me interessa", defende o autor.
Com cenas de relances quase cinematográficos, "O Massacre de Angico - A Morte de Lampião" reconta a vida do Rei do Cangaço, desde o desentendimento inicial de sua família com o vizinho fazendeiro, Zé Saturnino, ainda em Serra Talhada. Para evitar uma tragédia iminente, e que de fato aconteceu, seu pai, Zé Ferreira, fugiu com os filhos para Alagoas, mas acabou sendo assassinado por vingança. Revoltados e para fazer justiça com as próprias mãos, Virgolino Ferreira da Silva e seus irmãos entregaram-se ao Cangaço, movimento que deixou muito político, coronel e fazendeiro apavorado nas décadas de 1920 e 1930 no Nordeste. Temidos por uns e idolatrados por outros, os cangaceiros serviram como denunciantes das péssimas condições sociais daquela época, tanto que a honra e bravura de Lampião foram decantadas pelos poetas populares, ao mesmo tempo em que o Governo o via como uma doença que precisava ser eliminada.
Decisão
Foi com a decisão do então presidente da República, Getúlio Vargas, que as tropas militares conseguiram preparar, após diversas tentativas, uma emboscada em local propício, de única entrada e saída, em Angico. Mas até sua morte, outros fatos importantes da trajetória desde homem que marcou a história do Brasil, afamado como herói e bandido, são revelados, como seu encontro com Padre Cícero para receber a patente de capitão do Exército Patriótico; as demonstrações de liderança e guerrilha nas visitas aos sete estados do Nordeste; seu amor à esposa, Maria Bonita, com frases poéticas ditas à luz do luar; a festa da cabroeira dançando xaxado e coco; e até a traição de Pedro de Cândida, coiteiro que foi torturado pelos militares e acabou entregando o local de repouso dos cangaceiros em terras sergipanas (Lampião foi assassinado aos 41 anos. Maria Bonita estava com 27).
No elenco, atores da própria Serra Talhada, mas também do Recife e Olinda, além da atriz e cantora Roberta Aureliano, que interpreta Maria Bonita e é natural de Maceió, Alagoas, mas passou toda a infância em Serra Talhada. O ator e dançarino Karl Marx, de apenas 23 anos, vive o protagonista. Integrante do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, ele comemora 10 anos à frente do mesmo papel, em outras montagens. "A responsabilidade é grande porque trata-se de uma personagem que mexe com a imaginação das pessoas, que influenciou a cultura popular sertaneja, os valores morais e até o modo de viver do nosso povo. Pra mim, que sou da terra de Lampião, que nasci e me criei ouvindo histórias sobre esses homens que escreveram nossa história com chumbo, suor e sangue, me sinto feliz e orgulhoso pela oportunidade de revelar seu lado humano, suas emoções, seus medos e todos os elementos que o transformaram nessa figura mítica. Este trabalho é mais do que um desafio profissional. É quase uma missão de vida, ainda mais quando se trata de Cangaço, tema polêmico que gera divergências, contradições e até preconceitos".
Também como atores, José Pimentel (Zé Ferreira, Pai de Lampião e Soldado com voz em off), Juliana Guerra (Sinhá), Sebastião Costa (Tenente Zé Lucena), Taveira Júnior (Zé Saturnino, Padre Cícero, Soldado da Tortura e da Decapitação), Gorete Lima (Dona Bela), Diógenes D. Lima (Luiz Pedro), Carlos Amorim (Zé Sereno), Gilberto Gomes (Jiboião), Feliciano Félix (Getúlio Vargas), Karine Gaya (Sila), Dany Feitoza (Enedina), Leandra Nunes (Dulce) e Carlos Silva (Pedro de Cândida), além de Beto Filho, Humberto Cellus, Marcos Fabrício, Jefferson Firmino, Rodrigo Roberto, Manoel dos Santos Lima, Diego Morais, Manoel Soares da Silva, Gildo Alves, Rubens Alves Ferraz, Leandro Soares de Melo, Cristiano Vitorino, José Leonardo Barbosa, Nivaldo Nascimento, Sebastião Barbosa, Edvaldo Severino, Anderson Cristhian, Alex Sandro Pereira e Francisco das Chagas, entre outros.
Visão privilegiada
Ambientada em cima de uma ribanceira de terra batida (mas sem ser necessária a itinerância do público e com visão privilegiada para todos), durante 1h30 a encenação acontece, contando com uma arrojada trilha sonora (que, além da vozes gravadas dos intérpretes, inclui obras de Chico Science a clássico francês, além de músicas do cancioneiro popular, como Mulher Rendeira; e a canção Se Eu Soubesse, na voz da atriz e cantora Roberta Aureliano, intérprete da Maria Bonita), iluminação detalhista e muitos efeitos especiais, estes últimos, assim como os cenários, assinados pelo mago da cenografia pernambucana Octávio Catanho (Tibi), parceiro de José Pimentel em todos os seus outros trabalhos. A assistência de direção é de Pedro Francisco de Souza. No total, o projeto está orçado em R$ 600 mil e deve atrair ainda mais turistas àquela região, berço do grande homem do Cangaço.
Algumas curiosidades:
Esta é a primeira vez que José Pimentel dirige um texto para teatro ao ar livre que não é seu.
No início de sua carreira, Pimentel participou da encenação de Lampião, de Rachel de Queiroz, em 1955, pelo Grupo Dramático Paroquial de Água Fria, sob direção de Octávio Catanho, vivendo um dos irmãos de Virgolino Ferreira da Silva; e no cinema viveu também outros cangaceiros nos filmes Riacho de Sangue, A Noite do Espantalho e Faustão (nestes dois últimos, bem estilizados).
Novidades: 
Cenas inéditas foram inseridas nesta nova temporada. A começar de uma maior valorização aos fatos que eclodiram no assassinato do pai de Virgolino Ferreira da Silva e em sua revolta. É o próprio José Pimentel quem vai entrar em cena desta vez, no papel de Zé Ferreira, pai de Lampião. Também será novidade a presença de novos figurantes, nos papeis de cangaceiros e soldados, em cenas que tanto mostram a luta destes homens quanto momentos mais descontraídos do bando de Lampião, quando participavam de festas regadas a whisky, xaxado e coco. Também promete causar bastante impacto o momento da decapitação de Lampião e Maria Bonita. Ao final, os 11 cangaceiros mortos entram em cena, com os atores vestindo negro e utilizando um efeito especial inspirado em truque da Escola de Samba Unidos da Tijuca, do Rio de Janeiro, que vai fazer as cabeças serem literalmente decepadas.
(Com informações do Museu do Cangaço - Ponto de Cultura Cabras de Lampião)

Da tela do cinema para os palcos



Show no São João de Cruz das Almas
Fotos: Edtonio Solidade

Por Madalena de Jesus
 "A sanfona me levou ao cinema; o cinema me levou para o São João". A afirmação é do forrozeiro - é assim que ele gosta de ser chamado - Chambinho do Acordeon. Ele se refere ao filme "De Pai Para Filho", em que representou Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, sua maior fonte de inspiração.  É do velho Lua quase todo o repertório de seu show, que vale muito a pena assistir-ouvir-dançar.
Nivaldo Expedito de Carvalho de nascimento, paulista que passou pelo Piauí e ganhou o mundo, traz consigo o bom gosto musical que carrega desde menino, ao ouvir os primeiros acordes da sanfona do avô Zezinho Barbosa. Ele até que tentou enveredar por outros ritmos, como o samba e o pagode, mas acabou ficando mesmo com o forró.
Defensor da música tradicional nordestina, o cantor paulista não abre mão da indumentária típica dos forrozeiros: o jaleco e o chapéu de couro, adereços imortalizados pelo Rei do Baião. Não foi à toa que ele foi escolhido entre cinco mil candidatos para interpretar Luiz Gonzaga no cinema. Era o destino conspirando a favor de uma carreira que deslancha a todo vapor.
Com uma timidez quase infantil, Chambinho se emociona ao falar da oportunidade que o filme de Breno Silveira lhe deu. "Foi um divisor de águas em minha vida”, diz. Para os jovens amantes do forró, ele deixa um conselho: “Estudem e deixem a música fluir pelos poros". É o que ele vem fazendo. E o resultado não poderia ser melhor.
* Madalena de Jesus, jornalista, professora e apaixonada por forró
Fonte: Blog “Tabuleiro da Maria"

Médicos brasileiros no interior, sim


Por Heraldo Rocha
Um restaurante não melhora a qualidade dos seus pratos mandando buscar cozinheiros em outras cidades, estados ou países, se o fogão e demais utensílios de cozinha, condições de trabalho e ingredientes não sofrerem requalificação. A reflexão vem à tona, quando a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, em cadeia de televisão, anuncia que trará, de... imediato, do exterior, milhares de médicos ampliar o atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS), perfeito enquanto modelo, mas ainda longe de cumprir os princípios da universalidade e da eqüidade, principalmente.
A busca de médicos no exterior é como fazer uma transfusão num paciente que sofre hemorragia, mas não é realizada a sutura na origem do sangramento.Sem resolver os problemas mais graves da saúde, equipando as unidades do interior para que a hierarquização preconizada pelo SUS funcione plenamente, os médicos de outros países - que não são santos para a realização de milagres - continuarão praticando a ambulancioterapia, prática que consiste em drenar o paciente até os grandes centros pela falta de resolutividade das unidades de saúde do interior.
Será que os médicos de outros países terão mais condições de cuidar dos pacientes do Brasil? Eles conhecem as doenças, a diversidade cultural e econômica mais que os médicos brasileiros? Poderão se comunicar melhor ou serão criados cargos de tradutores para acompanhá-los nos mais afastados municípios do interior do País? Ou o Governo oferecerá curso de Espanhol para todos os usuários do SUS? A proposta é tão estapafúrdia e infantil que a categoria médica, certamente, não se acomodará a mais esse destrambelhamento nascido das mentes estreladas que comandam o País.
Os médicos brasileiros são competentes, sim. Eles não podem fazer milagres, se as condições de trabalho são precárias: nas capitais e , principalmente, nas cidades do interior. Não basta pagar bons salários para atrair médicos para o interior. É preciso criar condições de trabalho, garantir a atualização porque os avanços da área médica são muito velozes, ou seja: carreira de médico - a exemplo da que existe no Judiciário - com salários dignos e regras claras de promoção que reconheçam a competência e a dedicação do profissional.
Na busca da sobrevivência e de remuneração mais digna, médicos arriscam a vida nas estradas, correndo municípios com noites mal dormidas, e espaço reduzido entre plantões. Será que eles não gostariam de trocar essa insegurança e estresse por uma vida menos agitada numa cidade do interior? Fica a sugestão. Antes da medida açodada de importação de médicos, que o governo ouça a categoria sobre as condições que podem motivar o profissional da Medicina a trabalhar no interior.
Portanto, importar médicos é uma heresia.Não resolverá os problemas de saúde do Brasil.
* Heraldo Rocha é ex-deputado estadual e presidente estadual dos Democratas

Empresas têm até domingo para inscrever-se no prêmio Ser Humano Luiz Tarquínio




Empresas públicas, privadas e organizações da sociedade civil que desenvolvem boas práticas nas áreas da Gestão de Pessoas ou Recursos Humanos, Desenvolvimento Sustentável, Responsabilidade Social e Trabalho Decente têm até domingo, 30, para inscrever-se no Prêmio Ser Humano Luis Tarquínio. A premiação é promovida pela pela Associação Brasileira de Recursos Humanos - Seccional Bahia (ABRH-BA) e abrange também professores e universitários que desenvolveram trabalhos acadêmicos relacionados aos temas.
"É mais uma oportunidade da ABRH da Bahia homenagear este pioneiro na responsabilidade social, que muito contribuiu para o desenvolvimento dos colaboradores, que é Luis Tarquínio, reconhecendo também o bom trabalho das empresas, profissionais e acadêmicos voltado para as boas práticas na área de gestão de pessoas", afirmou a presidente da ABRH-BA, Ana Claudia Athayde.
Em homenagem ao pioneiro do empreendedorismo e responsabilidade social na Bahia, o prêmio engloba microempresas, de médio e grande porte, além de ongs, fundações e associações sem fins lucrativos. Para realizar a inscrição, o participante ou gestor de empresa deverá preencher o formulário online através do site da ABRH-BA (www.abrhba.org.br), ou solicitar ficha de inscrição através do email eventos@abrhba.org.br. Os vencedores receberão o prêmio em cerimônia no Bahia Othon Palace Hotel, dia 18 de setembro deste ano.
O regulamento completo do Prêmio Ser Humano Luis Tarquínio pode ser conferido no site da ABRH-BA. Qualquer informações também podem ser adquiridas através do telefone 71 3341-0877.
(Com informações de Igor Leonardo)

Semana do Microempreendedor Individual orienta e capacita trabalhadores em Feira de Santana


Município terá oficinas e balcão preferencial entre os dias 3 e 5 de julho

O município de Feira de Santana vai participar entre os dias 3 e 5 de julho da Semana do Microempreendedor Individual (MEI), evento que acontece em todo o país e tem como objetivo capacitar e orientar os empreendedores. No município, durante a Semana, será disponibilizado no Sebrae um balcão preferencial para atendimento e orientação dos trabalhadores. Além disso, acontecerão oficinas gratuitas direcionadas a esse público.
As oficinas "SEI Controlar Meu Dinheiro", "SEI Comprar" e "SEI Vender" estão programadas para todo o mês de julho, sendo as primeiras nos dias 4 e 5, em Feira de Santana, e também 5 de julho, no município de Conceição do Jacuípe. Os interessados devem procurar a sede do Sebrae, localizada na Rua Barão do Rio Branco, 1.225. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (75) 3221-2153.
Segundo o coordenador da Unidade Regional do Sebrae Feira de Santana, Wagner Sade, todos os técnicos estão treinados para tirar as dúvidas dos trabalhadores que procuram os pontos de atendimento da instituição nos municípios da região. O coordenador explica que em 2012, na última edição do evento, a instituição atendeu um grande número de empreendedores e que o sucesso da semana MEI é esperado também em 2013. "Em 2012, a demanda foi grande e nossas expectativas foram superadas. Neste ano, acreditamos que teremos uma maior participação do público, já que os trabalhadores estão entendendo melhor as vantagens em se formalizar", diz.
 (Com informações de Cristhiane Castro, da Agência de Notícias Sebrae Bahia)

Boas-vindas em grande estilo



Edifícios residenciais e comerciais apostam em um hall bem decorado 
para receber de forma personalizada. 
Um dos elementos usados para criar uma atmosfera calorosa 
são as obras de arte. 
Aliadas à decoração, elas criam um espaço de encher os olhos

Arquiteta Adriana Morávia comenta que as obras de arte são as grandes responsáveis por trazer mais cor ao hall de entrada dos prédios

O artista plástico Jocimar Tavares comenta que o hall de entrada de prédios exige obras mais imponentes e vistosas
Fotos: Divulgação
 Hoje é, cada vez mais, comum entrar em um prédio e se deparar com um hall imponente. Se antes eles seguiam uma linha mais tradicional e sóbria até demais, agora, oferecem um clima caloroso e convidativo, inspirando quem chega, ao mostrar um cartão de visitas cheio de capricho e bom gosto.
Uma das alternativas usadas para que o hall dê as boas-vindas de forma impactante e cheia de estilo são as obras de arte. Elas tornam o ambiente mais sofisticado e roubam olhares que, logo, se tornam fascinados. A arquiteta Adriana Morávia conta o que as artes agregam a esse espaço: "As obras, sejam elas esculturas de parede, pintura em telas ou gravuras, complementam o ambiente e, por meio delas, é possível imprimir cores na decoração".
Ela ensina quais critérios devem ser usados na hora de escolher as obras que irão compor o décor de edifícios: "Deve-se escolher obras abstratas e menos pessoais. Além disso, o local escolhido para expor as obras deve ser de destaque no hall, de preferência de frente para a entrada".
O artista plástico Jocimar Tavares lembra que, geralmente, as peças usadas em halls de prédios são maiores, exatamente para que se destaquem. "A maior peça que fiz para esse tipo de ambiente tinha três metros de altura", revela. Segundo o profissional, que faz esculturas em formatos orgânicos usando o aço como matéria prima, suas peças são muito bem aceitas. “Minhas obras caem bem na decoração. Elas acrescentam beleza ao projeto”, salienta.
Jocimar explica que tipo de peça é mais indicada para esse ambiente: "Um hall pede peças mais vistosas, a maioria que produzo para este local é em aço inox. Peças com esse perfil são deslumbrantes e muito belas".
(Com informações de Ana Paula Horta e Fernanda Pinho, da Mão Dupla Comunicação)

Intervenção petista arruína cultura de Feira de Santana




Desde que o artista plástico e professor Gil Mário foi afastado da direção do Museu Regional de Arte (Foto: Arquivo Blog Demais), em meados de agosto de 2011, depois de 16 anos de profícua e significativa atuação, o espaço está literalmente morto. Está fechado desde o mês de dezembro de 2011.  
A informação oficial dada então ao público justifica o fechamento para a realização de obras na estrutura física, pois foram identificados pontos de rachadura no reboco da cúpula. O Museu funciona na área da antiga Escola Normal, atual Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca). 
Detalhe é que não se vê nenhuma intervenção sendo feita no espaço.
Lembrar que durante todo o mês de fevereiro de 2011, o espaço cultural esteve fechado para manutenção.
Também lembrar que tudo isso se trata de mais uma ação petista contra a cultura de Feira de Santana. 
É a falta de ação como na construção parada do Teatro e Centro de Convenções de Feira de Santana. Também o caso da Boate Jerimum, no Carro de Boi.

"Poder engarrafado!"

Fonte: "Blog do Josias"

"O Brasil vai descobrindo neste inverno que multidões indignadas fazem milagres"


Por Augusto Nunes
O enterro sem choro nem vela da PEC 37, decretado pela Câmara nesta terça-feira por 430 votos contra 9, confirmou que multidão indignada faz milagre. Faz até deputado brasileiro criar juízo, constatou o comentário de 1 minuto para o site de VEJA. Quando junho começou, os vigaristas que infestam e controlam a Casa dos Horrores estavam prontos para aprovar a proposta de emenda constitucional que proibiria o Ministério Público de promover investigações criminais. Antes que o mês chegasse ao fim, a patifaria foi sepultada em cova rasa.
Surpreendidos pelos atos de protesto que incluíram a rejeição da PEC 37 entre as bandeiras da revolta das ruas, os arquitetos da trama primeiro tentaram empurrar a votação para agosto. Até lá, imaginaram, os manifestantes teriam desistido de combater a corrupção impune. Erraram feio. O truque serviu apenas para aproximar a temperatura do ponto de combustão. Só então os conspiradores acharam sensato curvar-se  à vontade de incontáveis brasileiros exaustos de truques e tapeações.
A PEC 37 pretendia punir o Ministério Público não por seus defeitos, mas por suas virtudes. Foi concebida não para inibir eventuais excessos cometidos por promotores e procuradores, mas para impedi-los de obstruir caminhos que levam para longe da cadeia a bandidagem cinco estrelas. Precedida pela revogação do aumento das tarifas do transporte público, a capitulação  da turma que reduziu o Congresso a um clube dos cafajestes ensina que reivindicações nascidas na internet só vingam se ratificadas pela voz das ruas.
O abaixo-assinado virtual que protestava contra a volta de Renan Calheiros à presidência do Senado foi subscrito por mais de 1,5 milhão de eleitores. Deu em nada. Menos de 50 mil na porta do Congresso bastaram para enterrar a PEC da Impunidade (além de fazer um bando de indolentes trabalhar como nunca e, num caso exemplar de suicídio induzido, aprovar a toque de caixa um projeto que conferiu à corrupção status de crime hediondo. Se a coisa tivesse efeito retroativo, o Senado e a Câmara ficariam desertos). Quantos manifestantes serão necessários para obrigar Renan a renunciar ao cargo? Logo saberemos.
Também saberemos em breve se a ofensiva até aqui bem sucedida conseguirá livrar-se dos baderneiros, manter o vigor, encontrar alguma forma de organização e não perder o rumo. Caso se dê a favorável conjunção dos astros, a instauração de uma CPI da Copa se tornará questão de tempo, o Maracanã escapará das mãos dos eikes batistas, o STF tratará de acelerar o julgamento do mensalão e os ministros recém-chegados não ousarão socorrer quadrilheiros condenados à prisão. Fora o resto.
O que já ocorreu é suficiente para que o inverno de 2013 seja lembrado como a estação das descobertas essenciais. Primeiro, os brasileiros descobriram que pagam todas as contas e são tungados há anos. Depois descobriram que o Brasil Maravilha só existe num palanque ambulante e na cabeça habitada por um neurônio solitário. Descobriram em seguida que Lula, Dilma e o PT são campeões de popularidade apenas entre donos de institutos de pesquisa, e que o exército de milicianos decididos a morrer pelo PT só é capaz de matar de rir.
Por falta de partidos que os representassem, descobriram também que poderiam ser seus próprios porta-vozes. Vão descobrindo agora que, num regime democrático, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário não podem atrever-se a ignorar, subestimar ou sufocar um poder muito maior. O poder que emana do povo.
Fonte: "Direto ao Ponto"


"Terceiro mandato para Lula"



Por Jorge Oliveira

O maior problema do Brasil é de gerenciamento. Do lado da Dilma estão quatro pessoas que jamais seriam absorvidas pela iniciativa privada pela pobreza dos currículos e a qualificação profissional. Agarraram-se desde cedo ao Partido dos Trabalhadores e dentro dele fizeram carreira e assumiram cargos públicos relevantes depois que o PT chegou ao poder. Guido Mantega, ministro da Fazenda; Ideli Salvatti, ministra da Articulação Institucional; Gleise Hoffman, ministra-chefe do Gabinete Civil; e Gilberto Carvalho, ministro da Secretaria-Geral da Presidência são as eminências pardas que cercam a presidente Dilma, responsáveis pelos aconselhamentos e pelo rumo político e econômico do país. O resultado está aí: um governo desastroso, desatualizado e improvisado. O que a presidente diz pela manhã, ela mesmo desmente à tarde. E assim, o Brasil vai se tornando um país instável e inseguro para os investidores estrangeiros. Internamente, ninguém acredita mais nas previsões de Mantega, o que faz com que milhares de pessoas ocupem às ruas e as praças públicas para protestar e os empresários desconfiem da condução da política econômica, retardem investimentos, aumentem os preços e contribuam para a volta da inflação.
É com esse pessoal que a Dilma se consulta diariamente. Ao deixar o Planalto, Lula deixou em cargos chaves, em Brasília, a mesma equipe que o ajudou a administrar o país. Pendurou no gabinete da presidente, Gilberto Carvalho, seu informante, e na economia Guido Mantega,  com quem despacha em São Paulo. Mantém também militantes petistas em todos os órgãos do governo, principalmente no sistema financeiro (Banco do Brasil, Caixa Econômica, BNDES) Fundos de Pensão e agências reguladoras. É assim que Lula está exercendo o seu terceiro mandato presidencial, usando a Dilma na presidência, truque que adotou para se manter no comando do país. Lula tinha receio de afrontar a Constituição incentivando a emenda que permitiria o seu terceiro mandato. Na verdade, o ex-presidente também tinha medo da reação dos brasileiros para esse ato truculento e antidemocrático como fez Hugo Chávez, na Venezuela, na sua revolução bolivariana dos famintos.
Para que tudo desse certo, Lula bolou um plano genial. Escolheu Dilma Roussef como sua principal executiva dentro do Palácio do Planalto.  Tinha consciência do seu despreparo para administrar o Brasil politicamente pela falta de experiência partidária e de insucesso na iniciativa privada (Dilma faliu uma loja de R$ 1,99 que administrou em Porto Alegre) e assim seria mais fácil de manipulá-la.  Um militante petista de maior envergadura, certamente não iria se submeter as ordens de Lula quando estivesse no comando da Presidência.
Fonte: Claudio Humberto

"Imagens em Movimento: A passagem do tempo no cinema"



Por Sylvio Rocha
Como fazer o espectador perceber em uma imagem a passagem do tempo? Conseguir isso de maneira criativa é um dos grandes desafios dos cineastas. Quem não se lembra da incrível cena criada por Stanley Kubrick em “2001: Uma Odisséia no Espaço” (Foto: Reprodução), quando o osso jogado para cima por um primata se transforma numa nave espacial?
Em 4 minutos e 30 segundos, o filme de hoje retrata o decorrer de uma vida. Filmado todo em estúdio, com muitas marcações e exaustivos ensaios, mostra o falso plano sequência - plano filmado e exibido sem cortes, em tempo real - de um homem dentro de um banheiro.
A câmera está posicionada na frente do ator, no lugar do espelho. As ações que acontecem no primeiro plano são feitas por outras pessoas, ou pelo próprio protagonista, mas em tomadas diferentes, unidas durante a edição do filme.
Dos diretores Antoine Tinguely e Laurent Fauchère, o premiado "Le Miroir" mostra o crescimento de um menino através de gestos vulgares e corriqueiros. Atitudes que tornam imperceptível o passar do tempo em nosso cotidiano, viram neste filme uma grande elipse temporal. O resultado é dramático e encantador.
Assista ao vídeo:

Fonte: Coluna do Augusto Nunes

"Crianças são usadas para propaganda gayzista em Santa Catarina"

Por Julio Severo

"Deixai vir a Mim as crianças," disse Jesus, de braços abertos. Mas os pais que enviam seus filhos às escolas de Santa Catarina estão deixando suas crianças irem até os braços de militantes da causa gay.

Alunos das escolas públicas de Florianópolis participaram de um concurso de cartazes contra a chamada "homofobia." A ideia de promover uma propaganda da causa gay por meio de concurso para crianças foi da equipe do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (Nigs) do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Portanto, a iniciativa não partiu de crianças, nem de seus pais. Partiu de adultos movidos por ideologia.

Segundo informação do site da UFSC, a equipe do Nigs precisou primeiro "preparar" os professores para engajar os alunos na propaganda anti-"homofobia" - que dificilmente ganharia a adesão das crianças ou de seus pais se lhes fosse explicado que "homofobia," conforme usado por supremacistas gays, abrange também opiniões contrárias às nojentas práticas homossexuais.

Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual no Brasil, reconheceu publicamente, em entrevista ao programa do Jô, que a "homofobia" é oposição à homossexualidade, declarando que a Bíblia é a maior fonte de "homofobia."
A entrevista está aqui: http://youtu.be/mF3Z9dO2IBE
Ele também disse que os ativistas homossexuais precisam dos pais do Brasil, para criarem filhos que se tornarão homossexuais.
A atitude irresponsável das escolas públicas de Santa Catarina de envolver seus alunos num concurso de propaganda homossexual é um importante passo nessa direção.
O concurso teve a participação de 33 escolas, cerca de 1,2 mil alunos, totalizando 326 cartazes.
O concurso tem também a participação de importantes militantes gays, inclusive Toni Reis, cuja organização ABGLT havia sido beneficiada com milhões de reais para a elaboração do infame kit gay, do MEC.
Conforme informações do site UFSC, o MEC está também envolvido no concurso de propaganda gay de Santa Catarina.
O concurso termina hoje, 26 de junho, e premiará os três cartazes de crianças que entenderam a "ideia" que os adultos militantes lhes passaram.
Os pais que amam seus filhos e não gostariam que eles fossem induzidos ao homossexualismo deveriam procurar advogados idôneos e processar as escolas públicas e o MEC que estão vitimando.




As três cartas


Por Cesar Maia
Repetida mil vezes a história do presidente que saía e que entregou ao que entrava três cartas e disse: "Na primeira crise abra a primeira carta. Na segunda crise a segunda carta. E na terceira a terceira carta".
O novo presidente guardou as cartas por gentileza. Veio a primeira crise e se lembrou e abriu a primeira e leu: Coloque toda a culpa nos governos anteriores. Veio a segunda crise e abriu a segunda e leu: Faça uma reforma ministerial e transfira as responsabilidades para seus ministros. Veio a terceira crise e a terceira carta foi aberta. Dizia: Agora, escreva três cartas e as entregue a seu sucessor.
Dilma já abriu a terceira carta?
Fonte: “Ex-Blog do Cesar Maia”
  

"Universidade Monstros" é o filme de maior bilheteria da Disney•Pixar durante estreia nos cinemas da América Latina



A estreia de "Universidade Monstros" (Mosters University) nos cinemas da América Latina, entre os dias 21 e 23 de junho, estabeleceu um novo marco na história da Disney•Pixar: o filme que conta história das origens dos personagens do filme de enorme sucesso "Monstros S.A." se tornou o longa-metragem de animação da Disney•Pixar de maior bilheteria na América Latina com renda de 31,7 milhões de dólares.
O recorde não foi batido apenas regionalmente, mas também localmente. Na Argentina o número de espectadores nas salas de exibição quebrou o recorde histórico de estreia da indústria cinematográfica em renda e ingressos, com mais de 802.000 espectadores que assistiram ao filme nos três primeiros dias da estreia. O posicionamento em primeiro lugar entre as estreias da Disney•Pixar também aconteceu na América Central, Chile, Colômbia, Equador, Peru,  Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.
Além disso, o sucesso do filme no México e no Brasil - está em exibição em Feira de Santana, no Orient Cineplace - destaca o notável desempenho da animação: nos dois países o longa está em segundo lugar no quadro de recordes de lançamentos da Disney•Pixar, atrás apenas de "Toy Story 3" e "Carros 2", respectivamente.
SOBRE "UNIVERSIDADE MONSTROS"
Desde que era só um monstrinho, Mike Wazowski, agora a caminho da universidade, sonha em se tornar um assustador. E ele sabe melhor do que ninguém que os melhores assustadores estudam na Universidade Monstros (UM).  Mas durante seu primeiro semestre na UM, os planos de Mike saem dos trilhos quando seu caminho cruza com o do sabichão James P. Sullivan, "Sulley", um assustador nato. O espírito competitivo fora de controle da dupla os leva a serem expulsos do programa de assustadores de elite da universidade. Para piorar ainda mais as coisas, eles percebem que terão que se unir e trabalhar com um estranho grupo de monstros que não se encaixam nenhuma turma, se quiserem ter alguma esperança de acertar as coisas.
O filme da Disney•Pixar que faz todo mundo "morrer de rir", é dirigido por Dan Scanlon; com música do premiado compositor e integrante do Hall da Fama do Rock and Roll, Randy Newman.
Sobre a The Walt Disney Company América Latina
A The Walt Disney Company América Latina é responsável pela marca Disney e por seus negócios em toda a região. Possui escritórios na Argentina, Brasil, Chile, México, Estados Unidos (Miami) e Venezuela. Para mais informações, visite nossos sites www.disneylatino.com e www.disney.com.br.
Sobre o The Walt Disney Studios Motion Pictures
The Walt Disney Studios Motion Pictures faz parte da The Walt Disney Company (NYSE:DIS), e produz e distribui filmes sob os seguintes selos: Walt Disney Pictures, Walt Disney Animation Studios, Disney-Pixar Animation Studios e DisneyToon Studios assim como Touchstone Pictures. The Walt Disney Studios Motion Pictures International opera como a distribuidora internacional dos estúdios. The Walt Disney Studios Home Entertainment distribui os títulos da Disney e outros no mercado de aluguel e venda de DVD e Blu-ray™ em todo o mundo. A Disney Theatrical Productions é uma das maiores produtoras de musicais da Broadway e o Disney Music Group distribui a música original dos filmes através de seus selos discográficos: Walt Disney Records e Hollywood Records.
(Com informações de Gláucia Zachariadhes, Atendimento Disney, de Selma Santos Produções e Eventos)