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Vem aí!

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domingo, 27 de janeiro de 2013

Fora Osvaldo de Oliveira!



O Botafogo continua insistindo com o técnico Osvaldo de Oliveira. Não dá para aguentar. No ano passado, o time enfrentou o Fluminense seis vezes. Nenhuma vitória do Botafogo. Foram três empates e três vitórias do tricolor. Duas na decisão do Campeonato Carioca - por 4 a 1 e 1 a 0. Jogaram ainda na semifinal da Taça Guanabara, na fase de grupos da Taça Rio (empate por 1 a 1 nas duas) e no Campeonato Brasileiro (novo empate por 1 a 1 no turno e vitória tricolor por 1 a 0 no returno).
Começa 2013 e no terceiro jogo do alvinegro no ano mais um empate contra Fluminense. Volta Loco Abreu! Fora Osvaldo de Oliveira!

Inferninho



Os próprios freqüentadores de boate chamam o lugar de inferninho. A tragédia na Boate Kiss, em Santa Maria-RS, na madrugada deste domingo, 27, confirma, literalmente.

"Um governo que nunca erra o caminho porque não sabe para onde vai - O caso dos aeroportos que já vão nascer fantasmas"



Por Reinaldo Azevedo
Quem não sabe para onde vai nunca erra o caminho. É o caso do governo Dilma. Reportagem de Ana Clara Costa publicada na VEJA.com sobre o programa do governo para a construção e reforma de aeroportos regionais é impressionante. Corrijo-me: não é exatamente um "programa". Está em curso um misto explosivo de voluntarismo, ignorância e irresponsabilidade com o dinheiro público.
Dilma decidiu sair construindo aeroportos por aí. A iniciativa envolve municípios e estados, que não foram ouvidos - um hábito na gestão da governanta. Pra quê? Nem a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) conseguiu dar um pitaco. Nos bastidores, gente do próprio governo aponta o despropósito, mas quem se atreve a contestar? Leiam a reportagem.
Em um país sério, qualquer plano de investimentos elaborado pela Presidência da República que envolva a participação de estados, municípios e empresas privadas é amplamente discutido e ajustado com as partes envolvidas, antes de ser divulgado. A sensatez nos gastos públicos dita que o dinheiro da população não pode ser despejado a rodo em obras de infraestrutura que correm o risco de se tornar inúteis. Mas não no Brasil. Exemplo de tal prática é o pacote de investimentos no setor aeroportuário anunciado pela presidente Dilma Rousseff pouco antes do Natal. O plano prevê o aporte de 7,3 bilhões de reais em recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) para turbinar 270 aeroportos pequenos, que servem cidades com população inferior a um milhão de habitantes. Um olhar mais detalhado sobre o projeto descortina erros e indícios de mau planejamento. Há cidades pequenas, com menos de 100 mil habitantes, que receberão recursos para reformar seus aeroportos - e que ficam separadas por distâncias inferiores a 50 quilômetros de outros municípios também beneficiados pelo pacote do governo.
A distância mínima sugerida entre dois aeroportos em áreas que possuem demanda média de passageiros é de 100 quilômetros, segundo normas da Comissão Europeia que são adotadas por grande parte dos países. Em locais de difícil acesso rodoviário, sem pavimento ou estradas, o regulamento europeu admite uma distância de 75 quilômetros. Porém, no plano elaborado pelo governo, municípios de pouca relevância econômica e próximos de metrópoles já servidas por grandes aeroportos passarão a ter aeródromos aptos à operação de voos regulares. A expectativa do Palácio do Planalto é de que a existência de um aeroporto seja suficiente para trazer desenvolvimento a regiões carentes de infraestrutura. "Efetuamos uma análise de cobertura territorial para mais de 94% da população brasileira. Fizemos consultas ao Ministério do Turismo, IBGE, governo e empresas aéreas. O objetivo é beneficiar a população", afirmou o secretário-executivo da Secretaria de Aviação Civil (a SAC), Guilherme Ramalho.
Contudo, as coisas não ocorreram exatamente assim. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), órgão que regula o setor e dispõe de conhecimento técnico para abastecer a SAC, sequer participou da elaboração do plano. As companhias aéreas foram avisadas menos de uma semana antes da divulgação do pacote. Elas foram chamadas a Brasília para uma reunião com membros da Casa Civil, da SAC e, em alguns casos, até mesmo com a presença do secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin - que tem funcionado como uma espécie de "banqueiro" do Palácio do Planalto, financiando a maior parte dos pacotes de bondades da gestão petista. Durante a reunião, as empresas apenas ouviram dos interlocutores da presidente que haveria um pacote para estimular a aviação regional. Seus executivos não foram convidados a opinar, dar contribuições ou manifestar qualquer interesse nos destinos que seriam beneficiados pelo governo. "O governo não pré-define rotas. Vamos prover infraestrutura para que elas sejam criadas. O plano é fomentar voos para localidades ainda não atendidas", afirmou Ramalho.
O governo sustenta a tese de que a descentralização da economia garantirá o sucesso dos aeroportos. A crença no fato de empresas migrarem dos grandes centros em direção a cidades médias em busca de mão de obra barata e menores custos é o argumento utilizado para explicar a escolha de cidades como Lages, em Santa Catarina, como destino de recursos do pacote. Com cerca de 160 mil habitantes, o município está a 32,8 quilômetros de distância de Correia Pinto - outro local que receberá dinheiro público para seu aeródromo. Correia Pinto tem 14 mil habitantes. "Essa tese do desenvolvimento regional é uma falácia. É como se o deslocamento dos investimentos para cidades de porte médio e pequeno fizesse com que os aeroportos, da noite para o dia, se tornassem estruturas essenciais", afirma um interlocutor do governo que preferiu não ter seu nome citado.
O site de VEJA conversou com funcionários de órgãos envolvidos na elaboração do plano – e, mesmo dentro governo, poucas são as vozes que não têm restrições ao pacote. "Essas medidas ignoram aspectos técnicos. É como distribuir uma infinidade de impressoras sem a menor garantia de que haja cartuchos para que elas sejam usadas. É a ideologia que se sobrepõe à razão", afirmou uma das fontes. O governo parece desconsiderar que, depois de prontos, tais aeroportos terão de ser geridos por prefeituras e estados - e poderão se converter em fardo, caso não sejam lucrativos. "A construção ou reforma de um aeroporto é o menor problema. O mais caro é a manutenção e a operação. Se o plano não prevê um aeroporto que se sustente, alguém tem de pagar essa conta", afirma o consultor de aviação João Eduardo Tabalipa.
O governo de Minas Gerais, que desde 2003 executa seu próprio programa aeroportuário (o ProAero), destacou que alguns aeroportos contidos no pacote do Governo Federal já estão sendo ampliados ou reformados pelo Estado - o que mostra o nível superficial de conversas entre as duas esferas na elaboração do plano. Há cerca de duas semanas, o governador Antonio Anastasia (PSDB-MG) anunciou mais 235 milhões de reais para o ProAero e ainda afirmou que tentará ajustar melhor a lista de aeroportos mineiros que constam no pacote. A ideia é direcionar os recursos liberados pelo Fnac para aeródromos que não estejam sendo reformados pelo programa estadual de investimentos.
O Governo Federal ainda não detalhou como tornará os aeroportos atrativos para as companhias aéreas nacionais. Afirmou, sem dar muitos detalhes, que subsidiará tarifas aeroportuárias e, até mesmo, assentos em voos, como forma de incentivá-las. João Eduardo Tabalipa se junta ao outros especialistas do setor que enxergam a medida como uma forma de protecionismo que poderá, em vez de beneficiar, dizimar as empresas de aviação. "Muitos acreditam que as companhias aéreas brasileiras, como a Varig, não sobreviveram justamente por causa disso. Havia a obrigatoriedade de ter rotas regionais e os subsídios prometidos nem sempre chegavam".
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

"Aneel não cogita devolver cobranças indevidas"

Deu em Claudio Humberto 

Tem que ser "pessimista", ao contrário do que sugeriu Dilma na TV, ao anunciar a redução de 18% na conta de luz residencial: o Tribunal de Contas da União mostrou que deveriam ser devolvidos R$ 7 bilhões cobrados a mais, por erro na metodologia nos cálculos das tarifas. O ministro Valmir Campelo despachou o caso para a Agência Nacional de Energia Elétrica, que não cogita devolver o afano ao consumidor. 
Põe na conta[
 A Aneel desqualificou a auditoria do TCU, afirmando que não cabe devolução dos cálculos errados de tarifas entre 2002 e 2009.
No limbo 
A questão está no limbo do governo, mas se confirmada a auditoria, o governo está bancando a redução com o próprio bolso do contribuinte. 
A conta é nossa 
O governo põe num bolso e tira do outro: o Tesouro Nacional vai torrar R$ 8,46 bilhões para bancar a redução das tarifas de energia elétrica.

Deu em Claudio Humberto


sábado, 26 de janeiro de 2013

Nota Pública sobre Carnaval de Lauro de Freitas


A Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas, através da sua Procuradoria Geral, informa que não poderá  atender ao pedido de patrocínio e solicitação de verba pública da Associação Carnavalesca Cultural do  Centro de Lauro de Freitas para realização do Carnaval na cidade neste ano de 2013.
A decisão foi anunciada na sexta-feira, 25 de janeiro, durante reunião com o prefeito Márcio Paiva, a secretária de Cultura e Turismo Márcia Tude, a procuradora geral do Município Juliana Burgos e representantes da Associação Carnavalesca.
De acordo com parecer da procuradora geral do Município, a solicitação não poderá ser atendida principalmente porque se configuraria como improbidade administrativa o repasse de verbas públicas sem processo licitatório para empresas privadas, que têm como objetivo o lucro nas suas atividades (o que ocorreria com a venda de abadás).
Ainda segundo a procuradora, a Prefeitura Municipal não teria tempo hábil para realizar o evento sem planejamento prévio.
Outro ponto apresentado no encontro foi a priorização de outras demandas coletivas, como o atendimento às necessidades emergenciais da população nas áreas de saúde, segurança, limpeza pública e saneamento, levando em consideração que diversos problemas administrativos foram herdados da gestão anterior.
(Com informações de Lidiane Borges, da Ascom da Prefeitura de Lauro de Freitas)

Túnel do tempo no Facebook




Grupo de estudantes do Colégio Santanópolis. Entres elas, Rosário Marques e Kátia Carvalho (sentadas) e Conceição Mascarenhas (primeira em pé).

Reunião do Rotary Club Feira-Leste

Reunião do Rotary Club Feira-Leste, no salão do Clube de Campo Cajueiro, em 1973. Na foto, o presidente do ano rotário 1973-1974 José Alexandrino Souza (segundo da direita para a esquerda), Theódulo Bastos de Carvalho Júnior (primeiro à direita), do RC Feira de Santana, mais radialistas Ávido Medeiros (primeiro à esquerda) e Lucílio Bastos (quarto da esquerda para a direita), além do sindicalista Décio Barbosa (segundo da esquerda para a direita), entre outros.

Convite da Uniefs

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A Charge de Néo Correia


Fonte: "Blog do Noblat"

"O partido antropofágico"



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Por Carlos Chagas
José Dirceu, em recente artigo, acusa a imprensa e as oposições de pretenderem desconstruir o PT. Com todo o respeito às agruras do ex-ministro e deixando que PSDB e penduricalhos respondam por eles, vale registrar a injustiça praticada contra a mídia. Não somos nós que erodimos o PT: é o partido que se desconstrói.
Quando fundado, vinte e três anos atrás, o PT entusiasmou meio mundo. Seria uma legenda diferente, despojada dos vícios que caracterizavam o quadro partidário, empenhada na construção de um país novo.
Não apenas os trabalhadores e os jovens aderiram. Houve grande adesão à proposta nos planos filosófico e ideológico. A chamada intelectualidade aplaudiu a promessa de uma sociedade mais justa, mais fraterna, mais igualitária. Relevou-se, até, certo desconforto diante do sectarismo de alguns dos fundadores.
O diabo é que o radicalismo foi crescendo até a imposição de um comportamento automático a todos os companheiros. Diretrizes viraram ucasses. Começaram as expulsões e as defecções. Estas, até, em maior número. O que era para ser um fórum de debates virou um batalhão em ordem unida. Qualquer passo errado significava desligamento. A Igreja pediu para sair, cientistas, escritores e profissionais liberais escafederam-se, em grande parte. Parlamentares, também. Em nome da pureza dogmática sufocaram as divergências e as discussões.
Adiantou muito pouco o PT fatiar-se em grupos variados. Todos são obrigados a reger a mesma partitura, deixando a impressão de que se dividiram apenas para cuidar do espólio, depois de alcançarem o poder.
Assim, dr. Dirceu, não somos nós, da imprensa, a desconstruir o PT. É o próprio partido, cultor do Manifesto Antropofágico.
 .

Convite para a torcida do Feira Fogo



Alvinegros: 
Precisamos retornar ao salutar convívio que nos norteou todo o ano de 2012. Sem a presença de todos e sem o calor humano proporcionado pela amizade, pelo respeito e acima de tudo pelo conceito de família, não formaremos uma unidade alvinegra. Portanto, espero que neste domingo, 27, às 18h30 (19h30, horário de Brasília), todos estejamos juntos, torcendo pela vitória do Fogão no clássico contra o Fluminense. Esposas, filhos, namoradas são todos bem vindos, na Casa do Sertão. 
Estamos providenciando algumas ações em favor do evento "Feijão no Fogão". Já fizemos alguns contatos e alguma providências estão sendo tomadas no sentido de realizarmos este grande evento que marcará para sempre a nossa Associação.
Confirmo a proposta de que pelo menos 50 associados mantenham em dia suas obrigações financeiras para que ao final do semestre tenhamos algum recurso que possa viabilizar esse extraordinário encontro.
Pretendemos contar com a presença de Jairzinho, Túlio Maravilha e da gandulinha Fernanda, e como sabemos esse empreendimento tem um custo. Estamos buscando patrocinadores e as ideias estão surgindo a cada encontro que temos feito, com pessoas que nem são botofoguenses, mas que abraçaram a idéia e estão nos ajudando. Portanto façam a sua parte, pelo menos pagando suas mensalidades pontualmente e assim tudo ficará mais fácil.
Gostaria abraçá-los todos neste domingo,
José Boa Sorte Farias - Presidente da Associação dos Botafoguenses de Feira de Santana

Deu em Claudio Humberto


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Esta história do desconto na conta de luz..



Por Sérgio Oliveira
Um aposentado que recebia R$ 700,00, com o aumento de 6,20%, teve um aumento de R$ 43,40; se tivesse recebido o mesmo percentual do salário mínimo (9%), seu aumento teria sido de R$ 63,00, ou seja, mais R$ 19,60; se ele paga R$ 50,00 de luz, tendo um desconto, sei lá, de 20%, este representa R$ 10,00. Se tivesse ganho os 9% de aumento da Previdência, poderia pagar a luz normalmente, sem desconto, e ainda sobraria R$ 9,60.
* Sérgio Oliveira, aposentado, é de Charqueadas-RS

Aposentados e a Seguridade Social



Por Sérgio Oliveira
Não podemos esquecer. A cada aumento dos aposentados que recebem mais que o mínimo, caminham para ficarem só com um mínimo.
A Constituição de 1988, quando trata da Seguridade Social, no Capítulo II - Da Ordem Social, diz, no artigo 194, que a mesma compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinado a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência social e à assistência social.
Segundo um dos eslaides de um Programa de Educação Previdenciária, da Secretaria Executiva do Ministério da Previdência Social, de julho de 2004 "a previdência social, a saúde e a assistência social, compõem, de forma integrada a Seguridade Social. A Seguridade Social é financiada, também de forma integrada, pela folha-de-salários, Cofins, CSLL e CPMF, além de outras fontes."
Outro curso da Secretaria de Previdência Social do mesmo Ministério (Curso Formadores em Previdência Social) também cita esta mesma definição.
As fontes de financiamento eram, até então, as seguintes:
1. Das empresas, incidentes sobre a remuneração paga, devida ou creditada aos segurados e demais pessoas físicas a seu serviço, mesmo sem vínculo empregatício;
2. As dos empregadores domésticos, incidentes sobre o salário-de-contribuição dos empregados domésticos a seu serviço;
3. As dos trabalhadores, incidentes sobre seu salário-de-contribuição;
4. As das associações desportivas que mantêm equipe de futebol profissional, incidentes sobre a receita bruta decorrente dos espetáculos desportivos de que participem em todo o território nacional em qualquer modalidade esportiva, inclusive jogos internacionais, e de qualquer forma de patrocínio, licenciamento de uso de marcas e símbolos, publicidade, propaganda e transmissão de espetáculos desportivos;
5. As incidentes sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção rural;
6. As das empresas, incidentes sobre a receita ou faturamento e o lucro (Cofins e CSLL);
7. As incidentes sobre a receita dos concursos de prognósticos, da Caixa Econômica Federal;
8. CPMF, que, como sabemos, deixou de existir.
Existem outras, ainda.
Se o próprio Ministério da Previdência Social cita esta integração entre a Previdência Social, a Saúde e a Assistência Social,formando a Seguridade Social, bem como a integração de suas fontes de financiamento, não é correto, a meu ver, que se apresente, todos os meses, de forma separada, o resultado do Regime Geral da Previdência Social (RGPS), para informar que a Previdência é deficitária, uma vez que o mesmo faz parte desta "integração", conforme já explicitado acima. No tal “déficit da Previdência Social” deve ser considerado o resultado altamente negativo da área rural, cujos beneficiários, lá no início, não contribuíram para a formação do fundo e, atualmente, contribuem com um percentual baixíssimo sobre as vendas, sendo de se perguntar se não há muita sonegação, uma vez que a arrecadação desta área é muito pequena, em relação ao total pago como benefícios.
Dentro desta maneira de ver a Seguridade Social, de forma integrada, tal como o próprio Ministério explicita, a Associação Nacional dos Auditores Fiscais (Anfip) da Receita Federal do Brasil demonstra anualmente, através de seus relatórios denominados Análise da Seguridade Social, a mentira do déficit da Previdência Social.
* Sergio Oliveira, aposentado, é de Charqueadas-RS

Curta-metragem da Disney




Junto com o lançamento de "Monstros S.A.", no formato 3D, chega o curta-metragem "For the Birds", de Ralph Eggleston. A estreia nos cinemas é no dia 8 de fevereiro. Imagem disponível no www.image.net
Sinopse: Um a um, os pequenos pássaros de um bando pousam sobre um cabo telefônico. A reunião de todos eles se mostra suficientemente problemática e, como se não bastasse, um pássaro grande e desengonçado complica ainda mais as coisas quando tenta se unir a eles. As pequenas aves não conseguem deixar de zombar dele, porém essa atitude trará arrependimento a todos. Foi ganhador do Oscar® de Melhor Curta-Metragem de Animação em 2001.

(Com informações de Amenar Costa, Atendimento Disney de Selma Santos Produções e Eventos)
 

TRE aprova registro regional do Partido dos Servidores Públicos





Marco Aurélio, presidente regional da Bahia, e Marcondes Pereira de Souza, secretário geral
Foto: Tania Lago

O juiz Cássio Miranda, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) deferiu o registro do Partido dos Servidores Públicos e Trabalhadores da Iniciativa Privada do Brasil (PSPB-BA). A decisão foi tomada na tarde de quarta-feira, 23, em Salvador.0

O partido começou a colher assinaturas para o seu registro na Bahia há cerca de dois anos, e contou com apoio dos presidentes estaduais da sigla do Rio de Janeiro Joildo Cesar e de Pernambuco Jair Andrade.
O presidente do partido na Bahia, ilheense Marco Aurélio Moreira, que é servidor público da Prefeitura da "Terra da Gabriela", disse estar muito feliz com o registro e que "a luta foi muito grande e continuará sendo, pois agora é preciso continuar apoiando para fazer o registro nacional, que já não tem uma executiva e sim, uma Comissão Interventora formada por presidentes estaduais".
Com a Bahia, o partido já tem registro estadual em seis estados - os outros são Rio de Janeiro, Pernambuco, Goiás, Rondônia e Sergipe. Em mais sete estados o registro está em andamento.
O registro do partido foi publicado no "Diário Oficial", edição desta sexta-feira, 25.
Fonte: PSPB-BA

A Charge de Néo Correia

Fonte: "Blog do Noblat"

Deu em Claudio Humberto


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

"Faz 65 dias que Lula foge dos jornalistas. Continuará perseguido por perguntas sem resposta sobre as bandidagens de Rose"



Por Augusto Nunes
É preciso lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido, reitera há quase quatro anos a inscrição no alto desta página. Não se pode esquecer, por exemplo, o caso de polícia em que Lula foi envolvido pela primeiríssima amiga Rosemary Noronha. A Polícia Federal revelou em 23 de novembro do ano passado que a chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo era também dirigente da uma quadrilha infiltrada em agências reguladoras que comercializava pareceres técnicos. Passados mais de dois meses, o ex-presidente a quem Rose se referia como “meu namorado” não deu um único pio sobre o escândalo.
Faz 65 dias que Lula foge de jornalistas. Nesse período, discursou para moradores de rua, posou para a posteridade ao lado de Sofia Loren, fez palestras sobre assuntos que ignora, assistiu ao jogo entre Santos e São Bernardo enfurnado num camarote, garantiu a uma entrevistadora da TV da Federação Paulista de Futebol que quem pratica esporte não usa droga, deu conselhos a Fernando Haddad, nomeou-se co-presidente, encontrou tempo até para mostrar que, embora não tenha lido um só livro nem saiba escrever, tem muito a ensinar a intelectuais cucarachas. Só não falou da chanchada pornopolítica em que se meteu.
Confiante na crônica amnésia nacional, deve achar que o filme de quinta categoria vai terminar antes do fim - e com a vitória dos vilões. Engano. Até que recupere a voz (e crie coragem), será perseguido por perguntas sem resposta. Não são poucas. E faltam muitas, adverte o avanço das apurações da Polícia Federal e a coleta dos primeiros depoimentos pelo Ministério Público. As patifarias já descobertas sugerem que a história está em seu começo. Os inocentes não têm o que temer. Quem tem culpa no cartório não vai escapar pela trilha do silêncio.
O Brasil não pode desviar-se da trilha desmatada pelo desfecho do julgamento do mensalão. As penas impostas pelo Supremo Tribunal Federal transformaram numa espécie a caminho da extinção o brasileiro-condenado-ainda-no-berço-à-perpétua-impunidade. Todos são iguais perante a lei, ensinaram os ministros. O ex-presidente não é mais igual que os outros. Não está acima de qualquer suspeita. Não é inimputável. Nem mesmo ao fundador do Brasil Maravilha é permitido transformar urna em tribunal e decidir que um chefe de seita absolvido pelo rebanho não tem contas a prestar à Justiça.
Apesar de tudo, apesar de tantos, o Brasil não é uma Venezuela. O Código Penal vale também para Lula. 
Fonte: "Direto ao Ponto"

Filmes em Exibição no Orient Cineplace



Período de 25 a 31 de janeiro
LANÇAMENTOS NACIONAIS

O RESGATE (Stolen), de Simon West, 2012. Com Nicolas Cage, Josh Lucas, Danny Huston e Sammy Gayle. Ação e suspense. Will Montgomery é um ex-criminoso que tem apenas 12 horas para conseguir achar sua filha, mantida trancada no porta-malas de um táxi em Nova York por seu antigo parceiro no crime. Ele só vai entregá-la quando Will revelar o paradeiro dos 20 milhões de dólares que ele escondeu de seu último roubo. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 96 minutos. Horários: 13 e 15 horas, 17h10, 19h15 e 21h20. Sala 1 (243 lugares).

JOÃO E MARIA CAÇADORES DE BRUXAS (Hansel and Gretel Witch Hunters), de Tommy Wirkola, 2012.  Com Jeremy Renner, Gemma Arterton, Peter Stormare e Famke Janssen. Ação. Depois de pegarem um gostinho por sangue quando crianças, João e Maria se tornaram vigilantes extremos, determinados a defender seu povo. Agora, sem que eles saibam, João e Maria passaram a ser a caça e têm que enfrentar um mal muito maior do que as bruxas… seu passado. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 83 minutos. Horários: 13h20, 15h10, 17 horas, 18h55 e 20h45. Em 3D. Sala 4 (264 lugares).
CONTINUAÇÕES
O ÚLTIMO DESAFIO (The Last Stand), de Kim Jee-Woon, 2012.  Com Arnold Scharzenegger, Johnny Knoxville Rodrigo Santoro, Forest Whitaker, Harry Dean Stanton e Luis Guzmán. Ação. Um xerife quase aposentado de uma cidadezinha próxima à fronteira com o México enfrenta o tráfico de drogas. A equipe do xerife é formada por ajudantes sem nenhuma experiência para combater os traficantes mexicanos. Em segunda semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 107 minutos. Horários: 14h15, 18h45 e 21 horas. Sala 2 (160 lugares).
DETONA RALPH (Wrack-It Ralph), de Rich Moore. Animação. Bandido de um jogo de fliperama está determinado a provar que pode ser um mocinho. Ralph quer muito ser tão adorado quanto seu adversário de jogo, o mocinho perfeito, Fix-It Felix. Será que ele vai perceber que é bom o bastante para se tornar um herói antes seja “fim de jogo” para todo o fliperama? Em quarta semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 107 minutos. Horário: 16h30. Sala 2.
DE PERNAS PRO AR, de Roberto Santucci, 2012. Com. Ingrid Guimarães, Heloísa Perissé, Bruno Garcia, Eriberto Leão, Maria Paula e Luís Miranda. Comédia. Alice aparece mais rica e poderosa, resultado do sucesso do Sexy Delícia. Entretanto, manter-se no topo causa mais estresse e ansiedade do que chegar até ele. Ela está com cada vez menos tempo para o marido, para o filho adolescente e para si mesma. E agora? Será que o casamento vai suportar a pressão? Em quinta semana. Não recomendável para menores de 12 anos. Duração: 103 minutos. Horários: 14h40, 16h50, 19h05 e 21h15. Sala 3 (167 lugares).
ENDEREÇO E TELEFONES
Orient Cineplace - Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515 para saber informações sobre programas e horários.
(Com informações do Departamento de Marketing de Orient Cinemas)

Abrindo os caminhos



Nos jardins, o planejamento do percurso é algo importante,
 que não só faz com que a pessoa encontre seu destino, 
mas reduza o tempo do trajeto. O caminho é importante também 
para que não haja a necessidade de pisar na grama ou nas plantas
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Projeto de Erly Hooper: O planejamento do caminho nos jardins é importante para conduzir as pessoas de forma prática e rápida até outros ambientes, sem a necessidade de pisar na grama.

Projeto de Erly Hooper: O uso de lajões ouro preto e lagoa santa são comuns para a construção do trajeto nos jardins.
Fotos: Dimang Kon
Os jardins agregam beleza e sofisticação, além de transmitirem sensação de leveza e harmonia. É peça importante para a estruturação do espaço. Mas para que o jardim consiga imprimir esses efeitos é preciso traçar o caminho que vai conduzir as pessoas até o interior do ambiente, enquanto podem também apreciar a grandeza do paisagismo. E traçar esse caminho não é tão simples quanto se pensa, é necessário planejamento, muito planejamento.
"O caminho convida a percorrer pelo jardim. Não é algo criado para que a pessoa somente contemple a área. O objetivo é bastante funcional, é criar acessos às áreas. É um recurso interessante para conduzir as pessoas na direção correta, sem que para isso ela tenha que pisar na grama", destaca a paisagista Erly Hooper.
Segundo a profissional, é importante não criar caminhos muito longos para que as pessoas não procurem passagens alternativas. "Quando o trajeto criado não é funcional, as pessoas começam a fazer trilhas para diminuir o percurso, pois todo mundo procura um caminho mais curto para chegar a determinado espaço", explica.
Em jardins, a construção do caminho é feito principalmente com utilização lajões ouro preto e lagoa santa. Para projetos mais modernos, o granito pode ser boa pedida. Erly lembra que há um mito de que o trajeto dos jardins tem que ser feito em curva e desmente: "A busca pela funcionalidade deve trilhar a execução do percurso, que não precisa ser, necessariamente, em curva".
A paisagista finaliza com uma dica de ouro: "A área gramada, sem cortes, é que vai exaltar a beleza dos jardins e colocar em evidência o percurso projetado pelo profissional, por isso é importante não exceder no uso de caminhos".
(Com informações da Ana Paula Horta e Fernanda Pinho, da Mão Dupla Comunicação)

"Cinema para o povo"



Por Murillo de Aragão
Uma bela notícia foi dada no início do ano. Em 2012, o cinema nacional arrecadou mais de R$ 1,6 bilhão e mobilizou mais de 140 milhões de espectadores. Porém, a notícia já não parece tão boa se a olharmos em detalhes.
Temos apenas dois filmes brasileiros entre os vinte mais assistidos. Além disso, são somente 2.564 salas de cinema. Considerando os números, pode-se dizer que o cinema nacional não faz mais do que cosquinha na realidade do país.
Os Estados Unidos, que não são um bom parâmetro, contam com cerca de 40 mil salas de cinema, incluindo os seus mais de 600 drive-in. Apenas em Nova York existem mais de 200 cinemas. Muitos com várias salas.
A despeito do sucesso maciço da programação brasileira na televisão aberta, o nosso cinema ainda está engatinhando. E o cinema, como um todo, também. O que fazer? Há décadas os especialistas dão receitas que, quase sempre, terminam baseadas em dinheiro obtido por políticas de Estado e/ou de patrocínios.
Pendurar o cinema nacional nas costas do Tesouro não é um bom negócio. Existem alternativas e todas deveriam buscar, sobretudo, conectar a imensa massa de brasileiros da classe média baixa ao cinema. Trata-se de práticas comerciais e de políticas públicas para levar o cinema ao povo, às praças e às escolas, de forma ampla e intensa.
Com um potencial pedagógico inexplorado, o cinema pode chegar às redes públicas de ensino na forma de vídeos, por exemplo. Filmes nacionais podem servir de base para uma reflexão, nas escolas de primeiro e segundo graus, sobre quem somos nós. Documentários podem ser produzidos sobre temas relevantes no país e mostrados de modo sistemático para os alunos.
É evidente que não podemos prescindir de políticas de Estado que estimulem o cinema por via de incentivos fiscais. Até que o mercado tenha condições de sustentar o sistema, como nos Estados Unidos, as verbas públicas serão importantes.
No entanto, verbas somente não são suficientes. Políticas transversais devem ser implementadas. O cinema tem de se aproximar dos novos públicos. Mas utilizando apenas as salas existentes isso não será possível. Escolas e centros comunitários devem servir como salas de exibição e novas salas devem ser construídas.
A associação de emissoras de televisão, no caso, a Rede Globo, com o cinema tem dado bons resultados, e a iniciativa deveria ser praticada por outras emissoras.
Recentemente, apenas dois filmes nacionais de sucesso não estavam ligados à Globo: "Tropa de Elite" e "Bruna Surfistinha".
O cinema, mais do que uma olhada atenta sobre nós mesmos, deve servir para estimular o debate, a reflexão e o intercâmbio de opiniões nas comunidades. E o acervo de produções nacionais é essencial para tal empreitada.
A ação deveria coordenar os produtores de cinema e as autoridades da educação, da cultura e da promoção social.
Levando o cinema nacional para escolas e comunidades, vamos formar novas gerações que se reconhecem na tela grande, assim como muitos se reconhecem nas produções das emissoras de televisão.
O cinema é estratégico para a construção de nossa identidade. Para ampliar o conhecimento sobre nós mesmos e sobre como conhecer melhor nossa realidade. Em especial, em um país com sérias deficiências de educação, como o Brasil.
Incentivando o hábito do cinema, vamos criar um imenso mercado que irá, no futuro, caminhar com as próprias pernas e, também, disseminar o conhecimento sobre nós mesmos.
Até 2020, o Brasil quer ser o quinto maior mercado consumidor e produtor em audiovisual no mundo. As metas foram estabelecidas pela Agência Nacional de Cinema (Ancine). Para chegar lá, há muito a ser feito.
Murillo de Aragão é cientista político
Fonte: "Blog do Noblat"

"Um cidadão acima de qualquer suspeita"



Por Marco Antonio Villa
 Luís Inácio Lula da Silva se considera um cidadão acima de qualquer suspeita. Mais ainda: acha que paira sobre as leis e a Constituição. Presume que pode fazer qualquer ato, sem ter que responder por suas consequências. Simula ignorar as graves acusações que pesam sobre sua longa passagem pela Presidência da República. Não gosta de perguntas que considera incômodas. Conhecedor da política brasileira, sabe que os limites do poder são muito elásticos. E espera que logo tudo caia no esquecimento.
 Como um moderno Pedro Malasartes vai se desviando dos escândalos. Finge ser vítima dos seus opositores e, como um sujeito safo, nas sábias palavras do ministro Marco Aurélio, ignora as gravíssimas acusações de corrupção que pesam sobre o seu governo e que teriam contado, algumas delas, com seu envolvimento direto. Exigindo impunidade para seus atos, o ex-presidente ainda ameaça aqueles que apontam seus desvios éticos e as improbidades administrativas. Não faltam acólitos para secundá-lo. Afinal, a burra governamental parece infinita e sem qualquer controle.
 Indiferente às turbulências, como numa comédia pastelão, Lula continua representando o papel de guia genial dos povos. Recentemente, teve a desfaçatez de ditar publicamente ordens ao prefeito paulistano Fernando Haddad, que considerou a humilhação, por incrível que pareça, uma homenagem.
 Contudo, um espectro passou a rondar os dias e noites de Luís Inácio Lula da Silva, o espectro da justiça. Quem confundiu impunidade com licença eterna para cometer atos ilícitos, está, agora, numa sinuca de bico. O vazamento do depoimento de Marcos Valério - sentenciado no processo do mensalão a 40 anos de prisão - e as denúncias que pesam sobre a ex-chefe do gabinete da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, deixam Lula contra a parede. O figurino de presidente que nada sabe, o Forrest Gump tupiniquim, está desgastado.
No processo do mensalão Lula representou o papel do traído, que desconhecia tratativas realizadas inclusive no Palácio do Planalto - o relator Joaquim Barbosa chamou de "reuniões clandestinas" -; do mesmo modo, nada viu de estranho quando, em 2002, o então Partido Liberal foi comprado por 10 milhões, em uma reunião que contou com sua presença. Não percebeu a relação entre o favorecimento na concessão para efetuar operações de crédito consignado ao BMG, a posterior venda da carteira para a Caixa Econômica Federal e o lucro milionário obtido pelo banco. Também pressionou de todas as formas, para que, em abril de 2006, não constasse do relatório final da CPMI dos Correios, as nebulosas relações do seu filho, Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha, e uma empresa de telefonia.
No ano passado, ameaçou o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes. Fez chantagem. Foi repelido. Temia o resultado do julgamento do mensalão, pois sabia de tudo. Tinha sido, não custa lembrar, o grande favorecido pelo esquema de assalto ao poder, verdadeira tentativa de golpe de Estado. A resposta dos ministros do STF foi efetuar um julgamento limpo, transparente, e a condenação do núcleo político do esquema do mensalão, inclusive do chefe da quadrilha - denominação dada pelo procurador-geral da República Roberto Gurgel - sentenciado também por corrupção ativa, o ex-ministro (e todo poderoso) José Dirceu, a 10 anos e 10 meses de prisão. Para meio entendedor, meia palavra basta.
As últimas denúncias reforçam seu desprezo pelo respeito as leis. Uma delas demonstra como sempre agiu. Nomeou Rosemary Noronha para um cargo de responsabilidade. Como é sabido, não havia nenhum interesse público na designação. Segundo revelações divulgadas na imprensa, desde 1993 tinham um "relacionamento íntimo" (para os simples mortais a denominação é bem distinta). Levou-a a mais de duas dúzias de viagens internacionais - algumas vezes de forma clandestina -, sem que ela tenha tido qualquer atribuição administrativa. Nem vale a pena revelar os detalhes sórdidos descritos por aqueles que acompanharam estas viagens. Tudo foi pago pelo contribuinte. E a decoração stalinista do escritório da presidência em São Paulo? Também foi efetuada com recursos públicos. E, principalmente, as ações criminosas dos nomeados por Lula - para agradar Rosemary - que produziram prejuízos ao Erário, além de outros danos? Ele não é o principal responsável? Afinal, ao menos, não perguntou as razões para tais nomeações?
Se isto é motivo de júbilo, ele pode se orgulhar de ter sido o primeiro presidente que, sem nenhum pudor, misturou assuntos pessoais com os negócios de Estado em escala nunca vista no Brasil. E o mais grave é que ele está ofendido com as revelações (parte delas, registre-se: e os 120 telefonemas trocados entre ele e Rosemary?). Lula sequer veio a público para apresentar alguma justificativa. Como se nós, os cidadãos que pagamos com os impostos todas as mazelas realizadas pelo ex-presidente, fossemos uns intrusos e ingratos, por estarmos "invadindo a sua vida pessoal."
Hoje, são abundantes os indícios que ligam Lula a um conjunto de escândalos. O que está faltando é o passo inicial que tem de ser dado pelo Ministério Público Federal: a investigação das denúncias, cumprindo sua atribuição constitucional. Ex-presidente, é bom que se registre, não tem prerrogativa de estar acima da lei. Em um Estado Democrático de Direito ninguém tem este privilégio, obviamente. Portanto, a palavra agora está com o Ministério Público Federal.
Fonte: "O Globo", edição de terça-feira, 22

Companhias aéreas afastam turistas de Salvador



Não é apenas a imagem negativa de abandono da cidade, resultado de oito anos de falta de total gestão do ex-prefeito João Henrique, que tem afastado os turistas de Salvador. Os preços das passagens aéreas para a capital baiana também têm contribuído para diminuir o fluxo de visitantes na cidade. De acordo com o presidente do Conselho Baiano de Turismo (CBTur) e da Federação Baiana de Hospedagem e Alimentação (Febha), Silvio Pessoa, o Réveillon deste ano ficou comprometido por conta dos preços exorbitantes praticados pelas companhias aéreas, com valores acima das ofertadas para viagens ao exterior, notadamente Europa e Estados Unidos, como também pela redução de 10% na oferta de voos, em razão da fusão das empresas Trip/Azul, Gol/Webjet e a extinção da Passaredo.
As atenções agora recaem sobre o Carnaval. De acordo com o dirigente, que também é presidente do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes de Salvador e do Litoral Norte, a expectativa é que os hotéis instalados no circuito da folia atinjam uma ocupação próxima aos 90% e de 70% nos estabelecimentos fora da área da festa. Mas, por enquanto, apenas 70% das vagas na rede hoteleira estão reservadas. "Esperamos que nas duas semanas anteriores à festa se dê um incremento na procura", destaca Pessoa.
Historicamente, janeiro apresenta uma média de ocupação hoteleira de 85%, mas este ano a taxa ainda não ultrapassou os 75% e o fim do verão se aproxima. "A diária na hotelaria de Salvador é uma das mais baixas do Nordeste, e representa 50% da cobrada no Rio de Janeiro. Caro é a passagem aérea e os restaurantes de primeira linha", critica o dirigente, reivindicando que as mudanças em prol do turismo sejam implementadas o mais rápido pela atual gestão municipal.
"Precisamos de iluminação, segurança e limpeza e que tenha um fim o imbróglio envolvendo as barracas de praia, precisamos acabar com a sua favelização", frisa, criticando ainda "a violenta concorrência - altamente predatória - por parte das empresas de navegação, todas elas estrangeiras”, que comercializam seus produtos sem deixar lucro para a cidade, uma vez que os principais serviços são ofertados pelos navios (alimentação e hospedagem). "É importante trabalhar junto ao Congresso para rever a atual lei de cabotagem, revendo pontos que permitem bondades excessivas ao segmento de cruzeiros no Brasil", assinala.
Fonte:  www.genteemercado.com.br



Governador eleito

Cristina e Carlos Lucena (em pé) em jantar durante evento rotário em San Diego, Estados Unidos. Ele é governador eleito do Distrito 4390 (parte da Bahia, Alagoas e Sergipe) ano rotário 2013-2014.

"O palanqueiro que não desencarna do Planalto resolveu virar co-presidente"



Por Augusto Nunes

Quando Lula agarra um microfone, os plurais saem em desabalada carreira, a gramática se refugia na embaixada portuguesa, a regência verbal se esconde no sótão de um casarão abandonado, o raciocínio lógico providencia um copo de estricnina (sem gelo) e os dicionários se apavoram com a iminência de outra selvagem sessão de tortura. Já no primeiro parágrafo, os brasileiros que não tratam o idioma a socos e pontapés ficam pálidos de espanto ou vermelhos de vergonha. Menos os devotos da seita lulopetista.
“Quando Lula fala, o mundo se ilumina”, jura há quase 10 anos Marilena Chauí, professora da USP que também jura ser filósofa. A descoberta assombrosa justifica o lugar reservado à companheira no “Encontro com Intelectuais sul-americanos”, promovido nesta segunda-feira pelo Instituto Lula: Marilena está no palco, sentada à direita do Mestre. Com o rosto apoiado numa das mãos, parece à espera do momento em que a luminosidade do orador obrigará a plateia a proteger os olhos com óculos escuros.
Os presentes, esclarece a inscrição atrás da mesa, são Intelectuais (assim mesmo, com I maiúsculo). Estão reunidos não para um “encontro de” qualquer, mas para o “Encontro com”. Com Lula, naturalmente. Na abertura da discurseira, o ex-presidente avisou que estava ali para ouvir. Só parou de falar quando a garganta implorou por descanso. Gastou alguns minutos louvando a integração dos Intelectuais da América do Sul. No resto do tempo, tratou do que efetivamente interessa a um palanqueiro em campanha há quase 40 anos.
Primeiro, Lula comunicou que está aprendendo a ser ex-presidente, e ensinou que “é necessário tomar cuidado para fazer política sem parecer que quer continuar no cargo de mandatário”. Em seguida, deixou claro que continuará fazendo exatamente o contrário do que acha certo. “Lula vai cuidar pessoalmente das articulações com a base de Dilma para tentar garantir apoio à reeleição da presidente”, contou o companheiro Paulo Vanucchi aos jornalistas proibidos de testemunhar a aula de incoerência. Segundo o diretor do Instituto Lula, o chefe “vai gastar toda a energia para a manutenção da aliança entre PT, PMDB e PSB”. Ou seja: para assegurar a permanência de Dilma Rousseff no poder, Lula resolveu reduzir-lhe os poderes e nomear-se co-presidente.
O primeiro encontro entre a presidente eleita e o presidente que nunca desencarnou do Planalto deveria ocorrer em Brasília. Dilma sugeriu que conversassem em São Paulo nesta sexta-feira, quando visitará a cidade para participar das comemorações do aniversário. A aparente demonstração de subserviência camufla a esperteza geopolítica. Assombrado pelo caso Rose e pelo pau de macarrão de Marisa Letícia, tudo o que Lula quer é ficar longe de casa. A presidente vai mantê-lo por aqui no feriadão que começa no dia 25.
Pena que a afilhada não se anime a bater de frente com o padrinho. Se lhe estendesse o tratamento que dispensa aos ministros, o local do encontro seria o escritório da Presidência da República em São Paulo. Assim que Lula entrasse na sala que abrigava a chefe de gabinete, Dilma perguntaria se o visitante notou alguma mudança na paisagem. Ou se acha que está faltando alguém.
Fonte: “Direto ao Ponto”

Chávez entubado


Jornal espanhol "El País" divulga foto de Hugo Chávez entubado, na edição de quarta-feira, 23. Os chavistas dizem que a foto é falsa.

"O galeto do constrangimento"



Por Ilimar Franco
A Juventude do PT de Brasília está no sal. O jantar a fim de arrecadar recursos para ajudar os réus do mensalão a pagar multas é considerado "um tiro no pé" entre os petistas. Um dirigente nacional comentou que "os réus têm que parar de sangrar o partido". Um ministro argumentou que, além de ter sido esvaziado e gerado pauta negativa, o evento foi uma "estupidez". E ironizou: "Vender galeto para pagar milhões? Haja galeto!" A direção do PT avalia que o partido não pode ficar preso a essa pauta, pois, a despeito das críticas, o julgamento do STF tem que ser respeitado.
Fonte: “O Globo”