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sábado, 10 de março de 2012

Opinião - A honra de Tarcízio

Tarcízio Pimenta no lançamento do jornal que custou, acreditem, R$ 6 milhões, a metade do orçamento anual da Secretaria de Comunicação (Foto: Secom)
Jorge Magalhães
Chega a ser criminosa a utilização de certas expressões, quando vindas da boca de pessoas a utilização de certas expressões, quando vindas da boca de pessoas cujas práticas destoam completamente das palavras com as quais buscam se vestir para conferir virtudes e qualidades que deveras não as possui, nunca as cultivou e jamais farão parte do seu convívio, muito menos parte intrínseca do seu caráter. Quando ouço alguém afirmar com insistência que é honesto, tendo a desconfiar imediatamente desta pessoa, pois honestidade não é nenhum troféu para se exibir, e sim uma obrigação do ser humano para consigo próprio e com o seu universo de relações, sendo que o honesto não faz nenhum favor a outrem em sê-lo.
Ao tentar se justificar sobre as agressões covardes que aplicou nos jornalistas Ronaldo Belo e Sílvio Tito, do "Jornal Cidade", tudo o que o prefeito Tarcízio Pimenta consegue é produzir o que ele acusa atabalhoadamente os adversários de estarem conspirando contra ele: factóides para atacar a honra alheia - além de atingir mortalmente a liberdade de imprensa, e o estado democrático de direito.
Mas quando fala que a sua "honra está sendo atacada", o prefeito que torrou R$ 6 milhões por apenas uma edição do seu 'Pravda' particular, chega a ser hilário, patético, um legítimo parlapatão.
Inconseqüente e preocupado tão-somente com a sua imagem, o "honrado" Tarcízio Pimenta não passa de um narcisista que acha que a multiplicação da sua imagem na mídia poderia alterar a rota desastrosa do seu governo, pessimamente avaliado, não apenas pelos que fazem comunicação séria e dentro de padrões éticos, mas pela gente simples de cujo barro ele disse um dia ter saído.
Será que alguém parou para fazer as contas de quantas casas populares seriam erguidas com esta dinheirama, o equivalente a metade do orçamento anual da Secretaria de Comunicação Social, tirando das ruas pais e mães de famílias que vivem em condições subumanas debaixo dos viadutos mal cuidados da sua gestão, ou em barracões de papelão improvisados, espalhados na periferia da cidade que finge governar?
De que honra nos fala o senhor prefeito na sua tentativa de (invertendo cinicamente, covardemente os fatos que foram flagrados por policiais federais e repórteres) mais uma vez se vitimizar, passando aquela imagem franciscana, de totem da humildade, um santarrão incompreendido e eternamente acuado por inimigos cujos nomes não tem a coragem de nomeá-los, com suas generalizações insidiosas de costume.
De que honra nos fala este senhor, a honra de ter recebido uma Prefeitura adimplente com os seus compromissos e quase R$ 2 milhões em caixa, para depois de dilapidar o patrimônio do erário, transformá-la numa instituição desacreditada na Bahia inteira, graças a falta de compromisso com prestadores de serviços e fornecedores?
De que honra, então, nos fala este senhor? A honra de passar pela história de Feira de Santana como o prefeito que feriu e envergonhou o povo feirense no seu sagrado orgulho de viver numa das mais pujantes cidades brasileiras, berço de personalidades de peso da política nacional, como senador Nelson Carneiro e o deputado Francisco Pinto, homens valorosos que através das suas ações elevaram o nome da Feira de Santana para além das suas fronteiras .
A honra de que nos fala Tarcízio, por dedução, deve ser a honra de ter patrocinado com dinheiro público uma desmoralização quase em regra da imprensa que diz respeitar distribuindo tapas e escoriações em dois dos seus membros, simplesmente por estarem cumprindo o dever de informar à população o que faz o prefeito que elegeu, e de não estarem fazendo vistas grossas às ações nefastas da sua igualmente nefasta administração.
Todo este cenário surrealista construído adredemente por Tarcízio para inverter o jogo a seu favor, é só um sinal do quanto de baixaria será produzido durante o período eleitoral que já se avizinha.
Escrevam aí: com os números das pesquisas de opinião jogando contra as suas pretensões de continuar à frente do Paço Municipal Maria Quitéria, Tarcízio Suzart Pimenta Júnior vai se valer de todos os meios e recursos imagináveis para melar o pleito eleitoral de 2012.
O jogo (sujo) já começou a ser jogado
* Jorge Magalhães é jornalista e edita o blog "Etc & Tal"

4 comentários:

Anônimo disse...

Em Feira de Santana nunca existiu este tipo de baixaria e agora somos obrigados a engolir este rapaz fazendo-se de bom moço.

Jadson Will disse...

A cada dia que passa as matérias do Blog Demais ganham mais
repercussão e credibilidade. Já a mídia chapa-branca não tem outro
caminho e buscam minimizar o impacto das notícias. Parabéns, Dimas Oliveira!

Paulo Tarso disse...

Tarcízio, Tarcízio, até Jânio Rego te conhece e não quer te ver mais!

M. Zé Amaro, disse...

Esse sujeitinho baixo era pra ser afastado do comando da cidade, e ser encaminhado a um tratamento psiquiátrico. O estágio que se encontra (agressívo) deve ser levado em uma camisa de força e dopado com uma substância bem forte e entregue na colônia Lopes Rodriguês. Nosssa cidade nunca foi tão mal dirigida, o caos está no trânsito caótico, no ordenamento do espaço público, na coleta de lixos, na manutenção e conservação das ruas, na assistência a pessoas carentes, em projetos sociais, etc e etc. Esse governo é um fracasso.