Na coluna de Ricardo Melo, na "Folha de S. Paulo", edição de quinta-feira, 8: Como governante, Sérgio Cabral é um prodígio de ator. Só lhe falta crachá do Projac. Faz cara de paisagem ao misturar negócios públicos com jatos privados. Chama bombeiros de vândalos e depois pede desculpas ao perceber a gafe. Toma chá de sumiço quando um bonde estatal descarrila e mata seis, mas vai às lágrimas ao defender royalties para o Rio. Já viveu até seu momento Salim Curiati, quando defendeu esterilizar os pobres para combater a criminalidade. Tente agora lembrar uma iniciativa social de peso de sua autoria. A memória vai ficar girando em falso.
Fonte: "Ex-Blog do César Maia"

Um comentário:
E ainda agora, estou escutando notícias sôbre a quantidade enooorme de bandidos que tem apavorado algumas comunidades do Rio, inclusivee algumas com as tais UPP's.
No Morro do Alemão, por exemplo, que êle cantou em verso e prosa, com ocupação policial e tudo o mais, tem tido balas traçantes nas noites, muitos tiros e nenhuma segurança. Até o tal teleférico, que Lula e Dilma estrearam, está parado, porque os bandidos teriam dado tiros nêle.
É assim, aqui no Rio, cada vez pior, e nosso governador com muito papo furado, querendo tapar o sol com a peneira(furada de balas das metralhadoras dos bandidos).
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