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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Geddel vê traição ao PMDB e cara-de-pau em Otto

Por Samuel Celestino

Por que estão reclamando os deputados estaduais Alan Sanches, Ivana Braga e Temóteo Brito, este último carlista de quatro costados? O ex-ministro Geddel Vieira Lima parece em nada ter errado ao expulsá-los do PMDB, que para eles serviu de veículo para chegar à Assembleia, usando o aparato e o horário de propaganda do partido. Os três parlamentares haviam, segundo Geddel, dado o primeiro passo ao trair a legenda ao assinar o manifesto de fundação do PSD, de sorte a ingressar posteriormente na legenda, indo de encontro ao estatuto do PMDB. Ainda de acordo com o vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica, "a ética na política não está somente em não roubar, mas cumprir as determinações da legenda, o que não aconteceu com os três expulsos, que sequer compareciam às reuniões do partido". Disse mais que o PMDB os abrigou quando tinham dificuldades para se eleger. Sanches estava na condição de vice-líder do partido na Assembleia. "Mesmo assim, não acataram a decisão do PMDB e descumpriram o encaminhamento da votação do líder, de votar contra o governo no caso do Planserv. Aderiram afrontosamente ao governo". Entende que eles foram de encontro ao Conselho de Ética partidário, e agora esperneiam quando expulsos, "tendo abrigo certo e pensado, ao assinar o manifesto de fundação do PSD". Geddel alveja certeiramente o vice-governador Otto Alencar, presidente da nova legenda na Bahia: "É um cara-de-pau. Vem falar agora em autoritarismo no PMDB. Logo ele que foi serviçal de Antonio Carlos Magalhães, para quem esteve sempre a serviço e foi premiado com o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios. Falta-lhe óleo de peroba. É bom saber que cara-de-pau também dá cupim, se é que já não esteja infestado deles. Os três mosqueteiros da traição ficarão muito bem na nova legenda, cujo manifesto receberam as suas assinaturas".

Fonte: "Bahia Notícias"

4 comentários:

Mariana disse...

Também não gosto de traição, mas falar em cara de pau, hoje, não é prá qualquer um, heim!

Danilo Aguiar disse...

Realmente a política da Bahia tem sido conduzida por Otto e Wagner como no tempo dos velhos coronéis. Chamar o PMDB de autoritário por preservar a ética partidária é um absurdo tem muita razão a reação do nosso querido Geddel!

Danilo Aguiar disse...

Parabéns a análise sempre útil a Bahia do brilhante Samuel Celestino!

Mariana disse...

"...de nosso querido Geddel", nosso quem?? Credo, tem gente exagerando na dose.