O Fórum dos Técnicos das Universidades Estaduais Baianas (Uebas) vem conseguindo realizar suas reuniões ordinárias, a última ocorrida na sexta-feira, 5, com participação de representantes das quatro universidades estaduais, mostrando a atenção que o Sintest-Uefs está tendo com a categoria.
Algumas deliberações foram tiradas como "forma de externar nossa insatisfação com o Governo do Estado e para mostrar que esta política de desvalorização do servidor, corte de verbas das estaduais, quebra de autonomia universitária, não é mérito apenas do governo atual, e sim, uma prática desenvolvida por muitos governadores desde da década de 80, deixando seus servidores e as instituições de Ensino Superior numa situação precária", como afirma Deibson de Souza Cavalcanti, coordenador geral do Sintest-Uefs.
O Fórum decidiu construir um calendário de mobilização e paralisação ao longo deste ano, com assembleias em suas bases. A Uefs já tirou as deliberações na assembleia ocorrida na quarta-feira, 3, e "esperamos que a Uesc, Uneb e Uesb, em suas assemblaias, tirem um posicionamento em comum", estima Deibson.
Segundo o coordenador, a primeira paralisação em conjunto está marcada para o dia 25 de março. "Esperamos a ampla participação do servidor e da sociedade, pois, nossa luta é por uma educação de qualidade, melhores condições de trabalho e não sucateamento das instituições de Ensino Superior", disse. O Sintest aguarda "servidores voluntários que possam ir as rádios para divulgar as ações".
Segundo Deibson Cavalcanti decidiu-se também realizar uma campanha através de outdoor e "procuramos articular com outras entidades o que for de pauta em comum. Duas reuniões já foram agendadas, para tratarmos de pautas referente aos servidores do Estado, a primeira dia 9 de março com o líder do Governo, deputado estadual Waldenor Pereira (PT) e a segunda com a Associação dos Funcionários Públicos da Bahia (Afpeb) no dia 16 de março, onde esperamos contar também com a presença da Federação dos Trabalhadores (Fetrab)".
No mais, segundo o coordenador, "vamos à luta na construção de uma educação de qualidade e melhores condições de trabalho e vida".
Algumas deliberações foram tiradas como "forma de externar nossa insatisfação com o Governo do Estado e para mostrar que esta política de desvalorização do servidor, corte de verbas das estaduais, quebra de autonomia universitária, não é mérito apenas do governo atual, e sim, uma prática desenvolvida por muitos governadores desde da década de 80, deixando seus servidores e as instituições de Ensino Superior numa situação precária", como afirma Deibson de Souza Cavalcanti, coordenador geral do Sintest-Uefs.
O Fórum decidiu construir um calendário de mobilização e paralisação ao longo deste ano, com assembleias em suas bases. A Uefs já tirou as deliberações na assembleia ocorrida na quarta-feira, 3, e "esperamos que a Uesc, Uneb e Uesb, em suas assemblaias, tirem um posicionamento em comum", estima Deibson.
Segundo o coordenador, a primeira paralisação em conjunto está marcada para o dia 25 de março. "Esperamos a ampla participação do servidor e da sociedade, pois, nossa luta é por uma educação de qualidade, melhores condições de trabalho e não sucateamento das instituições de Ensino Superior", disse. O Sintest aguarda "servidores voluntários que possam ir as rádios para divulgar as ações".
Segundo Deibson Cavalcanti decidiu-se também realizar uma campanha através de outdoor e "procuramos articular com outras entidades o que for de pauta em comum. Duas reuniões já foram agendadas, para tratarmos de pautas referente aos servidores do Estado, a primeira dia 9 de março com o líder do Governo, deputado estadual Waldenor Pereira (PT) e a segunda com a Associação dos Funcionários Públicos da Bahia (Afpeb) no dia 16 de março, onde esperamos contar também com a presença da Federação dos Trabalhadores (Fetrab)".
No mais, segundo o coordenador, "vamos à luta na construção de uma educação de qualidade e melhores condições de trabalho e vida".

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