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domingo, 6 de novembro de 2022

Manifestação de patriotas não pára







Manifestação de patriotas - famílias com crianças em grande número - continua em frente ao 35º Batalhão de Infantaria, em Feira de Santana. Neste domingo, 6, a cada momento chegando mais gente, todos exercendo um direito constitucional. Estão disponibilizados lanches, frutas, água, café e outros víveres, doados por voluntários.

É contínua a manifestação de patriotas




Manifestação de patriotas - famílias com crianças em grande número - continua em frente ao 35º Batalhão de Infantaria, em Feira de Santana. Na tarde deste sábado, 5, a cada momento chegando mais gente, todos exercendo um direito constitucional. Estão disponibilizados lanches, frutas, água, café e outros víveres, doados por voluntários.

Gleisi chama dividendo de 'sangria'; já o roubo...

A presidente do PT, Gleisi Hoffman, que esteve enrolada na Lava Jato, acusa a Petrobras de "sangria" por distribuir dividendos aos acionistas. Madame tem memória curta: sangria mesmo ocorreu quando a estatal foi roubada nos governos do PT, dava prejuízo e seu valor de mercado despencou para US$22 bilhões. Dividendos, ao contrário, remuneram legalmente o investimento dos acionistas. Principal acionista, a União é que mais os recebe: R$32 bilhões só no primeiro semestre de 2022.

Da água para o vinho

Após os governos do PT, dinheiro retirado dos impostos cobria o rombo do roubo. Hoje, dinheiro dos dividendos abastece o Tesouro Nacional.

Comparação 

Em 2016, a Petrobras havia perdido 90% do seu valor. Agora, só nos últimos 12 meses, valorizou 93,3%, segundo dados da bolsa de valores.

Mais de meio trilhão

A petrolífera brasileira registra lucros recordes e está avaliada neste momento em R$ 597,2 bilhões.

Fonte: Claudio Humberto

Luz do mundo

Mateus 5: 14 diz: "Vós sois a luz do mundo".

Lucas 8: 16 diz: "E ninguém, acendendo uma candeia, a cobre com algum vaso, ou a põe debaixo da cama; mas põe-na no velador, para que os que entram vejam a luz".

 

sábado, 5 de novembro de 2022

Senai Bahia abre inscrições para 6.520 vagas de curso técnico, sendo 610 bolsas gratuitas

Processo Seletivo 2023.1 para os cursos presenciais e semipresenciais, começa segunda-feira, 7


Para quem está em busca de oportunidades para elevar a qualificação ou a empregabilidade, o Senai Bahia inscreve, a partir de segunda-feira, 7 de novembro, para o Processo Seletivo 2023.1 dos Cursos Técnicos. São 6.520 vagas com oferta de 610 bolsas de estudos, em 19 cursos, que serão oferecidos nos formatos presencial e semipresencial.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela internet, no endereço www.tecnicosenai.com.br, ou presencialmente, nas centrais de atendimento ao candidato das unidades do Senai Bahia, conforme Anexo III do edital do processo seletivo, que estará disponível a partir do dia 7/11.
O Senai oferece vagas nos municípios de , Feira de Santana, Alagoinhas, Barreiras, Camaçari, Ilhéus, Juazeiro, Lauro de Freitas, Luís Eduardo Magalhães, Vitória da Conquista e Salvador (Cimatec e Dendezeiros). São cursos como Administração, Automação Industrial, Desenvolvimento de Sistemas, Edificações, Eletromecânica, Eletrônica, Eletrotécnica, Logística, Manutenção Automotiva, Mecânica, Petroquímica, Química, Redes de Computadores, Refrigeração e climatização e Segurança do Trabalho, dentre outros.
BOLSAS
As inscrições para concorrer a uma das 610 bolsas de estudos para os cursos técnicos do Senai Bahia vão até 19 de dezembro. Para se habilitar, entre outros requisitos, o candidato precisa ter condição de baixa renda e ter feito o Enem nos anos de 2016, 2017, 2018, 2019, 2020 ou 2021, com pontuação média aritmética simples, igual ou superior a 500 (quinhentos) pontos.
Além da oferta de bolsas, o Senai Bahia oferece uma condição especial - o para os cursos presenciais como para os semipresenciais.
Para mais informações, endereços das centrais de atendimento aos candidatos e o edital completo com os cursos oferecidos, acesse o portal dos cursos técnicos: www.tecnicosenai.com.br.
CONHEÇA OS CURSOS NO MUNDO SENAI
E para quem quiser conhecer de perto os cursos técnicos, nos dias 9 e 10/11, 21 unidades do Senai estão de portas abertas e com mais de 300 atividades gratuitas voltadas para o mercado de trabalho. É o Mundo Senai Bahia, evento que oferece oficinas, workshops, minicursos e palestras presenciais e on-line, com direito a certificado.
Metaverso, Como lidar com Ansiedade e Depressão, Como ganhar dinheiro fabricando panetones, Desmitificando o 5G, Dicas de currículo e entrevista de emprego e o que faz um técnico em Eletromecânica são apenas alguns dos temas das atividades.
"O evento é uma oportunidade para o público se qualificar e conhecer opções de formações profissionalizantes", explica Rodrigo Vasconcelos, diretor do Senai Bahia. Para participar, basta escolher as atividades e fazer a inscrição no site www.mundosenaiba.com.br, onde também é possível encontrar a programação específica de cada uma das unidades participantes.
INFORMAÇÕES:  www.tecnicosenai.com.br

 

(Com informações da Gerência de Comunicação Integrada do Sistema Fieb


O Brasil da desordem

Como pode haver democracia num país em que o alto judiciário dá a si próprio o direito de mandar em tudo?


J. R. Guzzo

O Brasil continua a caminhar, agora com passo mais rápido, para uma situação de desordem. O encerramento de uma eleição presidencial é sempre o fim da guerra e o começo da paz, sobretudo se é você quem ganha. Não no Brasil de hoje. A eleição acabou, Lula, a esquerda e o STF ganharam - mas em vez de uma volta à normalidade o que está se vendo, por parte dos ganhadores, é a promoção das tensões, o esforço para eliminar adversários e o avanço das ações totalitárias. Lula disse em seu primeiro discurso depois da eleição que quer governar o país “para todos”, e não apenas para os que votaram nele. Seria excelente se ele tivesse realmente essa intenção - e os meios práticos para fazer o que promete. Mas os primeiros dias que se seguiram à proclamação dos resultados pelo TSE indicam o contrário de uma pacificação geral. O ambiente é de reforço do regime de exceção criado pelo alto judiciário nos últimos anos - e da emergência, em torno do novo presidente, de um PT e uma esquerda mais extremistas, mais violentos e mais empenhados do que nunca em demolir com a sua “democracia popular” - a única que aceitam - a democracia das liberdades públicas, dos direitos individuais do cidadão e do respeito à lei.

Qual a lei que permite ao chefe da “justiça” eleitoral se intrometer em greve de motorista de caminhão?

O movimento dos caminhoneiros, que bloqueou estradas por todo o Brasil em protesto contra o resultado das eleições (veja matéria nesta edição) foi, sem dúvida, um fator de agitação - e, além disso, uma agressão clara ao direito de ir e vir, ao impedir o uso das mesmas estradas para todos os cidadãos. O consórcio esquerda-mídia-judiciário, naturalmente, explodiu em indignação automática contra esses “atos antidemocráticos” e contra o que descreveu como a “conivência” do governo com os caminhoneiros. Mas não é aí que está o foco da infecção. De um lado, e em meio a exigências histéricas de repressão ao movimento, o presidente da República acabou tendo a atuação mais efetiva de todas para acalmar os ânimos, ao pedir o fim dos bloqueios e o cumprimento da lei. De outro, os indignados com as ameaças à “democracia” são exatamente os mesmos que continuam a desrespeitar as leis e a bloquear o funcionamento normal dos mecanismos democráticos - ou os que lhes dão apoio.de democrático na atuação do ministro Alexandre de Moraes em relação aos caminhoneiros? 

O ministro, na sua condição oficial de presidente do TSE, expediu ordens, exigiu providências, ameaçou a Deus e a todo mundo com punições extremadas. Mas a eleição não acabou? O seu dever funcional não está encerrado? Qual a lei que permite ao chefe da “justiça” eleitoral se intrometer em greve de motorista de caminhão? Ou em qualquer coisa que não tenha a ver com as suas funções legais de organizador da votação e da apuração dos votos? Como faz com o seu inquérito perpétuo contra tudo o que ele considera “atos antidemocráticos”, Moraes parece estar criando a eleição sem fim — continua a baixar decretos como fez sem parar durante a campanha eleitoral. 

Se ele se permite a entrar no movimento dos caminhoneiros, que deve ser tratado — e foi - com os instrumentos legais em vigor, porque não entraria na lei do zoneamento urbano, no horário de funcionamento da alfândega ou naquilo que lhe der na telha? Ninguém iria dizer nada, a começar pelos seus colegas de STF; não disseram agora, não disseram em seus três anos de inquérito ilegal e não vão dizer nunca. 

O ministro Moraes criou um governo paralelo no Brasil. Imaginou-se que seu propósito era tirar o presidente Bolsonaro da presidência e colocar Lula no seu lugar. Conseguiu, junto com os seus colegas, aquilo que pretendia. Qual o sentido de continuar fazendo, depois das eleições, o que tem feito até agora? Perseguir os opositores do futuro governo Lula? Isso é desordem - um passo a mais na caminhada que começou quatro anos atrás, quando a esquerda e o STF não admitiram a vitória de Bolsonaro nas eleições e 2018 e lançaram o projeto de sabotar seu governo e de impedir a sua reeleição.

O último ataque feito por Barroso às instituições e ao sistema legal do Brasil é um despacho que revoga, para efeitos práticos, o direito à propriedade privada da terra

O ministro Moraes, naturalmente, não é o único a operar esse governo paralelo. Um dos seus acionistas mais agressivos é o ministro Luís Roberto Barroso. Ele está empenhado, cada vez mais, em impor aos cidadãos obrigações que não existem nas leis. Serve-se de seu cargo no STF para desapropriar os poderes do Congresso e para escrever legislação por conta própria. Pior que tudo, está socando em cima da população o modelo pessoal de Brasil que tem em sua cabeça. Não é o Brasil que está definido na Constituição Federal, ou no resto do sistema legal em vigência no país. Como outros colegas, Barroso acredita que esse estado de coisas está “errado”, que nem o Legislativo e nem o Executivo têm capacidade para consertar os erros e que cabe ao STF, portanto, a tarefa de “melhorar” a sociedade. É a “justiça propositiva”, ou “ativismo judicial”. 

O Brasil, de acordo com os seus princípios, tem de se comportar como o ministro Barroso e os colegas acham que deve, e não como a lei determina; o único desenho que serve é o desenho deles mesmos, excluindo-se todos os demais. E quem está em desacordo com o desenho dos ministros? Não teria o direito de argumentar que só o Congresso, onde é representado, tem autorização para decidir como a sociedade brasileira deve ser? Não, não tem direito a nada. Tem apenas de obedecer aos ministros e viver no país que eles querem.

O último ataque feito por Barroso às instituições e ao sistema legal do Brasil é um despacho que revoga, para efeitos práticos, o direito à propriedade privada da terra — rural e urbana, pelo que deu para entender. Ele vinha cozinhando a coisa já há tempo; assim que foi proclamada a vitória de Lula, anunciou a sua decisão. A partir de agora, os juízes não podem mais dar sentenças de reintegração de posse, devolvendo aos seus legítimos donos propriedades que foram invadidas - mesmo nas ações em que já se decidiu a desocupação das áreas. Tribunais de justiça estaduais e tribunais regionais federais devem instalar “imediatamente” comissões de “conflitos fundiários”, que passam a fazer “inspeções judiciais” e “audiências de mediação” antes de qualquer decisão que determine a devolução da área ocupada a seus proprietários. 

As “comunidades afetadas” têm de ser ouvidas e o seu “direito à moradia” tem de ser “respeitado”; não pode haver, “de forma nenhuma”, separação dos membros de uma família. Ou seja: de hoje em diante, segundo Barroso, o cidadão que teve a propriedade invadida não pode pedir que a justiça devolva o que lhe pertence legalmente; tem de negociar o seu direito com o invasor, dentro das tais “comissões”. Também não pode se defender por conta própria. E se o MST, ou os movimentos de “sem teto” não quiserem sair, ou se não for feito acordo nenhum na “comissão” durante os próximos 25 anos? Não se sabe. 

É tudo absolutamente ilegal. Que lei permite ao STF fazer uma coisa dessas? Quem autorizou o ministro ou o STF a criarem regras que mudam o exercício do direito de propriedade? As “comissões” de que fala o despacho não existem na legislação brasileira; só existem no mundo mental de Barroso. Quem vai estabelecer quantos membros elas devem ter, quem serão eles, quais os procedimentos que se devem seguir, que prazos tem de ser cumpridos? Quem tem sua propriedade invadida faz o que, enquanto isso tudo não se resolve? A alegação, da pior qualidade, é que a propriedade tem de se subordinar a uma “função social”. 

E por acaso são os ministros do STF que decidem qual é a “função social” disso ou daquilo? É uma alucinação. O direito à propriedade faz parte das chamadas “cláusulas pétreas” da Constituição - aquelas que não podem ser mudadas nem com a aprovação de um projeto de emenda constitucional. Está entre os direitos fundamentais do cidadão brasileiro, estabelecidos no artigo 5 da lei fundamental da nação. Mas e daí? Para o STF não existe cláusula de pedra, ou de qualquer material - a única coisa que vale é a vontade dos ministros. É democracia, isso? Como pode haver democracia num país em que o alto judiciário dá a si próprio o direito de mandar em tudo? Não pode; só pode haver tumulto.

Os militares, hoje, são a última barreira que separa o Brasil de uma ditadura esquerdosa, do modelo Venezuela-Cuba-Nicarágua, e garante as liberdades constitucionais para o cidadão brasileiro

No mesmo momento em que ministro Moraes cria o estado de eleição perpétuo e o ministro Barroso revoga o direito à propriedade privada tal como ele é definido em lei, o PT se agita para jogar mais combustível na fogueira da desordem. Sua última ação é mexer com os militares. As Forças Armadas estão quietas desde que o general João Figueiredo encerrou o seu mandato como presidente da República, em 1985. De lá para cá, nunca mais interferiram em nada; não deram um pio durante os governos Lula-Dilma, não criaram problema nenhum para o regime democrático, não colocaram o mínimo obstáculo para a normalidade da campanha eleitoral ou para a volta de Lula à presidência. Têm agido de forma estritamente profissional e apolítica - não se sabe, francamente, o que estariam fazendo de errado, ou por que teriam de mudar alguma coisa. Mas o PT, mal encerrada a votação, já começa a inventar um “problema militar” no Brasil; na verdade, quer mudar os fundamentos que regem as Forças Armadas para transformá-las numa parte do aparelho petista, como um departamento qualquer lotado de companheiros” e obediente em tudo aos donos do governo.

Os militares, hoje, são a última barreira que separa o Brasil de uma ditadura esquerdosa, do modelo Venezuela-Cuba-Nicarágua, e garante as liberdades constitucionais para o cidadão brasileiro. O PT, já há muito tempo, quer eliminar esse estorvo aos seus projetos - acha que nunca conseguirá mandar 100% no Brasil enquanto as Forças Armadas forem o que são hoje. Agora, ainda a dois meses da posse de Lula, já falam em “reforma” do Exército, Marinha e Aeronáutica. Querem criar uma “Guarda Nacional” que substituirá Exército como a principal força armada do país e servirá de milícia para executar ordens do governo. 

Falam em eliminar o artigo 142 da Constituição, que prevê intervenção militar em caso de ameaça às instituições. Propõem um “comando político” para o Exército, e a substituição do atual sistema de promoções dos oficiais, baseado em critérios objetivos de mérito, por um modelo em que o governo nomeia quem sobe de patente. Pretendem mudar os currículos das academias de formação de oficiais - e fazer a “integração” das Forças Armadas brasileiras aos exércitos da “América Latina”, com o consequente rompimento de seus pontos de contato com o sistema de defesa dos Estados Unidos. 

O que pode sair de bom disso aí? Rigorosamente nada - de novo, como no caso do STF, é uma agressão grosseira ao que está escrito na Constituição, e um fator de agitação pura e simples para a normalidade da vida nacional. Qual o problema concreto do Brasil que essas mudanças vão resolver? O que o brasileiro vai ganhar de útil com qualquer uma delas? Quem, a não ser o PT, tem o mínimo interesse em alguma dessas mudanças? Essa é, mais que qualquer outra, a questão central no Brasil de hoje — a ameaça objetiva à manutenção da democracia, através da anulação das regras constitucionais e da promoção da desordem. 

Com certeza, há preocupações sérias com a gestão da economia, com a volta da corrupção (agora garantida oficialmente pelas decisões do STF) e com a retomada do processo de destruição da Petrobras e outras estatais. Mas é a liquidação do regime democrático que aparece como o pior de tudo. O PT, a esquerda e o STF, mais a mídia em peso, estão falando há quatro anos que Bolsonaro é o maior perigo que jamais surgiu para a democracia brasileira; a única salvação era votar em Lula. Pois aí está: não há mais Bolsonaro nenhum, e querem continuar violando a lei para salvar as “instituições”, o estado de direito e todas as virtudes presentes sobre a face da Terra. É muito cedo, obviamente, para dizer que o governo Lula vai ser assim ou assado; ele não anunciou, sequer, os nomes dos seus principais ministros, nem deu alguma pista decente sobre o que pretende fazer, fora a declaração sobre um Brasil de “todos”. Sabe-se, com certeza, que a política fundamental de Lula é cuidar dos seus próprios interesses; se for bom para ele, qualquer coisa serve. 

Também é certo que nunca presidiu o país com um PT tão extremista como o de hoje, nem com um Supremo que se comporta como esse, e nem com uma mídia que está à esquerda de ambos. Se achar que o seu melhor interesse não está aí, a coisa tenderia a se acalmar. Se achar que a “democracia popular” lhe dará a chance de não sair nunca mais do governo, vai apostar tudo na desordem.

Título e Texto: J. R. GuzzoRevista Oeste, 4-11-2022

Folha muda título de reportagem e apaga 'Orçamento secreto'

Jornal substituiu o termo por 'emenda de relator'

Por Edilson Salgueiro

A Folha de S. Paulo alterou o título de uma reportagem antiga, intitulada "Saiba o que é e como funciona o orçamento secreto", para "Saiba o que é e como funciona a emenda de relator". O termo substituído era amplamente utilizado para atribuir ao presidente Jair Bolsonaro (PL) a responsabilidade por suposto esquema de compra de apoio parlamentar. 

Na quinta-feira 3, o jornal foi criticado por publicar uma reportagem com o título "Pacheco defende acordo entre Poderes para manter emendas de relator, criticadas por Lula". A Folha respondeu aos leitores e disse que sempre usou o termo "emendas de relator" em sua cobertura noticiosa.

Contudo, é possível verificar em registros oficiais que o jornal também usou "orçamento secreto" em reportagens informativas. Em um desses textos, inclusive, a Folha alterou o título. E não comunicou seus leitores. A reportagem com o título antigo consta neste link.

O que é o 'Orçamento secreto'?

Ao longo do primeiro mandato de Bolsonaro, o consórcio de imprensa buscou implacavelmente um escândalo de corrupção que pudesse ser equiparado ao Mensalão e ao Petrolão, do Partido dos Trabalhadores (PT). Houve diversas tentativas, até que uma delas fez sucesso: a existência de um "Orçamento secreto". "É um esquema tão sofisticado que nem os próprios jornais conseguem comprovar os crimes", escreve o jornalista Silvio Navarro, em reportagem publicada na Edição 125 da Revista Oeste.

É importante ressaltar que a peça orçamentária é manejada e aprovada pelo Congresso Nacional. Cabe ao Executivo enviar seu planejamento de despesas e arrecadação, mas o ajuste é realizado pelo Legislativo. E mais relevante: esses recursos são legais, previstos na legislação brasileira.

"É prática recorrente dos governos atender a pleitos dos parlamentares para manter a fidelidade de sua base no Congresso", explica Navarro. "Goste-se ou não do modelo, é algo que se chama articulação política. No governo Bolsonaro, passou a ser tratado pelo consórcio de imprensa como um escândalo de compra de apoio parlamentar." Não há irregularidades nessa prática.

Título e Texto: Edilson Salgueiro, Revista Oeste, 4-11-2022, 15h25

sexta-feira, 4 de novembro de 2022

Feira de Santana sedia Congresso Norte e Nordeste de Cirurgia Cardiovascular


Pela primeira vez, uma cidade do interior recebe o Congresso Norte e Nordeste de Cirurgia Cardiovascular. Com a temática "Inovação e Tradição", o evento será realizado em Feira de Santana nos dias 25 e 26 de novembro. Renomados profissionais da cirurgia cardiovascular brasileira estarão presentes para discutir as atualizações e inovações da área, durante os dois dias do congresso no Ibis Hotel. 

André Guimarães (Foto: Divulgação), presidente da Sociedade Norte-Nordeste de Cirurgia Cardiovascular (SCCVNNe), ressalta a importância dessa conquista para Feira e região. "Termos um evento desse porte aqui mostra a força da interiorização da medicina e, consequentemente, da cirurgia cardiovascular. Estamos muito felizes", comemora. 

O evento é voltado para cardiologistas, demais médicos e estudantes de Medicina, além de outros profissionais da saúde como nutricionistas, fisioterapeutas e enfermeiros. As inscrições são através do Sympla e os ingressos custam a partir de R$ 20,00. Mais informações podem ser obtidas no Instagram @snneccv_congresso.

(Com informações de Orisa Gomes, da Notre Comunicação)

Um caminho para se orgulhar


O resgate da importância do Defensor Público e da Defensora Pública sempre norteou o caminho percorrido durante o biênio 2020/2022, quando, ainda lá atrás, durante a campanha, o defensor Igor Santos (Foto: Divulgação) teve o desejo de assumir a Associação de Defensoras e Defensores Públicos da Bahia (Adep-Ba). Em novembro de 2020, mês da posse da então recém-chegada diretoria, diante de membros da instituição baiana e de outros estados, o presidente reiterou a alegria e responsabilidade em assumir o cargo, mas sem esquecer dos desafios inerentes à missão.

A promessa foi honrada e, agora, passados dois anos, a sensação é de dever cumprido após um longo caminho construído com os associados e associadas, marcado pela relação direta e plural com todos os atores do cenário político e institucional, dentre eles a Ouvidoria da Defensoria Pública do Estado da Bahia. Além disso, inúmeros benefícios foram obtidos, como a conquista de decisões judiciais e administrativas, tratativas políticas bem articuladas que preservaram direitos e prerrogativas da classe, além de novos convênios.

A administração democrática desenvolvida nessa gestão reflete no aumento do número de associados, que saltou de 273 para 295 até o fechamento deste texto. Este quantitativo é resultado de um empenho de todos os defensores e defensoras que são parte desta gestão. "Nosso propósito foi ter uma atuação transparente e altiva, a qual só nos trouxe ganhos. A escuta ativa foi um dos pontos de destaque, com um trabalho desenvolvido ao lado dos associados e com parcerias firmadas que geraram melhorias para os defensores e as defensoras, mas sem deixar de pensar na população", afirmou Santos.

O legado deixado pela atual Diretoria é somente uma parte de um longo caminho a ser trilhado, mas o olhar voltado para a categoria e para o povo é como deve ser a atuação da Defensoria, hoje e sempre. O cuidado e o zelo com a população que carece de acesso à justiça é a principal bandeira a ser levantada pelos defensores e isso deve ser perseguido por qualquer grupo que esteja à frente da Adep-Ba.

Parabéns a cada um (a) que desempenha com maestria a missão de ser Defensor Público do estado da Bahia!

Enviado por Juliana Rodrigues - Assessoria de imprensa

"NoiteDia", Página 2, edição de 04.11


 

Ignorância e militância

Veículos de comunicação acusaram um grupo em Santa Catarina por "saudação nazista". A notícia correu o mundo e até o embaixador alemão, apressadamente, protestou. A vergonha, porém, é maior pela ignorância e/ou militância de quem não lembra como se faz juramento à bandeira. O Ministério Público apurou que aquelas pessoas seguiam alguém que, ao microfone, pediu que colocassem a mão sobre o ombro de quem estava à frente, cantar o hino e jurar à bandeira. Zero "nazismo"

Resposta no Google

O gesto é repetido todo ano por milhares de jovens no alistamento, por exemplo. Os lacradores só precisavam "dar um Google" para ver.

Militância cega

Depois do vexame, ao ceder a fantasias, jornalões não assumiram o erro. Só trocaram para "saudação semelhante à nazista".

Emenda ficou pior

Justificativas esdrúxulas seguiram. Para reiterar a narrativa, citaram que o juramento é feito por militares, não civis, e até erro do ângulo do braço.

Fonte: Claudio Humberto

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

Redes sociais convocam greve nacional na segunda-feira

Caminhoneiros levantam bloqueios e rumam para Brasília

As redes sociais estão chamando para uma greve nacional, segunda-feira, dia 7, tudo depois de protestos que se imaginam gigantescos para este final de semana, tendo por epicentro Brasília.

É desdobramento das manifestações de rua que ocorrem desde segunda-feira em todo o País e que não cessaram por completo, como não cessaram por completo, também, os bloqueios de rodovias, mesmo depois do apelo presidencial para que sejam desmontados. Os caminhoneiros mudaram de tática, porque saem dos bloqueios e seguem para Brasília. Vão ocupar Brasília.

A mídia esforça-se por ignorar, minimizar e desqualificar os protestos.

O meio político brasileiro mantém-se cego, surdo e mudo diante do que acontece.

As cúpulas do Judiciário e frações do MPF continuam no Olimpo, ameaçando  os divergentes com raios e trovões.

Os protestos não são por Bolsonaro, mas pelas mesmas consignas que levaram o povo às ruas a partir de 20915.

Programas do Orient Cineplace Boulevard

 Com Milena Batista

PRÉ-ESTREIA

PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE
 (Black Panther: Wakanda Forever), de Ryan Coogler, 2022. Com Angela Basset, Letitia Wright, Lupita Nyong'o, Winston Duke, Danai Gurira, Shikita James, e Tenoch Huerta. Ação e aventura. Na ação, Rainha Ramonda, Shuri, M'Baku, Okoye e Dora Milaje lutam para proteger o reino de Wakanda das potências mundiais intervenientes após a morte do rei T'Challa. Enquanto os wakandanos se esforçam para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia e Everett Ross e forjar um novo caminho para sua nação. Em meio a isso tudo, Wakanda ainda terá que aprender a conviver com a nação debaixo d'água, Atlantis, e seu rei Namor. Não recomendado para menores de anos. Duração: 161 minutos. Quarta-feira, 9 de novembro, com sessões às 18 horas, 18h20 e 21h15, com cópia dublada, e às 21h35, com cópia legendada.

LANÇAMENTO NACIONAL

A LUZ DO DEMÔNIO 
(Prey For the Devil), de Daniel Stamm, 2022. Com Jacqueline Byers, Virginia Madsen, Christian Navarro e Ben Cross Terror.  A irmã Ann acredita que está atendendo a um chamado para ser a primeira exorcista feminina, mas quem, ou o quê, a chamou? Em resposta ao aumento de possessões demoníacas, ela procura um lugar em uma escola de exorcismo reaberta, que só treinaram padres no rito de exorcismo, Mas um professor  reconhece os dons da irmã Ann e concorda em treiná-la e ela vai para a linha de frente espiritual. 
Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 94 minutos. Horários: 16 horas, 18h30, 19h20 e 20h50, com cópia dublada, e 21h30, com cópia legendada.
CONTINUAÇÕES

ADÃO NEGRO
 (Black Adam), de Jaume Collet-Serra, 2022. Com Dwayne Johnson, Viola Davis, Pierce Brosnan e Sarah Shahi. Ação, fantasia e ficção científica. Quase 5000 anos após de agraciados com os poderes onipotentes dos deuses egípcios e preso com a mesma rapidez, Adão Negro alcança a liberdade de sua tumba terrena, pronto para liberar sua justiça no mundo moderno. Terceira semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 124 minutos. Horários: 14h30, 15h10, 17h10, 17h50, 20 horas e 20h30.


AS AVENTURAS DE TADEO E A TÁBUA ENCANTADA 
(Tad the Lost Explorer and the Emerald Tablet), de Enrique Gato, 2022.  Animação. Acidentalmente, Tadeo desencadeia um antigo feitiço e coloca em risco a vida de seus amigos. Quarta semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração 90 minutos. Horários: 13h20 (no sábado, 5, e domingo, 6), 15h20 e 17h20.


Violência local

Homicídios caíram no Brasil, mas a Bahia governada pelo PT há 16 anos subiram, diz Anuário Brasileiro de Segurança Pública: 5,5 mil mortes violentas em 2021. Se fosse um país, seria o 2º mais violento do mundo.

Fonte: Claudio Humberto

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

Festival de patriotismo










Imagens vespertinas da grandiosa manifestação pacífica desta quarta-feira, 2, no Anel de Contorno, em frente ao 35º Batalhão de Infantaria.


Enviadas por Alex Coelho Lima, da INTELEVÍDEO

Bolsonaro pede fim de bloqueio de rodovias

Feira de Santana manifesta-se por intervenção federal em frente ao 35º BI







Manifestação pacífica iniciada na terça-feira, 1º, no Anel de Contorno, em frente ao 35º Batalhão de Infantaria, continua a pleno vapor. Trata-se de protesto com característica que não prejudica a população, sem cerceamento do direito de ir e vir, sem vandalismo e sem violência. Sem deixar lixo. Água mineral, frutas e lanches estão disponibilizados gratuitamente. Banheiros químicos foram colocados para as necessidades fisiológicas.

As pessoas - famílias com idosos, jovens e crianças - estão saindo de casa e aderindo ao protesto popular por descontentamento com a situação. Milhares vestidos de verde e amarelo e com bandeiras do Brasil aderem à convocação nacional geral para Resistência Civil para intervenção federal. O Hino Nacional foi entoado várias vezes, assim como o brado ritmado de "intervenção federal".

Como disse o presidente Bolsonaro em seu pronunciamento na terça-feira, "os atuais movimentos populares são fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral".

terça-feira, 1 de novembro de 2022

Povo nas ruas


Manifestação pacífica ocorre nesta noite no Anel de Contorno, em frente ao 35º Batalhão de Infantaria, com característica que não prejudica a população, sem cerceamento do direito de ir e vir, sem vandalismo e sem violência. As pessoas estão saindo de casa e aderindo ao protesto popular por descontentamento com a situação. Trata-se de convocação nacional geral para Resistência Civil para intervenção federal, nesta quarta-feira, com concentração em frente ao 35º BI, às 10 horas.

Como disse o presidente Bolsonaro em seu pronunciamento nesta terça-feira, 1º, "os atuais movimentos populares são fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral".

Bolsonaro fala!


O presidente Jair Bolsonaro fez na tarde desta terça-feira, 1º, o primeiro pronunciamento depois do segundo turno das eleições, realizado no domingo, 30 de outubro.

Em uma fala breve, de pouco mais de dois minutos, Bolsonaro agradeceu os votos que recebeu, tratou sobre as manifestações pacíficas e afirmou que cumprirá a Constituição.

"Quero começar agradecendo os 58 milhões de brasileiros que votaram em mim no último dia 30 de outubro. Os atuais movimentos populares são fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral.

As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas os nossos métodos não podem ser os da esquerda, que sempre prejudicaram a população, como invasão de propriedades, destruição de patrimônio e cerceamento do direito de ir e vir.

A direita surgiu de verdade em nosso país. Nossa robusta representação no Congresso mostra a força dos nossos valores: Deus, pátria, família e liberdade.

Formamos diversas lideranças pelo Brasil. Nossos sonhos seguem mais vivos do que nunca. Somos pela ordem e pelo progresso. Mesmo enfrentando todo o sistema, superamos uma pandemia e as consequências de uma guerra.

Sempre fui rotulado como antidemocrático e, ao contrário dos meus acusadores, sempre joguei dentro das quatro linhas da Constituição. Nunca falei em controlar ou censurar a mídia e as redes sociais.

Enquanto presidente da República e cidadão, continuarei cumprindo todos os mandamentos da nossa Constituição.

É uma honra ser o líder de milhões de brasileiros que, como eu, defendem a liberdade econômica, a liberdade religiosa, a liberdade de opinião, a honestidade e as cores verde-amarela da nossa bandeira.

Muito obrigado."

"Pantera Negra: Wakanda Para Sempre" tem pré-estreia e pré-venda

Assista ao teaser


"Pantera Negra: Wakanda Para Sempre", continuação de "Pantera Negra", de 2018, tem pré-estreia marcada no Orient Cineplace Boulevard para a quarta-feira, 9 de novembro, com sessões às 18 horas, 18h20 e 21h15, com cópia dublada, e às 21h35, com cópia legendada. No dia seguinte, com pré-venda no link http://orientcinemas.com.br/filmes/pantera-negra-wakanda-para-sempre entra em cartaz em lançamento nacional também em duas salas, com sessões às 13h40, 14h20, 17 horas, 17h40, 20h30 e 21 horas, todas com cópia dublada.
Na ação da Marvel, Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M'Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e Dora Milaje (Shikita James) lutam para proteger o reino de Wakanda das potências mundiais intervenientes após a morte do rei T'Challa. Enquanto os wakandanos se esforçam para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong'o) e Everett Ross (Martin Freeman) e forjar um novo caminho para sua nação.  Em meio a isso tudo, Wakanda ainda terá que aprender a conviver com a nação debaixo d'água, Atlantis, e seu rei Namor (Tenoch Huerta).