Opção de transferência bancária para a Pessoa Física: Dimas Boaventura de Oliveira, Banco do Brasil, agência 4622-1, conta corrente 50.848-9

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Seguridade social



Por Sergio Oliveira
No dia  29 de dezembro de 2015 foi noticiado o "rombo" recorde em novembro do Governo Federal: R$ 21,3 bilhões. No ano chega a R$ 54,3 bilhões.
Aí citam que a previdência social teve  em novembro o "déficit" de R$ 14,797 bilhões, ao passo que, de janeiro a novembro, o mesmo foi de R$ 91,361 bilhões. Na verdade, como tenho destacado faz tempo, é o "déficit" do Regime Geral da Previdência Social.
Acontece que a previdência social, conforme o artigo 194 da Constituição de 1988, está inserida na seguridade social, que compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência social.
Segundo um dos slides de um Programa de Educação Previdenciária, da Secretaria Executiva do Ministério da Previdência Social, de julho de 2004 "a previdência social, a saúde e a assistência social, compõem, de forma integrada a Seguridade Social. A Seguridade Social é financiada, também de forma integrada, pela folha-de-salários, Cofins, CSLL e CPMF, além de outras fontes." A CPMF foi extinta, mas as demais fontes de financiamento da Seguridade Social continuam as mesmas.
O que é a Cofins?  É uma contribuição social que tem como objetivo financiar a Seguridade Social, em suas áreas fundamentais, incluindo entre elas a Previdência Social, a Assistência Social e a Saúde Pública (Lei Complementar nº 70 de 30/12/1991).
O que é a CSLL? É a contribuição social sobre o lucro das pessoas jurídicas, criada pela Lei nº  7.689, de 15.12.1988,cujo artigo 1º explicita que ela se destina ao financiamento da seguridade social, da qual a previdência social é uma das componentes.
Temos também os concursos de prognósticos da Caixa Econômica Federal: em 2014 foram transferidos R$ 2,25 bilhões, dos quais R$ 1,8 bilhão foram destinados à Previdência Social, que usou cerca de R$ 1,3 bilhão no pagamento de benefícios com aposentadorias, pensões e auxílios, e R$ 448 milhões no funcionamento e manutenção das Agências da Previdência Social.
Sérgio Oliveira, aposentado, é de Charqueadas-RS

Aleluia diz que "Jaques Wagner não tem compromisso com a verdade"



"O Sr. Jaques Wagner está de volta à ribalta política com seu repertório de mentiras", diz o deputado federal José Carlos Aleluia (Foto: Divulgação), Democratas, nem um pouco surpreso com a desfaçatez desabusada do ministro da Casa Civil da presidente Dilma Rousseff em entrevistas à imprensa nacional.
"Daquele que foi governador da Bahia prometendo a ponte Salvador-Itaparica e tantas outras lorotas, que nunca saíram do papel, espera-se tudo. Até mesmo a tentativa absurda de culpar a oposição pela crise causada pelos governos petistas", observa o parlamentar baiano. "Wagner não tem compromisso com a verdade!".
Para Aleluia, faltou ao ex-governador da Bahia admitir que o PT não só reproduziu metodologias antigas da política brasileira e se lambuzou. "O PT foi muito além disso. O partido do ministro Jaques Wagner inovou ao introduzir o esquema bilionário de corrupção do petrolão, o maior de toda a história da humanidade".
Aleluia entende que o impeachment da presidente Dilma é um clamor popular. "Todas as pesquisas de opinião mostram o descrédito de Dilma com a população. Não é questão apenas de popularidade como quer Wagner. O problema é de falta de confiança geral numa presidente que demonstrou ser irresponsável na condução do país".
O deputado democrata não concorda com as desculpas do ministro de Dilma nem com o pedido de nova oportunidade para o governo petista. "Como podemos admitir que o Brasil continue sendo governado pelo poderoso chefão Lula e sua fiel escudeira Dilma, auxiliados por, pelo menos, meia dúzia de ministros achacadores, envolvidos na Operação Lava Jato?".
(Com informações de imprensa.josecarlosaleluia@gmail.com )

Morre Zé Maria

Tomei conhecimento nesta segunda-feira, 4, do falecimento de José Maria Monteiro, aliás Zé Maria (Foto, nos anos 60: Reprodução). Artista plástico, decorador, figurinista, realizador de filmes. Seu trabalho no teatro e cinema marcou os anos 60 a 80 em Feira de Santana e Salvador. Ultimamente, depois que sofreu um AVC, ele estava morando em Seabra, na Chapada Diamantina.
Lembrar que em 1976, ele expôs "Leotrias", primeira individual, no Carro de Boi, com 30 "cenas". No ano seguinte, no mesmo local, a vez da exposição "Intimidades", em 10 de dezembro de 1977, com 21 trabalhos, desenhos a nanquim, quando se mostrou "mais solto, mais evoluído no traço do seu desenho a bico de pena", como Dimas Oliveira escreveu na coluna "Arte e Movimento", no jornal "Folha do Norte", edição de 4 de dezembro daquele ano. Ambas as mostras tiveram boa receptividade ante os apreciadores e colecionadores das artes plásticas.
Na apresentação do artista, Dimas Oliveira disse: "Zé Maria passa agora, um ano depois, as Intimidades, em que suas cenas evoluem para situações que retratam individualidades e coletividades num estilo bem pessoal (...) Das Leotrias às Intimidades, Zé Maria se mostra um artista mais solto, com seu desenho fortemente erótico, intimista, confirmando em seu gesto criador, um dos mais significativos nomes de sua geração."
Em 1974 e 1975, junto com Ideval Miranda, Zé Maria realizou dois filmes em Super 8, "Coisas do Destino" e "As Divinas Maravilhosas e o Vampiro Celestial", os quais tiveram edição de Dimas Oliveira. São dois filmes que precisam ser resgatados e digitalizados para o conhecimento atual do que se fazia em Feira de Santana há mais de 40 anos.
Zé Maria participou da ficha técnica de várias montagens teatrais da Sociedade Cultural e Artística de Feira de Santana (Scafs) e do Movimento de Estudos Teatrais e Artísticos (Meta), incluindo "Cleóputo" e "Ezuma". O primeiro inaugurou o Teatro Margarida Ribeiro da rua Carlos Gomes e o segundo provocou o fechamento do improvisado - mas querido e lembrado - espaço municipal.
Zé Maria também desenhava cartazes, como o do IX Baile dos Artistas, realizado em 1978. Nesse ano, ele foi para São Paulo. Depois, foi trabalhar na TV Educativa.
No livro "O Teatro em Feira de Santana", lançado no ano passado, o autor Geraldo Lima dedica o Ato IV a ele, "O versátil Zé Maria", nas páginas 159 a 161.

Charge de Sponholz

Imagens do Mercado de Arte Popular em seu primeiro dia após reforma



Fotos: Silvio Tito 

"Escrever sobre o PT é muito mais divertido"

Quem disse a frase que titula esta postagem foi David Coimbra, autor de "A Graça de Falar do PT".

Trata-se do primeiro livro - recebi exemplar de presente do meu filho Thomas Oliveira - que estou lendo este ano, além da Bíblia, of course.
"Com humor, inspiração e grande estilo, 'A Graça de Falar do PT' vai muito além da análise de nossa estranha realidade política. E quando fala de política não é exclusivamente contra 'a' ou 'b' ou contra o PT que está no título. Porque os tucanos, tão sem inspiração, também não escapam do canetaço do cronista."

"Receita do governo foi recorde: r$ 2,7 trilhões"

O governo da presidente Dilma Rousseff insiste na lorota de que falta dinheiro para investir em segurança, saúde, educação e infraestrutura, mas a verdade é que as receitas em 2015 foram as maiores da história do País: R$ 2,7 trilhões. Nem a desculpa de descontar inflação explica a incompetência do governo, pois o valor subiu 22,7%, mais do dobro da inflação, em relação a 2014, que tinha o recorde de R$ 2,2 trilhões.
Governo opaco
Ao contrário do que acontece desde a criação da Lei de Transparência, o governo Dilma não atualizou as previsões nos dados orçamentários.
O resto é lucro
Só o que foi embolsado pela Fazenda com Receita e títulos do Tesouro já iguala tudo o que foi arrecadado pelo governo federal em 2014.
Vice
Mesmo com o crescimento do desemprego, o Ministério da Previdência meteu a mão em mais de R$ 352 bilhões do dinheiro dos trabalhadores.
Na rabeira
Mesmo ficando em último lugar, o Ministério Público da União levou um trocado e fechou o ano de 2015 no azul. Arrecadou R$ 10,1 milhões.

Fonte: Claudio Humberto

Candidato à quarta derrota

Pelo que disse no "Jornal Transamérica", edição da véspera do dia da virada, o deputado federal José Neto (PT) ainda não definiu se é candidato a prefeito. A única certeza que deu é que deixa, depois de cinco anos, a liderança do Governo na Assembleia Legislativa.
Mas, pela mudança do seu leiaute e por deixar a liderança, ele é candidatíssimo à quarta derrota para prefeito de Feira de Santana.

Festa profana não existe há 29 anos

Se ainda acontecesse, a edição 2016 da Festa de Santana seria iniciada na sexta-feira, 15, com o novenário dedicado à padroeira do lugar na Catedral Metropolitana. Na quinta-feira, 21, a realização da Lavagem. No domingo (Domingo Maior), 24, o término do novenário, e na terça-feira, 26, a vez da Levagem da Lenha, com a procissão sendo efetivada na quarta-feira, 27.
Como se sabe, a Festa de Santana, em seu lado profano, não existe mais, desde que foi extinta, por decreto, em 1987, pelo então prefeito José Falcão da Silva. São 29 anos sem o evento, que acabou por causa da violência, da promiscuidade, da luxúria, da baderna. Não volta mais. 
Este ano, o ponto maior da festa religiosa, a procissão, será realizada numa terça-feira, 26 de julho, que é feriado municipal.

"Dilma resolve me tirar do abismo metafísico. Então lá vou eu…"

Por Reinaldo Azevedo
A presidente Dilma Rousseff não gosta quando tiro férias - ou, vá lá, ao menos um período de descanso. Assídua leitora do blog, quando percebe que eu diminuo o ritmo para conciliar nas areias da praia "o ser contra o não ser universal", ela chama seus estafetas: "Vamos lá, cutuquem aquele preguiçoso!". E aí ocorre de ela fazer coisas como a deste 1º de janeiro.
Dilma assina na Folha o texto que vai disputar, neste 2016, o troféu "O Ridículo do Ano". A íntegra está aqui. Eu doido para me dedicar aos uivos da "felicidade diabólica", como escreveu Clarice, e lá vem a governanta a nos lembrar que 2015 só vai acabar quando ela deixar o Palácio do Planalto. Ela me arranca dos abismos da metafísica. E talvez eu não a perdoe principalmente por isso.
De saída, cumpre notar: a presidente manda dizer que, mesmo injustiçada, leitor, não está brava nem com você nem comigo. No fim das contas, sabem como é, Dilmãe nos abraça, apesar das nossas malcriações. Escreve ela: "Mesmo injustamente questionada pela tentativa de impeachment, não alimento mágoas nem rancores. O governo fará de 2016 um ano de diálogo com todos os que desejam construir uma realidade melhor".
A primeira parte da declaração nada mais é do que a linguagem balofa e pouco severa que marca fins e começos de ano. A segunda já embute uma ameaça: haverá diálogo com quem quiser construir uma realidade melhor; se diálogo não houver, então é porque a outra parte é do tipo que quer construir uma… realidade pior! O raciocínio é um brocado do pensamento autoritário que, não obstante, quer-se muito tolerante. Na Coreia do Norte, em Cuba ou na China, governantes dialogam com os que desejam "uma realidade melhor". Só mandam matar os que lutam em favor do contrário.
O artigo se resume a uma cascata que passaria, fosse ela ainda candidata, por mera bobagem eleitoreira. Ocorre que esta senhora tomou posse há exatamente um ano. E está a descumprir cada uma das palavras empenhadas justamente porque o diagnóstico que fez da crise em 2014 era mentiroso. E, para espanto de um mínimo de bom senso, a petista o repete agora. E isso nos dá, então, a certeza de que, enquanto continuar a ocupar a cadeira presidencial, só o abismo nos espreita.

É evidente que não esperava que Dilma admitisse os crimes fiscais que cometeu e os erros grosseiros de operação de política econômica, contra advertências as mais sensatas feitas até por quem está no campo governista, como é o caso de Delfim Netto, para citar um nome. Mas chega a ser acintoso que a governante que vai nos garantir dois anos seguidos de recessão (2015 e 2016), depois de um outro com crescimento de 0,1% (2014), afirme o seguinte:
"Foi um ano no qual a necessária revisão da estratégia econômica do país coincidiu com fatores internacionais que reduziram nossa atividade produtiva: queda vertiginosa do valor de nossos principais produtos de exportação, desaceleração de economias estratégicas para o Brasil e a adaptação a um novo patamar cambial, com suas evidentes pressões inflacionárias."
Não há uma só verdade na passagem. A "queda vertiginosa" das commodities se deu em 2012. Ainda que tivesse acontecido posteriormente, seria só um elemento a agravar o abismo fiscal em que ela própria e Guido Mantega nos meteram ao implementar uma política em que despesa crescia continuamente acima da receita. Isso para não falar nas oportunidades perdidas de operar reformas essenciais, enquanto o outro abismo, o da crise política, ainda não nos espreitava. Ao contrário: Dilma, seguindo os passos de Lula, demonizava as políticas de austeridade, acusando-as de conspirar contra os interesses populares.

Já lembrei aqui e o faço de novo: em dezembro de 2012, o Instituto Lula e uma entidade francesa ligada às esquerdas promoveram um seminário na França. A nossa mestra deu um pito em Angela Merkel e ofereceu o modelo brasileiro como alternativa. Em janeiro de 2013, há meros três anos, esse portento da raça disse o seguinte em rede nacional de rádio e TV:
"Aliás, neste novo Brasil, aqueles que são sempre do contra estão ficando para trás, pois nosso país avança sem retrocessos, em meio a um mundo cheio de dificuldades. Hoje, podemos ver como erraram feio, no passado, os que não acreditavam que era possível crescer e distribuir renda.
Os que pensavam ser impossível que dezenas de milhões de pessoas saíssem da miséria. Os que não acreditavam que o Brasil virasse um país de classe média. Estamos vendo como erraram os que diziam, meses atrás, que não iríamos conseguir baixar os juros nem o custo da energia, e que tentavam amedrontar nosso povo, entre outras coisas, com a queda do emprego e a perda do poder de compra do salário. Os juros caíram como nunca, o emprego aumentou, os brasileiros estão podendo e sabendo consumir e poupar. Não faltou comida na mesa, nem trabalho. E nos últimos dois anos, mais 19 milhões e 500 mil pessoas, brasileiros e brasileiras, saíram da extrema pobreza."
Talvez nem fosse necessário observar, mas o fato é que não há uma só corrente do pensamento econômico que assegure ser impossível crescer e distribuir renda. Esses são os inimigos imaginários que o PT combateu, enquanto destruía a economia do país. E, como se nota, as "conquistas" das quais se jactava a presidente, que havia acabado de selar o desastre no setor elétrico, foram para o ralo.
O tom do artigo desde 1º de janeiro de 2016 repete a ladainha mentirosa, arrogante e autorreferente dos tempos em que o desastre estava contratado, sim, mas ainda não havia se manifestado. É estupefaciente que um país que está na iminência de ganhar o selo de "grau especulativo" da terceira grande agência de classificação de risco seja exibido pela presidente como exemplo do destino de investimentos estrangeiros.
O artigo, levado em conta apenas o texto, é menos do que nada e não tem a menor importância. Considerado o contexto, estamos diante de um indício de que viveremos, infelizmente, dias turbulentos. A presidente decidiu fazer de conta que a realidade é apenas uma narrativa distorcida pela má vontade de seus adversários. E esse costuma ser um dos caminhos de diabólicas infelicidades.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

domingo, 3 de janeiro de 2016

Filme de guerra sobre a guerra interior de um homem.




Adaptado do livro "American Sniper: The Autobiography of the Most Lethal Sniper in U.S. Militar History", o filme "Sniper Americano" (American Sniper), de Clint Eastwood, 2015, visto em DVD na tarde deste domingo, 3 - não foi exibido em cinema em Feira de Santana -, conta a história real de Chris Kyle (Bradley Cooper), atirador de elite das forças especiais da marinha americana. Durante cerca de dez anos ele matou mais de 150 pessoas, tendo recebido diversas condecorações por sua atuação na Guerra do Iraque.
Um ótimo filme de guerra sobre a guerra interior de um homem

Morre José Nilton Ramos



Será enterrado na tarde deste domingo, às 16 horas, no Jardim Celestial, o corpo do ex-diretor comercial da Rádio Sociedade José Nilton Ramos (Foto: Reprodução). Ele faleceu na madrugada e está sendo velado no Hospital D. Pedro de Alcântara. Missa de corpo presente será rezada à 15 horas. José Nilton é pai da produtora Alessandra Ribeiro e sogro do radialista e jornalista Renato Ribeiro.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Revisão de "Sete Homens e um Destino"





O clássico western "Sete Homens e um Destino" (Magnificent Seven), de John Sturges, 1960, foi revisto na tarde deste sábado, 2, em DVD.
Em um vilarejo mexicano, os habitantes sofrem constantes ataques de um bando liderado por Calvera (Eli Wallach). Cansados de serem saqueados, moradores locais que não têm armas e muito menos temperamento violento viajam até a fronteira, onde encontram Chris (Yul Brynner) e Vin (Steve McQueen), dois pistoleiros desempregados que estão dispostos, não pelo dinheiro mas pela aventura, a reunir mais cinco outros foras-da-lei, que concordam por motivos diversos, a defender o povoado. 
Os sete magníficos do título (além de Brynner e McQueen tem Horst Buchholz, James Coburn, Charles Bronson, Brad Dexter e Robert Vaughn) lutam até a morte para salvar os habitantes da pequena cidade.
Como se sabe é baseado no filme japonês "Os Sete Samurais" (Shichinin no Samurai), de Akira Kurosawa, 1954. A história foi inúmeras vezes copiada, citada e homenageada, em filmes como "Os Gladiadores Espartanos" (1964), "Quem Quer Matar Jessie?" (1966), "A Morte Anda a Cavalo" (1966), "Adeus, Texas" (1966), "Era uma Vez no Oeste" (1968), "Westworld: Onde Ninguém Tem Alma" (1973), "007 Contra o Foguete da Morte" (1979), "Mercenários das Galáxias" (1980), "Desejo de Matar 2" (1982), "Muito Barulho Por Nada" (1993), "Homem de Guerra" (1994), "Uma Herança da Pesada" (1996), "Cartas na Mesa" (1998), "Domingo Sangrento" (2002), "Kill Bill - Volume I" (2003), "O Amor Está no Ar" (2005), "O Trapaceiro" (2005), "O Caçador de Pipas" (2007), "Os Mercenários" (2010), o novo filme de Quentin Tarantino, que está sendo lançado, "Os Oito Odiados", e inclusive a comédia "Os Três Amigos" (!Three Amigos), de John Landis, 1986,  e a animação "Vida de Inseto" (A Bug's Life), de John Lasseter, 1998.
Lembrar ainda que teve três "sequências": "A Volta dos Sete Homens" (Return of the Seven), de Burt Kennedy, 1966, com Yul Brynner; "A Revolta dos Sete Homens" (Guns of the Magnificent Seven), de Paul Wendkos, 1969; e "A Fúria dos Sete Homens" (The Magnificent Seven Ride!), de George McCowan, 1972.
Mais, neste 2016, o lançamento de remake, com direção de Antoine Fuqua e elenco formado por Chris Pratt, Denzel Washington, Ethan Hawke e outros.

Obra-prima de Friz Lang




Ray Milland e Marjorie Reynolds: romance em "Quando Desceram as Trevas"
Foto: Divulgação
 
Na manhã deste sábado, 2, assisti em DVD o filme noir "Quando Desceram as Trevas" (Ministry of Fear), uma obra-prima dirigida pelo mestre Fritz Lang, 1943. A trama é baseada em livro do aclamado escritor inglês Graham Greene.
Na Inglaterra destruída pela Segunda Guerra, o paranóico Stephen Neale (Ray Milland) deixa o hospital psiquiátrico onde ficou internado por dois anos, pelo assassinato da esposa. No caminho de volta a Londres, ele para numa feira e acaba se envolvendo numa complicada trama de espionagem por puro acidente quando, confundindo com um espião nazista, recebe como prêmio um bolo com um recheio muito suspeito. Perseguido por espiões e pela polícia, Neale foge e tenta resolver o intrincado caso, mas sem saber em quem pode confiar.
Com elementos de drama, espionagem e suspense, este thriller é o primeiro grande filme feito em Hollywood por Fritz Lang. O título original, "Ministério do Medo", revela a atmosfera sombria e onírica criada pelo diretor para retratar a insanidade da guerra.
No elenco, as belas louras Marjorie Reynolds (na foto com Ray Milland) e Hillary Brooke, além de Carl Esmond e Dan Duryea.
Mais uma constatação de que a visão - e revisão - de filmes antigos faz muito bem a quem gosta de cinema. 
Assista ao trailer:

"Impeachment: 'pedaladas' continuaram em 2015"



O início, em 2014, do processo no Tribunal de Contas da União que apurou os crimes de responsabilidade fiscal cometidos por Dilma (as "pedaladas fiscais", entre outros) é prova de que a presidente sabia do problema desde 2014. E pior: os empréstimos ilegais contraídos no novo mandato para subsidiar a equalização de juros do Plano Safra, além do aumento da dívida do Tesouro Nacional com o Banco do Brasil, comprovam a continuidade das "pedaladas" no ano passado.
Assunção de culpa
O governo correu contra o tempo para pagar os R$ 57 bilhões à Caixa, Banco do Brasil, BNDES e FGTS no último dia 30 de dezembro.
Nada mudou
Eduardo Cunha (PMDB-RJ) avisou que o desespero do governo não mudou nada: "O ato irregular foi cometido, os decretos", cravou.
Bicicleta nova
Para arrumar dinheiro que não tinha, a estratégia do governo foi a mais simples. Emitiu novos títulos e aumentou a dívida pública.
Trem fantasma
O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), conhecido por ser crítico ao governo do PT, faz uma previsão pessimista para 2016. "A Lava Jato transformou o Congresso em um túnel do terror", diz.
Fonte: Cláudio Humberto

Charge de Sponholz - a primeira do ano novo



sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Musical biográfico




Drama musical biográfico, "Meu Coração Canta" (With a Song im My Heart), de Walter Lang, 1952, foi visto no início da noite desta sexta-feira, 1º, em DVD. Teve cinco indicações ao Oscar e ganhou o prêmio de Melhor Música
Sonhando em ser cantora, Jane Froman (Susan Hayward) consegue um emprego em uma rádio com a ajuda do pianista Don Ross (David Wayne). Os dois se casam e ela começa a fazer sucesso, saindo em uma turnê pela Europa. O avião em que viajava cai em Lisboa e ela fica paraplégica. Jane, no entanto, continua a entreter as tropas aliadas na Segunda Guerra Mundial.
Rory Calhoun, Thelma Ritter, Robert Wagner e Helen Westcott completam o elenco.
A própria cantora Jane Froman (10.11.1907-22.04.1980) dublou a voz de Susan Hayward.

Precursor de road movies



No vídeo, créditos e início do filme

Filme noir com drama criminal, "Amarga Esperança" (They Live By Night) marca a estreia de Nicholas Ray (1911-1979) na direção, em 1949. A narrativa do filme se desenvolve mais à noite, o que combina com o título original "Eles Vivem à Noite".
Foi visto em DVD na tarde deste primeiro dia do ano.
É considerado o precursor de road movies de casais bandidos em fuga, como "Bonnie & Clyde", de Arthur Penn, 1967, e "Terra de Ninguém" (Badlands), de Terrence Malick, 1973.
O cineasta francês François Truffault considera-o como o melhor filme de Nicholas Ray, superando "Johnny Guitar" (1954) e "Juventude Transviada" (Rebel Without a Cause, 1955)
Bowie (Farley Granger) foge da cadeia com ajuda de dois presos mais velhos (Howard da Silva e Jay C. Flippen) e assaltam um banco. Ele se apaixona por uma garota (Cathy O'Donnell) e foge com ele.Ele sonha em deixar o crime, mas os dois comparsas têm outros planos para ele.

Cidade Nova, em 1966



Cidade Nova, o primeiro Conjunto Habitacional de grande porte de Feira de Santana. Área foi desmembrada da fazenda de Felinto Marques de Cerqueira, em 1966. 

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49 anos da visão de "Quando Voam as Cegonhas" no cinema

1. Poster original do filme soviético

2. Tatiana Somoilova em "Quando Voam as Cegonhas"

Há 49 anos, em 1967, com 19 anos, assisti no Cine Santanópolis, em matinal - única exibição então programada -, ao filme "Quando Voam as Cegonhas" (Letyat Zhuravli), de Mikhail Kalatozov, 1957. Fui ao cinema depois de estar em reveillon no Feira Tênis Clube. Foi o 687º filme visto, anotado em caderno.
Trata-se de drama romântico, que tem como pano de fundo, a Segunda Guerra Mundial. Veronika (Tatiana Somoilova) e Boris (Alexei Batalov) estão apaixonados. Eles caminham pelas ruas de Moscou até o amanhecer. Mas a Segunda Guerra Mundial está começando e Boris, que trabalha numa fábrica, alista-se voluntariamente às forças armadas. Para a tristeza de sua família e de Veronika, ele parte para a frente de batalha. Cansada de esperar pela volta do amado, ela se casa com Mark (Aleksandr Shvorin).
Este filme é um dos marcos da história do cinema soviético. Pela sua qualidade, obteve sucesso internacional e venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes de 1958. Naturalmente, tenho "Quando Voam as Cegonhas" em DVD na minha coleção.

Escatologia, doutrina das últimas coisas


Por Eliseu Antonio Gomes 
O século 21 na marcha implacável da corrida do tempo em direção ao futuro, não prediz possibilidades agradáveis para o fim dos tempos. Em todos os pontos de vistas da vida da humanidade, não há um sequer que dê ensejo para otimismo e esperança com bases consistentes. A vida religiosa poderia fazer a diferença positiva perante às avalanches de males comuns que contaminam o mundo moderno. Todavia, no centro do que se considera culto a Deus, das seitas e movimentos ditos espirituais, do mesmo modo se notam os indícios do declínio moral e espiritual - com exceções daqueles que buscam ao Senhor com inteireza de coração.
E assim, cumpre-se de maneira plena a profecia do apóstolo Paulo, quando escreveu para Timóteo: "Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te" - 2 Timóteo 3.1-5.
A definição de Escatologia
A palavra escatologia tem origem em dois termos gregos: escathos (último) e logos (estudo; mensagem; palavra). O termo grego que possui raiz comum é éschata, que significa "últimas coisas". Daí vem à expressão estudo, ou doutrina, das últimas coisas ou do fim dos dias. Isto é, ciência do destino dos últimos dias da humanidade e do mundo. Também, do destino-último do homem (morte, ressurreição, juízo final) e do mundo.
O que não é Escatologia?
Não é futurologia. Somente a... [continuação da leitura na página original do artigo: blog Belverede  


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Janeiro no Calendário Eleitoral

1º de janeiro - sexta-feira
1. Data a partir da qual as entidades ou empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às eleições ou aos possíveis candidatos, para conhecimento público, ficam obrigadas a registrar, no juízo eleitoral competente para o registro das respectivas candidaturas, as informações previstas em lei e em instruções expedidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (Lei nº 9.504/1997, art. 33, caput e § 1º).
2. Data a partir da qual fica proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da Administração Pública, exceto nos casos de calamidade pública, de estado de emergência ou de programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior, casos em que o Ministério Público Eleitoral poderá promover o acompanhamento de sua execução financeira e administrativa (Lei nº 9.504/1997, art. 73, § 10).
3. Data a partir da qual ficam vedados os programas sociais executados por entidade nominalmente vinculada a candidato ou por este mantida, ainda que autorizados em lei ou em execução orçamentária no exercício anterior (Lei nº 9.504/1997, art. 73, § 11). Inst nº 525-51.2015.6.00.0000/DF 3
4. Data a partir da qual é vedado realizar despesas com publicidade dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais, ou das respectivas entidades da administração indireta, que excedam a média dos gastos no primeiro semestre dos três últimos anos que antecedem o pleito (Lei nº 9.504/1997, art. 73, inciso VII).

Dez anos de ausência de Pedro Roberto



(29.06.1950-01.01.2006)


                                    Auto-retrato de Pedro Roberto

Neste primeiro dia do ano, a passagem dos dez anos de morte do artista plástico Pedro Roberto.
Pedro Roberto Boaventura de Oliveira nasceu em 29 de junho de 1950, em Angico, distrito de Mairi, na Bahia. Filho da professora Hilda Pereira Boaventura de Oliveira e do comerciante Carlos Simões de Oliveira, ambos falecidos, sendo o oitavo filho do casal. Aos dois anos de idade veio morar em Feira de Santana e, desde criança mostrou muito interesse por trabalhos manuais, desenhos e um conhecimento especial sobre cinema, na época, o grande divertimento da garotada.
Aos 16 anos, com incentivo de sua mãe, foi trabalhar com o arquiteto Amélio Amorim, então, o mais renomado da cidade, onde aprendeu desenho técnico, tornando-se logo, um dos mais requisitados nessa área. Com a dupla de arquitetos José Monteiro Filho e Juraci Dórea continuou desenhista até o início dos anos 70, quando prestou vestibular em Salvador, cursando Artes Plásticas na Universidade Federal da Bahia (Ufba), até 1976.
Em 1973, realizou sua primeira exposição individual, no Clube de Campo Cajueiro, em Feira de Santana, denominada "Realismo Fantástico", que obteve repercussão imediata, tanto na parte comercial como na mídia especializada, recebendo citação em matéria da conceituada crítica Matilde Matos, do "Jornal da Bahia". Paralelamente, em Salvador, trabalhou com vários arquitetos, entre eles Itamar Batista, Geraldo Gordilho, Luiz Humberto Carvalho e Neilton Dórea.
Até o final dos anos 80, realizou dezenas de exposições individuais, participou de salões e coletivas, criou cartazes (duas vezes para a Micareta de Feira de Santana) e figurinos para teatro, decoração para eventos, murais, além de cenários para desfiles de moda e peças teatrais.
Aos 30 anos de idade foi morar no Rio de Janeiro e, em 1982, mudou-se para São Paulo, onde abriu o atelier "Garagem 957" juntamente com a designer de jóias Jeanette Pires.Em 1988, foi convidado pelo estilista Ney Galvão para mostrar seus quadros no programa "Veja o Gordo" e indicado pelo mesmo para ser cenógrafo no Sistema Brasileiro de Televisão (SBT).
Ele trabalhou dezesseis anos na emissora, até 2004, exercendo os cargos de assistente de Cenografia, cenógrafo, chefe de Cenografia, gerente de Contra-Regra, gerente de Cenografia & Contra-Regra, gerente de Cenografia & Figurino e como coordenador de Cenografia & Figurino.
Vitimado por um câncer, ele voltou para Feira de Santana em dezembro de 2004, depois de ter se submetido a uma delicada cirurgia. Nesta cidade, fez tratamento de quimioterapia e radioterapia. Realizou a que seria sua última exposição, "Faces", de desenhos, na Galeria de Arte Carlo Barbosa. Em setembro de 2005, com o recrudescimento da doença, ele voltou para São Paulo, onde faleceu em 1º de janeiro de 2006. Seu corpo veio para Feira de Santana, onde foi sepultado no dia seguinte, 2 de janeiro, no Cemitério Piedade.
Em 2012, homenagem póstuma da Fundação Carlo Barbosa com lançamento de álbum "Grandes Pintores Feirenses".
Em 2013, a vez de sua inclusão na revista "Grandes Pintores Feirenses", da Fundação Senhor dos Passos e Fundação Carlo Barbosa, que preserva a divulgação dos valores culturais de Feira de Santana.

Os feriados de 2016



                   Dois em dia de domingo e dois em sábado

2016. Como em todo ano, começa com um feriado. Primeiro de janeiro - esta sexta-feira - é o Dia da Confraternização Universal. O feriado é nacional pela Lei Nº 662, de 6 de abril de 1949.
Os demais feriados deste ano são dos chamados tradicionais, pois consagrados à comemoração decorrente de costumes populares ou religiosos, como o Carnaval, na terça-feira, 9 de fevereiro, Quarta-Feira de Cinzas, 10 de fevereiro, este até o meio-dia. São datas que não têm qualquer amparo legal, e a eventual dispensa do trabalho restringe-se à mera liberalidade patronal.
Em Feira de Santana, por exemplo, não tem Carnaval, mas o "feriado" existe. Este ano, são oito feriados nacionais, um estadual e quatro municipais, afora outros dias que são "enforcados".
Em 25 de março, a Sexta-Feira Santa, feriado municipal. Em abril, no dia 21, uma quinta-feira, o dia de Tiradentes, feriado nacional, por Lei nº 1.266 de 8 de dezembro de 1950. Ainda no quarto mês do ano, a realização da festa local, a Micareta, de quinta-feira, 23, a domingo, 1º de maio, feriado nacional, é o Dia do Trabalho, criado pela Lei nº 662 de 6 de abril de 1949. A eventual dispensa do trabalho entre quinta e sábado restringe-se à liberalidade patronal. 
Em maio, ainda tem o feriado municipal de Corpus Christi, data móvel, sempre em quinta-feira, neste ano de 2016 no dia 26. Outro feriado municipal é São João, no dia 24, uma sexta-feira.
Em 2 de julho, caindo num sábado, o feriado estadual pela Independência da Bahia, através da Lei nº 9.093 de 12 de setembro de 1995. No dia 26 deste mês, terça-feira, dia de Senhora Santana, padroeira do lugar, também feriado municipal, o quarto e último do ano, nessa classificação.
Em 7 de setembro, uma quarta-feira, é o Dia da Pátria, quando de comemora a Independência do Brasil. O feriado é nacional, pela Lei nº 662, de 6 de abril de 1949. Outro feriado nacional, pela Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980, é 12 de outubro, que também cai numa quarta-feira, dia da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, quando também se comemora o Dia das Crianças.
Em novembro, mais dois feriados classificados como nacionais: Dia de Finados, em 2, uma quarta-feira, Lei nº 10.607, de 19 de dezembro de 2002; e Proclamação da República, dia 15, uma terça-feira, pela Lei nº 662, de 6 de abril de 1949.
Finalmente, o feriado nacional de Natal, em 25 de dezembro, que cai num domingo neste ano. Os dias 30 e 31 de dezembro não são considerados úteis para o sistema financeiro: as agências bancárias não funcionam nestes dias.
Ainda existe o ponto facultativo, data em que os poderes executivos, nacional, estadual ou municipal decidem liberar total ou parcialmente do trabalho os servidores públicos respectivos. Eles não trazem qualquer vinculação ou obrigação para os estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços. Um exemplo é o Dia da Cidade, que desde 2001 é comemorado em 18 de setembro, que cai num domingo neste ano.

Entrando no Ano 10

O Blog Demais completou no dia 10 de novembro de 2015, nove anos de existência e resistência, com independência. Reitera-se que este espaço na blogosfera é a tribuna diária do jornalista Dimas Oliveira. Um espaço para postagens artísticas e culturais, onde idéias são colocadas. O Blog Demais também é político e tem posição claramente democrática. Como já se disse, segue o modelo americano dos blogs políticos.
Tem o formato e leiaute escolhido desde o início e mantido sem alterações e modismos. Não segue regras impostas, como a de que as que postagens devem ser com textos curtos. Tem ampliado os recursos e as ferramentas disponíveis
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