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quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Flávio abre 6 pontos de vantagem segundo pesquisa Gerp, que acertou no 1º turno

Pesquisa aponta 53% para Flávio e 47% para Lula nos votos válidos

O candidato Flavio Bolsonaro (PL) em campanha - Foto: Charles Vieira.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 53% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, contra 47% de Lula (PT), segundo pesquisa da Gerp Mercadologia divulgada na quarta-feira, 21 de outubro. A diferença de 6 pontos percentuais é considerada estatisticamente significativa. O instituto Gerp foi um dos poucos que apontaram a vitória de Flávio em primeiro turo, com números que praticamente se confirmaram: 46% a 44% para o petista. Todos os demais institutos previam vitória de Lula na votação de 4 de outubro.

Os votos válidos excluem respostas de eleitores que não escolheram nenhum dos dois candidatos ou que não souberam responder.

Em relação ao levantamento anterior da Gerp, divulgado em 16 de outubro, Flávio subiu 1 ponto percentual (de 52% para 53%), enquanto Lula caiu 1 ponto (de 48% para 47%). As variações estão dentro da margem de erro.

Intenção de voto estimulada (todos os entrevistados)

  • Flávio Bolsonaro (PL): 50%
  • Lula (PT): 45%
  • Nenhum dos candidatos: 2%
  • Não sabe/não respondeu: 2%

(A soma chega a 99% por causa de arredondamentos.

A pesquisa ouviu 2.400 eleitores por telefone em todo o Brasil, entre os dias 19 e 21 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-03835/2026 e teve custo de R$ 15 mil, pago com recursos próprios do instituto.

O segundo turno está marcado para 25 de outubro. Outras fontes que repercutiram a mesma pesquisa apontam rejeição de 49% a Lula e 46% a Flávio no cenário de segundo turno.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/

Visão do filme noir "Cúmplice das Sombras"


Visão do filme noir "Cúmplice das Sombras" (The Prowder), de Joseph Losey, 1951. "O Espreitador" é a tradução do título original. Tem drama e suspense.

Em 1950, num subúrbio na Califórnia, a dona de casa solitária e ingênua Susan Gilvray (Evelyn Keyes) está saindo do banho e se assusta com um voyer do lado de fora de sua casa tarde da noite e chama a polícia. O policial Webb Garwood (Van Heflin) e seu parceiro Bud Crocker (John Maxwell) atendem a ligação, mas não encontram ninguém. Mais tarde, Webb retorna à casa com o pretexto de verificar se está tudo bem. Ela o convida para tomar um café. Webb descobre que Susan é casada com John Gilvray (Sherry Hall), um locutor de meia idade de um programa de rádio. Webb assedia Susan e, embora ela tente afastá-lo, eles logo começam um caso amoroso. Quando o marido desconfia da infidelidade, Susan termina o relacionamento com o obsessivo Webb. Ele fica longe dela e sem o conhecimento de Susan, Webb planeja um esquema para se livrar de John, simulando um cenário em que John é "acidentalmente" morto a tiros. Há um inquérito e está decidido que a morte de John Gilvray não foi intencional. Webb deixa a polícia, um trabalho que ele nunca gostou de fazer. Também manipula o irmão de John, William Gilvray (Emerson Treacy) para se reaproximar de Susan. Webb convence Susan de que ele é realmente inocente. Será?

Roteiro do Orient Cinemas Boulevard

 Por Dimas Oliveira e Milena Batista

LANÇAMENTO NACIONAL


CARA-DE-BARRO (Clayface), de James Watkins, 2026. Com Tom Rhys Harries, Naomi Ackie e Max Minghella. Terror. Matt Hagen é um ator fracassado que sofre uma desfiguração brutal no rosto. Em busca de uma solução, ele se submete a um experimento científico que muda completamente sua estrutura corporal, transformando-o em uma criatura feita de argila capaz de alterar sua forma. Cópia dublada. Duração: 106 minutos. Não recomendado para menores de 18 anos. Horários: 13h30, 16 horas, 18h20 e 20h40.

CONTINUAÇÕES

STREET FIGHTER (Street Fighter), de Kitao Sakurai, 2026. Com Noah Centineo e Jason Mamoa. Ação. Os street fighters Ryu e Ken se reencontram quando Chun-Li os recruta para o World Warrior Tournament. Enquanto enfrentam uma conspiração oculta, eles devem confrontar um ao outro e seu passado - ou enfrentar a destruição. Segunda semana. Cópia dublada. Duração: 125 minutos. Não recomendado para menores de 14 anos. Horários: 16h30 e 19 horas.

OUTRA MAMÃE (Other Mommy), de Rob Savage, 2026. Com Jessica Chastain, Arabella Olivia Clark e Jay Duplass. Terror. Uma menina de oito anos, filha de um casal que enfrenta problemas conjugais, encara uma entidade sinistra que sai do seu armário e torna-se cada vez mais ameaçadora para a família. Terceira semana. Cópia dublada. Duração: 93 minutos. Não recomendado para menores de 18 anos. Horário: 21h20.

UM TIO QUASE PERFEITO 3, de Pedro Antonio, 2026. Com Marcus Majella, Leticia Isnard e Ana Lucia Torre. Infantil. Tony sente falta dos sobrinhos, que estão cada vez mais independentes e fazendo planos para as férias que não o envolvem. Ele segue como professor de teatro na escola, mas uma nova criança chega para bagunçar a rotina: a bebê Alice, que é deixada na porta de sua casa. Terceira semana. Cópia dublada. Duração: 95 minutos. Não recomendado para menores de 6 anos. Horário: 14 horas.

AS AVENTURAS DE TADEO E A LÂMPADA MÁGICA (Tad and the Magic Lamp), de Enrique Gato, 2026. Animação. Tadeo, sua namorada Sara e seus amigos Múmia, Jeff e Belzoni embarcam em uma aventura depois que ele acidentalmente desencadeia um feitiço antigo. Terceira semana. Cópia dublada. Duração: 92 minutos. Não recomendado para menores de 10 anos. Horários: 12h30 (no sábado, 24, e no domingo, 25) e 14h30.

MINHA MELHOR AMIGA, de Susana Garcia, 2026. Com Ingrid Guimarães, Monica Martelli e Thaila Ayala. Comédia. Enfrentando a menopausa e a ansiedade do ninho vazio, as amigas Julia e Clara se encontram em um aeroporto quando suas filhas pegam o mesmo voo para o exterior e decidem viajar juntas para visitá-las. Oitava semana. Duração: 122 minutos. Não recomendado para menores de 12 anos.  Horários: 16 horas, 18h30 e 21 horas.

Programação - sujeita a alteração - até quarta-feira, 28 de outubro.  

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Acontecimentos no mar da Estância fez o Brasil entrar em guerra


Baependy: Um dos navios bombardeados pelo submarino alemão U-507

Por Carlos Modesto

Foi numa noite de domingo, 16 de agosto de 1942, aproximadamente às 20 horas. A sessão do Cinema São João estava prestes a dar início, quando chegou à nossa cidade, gravemente ferido, o capitão Lauro Moutinho dos Reis, o primeiro sobrevivente do torpedeado navio Baipendy. A partir desse momento, Estância viria a ser palco de um grande ato de patriotismo e humanidade.

O Brasil havia sofrido o primeiro ataque à sua Frota Mercante em 22 de março de 1941, quando o Taubaté foi metralhado por um avião nazista, causando a morte de um oficial. Depois, houve a perda de 18 navios mercantes, inclusive navios de passageiros, bombardeados por vasos de guerra nazifascistas, na costa do Nordeste. Nessa época, a ditadura no Brasil tornara-se menos contundente, os presos políticos já se encontravam em liberdade e o governo cedia ante a opinião pública.

No Rio de Janeiro, no Largo da Carioca, houve um comício de cunho democrático, do qual participaram várias correntes políticas, culminando com uma marcha até o Palácio Guanabara, para exigir do Presidente Getúlio Vargas guerra ao Eixo. A multidão foi calculada em 500.000 pessoas. Impressionante à marcha, com tantas luzes brilhando ao longo do trajeto, cada participante portando um archote, até a casa do Presidente, que em discurso, prometeu declarar guerra ao Eixo, cedendo ao clamor da multidão exaltada. A pressão surtiu efeito, e o Brasil proclamou luta armada ao inimigo em 31 de agosto de 1942.

O relato da ligação do navio Baipendy com a nossa cidade foi fartamente noticiado na ocasião do fato. Comandado pelo capitão João Soares da Silva, construído na Alemanha em 1912, foi incorporado ao Lloyd Brasileiro em 1917.

Em 15 de gosto de 1942, esse navio, já com 30 anos de serviço, com pouca velocidade, cumpria sua missão, transportando passageiros civis, o Sétimo Grupo de Artilharia de Dorso e Cargas, com luzes acesas e sem armamentos, numa viagem de Salvador para Maceió. Eram, aproximadamente sete horas e quinze minutos da noite. O navio seguia calmamente sua rota a 60 milhas à frente da Barra do Rio Real e a terra firme. No interior da embarcação, os passageiros e oficiais tinham acabado de jantar e estavam comemorando o aniversário do imediato, quando o submarino U-507, covardemente e sem aviso, lançou o primeiro torpedo e, logo em seguida, o segundo, atingindo em cheio o navio. O pânico foi estabelecido a bordo, impedindo a guarnição de abaixar as baleeiras (pequena embarcação com espaço para socorro de 50 pessoas). Apenas uma delas foi jogada na água, devido as suas cordas serem cortadas por um dos torpedos. A tragédia teve a rapidez de imprevisto fulminante. Enquanto a embarcação afundava, todos gritavam dentro da noite, à procura da salvação. Quatrocentos e cinquenta passageiros foram jogados à mercê do tempestuoso mar e apenas vinte e oito náufragos desesperados, em exaustiva luta pela sobrevivência, conseguiram alcançar o único salva-vidas jogado ao mar. Depois de 10 horas de cansativos esforços e sofrimentos, eles chegaram à Praia do Saco e do Mangue Seco. Eram 28 destroços humanos, cobertos de sangue, famintos, caindo aos pedaços. Em terra firme, esses sobreviventes encontraram, na família do Sr. João Salgado de Carvalho, amparo, carinho, bondade e a atenção dispensada em socorros, sensibilizando-os de tal forma que caíram numa explosão de sentimentos de choros agradecidos e com os corações batendo de gratidão.

Nas praias do Saco e de Mangue Seco, os sobreviventes do Baipendy chegaram ao porto de Estância às 20 horas de domingo dia 16. O primeiro dos náufragos, capitão Lauro Mourinho dos Reis (já citado acima), gravemente ferido no osso facial direito, entrou na cidade à procura das autoridades. O povo logo se agitou, abalado pela notícia da tragédia. O Dr. Barreira de Alencar, juiz de Direito, o Sr. Moacir Chaves, administrador da Mesa de Rendas Federais, o Sr. José Leite, agente fiscal do Imposto de Consumo, Sr. José Francisco do Nascimento, da Capitania dos Portos, Sr. Arnaldo Ferreira, Sr. Arlindo Silveira, o delegado de Polícia Sr. Orlando Gomes e várias outras pessoas de destaque social transportaram-se imediatamente ao Porto, levando assistência aos sobreviventes.

Hospital Amparo de Maria

Os sobreviventes foram imediatamente levados ao Hospital Amparo de Maria, os náufragos tiveram atenção redobrada dos médicos Pedro Soares, Clóvis Franco e Jessé Fontes, além das irmãs desse nosocômio secular, que se intensificaram em cuidados e atenções, estancando, no corpo dos feridos, o sangue, a dor e o cansaço das 10 horas de agonia que lhes esgotaram o organismo. Foi comovente o gesto da família estanciana, disputando chance para oferecer cordialidade às infelizes vítimas do navio torpedeado e sofrendo momentos de angústias e consternação em face do quadro revoltante que lhe deixou na sensibilidade uma marca imperecível de horror e indignação.

No dia seguinte ao torpedeamento do Baipendy, mais oito náufragos, semimortos, agarrados aos destroços de madeira, conseguiram chegar a terra. Entre estes, quatro passaram por Estância: Dr. Vitório Story, Raymundo Corrêa da Silva, Arthur Kern e Pascásio Calado.

Morreram 55 tripulantes, inclusive o comandante, e 235 passageiros. O submarino U-507, ao que se sabe, havia recebido ordens para operar na costa brasileira e torpedear os navios que ao longo dela transitassem. Este ataque foi uma trágica e infeliz surpresa, pois era de nosso conhecimento que os submersíveis alemães bloqueariam apenas unidades que fizesse o comércio com os Estados Unidos.

Estância mal se refazia da comoção sofrida, quando outra notícia, não menos dolorosa, lhe feriu a alma: o torpedeamento do Aníbal Benévolo pelo mesmo submarino citado. Esse navio transportava oitenta e três passageiros e setenta e um tripulantes, navegando todo iluminado, de Salvador para Aracaju. A agressão aconteceu em 16 de agosto de 1942, aproximadamente às cinco horas da manhã. Ele era um navio pelo qual o povo sergipano tinha alta estima, por ser um dos raros que o visitavam frequentemente; e, mais ainda, porque nele viajavam muitos sergipanos pertencentes às mais ilustres e destacadas famílias. O ódio, a dor, o desespero, as lágrimas começaram a sangrar do coração do povo. Talvez, em nenhum outro Estado, a alma pesarosa das multidões tenha vibrado com mais alucinante protesto de vingança do que da comunidade sergipana.

Quando por Estância passou o comandante do Aníbal Benévolo, havia em todos os homens tensões de revolta, rugidos de sofrimento e gritos de revide. Quando     entrevistado, o comandante do navio disse: "Do meu navio só se salvaram quatro pessoas. Torpedeado às cinco horas da manhã, todo pessoal dormia." Essas palavras resumem, na sua dolorosa síntese, uma das maiores tragédias da história covarde e sinistra dos submarinos do Eixo. Os quatros sobreviventes do navio em questão passaram na estância às pressas, antes de se dirigirem para Aracaju.

Foram sensacionais nas suas colaborações admiráveis as altas expressões industriais da Estância, notadamente o Dr. Júlio César Leite. A lancha Maria Auxiliadora, da Fábrica Santa Cruz, foi posta a disposição das autoridades com pessoal e combustível. Os serviços prestados pela lancha foram incalculáveis. Foi por meio dela que se fez todo o trabalho de observação, socorro e salvamento dos náufragos. O Dr. Júlio Leite deu ordens para que tudo que dependesse do empório ou do seu pessoal, no sentido de amparar a sorte das vítimas dos torpedeamentos, fosse usado prontamente. O Sr. Constâncio Vieira baixou as mesmas instruções, oferecendo às autoridades todos os veículos da Fábrica Senhor do Bonfim e mais o que fosse necessário. O Sr. Arnaldo Ferreira misturou-se com o povo no trabalho penoso de permanecer em todos os instantes ao lado dos sobreviventes.

A Usina Castelo, de Santa Luzia do Itanhim, foi o ponto intermediário entre Estância e a Vila do Crasto. No movimento de transporte dos náufragos, a Usina tornou-se o ponto de apoio, funcionando como uma estação de emergência. Qualquer necessidade de urgência era sempre para esta última que se corria em primeiro lugar. Automóveis, alimentação, remédios e tudo mais, lembravam-se logo, como lugar mais próximo da praia e do porto do Crasto, a Usina Castelo. O Sr. Cantidiano Vieira, seu proprietário, de pé do portal da sua casa, atendia a todos, ia ao encontro das necessidades que o seu patriotismo reconhecia como justas e naturais na amargura da hora sombria que o país estava atravessando.

Dos 71 tripulantes e 83 passageiros, salvaram-se apenas quatro tripulantes: o comandante Henrique Mascarenhas da Silveira, o cozinheiro Firmino Gomes da Silva, o moço de convés Manuel Nunes da Silva e o cabo do frigorífico. Valdomiro Pinheiro. O comandante voltou ao comando de outro navio.

O submarino U-507, sob o comando do impiedoso alemão Harr Schacht, em 18 de agosto de 1942, após ter sido atacado por uma avião norte-americano, apresentou defeito no revestimento na tampa do turbo do torpedo, o que o obrigou a vir à superfície.  O submergível reagiu com canhões. Mas outra avaria surgiu na câmara de submersão, que foi reparado bem próximo a Itapuã, junto à barra de Salvador, ficando vulnerável aos ataques de aviões. Logo depois de torpedear os navios Baipendy, Aníbal Benévolo, Araquara, Itagiga, Arará e a barcaça Jacira, regressou à Alemanha para reparos e descanso. Voltou depois para as costas da Guianas, torpedeando lá o navio inglês York Wood. Em 13 de janeiro de 1943, foi atacado por um avião Catalina (americano), indo para o fundo com sua tripulação.

P.S Matéria extraída do livro "Sombras da Saudade - A História dos Cinemas da Estância". de autoria do escritor e memorialista Carlos Modesto. 

Quem lembra do auditório da Biblioteca Municipal Arnold Ferreira da Silva?



Quem lembra que a Biblioteca Municipal Arnold Ferreira da Silva tinha auditório?Pois é! São poucos os registros sobre a existência do espaço, que tinha capacidade para 180 pessoas sentadas.  
*
Lembro que no ano da morte de Olney São Paulo, em 1978, foi realizada nesse espaço - que ficou superlotado -, a primeira homenagem póstuma ao cineasta, com a exibição de fragmentos de "Um Crime na Rua", "Ciganos do Nordeste" e "Pinto Vem Aí". Foi promovido pela Secretaria de Turismo, que englobava Cultura, na gestão de Antonio Miranda, governo de Colbert Martins. Dimas Oliveira era diretor do órgão.
*
Nas imagens do auditório cheio, uma em preto & branco e outra colorida artificalmente, ambas trabalhadas pór Rafael  Valverde, da Rafael Design.
 

Favoritismo de Flávio Bolsonaro para o segundo turno chega até a 78,5% na Polymarket

Plataformas mundiais de "previsão" e apostas nunca erraram nas eleições presidenciais brasileiras


Flávio Bolsonaro e seu vice, Alfredo Gaspar (PL) - (Foto: Beto Barata/PL)

Por Claudio Humberto

A apenas quatro dias do segundo turno da eleição presidencial no Brasil, as principais plataformas mundiais de "previsão" e apostas, que nunca erraram em eleições presidenciais brasileiras, enxergam a vitória de Flávio Bolsonaro (PL) como o cenário mais provável. A maior delas, a Polymarket, registrou nesta terça (20) 78,5% de chance do candidato do PL contra 22% de Lula. Outras plataformas, como Kalshi e Robinhood Prediction, também apontam Flávio como virtual vencedor no domingo.

Derreteu

Na Polymarket, Lula chegou a ter 67% de chance de vitória em 16 de agosto. Foi a 41% na véspera do primeiro turno e a 18% logo depois.

Disparou

Após o primeiro turno da eleição, Flávio chegou a registrar 90% de chance de vitória na Robinhood.

Flutuou

Após a promulgação do fim da escala 6x1, Lula teve uma leve melhora nas plataformas preditivas, mas voltou a cair após o debate na Band.

Muita grana

Existem mais de US$ 15 milhões (R$ 76 milhões) apostados na eleição brasileira na Polymarket, Kalshi e Robinhood.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/

Lembrança de Floriano Motta


Com o lançamento do livro "Como É Meu Nome?", de Lamartine Motta, a lembrança de seu pai, Floriano Motta (Fotos), que foi uma figura marcante na história da imprensa do interior da Bahia, destacando-se como jornalista e empreendedor da comunicação.

Em Feira de Santana, sua principal base de atuação, ele fundou o jornal "Vanguarda", no início doas anos 1950, veículo de grande relevância local que deu voz aos debates sociais, políticos e culturais da região. Contava com as participações de Eduardo Portella e Juarez Bahia, ícones da cultua e do jornalismo. Reconhecido por sua firmeza de posicionamento, olhar atento às causas comunitárias e dedicação ao jornalismo regional, Floriano Motta ajudou a consolidar a imprensa feirense e inspirou gerações de comunicadores na Bahia.

Em Jacobina, participou da fundação do jornal "O Lidador", na década de 1930, foi correspondente do jornal "A tarde" em diversas ocasiões. Mudou-se com a família e seu semanário "Vanguarda" para aquela cidade em 1955. Retornou a Feira de Santana em 1961, quando voltou a editar o "Vanguarda" até 1963. Posteriormente foi um dos fundadores do jornal "A Palavra" em Jacobina, onde colaborou até sua morte em 1977.

terça-feira, 20 de outubro de 2026

Livros à mão cheia


Dezenas de livros sobre Feira de Santana estão à disposição dos leitores na Biblioteca Municipal Arnold Ferreira da Silva, com a instigante questão: "O que Feira de Santana significa para você?"

Lula busca pretexto para faltar ao debate usando 'quebra de sigilo' sem efeito prático

Ele condicionou ida à TV Globo a assinatura de documento "autorizando" o TSE a fazer o que não pode

Lula (PT) condicionou sua participação no debate da Rede Globo, sexta-feira (23), à assinatura pelo líder nas pesquisas, Flávio Bolsonaro (PL) de documento "autorizando a quebra de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico e também os de familiares." Trata-se de uma jogada sem qualquer efeito prático que o petista adotou para fazer parecer temores do adversário.

Eventual divulgação de movimentação bancária é sempre neutralizada pelo fato de que nenhum agente público foi flagrado recebendo propinas por meio de depósitos bancários. Durante o debate na Band, Flávio chegou a lembrar revelação recente do ex-banqueiro Daniel Vorcaro de haver pago propina de R$ 30 milhões em dinhero vivo, por meio do Instituto Lula, como parte da propina negociada de R$ 1 bilhão para o Banco Mater ter acesso e negócios de R$ 9bilhões com fundos de pensão de empresas estatais como Banco do Brasil, Petrobras e Correios. "Você recebeu por fora, Lula", disse o candidato de oposição.

O TSE não possui competência para, de ofício ou por mera autorização particular, devassar sigilos de candidatos e familiares e torná-los públicos. E a Justiça não quebra sigilos a pedido de quem deseja "provar honestidade".

Dados fiscais expostos no site do TSE

A jogada eleitoral virou piada pronta porque todos os candidatos são obrigados a entregar à Justiça Eleitoral sua declaração de bens e de rendimentos. Por essa razão é possível para qualquer cidadão ver os detalhes do patrimônio milionário de Lula, de quase R$ 5 milhões, ou de Flavio Bolsonaro (PL), de R$ 6,2 milhões.

Quebra de sigilo é medida determinada por autoridade judicial em caso de investigação (inquérito ou processo), a pedido do Ministério Público ou da polícia. Não há investigação no TSE que permita essa coisa. Se Fabio Luiz, o Lulinha, filho de Lula enrolado com a lobista Roberta Luchsinger, é investigado para valer, por exemplo, seu sigilo fiscal também já está quebrado.

Lula nem tem celular

Autorizações como essa que Lula não geram nada, nem criam poderes para o TSE que a Constituição e a legislação não preveem, mas nada impede que Lua qualquer cidadão imprima cartazes com sua declaração de Imposto de Renda, por exemplo, ou a publique na imprensa ou na redes sociais. O TSE é que não pode fazer isso.

O caso entra no campo do deboche quando se sabe que Lula não tem nem celular para justificar seu pedido de quebra do próprio sigilo telefônico. Ele próprio já contou isso publicamente. Não há sigilo telefônico a ser exposto.

Lula não tem celular pelo medo de ser gravado outra vez, como no caso que revelou a existência de Bessias, o atual ministro-chefe da Advocacia Geral da União (AGU), Jorge Messias.

Lula só fala em celular se for de pessoas ou funcionários próximos, como ajudantes de ordem, assessores ou a primeira-dama. Oferecer o próprio sigilo telefônico, portanto, é outra enganação.

Lula não pode dispor dos direitos dos filhos

Quanto à família, a autorização é ainda pior: os filhos são adultos e titulares independentes do direito ao sigilo. Lula não tem poder de dispor desses direitos; cada um deve autorizar individualmente, sob pena de nulidade. Sem contar que a iniciativa seria igualmente inútil, inócua. Também sob esse aspecto, é só bravata eleitoral.

Isso gera manchete, aposta na ignorância geral sobre a inutilidade do gesto, mas tenta colocar o adversário na defensiva, além de tentar criar imagem de transparência, sem qualquer efeito concreto de divulgação de dados antes do segundo turno. É só a continuidade da provocação feita no debate, não um instrumento real de apuração.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/

Pagamento antecipado do Bolsa Família antes do 2º turno pode caracterizar crime

Por Claudio Humberto

Nunca antes na história recente deste País o governo antecipou o Bolsa Família no mês de outubro, muito menos às vésperas do segundo turno, até para não virar réu por crime eleitoral e por tentativa de compra de votos. Adiantamento de valores do programa são sempre restritos a dezembro, em razão do Natal, e em áreas específicas atingidas por desastres naturais, como nas enchentes do Rio Grande do Sul, em 2024, ou pode caracterizar outro crime: abuso de poder político e econômico.

El Embustero

Chega a ser risível o pretexto usado pelo governo Lula (PT) para molhar a mão do eleitor em véspera e eleição: "efeitos do El Niño".

Fenômeno natural

Há dois anos também foram liberados legalmente valores do Bolsa Família, em razão de seca inclemente em Estados do Norte.

Lista é enorme

Também seriam caracterizados como crimes eleitorais os anúncios de Lula de distribuição de pix, perdão de dívida, renúncias fiscais etc.

O inimputável

Alegando "paridade de armas", Gilmar Mendes proibiu Jair Bolsonaro de aumentar o Bolsa Família antes da eleição. E liberou para Lula em 2026.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/

Deu no "Diário de Minas": Lamartine Motta lança seu livro: "Como É Meu Nome?"

Memórias de uma vida dedicada ao humanismo

Por Soelson B. Araújo

É com satisfação e particular estima que apresento meu colega e amigo Lamartine Motta, médico de renome na Bahia e escritor que, em "Como É Meu Nome?", nos oferece um testemunho sensível de sua trajetória pessoal, profissional e afetiva, que, acredito, haverá de agradar muito aos mineiros.

Há alguns anos, tive o prazer de compartilhar, ao lado de minha esposa, Regina, uma viagem à Turquia e à Grécia com Lamartine e sua esposa, Suzana. Essa experiência me deixou boas lembranças da convivência e da companhia de ambos. É, portanto, com especial carinho que me aproximo de sua obra autobiográfica.

Em suas páginas, Lamartine revisita os tempos da juventude, a militância política durante a ditadura militar, a formação acadêmica e a dedicação à medicina, sempre orientado pela busca da justiça social, pelo conhecimento e pelo humanismo.

A narrativa também nos revela o homem que celebra mais de meio século de amor ao lado da esposa, a médica Dra. Tânia Maria, e compartilha as alegrias da vida familiar, as viagens, as perdas e as descobertas que conduzem ao amadurecimento espiritual.

"Como É Meu Nome?" é, assim, mais do que o registro de uma história individual: é um convite à reflexão sobre a identidade, a memória, a liberdade e os laços que dão sentido à existência.

Ao amigo Lamartine, meu reconhecimento pela trajetória que construiu e pela generosidade de compartilhar suas memórias com os leitores. Que seu livro encontre acolhida entre aqueles que valorizam a literatura como espaço de reflexão, conhecimento e preservação da experiência humana.

Soelson B. Araújo é jornalista, escritor e membro da Academia de Letras do Vale do Jequitinhonha

Nota:

O livro é uma autobiografia de memórias do médico e escritor baiano Lamartine Motta, a obra retrata sua trajetória pessoal, profissional e afetiva, tendo como eixo central a constante busca por justiça social, conhecimento e humanismo. O relato percorre desde sua juventude e militância política pacífica no movimento estudantil e clandestino durante os anos de ditadura militar em Feira de Santana e Salvador - ao lado de figuras marcantes como o amigo guerrilheiro Luís Antônio Santa Bárbara -, passando por seus anos de formação acadêmica, vivências em repúblicas estudantis e ativismo na área médica. Paralelamente, o livro celebra o amor de mais de meio século por sua esposa e companheira de vida e profissão, a médica Dra. Tânia Maria, registrando momentos em família com os filhos, viagens pelo mundo, a dor das perdas e o gradual encontro com a espiritualidade e o amadurecimento interior.

Fonte: https://diariodeminas.com.br/


Sessão histórica pelos 50 anos da Academia Feirense de Letras


Fotos: Melck Moreno - Ascom/CMFS

Na sessão solene na noite de segunda-feira, 19 de outubro, na Câmara Municipal de Feira de Santana, "histórica", como afirmou o vereador Marcos Lima (UB), presidente da Casa, a Academia Feirense de  Letras (AFL) foi homenageada em cerimônia integrante das comemorações do cinquentenário da instituição. Ele disse mais sobre a responsabilidade de "reconhecer pessoas e instituições".

Para João Batista de Cerqueira, ex-vereador, e presidente da AFL, "vivemos um momento mágico,um marco na vida da Acvademia", referindo-se à realização do  I Colóquio Internacional da Academia Feirense de Letras Eurico Alves Boaventura e do lançamento da décima degunda edição da Revista da Academia Feirense de Letras. 

Ele ressaltou que a realização da homenagem proposta pelo vereador Jorge Oliveira, foi viabilizada com o apoio do presidente da Câmara Municipal, Marcos Lima.

Na sessão, ocorreu ainda a entrega da Medalha Martiniano Carneiro aos vereadores Edivaldo Lima, Jorge Oliveira, Lulinha, Marcos Lima e Silvio Dias, mais secretários municipais Cristiano Lobo e Neto Bahia, além de José Raimundo de Azevêdo, Lélia Vitor Oliveira e Lia Célia Pires Leal, presidentes da Academia de Educação de Feira de Santana, Academia de Letras e Artes de Feira de Santana e Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana, mais a acadêmica correspondente Marie-Rose Abomo-Maurin.

Presenças

Além do presidente João Batista de Cerqueira, a presença dos acadêmicos honorários Adnil Falcão, Eduardo Kruschewsky, Itamar Vian, Josué Melo, Moacir Cerqueira e Raymundo Luiz Lopes; mais acadêmicos efetivos: Alberto Peixoto, Alpiniano Reis Filho, Benjamim Batista, Carlos Henrique Kruschewsky, Celiah Zaiin, Cintia Portugal, Claudia Gomes, Dimas Oliveira, Emanoel Freitas, Geovânia Freitas, Franklin Maxado, Humberto Oliveira, Ilza Maria da Silva, Laila Beirão, Luciano Ribeiro, Maria Lucila Pinho, Renê Becker Almeida Carmo, Selma Soares, Vladmir Queiroz, Wagner Bonfim e Wesley Almeida; e a acadêmica correspondente Marie-Rose Abomo-Martin.

Lamartine Motta lança livro de memórias "Como É Meu Nome?"



Pouca gente sabe, mas o médico feirense Lamartine Motta (Foto) já participou de organização clandestina de esquerda, durante a ditadura militar (1964-1985). Foi colega, amigo e companheiro político de Luiz Antonio Santa Bárbara, o revolucionário feirense que morreu em 1971, durante o cerco do Exército ao guerrilheiro Carlos Lamarca no sertão de Brotas de Macaúbas. Ainda estudante, Lamartine alugava imóveis em Salvador, que serviam de aparelhos (esconderijos) para militantes comunistas do Rio de Janeiro procurados pelas forças da repressão. Chegou a ser detido e interrogado pela Polícia Federal, escapando por pouco da prisão.

Essa é uma das histórias contadas por ele em seu livro de memórias "Como É Meu Nome?", que será lançado na próxima sexta-feira, dia 23 de outubro, às 19h30, no Casarão Fróes da Motta, em Feira de Santana. Em mais de 500 páginas, o autor narra sua trajetória de jovem comunista e materialista, até sua conversão ao espiritualismo e pacifismo, juntamente com sua companheira por mais de 50 anos, a também médica Tânia Maria Cerqueira Motta, falecida em 2023.

Lamartine também fala sobre sua vida como estudante universitário em Salvador, os desafios dos seus primeiros anos de atividade profissional, e suas experiências como empresário, quando fundou, em Feira de Santana, a primeira maternidade Mater Dei (que não é a atual), e implantou as unidades da Unimed e da Unicred. Também traz detalhes sobre sua militância como médico, quando liderou a primeira greve dos profissionais de saúde em Feira de Santana, e organizou dois importantes eventos sobre sexualidade humana, reunindo especialistas de várias partes do Brasil. 

"Como É Meu Nome?" também traz relatos sobre as muitas viagens que fez pelo mundo, para se especializar na profissão, ou simplesmente a passeio, em todas elas acompanhado por sua querida Tânia, e em outras também por seus filhos e netos. São relatos enriquecedores, com muitos detalhes sobre aspectos históricos, geográficos e culturais dos lugares visitados na Europa, Estados Unidos, Canadá e América Latina.

O livro de memórias de Lamartine Motta foi editado pelo jornalista Marcondes Araujo. A diagramação é de Alyrio Ribeiro, e a arte da capa de Leonardo Brasileiro. Impresso na Emgraf - Empresa Gráfica Feirense.

Matiz celebra Dia do Pintor com festa histórica e participação de cerca de 800 profissionais






Uma celebração para ficar na história da Matiz Cores e Tintas e, principalmente, na memória de quem dá vida às cores todos os dias. Foi nesse clima que a empresa promoveu, no domingo, 18 de outubro, o Festival Clube Pintor Premium Matiz, em homenagem ao Dia do Pintor. Com decoração especial, ativações de marcas parceiras, momentos de louvor, descontração, confraternização e muitos prêmios, a festa reuniu cerca de 800 profissionais da pintura em Feira de Santana, em um dia pensado para reconhecer e valorizar quem faz parte da história da empresa. 

Realizado na Villa Poeme, no bairro Aeroporto, o evento contou com a presença da diretoria e dos colaboradores da Matiz, incluindo equipes de 19 das 22 lojas distribuídas por dez cidades baianas. Foram meses de preparação para transformar o momento em uma experiência especial, marcada pela dedicação de quem organizou cada detalhe e pelo cuidado em proporcionar aos pintores um dia de alegria, reconhecimento e celebração.

"O carinho que todos nós colocamos nessa festa demonstra a importância que o pintor tem para nós”, destacou Carlos Alberto Pereira, o Cita, diretor-presidente da Matiz Cores e Tintas. A mobilização de toda a equipe refletiu o propósito de fazer da data uma oportunidade de agradecer aos profissionais pela parceria e pela contribuição para o crescimento da empresa. 

Um dos momentos mais aguardados foi o sorteio da campanha Realize Seu Sonho, que distribuiu R$ 60 mil entre quatro pintores, com prêmios de R$ 15 mil para cada contemplado. A emoção dos sorteios se somou à alegria dos encontros, às risadas e à celebração, reforçando o espírito de união que marcou a festa. 

O evento também foi uma oportunidade de reconhecer a força da parceria entre a Matiz, os profissionais da pintura e as marcas que participam dessa trajetória. Para Luciano Franciole, a valorização do pintor profissional é um dos pilares dessa relação. "Toda a equipe Matiz valoriza realmente o pintor profissional. É uma parceria que dá resultado tanto para o lojista quanto para o profissional e o cliente", ressaltou. 

A homenagem de domingo representa uma das iniciativas de uma atuação que se estende por todo o ano. Por meio do Clube do Pintor, programa de relacionamento e capacitação voltado aos profissionais da pintura e da construção civil, a Matiz investe na formação e no desenvolvimento da categoria nas dez cidades onde está presente. 

Ao longo de 2026, a empresa manteve ações de capacitação e iniciativas de aproximação com esses profissionais, reafirmando que seu papel vai além da atividade comercial. Com cerca de 235 colaboradores, a Matiz também tem como compromisso contribuir para o desenvolvimento das comunidades em que atua.

Enviado por Orisa Gomes - Jornalismo Notre Comunicação

Estácio promove mutirão de doação de sangue nesta quarta-feira

A Estácio Feira de Santana, em parceria com o Instituto Yduqs e a Hemoba (Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Estado da Bahia), promove nesta quarta-feira, 21 de outubro, o Trote Solidário, ação de doação de sangue, a partir das 7h30, na sede da Hemoba em Feira de Santana. A campanha, que tem como lema "Doe sangue, doe vida!", convida alunos, servidores e a comunidade em geral a se unirem em um grande mutirão solidário para reforçar os estoques de sangue do banco público.

Para estimular a participação, os estudantes que doarem receberão 20 horas de Atividades Curriculares Complementares, integrando a ação solidária à formação acadêmica. A iniciativa reforça o compromisso das instituições de ensino com a responsabilidade social e busca transformar o início do semestre em um momento de impacto coletivo na saúde da cidade.

Podem participar da doação pessoas entre 16 e 69 anos, que pesem mais de 50 quilos, estejam em boas condições de saúde e apresentem documento oficial com foto. Os menores de 18 anos precisam de autorização dos responsáveis. A organização orienta que os doadores cheguem bem alimentados, evitando alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a coleta, bebam bastante água, durmam bem na noite anterior e informem à equipe do Hemoba o uso de medicamentos, levando a receita quando houver.

Enviado por Daniela Cardoso - Assessoria Estácio Feira de Santana

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Visão de "O Homem Que Morreu Duas Vezes"


Visão do drama criminal "O Homem Que Morreu Duas Vezes" (The Man Who Died Twice), de Joseph Kane, 1958. Um filme noir de qualidade menor.

Na trama, em Los Angeles, a cantora de boate Lynn Brennon (Vera Ralston) perde o marido, T.J. Brennon (Don Megowan) em um acidente automobilístico e logo depois testemunha o assassinato de dois agentes narcóticos e sofre um colapso nervoso. A polícia passa a acreditar que todos os três assassinatos estão relacionados, pois suspeitavam que seu marido estava envolvido em uma rede de contrabando de heroína, e agora eles acham que ela também pode ter se envolvido - especialmente depois de encontrar um grande estoque de heroína escondido em seu apartamento. A investigação também conta com o irmão policial de T.J., Bill Brennon (Rod Cameron).

No elenco: Mike Mazurki, Gerald Milton, Richard Karlan, Louis Jean Heydt, Paul Picerno, Luana Anders, Jesslyn Fax e Don Haggerty.

A hora em que Lula confirmou que, com ele, a ditadura continua

"Prepare-se, porque no dia 25 você perde a imunidade e vai ter problemas. Porque há muitas investigações sobre a sua vida que agora vão andar. Se os seus amigos não estão deixando [as investigações] avançar, agora elas vão."

Esta declaração de Lula, em tom ameaçador, no primeiro segmento do debate da Band, chamou muita atenção dentro e fora do Brasil.

O advogado Martin de Luca, que representa as redes sociais Rumble e a Trump Media, dona da plataforma Truth Social, no processo aberto num tribunal federal da Flórida que acusa Alexandre de Moraes de tentar censurar cidadãos americanos, publicou o seguinte post no X:

Eis @LulaOficial dirigindo-se ao seu oponente @FlavioBolsonaro durante o debate da noite passada - aqui traduzido para o inglês.

Segue-se a frase acima.

E retoma de Luca:

"Reflitam sobre o que o atual presidente do Brasil acabou de dizer ao país".

"O dia 25 de outubro é o dia da eleição. Não é a data de vencimento das proteções constitucionais de Flávio. O seu mandato no Senado estende-se até 2027. Uma derrota em uma eleição presidencial não o extingue".

"Ainda assim, Lula falou com uma confiança notável sobre o que os investigadores fariam assim que a votação terminasse".

"Com base em qual autoridade?"

"Se há provas que justifiquem uma investigação, ela deve ocorrer independentemente do resultado eleitoral. Se uma investigação avança apenas porque o oponente do presidente perde a eleição, então o resultado eleitoral torna-se uma condição para a aplicação da lei penal".

"Essa é a implicação que considero tão perturbadora, logo após o que essas pessoas fizeram contra @jairbolsonaro para impedi-lo de concorrer neste ciclo eleitoral: Lula apresentando a situação jurídica delicada de seu rival como uma consequência de uma derrota eleitoral".

"Em uma democracia, os cidadãos devem escolher o seu governo - e não os ministros do STF ou o presidente em exercício. Os eleitores brasileiros não votam para decidir se os oponentes de alguém mantêm ou não a proteção da lei".

"Lula forneceu a data. Ele deve ao país uma explicação sobre qual autoridade perseguirá Flávio assim que a eleição terminar".

Fonte: https://vespeiro.com/