Visão do filme de guerra "A Cruz de Ferro" (Cross of Iron), de Sam Peckimpah, 1977. O título remete a uma condecoração militar alemã. Baseado no livro "The Willing Flesh", de Willi Heinrich, 1955. Como os filmes do diretor, muita violência, com atrocidades e crimes de guerra.
Orson Welles disse que este foi o melhor filme de guerra que ele viu desde "Sem Novidade no Front" (1930). Ele gostou de como a história foi contada, do ponto de vista de um soldado comum.
Destaque para a participação da atriz austríaca Senta Berger, como a enfermeira Eva, uma mulher tentando fazer o homem que ela ama, o cabo Rolf Steiner), entenda que a guerra é inútil. O pedido dela foi inútil. Outras participações femininas: Véronique Vendell, Katherine Haber, Iviva Pajer, Sonja Jeanine e Hermina Pipinic.
Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1943, no front russo, o cabo alemão Rolf Steiner (James Coburn) é promovido a sargento após outra missão bem-sucedida. Enquanto isso, o arrogante capitão Hauptmann Stransky (Maximilian Schell) é designado como o novo comandante de seu esquadrão. Depois de uma batalha do esquadrão de Steiner contra as tropas russas lideradas pelo tenente Meyer (Igor Galo), que morre em combate, o ambicioso Stransky assume o crédito pelos atos heróicos de um homem morto, afirmando que liderou seu esquadrão contra os russos e pede a Cruz de Ferro para satisfazer sua ambição pessoal junto com a de sua família aristocrática. Ele dá os nomes de Steiner e do tenente Triebig (Roger Fritz) como testemunhas de sua conquista, mas Steiner, que tem problemas com a arrogância de Stransky, se recusa a participar da fraude. Quando o coronel Brandt (James Mason) dá o comando de deixar a posição na frente, Stransky não retransmite a ordem ao esquadrão de Steiner, e eles ficam sozinhos, cercados pelo inimigo e precisam lutar para sobreviver.



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