Além da esposa Michelle Bolsonaro e do filho Carlos Bolsonaro, que conquistaram vagas no Senado, pelo Distrito Federal e por Santa Catarina; do irmão Renato Bolsonaro, que foi eleito deputado federal por São Paulo; e do filho Jair Renan Bolsonaro, que conseguiu uma cadeira na Câmara por Santa Catarina, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda deve eleger o filho Fábio Bolsonaro como presidente do Brasil, em 26 de outubro.
A ex-mulher de Bolsonaro, Rogéria Bolsonaro (PL) não se elegeu para a Câmara dos Deputados pelo Rio de Janeiro, ficando como suplente. O mesmo ocorreu com o primo Marcelo Bolsonaro (PL) e a prima Valéria Bolsonaro (PL), ambos por São Paulo. Ainda tem o caso de um dos irmãos de Michelle Bolsonaro, o cunhado Eduardo Torres (PL), que concorreu a uma vaga de deputado distrital e não se elegeu.
Mas ainda tem os casos dos que usaram o nome de Bolsonaro nas eleições, como Bruno Bolsonaro Scheid (PL), que se elegeu senador por Rondônia, mais os eleitos deputados estaduais: Capitão Mosart Bolsonaro (PL), Fabiana Bolsonaro (PL), por São Paulo; Fão de Bolsonaro (PL), pelo Paraná; e Joel Bolsonaro (PP), pelo Rio Grande do Sul.
Enéas Bolsonaro, Jean Bolsonaro e Negona de Bolsonaro, todos do PL, não se elegeram deputados federais. Clodoaldo Bolsonaro e Samanta Bolsonaro, também do PL, não se elegeram deputados estaduais.
O bolsonarismo está cada vez mais vivo com a força do nome Bolsonaro.



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