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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Passados 143 meses, só lero-lero e embromação do governo petista



O Teatro e Centro de Convenções (ou Centro Múltiplos de Eventos, assim, sem concordância, em placa colocada, como quer o governo petista)continua, 12 anos depois, com a situação nublada. 
Quem não conhece o projeto de arquitetura e urbanismo elaborado pela Eduardo Carlomagno Arquitetos Associados continua confuso e com opiniões desencontradas. 
Passados 143 meses, só lero-lero e embromação do governo petista.
O projeto do Teatro e Centro de Convenções, como se tem conhecimento, foi contratado pela Prefeitura de Feira de Santana, em 2004, e obedeceu rigorosamente, como em todos os projetos de arquitetura elaborados por qualquer profissional de arquitetura, em qualquer parte do mundo, as etapas normais de um projeto arquitetural, que é elaboração do Programa de Necessidades (número de lugares, salas de dança, música, cenários etc.), Estudo Preliminar (só se passa para fase seguinte após aprovação por parte do cliente), Projeto Definitivo, Detalhamento e Especificação de Materiais. Todas essas etapas foram aprovadas, inclusive por órgãos do Estado, a exemplo da então Secretaria da Cultura e Turismo.
Segundo o arquiteto Eduardo Carlomagno - que na terça-feira, 2, esteve em Feira de Santana e visitou o equipamento inacabado -, o palco que foi projetado é considerado como completo, com 610 metros quadrados, sendo que poucos palcos no mundo moderno possuem estas dimensões. Quanto ao sub palco, fosso, elevadores de cenários, salas de dança, música também foram projetados, consta no projeto original, que foi, como afirma o arquiteto, "brutalmente, alterado pela Conder avalizado pela Sucab para minimizar custos, sem autorização deste escritório". Quanto ao foyer com 300 metros quadrados de área mais as laterais que não estão computados é o suficiente para receber o publico projetado.
A informação de que nas salas de dança haviam colunas projetadas pela empresa PCL contratada para a elaboração dos projetos complementares, causou estranheza ao arquiteto Eduardo Carlomagno. Através de documentos é mostrado que foi solicitado, "exaustivamente, da Sucab o projeto estrutural e os demais para que pudéssemos fazer a compatibilização dos mesmos com o arquitetônico".
O arquiteto continua indignado com as alterações que foram projetadas para a obra. “No que projetamos e no que está sendo executado, as diferenças são muito grandes. São muitos erros na obra, por falta de fiscalização”, declarou.
O escritório Eduardo Carlomagno Arquitetos Associados tem muitos prêmios em arquitetura, inclusive participação no concurso da Nova Ópera de Paris, na Bastilha, em 1983, no qual ficamos com honrado oitavo lugar, dentre 1.750 arquitetos do mundo inteiro. Possui uma equipe com 80 profissionais que se distribuem nos três escritórios em Porto Alegre, Salvador e Aracaju, com 33 anos no Brasil e no exterior.

Vitória de Pirro

A turma de pândegos que puxa Feira de Santana para baixo e que torce para que a cidade avance para a retaguarda soltou foguetes na terça-feira, 2,comemorando uma vitória de Pirro.

"A VERDADE QUE NÃO QUER CALAR - Em CPI, Paulo Roberto diz que roubalheira é generalizada e que esquema corrupto da Petrobras está em vigência em todos os órgãos do governo"



Por Reinaldo Azevedo
Paulo Roberto Costa falou pouco na CPMI da Petrobras, na sessão marcada para uma acareação entre ele e Nestor Cerveró, ex-diretor da área Internacional da empresa. Falou pouco, mas bem mais do que o governo e a oposição esperavam. Ex-diretor de Abastecimento da estatal, ele fez um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal. Deixou claro, de saída, que não poderia entrar em detalhes, mas, ainda assim, foi inequívoco e disse que reafirma todo o conteúdo da delação premiada. Foi além. Segundo disse, o esquema de roubalheira semelhante ao da Petrobras funciona também nas outras áreas da administração, a saber: "nas rodovias, portos, ferrovias e aeroportos".
Muito bem, leitores! Desde que esse escândalo veio à luz, tenho insistido neste aspecto: se uma quadrilha de criminosos se apoderou da Petrobras, por que seria diferente nas outras estatais e nos organismos diretamente vinculados a ministérios? Não há razão para ser. Afinal, os critérios para nomear diretores de outras estatais ou de autarquias do governo são os mesmos: loteamento entre partidos. Volto à minha pergunta de sempre: por que uma legenda faz tanta questão de ter a diretoria de uma empresa pública? Por ideologia, convenham, não é. Se a safadeza na Petrobras assume proporção multibilionária, imaginem o que se passa no conjunto do país.
Paulo Roberto admitiu ter assumido a diretoria de Abastecimento em razão de um arranjo político, indicado pelo PP. Disse ter saído em 2012 porque não aguentava mais as pressões: "Às vezes você entra em um processo e não tem como sair. Mas eu saí. Saí em 2012, mas o processo continuava." Então pensemos: os cargos continuam a ser indicados em razão da influência política? A resposta, obviamente, é "sim". Tanto é verdade que Sérgio Machado deve deixar de vez a presidência da Transpetro, e caberá ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), informalmente ao menos, indicar o substituto.
E-mail
Costa referiu-se ao e-mail que ele enviou em 2009 à então ministra Dilma Rousseff, revelado por reportagem de VEJA. Só para lembrar: na mensagem, ele alertava para o fato de que o TCU recomendara a suspensão de recursos para obras da Petrobras - justamente aquelas em que havia corrupção. E Paulo Roberto sugere que o governo deveria ignorar as advertências. E Lula as ignorou, é bom destacar.
O ex-diretor da Petrobras, nesse particular, contou uma história um pouco inverossímil: disse que só mandou o e-mail porque estava "enojado" com o que se passava na empresa. Não dá par cair nessa conversa. Membro ativo da quadrilha, o texto sugere que ele estava é preocupado com a possibilidade de ver secar a fonte. Ele sustenta ainda que o petista José Sérgio Gabrielli, então presidente da estatal, teve conhecimento prévio da mensagem.  De todo modo, aquele e-mail revela que Dilma e Lula tinham como ter estancado a sangria.
E as provas? Paulo Roberto responde: "Não tem nada na delação que eu não confirme. É um instrumento extremamente sério. Não pode ser usado de artifício. O que está lá, eu confirmo. Provas? Estão existindo, estão sendo colocadas. Falei de fatos, dados e das pessoas. Tudo o que eu falei eu confirmo". A terra ainda pode tremer. Até porque ele reafirmou que "algumas dezenas" de políticos estão envolvidos na roubalheira.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

"Quando o 'Vai pra Cuba' vira 'vagabunda!1. É… Cuidado, senhores congressistas! Algo está mudando"



Por Reinaldo Azevedo
É… Como é mesmo que dizia Camões? Lembrei: "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,/ Muda-se o ser, muda-se a confiança:/ Todo o mundo é composto de mudança,/ Tomando sempre novas qualidades." É, PT…! É, Renan Calheiros…! Já não dá mais para fazer do Congresso a casa-da-mãe-Joana, a casa-da-mãe-Dilmona ou o fundo do quintal de interesses menores. Ou melhor: até dá! Mas já não é sem protesto. A que me refiro?
Renan teve de suspender nesta terça a sessão destinada a votar o projeto de lei que dá ao governo um cheque em branco para fazer o que bem quiser com a LDO, a Lei de Diretrizes Orçamentárias. Pouco importa se vai produzir déficit ou superávit. Trata-se de uma agressão ao Artigo 165 da Constituição e, entendo, de uma agressão à Lei 1.079, que define crime de responsabilidade. Como o governo decidiu ir às compras, na sexta, o Diário Oficial da União publicou um decreto em que Dilma amplia o limite de recursos para emendas individuais dos parlamentares em R$ 748 mil por cabeça, mas só se eles aprovarem a LDO. Coisa igual nunca se viu.
As galerias estavam tomadas por manifestantes contrários ao projeto. Uma confusão, digamos sonora, gerou a balbúrdia. Quando a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) discursava, parte das galerias gritava: "Vai pra Cuba!" Era, claro!, uma referência ao fato de a parlamentar ser membro do PC do B, um partido alinhado com o regime cubano e que participou ativamente das hostilidades à blogueira Yoani Sanchez, quando esteve no Brasil. Ocorre que a também comunista do Brasil Jandira Feghali, deputada do Rio, entendeu que Vanessa estava sendo chamada da "vagabunda!". Ela protestou contra a suposta agressão, e Renan, vermelho como uma bacante, mandou a Polícia Legislativa esvaziar as galerias, suspendendo a sessão por um tempo. Depois de muito empurra-empurra, agarra-agarra, cotovelada pra lá e pra cá, envolvendo manifestantes, parlamentares e policiais, não houve jeito. Renan, então, encerrou a sessão e remarcou a próxima para esta quarta, às 10h.
Referindo-se aos manifestantes, o presidente do Senado afirmou: "Essa obstrução é única em 190 anos do Parlamento: 26 pessoas presumivelmente assalariadas obstruindo os trabalhos do Congresso Nacional". O também senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) emendou: "Todos nós sabemos que é o pessoal que veio trazido pelo deputado Izalci. Todo mundo conhece, todo mundo sabe quem são. Se são pagas ou não, não sei". O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), rebateu: "Isso é uma bobagem, é mais um equívoco. A população brasileira acordou. As pessoas estão participando do que está acontecendo no Brasil. E algumas querem vir [ao Congresso]. Nós vamos fechar as galerias?"
Renan deveria ter mais respeito com a divergência. Quantas vezes aquelas galerias foram ocupados por manifestantes levados por parlamentares de esquerda, disfarçados de movimentos sociais, para defender isso e aquilo? Quando o presidente do Senado concorda com a gritaria, é um caso de direito à manifestação e, quando ele não concorda, de pressão ilegítima?
Foi patético assistir, por exemplo, ao líder do governo na Câmara, o petista Henrique Fontana (RS), a vituperar contra a presença de manifestantes nas galerias. Aos brados, dizia que o Parlamento estava impedido de trabalhar. Justo ele, um homem do PT, cujo partido se notabilizou por lotar a Casa com os ditos movimentos sociais para impor a sua vontade no berro. Ah, sim: ele também sugeria haver constrangimento ilegal. Nem parecia que Fontana era um dos comandantes da tropa que queria estuprar a Constituição!
Quórum para a votação, bem, este havia. Estavam em plenário 370 deputados e 54 senadores. Para que a votação tivesse prosseguimento eram necessários, respectivamente, 257 e 41 (metade mais um de cada uma das Casas). Sim, meus caros, é bem possível que Constituição e moralidade sejam violadas por um Congresso que, então, perderá um pouco mais do que a independência. Estará entregando também a honra. Por isso, os que não querem se confundir que deixem clara a sua posição.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Homenagens para bandido puxam Feira de Santana para baixo

Existem feirenses natos e feirenses de coração. Também pessoas que ganham o pão em Feira de Santana, mas que detestam a cidade e procuram puxá-la para baixo, como as figuras que defendem personagens como Lucas da Feira e querem homenagens oficiais para o bandido.
Lembrar que Lucas Evangelista tinha o vulgo de "O Salteador", revelando sua característica de atacar as vítimas de surpresa. Segundo testemunhos de época liderava um bando de quatro facínoras e na sua longa vivência - foram 20 anos - pelas matas cometeu crimes bárbaros.
Em 25 de setembro de 1849, o mais famigerado bandido de todos os tempos, Lucas da Feira, de triste memória, foi enforcado num patíbulo erguido no campo do gado, em Feira de Santana.
A Justiça cumpria assim a pena de morte, instituição que vigorava para situações excepcionais. Existia a convicção de que o condenado, pela extensão e gravidade de seus crimes, não tinha mais como ser recuperado para a sociedade.
Lucas da Feira foi condenado à morte pelos crimes perpetrados por ele. Era um bandido que brincava com a Justiça, que rompia cercos policiais enquanto assaltava fazendas, roubava gado, sequestrava e estuprava moças. Uma delas, Maria Romana, estava com ele quando o comparsa Cazumbá informou para a Polícia sobre o seu esconderijo nas matas.
O próprio Lucas da Feira admitiu que raptou inúmeras donzelas, durante o interrogatório feito pelo delegado Leovegildo Filgueiras.

Expediente nas repartições públicas

O expediente nas repartições públicas do Poder Executivo Municipal, nos dias 24 e 31 de dezembro, no dia 26 de dezembro e no dia 2 de janeiro de 2015, será cumprido por compensação, mediante acréscimo de uma hora na jornada normal de trabalho no período de 4 a 23 de dezembro, nos dias 29 e 30 de dezembro, e no período de 5 a 26 de janeiro de 2015, ressalvados os serviços públicos essenciais cuja prestação não admita interrupções.

Decreto nesse sentido, foi assinado pelo prefeiro José Ronaldo de Carvalho, e está publicado na edição do jornal "Folha do Estado", desta quarta-feira, 3.

"Costa revela que corrupção domina o governo"



Convocado para acareação com o ex-colega Nestor Cerveró, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa prestou inesperado serviço às investigações, oferecendo o mote para que Congresso, Polícia Federal e Ministério Público Federal passem o País a limpo. Ele revelou que o esquema de corrupção no governo Dilma não se restringe ao Petrolão: está nas áreas de portos, aeroportos, hidrelétricas, ferrovias e rodovias.
Dilma sabia
Paulo Roberto confirmou que em 2009 enviou e-mail a Dilma, então chefe da Casa Civil, alertando sobre fraudes na Petrobras. Foi inútil.
Celular na mão
Quando Costa contou que recebeu aval de Sérgio Gabrielli para enviar e-mail a Dilma, Afonso Florence (PT-BA) sacou o celular e saiu da sala.
Tô fora
A tropa do PMDB na Câmara boicotou a acareação dos ex-diretores na CPMI da Petrobras. A oposição acha que temiam ser desmascarados.
Fim do mundo
Responsável pelo Ministério dos Transportes e do DNIT, incluídos por Paulo Roberto na lista de suspeições, o PR logo será a bola da vez.
Fonte: Cláudio Humberto

Prelúdio dança "Frozen: Um Espetáculo Congelante"



"Frozen: Um Espetáculo Congelante", da Prelúdio, inspirado na animação musical da Disney, "Frozen: Uma Aventura Congelante", grande sucesso do cinema no ano passado, contará, com lindas coreografias e cenas teatrais. A história das irmãs que salvam o seu reino com o poder do amor. Apresentações entre sexta-feira, 5, e domingo, 7, às 19 horas, no Teatro do Centro de Cultura Amélio Amorim.
90 bailarinas feirenses, a partir de dois anos de idade, em cena contando esta linda história com todos os detalhes esperados por todos.
O evento ocorrerá no Amélio Amorim e tem seu último ensaio dia na tarde desta quarta-feira, 3. 
(Com informações de Michelle Ribeiro)

Deu em Claudio Humberto


terça-feira, 2 de dezembro de 2014

"Quem É Quem Feira de Santana"



O jornalista Antonio José Laranjeira (Foto: Carlos Augusto), gestor regional da "Tribuna da Bahia", está convidando para a solenidade de premiação "Quem É Quem Feira de Santana" - destaque de expressão de reconhecido mérito à presença no desenvolvimento de Feira de Santana -, que será realizada na sexta-feira, 12, às 20 horas, no Palácio Fróes da Motta, seguida de recepção.

Aleluia diz que “Rui confessa que Wagner gastou R$ 1,6 bi com fisiologismo"



"Ao calcular que o corte de 1.699 cargos vai gerar uma economia anual de R$ 200 milhões, o governador eleito Rui Costa confessa que Jaques Wagner, em oito anos de governo, desviou R$ 1,6 bilhão dos cofres públicos para financiar o fisiologismo de petistas e aliados. Esses vultosos recursos dariam para construir mais de 100 escolas de alto padrão para o povo da Bahia", diz o presidente estadual do Democratas, deputado federal eleito José Carlos Aleluia.
Para Aleluia, o governador eleito não tem outra saída, senão tomar medidas imediatas de contingenciamento, depois da gastança do governo Jaques Wagner. "Durante toda a campanha, Paulo Souto alertou sobre o desequilíbrio financeiro do Estado. A situação é de descalabro total na Bahia, assim como não está sendo diferente no Governo Federal, onde a presidente Dilma vem tentando de toda maneira alterar a meta fiscal para fechar as contas e não ser acusada de crime de responsabilidade".

Empresário de gigante da indústria alimentícia nacional recebe Título de Cidadão Baiano



O presidente do Conselho de Administração do Grupo M Dias Branco, Francisco Ivens de Sá Dias Branco, 79 anos, recebe nesta quinta-feira, 4, na Assembleia Legislativa da Bahia, o Título de Cidadão Baiano. Proposta pelo deputado Ângelo Coronel (PSD), a honraria é um reconhecimento pela contribuição do empresário ao desenvolvimento do Estado. Gigante da indústria alimentícia nacional, o grupo possui 14 unidades industriais espalhadas pelas regiões nordeste, sudeste e sul do País para a fabricação de massas e biscoitos e moagem de trigo. Dentre as principais marcas comercializadas pelo grupo estão a Richester, Pilar, Fortaleza, Adria, Vitarela e Izabela. 
A Bahia é estratégica para M. Dias Branco, que no início dos anos 2000 investiu no Grande Moinho Aratu, na baía de Aratu, Região Metropolitana de Salvador. A estrutura, composta por um moinho de trigo, uma fábrica de biscoitos, uma fábrica de massas e um porto privativo de uso misto, gera 1,5 mil empregos diretos na região.  A atividade portuária destaca-se no estado e tem contribuído para o aumento da fronteira agrícola baiana. Pelo Terminal Portuário Cotegipe são escoadas 80% da soja produzida no oeste baiano. O Grande Moinho Aratu tem passado por sucessivas ampliações desde sua implantação, e na área portuária está prevista a construção do terceiro braço de atracação em 2015. 
O M Dias Branco emprega mais de 20 mil pessoas no Brasil e o empresário Francisco Ivens foi listado pela Forbes este ano como o oitavo brasileiro mais rico do país, com uma fortuna estimada em US$ 4,1 bilhões. No Ceará ele também possui a Cimento Apodi, a construtora Idibra e o Aquiraz Riviera, maior empreendimento turístico da América Latina.
 (Com informações da jornalista Katja Polisseni)

Trailer de "Caçada Mortal"



Assista 
Trailer de "Caçada Mortal", que tem lançamento nacional nesta quinta-feira, 4, no Orient Cinemas Boulevard.

Lançamento nacional de "Caçada Mortal"



Filme de ação e suspense, "Caçada Mortal" (A Walk Among the Tombstones), de Scott Frank, é a única novidade nesta primeira semana do último mês do ano, em lançamento nacional, a partir desta quinta-feira, 4, no Orient Cinemas Boulevard. É baseado em série de livros de mistério Lawrence Block.
O filme tem o profícuo Liam Neeson (Foto: Divulgação) encabeçando o elenco de desconhecidos. Ele faz Matt Scudder, um ex-policial de Nova York que agora trabalha como investigador privado, muitas vezes agindo fora da lei. Com certa relutância, ele aceita ajudar um traficante de heroína que está atrás do homem que sequestrou e matou sua esposa. Não demora muito para que Matt descubra que o procurado já havia cometido este tipo de crime.
Em terceira semana, o filme de ação e ficção-científica "Jogos Vorazes: A Esperança - Parte I", de Francis Lawrence, primeira parte do terceiro filme da saga.
Em quarta semana, "Irmã Dulce", cinebiografia sobre a religiosa baiana conhecida como o "Anjo Bom da Bahia". O produtor cultural feirense Edson Porto aparece no filme como um repórter que entrevista a personagem principal. Ainda em quarta semana, a comediota americana "Debi e Lóide 2", com Jim Carrey e Jeff Daniels.

Deu na coluna "Arte Galeria" de Ligia Motta


"Quanto custa para comprar um deputado ou um senador? Dilma está pagando R$ 748 mil por cabeça! Ou: Lembrando Karl Marx interpreta Dilma Rousseff"



Por Reinaldo Azevedo
Pois é… No dia 26, escrevi aqui um post em que perguntava quem chantageia quem na relação entre o governo e o Congresso: são os deputados e senadores que exigem benesses para dar seu voto, ou é o Planalto que só concede a benesse se tiver o voto? Não se trata de um enigma do tipo "quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?" Sabem por que não? É a Presidência que dispõe na caneta que abre o caixa. Pois bem: desta feita, a relação quase sempre perversa entre o Executivo e o Legislativo assumiu ares de chantagem explícita. Ou, vá lá, talvez o nome não seja bem esse: a presidente Dilma Rousseff e seus sábios decidiram mesmo ir às compras. Botaram R$ 444,7 milhões na bolsa e foram ao mercado da Câmara e do Senado para encher o carrinho de deputados e senadores.
Vocês sabem a que me refiro (ler post desta segunda). Na sexta-feira, o governo editou um decreto ampliando em R$ 10,032 bilhões os gastos de toda a máquina pública. Nesse total, estão R$ 444,7 milhões para emendas individuais dos parlamentares - um naco novo de R$ 748 mil para cada um dos 513 deputados e 81 senadores. Com esse aporte novo, cada um deles fechará o ano com R$ 11,6 milhões para emendas individuais.
Até aí, vá lá… Nesta terça, o governo tentará votar mais uma vez o projeto de lei que altera a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e que, na prática, elimina qualquer meta fiscal do governo. Reitero: o texto, na forma como o quer o Planalto, permite que se chegue a qualquer resultado, pouco importando se é déficit ou superávit. A sessão conjunta de votação do Congresso, reunindo Câmara e Senado, está marcada para as 18h. Trata-se de um projeto inconstitucional porque viola o Artigo 165 da Carta.
Muito bem! Já seria indecoroso se, na véspera da votação, um governo acenasse com a liberação de verba para emendas individuais. Parece que já ficaria caracterizada uma relação de troca. Ocorre que o governo não quis saber de ambiguidades: o decreto de Dilma que amplia a verba destinada a deputados e senadores tem uma condição: a aprovação do projeto de lei que altera a LDO.
Vocês entenderam tudo direitinho: se os senhores parlamentares aprovarem o projeto e permitirem que o Planalto estupre a LDO e a Constituição, então receberão os recursos; se, no entanto, o governo for derrotado, nada de grana. E por que os parlamentares querem o dinheiro das emendas? Para que possam aplicá-lo em suas respectivas bases, mantendo cativo o eleitorado.
Ao ridicularizar Luís Bonaparte (o sobrinho que seria a farsa de Napoleão, o tio), Marx - que era um ótimo frasista e podia ser genial às vezes, apesar de suas ideias malignas - faz uma ironia que cito com certa frequência. Transcrevo: "Na sua qualidade de fatalista, ele [Luís Bonaparte] vivia e vive ainda imbuído da convicção de que existem certas forças superiores às quais o homem, e especialmente o soldado, não pode resistir. Entre essas forças estão, antes e acima de tudo, os charutos e o champanhe, as fatias de peru e as salsichas feitas com alho". Marx resume com essa imagem o que considerava a farsa bonapartista de Luís - ou "Napoleão III de França", criando o emblema de um tempo.
Adapto. Na sua qualidade de fatalista, Dilma vive imbuída da convicção de que existem certas forças superiores às quais o homem, e especialmente o deputado e o senador, não pode resistir. Entre essas forças estão alguns carguinhos em estatais, a nomeação de apaniguados e R$ 748 mil.
Eis aí um governo que reivindica a autoridade moral para conduzir uma reforma política. Vamos ver se deputados e senadores reagirão de pé ou ficarão de joelhos, com o chapéu na mão.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

"Não encontraram veneno nos restos mortais de Jango. Não me digam! Pergunta: por que ninguém fala nada sobre Lacerda?"



Por Reinaldo Azevedo
Se há coisa que a gente aprende com o tempo é que o ridículo não tem limites. O corpo do ex-presidente João Goulart (1919-1976) foi exumado, como se sabe, para se investigar se há indícios de que possa ter sido envenenado.
Depois de um ano de investigação, a Polícia Federal põe um ponto final ao trabalho e conclui que não há indícios de envenenamento. Mas também não pode, por, digamos, manutenção da dúvida decorosa, negar que tenha havido envenenamento, uma vez que eventuais substâncias letais podem ter desaparecido no tempo.
Então ficamos assim: a Comissão da Verdade promove a pantomima, a PF investiga, não encontra nada - e, porque não encontrou, então a dúvida continua. Donde se conclui que se procedeu a um exame que só poderia dar um resultado confiável: positivo. Se dá negativo, é o caso de manter a hipótese conspiratória.
Jango era um cardiopata grave e estava longe de ser um paciente disciplinado. O mais provável é que tenha morrido mesmo de infarto. Ocorre que não se fez autopsia à época, o que colabora para manter acesa a chama da conspiração.
Leio na Folha o seguinte: "Familiares do presidente dizem que o resultado não encerra as investigações ainda em aberto no Ministério Público Federal e na Argentina. Apesar do resultado da perícia, as apurações podem avançar em outras frentes, com a busca de provas testemunhais do suposto assassinato. 'Vamos continuar lutando', afirmou João Vicente Goulart, filho de Jango."
Então tá. Quem sabe as provas testemunhais, não é?, quase 40 anos depois, possam dar aquela certeza que as provas científicas se negam a conferir. Ah, tenham paciência!
Olhem aqui, estamos num daqueles casos típicos de um erro lógico já apontado pela escolástica: "post hoc ergo propter hoc: depois disso; logo, por causa disso". Ou por outra: já que algo aconteceu depois de um determinado evento, esse evento passa a ser causa do acontecido. O exemplo clássico é este: o galo canta, e o dia amanhece. Sim, o dia amanhece depois que o galo canta, mas não porque o galo canta.
Vamos ver. Havia uma ditadura no Brasil. Juscelino morreu num acidente de automóvel no dia 22 de agosto de 1976. Jango morreu no coração no dia 6 de dezembro do mesmo ano, e Carlos Lacerda, no dia 21 de maio de 1977. Em nove meses, três líderes civis do Brasil pré-golpe se foram, justamente o trio que formara a "Frente Ampla" contra o regime militar.
Vejam que curioso: dos três, o que teve morte mais surpreendente foi Lacerda: internou-se num dia na Clínica São Vicente para cuidar de uma desidratação gerada por um gripe, e estava morto no dia seguinte, vítima de "endocardite bacteriana", que é uma infecção no coração.
Curiosamente, não se levanta a hipótese de que Lacerda também possa ter sido assassinado. E por que não? "Ah, afinal, ele era um direitista, né?, uma reacionário!" E os progressistas, sabem como é?, só se preocupam quando morre um dos seus.
Isso tudo não passa de teoria conspiratória, perda de tempo e desperdício de dinheiro.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Sobre ministros



Fui!

O ministro Garibaldi Alves já se prepara para deixar a Previdência e voltar ao Senado sem ter conseguido despachar uma única vez com Dilma, este ano. Talvez ela nem perceba a saída do ministro.
Ministro invicto
Nomeado em março por indicação de Renan Calheiros, o ministro Vinícius Lage (Turismo) deixará o cargo sem haver despachado com Dilma. Pelo menos sairá do governo invicto em broncas.
Famosos quem?
Outros ministros cuja "desimportância" foi realçada pela atitude de Dilma de não recebê-los para despachos, este ano: Eduardo Lopes (Pesca), Manoel Dias (Trabalho) e Clélio Diniz (Ciência e Tecnologia).
Fonte: Cláudio Humberto

Deu em Claudio Humberto


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Privilégio



Familiares, apoiadores, patrocinadores e jornalistas estão recebendo, antes do lançamento, exemplares do livro "cinema demais ou era uma vez dezenas de filmes comentados e a situação do cinema em feira de Santana", de Dimas Oliveira.

Geilson diz que Wagner sofre com o mesmo tratamento dado pelo PT à Bahia




"A espera do governador Jaques Wagner pelo convite da presidente Dilma para ocupar algum ministério é típica do tratamento que o PT dá à Bahia". Foi assim, que o deputado estadual Carlos Geilson (Foto: Divulgação), do PTN, começou seu pronunciamento nesta segunda-feira, 1, na Assembleia Legislativa da Bahia. De acordo com o parlamentar, apesar do partido ter tido votações expressivas nos últimos 12 anos, tanto nas eleições de presidente quanto na de governador, o estado sempre esteve em segundo plano nas ações do Governo Federal.
Geilson deu como exemplo a duplicação da BR-101 no Norte e Nordeste. "A parte da Bahia, entre o entroncamento com a BR-324 e a divisa com Sergipe ficou por último e até hoje não começou". O deputado ainda salientou as obras do aeroporto internacional de Salvador, que estão paradas há um longo tempo, e a linha do metrô Lauro de Freitas X Salvador, que foi anunciada em 2011 pela presidente Dilma Rousseff (PT) e até agora não foi à frente.
"Em Feira de Santana também estamos acostumados com essa angústia". Geilson lembrou que no início do segundo mandato, o presidente Lula prometeu duplicar o Anel de Contorno, uma via importante que serve a rodovias importantes como as BRs 101, 116 e 324. No entanto, até hoje, apenas seis quilômetros dos 22 que o anel possui estão sendo duplicados, pela concessionária ViaBahia.
"Então, meu caro governador Jaques Wagner, veja que a Bahia tem muitos motivos para viver angustiada, esperando, esperando pelo Governo Federal. Agora o senhor está sentindo na pele o que o povo simples dessa terra já sente há muito tempo", alfinetou Geilson.
(Com informações de Núbia Passos, da Assessoria de Comunicação do Deputado Carlos Geilson)

Aleluia compara equipe econômica de Dilma com ministério da salvação de Fernando Collor





O presidente estadual do Democratas, deputado federal eleito José Carlos Aleluia (Foto: Divulgação), comparou a equipe econômica da presidente da República, Dilma Rousseff, com o ministério formado pelo ex-presidente Fernando Collor, quando estava às vésperas do impeachment. "A equipe econômica dela tem muita semelhança com o ministério de Collor, quando ele foi cassado. Dilma monta, na economia, um ministério da salvação", afirmou em entrevista à Rádio Tudo FM, na manhã desta segunda-feira, 1.
Para Aleluia, a escolha de Joaquim Levy para ministro da Fazenda e Nelson Barbosa para o Planejamento, além da manutenção de Alexandre Tombini no Banco Central, é para corrigir o rumo da economia brasileira, que descarrilou completamente na gestão de Dilma. "Apesar de não comungar do pensamento desses homens honrados e competentes, Dilma aposta neles na tentativa de salvar seu governo".
Se a economia não vai bem e precisa de sérios e profundos ajustes, Aleluia observou que o escandaloso esquema de corrupção na Petrobras, o "petrolão", dificultou ainda mais a vida da presidente da República. "Tem sido noticiado diariamente pela operação Lava Jato uma série de lamentáveis fatos que não deixa dúvida sobre o governo de lama de Dilma Rousseff. O Brasil vem sendo governado por uma organização criminosa, liderada por Lula".
Na avaliação do deputado eleito, está provado que Lula, e Dilma deu continuidade, vendeu parte da gestão da Petrobras para partidos da base do governo. "Montaram um esquema de corrupção numa escala ainda maior do que o mensalão, em que aliados, como PT, PP e PMDB, indicavam dirigentes à petroleira para receber recursos vultosos a fim de engordar contas de partidos e de pessoas".
Aleluia citou a última delação do doleiro Alberto Youssef, na qual revelou que, no PP, apenas dois parlamentares não receberam "petrolão". Questionado sobre a possibilidade de o vice-governador eleito João Leão, que era um dos deputados federais do partido, estar incluído na lista, o presidente estadual do Democratas respondeu que ele (Leão) poderia ser um dos dois que não receberam.
O líder democrata foi veemente ao afirmar que todo parlamentar envolvido no "petrolão" deverá ser afastado da vida pública. "Quem recebeu propina não pode permanecer no Congresso Nacional", disse, garantindo que, a partir, de primeiro de janeiro, ao assumir o mandato, será um ferrenho combatente pela restauração da moral e da ética na política nacional.
(Com informações de imprensa.josecarlosaleluia@gmail.com )

Sobre "500 anos de corrupção"



Por Sergio Oliveira
Demétrio Magnoli na "Folha de São Paulo", edição de 22.11.2014, escreveu:
De repente, como um raio no céu claro, o governo foi tomado por extraordinário interesse pela corrupção - no passado. Na Austrália, Dilma Rousseff ensaiou "listar uma quantidade imensa de escândalos no Brasil que não foram investigados". A historiadora amadora, porém, só fingia falar sobre o passado: 
"Talvez esses escândalos que não foram investigados sejam responsáveis pelo que aconteceu na Petrobras". Ah, sim!, trata-se, então, do presente.
Governantes deveriam exercitar a prudência ao especular sobre corrupção em governos anteriores. Se têm conhecimento de denúncias fundamentadas, a lei os obriga a deflagrar uma investigação policial e judiciária. Se não o fazem, a fim de manipular halos de suspeita em seu benefício político, incorrem no crime de prevaricação. Os áulicos, por outro lado, não sendo autoridades, podem especular alegremente. Nesses dias de Lava Jato, é fácil identificá-los por seus frêmitos de indignação moral com a corrupção pregressa.
O passado que preferem é o recente: o governo FHC. Do nada, adoradores do estatismo começaram a honrar a memória do incauto Paulo Francis privatista de 1996, submetido a processo intimidador depois de afirmar que "os diretores da Petrobras" constituíam "a maior quadrilha que já atuou no Brasil". 
Mas, num tour de force, os neo-historiadores da corrupção já se aventuram em tempos anteriores, reavivando a memória da ditadura militar, que converteu em potências a Odebrecht, a Camargo Corrêa, a Mendes Júnior e a Queiroz Galvão, além de servir de berço para a OAS e a UTC. Logo, sua ira santa nos conduzirá ao estouro da bolha do Encilhamento, sob Deodoro da Fonseca, e às aquisições de escravos traficados ilegalmente por Paulino José de Souza, então ministro do Exterior, no Segundo Reinado.
O foco nos "500 anos de corrupção" não se destina a recordar que a corrupção nasceu antes de 2003, pois o óbvio dispensa explicação. A finalidade é entorpecer-nos, normalizando o escândalo em curso. Eles almejam dissolver a corrupção investigada na corrupção falada e o presente singular (a colonização partidária da Petrobras) no genérico histórico (a captura do poder público por interesses privados). Somos assim, sempre fomos, sussurram, inoculando-nos o soro da letargia, enquanto o ministro da Justiça critica a "politização" do escândalo (não a da Petrobras!). 
A corrupção mora na índole do povo brasileiro: "Cada um de nós tem um dedão na lama", assegura um célebre empresário, enquanto a presidente antecipa que pretende violar a lei sobre declaração de inidoneidade ("A gente não vai colocar um carimbo na empresa").
Não há lei que puna a corrupção da linguagem. Nos tempos bons, o lulopetismo anuncia-se como o Ato Inaugural: "Nunca antes na história deste país". Nos tempos ruins, exibe-se como vítima da tradição: "Nunca foi diferente na história deste país". Mas a contradição sempre tem o potencial para se superar como dialética. 
Na Austrália, Dilma se esqueceu do tão recente "mensalão" para rotular o "petrolão" como o "primeiro escândalo da nossa história que é investigado". Os áulicos já a seguem (afinal, é para isso que existem), saudando o Ano Zero da guerra à corrupção.
"Dilma agora lidera a todos nós", anuncia o empresário dos dedos sujos de lama - que, casualmente, tem como maior cliente a estatal Correios. A narrativa do Ano Zero descortina possibilidades ilimitadas. Dilma "não sabia de nada"? Esqueça. 
Nos 12 anos em que dirigiu a Petrobras diretamente (como presidente do Conselho de Administração) ou indiretamente (como ministra e presidente da República), os partidos da "base aliada" privatizaram a estatal, desviando dezenas de bilhões de reais. Não é que a Líder dos Imundos "não sabia". Sabia - mas, sábia, deixou a operação se alastrar para, no Ano Zero, pegar todos os bandidos juntos. 
Ah, bom!
COMENTO: Quem é o empresário que disse "cada um de nós tem um dedão na lama”, e que é o  maior cliente da estatal Correios?
Ricardo Semler, sim ele mesmo, aquele que se diz tucano, com ficha abonada por Fernando Henrique Cardoso, autor do artigo "Nunca se roubou tão pouco", que os petistas estão divulgando orgasmicamente.
Escreveu ele no seu texto: "A coisa não para na Petrobrás. Há dezenas de outras estatais com esqueletos parecidos no armário. É raro ganhar uma concessão ou construir uma estrada sem os tentáculos sórdidos das empresas bandidas."
Será que no armário dos Correios há algum esqueleto envolvendo a empresa de Ricardo Semler, a Semco?
No governo FHC um dos presidentes da Petrobrás foi Philippe Reischstul (1999/2001), que, atualmente, é sócio de Ricardo Semler na Semco Partners.
Sergio Oliveira, aposentado, é de Charqueadas-RS

Filme "A Cor do Trabalho" será lançado no próximo dia 12 na Uneb - Salvador



O filme "A Cor do Trabalho", que tem a direção do cineasta Antônio Olavo, será lançado no Teatro da Universidade Estadual da Bahia (Uneb), em Salvador, no próximo dia 12.
"A Cor do Trabalho" registra como a união entre a solidariedade e o trabalho constituiu uma força com o poder de transformar histórias e vidas da população negra na Bahia, positivando suas vivências, superando as muitas adversidades, servindo de exemplos e referências para as gerações posteriores.
Ao registrar experiências vitoriosas de negros e negras, que ao longo dos séculos romperam com o estigma do preconceito racial e tiveram êxito no seu trabalho, o documentário realça o lugar especial do conhecimento, da família, da comunidade, das redes de parentesco biológico ou espiritual, da mulher, provedora Mãe.
Produzido pela Portfolium Laboratório de Imagens, este documentário é uma realização da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte e faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas, entre as quais o recente Edital de Apoio à Economia Solidária de Matriz Africana, cujo objetivo é fortalecer uma política de valorização permanente das raízes históricas do povo negro, nos aspectos sociais, econômicos, culturais, étnicos, religiosos e políticos.
"A Cor do Trabalho" não tem cunho comercial. Suas exibições sempre terão acesso livre ao público e suas cópias serão distribuídas, como doação, para bibliotecas, instituições públicas culturais, entidades negras e todas as escolas do Ensino Fundamental e Ensino Médio da Rede Pública Estadual da Bahia.
Grupo de Chapada
O grupo de samba de roda Chuva de Prata, do povoado de Chapada, em Riachão do Jacuípe, tem uma pequena participação no trabalho. As filmagens foram realizadas no próprio povoado durante o mês de outubro e serão muito importantes para a valorização da comunidade, que tem origem afrodescendente.
(Com informações de Evandro Matos)

Revista "Estilo Damha" traz dicas de receitas para a ceia natalina



Empresárias feirenses compartilham opções gastronômicas para a ocasião
Com o Natal batendo à porta, uma das maiores preocupações é o que preparar para a ceia natalina. Na 13ª edição da revista "Estilo Damha", publicação bimestral da Damha Urbanizadora, duas empresárias feirenses compartilham suas receitas para a noite especial. 
Na matéria "Ceia de Natal sem complicação", de texto e fotos da jornalista Lilia Campos, entre as opções gastronômicas estão a preparação de peru, pernil de carneiro ao molho barbecue e azeite balsâmico, anel de camarão e risoto quatro queijos. Para a sobremesa, o rápido pudim de claras é ensinado. 
Além desta reportagem, a revista traz uma entrevista com a atriz Suzana Pires, que ilustra a capa, e o perfil do ator Thiago Lacerda. A edição ainda destaca matérias sobre comportamento, turismo, cultura, artigos de colunistas e outras novidades da Damha Urbanizadora, uma das empresas líderes do setor de loteamentos no país.
A "Estilo Damha" tem distribuição gratuita em 17 estados e no Distrito Federal, e pode ser conferida no site: http://www.damha.com.br/revista-damha/edicao-13/
Sobre a Damha Urbanizadora
A Damha Urbanizadora, desde 1979, apresenta um padrão diferenciado de moradia aos seus clientes, unindo infraestrutura qualificada e respeito às normas ambientais. Em seus 35 anos de atuação, a empresa já lançou 70 empreendimentos em nove estados brasileiros e possui mais de 22 milhões de m² urbanizados e 26 mil lotes comercializados. 
Em 2013, a Damha Urbanizadora obteve um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 700 milhões. O landbank da urbanizadora possui área vendável estimada em aproximadamente 20 milhões de m², que representam um VGV potencial superior a R$ 7 bilhões. Atualmente, são 39 projetos em andamento em 13 estados.
A Damha Urbanizadora pertence ao Grupo Encalso Damha, conglomerado empresarial fundado em 1964 que atua nos seguintes segmentos: Engenharia Civil, Agronegócios, Shopping Center, Concessão de Rodovias, Energia e Empreendimentos Imobiliários.
(Com informações de Laiza Lopes, Juliana Sampaio e Debora Maturana, de Edelman Significa)
Assessoria local de Lilia Campos

"A formidável bobagem de um livro que não li e que não lerei"



Por Reinaldo Azevedo
A Folha desta segunda traz uma entrevista com um rapaz chamado Pedro Henrique Pedreira Campos, identificado como “historiador”. Tem 31 anos. Escreveu o livro “Estranhas Catedrais – As Empreiteiras Brasileiras e a Ditadura Civil-Militar”, publicado pela Editora da UFF. Parece que o objetivo é demonstrar como as empreiteiras já eram íntimas do regime militar — ora, não me digam! E antes do golpe? Também! Logo… Não li. Não vou ler. Conheço o gigante pela pegada, a vida é curta para os livros que já há e que ainda não li. Se acrescento os bons que serão escritos, fico aflito… E por que não lerei?
Prestemos atenção às suas primeiras palavras: “A gente tenta ler a corrupção como exceção. Mas o que eu noto, considerando a história do capitalismo, é que a apropriação do público pelo privado é mais uma regra. As empreiteiras calculam a corrupção para obter lucro. Assim, se eu tenho que lucrar com uma obra, vou usar todos os métodos disponíveis. Um bom empreiteiro é o que faz a obra e a faz lucrativa.”
Vale dizer: ele não escreveu uma obra para analisar a gênese da corrupção, suas características particulares durante a ditadura ou sei lá o quê. Ele escreveu um livro contra o capitalismo, o que sugere que sociedades comunistas foram ou são ainda imunes a esse mal. O rapazola só concebe o capitalismo como “a apropriação do público pelo privado”. Quando dá, então, o exemplo em primeira pessoa, a besteira que diz é de trincar catedrais: “Assim, se eu tenho que lucrar com uma obra, vou usar todos os métodos disponíveis. Um bom empreiteiro é o que faz a obra e a faz lucrativa”.
Perceberam? Para ele, o único modo de uma obra ser lucrativa é por meio da fraude. No seu raciocínio, o lucro já é um roubo. Ele é jovem: apenas 31 anos. Mas é uma idade em que já não se tem o direito a tamanha ignorância. Nem Karl Marx confundia a tal “mais-valia” com roubo. Por que ele escreveu livro e dá entrevista? Não tenho a menor ideia.
O que começa mal não termina bem. A repórter indaga no fim da entrevista: “O senhor considera o financiamento de campanhas um dos motores da corrupção ligada a essas empresas?” E ele responde: “Não é um motor, mas uma peça muito importante. O financiamento empresarial compromete toda a gestão futura. Se o empresário está pagando, ele vai ter poder sobre o governo que vai ser eleito. É a lógica de que quem financia governa junto.”
Entendi. Segundo esse raciocínio, se as doações de empresas forem proibidas, os interesses desaparecem, certo?, e os políticos, claro!, não farão caixa dois porque isso é muito feio. Bem, não vejo outro modo de responder às dúvidas lançadas por esse rapaz senão com a implementação no Brasil do regime de partido único e com a proibição do capitalismo. Uma coisa, assim, à moda cubana. Se a gente precisar de alguma grande obra, arruma um país amigo que queira tocá-la, mais ou menos como fez Cuba com o porto de Muriel, financiado pelo… Brasil!
Antes, a universidade brasileira era ruim. Depois foi piorando.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

"Dilma não recebeu 11 ministros durante 2014"



A presidenta Dilma não teve sequer um único despacho com 11 de seus 39 ministros, em 2014, e outros seis ministros foram recebidos uma única vez, cada. Ministros de áreas fundamentais, como Previdência e Trabalho, foram solenemente ignorados por Dilma, cuja agenda não esconde o preferido: Aloizio Mercadante teve três reuniões à frente da Educação e outras 15 já como ministro-chefe da Casa Civil.
Recordista
Hoje sob o aviso prévio, o quase ex-ministro Guido Mantega (Fazenda) foi recebido 17 vezes, durante o ano, certamente para ouvir broncas.
Só uma vez
Ter apenas um encontro com Dilma durante o ano contribuiu para a senadora Marta Suplicy (PT-SP) jogar a toalha no Ministério da Cultura.
Empreiteiro pode
Com mais prestígio que quase todos os ministros, Marcelo Odebrecht, dono da empreiteira favorita do PT, foi recebido 2 vezes no Alvorada.
Descarte
Marco Aurélio Top-Top Garcia, aspone para assuntos internacionais aleatórios, deve ter papel honorário no círculo bolivariano do governo.
Fonte: Cláudio Humberto

Deu em Claudio Humberto