segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
domingo, 2 de dezembro de 2012
Bahia tem que mandar embora mais de um time
"Amigo de Lula há décadas, seu colaborador há 20 anos, Ricardo Kotscho quer que o PT e Lula venham 'a público para dar explicações à sociedade porque não dá mais para fazer de conta que nada está acontecendo'"
"Lá na terra de onde eu venho uma amiga como Rose tem duas letras a mais"
Por Augusto Nunes
"O Lula da Rosemary já estava no Lula que caçava viuvinhas no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo; lá já se revelava uma natureza"
Lula levou para o ambiente palaciano o que era, segundo ele próprio confessou em uma antológica entrevista, a sua rotina no mundo sindical. Falando à revista Playboy em 1979, este gigante moral confessou como atuava quando trabalhava na área de seguridade social do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo. Ficava de olho nas viúvas. Mal um companheiro batia as botas, ele se apresentava para o trabalho de consolação.
Foi com essa disposição, ele próprio contou, que conheceu sua atual mulher, Marisa Letícia. Um taxista lhe contara que o filho havia sido assassinado e que sua nora havia prometido jamais se casar. E Lula, este ser, como direi?, verdadeiramente aristotélico, orientado teleologicamente para o bem, pensou com aquela dignidade que lhe é imanente: "Qualquer dia ainda voou papar a nora desse velho". Eu não estou fazendo caricatura, não! A fala é dele mesmo! A "nora" era Marisa. Ela deu certo. Miriam Cordeiro nem tanto. Deixemos que ele mesmo fale, com o seu estilo inconfundível:
"Nessa época, a Marisa apareceu no sindicato. Ela foi procurar um atestado de dependência econômica para internar o irmão. Eu tinha dito ao Luisinho, que trabalhava comigo no sindicato, que me avisasse sempre que aparecesse uma viúva bonitinha. Quando a Marisa apareceu, ele foi me chamar".
O que diz mesmo Aristóteles no Capítulo I do Livro I de "Política"? Isto: "A natureza de uma coisa é o seu estágio final, porquanto o que cada coisa é quando o seu crescimento se completa nós chamamos de natureza de cada coisa, quer falemos de um homem, de um cavalo ou de uma família". Como se nota, na consideração do filósofo, o Apedeuta se encaixa também na espécie. O Lula da Rosemary já estava no Lula das viúvas dos companheiros metalúrgicos. O Lula do Palácio já estava no Lula do sindicato como a Capitu da praia da Glória já estava dentro da de Matacavalos… Aristóteles, Machado de Assis… Eu faço um esforço danado para fazer Lula parecer mais interessantes do que é…
As folias de alcova são uma espécie de ilustração e de emblema dos que se esbaldam no poder. Suetônio (mais um esforço!), com os "Os Doze Césares", nos legou certamente uma leitura distorcida dos interiores do Império Romano, com os imperadores meio afrescalhados dos filmes de Hollywood. Mas ilustrou como ninguém a corrupção de caráter a que pode conduzir o poder. Sempre que Lula faz tábula rasa do passado e se coloca como o ser inaugural da civilização, penso, por exemplo, em Calígula, que mandou tirar do Capítólio e destruir as estátuas de homens ilustres que Otávio Augusto mandara lá instalar. Tentou banir de Roma os poemas de Homero (!!!), afirmando que o próprio Platão quisera expulsar os poetas da República. Mandou cassar das bibliotecas as obras de Virgílio e Tito Lívio; ao primeiro faltariam engenho e saber; o segundo seria loquaz demais e inexato. As almas tiranas não se contentam em comprometer o futuro. Também querem reescrever o passado.
Nosso Calígula não papou só viuvinhas. Como escrevi em 2009, olhou um dia para Brizola e Arraes e pensou: "Ainda vou papar a base política deles". No governo, olhou para FHC e pensou: "Ainda vou papar o Plano Real dele". Lula é assim: vai papando o que encontra pela frente: as viúvas, as biografias alheias, a história… Na entrevista à Playboy, ele também aborda folguedos sexuais com animais - mas não me alongo a respeito
Antes que continue, respondo a alguns tontos que resolveram invadir o blog para, claro!, atacar… FHC! Então este também não tivera um caso amoroso fora do casamento? Não acabou assumindo um filho, que depois se comprovou não ser seu? Tudo verdade! Só que há uma diferença essencial: o ex-presidente tucano não alojou uma amante, que depois passou a atuar em benefício de uma quadrilha, num cargo público. Ora, a imprensa brasileira jamais se ocupara antes das namoradas de Lula. O nosso jornalismo é muito diferente do americano ou do inglês. Se os jornalistas contassem 10% do que sabem das festinhas de Brasília, a República cairia algumas vezes por ano. Mas se calam. Há um pacto de silêncio que, às vezes, milita contra a verdade e contra o interesse público. Jornais à moda dos tabloides ingleses fariam a farra por aqui. E não precisariam cometer nenhum dos crimes do 'News of the World'. Tendo a achar que fariam um bem aos brasileiros.
Na imprensa americana, casos amorosos de autoridades são notícia, esteja ou não o interesse público envolvido. Entende-se que aqueles que se apresentam para representar a sociedade - presidentes, congressistas, juízes - têm de comungar de alguns de seus valores médios. Talvez fosse o caso de lembrar Aristóteles outra vez: a "cidade tem precedência sobre cada um de nós individualmente". Na sua vertente maligna, o princípio justifica ditaduras; na sua vertente benigna, faz as grandes democracias. Se o sujeito quer ter o poder da representação, obriga-se a acatar certas noções de decoro - e, nesse caso, amantes nunca são uma questão privada; são questões sempre públicas. Desconfio daqueles que acusam o "excesso de moralismo" do povo americano nessas questões. Acho que se trata apenas de uma República que leva a sério seus fundamentos. Por aqui, um ministro do Supremo tem o topete de defender na corte que criminosos do colarinho branco não cumpram pena em regime fechado.
Em Banânia, mais lassos, mas relaxados, mais tolerantes, fazemos esta distinção: se a(o) amante nada tem a ver com a administração pública, então não há notícia. Notem que o caso Rosemary circulou por alguns bons dias sem que se desse o devido nome às coisas - ou às relações. O que os petistas queriam desta vez? Calígula resolve misturar os seus folguedos com as questões da República - sua amante está no centro de um escândalo -, e o país deve fazer de conta que se trata de "questão pessoal"? Tenham paciência. O Babalorixá de Banânina já chamou de "questão privada" os milhões que a Telemar (hoje Oi) investiu na empresa de um seu filho - a gigante da telefonia tem entre seus sócios o BNDES e foi beneficiada por decisão pessoal do então presidente. Tudo questão privada!!!
Chega, né, Fanfarrão Minésio? A coisa já foi além da conta! Perguntem, por exemplo, se a televisão americana noticiou ou não o caso entre Bill Clinton e aquela estagiária. Ora… E ele estava no exercício da Presidência. Não tentem me provar que somos mais sábios por aqui. Acho que não! Tanto não somos que mal um escândalo chega a termo na Justiça, outro já surge.
Caso grave
A coisa é grave, sim, por qualquer ângulo que se queira. Rosemary até podia não reivindicar para si somas fabulosas - uma Pajero em que ela circula pertence ao esquema criminoso -, mas aqueles em favor dos quais atuava mexiam com interesses bilionários. Tanto ela como Paulo Vieira, apontado como o chefe da quadrilha, estavam em seus respectivos postos por vontade de Lula - aquele que nunca sabe de nada. Nunca antes nestepaiz tantas pessoas traíram tanto um só homem, não é mesmo?
Não dá! A VEJA desta semana traz uma foto da decoração que Rosemary escolheu para o escritório da Presidência em São Paulo. Há um painel gigantesco de Lula brincando com uma bola. As almofadas dos sofás trazem impressas a imagem de… Lula! É a perfeita ilustração da captura do bem público por interesses privados.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"
No Troféu Imprensa NoiteDia 2012
Memória: Ala Jovem do PDS
Marcus Moraes e Pedro Roberto têm álbuns lançados pela Fundação Carlo Barbosa
Desde que o projeto foi iniciado em 2007 já foram
lançados diversos álbuns e dentre os artistas locais foram focalizados Carlo
Barbosa, Cesar Romero, Leonice Barbosa, Juracy Dórea e Gil Mário. A ideia de
Lucy Barbosa é mostrar os demais pintores locais, o que deve ser feito de forma
gradual a depender da obtenção do apoio financeiro necessário, que é a maior
dificuldade.
sábado, 1 de dezembro de 2012
Feira de Santana tem "gestão em dificuldade"
"Gestão em dificuldade". Com a nota geral 0.507, esta a posição de Feira de Santana em pesquisa inédita da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), que mede a qualidade da gestão fiscal de 5.266 municípios brasileiros e constata quadro de dificuldades em 65% deles, afetando 81 milhões de pessoas. O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) é composto por cinco indicadores, que medem os principais aspectos da gestão fiscal dos municípios. As notas variam entre 0 e 1.
- Custo da dívida - 05027
Depois da fuleiragem, a confusão
Convite para lançamento
"Para o PT a história sempre se repete"
Por Marco
Antonio Villa
"Charge de Sponholz fornece o título que faltava para a chanchada pornopolítica"
Por Augusto Nunes
"Jornal decide contar ao leitor o que os jornalistas e o governo sabiam há muito: Lula e Rosemary, no centro do novo escândalo, eram amantes desde 1993"
*
A influência exercida pela ex-chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, no governo federal, revelada em e-mails interceptados pela operação Porto Seguro, decorre da longa relação de intimidade que ela manteve com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Rose e Lula conheceram-se em 1993. Egressa do sindicato dos bancários, ela se aproximou do petista como uma simples fã. O relacionamento dos dois começou ali, a um ano da corrida presidencial de 1994.
(…)
Procurado pela Folha, o porta-voz do Instituto Lula, José Chrispiniano, afirmou que o ex-presidente Lula não faria comentários sobre assuntos particulares.
Como se vê, Lula considera Rosemary um "assunto particular", o que soa como confissão. Só que ela era chefe de gabinete do escritório da Presidência em São Paulo. O Brasil pagava o salário do "assunto particular" do Apedeuta. Ainda assim, ela poderia ter sido uma funcionária exemplar. Não parece o caso…
"Rose se apresentava como 'namorada do Lula'"
"'Rosegate' - Íntima de Lula foi elo entre Jaques Wagner e empresários"
(…)
Justiça vs. Tarcízio: A decisão e a intimação
Reportagem na "Folha de S. Paulo" mostra que relação íntima de Lula com Rose iniciou há 19 anos
Mensagem aos integrantes da Feira Fogo
Se todos fizermos um esforço adicional, bem que poderíamos aproveitar este jogo contra o Flamengo e fazermos a nossa confraternização de final de ano. Possivelmente, não terá nada de especial a não ser a troca de abraços e o desejo de que todos tenhamos um Natal cheio de paz, harmonia e muita compreensão, juntos aos que nos são caros. Temos uma quantidade de bebidas, gentileza do casal Raimundo e Jerusa. Assim que essas bebidas forem consumidas quem continuar bebendo deverá assumir os custos. Isso vale também para a parte de salgados (pizza, por exemplo ou outro petisco), que deverá de responsabilidade de que quem o consumir.
A ordem, no momento, é a Associação não gastar, porquanto estamos estudando a possibilidade de empreendermos o grande projeto do Feijão no Fogão, no ano que vem, e para isso, a Diretoria conta com a sensibilidade e a compreensão de todos. Durante o encontro deverei falar algo sobre essa idéia que venho maturando há algum tempo. Sendo um projeto em perspectiva, a Diretoria aceita sugestões, porque a responsabilidade será nossa.
Como eu tenho um outro compromisso, logo após o jogo, que começa às 18h30 deste sábado, 1º, sugiro que cheguemos ao local, às 16 horas, pois assim teremos mais tempo juntos.
Com a certeza de contarmos com a participação e a compreensão de todos, aproveito o ensejo para enviar-lhes as saudações Alvinegras de todos os que compomos o Conselho Diretor.
José Boa Sorte Farias - Presidente da Associação dos Botafoguenses de Feira de Santana.





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