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domingo, 2 de dezembro de 2012

Dia da Consciência Evangélica

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Bahia tem que mandar embora mais de um time

O Bahia não caiu para a Série B do Campeonato Brasileiro. Agora, o clube tem que mandar embora mais de um time. Do que jogou neste domingo, 2, vitória de 1 a 0 contra o Atlético-GO, só merece ficar Marcelo Lomba, Neto, Jussandro, Fahel, Gabriel e Rafael (entrou no segundo tempo para fazer o gol do triunfo). O resto é resto. São jogadores fuleiros, fulecos, que não contribuíram em nada para a manutenção do time na elite do futebol brasileiro.

100 anos de Oscar Marques

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"Amigo de Lula há décadas, seu colaborador há 20 anos, Ricardo Kotscho quer que o PT e Lula venham 'a público para dar explicações à sociedade porque não dá mais para fazer de conta que nada está acontecendo'"


Por Ricardo Setti
Ricardo Kotscho, 64 anos, repórter extraordinário e homem de bem, amigo que conheço desde 1969 e com quem tive o prazer enorme de trabalhar por longos anos, é amigo íntimo de Lula há décadas, e colabora como assessor com o ex-presidente desde a campanha eleitoral de 1989, além de ter sido, durante parte do governo Lula, secretário de Imprensa da Presidência.
Ele publicou hoje um artigo em que cobra do amigo que venha a público falar do mensalão e do recente escândalo ocorrido no escritório da Presidência em São Paulo em seu blog, Balaio do Kotscho - atitude que só o engrandece como jornalista e como cidadão.
Não concordo com várias das assertivas e premissas de Kotscho no texto abaixo, mas faço questão de publicá-lo pela enorme importância que atribuo a essa manifestação de alguém que, de longe, é das pessoas mais próximas e leais a Lula.
O título original do artigo é:
A hora da verdade para Lula e o PT
"Por que o bloguista inexplicavelmente não conta nada sobre Rosemary e o possível envolvimento do ex-presidente Lula em algumas operações ilícitas? Aonde está a sua imparcialidade de jornalista?", pergunta o leitor Fernando Aleador, em comentário enviado às 04h57 desta sexta-feira.
Tem toda razão o leitor.
Demorei para escrever e dar esta resposta porque, para mim, estes últimos foram os dias mais difíceis da minha já longa carreira, posto que os fatos envolvem não só velhos amigos meus, como é do conhecimento público, mas um projeto político ao qual dediquei boa parte da minha vida.
Simplesmente, não sabia mais o que dizer. Ao mesmo tempo, não podia brigar com os fatos nem aderir à guerra de extermínio de reputações e de desmonte da imagem do ex-presidente Lula e do PT que está em curso nos últimos meses.
A propósito, escrevi no começo de novembro um texto que se mostrou premonitório sob o título "O alvo agora é Lula na guerra sem fim", quando o STF consumou a condenação dos ex-dirigentes do PT José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares.
De uma hora para outra, a começar pelo julgamento do mensalão, até chegar às revelações da Operação Porto Seguro, o que era um projeto vitorioso de resgate da cidadania reconhecido em todo o mundo levou um tiro na testa e foi jogado na sarjeta das iniquidades.
"O que me intriga é saber por que agora, por que assim e por que tamanha insistência. É claro que o esforço para acabar com a corrupção é legítimo e louvável, mas não terminaram recentemente de sangrar o PT até a entrada do necrotério? Quem estaria sedento por mais?", pergunta-se a colunista Barbara Gancia, na edição de hoje da Folha, e são exatamente estas as respostas que venho procurando para entender o que está acontecendo.
Talvez elas estejam na página A13 do mesmo jornal, em que se lê: "FHC acusa Lula de confundir interesses públicos e privados". Em discurso num evento promovido pelo PSDB no Jóquei Clube de São Paulo, na quinta-feira, o ex-presidente pontificou, mesmo correndo o risco de falar de corda em casa de enforcado:
"Uma coisa é o governo, a coisa pública, outra coisa é a família. A confusão entre seu interesse de família ou seu interesse pessoal com o interesse público leva à corrupção e é o cupim da democracia".
Sem ter o que propor ao eleitorado, após sofrer três derrotas consecutivas nas eleições presidenciais, e perder até mesmo em São Paulo na última disputa municipal, o PSDB e seus aliados na mídia e em outras instituições nacionais agora partem para o vale-tudo na tentativa desesperada de eliminar por outros meios o adversário que não conseguem vencer nas urnas.
Nada disso, porém, exime o ex-presidente Lula e o PT de virem a público para dar explicações à sociedade porque não dá mais para fazer de conta que nada está acontecendo e tudo se resume a uma luta política, que é só dar tempo ao tempo.
A bonita história do partido, que foi fundamental na redemocratização do país, e a dos milhões de militantes que ajudaram a levar o PT ao poder merecem que seus líderes venham a público, não só para responder a FHC e às denúncias sobre a Operação Porto Seguro publicadas diariamente na imprensa, mas para reconhecer os erros cometidos e devolver a esperança a quem acreditou em seu projeto político original, baseado na ética e na igualdade de oportunidades para todos.
Chegou a hora da verdade para Lula e o PT.
É preciso ter a grandeza de vir a público para tratar francamente tanto do caso do mensalão como do esquema de corrupção denunciado pela Operação Porto Seguro, a partir do escritório da Presidência da República em São Paulo, pois não podemos eternamente apenas culpar os adversários pelos males que nos afligem. Isso não resolve.
Mais do que tudo, é urgente apontar novos caminhos para o futuro, algo que a oposição não consegue, até porque não há alternativas ao PT no horizonte partidário, para uma juventude que começa a desacreditar da política e precisa de referências, como eu e minha geração tivemos, na época da luta contra a ditadura.
Conquistamos a democracia e agora precisamos todos zelar por ela.
Fonte: "Blog do Ricardo Setti"

"Lá na terra de onde eu venho uma amiga como Rose tem duas letras a mais"


Por Augusto Nunes

Amante, segundo o Aurélio, é a palavra que se aplica a "pessoa que tem com outra relações extramatrimoniais". O dicionário autoriza o uso dos sinônimos amásia, concubina e amiga. Assaltada por um surto de pudicícia, a imprensa escolheu a terceira opção para referir-se a Rosemary Noronha.
Depois da reportagem publicada pela Folha neste sábado, complementada brilhantemente por Reinaldo Azevedo, os jornalistas podem dispensar-se de cautelas farisaicas e contar o que muitos sabem desde o século passado: Rose é mais que amiga de Lula. É amante.
Lá na terra de onde eu venho ninguém confunde amizade com amigação. Em Taquaritinga, todo lula-com-rose - seja ele o prefeito ou o mais humilde eleitor - não tem uma amiga: tem amigada. As duas letras a mais eliminam quaisquer dúvidas adubadas por ambiguidades.
Não, não estou invadindo a privacidade do ex-presidente. Só invocam esse argumento messalinas fantasiadas de vestais. O modo de agir dos integrantes da quadrilha desbaratada pela Operação Porto Seguro reafirma que foi o casal que removeu a fronteira entre o público e o privado. Ele por garantir a vida mansa de Rose com o dinheiro dos pagadores de impostos. Ela por transformar uma relação íntima em gazua a serviço de assaltantes de cofres públicos.
O noticiário sobre o escândalo da vez, que está apenas em seu começo, precisa substituir imediatamente esse "amiga" pela expressão correta. Amigada, admito, soa um tanto vulgar. "Amásia" lembra manchete de jornal de antigamente. "Concubina" é adereço de monarquias. Fiquemos com a velha e boa "amante".
Como os seus sinônimos, "amante" tem numerosas contra-indicações e os efeitos colaterais podem ser devastadores. Mas é a palavra certa. E o primeiro mandamento do jornalismo ordena que se conte a verdade.
PS: Reproduzo e endosso o recado de Reinaldo Azevedo aos leitores: "Não deixem que a sordidez da história contamine os comentários. Há sempre o risco de se ultrapassar a linha do decoro em temas assim. Façam o que Lula não fez".
Fonte: "Direto ao Ponto"

"O Lula da Rosemary já estava no Lula que caçava viuvinhas no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo; lá já se revelava uma natureza"

 
Por Reinaldo Azevedo
Já escrevi aqui um post sobre os aspectos mesquinhos, "petequeiros", jocosos e até grotescos que envolvem as relações de Rosemary Nóvoa Noronha, um cacho amoroso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a coisa pública. Eles acabam desviando a nossa atenção do essencial. À sua maneira, as tentações ancilares do ex-mandatário retiram a óbvia gravidade de mais um escândalo. Atrevo-me a dizer que a lambança que ora vem à luz constitui, mais do que o próprio mensalão, um emblema do jeito petista de fazer política - ainda que possa não ter o mesmo alcance. Por quê? Porque, desta feita, além de todos os escrachos, encurta-se o caminho que separa o que deveria ser a alta política das urgências ou incontinências do baixo ventre.
Lula levou para o ambiente palaciano o que era, segundo ele próprio confessou em uma antológica entrevista, a sua rotina no mundo sindical. Falando à revista Playboy em 1979, este gigante moral confessou como atuava quando trabalhava na área de seguridade social do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo. Ficava de olho nas viúvas. Mal um companheiro batia as botas, ele se apresentava para o trabalho de consolação.
Foi com essa disposição, ele próprio contou, que conheceu sua atual mulher, Marisa Letícia. Um taxista lhe contara que o filho havia sido assassinado e que sua nora havia prometido jamais se casar. E Lula, este ser, como direi?, verdadeiramente aristotélico, orientado teleologicamente para o bem, pensou com aquela dignidade que lhe é imanente: "Qualquer dia ainda voou papar a nora desse velho". Eu não estou fazendo caricatura, não! A fala é dele mesmo! A "nora" era Marisa. Ela deu certo. Miriam Cordeiro nem tanto. Deixemos que ele mesmo fale, com o seu estilo inconfundível:
"Nessa época, a Marisa apareceu no sindicato. Ela foi procurar um atestado de dependência econômica para internar o irmão. Eu tinha dito ao Luisinho, que trabalhava comigo no sindicato, que me avisasse sempre que aparecesse uma viúva bonitinha. Quando a Marisa apareceu, ele foi me chamar".
O que diz mesmo Aristóteles no Capítulo I do Livro I de "Política"? Isto: "A natureza de uma coisa é o seu estágio final, porquanto o que cada coisa é quando o seu crescimento se completa nós chamamos de natureza de cada coisa, quer falemos de um homem, de um cavalo ou de uma família". Como se nota, na consideração do filósofo, o Apedeuta se encaixa também na espécie. O Lula da Rosemary já estava no Lula das viúvas dos companheiros metalúrgicos. O Lula do Palácio já estava no Lula do sindicato como a Capitu da praia da Glória já estava dentro da de Matacavalos… Aristóteles, Machado de Assis… Eu faço um esforço danado para fazer Lula parecer mais interessantes do que é…
As folias de alcova são uma espécie de ilustração e de emblema dos que se esbaldam no poder. Suetônio (mais um esforço!), com os "Os Doze Césares", nos legou certamente uma leitura distorcida dos interiores do Império Romano, com os imperadores meio afrescalhados dos filmes de Hollywood. Mas ilustrou como ninguém a corrupção de caráter a que pode conduzir o poder. Sempre que Lula faz tábula rasa do passado e se coloca como o ser inaugural da civilização, penso, por exemplo, em Calígula, que mandou tirar do Capítólio e destruir as estátuas de homens ilustres que Otávio Augusto mandara lá instalar. Tentou banir de Roma os poemas de Homero (!!!), afirmando que o próprio Platão quisera expulsar os poetas da República. Mandou cassar das bibliotecas as obras de Virgílio e Tito Lívio; ao primeiro faltariam engenho e saber; o segundo seria loquaz demais e inexato. As almas tiranas não se contentam em comprometer o futuro. Também querem reescrever o passado.
Nosso Calígula não papou só viuvinhas. Como escrevi em 2009, olhou um dia para Brizola e Arraes e pensou: "Ainda vou papar a base política deles". No governo, olhou para FHC e pensou: "Ainda vou papar o Plano Real dele". Lula é assim: vai papando o que encontra pela frente: as viúvas, as biografias alheias, a história… Na entrevista à Playboy, ele também aborda folguedos sexuais com animais - mas não me alongo a respeito
Antes que continue, respondo a alguns tontos que resolveram invadir o blog para, claro!, atacar… FHC! Então este também não tivera um caso amoroso fora do casamento? Não acabou assumindo um filho, que depois se comprovou não ser seu? Tudo verdade! Só que há uma diferença essencial: o ex-presidente tucano não alojou uma amante, que depois passou a atuar em benefício de uma quadrilha, num cargo público. Ora, a imprensa brasileira jamais se ocupara antes das namoradas de Lula. O nosso jornalismo é muito diferente do americano ou do inglês. Se os jornalistas contassem 10% do que sabem das festinhas de Brasília, a República cairia algumas vezes por ano. Mas se calam. Há um pacto de silêncio que, às vezes, milita contra a verdade e contra o interesse público. Jornais à moda dos tabloides ingleses fariam a farra por aqui. E não precisariam cometer nenhum dos crimes do 'News of the World'. Tendo a achar que fariam um bem aos brasileiros.
Na imprensa americana, casos amorosos de autoridades são notícia, esteja ou não o interesse público envolvido. Entende-se que aqueles que se apresentam para representar a sociedade - presidentes, congressistas, juízes - têm de comungar de alguns de seus valores médios. Talvez fosse o caso de lembrar Aristóteles outra vez: a "cidade tem precedência sobre cada um de nós individualmente". Na sua vertente maligna, o princípio justifica ditaduras; na sua vertente benigna, faz as grandes democracias. Se o sujeito quer ter o poder da representação, obriga-se a acatar certas noções de decoro - e, nesse caso, amantes nunca são uma questão privada; são questões sempre públicas. Desconfio daqueles que acusam o "excesso de moralismo" do povo americano nessas questões. Acho que se trata apenas de uma República que leva a sério seus fundamentos. Por aqui, um ministro do Supremo tem o topete de defender na corte que criminosos do colarinho branco não cumpram pena em regime fechado.
Em Banânia, mais lassos, mas relaxados, mais tolerantes, fazemos esta distinção: se a(o) amante nada tem a ver com a administração pública, então não há notícia. Notem que o caso Rosemary circulou por alguns bons dias sem que se desse o devido nome às coisas - ou às relações. O que os petistas queriam desta vez? Calígula resolve misturar os seus folguedos com as questões da República - sua amante está no centro de um escândalo -, e o país deve fazer de conta que se trata de "questão pessoal"? Tenham paciência. O Babalorixá de Banânina já chamou de "questão privada" os milhões que a Telemar (hoje Oi) investiu na empresa de um seu filho - a gigante da telefonia tem entre seus sócios o BNDES e foi beneficiada por decisão pessoal do então presidente. Tudo questão privada!!!
Chega, né, Fanfarrão Minésio? A coisa já foi além da conta! Perguntem, por exemplo, se a televisão americana noticiou ou não o caso entre Bill Clinton e aquela estagiária. Ora… E ele estava no exercício da Presidência. Não tentem me provar que somos mais sábios por aqui. Acho que não! Tanto não somos que mal um escândalo chega a termo na Justiça, outro já surge.
Caso grave
A coisa é grave, sim, por qualquer ângulo que se queira. Rosemary até podia não reivindicar para si somas fabulosas - uma Pajero em que ela circula pertence ao esquema criminoso -, mas aqueles em favor dos quais atuava mexiam com interesses bilionários. Tanto ela como Paulo Vieira, apontado como o chefe da quadrilha, estavam em seus respectivos postos por vontade de Lula - aquele que nunca sabe de nada. Nunca antes nestepaiz tantas pessoas traíram tanto um só homem, não é mesmo?
Não dá! A VEJA desta semana traz uma foto da decoração que Rosemary escolheu para o escritório da Presidência em São Paulo. Há um painel gigantesco de Lula brincando com uma bola. As almofadas dos sofás trazem impressas a imagem de… Lula! É a perfeita ilustração da captura do bem público por interesses privados.

Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"


No Troféu Imprensa NoiteDia 2012


O vice-prefeito eleito Luciano Ribeiro, vereadores Justiniano França (reeleito) e Luiz Augusto de Jesus, mais o ex-prefeito de Ipiaú José Mendonça, foram as presenças políticas no Troféu Imprensa NoiteDia 2012, entre a noite de sábado, 1º, e a madrugada deste domingo, 2, na Estação da Música.

Memória: Ala Jovem do PDS

Cláudio Boaventura, Paulo Aquino e Miguel Mário Amorim, integrantes da Ala Jovem do PDS, em recorte do jornal "Folha do Norte", em 6 de março de 1980.
 

Marcus Moraes e Pedro Roberto têm álbuns lançados pela Fundação Carlo Barbosa

 

Destacando os artistas plásticos Marcus Moraes (17.05.1954-14.10.2009) e Pedro Roberto (29.06.1950-01.01.2006), a Fundação Carlo Barbosa lança na quinta-feira, 13, no Casario Fróes da Motta, às 20 horas, com exposição de dez obras de cada artista e coquetel, as novas edições de álbuns do Projeto "Memórias - Pintores de Feira de Santana", desta feita com trabalhos e dados biográficos de dois importantes artistas plásticos de Feira de Santana já falecidos.
A professora Lucy Barbosa, presidente da Fundação Carlo Barbosa, ressalta que o projeto sempre faz homenagem a artistas plásticos de Feira de Santana. Os álbuns, em policromia, contém além de trabalhos dos artistas, que podem ser emoldurados, dados biográficos e cronológicos quanto à presença dos focalizados em exposições e outros eventos, possibilitado às pessoas o conhecimento de uma completo histórico sobre cada artista. Pode-se dizer que além da beleza na sua amostragem os álbuns tem importante teor didático.
Desde que o projeto foi iniciado em 2007 já foram lançados diversos álbuns e dentre os artistas locais foram focalizados Carlo Barbosa, Cesar Romero, Leonice Barbosa, Juracy Dórea e Gil Mário. A ideia de Lucy Barbosa é mostrar os demais pintores locais, o que deve ser feito de forma gradual a depender da obtenção do apoio financeiro necessário, que é a maior dificuldade.

Deu em Claudio Humberto


Segundo


sábado, 1 de dezembro de 2012

Feira de Santana tem "gestão em dificuldade"


Feira de Santana comparada com a média do país (Clique imagem para ampliar)

"Gestão em dificuldade". Com a nota geral 0.507, esta a posição de Feira de Santana em pesquisa inédita da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), que mede a qualidade da gestão fiscal de 5.266 municípios brasileiros e constata quadro de dificuldades em 65% deles, afetando 81 milhões de pessoas. O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) é composto por cinco indicadores, que medem os principais aspectos da gestão fiscal dos municípios. As notas variam entre 0 e 1.
- Receita - 0.6473
- Gastos com pessoal - 1.0000
- Investimentos - 3.084
- Liquidez  - 0.0000
- Custo da dívida - 05027

Depois da fuleiragem, a confusão


Depois de Fuleco como mascote da Copa do Mundo 2014, a vez de Cafusa, como nome da bola. Vão ser anti-criativos assim...
 
 

Convite para lançamento

A Fundação Carlo Barbosa convida para lançamento, na quinta-feira, 13, às 20 horas, no Casario Fróes da Motta, das novas edições de álbuns do Projeto "Memórias - Pintores de Feira de Santana", com exposição de dez obras de cada artista e coquetel.

Capa da "Veja" também com Rosemary

 

"Nani e o Lula porco-espinho"


Charge publicada no "Blog do Josias"

"Para o PT a história sempre se repete"


Por Marco Antonio Villa

Uma nova operação da Polícia Federal atingiu o Partido dos Trabalhadores. Não é a primeira vez. Mesmo com todo o estardalhaço causado pelo julgamento do mensalão, parece que nada detém a ânsia de saquear o Erário. Agora, uma das acusadas é a chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Nóvoa de Noronha, que teria negociado pareceres técnicos fraudulentos.
Os agentes da PF foram ao escritório chefiado por Rosemary para a devida busca e apreensão de documentos. Indignada, a funcionária não fez o que seria considerado plausível: entrar em contato com seu advogado. Não. Buscou algo superior: o sentenciado José Dirceu. Isto mesmo, leitor.
E veja como o Brasil continua de ponta-cabeça. A funcionária petista ligou para Dirceu, com quem tinha trabalhado durante 12 anos, em busca de proteção. O amigo, que, como é sabido, está condenado a dez anos e dez meses de prisão, nada pode fazer.
Em seguida, ela tentou falar com o ex-presidente Lula, de quem é amiga. Mas o antigo mandatário está fora do país. Restou Gilberto Carvalho, o onipresente para assuntos deste jaez, mas que também não pode ajudá-la.
A sequência dos contatos e a naturalidade são indicativas de como os petistas pouco estão se importando com o clamor popular em defesa da moralização. Continuam se considerando acima do bem e do mal. E, principalmente, acima da lei.
Para piorar - e reafirmar o desprezo pela ética na política e na administração pública - o segundo homem na hierarquia da Advocacia Geral da União, José Weber Holanda, está sendo acusado de fazer parte deste grupo (a expressão correta, claro, deveria ser outra). Fica a impressão de que na administração petista tudo pode, que o governo está à venda.
Frente às denúncias, a presidente Dilma Rousseff vai agir da forma já sabida: exonera o acusado da função, diz que não admite malfeitos e nada vai apurar. Foi este o figurino nestes quase dois anos de governo.
Isto explica a sucessão de escândalos. Se o procedimento tivesse sido o de apurar uma denúncia de corrupção, os casos não se sucederiam. Mas o governo sabe que conta com o tempo e o esquecimento. O leitor lembra da primeira denúncia de corrupção? Sabe se foi apurada? E o acusado foi processado? Alguém foi preso?
As últimas denúncias só reforçam o entendimento da lógica de poder do PT. O controle do Estado é um instrumento para se perpetuar no poder. Transformaram o exercício de uma função pública em meio de vida.
Vimos no processo do mensalão como o sentenciado José Dirceu resolveu o problema de uma das suas ex-mulheres. Ela queria porque queria um apartamento maior (e quem não quer?). O então todo-poderoso ministro da Casa Civil transferiu o clamor para Marcos Valério, que, prontamente, atendeu a ordem do chefe.
O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, em um dos seus votos, destacou este ponto, de como uma "sofisticada organização criminosa" resolvia também problemas pessoais dos seus membros. A história se repetiu: a senhora Rosemary queria fazer uma cirurgia. Resolveu, de acordo com a denúncia, recebendo um suborno. Queria fazer uma viagem em um cruzeiro. E fez. Como? Da mesma forma como realizou a cirurgia.
Nada indica que os detentores do poder vão mudar sua forma de agir. Farão de tudo para manter este estilo - vamos dizer - despojado de tratar a coisa pública. É como se o Estado brasileiro fosse propriedade partidária. E pobre daquele que se colocar no meio deste caminho nada luminoso. Será atacado, vilipendiado, caluniado.
Porém, não podem controlar tudo, todos os poderes da República. Ainda bem. Hoje, o maior obstáculo para a transformação completa da coisa pública em coisa petista é o Poder Judiciário.
É sabido - e eu já escrevi sobre isso - que o Judiciário tem muitos problemas e defeitos. É verdade. Mas na quadra histórica que vivemos é o único poder que não é controlado plenamente pelo petismo. Daí o ódio manifestado diuturnamente pelos seus porta-vozes (e não faltam línguas de aluguel), como ainda é possível observar no julgamento do mensalão.
A sucessão de derrotas - com as condenações dos réus petistas - deixou transtornados os petistas. Basta ler declarações racistas contra o ministro Joaquim Barbosa, as pressões para a nomeação de um novo ministro "companheiro" - na vaga aberta pela aposentadoria de Ayres Brito - ou simplesmente ter observado o descaso da presidente Dilma Rousseff quando da posse do novo presidente do STF.
O novo passo para sufocar o Judiciário é o projeto, com apoio do PT, que está tramitando na Câmara dos Deputados que retira do Ministério Público o poder investigativo. É uma evidente retaliação.
Há uma relação direta entre o julgamento do mensalão, a brilhante denúncia apresentada pelo procurador Roberto Gurgel e a consequente condenação dos petistas e seus asseclas, e esta nova investida. É como se o Ministério Público tivesse cometido uma traição ao produzir provas que levaram a liderança petista de 2005 à cadeia.
Nada indica que o PT vai aceitar a prisão dos seus líderes, apesar do devido processo legal, do amplo direito de defesa, da transmissão de todas as sessões do julgamento pela televisão. Vai fazer de tudo para "melar o jogo". Criar situações de desconforto político e até, se necessário, uma crise institucional.
Suas principais lideranças nunca admitiram a existência de qualquer obstáculo às suas pretensões de exercer o poder sem qualquer prurido. A máxima petista é a de que o bom poder é aquele que é exercido sem qualquer limitação legal.


"Charge de Sponholz fornece o título que faltava para a chanchada pornopolítica"


Por Augusto Nunes
A versão brasileira do grande filme de Roman Polansky tem tudo para transformar-se num clássico da chanchada pornopolítica. O título provisório - "Os Bebês de Rosemary" - tropeçava num problema: inspirado nos irmãos Paulo Vieira e Rubens Vieira, homenageava dois gatunos que, embora desempenhem papéis que qualquer ator talentoso cobiçaria, não são os protagonistas da história.
A grande charge de Sponholz liquidou o assunto. A versão brasileira de "O Bebê de Rosemary" já tem título definitivo.
Fonte: "Direto ao Ponto"

"Namorada" de Lula na capa de "Época"


"Jornal decide contar ao leitor o que os jornalistas e o governo sabiam há muito: Lula e Rosemary, no centro do novo escândalo, eram amantes desde 1993"


Por Reinaldo Azevedo
Um homem público ter uma amante é ou não assunto relevante? Nos Estados Unidos, basta para liquidar uma carreira política, como estamos cansados de saber. Foi um caso extraconjugal que derrubou o todo-poderoso da CIA e quase herói nacional David Petraeus.
Desde quando estourou o mais recente escândalo da República, todos os jornalistas que cobrem política e toda Brasília sabiam que Rosemary Nóvoa Noronha tinha sido - se ainda é, não sei - amante de Lula. Assim define a palavra o Dicionário Houaiss: "Amante é a pessoa que tem com outra relações sexuais mais ou menos estáveis, mas não formalizadas pelo casamento; amásio, amásia".
Embora a relação fosse conhecida, a imprensa brasileira se manteve longe do caso. Quando, no entanto, fica evidente que a pessoa em questão se imiscui em assuntos da República em razão dessa proximidade e está envolvida com a nomeação de um diretor de uma agência reguladora apontado pela PF como chefe de quadrilha, aí o assunto deixa de ser "pessoal" para se tornar uma questão de interesse público.
O caso, com todos os seus lances patéticos e sórdidos, evidencia a gigantesca dificuldade que Lula sempre teve e tem de distinguir as questões pessoais das de Estado. Como se considera uma espécie de demiurgo, de ungido, de super-homem, não reconhece como legítimos os limites da ética, do decoro e das leis.
Outro dia me enviaram um texto oriundo de um desses lixões da Internet em que o sujeito me acusava de "insinuar", de maneira que seria espúria, uma relação amorosa entre Rose e Lula. Ohhh!!! Não só isso: ao fazê-lo, eu estaria, imaginem vocês!, desrespeitando Marisa Letícia, a mulher com quem o ex-presidente é casado. Como se vê, respeitoso era levar Rose nas viagens a que a primeira-dama não ia e o contrário.
Mas isso é lá com eles. A Rose que interessa ao Brasil é a que se meteu em algumas traficâncias em razão da intimidade que mantinha com "o PR". Lula foi o presidente legítimo do Brasil por oito anos. A sua legitimidade para nos governar não lhe dava licença para essas lambanças. Segue trecho da reportagem da Folha. Volto para encerrar.
*
A influência exercida pela ex-chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, no governo federal, revelada em e-mails interceptados pela operação Porto Seguro, decorre da longa relação de intimidade que ela manteve com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Rose e Lula conheceram-se em 1993. Egressa do sindicato dos bancários, ela se aproximou do petista como uma simples fã. O relacionamento dos dois começou ali, a um ano da corrida presidencial de 1994.
À época, ela foi incorporada à equipe da campanha ao lado de Clara Ant, hoje auxiliar pessoal do ex-presidente. Ficaria ali até se tornar secretária de José Dirceu, no próprio partido. Marisa Letícia, a mulher do ex-presidente, jamais escondeu que não gostava da assessora do marido. Em 2002, Lula se tornou presidente. Em 2003, Rose foi lotada no braço do Palácio do Planalto em São Paulo, como "assessora especial" do escritório regional da Presidência na capital. Em 2006, por decisão do próprio Lula, foi promovida a chefe do gabinete e passou a ocupar a sala que, na semana retrasada, foi alvo de operação de busca e apreensão da Polícia Federal.
Sua tarefa era oficialmente "prestar, no âmbito de sua atuação, apoio administrativo e operacional ao presidente da República, ministros de Estado, secretários Especiais e membros do gabinete pessoal do presidente da República na cidade de São Paulo". Quando a então primeira-dama Marisa Letícia não acompanhava o marido nas viagens internacionais, Rose integrava a comitiva oficial. Segundo levantamento da 'Folha' tendo como base o "Diário Oficial", Marisa não participou de nenhuma das viagens oficiais do ex-presidente das quais Rosemary participou.
(…)
Procurado pela Folha, o porta-voz do Instituto Lula, José Chrispiniano, afirmou que o ex-presidente Lula não faria comentários sobre assuntos particulares.
Encerro
Como se vê, Lula considera Rosemary um "assunto particular", o que soa como confissão. Só que ela era chefe de gabinete do escritório da Presidência em São Paulo. O Brasil pagava o salário do "assunto particular" do Apedeuta. Ainda assim, ela poderia ter sido uma funcionária exemplar. Não parece o caso…
É um modo de ver a República. O mesmo Lula que classifica a chefe de gabinete da Presidência em São Paulo de "assunto particular" não distingue a linha que separa o interesse público de seus impulsos privados.
PS - Não deixem que a sordidez da história contamine os comentários. Há sempre o risco de se ultrapassar a linha do decoro em temas assim. Façam o que Lula não fez.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

"Rose se apresentava como 'namorada do Lula'"


Por Josias de Souza
Além do título funcional - chefe do gabinete da Presidência da República em São Paulo -, Rosemary Noronha, a Rose, costumava exibir uma credencial oficiosa. Apresentava-se a interlocutores como "namorada do Lula". Algo que potencializava sua capacidade de traficar nomeações e negócios no governo.
A revista 'Época' dedicou a capa de sua última edição à super-servidora, pilhada pela Polícia Federal na investigação que desbaratou a máfia que trocava propinas por pareceres técnicos de órgãos públicos. Sob o título "Rose e a sedução do poder", a notícia reúne malfeitos conhecidos e detalhes inéditos.
No seu miolo, o texto reproduz relato de um alto executivo da Companhia das Docas do Porto de Santos, a Codesp. Anota: "Rose evocava sua relação com Lula para fazer indicações e interferir, segundo seus interesses, nos negócios da empresa. Nessas ocasiões, diz o executivo, Rose se apresentava como 'namorada do Lula'. 'Ela jogava com essa informação, jogava com a fama', diz ele."
Para ilustrar o que disse, o executivo da Codesp contou um episódio ocorrido em 2005. Uma funcionária da Guarda Portuária passou a propalar na empresa a informação de que ganhara o emprego porque era amiga da "namorada do Lula". O comentário chegou à direção do Porto de Santos. Um diretor repreendeu a funcionária. Abriu-se uma sindicância, que resultou na demissão da amiga da "namorada".
Abespinhada, Rose tocou o telefone para diretores da Codesp. Nessas ligações, endossou o que a servidora demitida difundia pelos corredores da empresa: "Eu sou a namorada do Lula." Os interesses de Rose no porto de Santos não se limitaram à inclusão de uma funcionária mequetrefe na folha. Ela agenciava negócios mais graúdos.
Agia em combinação com Paulo Vieira, apontado pela PF como "chefe" da máfia dos pareceres, e o petista Danilo de Camargo, ligado ao grupo do ex-ministro José Dirceu no PT. Os dois, por sua vez, entendiam-se com o deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP). O grupo providenciou o cancelamento de um pedaço da dívida de R$ 120 milhões de uma transportadora chamada Libra com a Codesp.
O acordo foi referendado pela presidência da Codesp e sacramentado no Ministério dos Transportes, à época submetido ao domínio do PR de Costa Neto. Liderado pela ex-prefeita Telma de Souza, o PT de Santos revoltou-se com os termos do acerto. Rose entrou em cena. Evocando sua relação com Lula, defendeu os interesses da Libra.
Não há nas páginas do inquérito da PF nenhum elemento que aponte para a responsabilização de Lula nas traficâncias de Rose, 57 anos. Porém, para usar uma terminologia que o julgamento do STF popularizou, cabe perguntar: considerando-se sua proximidade com a auxiliar, será que o ex-presidente não tinha o domínio do fato?Fonte: "Blog do Josias"
 

"'Rosegate' - Íntima de Lula foi elo entre Jaques Wagner e empresários"


Rosemary Noronha usou seu cargo como chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo para agendar uma reunião do governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), com empresários ligados a Paulo Vieira - diretor afastado da Agência Nacional de Águas, apontado pela Polícia Federal como chefe de uma quadrilha que comprava pareceres técnicos.
Rose foi indiciada por tráfico de influência na Operação Porto Seguro, por articular reuniões entre autoridades e pessoas ligadas a Paulo. Em troca de audiências com o governador baiano e outros ocupantes de cargos públicos, segundo a investigação, a ex-chefe de gabinete recebeu "favores", como viagens de navio.
E-mails interceptados pela PF mostram que Paulo pediu a Rose que marcasse uma audiência com Wagner em fevereiro de 2009 para Carlos Cesar Floriano, do grupo Tecondi, e Alípio José Gusmão, do grupo Formitex. Os dois estavam interessados em pedir incentivos fiscais ao governo baiano para reativar uma fábrica do setor químico no Centro Industrial de Aratu, na região metropolitana de Salvador. O negócio não se concretizou, segundo o gabinete de Wagner.
"Compramos uma área na Bahia. É uma área grande, onde funcionava a fábrica da Dow Química. Temos intenção de reativá-la e também ampliá-la. O presidente do nosso grupo gostaria de uma audiência com o governador. Você tem como ajudar nesse agendamento?", pede Floriano a Paulo em 9 de janeiro de 2009. Rosemary levou 19 dias para agendar a reunião. “Acertei com o governador Jaques Wagner a audiência com o sr. Alípio (Tecondi). Pode falar em meu nome", afirmou Rose por e-mail.
Nos dias seguintes, Paulo diz a Floriano que a audiência foi "pedida diretamente" ao governador. "A agenda com o senhor governador da Bahia foi marcada para a próxima quarta (04/02/09). A audiência foi pedida diretamente ao senhor governador da Bahia pela Dra. Rosemary Nóvoa de Noronha", escreveu Paulo.
Wagner recebeu Alípio e Floriano às 16 horas do dia 4 de fevereiro de 2009, na sede do governo baiano, em Salvador. Na mesma noite, César Floriano comemorou o resultado da reunião. "Os diretores do nosso grupo ficaram muito bem impressionados com a visita. Nosso projeto foi muito bem recebido e está em linha com investimentos que o governo deseja", escreveu Floriano em e-mail a Paulo. "Também gostaria de agradecer a Rose. Aliás, se você achar conveniente, gostaria de agradecê-la pessoalmente."
No mês seguinte, Paulo ofereceu a Rosemary uma viagem em um cruzeiro que tinha apresentações da dupla sertaneja Bruno & Marrone. A investigação aponta que a empresa responsável pelas passagens pertence a Floriano.
(…)
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Justiça vs. Tarcízio: A decisão e a intimação


Agora, a publicação da
Decisão

Intimação
 
Intimação entregue com AR pelos Correios
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Reportagem na "Folha de S. Paulo" mostra que relação íntima de Lula com Rose iniciou há 19 anos

Rosemary Nóvoa de Noronha, a "Rose", ex-chefe de gabinete da Presidêcia da República em São Paulo, mantém relacionamento íntimo com o ex-presidente Lula há cerca de 19 anos, segundo confirma reportagem do jornal "Folha de S. Paulo" deste sábado, 1º. Ela fez viagens internacionais com o ex-presidente todas as vezes (trinta ocasiões) que a então primeira-dama, Marisa Letícia, não integrava a comitiva.
A "Folha" confirma várias informações publicadas neste site, como o fato de "Rose" jamais constar da lista oficial da comitiva, viajando no avião oficial do presidente praticamente como clandestina. Segundo o jornal, "em muitas vezes, Rose seguia em voos da equipe que desembarca antes do presidente da República para preparar sua chegada".
A reportagem conta também que, nas viagens internacionais, "seguranças que guardavam a porta da suíte presidencial nas missões fora do Brasil registravam ao superior imediato a presença da assessora. Oficiais do cerimonial elaboravam roteiro e mapa dos aposentos de modo a permitir que o presidente não fosse incomodado."
O perfil traçado mostra que "Rose" tem temperamento difícil e era dada a humilhar subordinados, quando certa vez ordenou que serviçais limpassem vinte vezes o chão do escritório da presidência, até que ela o considerasse limpo.
Fonte: Claudio Humberto

Mensagem aos integrantes da Feira Fogo


Olá galera da Família Alvinegra,
Se todos fizermos um esforço adicional, bem que poderíamos aproveitar este jogo contra o Flamengo e fazermos a nossa confraternização de final de ano. Possivelmente, não terá nada de especial a não ser a troca de abraços e o desejo de que todos tenhamos um Natal cheio de paz, harmonia e muita compreensão, juntos aos que nos são caros. Temos uma quantidade de bebidas, gentileza do casal Raimundo e Jerusa. Assim que essas bebidas forem consumidas quem continuar bebendo deverá assumir os custos. Isso vale também para a parte de salgados (pizza, por exemplo ou outro petisco), que deverá de responsabilidade de que quem o consumir.
A ordem, no momento, é a Associação não gastar, porquanto estamos estudando a possibilidade de empreendermos o grande projeto do Feijão no Fogão, no ano que vem, e para isso, a Diretoria conta com a sensibilidade e a compreensão de todos. Durante o encontro deverei falar algo sobre essa idéia que venho maturando há algum tempo. Sendo um projeto em perspectiva, a Diretoria aceita sugestões, porque a responsabilidade será nossa.
Como eu tenho um outro compromisso, logo após o jogo, que começa às 18h30 deste sábado, 1º, sugiro que cheguemos ao local, às 16 horas, pois assim teremos mais tempo juntos.
Com a certeza de contarmos com a participação e a compreensão de todos, aproveito o ensejo para enviar-lhes as saudações Alvinegras de todos os que compomos o Conselho Diretor.
José Boa Sorte Farias - Presidente da Associação dos Botafoguenses de Feira de Santana.

Deu em Claudio Humberto


Imagem do passado


Na noite de sexta-feira, 30, a Câmara Municipal de Feira de Santana, por indicação do vereador Roberto Tourinho (PV), aprovada pela unanimidade dos vereadores, realizou sessão solene para a entrega da Comenda Maria Quitéria a Antônio Alves Barreto, que foi secretário da Administração no governo de José Falcão. O vice-prefeito de Feira de Santana Paulo Aquino (Democratas) participou do ato.
Lembrar que em fevereiro de 1987, como mostra o recorte da coluna de Antônio José Larangeira, no jornal "Feira Hoje", Antônio Barreto, como um dos fundadores do Clube de Campo Cajueiro, recebeu troféu comemorativo dos 25 anos da agremiação social das mãos do então presidente Paulo Aquino.

Primeiro

Criado por Jadson Will