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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

A falácia do "golpe" e a casa caída

Por Jorge Magalhães
A orfandade política que se abateu sobre a militância dos autodeterminados
partidos progressistas com a condenação, em segunda instância,  que levará Lula à cadeia, tem produzido os mais apaixonados artigos, discursos e argumentos em torno dos destinos políticos do país.
Em verdade, o que preocupa mesmo os convertidos não é, em absoluto, o destino do país e de milhões de trabalhadores que estão fora do mercado de trabalho, por conta das políticas erráticas e equivocadas daqueles que por catorze anos foram os donos do pedaço.
A construção de um cenário de "golpe", reprisado como um mantra, é outra falácia que não inspira a mínima consideração do contribuinte-cidadão-eleitor, pois sabe que, se golpe houve,  ele se deu na esfera do consórcio político articulado pelo próprio PT para consolidar o seu projeto de poder e implantar no país uma ditadura disfarçada de socialismo, arquitetada meticulosamente pelos artífices políticos do Fórum de São Paulo.
Com a perda do seu protagonismo político e refratário a imperiosa necessidade de fazer uma revisão dos seus métodos e valores, redirecionando suas bandeiras para um Estado moderno e antenado com as novas tecnologias e meios de produção globalizados, o PT e as esquerdas acusam o golpe legal e irrefutável da saída do seu principal ator da cena política nacional.
Como satélites expelidos para fora do eixo nuclear, os partidos do chamado "campo progressista" começam a abandonar a nave-mãe rumo a sua própria sobrevivência. Enganam-se os que apostam que o país viverá uma comoção com viés de revolta e desordem social,  em decorrência da condenação de Lula.
A casa caiu e só os empedernidos e tresloucados da realidade política do país e do planeta não perceberam.
Jorge Magalhães é jornalista

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