Por Augusto Nunes
Sempre que precisam açular o fervor patriótico dos governados, os governantes cucarachas recorrem aos pretextos de sempre.
Fidel Castro, o ditador-de-adidas, anuncia outra iminente invasão americana.
Hugo Chávez, o bolívar-de-hospício, rascunha mais uma declaração de guerra à Colômbia ou ameaça anexar um pedaço da Guiana.
Evo Morales, o lhama-de-franja, avisa que vai retomar nas próximas horas o litoral que perdeu para o Chile em 1883.
Rafael Correa, o libertador-da-imprensa, olha enviesado para a fronteira com o Peru.
Cristina Kirchner, a viúva-de-tango, recita que as Malvinas são argentinas.
Fernando Lugo, o reprodutor-de-batina, exige a revisão do Tratado de Itaipu.
Sem inimigos ostensivos a enfrentar, sem pendências territoriais a resolver, a tropa de choque do governo Dilma Rousseff resolveu mobilizar os brasileiros para um confronto internacional com o pretexto inovador: foi uma afronta à nação o merecidíssimo chute no traseiro desferido pelo secretário-geral da Fifa nos organizadores da Copa de 2014. A entidade que explora o futebol é tão confiável quanto o primeiro escalão federal. Mas está apenas cobrando o que ficou combinado em 2007.
Caso o tiroteio verbal desemboque numa troca de chumbo de verdade, não convém chamar o espasmo beligerante pelo nome apropriado. Que tal batizá-lo de Guerra da Preferência Nacional?
Fonte: "Direto ao Ponto"
Sempre que precisam açular o fervor patriótico dos governados, os governantes cucarachas recorrem aos pretextos de sempre.
Fidel Castro, o ditador-de-adidas, anuncia outra iminente invasão americana.
Hugo Chávez, o bolívar-de-hospício, rascunha mais uma declaração de guerra à Colômbia ou ameaça anexar um pedaço da Guiana.
Evo Morales, o lhama-de-franja, avisa que vai retomar nas próximas horas o litoral que perdeu para o Chile em 1883.
Rafael Correa, o libertador-da-imprensa, olha enviesado para a fronteira com o Peru.
Cristina Kirchner, a viúva-de-tango, recita que as Malvinas são argentinas.
Fernando Lugo, o reprodutor-de-batina, exige a revisão do Tratado de Itaipu.
Sem inimigos ostensivos a enfrentar, sem pendências territoriais a resolver, a tropa de choque do governo Dilma Rousseff resolveu mobilizar os brasileiros para um confronto internacional com o pretexto inovador: foi uma afronta à nação o merecidíssimo chute no traseiro desferido pelo secretário-geral da Fifa nos organizadores da Copa de 2014. A entidade que explora o futebol é tão confiável quanto o primeiro escalão federal. Mas está apenas cobrando o que ficou combinado em 2007.
Caso o tiroteio verbal desemboque numa troca de chumbo de verdade, não convém chamar o espasmo beligerante pelo nome apropriado. Que tal batizá-lo de Guerra da Preferência Nacional?
Fonte: "Direto ao Ponto"

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