Apesar de ter manifestado publicamente a insatisfação com a entrada do prefeito de Feira de Santana, Tarcízio Pimenta, no PDT e cogitado deixar a sigla, o senador João Durval (Foto: Reprodução) permanece na legenda. Ao contrário de ter sido convencido a abraçar o correligionário, a medida é apenas uma forma de evitar que o seu mandato seja requerido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por infidelidade partidária. De acordo com a assessoria do parlamentar, ele terá "cautela" para não desrespeitar os aspectos legais e ser obrigado a "enfrentar problemas". O seu segundo suplente e fiel escudeiro, José Francisco Pinto, assegura que, ao menos por enquanto, tanto ele quanto Durval permanecerão no PDT. "Nós não saímos. O senador não está satisfeito com a questão do prefeito, mas por uma questão da Justiça, ele não quer ter problema de cassação", explicou, em entrevista ao "Bahia Notícias". O senador acusa Pimenta de ter dado um "golpe" para tomar o controle do partido na cidade de suas mãos. terça-feira, 6 de março de 2012
Senador João Durval fica no PDT apenas por questões legais
Apesar de ter manifestado publicamente a insatisfação com a entrada do prefeito de Feira de Santana, Tarcízio Pimenta, no PDT e cogitado deixar a sigla, o senador João Durval (Foto: Reprodução) permanece na legenda. Ao contrário de ter sido convencido a abraçar o correligionário, a medida é apenas uma forma de evitar que o seu mandato seja requerido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por infidelidade partidária. De acordo com a assessoria do parlamentar, ele terá "cautela" para não desrespeitar os aspectos legais e ser obrigado a "enfrentar problemas". O seu segundo suplente e fiel escudeiro, José Francisco Pinto, assegura que, ao menos por enquanto, tanto ele quanto Durval permanecerão no PDT. "Nós não saímos. O senador não está satisfeito com a questão do prefeito, mas por uma questão da Justiça, ele não quer ter problema de cassação", explicou, em entrevista ao "Bahia Notícias". O senador acusa Pimenta de ter dado um "golpe" para tomar o controle do partido na cidade de suas mãos.
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Um comentário:
O senador está certo...nem se pode comparar um com o outro! Não fôsse o problema da "infidelidade" partidária, certamente teria deixado o partido, com justíssima razão.
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