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terça-feira, 6 de março de 2012

Senador democrata nega ter sido investigado pela Polícia Federal

O senador Demóstenes Torres (Democratas-GO) negou nesta terça-feira, 6, na tribuna do Senado, a informação de que teria sido investigado pela Polícia Federal e Ministério Público por causa de sua ligação com o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
A denúncia foi feita pela revista "Veja". Carlinhos Cachoeira foi preso pela Polícia Federal na semana passada, numa operação contra a máfia que explorava máquinas caça-níqueis em Goiás.
“A Coordenadoria de Processos Criminais da Procuradoria-Geral da República informou que não há nada no Ministério Público Federal, nenhuma investigação ou processo que envolva o meu nome", informou. "Não sou investigado em nenhum fato, não sou acusado de nada", reiterou.
Demóstenes disse que falava da tribuna em deferência aos colegas senadores e a seus eleitores e não para se defender. "Até porque não existe do que, não há motivo", declarou.
O senador disse que agora ele é que exige ser investigado de forma legal pelo foro adequado, o Supremo Tribunal Federal. E avisou que não será "intimidado" pela escuta de suas ligações telefônicas.
"Disse e repito: podem grampear à vontade. Não vão encontrar nada. Isso não vai me intimidar", afirmou.
Demóstenes Torres recebeu apartes de 43 senadores, apoiando a postura que adotou nesse episódio.
Demóstenes informou que conhece Cachoeira na condição de empresário que explorava algumas modalidades de jogos. "Eram negócios considerados lícitos. Como empresário, ele frequentava a alta sociedade goiana, convivia com pessoas das mais variadas áreas, que nem por isso estão comprometidas com suas atitudes", disse o senador.
Sobre as ligações telefônicas que trocou com Cachoeira, Demóstenes disse que se tratavam de "conversas triviais".
Ele confirmou ter recebido de Cachoeira e de sua mulher uma geladeira e um fogão importados, no ano passado, quando se casou, mas que não vê como relacionar a "gentileza" à suspeita de estar envolvido em irregularidades.
Fonte: "O Estado de S. Paulo"

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