Por Jorge Magalhães
Vitima de síndrome persecutória, dada a sua alta baixa estima, o prefeito de Feira de Santana, Tarcízio Pimenta, acha que pode sair por aí distribuindo truculência contra quantos lhe contrariem os interesses e acaba, numa só patada, acertando bem na cara da liberdade de expressão e do estado democrático de direito.
Rosto contraído em rictos selvagens, olhar desfigurado, boca a espumar de ódio, completamente tomado de fúria apoplética, o prefeito Tarcízio Pimenta agride os jornalistas Ronaldo Belo e Sílvio Tito ao tentarem cumprir o dever de cobrir o depoimento que o alcaide prestou, nesta quinta-feira, 8, à Polícia Federal.
Tarcízio, que tenta aplicar na Secretaria de Comunicação métodos idênticos aos de Joseph Goebbels, chefe de propaganda de Adolf Hitler, não gostou de ser flagrado pelas lentes de Sílvio Tito ao sair da Polícia Federal, visivelmente irritado, após depor por mais de uma hora, e partiu violentamente em direção ao fotógrafo, segurando com não menos violência os seus braços e atingindo Ronaldo Belo, que tentara apartá-lo do colega agredido, com tapas no tórax.
Os comunicadores prestaram queixa numa especializada da Polícia Civil, onde exibiram as marcas das egressões recém-deixadas pelo chefe do Executivo, e fizeram exames de corpo e de delito.
Desde que ascendeu à condição em que se encontra, Tarcízio Pimenta dividiu a cidade em duas instâncias limítrofes: os que são seus aliados e os que são seus inimigos.
Esta inflexível regra, válida para toda e qualquer equação política do seu governo, é aplicada com mais truculência ainda contra profissionais da imprensa que, mesmo sob pressão, não aceitam ser tutelados pela sua política de cooptação.
Ex-repórter da Secretaria de Comunicação desde os governos José Ronaldo de Carvalho, esta condição passou a ser um motivo mais que justificável para a implacável perseguição que Tarcízio impôs a Ronaldo Belo.
Aluno quartanista de Psicologia da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), curso que vinha freqüentando com regularidade sem nenhuma perda ao seu rendimento dentro da Secom, Ronaldo Belo se viu obrigado a abandoná-lo graças as manobras providenciadas pelo alcaide para deixá-lo permanentemente de plantão, mesmo para não fazer nada.
A saga humilhante imposta a Belo por Tarcizio Pimenta, chega a ter requintes de sadismo explicito.
Belo conta que incontáveis vezes recebeu ordens diretas do próprio Tarcízio para que ele o aguardasse às primeiras horas da manhã à porta do prédio onde reside, no bairro Kalilândia, de onde partiriam para dar cobertura à pauta diária do prefeito.
"Tinha vezes em que ele me deixava mofando o dia inteiro sem aparecer. Às vezes, sabendo que estávamos a postos e com horas aguardando, ligava de Salvador e dizia: 'Estou lá em Feira, fique aí me esperando', enquanto eu, o fotógrafo e o motorista, além da humilhação, éramos obrigados a passar fome, sem poder sair da frente do seu apartamento".
Dedo na cara
Os tapas e empurrões de agora, em verdade foram ensaiados à época em que Ronaldo era o repórter escalado para cobrir a correria sem programação do prefeito.
"Por nossa equipe, que se encontrava num Fiat 1.0 não conseguir acompanhar o Vectra 2.0 que o prefeito usou para se deslocar até a zona rural do município, mais uma vez eu acabei recebendo patadas, que além dos despautérios ainda fui obrigado a suportar dedadas na cara, no meio da rua e à vista de todos, enquanto ele, aos berros, vociferava: "ME RESPEITE, SEU MOLEQUE, TÁ PENSANDO QUE EU SOU RONALDO… TÁ PENSANDO QUE EU SOU RONALDO…"
Como sabemos, de antemão, que o Sindicato dos Jornalistas não moverá uma palha para defender os colegas agredidos, muito menos para enquadrar judicialmente o prefeito Tarcízio Pimenta, o melhor é colocarmos as barbas de molho.
Na era Tarcízio, o exercício da profissão de jornalista em Feira de Santana, como demonstrado, passou a ser uma profissão de alto risco e, se essa onda pega, vai acabar sendo menos perigoso atuar como correspondente de guerra do que na Feira de Santana governada por Tarcízio 'Goebbels'' Pimenta.
Rosto contraído em rictos selvagens, olhar desfigurado, boca a espumar de ódio, completamente tomado de fúria apoplética, o prefeito Tarcízio Pimenta agride os jornalistas Ronaldo Belo e Sílvio Tito ao tentarem cumprir o dever de cobrir o depoimento que o alcaide prestou, nesta quinta-feira, 8, à Polícia Federal.
Tarcízio, que tenta aplicar na Secretaria de Comunicação métodos idênticos aos de Joseph Goebbels, chefe de propaganda de Adolf Hitler, não gostou de ser flagrado pelas lentes de Sílvio Tito ao sair da Polícia Federal, visivelmente irritado, após depor por mais de uma hora, e partiu violentamente em direção ao fotógrafo, segurando com não menos violência os seus braços e atingindo Ronaldo Belo, que tentara apartá-lo do colega agredido, com tapas no tórax.
Os comunicadores prestaram queixa numa especializada da Polícia Civil, onde exibiram as marcas das egressões recém-deixadas pelo chefe do Executivo, e fizeram exames de corpo e de delito.
Desde que ascendeu à condição em que se encontra, Tarcízio Pimenta dividiu a cidade em duas instâncias limítrofes: os que são seus aliados e os que são seus inimigos.
Esta inflexível regra, válida para toda e qualquer equação política do seu governo, é aplicada com mais truculência ainda contra profissionais da imprensa que, mesmo sob pressão, não aceitam ser tutelados pela sua política de cooptação.
Ex-repórter da Secretaria de Comunicação desde os governos José Ronaldo de Carvalho, esta condição passou a ser um motivo mais que justificável para a implacável perseguição que Tarcízio impôs a Ronaldo Belo.
Aluno quartanista de Psicologia da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), curso que vinha freqüentando com regularidade sem nenhuma perda ao seu rendimento dentro da Secom, Ronaldo Belo se viu obrigado a abandoná-lo graças as manobras providenciadas pelo alcaide para deixá-lo permanentemente de plantão, mesmo para não fazer nada.
A saga humilhante imposta a Belo por Tarcizio Pimenta, chega a ter requintes de sadismo explicito.
Belo conta que incontáveis vezes recebeu ordens diretas do próprio Tarcízio para que ele o aguardasse às primeiras horas da manhã à porta do prédio onde reside, no bairro Kalilândia, de onde partiriam para dar cobertura à pauta diária do prefeito.
"Tinha vezes em que ele me deixava mofando o dia inteiro sem aparecer. Às vezes, sabendo que estávamos a postos e com horas aguardando, ligava de Salvador e dizia: 'Estou lá em Feira, fique aí me esperando', enquanto eu, o fotógrafo e o motorista, além da humilhação, éramos obrigados a passar fome, sem poder sair da frente do seu apartamento".
Dedo na cara
Os tapas e empurrões de agora, em verdade foram ensaiados à época em que Ronaldo era o repórter escalado para cobrir a correria sem programação do prefeito.
"Por nossa equipe, que se encontrava num Fiat 1.0 não conseguir acompanhar o Vectra 2.0 que o prefeito usou para se deslocar até a zona rural do município, mais uma vez eu acabei recebendo patadas, que além dos despautérios ainda fui obrigado a suportar dedadas na cara, no meio da rua e à vista de todos, enquanto ele, aos berros, vociferava: "ME RESPEITE, SEU MOLEQUE, TÁ PENSANDO QUE EU SOU RONALDO… TÁ PENSANDO QUE EU SOU RONALDO…"
Como sabemos, de antemão, que o Sindicato dos Jornalistas não moverá uma palha para defender os colegas agredidos, muito menos para enquadrar judicialmente o prefeito Tarcízio Pimenta, o melhor é colocarmos as barbas de molho.
Na era Tarcízio, o exercício da profissão de jornalista em Feira de Santana, como demonstrado, passou a ser uma profissão de alto risco e, se essa onda pega, vai acabar sendo menos perigoso atuar como correspondente de guerra do que na Feira de Santana governada por Tarcízio 'Goebbels'' Pimenta.
Fonte: "Etc & Tal News"

5 comentários:
Onde estava o Secretário de Comunicação do Prefeito batedor?
Ele escolhe em quem bater, não é mesmo?
Acredito que os alvos do prefeito de feira, sejam as pessoas corretas(pai de família) que discordem das atitudes do nosso grande lutador de MMA Tarcizio pimenta!
Tarcízio vai lutar tentando colocar MMA (muita mordaça adiante)? ou entrar como recordista do UFC (último feirense da colônia)?
NA ERA TARCÍZIO, O EXERCÍCIO DO JORNALISMO É UMA PROFISSÃO DE RISCO PARA QUEM TEM COMPROMISSO COM A ÉTICA E COM A VERDADE E UMA PROFISSÃO PRA FICAR RICO, PARA QUEM SE VENDE, ALUNS A PESO DE OURO, OUTROS MAIS OU MENOS E O RESTANTE COM MIGALHAS.
O IMPORTANTE PRA ESSE SEGMENTO É MAMAR...
TARCIZIO CONSEGUIU DESMORALIZAR A CLASSE DOS JORNALISTAS. E ESSES CAPACHOS CONTINUAM SE VENDENDO POR QUALQUER MIGALHAS. PARABENIZO A DIMAS E ALGUNS RAROS QUE SE MANTEM DESCONTAMINADO POR ESSA CANALHICE QUE SE INSTALOU EM NOSSA CIDADE.
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