Quando é para "sacanear" o povo, o político é solidário. Eles se unem de tal forma que não há meio de derrotá-los. E é assim em qualquer Estado da Federação e a Bahia, não fugindo a regra, está mostrando a que veio o governador Jaques Wagner que se organizou junto aos seus aliados na Assembleia Legislativa e tratou de promover umas mudanças no Planserv. Só que mesmo com os servidores pedindo para que fosse retirado de pauta o projeto, ainda no dia 25 de agosto, nesta quarta-feira o governo já festejou a vitória. De nada adiantaram os protestos e os dois dias de paralisação com vigília na Assembleia Legislativa, porque o governo Jaques Wagner conseguiu aprovar na "Casa do Povo", com 39 votos, o projeto de mudanças no Planserv.
O descrédito dos governantes é tamanho junto aos servidores, que os líderes dos servidores vêem até como positivo a aprovação do projeto. Dizem eles que só assim não ficam dúvidas para a sociedade baiana, que as mudanças não são necessárias a saúde do Planserv, e muito menos aos servidores e seus dependentes. Claro ficou que o projeto foi imposto aos servidores pelo governador, pelos seus deputados e ainda pelos "líderes sindicais", que hoje não passam de "grupos chapa-branca". Nos últimos quatro meses, esses "pelegos sindicais" já sabiam das intenções do governo e nada foi comunicado às categorias.
Segundo estamos sabendo, os servidores reagiram assim que souberam do projeto e da aprovação do regime de urgência para a votação. Uma pressão dos servidores levou sindicalista a incluir o Planserv na pauta da assembleia da URV do dia 25 de agosto, uma vez que quase em unanimidade, as entidades sindicais não convocaram sequer uma assembleia para discutir o Planserv.
E para sufocar qualquer movimento, aqueles que se levantavam contra o projeto do Jaques Wagner, eram logo chamados de radicais e inconsequentes pelos líderes sindicais governistas, aqueles que estão "mamando nas tetas do Estado".
A luta dos servidores forçou o governo a fazer mudanças, mas a falta de empenho das direções sindicais foi a grande responsável pela vitória do governo ao impor as limitações no Planserv. Agora os servidores já estão conscientizados de eleger com a máxima urgência, direções sindicais desatreladas do Governo do Estado e dos partidos que compõe a base do governo Jaques Wagner.
E os servidores já estão acenando aos deputados e partidos que aprovaram o projeto, que nas próximas eleições de 2012, não contem com o voto dos servidores e seus dependentes para eleger prefeitos e vereadores da base aliada.
O dia em que o povo sentir que o seu voto é a melhor arma, os políticos covardes vão entender que suas carreiras chegaram ao fim.
Publicada em http://noticiasporgersontavares.blogspot.com/
O descrédito dos governantes é tamanho junto aos servidores, que os líderes dos servidores vêem até como positivo a aprovação do projeto. Dizem eles que só assim não ficam dúvidas para a sociedade baiana, que as mudanças não são necessárias a saúde do Planserv, e muito menos aos servidores e seus dependentes. Claro ficou que o projeto foi imposto aos servidores pelo governador, pelos seus deputados e ainda pelos "líderes sindicais", que hoje não passam de "grupos chapa-branca". Nos últimos quatro meses, esses "pelegos sindicais" já sabiam das intenções do governo e nada foi comunicado às categorias.
Segundo estamos sabendo, os servidores reagiram assim que souberam do projeto e da aprovação do regime de urgência para a votação. Uma pressão dos servidores levou sindicalista a incluir o Planserv na pauta da assembleia da URV do dia 25 de agosto, uma vez que quase em unanimidade, as entidades sindicais não convocaram sequer uma assembleia para discutir o Planserv.
E para sufocar qualquer movimento, aqueles que se levantavam contra o projeto do Jaques Wagner, eram logo chamados de radicais e inconsequentes pelos líderes sindicais governistas, aqueles que estão "mamando nas tetas do Estado".
A luta dos servidores forçou o governo a fazer mudanças, mas a falta de empenho das direções sindicais foi a grande responsável pela vitória do governo ao impor as limitações no Planserv. Agora os servidores já estão conscientizados de eleger com a máxima urgência, direções sindicais desatreladas do Governo do Estado e dos partidos que compõe a base do governo Jaques Wagner.
E os servidores já estão acenando aos deputados e partidos que aprovaram o projeto, que nas próximas eleições de 2012, não contem com o voto dos servidores e seus dependentes para eleger prefeitos e vereadores da base aliada.
O dia em que o povo sentir que o seu voto é a melhor arma, os políticos covardes vão entender que suas carreiras chegaram ao fim.
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3 comentários:
Sei... vão correndo votar no PT de novo, masoquistas que são.
Isso só muda com o voto do cidadão!
A política baiana voltou ao tempo do '' chefe mandou fazer'', o carlismo virou wagnerismo. A assembléia está deixando os debates de lado.
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