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domingo, 11 de setembro de 2011

Geddel sobre ACM: "Foi um homem que deixou marcas importantes para o desenvolvimento da Bahia"

Outra questão do site "Bahia Notícias" para Geddel Vieira Lima: "Mas aqui, no cenário local, apesar das críticas que fez a Antonio Carlos Magalhães, o senhor já teve aliança com o PFL anteriormente e tinha uma relação mais amistosa com o senador, embora tenha rompido depois...", com ele respondendo: "Me permita, vamos corrigir. A história está aí. Eu nunca tive relação amistosa com Antonio Carlos Magalhães. Eu tive uma relação extremamente fraterna com Luís Eduardo Magalhães, que era uma figura ampla, afetuosa e includente. Tanto assim que, mesmo o governador Jaques Wagner, que era de um partido que teve sempre posturas radicais, manteve também uma relação fraterna com Luís Eduardo, a ponto de, após a sua morte, ter dado o seu voto a favor da mudança do nome do Aeroporto de Salvador, de Dois de Julho para Deputado Luís Eduardo Magalhães. A minha relação era com Luís Eduardo e construí com ele uma aliança, ao meu ver inteligente, pensando em Luís Eduardo ser governador para tentar fazer uma transição de um estilo autoritário de fazer política, que era do seu pai, para um estilo mais aberto, que era o dele. Morto Luís Eduardo, cujo destino tirou a chance de governar a Bahia, imediatamente nós nos afastamos e nos colocamos na posição que sempre tivemos: de oposição ao estilo de fazer política do senador Antonio Carlos Magalhães. Portanto, não é novidade nenhuma renovar críticas a esse estilo, da mesma forma que renovo o que sempre disse: é inquestionável que, administrativamente, foi um homem que deixou marcas importantes para o desenvolvimento da Bahia."

2 comentários:

Danilo Aguiar disse...

Fizemos oposição a um estilo autoritário e perseguidor, sempre ao político e nunca ao homem.

Mariana disse...

E dificilmente, impossível mesmo, surgir outro igual. Grosseiro, estúpido, mulherengo, essas "qualidades" que lhe atribuíam, não o impediu de trabalhar muito pela Bahia. O pior de tudo, é o que vemos hoje, homens públicos que se dizem educados, maridos fiéis e por aí, que corrompem e deixam corromper, que roubam e deixam roubar, sim, e não conseguem melhorar em nada a vida do povo e do país. Hoje, o que mais há por aí, são mentirosos oportunistas e puxa-sacos de quem está no poder.